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Venda Direta impulsiona a renda de brasileiros

Para 2015, a tendência para o setor é continuar crescendo

Saber vender é uma habilidade que todo mundo tem. Em algumas pessoas ela pode ser menos evidente do que em outras, mas no dia a dia vendemos e compramos várias vezes ideias e qualidades, nossas e de outras pessoas. A diferença para um vendedor é que ele faz isso profissionalmente e lucra com essa habilidade.

Uma pesquisa feita pelo Sebrae em 2012, mostrava que cerca de 2,5 milhões de trabalhadores estavam saindo da informalidade para abrir o próprio negócio. Na época, estimava-se que em 2014 esse número fosse o dobro. Hoje, 9 milhões de empreendedores individuais vivem outro momento: o de consolidação no mercado brasileiro e sustentação de um crescimento que parece não ter hora para parar.

Uma curiosidade é que entre micro e pequenos empresário, as mulheres somam quase 50% desse número, e na área de estética e outros serviços de beleza elas já são a maioria. O mercado brasileiro é visto como promissor, uma vez que 90% do faturamento do setor estão ligados aos cosméticos.

De acordo com a Associação Brasileira de Venda Direta (ABEVD) no primeiro semestre de 2014, a venda direta cresceu 5,9% no Brasil e movimentou mais de R$18 bilhões. Nesse mesmo período, o número de revendedores chegou a 4,33 milhões, um crescimento de 2,9%, em relação a 2013.

2019-12-20T12:36:18-03:00janeiro 30th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|

Venda Direta: um modelo de negócio em expansão

Bem Paraná – 27/01/2015

A tradição da venda direta, ou do comércio porta em porta no Brasil, remonta mais de 80 anos de história. Este tipo de venda, muito comum e popular atualmente, começou quando o Brasil dava os primeiros passos para o processo de industrialização, em 1930, e não foi muito diferente do que aconteceu com o início das vendas diretas no mundo.

No século XVIII, em Nova Iorque, as vendas das famosas enciclopédias em domicílio cresceram quando um dos vendedores aceitou a ideia da esposa e começou a oferecer perfumes como brinde. Foi quando ele percebeu que as pessoas compravam mais por causa do perfume do que pela enciclopédia. Este foi o início de uma das maiores empresas de cosméticos do mundo, líder em vendas até hoje.

No governo de Juscelino Kubitscheck, quando a economia nacional apontava um aumento no setor de bens de consumo de 67% e continuava em constante crescimento, algo absolutamente novo para a década de 1950, esta multinacional de cosméticos se instalou no Brasil. Com um mercado em potencial, em pouco tempo a empresa se estabeleceu e o formato de venda direta passou a se mostrar como um modelo de negócio vantajoso e organizado.

Desde então, tornou-se comum a venda por meio de representantes que pouco a pouco se tornavam amigos das famílias e pessoas de confiança. Além das vendas por catálogos e dos encontros para demonstração dos produtos, em que o (a) revendedor (a) reunia um grupo de clientes para mostrar as novidades. Em algumas regiões do país, este momento tornava-se um acontecimento social.

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD), esse mercado atualmente conta com mais de 4,5 milhões de revendedores no Brasil, gerando cerca de 8 mil empregos diretos e movimentou em 2013 R$39 bilhões em volume de negócios com o comércio de cosméticos, roupas, alimentos, suplementos nutricionais, produtos de utilidades domésticas e até produtos de limpeza.

Até mesmo grandes empresas de varejo passaram a adotar esta modalidade de negócio para incrementar suas vendas, aproveitando que o consumidor brasileiro é favorável à cultura de venda porta a porta, já que ele apresenta um perfil de relacionamento que preza pelo bom atendimento e pela simpatia do vendedor ou representante da marca. Sem contar que este consumidor, cada vez mais exigente, aprecia a facilidade do serviço direto e o atendimento personalizado.

Além destes fatores, outro talvez mais preponderante é com relação ao emprego, uma vez que a venda direta pode ser definida como um complemento de renda para algumas famílias, levando em consideração que é alto o número de mulheres nesta função ou, ainda, para quem quer ter o seu próprio negócio formal e investe na representação de algumas marcas como pessoa jurídica.

Neste segmento de trabalho, os benefícios para o representante são vários. O primeiro deles é a possibilidade de ter seu próprio negócio, ter sua renda baseada exclusivamente na sua dedicação nas vendas, que pode gerar até 30% de lucro, além de trabalhar em horários flexíveis e poder se desenvolver profissionalmente.

