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Venda direta também precisa investir na marca

Empresas de vendas diretas precisam trabalhar na marca para construir uma imagem diferenciada

A venda direta vem registrando um crescimento superior ao varejo ao longo dos últimos anos, e está fazendo com que cada vez mais novos empreendimentos sejam abertos neste setor.  Entretanto, essas empresas se esquecem, muitas vezes, de cuidar da própria marca, talvez por não conhecer as vantagens que essa estratégia de branding pode trazer, ou por achar que na venda direta a divulgação boca a boca é o suficiente.

A construção de uma marca não é a criação do logotipo da empresa. Para Laís Carvalho, sócia-consultora da empresa Whynot?, trata-se de um estudo profundo para entender e traduzir a alma e propósito que o empresário quer para o negócio. A partir disso, uma estratégia de marca deve ser estruturada e que influenciará o desenvolvimento do empreendimento, atribuindo uma proposta de valor que possa ver percebida por cada integrante do canal de revendedores e será transmitida para os consumidores.

Para Marcelo Pinheiro, diretor de Negócios da DirectBiz Consultants, empresa de consultoria especializada em negócios por meio da venda direta, com o aumento da competitividade neste setor, há a necessidade da construção ou alavancagem de marcas fortes e inspiradoras, que toquem o coração de consumidores e revendedores, iniciando assim um relacionamento duradouro entre eles e a marca.

“Apenas as empresas líderes do segmento investem em branding como oportunidade concreta de alavancar seus negócios. Muitas empresas pequenas e médias ainda acreditam ser um investimento desnecessário e não utilizam essa estratégia, deixando de visualizá-la como um diferencial competitivo”, avalia Marcelo.

2019-12-20T14:05:46-03:00novembro 28th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Conheça os hábitos de consumo na internet

Estudo acadêmico mostra como é o uso do banco de dados nas ações de marketing para venda direta

Hoje, a tecnologia está presente em todos os aspectos da nossa sociedade, principalmente na profissional. E no caso da venda direta, isso não é diferente.

Em trabalho acadêmico, realizado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul, “Venda direta. Um estudo dos hábitos de consumo na internet e do uso de banco de dados nas ações de marketing direto”, o autor, Leonardo Brenner Fleck, descreve o mercado de venda direta no Brasil, apresentando alguns conceitos sobre o marketing direto no ambiente da internet.

Por meio de ferramentas, como data-mining ou mineração de dados, ele mostra que é possível usar informações de um grupo de usuários armazenadas em um banco de dados, para enviar mensagens e oferecer serviços designados especialmente para estes clientes. Além disso, o artigo mostra que além da internet, outros canais de distribuição como colegas da escola, colegas do trabalho, amigos e familiares continuam sendo utilizados em certos segmentos da venda direta.

2019-12-20T11:43:36-03:00novembro 26th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Facebook ajuda no crescimento das vendas diretas

Plataforma reúne cerca de 1,35 bilhão de pessoas em todo o mundo, e tem como um dos seus príncipais objetivos auxiliar no crescimento dos negócios de empresas

Em novembro, vice-presidente de Soluções Globais de Marketing para PMEs do Facebook,  Dan Levy, participou de palestra no XIV Congresso Mundial de Associações de Empresas de Vendas Diretas, que foi realizado no Rio de Janeiro. Segundo Levy, “o Facebook é uma extensão da vida das pessoas e um importante canal para conexão entre consultores e consumidores, que cria infinitas oportunidades para pequenos e médios empresários ampliarem suas relações e fazerem seus negócios crescerem”.

Atualmente, mais de 30 milhões de pequenas e médias empresas, o que inclui distribuidores de venda direta, estão presentes no Facebook com páginas próprias. Além disso, 70% das pessoas na rede social estão conectadas a empresas desse porte. “Um empreendedor com uma página no Facebook e um smartphone em mãos tem à disposição uma ferramenta com grande alcance e alto potencial para o desenvolvimento de seus negócios, com agilidade e efetividade”, afirma Levy.

