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Avon investe na venda pela internet

Nova linha de maquiagem deve estrear a entrada da companhia americana no e-commerce que será lançado no Brasil

A venda pela internet será a grande aposta da Avon para o mercado brasileiro em 2015. A empresa americana vai usar a linha de maquiagem Luxe, lançada no ano passado, para entrar no e-commerce brasileiro. Os outros produtos continuam sendo vendidos somente por catálogo.

O Brasil é o principal mercado da Avon e o uso da internet para a venda de seus produtos é uma aspiração antiga da multinacional. Entretanto, a presidente global da Avon, Sheri McCoy, conta que a empresa relutava em migrar para esse setor com receio de criar concorrência às suas consultoras no país.

Seguindo o mercado

Ao entrar para o comércio eletrônico, a Avon segue uma tendência das empresas de venda direta – buscar outros canais de distribuição. A Natura também criou um projeto de e-commerce, o Rede Natura, que está disponível desde julho de 2014 somente no estado de São Paulo.

O intuito da Natura é criar uma rede de consultores da marca também na internet, e tanto revendedores que já fazem parte do time da empresa, quanto novos interessados, podem fazer o cadastro.

 

2019-12-20T15:12:09-03:00fevereiro 13th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

A venda direta segue gerando resultados positivos

O sucesso das empresas desse mercado não está apenas no Brasil, e se deve ao tratamento personalizado e a motivação dos revendedores para fazer negócios

Não é só no Brasil que o mercado de venda direta está crescendo nos últimos anos. No Uruguai, por exemplo, a venda direta movimenta, anualmente, US$ 50 milhões e gera emprego para mais de 50 mil pessoas.

Uma demonstração sobre como aplicar os cosméticos, uma reunião de amigos para mostrar os benefícios de determinados produtos, ou ,simplesmente, a entrega de um catálogo, são exemplos desse mercado em que se comercializa produtos ou serviços diretamente para a pessoa, ou seja, o comprador não precisa ir a uma loja física. E, de acordo com a Câmara Uruguaia de Venda Direta (Cuvedi), 95% desses revendedores são mulheres.

No Uruguai existem três modalidades de venda direta: por meio de catálogos, por demonstração do produto e multinível. Nesta última, para conseguir comprar os produtos a pessoa deve ser associada a empresa, obtendo assim descontos e também tendo a possibilidade de vender a mercadoria.

De acordo com a Cuvedi, a venda direta tem tido um crescimento constante no Uruguai. Um dos motivos desse crescimento é o serviço personalizado, em que a empresa possui algo que não pode ser encontrado em uma loja.

Motivação para vender

Para o sócio-diretor da Marketing Tech, Pablo Fernández, as empresas de venda direta têm uma metodologia de motivação que as vezes é mais produtiva que os negócios tradicionais.

A força de venda não faz parte do quadro fixo de empregados da empresa e trabalham de uma forma independente. Fidelizar um revendedor é um dos principais desafios enfrentados pelas empresas de venda direta. Uma opção é saber o máximo possível sobre eles, como a data de aniversário, se são casados, se tem filhos, irmãos. Dessa forma eles se sentem parte da empresa e percebem que a companhia se importa com eles.

Venda baseada na relação

Para a Swiss Just – empresa que comercializa produtos de aromaterapia e cosméticos há 23 anos no Uruguai por meio da venda direta – o ponto forte desse modelo de negócios é ver o rosto do revendedor. Não é necessário ter um catálogo, muitas vezes a venda acontece por demonstração, as chamadas reuniões de bem-estar. “A venda se baseia em uma relação pessoal. Mas também é importante que o produto seja bom, senão a pessoa não vai continuar comprando”, comenta o gerente da Swiss Just, Eduardo Fernández.

