Revendedores perdem dinheiro?

Saiba mais sobre um dos maiores mitos da área de venda direta

Muitas pessoas resistem em entrar para o mercado de venda direta porque acreditam que 99,9% dos revendedores perdem dinheiro com as vendas, e que a maioria só não deixa de vender para não parecerem fracassados. Essa afirmação não poderia estar mais errada.
Na verdade, mais da metade dos revendedores reportam lucros, inclusive quem está nesse mercado há menos de um ano e até quem diz que não vai mais trabalhar na área no futuro.
Além disso, uma pesquisa feita nos Estados Unidos descobriu que:

  • 82% dos revendedores trabalham para a mesma empresa de venda direta há mais de um ano, e 47% há mais de cinco anos;
  • 89% dos revendedores dizem que sua experiência pessoal na área é excelente, muito boa ou boa;
  • 84% dos revendedores dizem que a venda direta atinge ou supera suas expectativas como uma boa maneira de ter uma renda extra;
  • 91% dos revendedores dizem que a venda direta atinge ou supera suas expectativas como uma área em que, quanto mais eles trabalham, mais dinheiro ganham.

Esse mito também pode ser rebatido com outro número: será que 92 milhões de pessoas em todo o mundo continuariam a trabalhar como revendedores se estivessem perdendo dinheiro?
O código de ética da ABEVD também foi criado para proteger os interesses dos revendedores e seus clientes. Existem mecanismos criados para ajudá-los, caso haja algum problema com alguma das empresas. Resumindo, ninguém que faça um bom trabalho irá perder dinheiro com a venda direta, e ninguém deve se sentir um fracassado se por qualquer motivo não dê certo nessa área.

2019-12-20T12:39:00-02:00julho 30th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|

Setor de vendas diretas cresce 7,2% em 2013

Volume de negócios ultrapassou R$ 40 bilhões no período
A edição 2014 do estudo de dimensionamento do mercado de venda direta, realizado pela ABEVD, mostra que o setor atingiu R$ 41,6 bilhões em volume de negócios em 2013 – crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior, que foi de R$ 38,8 bilhões. O número impressiona, pois é superior ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumulado do período, que foi de 5,9%, e é similar ao patamar de 2011. No entanto, é quase metade do crescimento registrado em 2012, de 13,1%.
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Segundo o estudo, o número de revendedores – profissionais autônomos atuantes em empresas associadas e não associadas – cresceu 1,28% em relação ao ano de 2012, totalizando 4,504 milhões em todo o país. Roberta Kuruzu, diretora da ABEVD, comenta: “Podemos encontrar revendedores diretos que veem na atividade sua principal fonte de renda e desenvolvem o negócio em tempo integral, bem como outros que encontram nas vendas diretas um complemento de renda – o aumento do volume de negócios reflete justamente todo o movimento empreendedor de Norte a Sul”.
De acordo com Roberta, em um ano em que a economia brasileira cresceu 2,3%, o mercado de Vendas Diretas no Brasil continua surpreendendo no volume de negócio e produtividade: está na quarta posição do ranking mundial da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), atrás apenas dos Estados Unidos, Japão e China.
 

2019-12-20T15:02:05-02:00julho 28th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|