A vice-presidente de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, reafirmou a importância da rede social para ampliar as vendas diretas. “Por meio do Facebook, é possível segmentar as ações de marketing exatamente de acordo com as características e preferências de seus diferentes públicos-alvo. Os consultores já fazem isso há muito tempo, pelo contato pessoal com seus clientes, conhecendo-os profundamente e atendendo-os de maneira personalizada. O Facebook pode ajudar os pequenos empresários a escalonarem seus conhecimentos e suas experiências com vendas por relacionamento”, disse.​

Para Dan Levy, o Facebook abre importantes possibilidades para as marcas das empresas, “dando visibilidade e potencializando as conexões que já existem no mundo real para o ambiente virtual”. A rede social pode, portanto, ser mais um instrumento para estender relações e alavancar as vendas do setor.

Composto por empresas de diversas atividades, como cuidados pessoais, utensílios domésticos, suplementos nutricionais, serviços, entre outros, o setor de vendas diretas movimentou no ano passado cerca de US$ 180 bilhões em todo o mundo e mais de R$ 30,6 bilhões apenas no Brasil, crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior. O país está entre os cinco maiores mercados de vendas diretas no mundo.

2019-12-20T14:05:46-03:00novembro 24th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

120 mil mães geram renda a partir da venda direta no Reino Unido

Em um ano houve um aumento 20% no número de mulheres com filhos que trabalham no setor de venda direta

Os números divulgados pela Associação de Vendas Diretas do Reino Unido (DSA) revelaram que mais de 120 mil mães no Reino Unido estão gerando renda por meio da venda direta. Dos 400 mil vendedores diretos no Reino Unido, 30% são mães que trabalham neste mercado. Isso representa um aumento de mais de 20 mil mães no mercado em relação ao ano anterior – um aumento de 20%. E esta tendência já pode ser observada no Brasil.

A pesquisa realizada pela DSA do Reino Unido mostrou que as mães que trabalham estão preferindo a venda direta como uma alternativa ao emprego tradicional. Mulheres já são aproximadamente 76% dos vendedores diretos britânicos. Para Lynda Mills, diretora da DSA, muitos pais ficam na dúvida em relação ao retorno da mãe ao trabalho, pois deixar a criança em uma creche é caro e se ela ficar em casa acaba não gerando renda. “No entanto, a venda direta está oferecendo a muitas mulheres a oportunidade de trabalhar em torno de seus compromissos, dando-lhes a flexibilidade para trabalhar como e quando quiserem, e ainda podem cuidar dos filhos”, disse Lynda.

Esta é uma tendência mundial. A venda direta permite que qualquer pessoa, independentemente da idade, origem ou experiência anterior, possa criar e gerir o seu próprio negócio. É uma opção flexível e possibilita que as pessoas trabalhem as horas que escolher. A flexibilidade torna particularmente atraente para os pais, pois eles podem cuidar dos filhos enquanto trabalham.

A venda direta é o maior fornecedor de trabalho independente e de tempo parcial no Reino Unido. Dados da Associação de Venda Direta também mostra que a receita gerada por suas empresas associadas cresceram 7%, £ 1,5 bilhão para £ 1,6 bilhão no ano passado.

2019-12-20T14:05:47-03:00novembro 21st, 2014|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Consultor aponta 12 conselhos para aumentar as vendas

Dicas vão desde como fidelizar o cliente a como melhorar as vendas do fim do ano

Uma das grandes dúvidas de quem trabalha com vendas, e em especial a venda direta, é como fidelizar os clientes e fazer novos contatos nos meses seguintes. O diretor de consultoria da GS&MD, Luiz Alexandre de Paula, apresenta uma série de dicas que podem promover uma mudança de atitude para que revendedores diretos passem também a prestar uma consultoria a seus clientes! Confira:

