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Otimismo e empreendedorismo marcam ano para vendas diretas

Resultados de 2017 apontam para profissionalização do setor e Associação prevê crescimento para 2018

 São Paulo, 28 de março de 2018 – Com 4,1 milhões de empreendedores, o setor de vendas diretas movimentou R$ 45,2 bilhões em 2017. O valor significa uma importante fatia de 8% do PIB da indústria de transformação brasileira. O número de itens vendidos foi de quase 2 bilhões no ano. As informações são da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

“Com esses resultados expressivos, sabemos que a atividade traz inúmeros impactos positivos para a população, em termos sociais e econômicos”, comenta Adriana Colloca, Presidente Executiva da ABEVD. “Mesmo com o momento que a economia brasileira atravessou, o mercado ainda apresentou ligeiro crescimento. Acreditamos que com a melhora dos indicadores econômicos de confiança,  renda e inflação, além da retomada econômica que vem ocorrendo no país, estamos bastante otimistas para os resultados de 2018”.

 Empreendedorismo de parceria

Adriana também destaca a transformação do perfil dos empreendedores do setor. ”A atividade vem atraindo cada vez mais jovens e a geração Y, uma vez que dá oportunidades de empreender seu próprio negócio, com baixo custo inicial, flexibilidade de horários e sem chefe, iniciado em parceria com grandes companhias que oferecem treinamento e coaching, como nossas associadas. Tudo que a geração Y almeja”.

A profissionalização do setor faz com que muitos optem inclusive por abandonar outras carreiras para permanecerem apenas com negócios de vendas diretas. “Ter um negócio formal, com boas possibilidades de crescimento tem animado cada vez mais pessoas a empreenderem e as empresas de vendas diretas estão no mercado há anos, o que traz confiança e credibilidade para quem quer começar”, aponta a presidente.

Para discutir o setor e trazer tendências e soluções para empresas e empreendedores a ABEVD realizará, em 10 de abril, o 1º Encontro de Vendas Diretas do país, que ocorrerá em São Paulo e já tem inscrições abertas.

 

Mais informações sobre o evento podem ser encontradas no site www.encontrovendasdiretas.com.br, no site da ABEVD (www.staging7.abevd.org.br) e nas mídias sociais da associação:

Facebook: fb.me/associacaoabevd
LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/abevd/

 

SERVIÇO

1º Encontro de Vendas Diretas da ABEVD
Dia 10 de abril de 2018, das 8h às 15h30
Villa Blue Tree – R. Castro Verde, 266/247 – Jardim Caravelas, São Paulo
Inscrições pelo site: www.encontrovendasdiretas.com.br
Associados ABEVD: R$ 330
Não-Associados: R$ 400 (a partir de 31 de março)

2019-12-20T11:02:02-02:00março 28th, 2018|Categories: ABEVD News|

7 passos fundamentais para se tornar um empreendedor de sucesso

1. Planejamento não é perda de tempo: é necessidade básica para o empreendedor

Tudo deve começar com um plano de negócios realista.

Esse documento vai delinear seus próximos passos.

E já dará uma boa ideia sobre quem são seus concorrentes, quais serão seus gastos iniciais e quais os recursos necessários para abrir o negócio.

E o planejamento não deve parar por aí:

de tempos em tempos, é necessário reavaliar os rumos do negócio, ver o que está funcionando e o que não está na sua estratégia, realizando os ajustes exigidos a partir daí.

2. Um bom controle financeiro pode fazer toda a diferença

Uma maneira muito útil de começar o controle financeiro é através da separação das finanças pessoais e profissionais.

Para isso, uma boa ideia é abrir uma conta digital para sua empresa.

Hoje, no mercado, não há ferramenta melhor que a conta.MOBI para gerenciar as finanças da sua empresa.

Com ela, todas as soluções financeiras para o seu negócio ficam, literalmente, na palma da sua mão.

A conta.MOBI, para começar, ajuda a tirar as dúvidas de formalização como MEI.