As vendas diretas ontem, hoje e amanhã

Por Lucilene Prado
As primeiras atividades comerciais baseavam-se no escambo. Depois, vieram os centros comerciais – hoje até mesmo virtuais – que agregam custos logísticos, impostos e outros gastos, até chegar ao consumidor final.
As vendas diretas – sistema baseado no contato pessoal fora de um estabelecimento fixo – começaram oficialmente com a comercialização da Enciclopédia Britânica, na Inglaterra, no século XVII. Mas foi em 1886, em Nova Iorque (EUA) que ocorreu o marco inicial do setor. O vendedor de livros em domicílio, David McConnel, passou a incluir um frasco de perfume de brinde a cada livro vendido. O sucesso foi tanto que, McConnel optou pela venda de cosméticos nesse modelo.
No final da década de 70, a venda direta já contava com empresas sólidas e envolvia milhões de empreendedores. Para representar essa indústria, foi criada, em 1978, nos EUA, a World Federation of Direct Selling Association, WFDSA.
No Brasil, em 1980, nasce a Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD), associada à WFDSA e que tem como missão desenvolver e valorizar o sistema de venda direta no país, promovendo relações éticas com os consumidores, vendedores diretos e entre empresas.
Atualmente, o mercado movimenta cerca de R$ 39 bilhões em volume de negócios e conta com mais de 4 milhões de revendedores no país, e destaca-se, entre outros fatores, por sua capilaridade. Para as empresas, representa um canal de distribuição que agrega valor aos seus produtos e serviços por meio das relações pessoais. Para o revendedor, uma alternativa ou complemento à renda, que permite horários flexíveis, ganhos conforme dedicação, além de crescimento pessoal e profissional. Para o consumidor – cada vez mais aberto e exigente –, proporciona um atendimento diferenciado, que permite experiências personalizadas.
Pelo modelo, hoje, são comercializados desde livros, cosméticos, vestuário, artigos para o lar, até suplementos nutricionais, entre outros.
E o futuro? Com a popularização da internet e a mudança significativa nas relações comerciais, tudo indicava que ela sobressairia aos demais canais de venda. Não houve, entretanto, motivo para revisão das estratégias neste sentido. A internet foi se integrando ao cotidiano das pessoas e das empresas e converteu-se mais em uma facilitadora do que propriamente uma substituta da relação pessoal. Assim, a base do sucesso das vendas diretas mantém-se a mesma desde 1886: o relacionamento.


Lucilene Prado é diretora presidente da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), associação fundada em 1980 por empresas que buscavam o desenvolvimento do sistema de venda direta no Brasil, e tem como missão a valorização da venda direta, por meio da divulgação dos Códigos de Ética no que dizem respeito a consumidores, vendedores diretos e as empresas. A entidade faz parte da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega todas as associações nacionais de vendas diretas existentes no mundo e que tem entre seus objetivos a promoção dos mais elevados padrões de atuação entre vendedores diretos e o intercâmbio de informações entre seus membros.

