Início/2018

Sistema agroflorestal desenvolvido pela Natura fomenta produção sustentável de dendê na Amazônia

Projeto SAF Dendê, resultado de parceria entre Natura, USAID, Camta, Embrapa e Icraf, traz tecnologia inovadora que permite cultivo de espécies vegetais em conjunto com a palmeira de dendê

Em 2005, quando optou por vegetalizar a fórmula de todos os seus sabonetes, a Natura passou a buscar inovações e tecnologias que pudessem reverter a lógica de produção da cadeia de óleo de dendê, conhecido também como óleo de palma, matéria-prima usada em uma série de produtos, de alimentos a cosméticos, produzida até então apenas em monocultura. Foi então que a empresa olhou para a própria natureza e apostou na biomimética para estabelecer o projeto SAF Dendê, com o objetivo de substituir a monocultura pelo sistema agroflorestal.

Mais sustentável sob diversos pontos de vista, o Sistema Agroflorestal (SAF) tem como premissa incluir árvores no sistema de produção, dessa forma gerando inúmeros serviços ambientais, entre eles a provisão de matérias-primas e alimentos. “A biomimética, quando nos inspiramos na natureza para inovar, foi muito relevante no desenvolvimento desse projeto, em um sistema de cultivo do dendê que copia a floresta, ao combiná-lo com outras culturas. Com isso, conseguimos um modelo mais resiliente, que mantém a diversidade da floresta em pé”, afirma Daniel Gonzaga, diretor de Inovação e Desenvolvimento de Produtos da Natura.

Este sistema de produção permite o cultivo de várias espécies em uma mesma área, em uma ocupação semelhante à uma floresta, com diferentes estratos na estrutura vertical. “Esse sistema de produção gera três vezes mais valor ambiental do que a monocultura, além de ter o potencial de diversificar a renda para o agricultor e distribuir melhor a mão de obra ao longo do tempo. Além do dendê, o sistema agroflorestal permite a colheita de outros produtos, como o cacau, o açaí, a bacaba, a andiroba, o taperebá, entre outros”, afirma Debora Castellani, gerente científica da Natura.

O SAF Dendê também se mostrou um sistema resiliente frente às mudanças climáticas, contribuindo de maneira positiva no controle biológico natural de pragas e doenças. O manejo agroecológico e a manutenção dos processos biológicos favorecem o equilíbrio natural entre os componentes do sistema, promovendo a saúde do solo, das plantas e do sistema como um todo.

O óleo de dendê ou óleo de palma (como é conhecido no mercado) é um ingrediente utilizado em grande escala, principalmente pelas indústrias de alimentos, cosméticos e biodiesel. O ativo corresponde a um terço da venda de óleos no planeta e sempre é cultivado em monocultura, com o uso intensivo de recursos naturais.

O projeto do SAF Dendê partiu de uma discussão interna na Natura sobre um modo de produção mais sustentável, que incluísse mais agricultores familiares, com benefícios socioambientais. “Em 2008, a Natura decidiu substituir de forma experimental a técnica de monocultura pelo sistema agroflorestal para produção de dendê em 18 hectares, junto com agricultores da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (Camta), no Pará”, afirma Gonzaga.

A Camta é referência no mundo em sistemas agroflorestais, e já era fornecedora de maracujá, cupuaçu e cacau para a Natura. Além da Camta, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) também contribuiu para o desenvolvimento desse sistema, que já teve apoio da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), mais recentemente conta com o fomento da USAID (United States Agency for International Development), e de um novo parceiro de pesquisa, o ICRAF (Centro Internacional de Pesquisa Agroflorestal).

Dez anos depois, a iniciativa trouxe resultados surpreendentes: alta produtividade do dendê e do cacau, maior sequestro de carbono, maior fertilidade do solo, melhor qualidade de vida para o agricultor e até maior rendimento de óleo nos frutos de dendê comparado com a monocultura. “O Sistema Agroflorestal é o melhor sistema de uso do solo para os trópicos, contribuindo para recuperação de áreas degradadas na Amazônia, mas nunca havia sido usado para a produção de uma commodity como o dendê. É um projeto complexo, do ponto de vista técnico e científico, mas que está funcionando bem e acreditamos que pode ser referência para encorajar sistemas sustentáveis de produção de óleo de dendê ou palma no mundo, garantindo o futuro da produção de um dos ingredientes mais usados no nosso negócio”, observa Castellani.

