Venda Diretas registram R$19 bilhões em volume de negócios no primeiro semestre

Segundo dados da ABEVD, setor fechou o período com aproximadamente 4,3 milhões de revendedores diretos

São Paulo, 19 de Setembro de 2016 – A análise de dimensionamento do setor de vendas diretas, realizada periodicamente pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), mostrou que o segmento apresentou estabilidade diante do atual cenário econômico e fechou o primeiro semestre de 2016 com R$ 19 bilhões em volume de negócios. Ainda segundo o estudo, o número de revendedores – profissionais autônomos atuantes no setor – segue positivamente estável com, aproximadamente, 4,3 milhões de pessoas.

Mesmo diante do panorama econômico adverso vivenciado no primeiro semestre de 2016, exemplificado pela alta taxa de juros (mantida em 14,25%), projeções negativas do PIB para o ano (-3,3%) e desemprego (11,3%), os resultados mostram resiliência da atividade de vendas diretas frente à crise.

“Frente ao atual cenário macroeconômico, podemos considerar que o setor obteve boa performance, tendo em vista os fracos desempenhos do PIB e do consumo privado, fatores que contribuíram para a significativa redução do poder de compra do brasileiro”, comenta Roberta Kuruzu, diretora executiva da ABEVD.

Todavia, o setor já demonstra boas perspectivas para o segundo semestre, pois o volume de negócios no mês de junho apresentou variação positiva de 1,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior.

De acordo com os mais recentes resultados, as vendas diretas permanecem com bom desempenho, além de ser uma opção para os profissionais com dificuldades de entrada ou recolocação no mercado de trabalho, segundo a executiva da associação. “Por ser um setor extremamente democrático, no qual os ganhos estão diretamente relacionados ao esforço e dedicação, as vendas por relacionamento são uma ótima oportunidade para os jovens que estão à procura do seu primeiro emprego e também para profissionais experientes que, em virtude da crise, estão em busca de alternativas de renda”, salienta Kuruzu.

Sobre a ABEVD
A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 1980 com o objetivo de promover a e desenvolver as Vendas Diretas no Brasil. Com mais de 60 empresas associadas dos mais diversos setores, a ABEVD busca essencialmente a prática da relação saudável entre consumidores e revendedores e o oferecimento de produtos de alta qualidade por um preço competitivo e alinhado com as necessidades dos clientes. A venda direta é um sistema de comercialização de bens de consumo e serviços baseado no contato pessoal entre vendedores e compradores, fora de um estabelecimento comercial fixo.

Todas as suas ações são apoiadas nos Códigos de Ética das Vendas Diretas e que contém disposições relacionadas à conduta das empresas nos relacionamentos com os vendedores diretos, assim como no relacionamento entre as próprias empresas e consumidores e visam contribuir para a promoção da concorrência leal, respeitando a livre iniciativa e melhorar a percepção da sociedade sobre a Venda Direta como sendo uma oportunidade de trabalho e geração de renda.

Os Códigos de Ética da ABEVD estão alinhados com o Código de Ética mundial adotado pela WFDSA – World Federation of Direct Selling Associations, da qual é associada. Para mais informações acesse – www.abevd.org.br

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