Se suas dúvidas forem financeiras, há um time de contadores online para lhe atender.

Com o aplicativo da conta.MOBI, você pode pagar suas contas pelo celular, controlar os gastos e ganhos da empresa, emitir boletos e estabelecer metas financeiras.

É o primeiro passo para o primeiro milhão.

3. Marketing não é gasto, é investimento

Você já ouviu o ditado que diz que “propaganda é a alma do negócio”?

Não há nada mais verdadeiro do que isso no mundo empreendedor.

É através de um bom marketing que seu negócio se torna conhecido além das pessoas do seu círculo de amizades.

Além disso, o marketing digital não deve ser de maneira alguma ignorado.

Uma empresa que não aparece nas páginas de resultados do Google e não tem presença nas redes sociais é como se não existisse.

Uma boa estratégia de marketing a aproxima dos clientes, torna as crises mais fáceis de serem solucionadas e coloca seu negócio no radar do seu público-alvo.

4. Capacitação constante é indispensável

Não importa a área de atuação de sua empresa:

hoje, tudo é muito volátil, e graças às tecnologias, as mudanças são cada vez mais rápidas e constantes.

Quem não se adapta fica para trás e perde a corrida pela preferência do cliente.

Por tudo isso, não dá para parar de se atualizar.

Faça cursos, fique de olho nas notícias, leia sites e blogs – não importa como, o fundamental é ficar bem informado.

E isso vale para a equipe toda: cursos de capacitação são oferecidos a preços mais baixos para times completos de empresa.

Treinar seus funcionários para cargos de gerência ou simplesmente para que eles não se tornem obsoletos é uma decisão sábia.

E uma das atitudes das empresas mais duradouras do mundo, segundo sugerem James Collins e Jerry Porras, autores  do livro Feitas para Durar.

5. Faça o que você ama – mas, ao mesmo tempo, saia da sua zona de conforto

Parece confuso, mas não é.

Todos nós sabemos que temos mais disposição para fazermos aquilo que amamos, porque é estimulante.

Além disso, a felicidade contagia:

se você gostar do que faz, isso irá transparecer para seus clientes, colaboradores e funcionários, e todos eles ficarão mais felizes e à vontade ao seu lado.

Mas não é possível focar apenas naquilo que você tem segurança para fazer.

É preciso arriscar, sair da zona de conforto durante negociações e planos de investimento.

Em especial, é preciso ter a mente aberta e estar pronto para abraçar novas ideias.

Aceitar a opinião das outras pessoas e mudar os rumos do seu negócio.

Inovar é a palavra-chave!

6. Saiba ouvir seu cliente

Isso não significa necessariamente que o cliente sempre tem razão.

Mas as opiniões e em especial as necessidades dele são responsáveis por definir os rumos do negócio.

Aquilo que o seu cliente precisa deve ser suprido pelos seus produtos.

Fique de olho como as novas necessidades e desejos que surgem para que você consiga fidelizar essas pessoas.

Além disso, a opinião dos clientes importa muito.

Cuide da ideologia da sua empresa e do modo como ela se comunica com o público.

Hoje, mais do que nunca, a opinião pública e a mobilização online podem construir ou destruir a reputação de uma empresa.

7. Saiba definir suas metas

Comece sendo realista, e apoiando-se no seu plano de negócios.

À medida que as primeiras metas forem sendo conquistadas, estabeleça novas, dessa vez mais desafiadoras.

James Collins e Jerry Porras destacam em seu livro que estabelecer metas audaciosas é uma das características comuns às mais famosas e antigas empresas do mundo.

Então, se você conseguir estimular seus funcionários a abraçar essas metas, melhor ainda!

 

Fonte: https://conta.mobi/blog/empreendedorismo-7-passos-para-o-sucesso/

2019-12-20T14:51:11-02:00março 27th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|

Os benefícios da venda porta a porta

O mundo é digital e concentra boa parte das oportunidades de negócio que você pode desenvolver como revendedora. Acontece que isso não é motivo para abandonar a venda porta a porta, sabia?