O Brasil está hoje em quarto lugar no ranking mundial de empresas de venda direta, segundo aABEVD, atrás somente dos Estados Unidos, Japão e China. Com um mercado cada vez mais em expansão, é natural essa modalidade de vendas resulte na abertura de tantas outras empresas neste segmento de mercado e que atraia outras empresas mundiais, atuantes deste setor, a investirem em nosso país.

Se esta previsão for certa, será uma boa notícia para o cenário econômico atual, com a geração de empregos e aumento da renda do brasileiro. Desta forma, nossa economia agradece e o consumidor brasileiro também.

André de Figueiredo é gerente de marketing da Eismann do Brasil, empresa de origem alemã, referência na Europa em venda direta de alimentos ultracongelados

2019-12-20T12:54:25-03:00janeiro 27th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: |

Saiba como manter os seus revendedores motivados

Confira quatro dicas para fidelizar a força de vendas diretas

Fidelizar as pessoas no mercado da venda direta pode ser uma tarefa difícil. Neste setor, as pessoas tendem a olhar sempre para o próximo grande negócio, dada a característica de independência e autonomia desses profissionais. Porém, algumas coisas podem ser feitas para manter uma força de vendas diretas não apenas fiel, mas também motivada e produtiva. Confira abaixo algumas dicas importantes, divulgadas pelo site Entrepreneur:

1. Dê uma direção clara

Talvez a parte mais importante para manter uma força de vendas motivada é dar uma direção clara. Sem uma visão clara do caminho que a empresa está indo e onde ela quer chegar, você não vai conseguir manter sua força de vendas motivada. Os melhores líderes têm uma visão clara de onde querem levar a sua organização e são capazes de mobilizar pessoas e objetivos para cumprir , aparentemente, impossíveis.

2. Seja agradável

Ser uma pessoa simpática é imprescindível para a manutenção de uma força de vendas direta, leal e motivada. Quando o assunto são os colaboradores de uma empresa, você pode até forçá-los a segui-lo, mesmo que você não seja simpático ou respeitado. Já na venda direta, os seus revendedores são autônomos e independentes, e são eles quem decidem com que empresa farão seus negócios. Se as pessoas não gostam de você e não te respeitam, eles não ficarão com você.

3. Seja transparente

A comunicação é fundamental em qualquer relacionamento, e isso inclui a venda direta. Compartilhar o que acontece na empresa cria uma sensação de orgulho da marca para qual os revendedores investem para alavancar o seu negócio por conta própria. Além disso, manter seus revendedores atualizados sobre o que a empresa está fazendo, faz com que se sintam valorizados. Como a força de vendas nem sempre está localizada perto da sede da empresa, atualizações de vídeo do CEO são uma ótima maneira de manter esses empreendedores que moram longe, e em outros estados, ligados, e pode ajudar a acabar com a distância.

4. Tudo sobre o produto e a oportunidade

Para que os pontos acima façam ainda mais sentido, você precisa fornecer para a sua equipe de revendedores a melhor oportunidade possível e um produto que dê motivo de orgulho. É importante que eles acreditem no produto que estão vendendo, uma vez que no mercado de hoje há tantos produtos similares. Essencialmente, se você não tem uma proposta de valor real, você não será bem sucedido.

2019-12-20T12:36:36-03:00janeiro 26th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Empresária da venda direta é inspiração para muitos empreendedores

Jan de Oliveira tem aproximadamente 3 mil pessoas que a seguem e transformam suas vidas com as dicas que a empresária dá

Nascida no interior do estado de Goiás, ao chegar a São Paulo, Jan de Oliveira tinha apenas 15 folhas de papel e um projeto de se tornar uma empresária de sucesso. Depois de um mês na capital paulista, nada do que tinha sonhado e planejado havia acontecido. Ela estava disposta a voltar para Goiás quando recebeu um telefone de uma empresa cliente querendo adquirir seus produtos. “Não pensei duas vezes! Fui até o guichê e vendi a minha passagem de volta”, relembra Jan. Ao chegar ao cliente, conseguiu fazer uma venda razoável e se fixou na capital. “Foi difícil, era vender ou vender, não tinha meio termo eu já estava completamente desfavorecida de valores. Relato esse momento como a venda da minha vida”, conta.