A Natura, junto com Embrapa, Camta e Icraf, reuniu recursos e competências científicas para realizar uma próxima e ambiciosa etapa do projeto, com aporte de US$ 2,4 milhões no projeto. Além desse valor, o projeto SAF Dendê recebeu o apoio de US$ 2,37 milhões da USAID (United States for International Development), fundo americano de desenvolvimento internacional, com o objetivo de contribuir para o fomento do cultivo de óleo de dendê em sistema agroflorestal em áreas tropicais. Trata-se do primeiro projeto de uma empresa privada brasileira a obter recursos financeiros da USAID. “Nossa intenção é fortalecer esse modelo e criar mecanismos para expansão do cultivo de dendê no sistema agroflorestal, o que poderá gerar emprego, renda e preservação ambiental em nível global, com impacto positivo”, complementa Gonzaga.

Para saber mais sobre o programa, clique aqui e assista ao vídeo.

Fonte: Natura

Evento gera oportunidades de negócios para startups da Amazônia

Um grupo de 13 startups passou os últimos meses desenvolvendo modelos de negócios em áreas como gastronomia, turismo, óleos naturais, açaí, mandioca, calçados, entre outros. O resultado foi apresentado no último dia 14, no DemoDay do AmazôniaUP, um programa criado pelo Centro de Empreendedorismo da Amazônia e Natura com objetivo de pré-acelerar protótipos e ideias de negócios na área rural com foco em floresta e biodiversidade. Na plateia, um público composto por empresários, investidores, universidades, instituições de fomento ao empreendedorismo, tomadores de decisão da área pública, entre outros.

Dentre as 13 startups, cinco foram selecionados para receber suporte para estruturarem seus negócios no ecossistema empreendedor amazônico. “A Amazônia tem um potencial enorme e vocação para gerar uma cadeia da biodiversidade e floresta em pé, e projetos neste sentido são sempre apoiados pela Natura”, ressaltou Priscilla Matta, gerente de sustentabilidade da Natura.

Os selecionados foram as startups Ararinha Calçados, ID.A, Madtech, Flora Amazônia e Amuara. “Eu vim de Porto Alegre para conhecer a Amazônia verdadeiramente. A indústria da moda está entre as cinco mais poluentes e criar o ID.A, uma marca de calçados e acessórios que utiliza fibras naturais, foi uma forma de não compactuar com esta indústria e mostrar que podemos produzir sem destruir. Meu calçado é um instrumento para trazer este olhar de preservação da floresta”, destaca Joice Trindade, gerente de marketing de uma empresa de fast fashion e criadora da startup ID.A.

Outro projeto selecionado que conquistou os presentes foi da startup Ararinha Calçados, de Rosemeire Silva e José Cazuza, do Acre, da tribo Arara Shawãdawa. O calçado produzido por eles é 100% orgânico, feito com látex natural da Amazônia e confeccionado de forma justa pelo grupo indígena. “O projeto envolve capacitação de indígenas na produção de artesanatos utilizando as folhas semi-artefato, além da fabricação de sandálias de látex”, afirma Rosemeire, conhecida na tribo como Daosha.

O projeto da startup Amuara, de Lorena Silva, estudante de Publicidade, tem como foco o veganismo. “Foi a inexistência de produtos veganos de origem amazônica e a pouca conexão socioambiental que me fizeram desenvolver esta linha, começando com leite condensado, doce de leite e brigadeiro, a partir das castanhas de caju e do Pará”, analisa Lorena.

Já a Flora Amazônia, do Baixo Tocantins, utiliza espécies oleaginosas existentes na região, como a palmeira Buçu e Pracaxi, para a produção de sabonetes artesanais a partir de óleos essenciais de alta qualidade. A Madtech encontrou uma solução bem prática para destinação dos resíduos de origem vegetal, com o desenvolvimento de uma madeira biosintética composta por polímeros plásticos recicláveis, caroços de açaí e resíduos da indústria madeireira, que serão disponibilizados para o mercado de móveis planejados.

Fonte: Natura

2019-12-20T15:06:13-03:00dezembro 19th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

4º Cruzeiro dos Diamantes da Forever Living Brasil

A Forever Living Brasil realiza a quarta edição do Cruzeiro dos Diamantes, de 23 a 27 de março de 2019. O Incentivo premia os FBOs (Forever Business Owner) que cumprem as metas da companhia de Aloe Vera com uma viagem com direito a acompanhante e passará por Santos, Balneário de Camboriú e Angra dos Reis. O período de qualificação dos FBOs vai até dezembro de 2018.