Uma opção frente a crise

Em época de crise financeira a quantidade de pessoas que encontraram uma saída na venda direta cresceu. É o que visualiza o diretor da Cuvedi, Gerardo Maciel. “O modelo de venda direta, de certa forma, está se beneficiando com a crise. Em 2001, muitas pessoas ficaram sem trabalho e viram neste mercado uma oportunidade”, conta Gerardo.

 

2019-12-20T12:36:00-03:00fevereiro 11th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Mynt lança Energético EMV sabor Citrus zero açúcares

Bebida é adoçada com stévia e possui 0% calorias e carboidratos

 

A multinacional americana traz ao país não só uma nova forma de fazer vendas diretas, mas também produtos inéditos e saudáveis. A novidade da marca é o energético EMV Citrus que além de ser 0% açúcares, 0% calorias e 0% carboidratos, também é uma bebida refrescante e com ingredientes que ajudam a manter o pique e a disposição no dia a dia, sem sair da dieta.

 

O EMV Citrus possui suco concentrado de laranja, maçã, limão, extrato de guaraná e é adoçado com stévia. A bebida tem ainda 100% de vitaminas B2, B3, B5, B6 e 45% de B12.

 

O produto está disponível em latinha de 269 ml ideal para o consumo “on the go”, ou seja, “em movimento”, no carro, na faculdade, na academia, no trabalho ou quando bater aquela vontade de se hidratar e recarregar as energias.

 

Produto: EMV Citrus

Marca: Mynt

Embalagem: lata 269 ml

Preço sugerido de venda: R$ 8,90

SAC: 0800 891 5441
br.movemynt.com

 

Sobre a Mynt

A Mynt é uma nova forma de fazer vendas diretas no Brasil, atraindo clientes e empreendedores não apenas pelo seu modelo de negócio revolucionário, mas também reunindo pessoas com interesses e vocações em comum sempre focando em saúde e qualidade de vida.  As atividades que são características dos revendedores são baseadas em 4 pilares: #myntfit, #moremyntmoments, #myntmind, #myntlife. A marca possui um portfólio repleto de bebidas e produtos nutritivos e saudáveis ideais para quem quer adotar um estilo de vida pleno e saudável. Atualmente a empresa possui cerca de 65 mil distribuidores independentes espalhados pelo Brasil.

 

Informações à Imprensa

Máxima Assessoria de Imprensa

Ana Michelle de Amo – [email protected]

(11) 3283-2508 / 97362-8543

Mari Maellaro – [email protected]

Silvia Pacolla – [email protected]

https://www.maximasp.com.br

 

2015-02-10T11:30:00-02:00fevereiro 10th, 2015|Categories: Sem categoria|

Autonomia na venda direta

Estado de Minas – Negócios e Oportunidades – 08/02/2015

Se está difícil manter a loja, por que não ir até o cliente? Com a venda direta não existe a preocupação com gastos fixos de um ponto como aluguel e mão de obra. Além disso, o modelo de negócio se encaixa no desejo do consumidor, que busca cada vez mais praticidade. A tendência é reforçada por dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), que mostram que o mercado movimentou R$ 41,6 bilhões em volume de negócios em 2013, crescimento de 7,2% em relação ao ano anterior. A perspectiva do setor é atrair novas categorias de produtos, o que deve proporcionar um salto ainda maior.

O modelo de negócio se popularizou no Brasil com a venda de cosméticos, produtos que ainda dominam o mercado, mas outras categorias começam a se interessar pelo setor. Empresas que oferecem serviços, inclusive, estão de olho na oportunidade. Um dos exemplos é a venda de pacotes de viagem. “É uma alternativa bem interessante porque abrir ponto é caríssimo e a loja tem limitação física, não dá para abrir duas numa mesma avenida”, destaca a diretora-executiva da ABEVD, Roberta Kuruzu. Mas ela alerta que entrar no ramo não é simplesmente ter um catálogo e sair vendendo de casa em casa. A operação é bastante complexa e requer um investimento considerável, especialmente com logística, equiparada à de um e-commerce.

