Jequiti lança perfume masculino Aire Movimento

BRANDPRESS – None – ESTILO DE VIDA – 16/01/2014
A fragrância garante ao homem mais frescor para as atividades do dia a dia
De olho no crescimento do mercado de cosméticos para o público masculino, a Jequiti Cosméticos apresenta a colônia Aire Movimento, fragrância especialmente criada para homens que não dispensam uma boa aparência. Com fórmula dermatologicamente testada, a essência contém bergamota e gengibre em contraste com o sândalo e o vetiver.
Com essência fougère, a novidade traz uma fragrância suave com sensação refrescante e deixa o corpo perfumado durante todo o dia. O Aire Movimento é ideal para o uso no ambiente profissional e em ocasiões especiais.
Repleto de atributos, o Aire Movimento promete estar entre as preferências na prateleira de cosméticos de homens que gostam de se cuidar a cada dia. Além dessa novidade, a Jequiti oferece na linha Aire outros três perfumes: Aire, Aire Electric e Aire Altitude.
O lançamento do produto tem como objetivo enriquecer, ainda mais, a linha de perfumaria para o público masculino da Jequiti. O Aire Movimento já pode ser adquirido no tamanho de 100 ml no valor de R$ 47,90, por meio das 200 mil consultoras da marca em todo o Brasil.
Sobre a Jequiti
Jequiti é uma das maiores empresas de cosmético do Brasil. Fundada em 2006, a empresa, que comercializa os perfumes das estrelas, está presente em todo o território brasileiro por meio das suas 200 mil consultoras. Atuando com o modelo comercial da venda direta, a Jequiti possui um amplo portfólio de produtos, composto por 1050 itens que são atualizados a cada 21 dias com novos lançamentos. A empresa trabalha com fornecedores e com as principais casas de fragrâncias do mundo. Além de cosméticos, a unidade de negócios Villa Jequiti comercializa acessórios, bijuterias, produtos para cuidados pessoais e objetos para casa.
A Jequiti possui 774 funcionários, sede em Osasco (São Paulo) e faz parte do Grupo Silvio Santos, um dos mais tradicionais e respeitados conglomerados empresariais do Brasil. Para mais informações, acesse o site www.jequiti.com.br ou os perfis da empresa nas mídias sociais:https://www.facebook.com/jequiticosmeticos e no Twitter @jequiti.
PLANIN – Assessoria de Imprensa da Jequiti
Angélica Consiglio e equipe – Tel.: (11) 2138-8900 – www.planin.com
Contatos: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.
Raphaela Brumatti- (11) 2138-8933
 
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2019-12-20T14:06:44-03:00janeiro 16th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|

Hinode aposta no segmento dermocosmético

Portal Fator Brasil – RJ – MODA & BELEZA – 16/01/2014

Linha C-NOVA traz o Lipo Redutor com extratos de Marapuama e Catuaba.

Combate à gordura localizada, redução da celulite e firmeza para a pele: estas mudanças estéticas estão na lista de prioridades das mulheres. Após estudos clínicos e pesquisas aplicadas, a Hinode, marca especializada em cosméticos e tratamentos de beleza, lança a linha de dermocosméticos C-NOVA e traz com exclusividade o Lipo Redutor (R$ 137,00).

O creme Lipo Redutor C-NOVA é elaborado com uma concentração de ativos denominada Slimbuster H, composta por extratos de Marapuama e Catuaba que potencializam a microcirculação cutânea e a drenagem linfática. A fórmula também possui Pfafia, responsável pela renovação da pele e estímulo do metabolismo, combatendo a celulite, flacidez e perda de tônus.

Estudo clínico realizado pela Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP comprova a ação do Slimbuster H. Testes realizados pela instituição constataram melhora do quadro de celulite em 83% dos casos (após 60 dias de utilização do produto).

Além de agir sobre a celulite já existente, a fórmula do Lipo Redutor C-NOVA também atua na prevenção do problema. É essa a função do extrato de Centella Asiática, Arnica, Castanha da India, Erva Mate, Extrato de Café e Óleos Essenciais de Cipreste, Grape Fruit e Canela. Juntos, estes ativos reforçam a fibra de sustentação da pele e proporcionam mais elasticidade.

Com o lançamento da linha C-NOVA, a Hinode inicia a sua atuação em um novo segmento. ?São 25 anos de atuação no segmento de beleza e este know-how nos promoveu a um novo patamar. Estamos mais que preparados para estrear no mundo dos dermocosméticos? diz Alessandro Rodrigues, Diretor de Marketing da Hinode.

A Hinode -Fundada em 1988, a empresa possui mais de 300 produtos em seu portfólio. Inspirada na cultura japonesa, a origem do nome Hinode é a tradução de um momento especial para os orientais. A palavra significa ?o primeiro raio de sol do primeiro dia do ano?.

Integrante da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas) a Hinode é referência no segmento, apresentando um sistema de comercialização acessível, lucrativo e abrangente. [www.hinode.com.br | 0800 -160046].