Fonte: Forever Living Brasil

2019-12-20T15:06:13-03:00dezembro 18th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |

Atualizações jurídicas: PL 4747, Selo Multinível no DF, tabelamento do frete e MVA/PI

PL 4747 é alterado e vendas diretas não serão impactadas

Após ampla atuação da ABEVD, o PL 4747/2018, que regulamenta a atividade do agente cultural em atividade de moda e beleza foi alterado, excluindo as vendas diretas.

Inicialmente, a redação do projeto de lei não deixava claro se as empresas de vendas diretas teriam que se adequar a essa norma, que previa, dentre outras coisas, a sindicalização da força de vendas e a obrigatoriedade de inscrição municipal e responsabilidade por tributos federais.

A atuação da ABEVD junto aos parlamentares tem como objetivo fortalecer o setor e buscar  melhores condições para empresas e empreendedores independentes.

Lei distrital que instituiu Selo Multinível no DF é questionada pela ABEVD

A ABEVD ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a Lei nº 6.200 que instituiu o Selo Multinível Legal no Distrito Federal.

Numa primeira leitura parece que estamos diante de uma mera premiação, mas, na verdade, trata-se de uma certificação de empresas de vendas diretas sem qualquer critério no texto legal, gerando grande insegurança jurídica para o setor. Isso porque, uma Portaria ou Decreto estadual determinaria o que é certo ou errado para uma empresa de vendas diretas.

Outro ponto que merece destaque é a insegurança trazida por uma norma estadual definindo os contornos legais das vendas diretas. Imaginem o que seria se cada Estado e/ou Município publicasse sua própria norma? Apenas para conhecimento, já há Projeto de Lei similar, com premissas diferentes, no Estado da Bahia e no Município de São Paulo.

A ABEVD requereu medida liminar para suspender a eficácia dessa lei e, no mérito, que seja declarada sua inconstitucionalidade. O Ministro Luiz Fux foi designado relator da ADI.

ABEVD atua pelo fim do tabelamento do frete

Juntamente com outras 74 entidades, a ABEVD assinou uma carta endereçada ao futuro presidente Jair Bolsonaro mostrando o impacto negativo do tabelamento do frete na economia brasileira.

O tabelamento do frete representa aumento nos custos de transporte, inflacionando o valor dos produtos comercializados.

A carta endereçada ao novo governo espera mostrar a importância do assunto para a economia nacional e que é preciso convidar todos os agentes envolvidos para o diálogo em busca da melhor solução.

MVA/PI – Alteração e aumento significativo para perfumaria e cosméticos

No dia 22 de agosto, foi publicado o Decreto nº 17.903 no Diário Oficial do Estado do Piauí, estabelecendo MVA Ajustada de 20% para perfumaria e cosméticos e 40% para os demais produtos. Vale lembrar que a categoria de perfumaria e cosméticos está sujeita à alíquota de ICMS de 25%.

Ao se comparar as MVAs, percebe-se que há um aumento significativo para perfumaria e cosméticos, mantendo-se o mesmo patamar para as outras mercadorias (pequeno ajuste decorrente do aumento da alíquota de ICMS de 17% para 18%).

Ficou entendido, ainda, que essa alteração seria retroativa a 1º de janeiro de 2018. Sabe-se que lei tributária não pode ser retroativa e, adicionalmente, há de se lembrar que o princípio da anterioridade se aplica ao ICMS, havendo, portanto, sólidos argumentos para sustentar que o aumento da MVA somente seria exigível a partir de janeiro de 2019.

Para melhor visualização, compartilhamos quadro comparativo com MVA anterior :

Operação / Mercadorias sujeitas à alíquota de 25% (perfumes e cosméticos) MVA Decreto 2016 MVA Decreto 2018
Interna 20% 20%
Alíquota interestadual 12% 25% 40,80%
Alíquota interestadual 7% 29% 48,80%
Alíquota interestadual 4% 31% 53,60%

 

Operação / Mercadorias sujeitas à alíquota de 18% MVA Decreto 2016 MVA Decreto 2018
Interna 40%  40%
Alíquota interestadual 12% 50% 50,24%
Alíquota interestadual 7% 57% 58,78%
Alíquota interestadual 4% 62% 63,90%

Mídias sociais da ABEVD: fortalecendo a reputação do setor no ambiente online

Durante o ano de 2018, a ABEVD fortaleceu sua presença nas redes sociais e compartilhou informações e dados relevantes ao setor, com ótimo retorno do público impactado pelos conteúdos.