Um dos principais desafios do setor, na visão de Roberta, é tornar uma marca conhecida para atrair e fidelizar vendedores. Os profissionais de venda direta são autônomos e costumam trabalhar com vários produtos diferentes. “A sacola do revendedor é concorrida por todas as empresas. Você, então, tem que convencê-lo de que o produto é bom e os ganhos serão maiores para que ele queira depois oferecer ao cliente”, comenta. As empresas também precisam garantir um bom nível de serviço, tendo o cuidado de entregar para o vendedor o pedido correto e no tempo combinado. Caso contrário, o autônomo está livre para fazer parceria com outra empresa.

A estratégia do publicitário Jonathan Ciodaro, que criou há três anos a marca de camisetas Red Feather, para atrair revendedores é oferecer diferenciais, como trabalhar com consignação. Assim, eles não precisam pagar para ter estoque e a empresa calcula todo mês a comissão, que chega a 30%, de acordo com a venda. “A vantagem é não precisar de capital para começar, o que assusta um pouco, porque eles não sabem se o negócio vai dar certo. Assumimos o risco a fim de criar parceiras mais duradouras”, pontua. Observando que a rotatividade é alta, porque os autônomos enxergam a venda direta como solução temporária para ganhar dinheiro, Ciodaro ainda desenvolveu um plano de carreira: o valor da comissão aumenta à medida que o desempenho melhora. Além disso, existe a possibilidade de se tornar gerente e ganhar em cima da venda de outras pessoas. A Red Feather conta hoje com quatro representantes, sendo três em Belo Horizonte e um no Sul de Minas.

A dificuldade de encontrar vendedores é um dos únicos entraves do modelo de negócio. O publicitário revela que tanto a receita quanto o lucro ultrapassam os ganhos com as outras atividades (atacado e loja on-line). A venda direta representa quase 70% do faturamento da empresa. E olha que Ciodaro escolheu por acaso o tipo de comércio. Com o diploma em mãos, ele resolveu criar uma marca própria de roupa e usou a longa experiência trabalhando em shopping para entrar no mercado. Investiu R$ 10 mil para produzir 400 camisetas e saiu às ruas disposto a vendê-las. “Visitando amigos, parentes e ex-colegas, vi que a atividade poderia ser rentável para terceiros. Captei quem trabalhava em shopping para ganhar mais e trabalhar menos.”

Para acompanhar o crescimento da Red Feather, o empresário está com planos de expansão. Uma das alternativas é abrir um quiosque em shopping, outra opção é uma loja de rua, que também seria estoque, ou então um showroom maior. Jonathan Ciodaro teme apenas os altos custos de um ponto fixo. Com a venda direta, a empresa consegue vender peças mais baratas. “Para trabalhar com uma margem segura, teria que aumentar no mínimo 20% o valor do produto para vender em uma loja. E não teria como fazer promoção”, pondera.

Em tempos tecnológicos, a internet veio como poderosa ferramenta de relacionamento. “O revendedor podia até marcar encontros, mas tinha uma limitação física. Com as redes sociais, ele consegue se relacionar com mais pessoas e aumentar seus negócios”, diz a diretora-executiva daABEVD. Segundo Roberta Kuruzu, normalmente as empresas oferecem um pacote de comunicação para facilitar o trabalho de distribuição de posts na rede. A especialista enxerga nisso uma oportunidade de atrair um novo perfil de vendedores, jovens que lidam bem com os meios digitais. Mas não necessariamente toda a força de venda migrará para a internet, pois o contato com as pessoas é importante. O cliente gosta de sentir o cheiro e a textura para se convencer a comprar.