2019-12-20T10:52:43-02:00julho 22nd, 2014|Categories: ABEVD Clipping|

Muito além dos mitos da venda direta

Por Lucilene Prado
O mercado de Venda Direta no Brasil, que é o quinto maior mercado do mundo, proporciona uma oportunidade de empreendedorismo para mais de 4,2 milhões de pessoas no País.
Aliás, o brasileiro é um dos povos mais empreendedores do planeta. Uma pesquisa realizada em 69 países pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM), em 2012, apontou que 43,5% das pessoas, com idade entre 18 e 64 anos, pretendem se tornar empreendedores. Segundo os parceiros do levantamento no Brasil, Sebrae e o Instituto Brasileiro da Qualidade e produtividade (IBQP), a motivação de 69% dos que iniciam uma empresa é a percepção de uma oportunidade. Oportunidade essa que os revendedores percebem e correm atrás.
O sistema de Venda Direta ocorre por meio da revenda de produtos e serviços em três modelos de compensação ao profissional empreendedor: marketing mononível, binívelmultinível (ou marketing de rede).
No mononível, os profissionais autônomos compram os produtos da empresa e revendem aos seus clientes, com uma margem de lucro, enquanto nos sistemas de marketing binível e multinível, além do revendedor comprar e auferir ganhos, ele indica outras pessoas, que também comercializam os produtos e cuja parte das receitas é repassada para ele. Uma particularidade do multinível é que, nesse fluxo, é formada uma rede, cujas percentagens de lucros das vendas são distribuídas, direta ou indiretamente, para toda a cadeia de forma proporcional e razoável, sempre com lastro na venda de mercadorias ou na prestação de serviços.
Nos três modelos há um aspecto em comum e que não foge à regra: sempre ocorre a entrega de um produto ou serviço mediante recolhimento de impostos, e as relações são permeadas pela regulamentação de códigos de ética e conduta do sistema de vendas diretas, além de todos marcos legais comerciais.
Caso se depare com alguma propaganda de “enriquecimento fácil”, desconfie. A famosa citação do Milton Friedman, prêmio Nobel de Economia – ‘Não existe almoço grátis’ – nos dá uma pista de que esse não é o caminho certo para o crescimento financeiro. Para não ser enganado por falsas promessas, é importante entender o funcionamento correto do mercado brasileiro de vendas diretas. O ponto de atenção é que há empresas e profissionais no mercado que querem auferir ganhos de forma ilegal, sem entrega de produtos ou serviços, oferecendo ganhos fáceis e em curto prazo para seus idealizadores, sem qualquer traço de ética nessas relações. Ou seja, o foco destes enganadores está nos ganhos sem esforço e sem trabalho – típicos ingredientes de esquemas piramidais, que minam os esforços dos verdadeiros empreendedores. Vale ressaltar que empresas associadas à Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) passam por um rígido processo de certificação ética.
Esclarecendo e exemplificando o que é o verdadeiro modelo de marketing multinível: é uma forma de canal de distribuição, no qual a empresa fornecedora do bem ou serviço os comercializa por meio de um conjunto de distribuidores independentes cadastrados. Estes revendem estes produtos diretamente ao consumidor ou a outros distribuidores independentes de sua rede, que por sua vez, revendem aos consumidores finais.
É um modelo similar ao sistema “atacarejo”, onde atacadistas (distribuidores) comercializam produtos a comerciantes varejistas (outros distribuidores) e ao consumidor final, que se cadastram como membros deste comércio. A diferença é que na Venda Direta multinível não existe a necessidade de inventário de produtos como em lojas físicas e, sim, ocorre o contato pessoa a pessoa, para se promover a venda, explicar as características e benefícios dos produtos ou serviços e zelando pela satisfação do cliente nesse contato pessoal. Na venda direta multinível, o revendedor recebe ganhos não só pela venda de produtos por atacado (a outros distribuidores), como também recebe ganhos sobre a venda de produtos ou serviços realizada pelos outros distribuidores de sua rede aos consumidores finais.
O sistema de Venda Direta em seus três modelos valoriza os participantes a desenvolverem uma atividade empreendedora de acordo com a sua própria vontade, em tempo parcial ou total. As empresas e distribuidores valorizam também as várias formas de apoio, como catálogos e treinamentos, como técnicas de vendas, produtos, desenvolvimento de espírito de liderança, que ajudam a disseminar o conceito de que os ganhos obtidos através do trabalho são obtidos com esforço e planejamento. Se um revendedor ou patrocinador de um determinado grupo não tiver um mínimo de pontuação e/ou atingimento de determinadas políticas de comercialização, não recebe ganhos – porque, afinal, não existe almoço grátis.


Lucilene Prado é diretora presidente da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), associação fundada em 1980 por empresas que buscavam o desenvolvimento do sistema de venda direta no Brasil, e tem como missão a valorização da venda direta, por meio da divulgação dos Códigos de Ética no que dizem respeito a consumidores, vendedores diretos e as empresas. A entidade faz parte da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega todas as associações nacionais de vendas diretas existentes no mundo e que tem entre seus objetivos a promoção dos mais elevados padrões de atuação entre vendedores diretos e o intercâmbio de informações entre seus membros.