Em uma breve retrospectiva: a publicação de melhor desempenho do ano abordou o mercado de produtos de beleza e higiene pessoal. Publicada em 23 de abril, no Facebook, foi vista por cerca de 12 mil pessoas e gerou, aproximadamente, mil envolvimentos.

Outros 2 posts sobre Marketing de Rede e Marketing Multinível tiveram grande interesse do público, assim como a visita da ABEVD à Polishop.

Com mais de 33 mil seguidores, a página da associação no Facebook oferece conteúdo e informação com credibilidade. A associação também está presente no LinkedIn. Ainda não acompanha a ABEVD nas mídias sociais? Siga as páginas agora mesmo!

2020-07-21T15:16:53-03:00dezembro 17th, 2018|Categories: ABEVD News|Tags: , , |

Retrospectiva ABEVD: 2018, um ano de vitórias e aprendizados

O ano de 2018 foi de transformações positivas e muitas conquistas para a ABEVD e também para o setor de vendas diretas em todo o Brasil. A nossa retrospectiva quer lembrar os momentos mais marcantes deste ano cheio de pontos positivos a serem comemorados.

No mês de abril, o Encontro de Vendas Diretas reuniu mais de 500 executivos em São Paulo. O evento debateu tendências e discutiu ideias a serem abordadas pelas empresas para melhorar as boas práticas já realizadas. O sucesso foi absoluto e a segunda edição – mais completa – já está garantida para o primeiro semestre de 2019.

Ainda em abril, o portal www.staging7.abevd.org.br foi totalmente reformulado. Com nova linguagem visual, a página traz informações e dados que fazem do site o ponto de referência sobre vendas diretas no Brasil. Totalmente adaptado à nova realidade digital, o site é intuitivo e de fácil navegação.

Retrospectiva ABEVD: 2º semestre

Com inúmeras visitas aos associados, para entender suas necessidades e estreitando os laços com o meio empreendedor, por meio de idas a universidades, feiras e eventos de outras entidades, o segundo semestre de 2018 foi bem agitado na ABEVD.

O destaque ficou por conta do Seminário de Ética. Realizado no mês de outubro, o encontro reuniu dezenas de pessoas para debater temas tão importantes para o setor, como: aliciamento de força de vendas, obrigatoriedade da compra de kits, motivos que levam os empreendedores a estocarem produtos, pagamento de bônus pela entrada de revendedores e suas redes, comunicação enganosa, com empresas prometendo além do que podem entregar, entre outros.

Ainda em outubro, a ABEVD sabendo da importância da força de vendas para as empresas associadas, lançou o Clube de Benefícios. Voltado exclusivamente para os empreendedores independentes, o Clube oferece vantagens como cartão pré-pago e descontos em lojas físicas e online para quem adere ao programa.

Como visto na nossa retrospectiva, o trabalho ao longo de 2018 foi árduo, mas as conquistas alcançadas pelo setor foram muitas e ainda estão rendendo frutos.

“O ano de 2018 foi repleto de desafios e aprendizados. Acredito que como associação crescemos muito, mas ainda há um longo caminho a percorrer. Que em 2019 tenhamos ainda mais histórias boas para compartilhar, mostrando a força do setor de vendas diretas e como ele transforma a vida de milhões de pessoas em todo o Brasil”, fala Adriana Colloca.

2019-12-20T14:37:15-03:00dezembro 17th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Happy Hour das Vendas Diretas: sucesso absoluto

Celebrar. Foi com este intuito que o Happy Hour das Vendas Diretas aconteceu no dia 6 de dezembro, em São Paulo. Após um ano de muito trabalho e dedicação, chegou a hora de quem pertence ao setor se reunir para comemorar as conquistas de 2018.

Melissa Sandhof, da Avon e integrante do Conselho de Ética da ABEVD, falou sobre a importância do evento para todo o setor: “É uma proposta diferente de integração, uma forma de encontrar pessoas que normalmente a gente não vê, a não ser nos fóruns da associação. Essa possibilidade de reunir todo mundo, ainda mais, em época de final de ano, é superpositiva”.

Ivon Neves, CEO da Omnilife, também comentou sobre o Happy Hour: “O encontro é bom para rever muitos amigos e parceiros. O importante é estreitar as relações e fortalecer a associação. Todos nós aqui reunidos temos um objetivo em comum que é fazer o melhor para o modelo de negócio”.

