Encontro anual de Vendas Diretas une conhecimento e informação

Realizado no mês de junho na cidade de San Diego, nos Estados Unidos, o DSA Annual Meeting, encontro anual realizado pela Direct Selling Association, reuniu os principais nomes do setor de vendas diretas no mundo para abordar as tendências e desafios para o futuro.

Representante do Brasil, Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD, participou de diversas mesas de discussão e teve contato com experiências de sucesso em implantação por outras entidades representativas ao redor do mundo.

O evento foi uma excelente oportunidade para buscar informações relevantes, discutir temas que preocupam o setor e acima de tudo, para posicionar a ABEVD e o Brasil como referência global.

“A participação no evento foi extremamente positiva, pois tive contato com diversas iniciativas de sucesso. Tenho certeza que o conhecimento adquirido será útil para alavancar as ações futuras da ABEVD e estreitar laços com os principais executivos da atividade em todo o mundo,” explica.

Relacionamento estreito – Entre os diversos participantes do encontro, Adriana se reuniu e conversou com Joseph Mariano, presidente da DSA, nos Estados Unidos.

Nome reconhecido mundialmente no setor de vendas diretas, o executivo apontou tendências e trocou experiências com a presidente executiva da ABEVD.

Resultados mundiais – Como parte da programação do DSA Annual Meeting, houve a apresentação dos dados globais do setor em 2017. A atividade, a cargo da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), mostrou os principais resultados das vendas diretas no ano passado, com destaque para o crescimento da atividade tanto no número de empreendedores, quanto no volume de negócios.

Positivo e enriquecedor, o evento já tem data marcada para 2019. A próxima edição do DSA Annual Meeting acontecerá na cidade de Austin, no Texas, entre os dias 2 e 4 de junho do no que vem.

Fonte: ABEVD

2019-12-20T14:40:16-02:00julho 13th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |

Empreendedorismo e Venda Direta

Por Rossana Sadir*

O mercado de venda direta se torna mais promissor a cada ano que passa. A empatia das relações pessoais somada a produtos de qualidade torna mais acessível a concretização do desejo de empreender do brasileiro.

Independente do cenário político-econômico de nosso país, o Brasil tem se provado uma incubadora de empreendedorismo. De fato, a Universidade Técnica de Munique em parceria com a Amway realizou uma pesquisa – AGER (Amway Global Entrepreneurship Report) – que destaca nosso espírito empreendedor.

Esta pesquisa, realizada em 44 países, apresenta informações interessantes quanto aos fatores que levam pessoas em todo o mundo a começar seu próprio negócio. No Brasil, os dados são positivos nos seguintes aspectos: vontade de empreender (66% Brasil X 49% no mundo), habilidade que temos para empreender (53% Brasil X 43%) e a disposição dos jovens de 18 a 35 anos em entrar no mercado de trabalho via negócio próprio (56% Brasil X 47% no mundo).

O jovem empreendedor possui vantagens em relação às demais faixas etárias: eles são otimistas e consideram contar com o apoio da sociedade. Além disso, os jovens sabem combinar as relações pessoais física e digitalmente, aproveitando ferramentas como Facebook, Instagram e WhatsApp como multiplicadoras na venda de produtos e formação de uma rede de compradores.

Se por um lado esse jovem se sente apoiado, a falta de capital e de educação empreendedora são seus maiores desafios. Neste sentido, as empresas de venda direta, como a Amway, apresentam oportunidades de ganhos financeiros atrativos com um investimento inicial baixo e sem necessidade de estoque. Além disso, oferecem treinamentos acessíveis em liderança, formação e gestão de equipes, vendas e marketing, possibilitando a concretização das metas dos potenciais empreendedores.

O espírito empreendedor brasileiro, potencializado principalmente nos jovens, torna a venda direta uma mola propulsora para o crescimento da nossa economia, gerando empregos diretos e indiretos e cooperando com as finanças familiares da população.

Rossana Sadir é presidente da Amway do Brasil e Vice-presidente da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

2019-12-20T14:40:17-02:00julho 13th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , |

Vendas do varejo caem 0,6% em maio, impactadas pela greve dos caminhoneiros, diz IBGE

As vendas do comércio varejista brasileiro caíram 0,6% em maio na comparação com o mês imediatamente anterior, segundo divulgou nesta quinta-feira (12) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi a primeira queda do ano. Como o comparativo é com ajuste sazonal, praticamente descontou o avanço de 0,7% registrado no mês anterior.

Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 2,7% em relação a maio de 2017. Foi a 14ª taxa positiva seguida. Assim, o varejo acumulou alta de 3,2% no ano. O acumulado nos últimos 12 meses cresceu 3,7%, mantendo-se estável em relação a abril (3,7%) e prosseguindo em trajetória ascendente iniciada em outubro de 2016 (-6,8%).

De acordo com a gerente da Coordenação de Serviços e Comércio do IBGE, Isabella Nunes, a queda no mês de maio tem relação direta com a greve dos caminhoneiros, que durou 11 dias nas últimas semanas daquele mês. Todas as atividades do comércio tiveram perdas em maio, à exceção de hipermercados e supermercados.

“Não significa dizer que não houve impacto no abastecimento dos supermercados. Mas esse impacto foi maior no estoque dos hortifrutigranjeiros. Os estoques de não perecíveis são maiores”, apontou.

Dados do varejo em maio:

  • Taxa no mês: – 0,6%
  • Acumulado do ano: 3,2%
  • Acumulado em 12 meses: 3,7%
  • Em relação a maio de 2017: 2,7%

Considerando o comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças e de Material de construção, o recuo foi de 4,9% – pior resultado para um mês de maio desde o início da série histórica, em 2004 -, interrompendo sequência de quatro meses seguidos de crescimento, com Veículos e motos, partes e peças recuando 14,6%, enquanto Material de construção caiu 4,3%, também como reflexo da greve dos caminhoneiros.

Isabella disse que a paralisação dos caminhoneiros pode ter impactado, também, as vendas do comércio em junho.

“A crise de abastecimento trouxe um choque de oferta, que para se normalizar leva um tempo. Não é a partir do momento que os caminhões voltam a rodar nas estradas que se volta a abastecer [o comércio]”, explica.

Vendas no comércio
Desempenho do varejo mês a mês

Desempenho por setores

Na comparação com abril, seis das oito atividades investigadas tiveram queda no volume de vendas. O principal impacto negativo no comércio varejista foi da atividade de combustíveis e lubrificantes. Veja abaixo:

  • Livros, jornais, revistas e papelarias (-6,7%)
  • Combustíveis e lubrificantes (-6,1%)
  • Equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-4,2%)
  • Tecidos, vestuário e calçados (-3,2%)
  • Móveis e eletrodomésticos (-2,7%)
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-2,4%).

O patamar do volume de vendas de combustíveis e lubrificantes ficou 24,6% abaixo do seu pico máximo da série, alcançado em fevereiro de 2014.

“Desde fevereiro de 2014, o volume de vendas de combustíveis entrou em queda permanente e, com a greve dos caminhoneiros, atingiu o ponto mais distante do patamar mais alto”, diz Isabella.

Já o comércio varejista fechou maio com patamar de vendas 7,1% abaixo do pico histórico, registrado em outubro de 2014. “Com isso, o patamar de vendas está operando próximo ao que estava entre outubro e novembro de 2015”, afirma.

A única atividade que mostrou avanço na passagem de abril para maio foi Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,6%), enquanto em Outros artigos de uso pessoal e doméstico (0%), as vendas ficaram estáveis.

“Temos que lembrar que o supermercado comercializa itens de primeira necessidade, que você não pode deixar de consumir. Além disso, as compras nos supermercados sofrem o efeito de substituição. Se não tem batata, você compra outro produto. E também, o próprio período da greve trouxe certa precaução para a população, que acabou fazendo estoque de alguns produtos com medo do desabastecimento”, diz Isabella.

Em relação a maio de 2017, a taxa positiva foi sustentada por apenas três das oito atividades que compõem o varejo. Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo foi a atividade que exerceu o maior impacto positivo no desempenho global tanto no varejo quanto no varejo ampliado. Veja os destaques:

  • Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (8%)
  • Outros artigos de uso pessoal e doméstico (6,9%)
  • Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,5%).

Segundo o IBGE, a manutenção da massa de rendimentos reais habitualmente recebida e a redução sistemática da inflação de alimentação no domicílio vêm sustentando o desempenho positivo do setor. Com o resultado de maio, o setor de Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo acumula 5,6% no ano e 4,2% em 12 meses, mantendo-se em trajetória ascendente desde março de 2017 (-3%).