EXPERIMENTE OS SAPATOS EM CASA

A bancária Marcela Couto Abdão, revendedora da marca de calçados femininos Quinta Valentina, atesta que as redes sociais ajudam muito na divulgação dos produtos. Além disso, facilita o trabalho. Antes de ir à casa da cliente, ela pode mandar fotos dos sapatos para saber quais modelos vão agradar, sendo mais assertiva. Mas a revendedora não deixa de investir no boca a boca, pois muitos negócios surgem por meio de indicações. “Posso deixar a mala por até 48 horas na casa da cliente. Ela tem mais liberdade para analisar o que está precisando e pode sentir melhor o conforto do calçado. Não existe aquela pressão para comprar”, diz. Marcela começou em setembro a trabalhar com venda direta para complementar a renda e já percebe que essa é a tendência do mercado. Todo mundo busca praticidade.

O diferencial da Quinta Valentina é ser uma franquia de venda direta. Um dos sócios teve a ideia de investir em um novo modelo de negócio depois que a loja, em Goiânia, entrou em crise. Ele já havia observado que muitas clientes buscavam atendimento personalizado ou não tinham tempo para ir à loja. Em quatro meses, a marca conseguiu reunir 25 franqueadas em todo o Brasil. Com investimento inicial aproximado de R$ 15 mil, a mulher compra a franquia e adquire estoque inicial de 88 pares de sapatos.

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Conheça melhor o modelo de negócio

O QUE É
» A venda direta é um sistema de comercialização de produtos e serviços baseado em relacionamento, fora de um estabelecimento comercial fixo. O vendedor ainda presta consultoria para o cliente.

MODALIDADES
» Porta a porta: o revendedor vai até a casa ou local de trabalho do consumidor para apresentar os produtos
» Catálogo: o revendedor deixa o catálogo ou folheto na residência do cliente e depois passa para retirar o pedido
» Party plan: o revendedor promove um chá na casa de uma consumidora para mostrar os produtos.

VANTAGENS
» Para o revendedor: é uma fonte alternativa de renda, aberta a qualquer pessoa, independentemente de sexo, idade, escolaridade ou experiência anterior. É possível trabalhar em horários flexíveis e os ganhos dependem apenas da dedicação.
» Para as empresas: a venda direta tem o potencial de expandir o alcance geográfico de seus produtos
» Para o consumidor: representa um atendimento personalizado, que não existe no varejo tradicional. O cliente pode obter informações detalhadas e até experimentar o produto.

Fonte: Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD)

2019-12-20T12:54:05-03:00fevereiro 10th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|

Venda Direta – A vitória do autônomo empreendedor

Livro faz um panorama de valor, evolução e significado da venda direta

vendadireta

A obra lançada em 2008 por Ricardo Machado descreve o quanto a experiência de venda direta pode ser positiva, tanto para a empresa, quanto para os colaboradores que se dedicam a essa atividade.

Com um perfil formado, em sua maioria, por mulheres, trabalhar com venda direta é hoje muito mais do que uma mera fonte de renda: é uma alternativa real de atividade profissional, que traz uma experiência empreendedora individual, e que pode trazer surpresas muito positivas.

Ricardo Machado é mestre em Administração e Planejamento e doutor em Sociologia – ambos pela PUC-SP. Ele trabalhou em diversas empresas (Pirelli, Coopers & Lybrand, entre outras) e atualmente é sócio-diretor na Ricardo Machado Assessoria Educacional, que presta consultorias e ministra treinamentos, cursos e palestras sobre serviços, cenários e planejamento estratégico, marketing de serviços, operações, e cultura e gestão da mudança organizacional.

 

2019-12-20T12:36:28-03:00fevereiro 6th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|

Confira as dez maiores empresas de venda direta do mundo

Empresas com presença no Brasil são destaque no ranking

O setor de vendas diretas cresce, consideravelmente, ano a ano. E para mostrar esse setor em números de faturamento, a Revista Direct Selling News preparou uma lista com as dez maiores empresas do mundo. Seis empresas são associadas à ABEVD aqui no Brasil.