Representante da Totvs, patrocinadora do evento, Lissandra Ferraz, contou que para a empresa era muito importante estar no encontro para conhecer os associados e apresentar todas as soluções que a companhia pode oferecer.

Oportunidade para reencontrar amigos e celebrar, o Happy Hour das Vendas Diretas foi um verdadeiro sucesso e a segunda edição do evento já está garantida para 2019.

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2019-12-20T14:37:49-03:00dezembro 17th, 2018|Categories: ABEVD News|Tags: |

Autoconfiança, conhecimento e bom relacionamento: três fatores-chave para o sucesso na venda direta

* Por Rodrigo Senday

Muito se fala no meio empresarial sobre a importância de se ter coragem, curiosidade, iniciativa para seguir uma carreira promissora. Na venda direta não é diferente e três fatores são fundamentais para o sucesso.

O primeiro é a autoconfiança. Acreditar em si e em projetos que convirjam com seus anseios profissionais auxilia, não só no aumento das vendas, como a alcançar metas definidas para o negócio e realizar sonhos da vida pessoal. Comprovamos em pesquisa realizada pela Tupperware, em parceria com a Universidade Georgetown (USA), que as vendedoras autônomas que se sentem confiantes vendem 22% a mais do que as outras e são 24% mais propícias a superar desafios encontrados no trabalho.

Como segundo ponto, enfatizo sempre que tanto os vendedores diretos que estão iniciando quanto os mais experientes, precisam estar motivados e em constante busca de novos conhecimentos e treinamentos, ainda mais que a venda direta não exige formação específica ou mesmo não necessita de grandes investimentos. Com isso, uma vez que esse profissional adquire novos aprendizados, ele ganha repertório, aperfeiçoamento de técnicas e, claro, aumenta seus ganhos mensais.

Líderes e mentores de excelência que te inspiram a atrair novas pessoas ao negócio e a reter equipe, motivando-os a chegarem onde quiserem é valiosíssimo neste processo. Na Tupperware, por exemplo, o apoio começa já no papel da Líder direta, passando pela Empresária e Distribuidora, que se empenham em levar informação, conhecimento e inspiração para os Consultores, movendo assim, toda a cadeia da empresa.

Para completar essa tríade, pontuo o relacionamento interpessoal como fator essencial para o crescimento das vendas. Redes de contatos sempre atualizadas facilitam negócios e quando ampliadas geram novas oportunidades. Por isso, o relacionamento é uma etapa fundamental para a geração de vendas. É preciso cultivar o vínculo e entender exatamente o que o outro precisa para manter a fidelidade do seu público.

É exatamente esse o propósito de negócio da Tupperware, que além de incentivos, promove o desenvolvimento profissional da equipe da Força de Vendas composta por pessoas que tendo ou não especialização para o mercado de trabalho, abraçam essa oportunidade, desenvolvem seu lado empreendedor e atingem o sucesso.

A venda direta, ao gerar uma aproximação entre os produtos e o consumidor, via Consultor, humaniza todo processo e garante vantagens como atendimento personalizado o que torna o sistema sempre atual, em crescimento e atrai novos interessados a empreender ano após ano.

* Rodrigo Senday é vice-presidente de vendas da Tupperware Brands Brasil

2019-12-20T14:37:16-03:00dezembro 17th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , |

Vendas diretas ganha destaque no Valor Econômico

Em matéria publicada no dia 7 de dezembro, o jornal Valor Econômico mostrou como a tecnologia está aliada às vendas diretas. A presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca, comentou que este é um movimento recente que pode colaborar para o aumento da produtividade do setor.

A ABEVD também conseguiu destaque em 2 dos principais jornais impressos do Norte do país. A participação da diretora de assuntos institucionais, Adriana Angelozzi, na Feira Pará Negócios foi tema de matéria publicada no jornal O Liberal, de Belém, no Pará.

Organizado pela Associação Comercial do Pará (ACP), a palestra de Adriana Angelozzi teve como tema “Associação Brasileira de Vendas Diretas e o Mercado de Vendas Diretas”.

Já o Jornal do Commércio, de Manaus, dedicou uma matéria exclusiva ao canal de vendas, além de entrevistar a presidente executiva, Adriana Colloca e fazer um material especial sobre os benefícios de o empreendedor independente aderir ao setor.