O grupamento de Outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamentos, joalheria, artigos esportivos e brinquedos, avançou 6,9% frente a maio de 2017, exercendo a segunda maior influência positiva sobre a taxa global. O setor foi influenciado, em parte, pela comemoração do Dia das Mães, com impactos positivos, a despeito da crise de abastecimento ocorrida em maio. Com isso, o segmento acumulou 7,8% nos primeiros cinco meses do ano e 5,9% em 12 meses, mantendo a recuperação iniciada em setembro de 2016 (-10,4%).

Por outro lado, ainda que positivo, o resultado de maio teve predomínio de taxas negativas entre as atividades, com cinco das oito pressionando negativamente a formação da taxa global:

  • Combustíveis e lubrificantes (-7,9%)
  • Móveis e eletrodomésticos (-6,1%)
  • Tecidos, vestuário e calçados (-3,6%)
  • Livros, jornais, revistas e papelaria (-14,0%)
  • Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-7,9%).

Fonte: IBGE

A atividade de Combustíveis e lubrificantes teve a 11ª queda consecutiva e exerceu a maior pressão negativa no resultado total do varejo no período, sendo o setor mais atingido pela greve dos caminhoneiros com a elevação dos preços de combustíveis bem acima da variação média de preços, segundo o IBGE.

Com isso, o segmento acumulou recuo de 4,9% nos primeiros cinco meses do ano. O indicador acumulado nos últimos 12 meses, ao passar de -2,9% em abril para -3,5% em maio, aumentou o ritmo de queda e interrompeu a trajetória ascendente iniciada em fevereiro de 2017 (-8,9%).

O setor de Móveis e eletrodomésticos registrou recuo de 6,1%, frente a maio do ano passado, exercendo a segunda maior influência negativa sobre a taxa global do varejo. O resultado foi impactado pela crise de abastecimento do comércio, também decorrente da greve dos caminhoneiros, ocasionando atrasos na entrega e irregularidades no preço do frete.

Ainda assim, o segmento registrou avanço de 0,7% no indicador acumulado no ano. O acumulado nos últimos 12 meses ficou em 7,8% e registrou perda significativa de ritmo em relação a taxa de abril (9,6%).

2019-12-20T14:48:08-02:00julho 12th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|

Vida de Empresa & Associações | Setor de vendas diretas aposta em transformação digital

O relacionamento presencial com o cliente ainda é uma ferramenta importante para o mercado de vendas diretas. Porém, o setor está se modernizando e apostando em uma ampla transformação digital para atender as demandas do novo perfil dos revendedores e clientes, uma vez que o Brasil é o 4º país do mundo com maior número de internautas. São mais de 120 milhões de pessoas conectadas à internet, segundo o relatório sobre economia digital da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD), divulgado em outubro de 2017.
Para Adriana Colloca, presidente-executiva da Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (Abevd), o setor, que deve crescer 3% em 2018, faturando R$ 46,5 bilhões, reconhece a importância do relacionamento pessoal com consumidores, mas está de olho no poder das redes sociais no processo de divulgação dos produtos. Em entrevista ao jornal DCI nesta semana, Adriana alerta que a expansão virtual pode enfrentar alguns entraves como o sinal ruim de internet e questões logísticas. Por conta disso, “a categoria de vendas porta-a-porta ainda é importante no processo de relacionamento com os consumidores”, afirma a executiva.
Por outro lado, nos últimos anos, surgiram novas formas de compra e venda como grupos em redes sociais e comunicação via aplicativos de mensagens como Whatsapp. Diante desse novo cenário, as empresas de vendas diretas estão desenvolvendo plataformas digitais que conversem com essas ferramentas. Marcas como Mary Kay e Herbalife estão apostando no desenvolvimento de aplicativos para os consultores administrarem estoque e vendas. Outra maneira de contribuir com seus revendedores é integrar as plataformas digitais próprias com esses novos canais. “Hoje o revendedor entra em contato com o cliente via Whatsapp e a compra é guiada digitalmente para as nossas plataformas virtuais. A cada 10 compras realizadas, oito são feitas por meio de canais digitais”, relatou Paloma Doro, gerente de marketing e vendas da Jeunesse, ao jornal DCI.
O mercado de vendas diretas encerrou 2017 com quatro milhões de revendedores e está cada vez mais pulverizado. Atualmente o segmento de cosméticos representa 54%, seguido por vestuário (8%), acessórios (7,9%), cuidados com a casa (6,5%) e suplementos alimentares (4,3%).
As informações são da Abevd, divulgadas pelo jornal DCI em matéria escrita pelo jornalista João Vicente Ribeiro.