  1. Ao invés de ser simplesmente um revendedor, preste uma consultoria de vendas. Enquanto o revendedor apenas revende, o consultor conhece a marca e a mercadoria e pode indicar melhor as combinações e conhecer as reais necessidades dos clientes.
  2. Mantenha contato com os clientes. Aproximação e contato semanal são duas questões importantes para garantir a segunda venda. Esse contato pode ser realizado por e-mail, redes sociais ou newsletter.
  3. Os clientes precisam estar sempre informados. Uma forma de fidelizar a relação é sempre alertá-los sobre as ofertas, os brindes e os lançamentos do novo catálogo.
  4. Tenha um perfil numa rede social. Além de publicar informações sobre a marca, promoções e lançamentos, na rede social também é possível compartilhar os depoimentos de clientes que gostaram de um determinado produto, atraindo valor à marca e a atenção de novos clientes.
  5. Mostre as novidades em primeira mão. Para os clientes mais antigos, apresente os lançamentos e promoções primeiro, pois trabalhando com essa relação, é possível aumentar as vendas e com menos trabalho.
  6. Saiba das necessidades e as características de cada cliente. Segmente os clientes e não ofereça produtos que eles não gostam. Se uma cliente gosta de maquiagem, não insista para ela levar também o óleo corporal da promoção. Ela pode ficar irritada e não fazer uma próxima compra.
  7. Aumente a distribuição. Quando iniciar um negócio é importante trabalhar com uma carteira vasta de clientes, mas com o tempo, e com a identificação dos clientes fiéis, concentre-se naqueles que compram sempre, oferecendo um trabalho personalizado.
  8. Evite reuniões com muitos clientes. Fazer eventos para mostrar os produtos pode não ser uma boa opção. A dispersão pode tomar conta do lugar e os consumidores não se sentem privilegiados. É melhor fazer eventos mais direcionados, como uma aula de automaquiagem, e com um número menor de pessoas.
  9. Invista nessa profissão. Se você é um revendedor de cosmético, a dica é fazer um curso de maquiagem ou algo voltado à estética. Ao ter uma capacitação, você tem mais credibilidade com o cliente e consegue oferecer o produto com mais propriedade.
  10. Separe um tempo para essa atividade. Mesmo que a venda direta seja a segunda fonte de renda. Dedique-se no mínimo duas horas por dia ao trabalho. Use esse tempo para fazer o marketing com os clientes por meio das redes sociais, por exemplo.
  11. Use o que você revende. Ao chegar para a venda maquiada, perfumada e usando os produtos da marca que revende você consegue convencer a cliente mais facilmente, além de oferecer mais credibilidade aos produtos.
  12. Tenha um pequeno estoque. Ter alguns itens à pronta entrega pode diferenciar você de outras revendedoras e atrair clientes que não possuem paciência para esperar a chegada do produto. Para não correr o risco de o estoque ficar encalhado, invista nos que saem com mais frequência.

Em cinco anos, tecnologia vai promover drásticas mudanças no relacionamento com clientes

Vice-presidente da SalesForce, Peter Schwartz, indica os fatores que irão transformar a interação entre empresas e consumidores, durante congresso mundial de vendas diretas no Rio de Janeiro

 

Peter_Schwartz_e_Pablo_Quintanilla_SalesForce

 

Rio de Janeiro, 12 de novembro de 2014 – O relacionamento entre empresas e consumidores será cada vez mais influenciado pela tecnologia e o mercado deve se adaptar rapidamente, já que dentro de cinco anos estará diante de uma nova realidade. Essa é visão de Peter Schwartz, futurista e vice-presidente global de Relações Governamentais e Planejamento Estratégico da SalesForce, uma das mais inovadoras companhias de softwares para gerenciamento de relacionamento com clientes do mundo. Schwartz participou nesta manhã do Congresso da Federação Mundial de Associações de Empresas de Vendas Diretas (WFDSA, na sigla em inglês), em painel mediado por Pablo Quintanilla, gerente de estratégias de negócio da SalesForce.