Em 2012, Jan já tinha se estabelecido em São Paulo quando resolveu não mais importar perfumaria e cosméticos, e decidiu que iria fabricar a sua própria linha no segmento e que teria como foco a venda direta. Com apenas três pessoas, Jan começou seu negócio em 2013. Ela realizava apresentações de negócios todos os dias para as pessoas conhecerem a empresa, adquirir os produtos – kit de revendedor – e formar a rede de negócios. “Hoje, a sala antiga de 10 m² abriu precisou ser ampliada e passou para 500 m² e mais dezenas de funcionários diretos e indiretos”, conta Jan.

Poucos meses após iniciar na venda direta, a empresária enfrentou o primeiro obstáculo. “Começou a surgir a onda das pirâmides financeiras, que vendiam a ideia de que a pessoa, para ser bem-sucedida, não precisava vender nada. Bastava aplicar uma quantia e deixar o dinheiro trabalhar para ele”, explica Jan. Para tentar impedir que as dificuldades fossem maiores que as possivelmente suportadas, os sócios mudaram não só o plano de negócio por três vezes, como o estilo de formação de equipe.

Logo no início de 2014, Jan começou a ministrar treinamento de liderança e formação de equipe para os distribuidores cadastrados em sua empresa, e, em pouco tempo, milhares de pessoas se inspiraram em sua história de vida e profissional, e mudaram radicalmente a forma de fazerem negócios. “A visão da nossa empresa é oferecer qualidade de vida e transformação às pessoas. Se você quer ter pessoas qualificadas, treine-as”, ressalta.

Com cinco anos de existência, a Luxor Perfumes & Cosméticos tem ganhado destaque mercado de venda direta, ao investir em formação de pessoas e premiação por resultados. “Nosso negócio tem desde pessoas desempregadas, funcionários públicos, pessoas com necessidades especiais, aposentados, a médicos e dentistas”, conta Jan.

Além de atuar na venda direta, a Luxor ampliou a sua linha e seus negócios e detêm as marcas licenciadas de Anitta, Deborah Secco, Claudia Raia. Esses produtos licenciados fazem parte de outro nicho de mercado – varejo – e para isso, a empresa investiu em mais 138 representantes nacionais, conquistando espaço em todo o território nacional. “A missão da Luxor não é apenas fabricar produtos com altíssima qualidade, mas sim transformar a vida das pessoas com uma oportunidade de negócio”, revela Jan.

A empresa é uma das associadas da ABEVD.

2019-12-20T12:36:47-03:00janeiro 16th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Venda direta de maquiagem está em alta no Brasil

Até 2018, o mercado da maquiagem deve movimentar mais de R$ 18 bilhões

Uma pesquisa recente publicada pela Canadean, empresa especializada em pesquisas de mercado, mostrou que o mercado de beleza e produtos cosméticos brasileiros está em pleno crescimento e se manteve firme nos últimos anos.
De acordo com a pesquisa da Canadean, o consumidor dos produtos de beleza no Brasil é jovem do sexo feminino, e as mulheres de 16 a 34 anos são responsáveis por 40% do consumo de maquiagem no país.  Elas acompanham de perto a moda e mudam de aparência com frequência, sempre seguindo as últimas tendências.
Maquiagem no setor de vendas diretas
A venda direta de produtos de maquiagem no Brasil é algo extremamente popular. A pesquisa também aponta que as compras por meio da venda direta é um momento agradável para as consumidoras, que folheiam os catálogos e estabelecem uma relação de amizade com a revendedora direta.
A analista da Canadean, Kirsty Nolan, responsável pela pesquisa, conta que as marcas internacionais de maquiagem precisam adotar alguns princípios se quiserem conquistar o mercado brasileiro. “Os produtos devem ser facilmente encontrados e ter um preço acessível para as jovens consumidoras. A chave do sucesso é dispor de canais de distribuição eficazes, com base em acordos firmados com empresas de venda direta bem estabelecidas no mercado”, explica.

2019-12-20T14:05:45-03:00janeiro 16th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Venda direta como uma maneira de fazer dinheiro

Mercado está atraindo cada vez mais pessoas interessadas em ter uma renda extra

Na busca por uma renda extra, são poucas as oportunidades tão flexíveis quanto a venda direta de produtos, seja estes maquiagens ou até mesmo vinhos.
Ao contrário das franquias, que podem ter custos elevados, as empresas de vendas diretas, em geral, tem um investimento inicial de cerca de R$ 100,00. E ao contrário de empregos em corporações, a venda direta permite que você defina o seu próprio horário e trabalhe em casa. Nos Estados Unidos, por exemplo, a venda direta cresceu 6% de 2012 para 2013, um total de 16,8 milhões de pessoas no mercado de acordo com a Direct Selling Association (DSA).
Algumas pessoas enxergaram nesse mercado a chance de ter uma renda extra e muitas delas fizeram da venda direta o seu trabalho de tempo integral. “Alguns podem ter um objetivo financeiro de curto prazo em mente, como a poupança para férias com a família”, diz Paul Skowroneck, vice-presidente sênior de assuntos públicos da DSA.