Isso porque o método também tem as suas qualidades e pode ser o diferencial que faltava para você se destacar. E para mostrar o quanto você pode se beneficiar disso, nós reunimos neste post quatro motivos para você não deixar de investir na venda porta a porta. Acompanhe!

1. O mercado ainda tem espaço para a venda porta a porta

A venda direta somou, até o ano de 2016, R$ 39 bilhões e um contingente de profissionais que passa de quatro milhões de vendedores autônomos. Para ter uma fatia desse faturamento, a venda porta a porta é uma alternativa confiável.

Isso porque não basta você estar ao alcance do seu público-alvo nas redes sociais. Não, cabe a você, revendedora, ir atrás de sua clientela também. Saber quem é o perfil ideal e onde esse público se concentra permite que você vá atrás do próprio sucesso. Amplie a sua atuação e encontre o nicho ideal para você fazer a venda porta a porta render os resultados esperados.

2. É um modelo de negócio de baixo investimento

Para mostrar que você conhece as últimas tendências, que tal exportar todo o seu conhecimento para as suas clientes? Construa uma base fiel de consumidoras e prepare uma rotina de visitas presenciais a elas.

Isso permite que você se relacione de maneira ainda mais rica com elas, e promete uma série de outras oportunidades de negócio.

Por exemplo: em visitas previamente agendadas, você pode se reunir com a sua cliente e amigas delas. Com isso, você aumenta as vendas e tem a oportunidade de fidelizar mais pessoas e, assim, gerar mais vendas porta a porta.

 

3. Você tem a chance de se referenciar como consultora

Uma boa revendedora sabe que, muitas vezes, os clientes constroem resistências naturais contra os argumentos de venda. Com isso, não adianta empurrar a venda a todo custo. Especialmente numa venda porta a porta, que basta a cliente em potencial fechá-la para encerrar a conversa.

Assim, é importante que você se mostre uma consultora: que dê dicas, oriente-as sobre a melhor forma de uso e conservação das semijoias e ofereça um atendimento de qualidade. Por estar indo ao encontro das clientes você deve oferecer algo a mais do que produtos. Lembre-se: você deve estreitar os laços, mostrar que entende os desafios dela e que sabe como superá-los.

4. Você gera demanda

Por fim, vale destacar que um dos principais motivos para investir na venda porta a porta é a demanda que você mesma pode criar com isso. O mundo digital e a venda direta já são sinônimos de flexibilidade profissional. Contudo, a venda porta a porta gera uma particularidade que pode gerar ainda mais conveniência para o seu público-alvo.

É a velha história: relevância é tudo no mundo dos negócios. Basta divulgar a sua novidade e encontrar uma boa concentração do seu público-alvo. A ideia é divulgar a mensagem certa para impactar suas clientes em potencial.

Com o tempo, o seu negócio prospera em um ritmo natural, estimulado por uma demanda que você mesma desenvolveu! Quando a concorrência se der conta disso, você já será uma autoridade no assunto.

Fonte: https://brilhemais.com.br/blog/venda-porta-a-porta/

2019-12-20T14:51:11-02:00março 20th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|

Natura eleva produtividade em 15%

Por Alexandre Melo | São Paulo

O novo sistema de vendas adotado pela Natura em maio do ano passado, que possibilita margem de lucro maior às consultoras que vendem mais, colaborou para elevar a produtividade em 15,2% no quatro trimestre de 2017 ante indicador de 9,7% observado um ano antes. Essa evolução compensou a queda de 10,1% no número de revendedoras no período, para 1,12 milhão de pessoas. João Paulo Ferreira, diretor-presidente da Natura, afirmou que o desempenho do novo modelo contribuiu para a fabricante recuperar a liderança em categorias importantes como perfumaria, produtos para o corpo e presentes em vendas diretas.