“Se analisarmos como o mundo evoluiu na última década, é possível prever uma mudança ainda mais rápida em três a cinco anos”, afirma Schwartz. Para o futurista, a tecnologia já está hoje em todas as partes e deve contribuir significativamente na interação e conexão entre companhias, clientes, funcionários, acionistas, distribuidores e demais stakeholders.

As principais inovações devem passar por uma drástica evolução das interfaces. Dentre elas, controle de ambiente por voz e gesto, dispositivos de realidade aumentada, sensores, microssatélites e drones que monitoram hábitos e comportamentos, e todas elas reunidas no conceito de smartphone. “O formato do aparelho que usamos hoje para acessar toda essa tecnologia pode até mudar, tornando-se um relógio, por exemplo, mas o conceito se mantém. Os smartphones são a plataforma do amanhã”, destaca Schwartz.

O primeiro passo que as empresas devem dar para encarar a amplitude de possibilidades que a tecnologia vai oferecer é, segundo Schwartz, ter à frente líderes conectados. “Os principais executivos precisam aprender a usar os recursos tecnológicos imediatamente. Se eu puder dar um conselho é esse. Sejam usuários esclarecidos, explorem todas as potencialidades dos dispositivos que estão a sua disposição e disseminem em suas empresas a cultura da conectividade”.

Para Schwartz, o uso da inteligência proveniente da tecnologia vai proporcionar às empresas maior conhecimento dos hábitos e das necessidades de seus consumidores, possibilitando atendimentos mais focados e personalizados.

No setor de vendas diretas, isso pode ser potencializado, segundo Alessandro Carlucci, presidente da WFDSA. “Temos um diferencial em relação às demais modalidades do varejo. A força de cerca de 90 milhões de pessoas envolvidas em vendas diretas e o contato próximo que elas mantêm com os clientes”, diz. Um sistema alimentado por dados provenientes desses relacionamentos será, de acordo com Carlucci, uma valiosa fonte de informações sobre os anseios dos consumidores.

Realizado pela primeira vez no Brasil, o congresso tem como tema central “Vendas Diretas: a Rede Social Original”. Composto por empresas de diversas atividades, como cuidados pessoais, utensílios domésticos, suplementos nutricionais, serviços, entre outros, o setor de vendas diretas movimentou no ano passado cerca de US$ 180 bilhões em todo o mundo e mais de R$ 30,6 bilhões apenas no Brasil, crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior. O país está entre os cinco maiores mercados de vendas diretas no mundo.

2014-11-18T16:22:02-02:00novembro 18th, 2014|Categories: Sem categoria|

WFDSA tem novo presidente

Anúncio foi feito durante XIV Congresso Mundial de Associações de Empresas de Vendas Diretas (WFDSA)

A Federação Mundial de Associações de Vendas Diretas (WFDSA – World Federation of Direct Selling Associations) tem um novo presidente. Doug DeVos, presidente da americana Amway, assume o cargo e tem como missão manter o crescimento contínuo do setor de venda direta. Os resultados do setor nos últimos anos mostram uma indústria de vendas diretas forte e em contínua expansão. O faturamento mundial em 2013, de US$ 180 bilhões, foi 8,1% superior a 2012.

O Brasil tem se mostrado, segundo Alessandro Carlucci, ex-CEO da Natura, “um dos mercados mais vibrantes e com maior potencial”. Hoje, o país está entre os cinco maiores do mundo e faturou US$ 14,2 bilhões no ano passado, um crescimento de 7,1% em relação a 2012. A expectativa é manter o ritmo de crescimento em 2014. “Essa foi uma razões da escolha do Brasil para, pela primeira vez, sediar o congresso mundial”, diz Carlucci.

Doug DeVos vai ocupar nos próximos três anos o comando da WFDSA no lugar de Alessandro Carlucci. A cada três anos, a associação mundial faz a troca de seu presidente, que é anunciada sempre durante a realização do congresso mundial do setor.

2019-12-20T14:05:47-03:00novembro 18th, 2014|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |
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