Confira matéria na íntegra em Vida de Empresa & Associações

2019-12-27T16:32:14-02:00julho 11th, 2018|Categories: ABEVD na mídia|

Setor de venda direta lida com distribuidores mais conectados

De olho na mudança de perfil dos revendedores e clientes, as empresas apostam em estratégias ligadas à transformação digital; comportamento na rede também é quesito essencial

O setor de vendas diretas deve crescer 3% em 2018, faturando cerca de R$ 46,5 bilhões. Embora essa atividade comercial tenha se consolidado no Brasil desde a década de 1940, o modelo experimenta agora um processo de transformação digital e tenta se adaptar à mudança no perfil de revendedores.

“Fechamos o ano de 2017 com quatro milhões de revendedores e um volume de negócios de R$ 45,2 bilhões”, argumentou presidente-executiva da Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (Abevd), Adriana Colloca.

De acordo com ela, o setor está no meio de um processo de pulverização. Com isso, o segmento de cosméticos – que atualmente corresponde por 54% de marketshare– não é mais hegemônico e passa a dividir espaço com outros nichos de mercado como vestuário (8%), acessórios (7,9%), cuidados com a casa (6,5%) e suplementos alimentares (4,3%).

Em paralelo à essa tendência, Adriana diz que o impacto das redes sociais no processo de divulgação dos produtos também aumentou nos últimos anos, mas ainda há “grande importância no relacionamento humano” entre revendedor e consumidor no ato da compra. A presidente executiva menciona o fato de que hoje existem muitos universitários atuando como representantes dessas marcas. Segundo os dados da entidade, 48,3% dos empreendedores desse setor têm entre 18 e 29 anos; 46,8% entre 30 e 55 anos; e 4,9% mais de 55 anos.

Ela alerta, no entanto, que a expansão virtual pode enfrentar alguns entraves. “Existem lugares no País onde a divulgação ainda é física, por conta do sinal ruim e questões de logística”, afirmou a presidente-executiva, citando a categoria de vendas “porta-a-porta” importante no processo de relacionamento com os consumidores.

Uma das empresas que está atenta a esse movimento de transformação digital é a norte-americana Herbalife. Com atuação no Brasil desde 1990, a companhia tem planos de requalificar sua base de revendedores por meio de um programa de treinamento e capacitação. “Identificamos que 70% da nossa base é orientada mais para o consumo e os outros 30% para negócio de fato. Esse processo de requalificação deve durar em torno de seis meses”, afirmou o vice-presidente da Herbalife no Brasil, Jordan Rizetto, lembrando que hoje a empresa tem 300 mil distribuidores cadastrados.

Além disso, o executivo afirma que esse processo de reformulação implica também no desenvolvimento de aplicativos para os revendedores administra- rem suas vendas e estabelecerem um contato mais próximo com o consumidor. “Nós já temos aplicativos com conteúdo para os clientes, as outras plataformas serão direcionadas para nossos consultores. É importante entender para quem vendemos e a frequência de compra de cada cliente”, explica.

Nesse sentido, Rizetto aponta que um dos desafios, até o final de 2018, é garantir a grande base de pessoas com perfis distintos, como aqueles mais familiarizados com as redes sociais e os consultores mais acostumados com os canais analógicos. “Temos projetos com influenciadores no Instagram”, declara.

Com perspectiva similar a de Rizetto, o CEO da Akmos, Cláudio Apolinário, ressalta a importância do investimento em aplicativos para ampliar a base de clientes fidelizados. “Semana que vem vamos lançar nossa plataforma mobile própria, na qual o cliente compra nossos produtos e tem acesso ao serviço de um personal trainer”, explica o executivo. Para ele, os impactos dessa estratégia serão mais sentidos no médio a longo prazo. A meta é atingir uma base de 100 mil distribuidores ativos no Brasil. Hoje, a empresa conta com 25 mil revendedores.