Confira o ranking:

1º lugar

A americana Amway é a líder em vendas diretas no mundo. Com um faturamento anual de mais de US$ 11 bilhões, os produtos de nutrição da marca Nutrilite são destaque na empresa, que também vende cosméticos e produtos de limpeza.

2º lugar

A também americana Avon, segue no posto de segunda maior empresa de venda direta, com uma receita de mais de US$ 9 bilhões. Presente no Brasil desde 1958, a Avon conta com mais de 1,1 milhão de revendedoras.

3º lugar

Com um faturamento global de US$ 4,8 bilhões, a Herbalife comercializa produtos de controle de peso, nutrição e cuidados pessoais. Os produtos são vendidos em mais de 90 países por meio de uma rede de mais de consultores independentes.

4º lugar

Em quarto lugar aparece a fabricante de eletrodomésticos alemã Vorwerk, que tem uma receita de US$ 3,7 bilhões e uma história de mais de 130 anos.

5º lugar

Com um faturamento de US$ 3,5 bilhões, a fabricante de cosméticos americana, Mary Kay, está presente em mais de 35 países e conta com mais de 3 milhões de pessoas em sua força de vendas independente.

6º lugar

Primeira brasileira a aparecer na lista, a Natura é uma das maiores empresas de vendas diretas do mundo e tem um faturamento de US$ 3,2 bilhões.

7º lugar

A fabricante de cosméticos norte-americana, Nu Skin, está entre as empresas que mais cresceram nos últimos anos. Seu faturamento é de US$ 3,18 bilhões.

8º lugar

Com US$ 2,7 bilhões em faturamento, a empresa americana Tupperware viu o seu principal produto virar sinônimo de categoria.

9º lugar

A fabricante peruana Belcorp está no mercado há 45 anos e tem um faturamento de US$ 1,96 bilhão. A empresa é a responsável pelas marcas L’Bel, Ésika e Cryzone, que atendem aos mais diferentes perfis de consumidores.

10º lugar

Presente em mais de 60 países, a empresa sueca de cosméticos Oriflame possui mais de 3 milhões de consultoras e tem um faturamento de US$ 1,95 bilhão por ano.

 

2019-12-20T15:12:09-03:00fevereiro 5th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Como tornar o seu negócio de venda direta mais digital

Potencialize as suas lideranças e use a tecnologia à favor dos seus negócios

O mercado de venda direta é cada vez mais competitivo. Para se obter sucesso em tempos de concorrência acirrada e de profundas transformações nas relações entre clientes e empresas, o revendedor direto precisa pensar além dos já habituais processos de iniciação de uma nova operação. A priorização do negócio, a viabilidade financeira, os treinamentos, entre outros serviços que servem como base para um empreendimento, terão que dividir espaço, igualmente, com a tecnologia. Confira abaixo, uma lista realizada pela Direct Selling News, que mostra a importância de se adaptar e que dá algumas dicas de como a tecnologia pode ajudar o seu negócio a decolar:

1. Gerar líderes qualificados e melhorar a conversão

Muitos revendedores diretos introduziram novas ferramentas, para melhorar os esforços de comunicação e geração de líderes. Uma vez que uma liderança potencial for identificada, o líder pode levar rapidamente a comunicação para os outros revendedores. Leve em conta algumas perguntas: quais as ferramentas e sistemas que autorizam um cliente interessado a buscar mais informações? Que obstáculos existentes podem inibir a conversão de clientes? Muitas vezes, uma avaliação de otimização de conversão de ferramentas atuais aponta algumas oportunidades de melhoria.

2. Melhorar a integração, capacitando sua equipe de vendas

Formação e engajamento são a oportunidades mais eficazes disponíveis para o crescimento de alto impacto para uma organização. Há uma série de cursos e soluções personalizadas, incluindo uma variedade de “softwares como serviço” (da sigla em inglês SaaS – software as a service), que são plataformas que podem ajudar sua empresa a melhorar a formação dos revendedores.