“Este foi o segundo trimestre consecutivo de crescimento no país”, disse Ferreira ontem, em teleconferência com analistas. Segundo o executivo, retomar a participação de mercado foi prioridade no ano passado e continuará sendo em 2018. Para isso, a companhia está desenvolvendo um plano que deverá ser apresentado no próximo trimestre. A previsão para este ano é de que o crescimento do mercado seja próximo do verificado em 2017. A Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) estima crescimento nominal de 7,5% para o setor. Questionado por analistas se para atingir o crescimento a Natura poderá abrir mão das margens, Ferreira disse que isso não acontecerá. No trimestre, a margem Ebitda (sigla para lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) consolidada da Natura &Co, que reúne Natura, Aesop e The Body Shop, ficou 3,3 pontos percentuais menor, em 16,8%. A margem Ebitda da marca Natura atingiu 16,6%, queda de 3,1 pontos percentuais.

Em nota, a empresa informou ao Valor que a margem reportada caiu, principalmente, por outras despesas operacionais, como baixas de ativos, venda da carteira de recebíveis que ajudou o ano anterior, entre outros. Roberto Marques, presidente do conselho de administração da Natura &Co, afirmou aos analistas que a gestão de capital austera da companhia ao longo deste ano vai manter o fluxo de caixa forte. De outubro a dezembro, a geração de caixa recuou 26,5% em base anual, para R$ 296,2 milhões. O resultado foi afetado pelo pagamento de R$ 242,5 milhões em impostos no âmbito do Programa Especial de Regularização Fiscal (Pert). No consolidado do ano, a geração de caixa foi de R$ 617,2 milhões, crescimento de 31,35% na comparação com 2016, que registrou R$ 469,9 milhões. O lucro líquido da companhia no trimestre somou R$ 256,8 milhões, 23% superior ao registrado em igual período de 2016. A receita líquida consolidada foi de R$ 3,73 bilhões, incremento de 62,7%. Para 2018, a Natura planeja acelerar o processo de migração do modelo de negócios para o meio digital. A meta é dobrar para 1 milhão o número de revendedoras que usam a plataforma móvel. Marques disse que essa plataforma ajuda a melhorar a produtividade.

A Natura obteve no trimestre desempenho melhor que a Avon, que está entre os principais concorrentes em vendas diretas. No mesmo período, a receita na Avon caiu 9%, pesando negativamente nos resultados consolidados da empresa, que obteve lucro líquido de US$ 91,5 milhões, frente a um prejuízo de US$ 10,7 milhões um ano antes. Os números mais fracos foram consequência da queda no número de consultores ativos. O Grupo Boticário, que também atua na venda porta a porta com as marcas Eudora e Boticário, reportou receita bruta de R$ 12,3 bilhões no ano passado, um crescimento de 7,5%. A empresa fundada por Miguel Krigsner anunciou há uma semana a aquisição da Vult Cosmética, que está presente em 35 mil pontos de venda no país. A Natura, por sua vez, está em 3,6 mil lojas nas principais redes de drogarias. A empresa informou, por nota, que está com um plano de expansão em curso, com abertura de lojas no varejo e aumento de pontos de venda em drogarias. No entanto, não revelou o número previsto de novas unidades.

2019-12-20T15:10:28-02:00março 19th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|

5 razões para utilizar o Marketing Multinível

O blog Super Revendedores criou uma lista com 5 razões para aderir o Marketing Multinível na sua vida profissional! Nesse modelo de negócios, utilizado por muitas empresas, os revendedores ficam responsáveis pela venda dos produtos, dos quais eles recebem uma parte dos lucros.

Os dois lados ganham. A empresa consegue um maior espaço no mercado e os revendedores têm a possibilidade de conquistar a sua independência financeira. Mas os benefícios não param por aí. Conheça outros a partir de agora!