O investimento estimado no desenvolvimento desses aplicativos foi de em torno de R$ 1 milhão, segundo ele. Além disso, Apolinário diz que a empresa tem buscado expandir o portfólio, como por exemplo, por meio de novas linhas de produtos voltados para nutrição alimentar. A expectativa é que, até dezembro de 2018, o negócio cresça 20% em termos de receita. Os números de faturamento não foram divulgados, mas Apolinário afirma que os ganhos estão na casa dos “nove dígitos.”

No que diz respeito ao perfil dos distribuidores, o executivo afirma que tem percebido uma redução gradual na idade do time. “Acredito numa faixa-etária entre 20 e 35 anos”, diz.

Foco no online

Para a gerente de marketing e vendas da Jeunesse, Paloma Doro, a estratégia de vendas denominada como “porta a porta” se transformou num comércio sustentado pelo “clique a clique”. “Hoje, o revendedor entra em contato com o cliente por WhatsApp e a compra é guiada digitalmente para nossas plataformas virtuais”, conta Paloma. Segundo ela, a cada 10 compras realizadas, 8 são feitas por meio de canais digitais.

Com isso, a gerente afirma que existe uma orientação da empresa sobre como deve ser o comportamento e abordagem dos revendedores na internet. “Não é muito agradável ser abordado de qualquer forma. Temos, inclusive, uma área de compliance na empresa que tem o objetivo de verificar se limites não estão sendo ultrapassados”, explica Paloma.

Fonte: DCI

2019-12-20T14:48:08-02:00julho 10th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|

AVON convoca atletas e celebridades por mais visibilidade no esporte e anuncia campanha de beleza com a jogadora Marta

A marca, patrocinadora do time feminino de futebol do Flamengo, realiza ação digital com nomes como Hortência, Magic Paula, Lais Souza, Fernanda Paes Leme e Alice Wegman.

Eleita cinco vezes a melhor jogadora de futebol do mundo, Marta da Silva estrela sua primeira campanha de beleza nessa sexta (6) em rede nacional de TV e redes sociais.

  

São Paulo, 2 de julho de 2018 – Por mais visibilidade para a mulher no cenário esportivo, a Avon reuniu um time de peso para uma ação digital nesta segunda- feira. A marca, que defende a beleza que faz sentido, traz o empoderamento feminino em seu DNA e celebra o atual momento esportivo mundial com uma importante mensagem sobre como as conquistas das mulheres são tão pouco ou quase nada notadas na sociedade.

Com a hashtag #ImpossívelNãoTeNotar, as atletas Hortência, Magic Paula, Maurren Maggi, Ingrid Oliveira, Lais Souza e Branca Feres uniram suas vozes à da marca para falar sobre a dificuldade que é não verem suas tão importantes conquistas para a história do esporte brasileiro reconhecidas e celebradas como deveriam – e como a falta de visibilidade nesse cenário é reflexo de um pensamento que, infelizmente, vai além das quadras, campos e piscinas. A atriz e fã de esportes Fernanda Paes Leme, a atriz e ex-ginasta olímpica Alice Wegman e a youtuber e musa fitness Gabriela Pugliesi completam o time de grandes mulheres defensoras do movimento que expuseram em suas redes sociais a mensagem da marca.

Incentivo ao esporte

A campanha de Avon vem coroar seu incentivo ao esporte feminino iniciada na década de 80. Em junho deste ano, aconteceria a primeira corrida feminina na América do Sul – A CORRIDA AVON. O evento era parte do Circuito Internacional de Corridas Avon com provas realizadas em 24 países. No Brasil, liderado pela atleta Eleonora Mendonça, este circuito começou no Rio, depois foi para São Paulo e se estendeu a vários estados.Três anos depois, a Corrida Avon realizada em São Paulo bateu o recorde mundial de participação feminina com mais de 6.500 corredoras.

Em 2017, a Avon marca um novo gol, apoiando uma equipe de mulheres no futebol. A marca apoiou o time feminino do Audax, campeão do Brasileirão Feminino 2016. Agora, anuncia seu patrocínio ao time feminino do Clube de Regatas do Flamengo, no Rio de Janeiro. “Mais de 30 milhões de mulheres de todas as idades praticam futebol. Dessas, 12% são crianças e jovens mulheres. Em comparação com os números de 2000, a adesão à modalidade cresceu 32% em 14 anos. Apesar das tentativas de exclusão, das restrições e dos obstáculos enfrentados por elas ao longo dos últimos anos, parcerias como a nossa no futebol feminino podem ampliar a autonomia e liberdade das mulheres e fortalecer o empoderamento feminino, afirma Bruno Spindel, CEO do Flamengo.