3. Forneça ferramentas que permitam aos revendedores realizarem transações a qualquer hora, em qualquer lugar

Os consumidores estão agora no controle das informações, e mais o importante, quais os tipos de mensagens que eles querem ver. Os consumidores esperam conectividade generalizada, ou seja, com diversidade de canais e experiências de marca. Deve-se oferecer ferramentas digitais para viabilizar operações rápidas e precisas entre empresa, força de vendas e consumidores.

4. Coletar dados que conectem empresa, os revendedores e os consumidores de novas maneiras

Pensar que a maioria das organizações têm sistemas de armazenamento de dados integrados é algo ambicioso, na melhor das hipóteses. Apesar de ser um grande objetivo, é necessário um bom tempo para se conectar todo um sistema de informações. No entanto, os revendedores diretos podem começar a tomar medidas para expor e usar dados extremamente importantes que podem ser utilizados em esforços de marketing atuais.

5. Incentivar a inovação e testar iniciativas de tecnologia de alto risco nos ambientes de baixo risco

Revendedores diretos devem investir tempo e recursos para permanecer conectados. Com a inclusão de mecanismos que introduzem novas ideias, que rigorosamente as priorizam, bem como o controle de custos, você pode limitar o risco e acelerar resultados. Quando você opta por introduzir práticas de inovação, você está trilhando o caminho do qual a organização pensa, age e opera.

 

2019-12-20T14:05:43-03:00fevereiro 4th, 2015|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Integração de sistemas: o desafio de torna-la imperceptível

Gera apresenta uma arquitetura de integração baseada, principalmente, em webservices que permite a troca de informações online e assíncrona entre a plataforma GeraSGI e outros sistemas legados da empresa

Em qualquer negócio a integração de sistemas é um desafio diário para as equipes de TI, principalmente, quando está inserida em processos críticos que podem gerar prejuízos e impactar negativamente o nível de serviço prestado, como na venda direta. O desafio é conseguir uma integração confiável e simples mas, que ao mesmo, seja imperceptível e não atrapalhe o funcionamento de toda a operação.

Por isso, a Gera desenvolveu uma arquitetura de integração baseada, principalmente, em webservices com protocolos padrões de comunicação (http e XML), que permite a troca de informações online e assíncrona entre a plataforma GeraSGI e outros sistemas legados da empresa, oferecendo integridade e rapidez no tráfego de registros processados. Dividida em três etapas distintas (preparação dos dados, geração de arquivos e envio de dados), a arquitetura de integração da Gera está preparada para atuar de duas formas: Proativa ou Reativa.

Na forma proativa a plataforma prepara os dados, disponibiliza os arquivos e envia para os demais sistemas de acordo com uma programação configurada. Já na forma reativa as etapas de geração e envio do arquivo são transformadas em um serviço que envia a informação em formato XML para o chamador, na frequência que a aplicação recebedora determinar. Nesse caso, a vantagem é a liberdade total do sistema que solicita a informação para ajustar o tamanho do lote, a frequência das chamadas e a ordem de como irá recebê-las, pois o GeraSGI deixa disponível e online a informação para ser acessada rapidamente.

E para garantir o sucesso do processamento dos dados transmitidos na forma reativa, a arquitetura conta com um mecanismo de segurança através do qual o sistema recebedor confirma o recebimento da informação para que o GeraSGI possa liberar dados mais atualizados. Além disso, a integridade dos dados é garantida pelo monitoramento, em tempo real, de todas as etapas, proporcionando o correto funcionamento da troca de dados, já que em casos de incidentes, ele destaca rapidamente o problema e facilita o reenvio dos dados.

O GeraSGI também dispõe de interfaces “standard” prontas, para atender às funções mais críticas do processo de venda, o que agiliza sua implementação. Dentre as integrações nativas da plataforma, destacamos as interfaces de integração com sistemas de transporte e armazéns para o gerenciamento de produtos, materiais e estoque, com ERPs para envio de notas fiscais de entrada e/ou saída, cancelamentos, gerar ordens de pagamentos, entre outras funções.

