Confira o ranking das 100 maiores empresas de vendas diretas do mundo

A Direct Selling News anunciou o ranking anual das 100 maiores empresas de vendas diretas. O DSN Global 100 é um esforço do veículo para demonstrar o impacto e o potencial do canal que movimentou US$ 183,7 bi em 2015.

Pelo 5° ano consecutivo, a Amway é listada como a maior empresa do mundo. Dentre as top 10, além da Amway, destacamos as empresas Avon, Herbalife, Vorwek (Jafra), Mary Kay, a brasileira Natura e Tupperware – todas com operação no Brasil.

Ranking

Empresa Receita no último ano

1

Amway

 $8.80 bilhões

2

Avon

 $5.70 bilhões

3

Herbalife  $4.50 bilhões

4

Vorwerk

 $4.20 bilhões

5

Mary Kay

 $3.50 bilhões

6 Infinitus

 $3.41 bilhões

7 Perfect

 $3.06 bilhões

8 Quanjian

 $2.89 bilhões

9 Natura

 $2.26 bilhões

10 Tupperware

 $2.21 bilhões

Clique aqui e confira a lista completa da DSN.

2020-01-31T11:41:13-03:00abril 28th, 2017|Categories: ABEVD Clipping|

Mulheres empreendedoras dominam setor de venda direta

Mercado tem promovido o empoderamento feminino, independência financeira e novas perspectivas profissionais para elas

Não é de hoje que as mulheres têm se destacado no mercado de vendas diretas no Brasil e no mundo. Setor que desafia as adversidades da crise e as incertezas nos cenários político e social conta com a força feminina e empodera novas empreendedoras.

De acordo com a Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas (WFDSA), existem, mais de 103 milhões de empreendedores em todo o mundo. Desse total, a força de vendas feminina representa 75% das vendas globais. Na América Latina, por sua vez, o número sobe para 90% e conta com o mercado brasileiro, sexto maior no ranking mundial, como mola propulsora de um setor em ascensão.

Mais do que uma fonte de renda extra, as vendas diretas proporcionam flexibilidade de horários, ganhos ilimitados, independência financeira e novas perspectivas profissionais para milhões de mulheres em todo país. Trata-se da realização pessoal e da chance de trabalhar em um negócio próprio.

Dados de uma pesquisa realizada pela Rede Mulher Empreendedora (RME), com 1300 mulheres em todo o país confirmam isso. Cerca de 66% dizem trabalhar com o que gostam, enquanto 34% afirmam que empreender é realizar um sonho.

Fonte: Jornal Diário de Aparecida

2019-12-20T14:51:14-03:00abril 26th, 2017|Categories: ABEVD Clipping|

ABEVD anuncia novos membros do Conselho Diretor

Em Assembleia Geral Extraordinária realizada no início do mês de Março, Associação elegeu novo diretor secretário e seu suplente

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) elegeu novos membros para seu corpo diretivo, em Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 09 de março de 2017, às 10h00.

Eduardo Leite de Vilhena, diretor jurídico e de relações governamentais da Mary Kay assume o cargo de diretor secretário da ABEVD ao lado de Rodrigo Paiva Sanches, seu suplente e diretor de business support da Jequiti.

Comprometidos com o desenvolvimento e o fortalecimento da venda direta no Brasil, os novos executivos terão um mandato de um ano.

O mercado de vendas diretas registrou R$ 40,4 bilhões em volume de negócios em 2016 e conta atualmente com 4,3 milhões de empreendedores atuantes espalhados pelo país. O Brasil é o quinto maior mercado de vendas diretas, segundo dados da WFDSA – World Federation of Direct Selling Associations.

2019-12-20T14:51:44-03:00abril 19th, 2017|Categories: ABEVD News|

Vendas diretas movimentam mais de R$ 40 bilhões em 2016

Segundo a ABEVD, número de revendedores diretos do setor continua estável e perspectivas para o futuro são otimistas

Levantamento elaborado pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) mostra que o setor de vendas diretas registrou R$ 40,4 bilhões em volume de negócios durante o ano passado.

O número de revendedores diretos – profissionais autônomos, por sua vez, apresentou estabilidade, encerrando o último ano com aproximadamente 4,3 milhões de empreendedores atuantes nas vendas diretas.

“Temos trabalhado no fortalecimento dessa rede, pois o objetivo, além de fomentar a economia, é possibilitar a essas pessoas chances reais de empreender, por meio de um modelo de negócio que ofereça oportunidades concretas de crescimento”, explica Roberta Kuruzu, diretora executiva da ABEVD. “Constatamos também que a venda direta se apresentou melhor que outros canais ao longo de 2016″, acrescenta a executiva.