Por sua vez, o Instituto Avon, braço de investimento social da Avon, será um dos parceiros envolvidos no desenvolvimento de ações e atividades envolvendo o empoderamento feminino. “Somos uma marca que, há mais de 130 anos, trabalha pelo empoderamento das mulheres e valoriza a beleza que vai muito além dos produtos cosméticos. Nos orgulhamos em trabalhar, todos os dias, para que a voz da mulher ecoe cada vez mais alto. Apoiar o esporte feminino é reforçar nossa crença na importância das mulheres ocuparem espaços em todas as áreas. Associar nossa marca, conhecida internacionalmente,  ao clube com a maior torcida do mundo, faz todo sentido!”,  afirma Mafoane Odara, coordenadora de projetos do Instituto Avon.

A Marta é nossa

Nessa sexta (6), Avon estreia sua campanha para o lançamento da máscara de cílios Big&Extreme, produto que chega para compor uma segmento de sucesso da marca no mercado de maquiagem. Para falar sobre a importância do olhar e da visibilidade – movimento iniciado nessa segunda – a marca traz Marta, jogadora de futebol eleita cinco vezes a melhor do mundo e integrante da seleção heptacampeã da Copa América Feminina. Ao seu lado, a atriz Paolla Oliveira, garota-paganda de Avon, e Rosa Luz, artista multimídia e ativista transsexual.

Sobre a Avon

A Avon, a empresa voltada para as mulheres, é líder mundial no mercado de beleza, com uma receita anual próxima a US$ 6 bilhões. Uma das maiores empresas de venda direta do mundo, comercializa seus produtos em aproximadamente 50 países por meio de cerca de 6 milhões de revendedores autônomos. O portfólio de produtos da Avon inclui itens de beleza de alta tecnologia e apresenta marcas de qualidade mundialmente reconhecidas como Avon True, Mark, Color Trend, Mark, Renew, Advance Techniques, Avon Care e Avon Naturals. Além disso, o portfólio de Avon inclui produtos de vestuário como a linha de lingerie Avon Signature e voltados para a casa como Inovaware. A empresa é pioneira em venda direta de cosméticos no Brasil, onde está desde 1958. Atualmente, o país conta com a maior força de vendas da Avon – 1,5 milhões de revendedoras – e é também a maior operação da companhia no mundo. Para obter mais informações sobre a Avon no mundo, visite o site: www.avoncompany.com

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SOBRE O INSTITUTO AVON

Há 15 anos o Instituto Avon existe para salvar vidas e é por isso que sempre apoiou e desenvolveu ações que tenham em sua essência a premissa de superar dois dos principais desafios à plena realização da mulher: o combate ao câncer de mama e o enfrentamento das violências contra as mulheres. Como braço de investimento social da Avon, empresa privada que investiu mais de 150 milhões em ações sociais voltadas às mulheres no Brasil, o Instituto já apoiou a realização de mais de 300 projetos e ações, beneficiando 6 milhões de mulheres. Quer saber mais? Visite o site: www.institutoavon.org.br

 

Informações para a imprensa

SOKO, Crafting Connections.

Bianca Iaconelli

bianca.iaconelli@soko.cx

(11) 99944-0197

 

Instituto Avon

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2019-12-20T15:10:28-02:00julho 5th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|

Brasil segue líder no setor de vendas diretas na América Latina

São Paulo, 28 de junho de 2018 – Dados divulgados pela World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), na reunião realizada em San Diego, mostram que o Brasil manteve a liderança entre os países da América Latina no setor de vendas diretas.

Com volume de vendas de R$ 45,2 bilhões em 2017, o mercado brasileiro segue na 6ª posição do ranking mundial. Com 6% do total, o país fica atrás apenas de Estados Unidos (18%), China (18%), Coreia (9%), Alemanha (9%) e Japão (8%).

O resultado foi considerado positivo por Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas). Presente na reunião da WFDSA, Adriana vê com otimismo o cenário e espera resultados positivos em 2018.