Esse escopo torna o GeraSGI uma plataforma versátil e preparada para se integrar facilmente a diferentes sistemas, garantindo a eficiência global do negócio, proporcionando melhorias na gestão da informação, desempenho da organização, e consequentemente, no serviço prestado ao revendedor, impactando positivamente sua satisfação.

Para saber mais sobre nossa arquitetura de integração envie um e-mail para [email protected]

2015-02-03T14:54:29-02:00fevereiro 3rd, 2015|Categories: Sem categoria|

Controle a inadimplência com o GeraSGI

Através do GeraSGI é possível gerenciar a inadimplência de forma sofisticada, abrangendo duas etapas críticas: concessão de crédito e cobrança ativa

A inadimplência é um tema que preocupa todas as empresas de venda direta que concedem crédito para pagamento a prazo. Para manter os índices de perdas controlados e com um custo adequado, as empresas devem investir em estratégias de automação e, em alguns casos, terceirizar partes da operação (atribuição de crédito e cobrança de dívidas com idade avançadas). Através do GeraSGI é possível gerenciar esse assunto de forma sofisticada, abrangendo duas etapas críticas da gestão da inadimplência: concessão de crédito e cobrança ativa.

Para a concessão de crédito a plataforma conta com mecanismos inteligentes para distribuição do crédito inicial, gerenciamento de tolerâncias e reenquadramento. É possível conceder valores fixos de crédito para novos revendedores de acordo com perfis pré-definidos ou personalizar a distribuição com base em análises feitas por bureaus externos.

Para reenquadrar os limites, o sistema analisa o comportamento através de parâmetros de crédito como: histórico de compra, frequência, tempo de casa, assiduidade, montante, etc, aumentando ou reduzindo o limite automaticamente. Além disso, é capaz de gerenciar a liberação automática de pedidos utilizando o mecanismo de definição de tolerâncias, que é % de crédito utilizado acima do limite, mas que não retém o pedido para análise manual. Essa análise por sua vez, permite que um grupo de analistas possa fazer uma checagem pontual em um % dos pedidos que ultrapassaram os limites concedidos, não perdendo a venda.

Já para que a cobrança seja eficiente, a plataforma oferece mecanismos que a tornam mais ativa e amigável para o revendedor. Na venda direta é comum observar que um percentual relevante das vendas não são pagas no vencimento, fazendo com que a empresa tenha que tomar medidas de recuperação de forma rápida para não prejudicar o seu fluxo de caixa, porém nota-se que esta inadimplência está mais relacionada a falta de organização do revendedor e que por isso é facilmente revertida. Para apoiar esse processo, o sistema possui uma régua de cobrança que organiza as dívidas por tempo de atraso e dispara, automaticamente, a cada período ações pré-definidas, que podem ser, por exemplo, o envio de um lembrete por SMS depois de 2 dias de atraso, uma carta de cobrança após 5 dias, uma ligação após 10 ou o envio para cobrança externa após 15 dias. Através dessas ações o revendedor é avisado, amigavelmente, da dívida em aberto e pode renegociá-la rapidamente através do serviço de autoatendimento para renegociação de dívidas disponível na extranet.

Além disso, caso o revendedor não pague a dívida no período determinado, o sistema pode bloquear automaticamente o revendedor, destacando-o com um inadimplente, evitando novas compras e o aumento da dívida.

Essas e outras funcionalidades oferecidas através do módulo de crédito e cobrança somadas à sua gestão diária reduzirão os riscos de inadimplência e promoverão maior eficiência na distribuição de crédito e assertividade na cobrança. Para saber mais entre em contato com nossa equipe comercial [email protected]

2015-02-03T14:52:39-02:00fevereiro 3rd, 2015|Categories: Sem categoria|
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