  1. TER UM HORÁRIO FLEXÍVEL

O horário flexível permite que você realize outras tarefas e tenha mais liberdade para os compromissos do dia a dia. Isso é um desejo cada vez maior dos profissionais, até mesmo daqueles que trabalham dentro das empresas.

  1. CONHECER NOVAS PESSOAS 

O dia a dia do revendedor é basicamente cercado de diferentes pessoas. Então, a habilidade para se comunicar com o público é essencial para manter o bom relacionamento com o consumidor.

  1. GARANTIR A INDEPENDÊNCIA FINANCEIRA 

Para muitos revendedores, o marketing multinível é muito mais do que uma renda extra: significa a independência financeira. Embora no começo seja um pouco mais difícil conquistar uma renda alta, pois os compradores ainda estão começando a descobri-lo, é perfeitamente possível viver somente com o lucro das revendas.

  1. COMEÇAR O PRÓPRIO NEGÓCIO COM BAIXO INVESTIMENTO INICIAL 

A revenda pode ser a realização do sonho que muitas pessoas que sonham em ter seu próprio negócio. Isso porque você tem a opção de escolher o que deseja vender, ao mesmo tempo em que ganha o próprio dinheiro, administra o tempo e ainda obtém os lucros, tudo com esforço próprio.

  1. RECEBER BONIFICAÇÕES POR METAS BATIDAS AO UTILIZAR MARKETING MULTINÍVEL

Diversas marcas que possuem o modelo de marketing multinível em suas operações costumam bonificar seus revendedores de destaque. Os prêmios vão desde produtos da própria marca até viagens e veículos.

Utilizar marketing multinível pode garantir bons negócios quando se trabalha com os produtos certos. Por isso, procure uma empresa que tenha o perfil de trabalho alinhado com o seu e ofereça as oportunidades que você deseja.

Fonte: https://blog.superrevendedores.com.br/5-razoes-pelas-quais-voce-precisa-utilizar-marketing-multinivel/

2019-12-20T14:51:12-02:00março 12th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|

1º Encontro de Vendas Diretas – ABEVD

No dia 10 de abril, em São Paulo, a ABEVD realizará o 1º Encontro de Vendas Diretas.

O evento promoverá um encontro de conteúdo e relacionamento focado em impulsionar o setor de vendas diretas. Os palestrantes irão debater e apresentar estratégias baseadas em casos reais das empresas do setor, que trará aos participantes dados positivos de mercado que pode incentivar e influenciar futuros atuantes de área.

Acesse o site e inscreva-se! Participe: https://www.encontrovendasdiretas.com.br

 

2019-12-20T14:51:43-02:00março 5th, 2018|Categories: ABEVD News|

Adriana Colloca é a nova Presidente Executiva da ABEVD

Economista chega para dar continuidade à plano de longo prazo da associação, que se firma como referência no setor de vendas diretas

São Paulo, 20 de fevereiro de 2018 – A Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD) tem nova presidente executiva. Adriana Colloca foi escolhida para o cargo.

Economista, com pós-graduação em Administração pela FGV e MBA na SDA Bocconi, na Itália, Adriana atuou no mercado financeiro em empresas como Bank Boston e ABN AMRO e tem vasta experiência na gestão de associações desde 2006. Até a semana passada ocupava o cargo de Diretora de Operações na Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

“O desafio da Adriana será a implementação do plano executivo da Associação, que inclui impulsionar a imagem dela no mercado e promover a capacitação da força de vendas, com foco no relacionamento e empreendedorismo, gerando, assim, ainda mais valor para as associadas”, frisa a Diretora Presidente do Conselho de Administração da ABEVD, Ana Costa.

“É com muita alegria que aceitei a posição, com o objetivo de promover o segmento de vendas diretas e toda cadeia positiva que a atividade promove”, diz Adriana. “O objetivo é tornar a gestão cada vez mais profissional, ágil e dinâmica, entregando valor a todos os nossos associados”.

 

2019-12-20T14:51:44-02:00março 2nd, 2018|Categories: ABEVD News|