A entrada de novas empresas para o canal de vendas diretas tem reforçado a relevância do setor no cenário nacional. “Em 2016, confirmamos mais uma vez que a distribuição de produtos por canal de vendas diretas tem sido uma tendência para empresas já consolidadas em outros canais e categorias, o que mostra respaldo e confiança neste modelo de negócio”, conclui Kuruzu.

De acordo com a ABEVD, as perspectivas para o futuro são otimistas uma vez que as vendas diretas seguem como um dos setores mais representativos para a economia do país, sendo responsável pela renda de milhões de famílias brasileiras.

2019-12-20T14:51:14-03:00abril 12th, 2017|Categories: ABEVD Clipping|

ABEVD discutiu lei de Proteção de Dados com associadas

Associação promoveu um workshop para tratar dos riscos e oportunidades sobre a regulação da proteção de dados no setor de venda direta

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) reuniu suas associadas, em evento exclusivo no dia 31 de março, em São Paulo, para discutir as implicações para o setor de vendas diretas decorrentes dos projetos de lei que tratam sobre a regulação da Proteção de Dados Pessoais

Para discutir o assunto, a ABEVD convidou o Dr. Vitor Morais de Andrade, sócio do escritório LTSA Advogados, Mestre e Doutor em Direito das Relações Sociais pela PUC-SP, para ministrar o workshop que tratava dos riscos e oportunidades sobre a regulação da proteção de dados no setor.

Andrade mostrou que, no Brasil, existem vários fatores que impactam diretamente as vendas diretas devido a diversidade de dispositivos legais. Dentre elas, destacam-se os projetos de lei para criação de uma Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, o Marco Civil da Internet e outras normas que implicam em obrigações para empresas que dependem e trabalham com dados de usuários e consumidores.

Nesse cenário, o workshop promoveu um debate entre as associadas sobre as seguintes questões:

  • as regras em vigor e quais são as alterações propostas para as empresas que coletam, armazenam e utilizam dados para desenvolvimento de sua atividade;
  • os riscos de perda parcial ou integral dos seus ativos de dados e de inviabilização de modelos de negócio orientado por dados;
  • as boas práticas que devem ser adotadas pelas empresas de vendas diretas diante do assunto;
  • modos de criação de uma política corporativa de proteção de dados.

Confira como foi o evento:

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2019-12-20T14:52:57-03:00abril 6th, 2017|Categories: ABEVD News|

ABEVD promoveu debate sobre a Política Nacional de Resíduos Sólidos

Em evento realizado em parceria com o escritório Felsberg Associados, Associação discutiu sobre a inclusão do mercado de vendas diretas no Acordo Setorial de Embalagens

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) reuniu suas associadas, em evento exclusivo no dia 31 de março, em São Paulo, para discutir os sistemas de logística do setor de vendas diretas e debater sobre as complexas obrigações da Política Nacional de Resíduos Sólidos (“PNRS”).

Em parceria com o escritório Felsberg Associados, a ABEVD apresentou a inclusão das empresas do setor de vendas diretas no Acordo Setorial de Embalagens e levantou um debate para compreender as complexas obrigações para que o setor permaneça em conformidade com a legislação federal e estadual.

Palestrante do evento, o Dr. Fabrício Soler, sócio da área ambiental do escritório, explicou a importância de estruturar e implementar sistemas de logística reversa dentro do setor de vendas diretas para atender à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Hoje, a PNRS prevê que as empresas adotem um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos para reaproveitamento ou outra destinação final ambientalmente adequada (reciclagem), sob pena de aplicação de multa, cassação ou indeferimento de licença ambiental, podendo afetar a própria operação da empresa.

O palestrante ressaltou a importância da implementação e operacionalização dos sistemas de logística por meio de Acordos Setoriais ou Termos de Compromisso. Esses instrumentos definem as atribuições individualizadas e encadeadas de cada participante, estabelecem os cronogramas e as metas (qualitativas, quantitativas e/ou geográficas) a serem alcançadas, bem como fixam cláusulas prevendo as penalidades aplicáveis, sem prejuízo de possíveis implicações de ordem administrativa (penalidade de multa) e penal (Lei de Crimes Ambientais) para as empresas do setor de vendas diretas.

Durante o evento, Fabrício Soler lembrou que os estados também estão regulamentando os sistemas de logística reversa e destacou o exemplo de São Paulo, que pretende condicionar a licença ambiental de operação expedida pela CETESB à apresentação de Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e restringir a venda de produtos de empresa instaladas em regiões não signatárias ou aderente a um sistema de logística reversa que atenda ao seu estado.

Confira como foi o evento:

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2019-12-20T14:52:57-03:00abril 4th, 2017|Categories: ABEVD News|
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