2019-12-20T14:37:16-03:00dezembro 17th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Natura conquista Prêmio ODS Brasil

Empresa se destacou na categoria “Com fins lucrativos”, com o projeto Certificação das Cadeias da Sociobiodiversidade; e na categoria “Governo”, com o apoio do Instituto Natura ao case Benevides à Escola, da Secretaria Municipal de Educação de Benevides (PA)

A Natura, multinacional brasileira e líder no setor de venda direta no Brasil, participou ontem da cerimônia de premiação dos “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS Brasil”, que aconteceu no Palácio do Planalto, em Brasília. A empresa ficou em primeiro lugar na categoria “Organização com fins lucrativos”, com o projeto Certificação das Cadeias da Sociobiodiversidade. Além disso, o projeto “Benevides à Escola”, da Secretaria Municipal de Educação de Benevides (PA) com apoio do Instituto Natura, ficou entre os finalistas na categoria “Governo”. O evento contou com a participação do Presidente da República, Michel Temer.

Esta é a primeira edição do prêmio ODS Brasil, que será concedido pelo governo federal bienalmente, até 2030. A premiação tem a finalidade de incentivar, valorizar e dar visibilidade às práticas desenvolvidas pelos Governos Estaduais, Distrital e Municipais e pela sociedade civil com o objetivo de alcançar as Metas da Agenda 2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU).

Ao todo, 1.038 inscrições foram recebidas pela Secretaria de Governo, de todas as partes do Brasil, divididas em quatro categorias. Destas, 39 iniciativas foram pré-selecionadas e receberam visitas técnicas presenciais, incluindo a Natura e o Semed Benevides.

Case Certificação das Cadeias da Sociobiodiversidade

A Natura foi reconhecida pelo seu trabalho no desenvolvimento de cadeias da biodiversidade. Em 2007, a empresa participou da fundação da UEBT (União para o Biocomércio Ético, na sigla em inglês), uma organização sem fins lucrativos que surgiu a partir de uma iniciativa da Unctad (Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento). O objetivo da instituição é assegurar que práticas de abastecimento promovam o comércio justo e a conservação da natureza.

Em parceria com a UEBT, a Natura estruturou o Sistema de Verificação das Cadeias da Sociobiodiversidade, por meio do qual, desde 2016, comunidades fornecedoras são auditadas anualmente. Além de garantir a manutenção dos ecossistemas, o sistema promove a repartição justa dos benefícios pelo uso da biodiversidade e do conhecimento tradicional associado. Ao aumentar a renda e melhorar as condições de vida das comunidades, o manejo ético dos ingredientes contribui para manter a floresta em pé, demonstrando o valor que pode ser gerado a partir da conservação da biodiversidade.

Em 2018, de modo pioneiro no mundo, a linha Ekos Natura passou a contar com o selo UEBT, que atesta que todos os ingredientes vegetais usados nos produtos atendem a elevados parâmetros socioambientais. O processo de verificação envolveu a certificação de 70 ingredientes, como ucuuba, murumuru e andiroba, e de 34 comunidades agroextrativistas.

Case Benevides à Escola Em 2017, o município de Benevides (PA) se destacou ao obter a 1ª colocação do estado do Pará no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), com 6,2 pontos nos anos iniciais e 5,1 nos anos finais do ensino fundamental, ultrapassando as próprias metas (que eram 4,9 e 3,8) e os resultados do estado do Pará (4,5 e 3,6) e Brasil (5,5 e 4,4).

O desempenho de Benevides no Ideb, que subiu 1,9 pontos em 5 anos, saltando de 4,3 em 2013 para 6,2 em 2018 (anos iniciais), é resultado do programa Benevides à Escola, implementado pela Secretaria Municipal de Educação de Benevides entre 2013 a 2018 que, além da reorganização da rede, reformas e expansão das escolas, focou esforços na gestão pedagógica.

A estratégia pedagógica bem sucedida se deu a partir da implementação dos currículos de Língua Portuguesa e Matemática, do monitoramento da aprendizagem e de intervenções pedagógicas assertivas pautadas pelos desafios de aprendizagem específicos à cada escola, turma e aluno, incluindo formação de professores, reforço escolar e elaboração de sequências didáticas, além da mobilização e envolvimento das famílias, alunos e de toda a comunidade escolar nos processos educativos. Todas estas ações contaram com apoio do Instituto Natura.

Fonte: Natura

2019-12-20T15:06:14-03:00dezembro 14th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , |
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