2019-12-20T12:36:58-03:00janeiro 14th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Uva, leite e trigo: receita de beleza

Portal Fator Brasil – 13/01/2015
Hinode traz a linha Luar, fórmula integral para hidratar e proteger

A Hinode, empresa especializada na produção de cosméticos e tratamentos de beleza, apresenta a Linha Luar. Composta por Gel Esfoliante Corporal, Loção Hidratante Corporal e Creme para as Mãos, as novidades são enriquecidas com óleo de semente de uva, leite de cereais e óleo de gérmen de trigo.
A Linha Luar é ideal para a mulher brasileira, que precisa de praticidade e fórmulas integrais, que oferecem hidratação para o dia inteiro e devolvem o toque aveludado a pele. Ideal para tratar a pele após o Banho de Lua, os produtos fazem a hidratação completa da pele.
Creme para as Mãos (R$ 16,00) – A combinação do leite de cereais e óleo de semente de uva revitaliza, amacia e hidrata a pele delicada das mãos. O design da embalagem é prático, perfeito para carregar na bolsa e aplicar o produto várias vezes ao dia.
Gel Esfoliante Corporal (R$ 28,80)-As células mortas que ficam na camada superficial da pele fecham os poros impedindo a total absorção dos hidratantes. O gel esfoliante remove estas células retirando as impurezas da cútis.
Loção Hidratante Corporal (R$ 25,20) -O leite de cereais e o óleo de gérmen de trigo hidratam e amaciam a pele. É ideal para a hidratação diária, principalmente após a esfoliação.
Hinode – Fundada em 1988, a empresa possui mais de 300 produtos em seu portfólio. Inspirada na cultura japonesa, a origem do nome Hino de é a tradução de um momento especial para os orientais. A palavra significa “o primeiro raio de sol do primeiro dia do ano”.
Integrante da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas) a Hinode é referência no segmento, apresentando um sistema de comercialização acessível, lucrativo e abrangente. [www.hinode.com.br | 0800 -160046].

2019-12-20T12:54:17-03:00janeiro 13th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |

Empresas digitais se inspiram na venda direta

Para atrair clientes, donos de e-commerce e aplicativos estão apostando neste tipo de venda

Uma das maiores dificuldades da venda online hoje no Brasil, ainda é a falta de confiança das pessoas na hora da compra. Umas das soluções encontradas pelos donos desses negócios, foi contar com um time de vendedores diretos para atenderem os clientes mais tradicionais.
Essa foi uma das situações enfrentadas por Fernando Okumura, que para abrir o seu negócio, o Kekanto, teve como inspiração a venda direta. Mesmo sendo um guia online de lugares e serviços, a empresa recrutou vendedores externos. “O relacionamento pessoal é sempre mais rico, passa mais informação do que o telefone ou o e-mail. O dono do estabelecimento acaba se sentindo mais confortável”, afirma Fernando.
O diretor da consultoria E-bit, Pedro Guasti, conta que recorrer aos profissionais de vendas diretas para ficar na rua atrás de clientes pode ser algo imprescindível em alguns modelos de negócios. Essa estratégia é comum em empresas que precisam vender ou fechar parcerias com outras empresas ou profissionais autônomos. O maior desafio enfrentado pelas empresas online é convencer pessoas a adotarem um serviço que não conhecem.
Esse foi o caso de Marcelo Ferreira quando começou o HelloFood. Ele pessoalmente visitava os restaurantes e tentava convencer os donos a listar seus estabelecimentos entre os que faziam o delivery de comida pela plataforma. Hoje a empresa consta com 40 profissionais de vendas, que visitam, em média, três restaurantes por dia.
Já Thiago Kuin, dono da Loja do Profissional – e-commerce de produtos para pequenas indústrias e outros segmentos profissionais – viu a necessidade de ter vendedores diretos quando percebeu a falta de cultura das empresas de seu mercado de comprar pela internet. Antes de fecharem a compra pela internet, os clientes costumam ligar para ver se a empresa realmente existe e checarem o endereço da loja.

2019-12-20T14:05:45-03:00janeiro 7th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |
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