“Os números mostram que seguimos líderes na América Latina e para algumas empresas o Brasil é até mais importante do que os Estados Unidos. Apesar das dificuldades que nossa economia enfrentou nos últimos anos, as vendas diretas estão em um bom caminho. A perspectiva é de números ainda melhores este ano, com cenário um pouco mais estável”, explica Adriana.

Dados gerais – Em 2017, o volume de vendas ao redor do mundo teve alta de 1,6%, passando de US$ 186,7 bilhões para US$ 189,6 bilhões, novo recorde do setor.

Já o número de representantes diretos registrou crescimento de 2,6% e chegou a 117 milhões de pessoas, outro recorde para a atividade ao redor do mundo.

Entre as categorias com mais produtos comercializados, o destaque foi para os itens de bem-estar com 34%. A linha superou cosméticos e cuidados pessoais, que em 2017, teve 32% do total de vendas mundiais do setor.

A pesquisa da WFDSA mostrou ainda a importância de categorias como livros, brinquedos, papelaria e serviços financeiros que podem facilmente ser comercializados por meio das vendas diretas e vem apresentando bons resultados nos últimos anos ao redor do mundo, mas ainda são pouco exploradas no Brasil.

Fonte: ABEVD

 

2019-12-20T12:18:56-02:00julho 3rd, 2018|Categories: ABEVD News|

Pesquisa revela que 74% dos brasileiros jovens desejam empreender

Realizada pela Universidade Técnica de Munique (TUM) e validada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), a pesquisa Amway Global Entrepreneurship Report (AGER), aponta que 56% dos brasileiros desejam empreender. Destes, 74% são jovens entre 18 e 35 anos. O índice do Brasil é maior que a média global, que está em 47%.

“Mesmo enfrentando crises, o desejo de empreender do brasileiro, especialmente dos jovens, é mais alto que a média global”, afirma Tales Andreassi, do Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da Fundação Getúlio Vargas.

O AGER baseou-se em entrevistas realizadas com mais de 49 mil pessoas, em 44 países. No Brasil, homens e mulheres somaram 1013 respondentes. A mostra tem como base um questionário padrão com perguntas que apontam o desejo, a viabilidade e a estabilidade na procura pelo empreendedorismo.
Sobre os riscos relacionados ao ato de empreender, os brasileiros, muito mais que a população global e até a latino-americana, desejam ser dono do próprio negócio. No Brasil, 70% dos entrevistados planejam abrir seus negócios nos próximos cinco anos. No mundo, a média é de 47% e na América Latina de 67%.

Fatores que influenciam na administração ou incentivam o empreendedorismo como: geração de ideias, capital do negócio, comprometimento e apoio social tiveram percentuais muito divergentes entre a população brasileira e a global, sendo que no Brasil os respondentes são também mais otimistas em relação ao desejo de abrir um negócio próprio.

Para 53% dos respondentes brasileiros da pesquisa, o uso da tecnologia é um agente facilitador do empreendedorismo. Entretanto, para os brasileiros, é mais importante ter contato pessoal com seus clientes do que por meio de soluções digitais. Média também mais elevada que a global, sendo 72% no Brasil e 42% no mundo.

No entanto, todo este potencial brasileiro é frustrado, pois somente 1/3 consegue tirar o projeto de empreender do papel e torná-lo realidade. O AGER 2018 mostra que os maiores desafios dos brasileiros para se tornarem empreendedores são: Financeiro (auxilio para conseguir capital – 29%); Marketing (identificar público e produto/serviço – 19%); RH (contratação – 19%); Organização (ideia do negócio – 14%) e Questões regulamentares (12%).

A conclusão é que embora brasileiros tenham um alto potencial empreendedor, falta conhecimento para que realmente possam empreender. As empresas de venda direta, por exemplo, atuam neste espaço, já que oferecem treinamento e capacitação para seus revendedores. Na Amway, maior empresa de vendas diretas do mundo, foram treinadas gratuitamente mais de 50 mil pessoas em 2017, nas áreas de liderança, gestão do negócio próprio, princípios do marketing, vendas e finanças. Treinamentos esses que auxiliam quem deseja ser dono do próprio negócio a tirar a ideia do papel e concretizar o potencial empreendedor.

Fonte: Palavra Digital

2019-12-20T14:48:08-02:00julho 2nd, 2018|Categories: ABEVD Clipping|