2019-12-20T10:56:15-02:00julho 22nd, 2014|Categories: ABEVD Clipping|

Brasil vai sediar Congresso Mundial sobre Vendas Diretas pela primeira vez

O país, que está entre os cinco maiores mercado do ranking global, promoverá entre 10 e 12 de novembro, no Rio de Janeiro, uma reflexão sobre o setor que movimenta quase 178 bilhões de dólares no mundo
Entre 10 e 12 de novembro de 2014 acontecerá na cidade do Rio de Janeiro o XIV Congresso Mundial da Federação Mundial de Associações de Empresas de Vendas Diretas (WFDSA – World Federation of Direct Selling Associations). Sob o tema central “Vendas Diretas: a Rede Social Original“, o evento promoverá a discussão sobre negócios na era digital, convergência de mídias sociais, potencial do segmento mobile, engajamento e mobilização social, “empoderamento” das mulheres com as vendas diretas, assim como as perspectivas para os próximos 10 anos.
É a primeira vez que esse congresso acontece no país. O mercado de vendas diretas é composto por empresas de segmentos diversos, como cuidados pessoais, suplementos nutricionais, cuidados do lar, serviços, entre outros. De acordo com o presidente da WFDSA, Alessandro Carlucci, as redes sociais impactam o mercado de vendas diretas, cujo principal diferencial perante outros canais de vendas é o relacionamento interpessoal. “Uma indústria cujo firmamento é baseado em relações interpessoais tem agora a oportunidade de expandir suas fronteiras num universo cada vez mais conectado.
Neste cenário é necessário fortalecer alianças e concentrar em um dos fundamentos da nossa indústria: a qualidade das relações”, afirma. Confiantes de que o congresso será um marco na história da Venda Direta, um amplo programa de atividades sociais e culturais foi planejado para destacar a diversidade e a energia da Cidade Maravilhosa. “A escolha do Brasil para sediar o Congresso deve-se ao fato de sermos um dos maiores e mais vibrantes mercados de vendas diretas do mundo, que cresceu como poucos nos últimos anos.
O congresso será um marco histórico para essa indústria, símbolo de sua transformação”, finaliza Roberta Kuruzu, Diretora da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas.
XIV Congresso Mundial da Federação Mundial de Associações de Empresas de Vendas Diretas – “Vendas Diretas: a Rede Social Original
Local: Royal Tulip Hotel (Avenida Aquarela do Brasil, 75 – Rio de Janeiro – RJ – Brasil)
Data: 10 a 12 de novembro de 2014
Site oficial: www.wfdsa2014rio.com (em Português e Inglês)
Programa
10 de novembro 07:00 – 17:00: Registro dos Participantes
09:00 – 11:30: Reunião do Conselho Diretor da WFDSA (apenas para convidados)
11:30 – 12:30: Conferência com a  Imprensa
15:30 – 17:30: Cerimônia de abertura / Plenária  1 (Painel dos CEO’s)
17:30 – 19:00: Coquetel de Recepção
11 de novembro 07:00 – 17:00: Registro dos Participantes
09:30 – 11:30: Plenária 2
11:30 – 12:00: Coffee Break
12:00 – 13:30: Workshops simultâneos I, II, III
13:30 – 15:00: Almoço Privativo
15:00 – 16:30: Workshops simultâneos I, II, III
16:30 – 17:00: Coffee Break
18:00 – 19:00: Saída de fretados para o Jantar de Gala
18:30 – 23:00: Jantar de Gala  
12 de novembro 07:00 – 17:00: Registro dos Participantes
08:30 – 10:00: Plenária 3
10:00 – 10:30: Coffee Break
10:30 – 12:00: Workshops simultâneos I, II, III
12:00 – 13:00: Almoço Privativo
13:00 – 14:30: Workshops simultâneos I, II, III
14:30 – 15:00: Cerimônia de encerramento
Inscrições As inscrições para o evento estão abertas para serem realizadas online por cartão de crédito ou por meio de depósito bancário na conta da ABEVD (referência dólar comercial diário Banco Central brasileiro).

Categoria Investimento
Membros WFDSA* US$ 1.200,00
Não membros US$ 1.500,00
Funcionários das Associações de Vendas Diretas US$ 880,00
2019-12-20T15:02:05-02:00julho 14th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|