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2019-12-20T14:06:45-03:00janeiro 16th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|

Venda direta é opção para ganhar uma renda extra

Agora – São Paulo – SP – GRANA – 12/01/2014
Fernanda Brigatti
do Agora
O nome oficial talvez não seja tão familiar, mas a prática é. A venda direta está na vida do brasileiro há anos, através das revistinhas com catálogos para compra de cosméticos, utilidades domésticas, produtos de higiene, lingeries, bebidas e suplementos alimentares.
Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas , no primeiro semestre do ano passado houve alta de 5,9% no volume de vendas, em comparação ao mesmo período em 2012.
O número de revendedores e profissionais autônomos chegou a 4,3 milhões.
O sistema de vendas em catálogos funciona de maneira parecida. Além, é claro, dos produtos serem inicialmente apresentados nas revistinhas, as empresas formam ciclos de 21 dias para cada catálogo.
Esse acaba sendo, também, o intervalo entre os pagamentos das revendedoras.
A revendedora recolhe os pedidos das amigas, vizinhas, conhecidas que se tornam também clientes e envia os pedidos.
 
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2019-12-20T14:07:04-03:00janeiro 12th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|

Novos players fazem setor de venda direta ficar disputado

DCI – COMÉRCIO – 10/01/2014

SÃO PAULO

Preenchendo o vácuo deixado pelo Grupo Hermes, que durante muito tempo foi um dos grandes nomes no segmento de venda direta no Brasil, marcas como Marisa e Polishop lançaram seus catálogos e começaram a atuar no mercado de revenda. O cenário é aumento da concorrência, e especialistas no ramo observam o processo de recuperação judicial do Grupo Hermes, que tinha um mix de produto bastante variado. A entrada da Marisa e da Polishop expande o leque de possibilidades de compra e venda nesse modelo de mercado, hoje com 90% de produtos referentes a cuidados pessoais. Em 2014, o cenário continuará concorrido e receberá empresas que, embora não oficialmente anunciadas, já têm entrada garantida no portfólio de venda direta no País, segundo Roberta Kuruzu, diretora executiva da ABVED (Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta). 

O Brasil é hoje o quarto no ranking de venda diretas, com uma carteira de 4 milhões de revendedores, que colocam no mercado produtos de marcas como Natura, Avon, Herbalife e Amway etc.

A rede de lojas Marisa, especializada em vendas de vestuário, encerrou o ano passado – primeiro ano de operação em venda direta – com as expectativas de faturamento superadas em 20%, segundo informações de Marcel Szajubok, gerente geral de vendas diretas da marca, ao DCI. A meta é faturar R$ 500 milhões até o final de 2015 e ter 100 mil revendedores ativos em todo o País, até 2017. 

Analistas de mercado garantem que a expansão das vendas por catálogo está alinhada ao atualmomento do mercado brasileiro, que tem número cada vez maior de pessoas em busca de autonomia no trabalho. Segundo Roberta Kuruzu, a venda direta sempre foi muito bem vista. “Você coordena a sua própria agenda e ainda dá para fazer qualquer outra coisa”. No atual panorama do mercado brasileiro, comerciantes e consumidores estão mais exigentes, querendo maiores possibilidades, melhor atendimento e, como reiterado pela diretora executiva da ABVED, mais qualidade de vida. 

A tendência é que o movimento continue se transformando e as vendas diretas deixem de ser predominantemente um complemento de renda, mas passem ao montante total. 

Para Szajubok é possível ser revendedor de várias marcas ao mesmo tempo: “um catálogo, entre tantos outros”. Para os que querem complementar a renda, “o catálogo pode chegar ao trabalho e ao cabelereiro”.

A venda direta sempre foi um dos meios mais fortes de venda no País. A proporção é: a cada 10 brasileiros, sete já compraram nesse modelo. Isso explica a grande adesão ao projeto da Marisa. Marcel Szajubok conta que “a aceitação foi positivamente surpreendente, inclusive pelos acionistas”. A empresa encerrou o primeiro ano com mais de 18 mil revendedoras atuando em nove estados. A estratégia é estar em todo o País em no máximo dois anos.

Grupo Hermes e multicanal

Na contrapartida da expansão da Marisa, que amplia o foco e alcança o mercado de venda por catálogo; e da Natura, que atuava exclusivamente no modelo de venda direta e agora já tem lojas físicas, o Grupo Hermes, ao ampliar as frentes de venda e alcançar o e-commerce teve prejuízos determinantes para a sua falência.

Rumores de mercado apontam, aliás, que houve problemas no controle financeiro do estoque daquele e-commerce.

Ainda que com a ressalva do que sucedeu ao gigante Hermes, após tentativa de expansão de sua atuação no mercado, Marcel Szajubok diz que a ampliação das frentes de venda faz parte da estratégia de multicanal, na qual as marcas pretendem alcançar o consumidor em todos os momentos de sua vida.

A revenda

No que diz respeito aos pedidos das revendedoras, estudos indicam que usualmente é feito um pedido por mês à central de distribuição de uma empresa, a um ticket médio de R$ 350,00. No caso da Marisa, esse valor corresponde a 12 peças de vestuário, em média. A um revendedor são oferecidos cursos e capacitações sobre produtos, gestão de renda e melhor aproveitamento das promoções divulgadas nos catálogos. Na Marisa, as revendedoras recebem um novo catálogo por mês, com convites para nova capacitação quanto a técnicas de venda e tecidos, principalmente.

A venda direta propicia trabalho em conjunto com os consumidores. “O atendimento é customizado e dentro da casa do cliente”. Os dados da Marisa mostram que a maioria das revendedoras é da classe B e os consumidores estão, principalmente, na classe B e C e têm entre 20 e 35 anos. “Damos oportunidade para qualquer um”, garante Marcel Szajubok que também já foi o gestor das vendas direta da Natura, empresa que se consolidou no Brasil nessa frente de venda.

2019-12-20T14:07:04-03:00janeiro 10th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|
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