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5 de outubro – Dia do Empreendedor

 

Venda direta é alternativa para empreender de forma rápida e descomplicada 

São Paulo, 27 de setembro de 2018 – No próximo 5 de outubro é comemorado o Dia do Empreendedor. A data foi escolhida em homenagem à lei 9.841/1999 que instituiu o Estatuto da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.

Diante das dificuldades encontradas no cenário econômico nacional, os brasileiros estão em busca de novas oportunidades de renda e o setor de vendas diretas se destaca como opção acessível para quem procura formas de empreender.

Com baixo ou nenhum investimento inicial, a venda direta oferece benefícios como a flexibilidade de horários, ganhos de acordo com o trabalho realizado e autonomia no desenvolvimento da carreira.

Formado por empresas renomadas que comercializam produtos de vários segmentos como alimentos, suplementos, vestuário, eletroeletrônicos, acessórios, livros, brinquedos, entre outros, o setor de vendas diretas tem se mostrado um caminho para superar a crise.

Dados da Receita Federal mostram que em 4 anos, o número de microempreendedores individuais no Brasil cresceu 68% passando de 4,3 milhões em 2014 para 7,3 milhões em 2018. Destes microempreendedores individuais, grande parte está inserida em vendas diretas.

Com um volume de negócios de mais de R$ 45 bilhões em 2017, o setor também é a porta de entrada para o mercado de trabalho, pois muitas empresas disponibilizam cursos e palestras que auxiliam no desenvolvimento profissional de jovens empreendedores.

A ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas) atua na promoção do empreendedorismo como alternativa de renda e trabalha para fortalecer esta cultura no Brasil.

“Nosso foco é disseminar a oportunidade de empreender e trabalhar com vendas diretas. Buscamos atuar junto às empresas, universidades e toda a sociedade para mostrar que nossa indústria proporciona uma atividade formal empreendedora, com pouco risco e baixo custo de entrada, além de muitas opções de produtos e marcas”, explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

2019-12-20T12:16:24-03:00setembro 28th, 2018|Categories: ABEVD News|

Ética, compliance e reputação serão debatidos em seminário em São Paulo

Encontro da ABEVD discute temas do setor de vendas diretas para a sociedade

 

São Paulo, 20 de setembro de 2018 – Promovido pela ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas), o Seminário de Ética, marcado para o dia 25 de outubro, contará com a presença de profissionais renomados do setor de vendas diretas. Com ampla experiência na área, os painelistas compartilharão ideias sobre ética, compliance, reputação e comunicação.

Cada painel foi idealizado com o objetivo de mostrar a importância dos códigos de ética da ABEVD e para reforçar o papel institucional da associação junto às empresas, empreendedores independentes e consumidores finais.

Programação – O painel “Aplicando na Prática o Código de Ética” contará com a participação de Eduardo Vilhena, Diretor Jurídico e Relações Governamentais da Mary Kay do Brasil e Paulo Polesi, Diretor de Compliance, da Herbalife. A mesa será mediada pela presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

Após o coffee break, o segundo painel terá como tema “Estratégias de Reputação das Vendas Diretas” com a participação de Adriana Paes, diretora de planejamento estratégico da Amway do Brasil e Paloma Doro, gerente de Marketing e Vendas da Jeunesse Brasil. A mediação ficará a cargo de Gisele Lorenzetti, diretora executiva da LVBA Comunicação.

A gestão ética e como esta reflete no trabalho desenvolvido pelas empresas de vendas diretas também estará entre os temas debatidos no evento.

“Nosso papel enquanto associação é fomentar a questão ética entre empresas, empreendedores independentes e consumidores. Falar sobre compliance e como este conceito deve ser aplicado à gestão é importante para que todos entendam a relevância do tema para o setor de vendas diretas,” explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

As inscrições para o Seminário de Ética já estão abertas. Mais informações pelo e-mail: [email protected]

SERVIÇO

Seminário de Ética em Vendas Diretas

Dia 25 de outubro de 2018, das 8h30 às 12h

Local: Rua: George Ohm, 230, Torre B, Cidade Monções, São Paulo – SP
Inscrições: http://abevd.org.br/eventos/seminario-de-etica-em-vendas-diretas/

Associados ABEVD: R$ 200
Não Associados: R$ 350

2020-07-21T15:21:29-03:00setembro 20th, 2018|Categories: ABEVD News|

Taxa de empreendedorismo sobe mais entre maiores de 55 ano

Participação de pessoas entre 55 anos e 65 que abriram negócio saiu de 7% em 2012 para 10,4% em 2016. Quase metade empreende por necessidade

Rui Martins Rosado aos 62 anos montou sua própria startup. Com experiência de trabalho em grandes corporações na área comercial e em tecnologia da informação, Rui chegou a morar na Alemanha por conta do trabalho, mas sentiu o impacto da idade dentro das empresas.

“O mercado está fechado paras as pessoas mais experientes e isso de certa forma impulsiona o empreendedorismo”, diz. “Eu me sinto no auge da produtividade e posso dizer que tenho mais sonhos que meu filho”.

A população brasileira envelhece a cada ano. Nos últimos cinco anos, a população com 60 anos ou mais subiu de 25,4 milhões para 30,2 milhões — alta de 18,8%. A maior concentração de idosos foi registrada das regiões Sul e Sudeste, com 16,5% e 16%, respectivamente. No Brasil, essa faixa etária representa 14,6% conforme mostrou pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Um contingente que não quer ficar fora do mercado de trabalho. De acordo com dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a taxa de empreendedorismo na faixa de 50 a 59 anos foi a que mais cresceu em 13 anos (57%), seguida justamente pela faixa etária acima dos 60 anos. A participação de pessoas entre 55 anos e 65 que abriram um negócio cresceu de 7% em 2012 para 10,4% em 2016. Ainda segundo a pesquisa, 46,8% dos empreendedores com mais de 55 anos empreendem por necessidade.

“Temos de pensar na economia da longevidade, estamos vivendo mais e o modelo de aposentadoria que existia antes, aquele que a pessoa parava de trabalhar e ficava em casa já não existe mais”, avalia Vinicius Lages, diretor de administração e finanças do Sebrae. “As pessoas também perceberam que só o valor da aposentadoria não é suficiente para manter o padrão de vida e a tendência é que busquem alternativas para complementar a renda.”

Para não ficar fora do mercado, Rosado colocou o plano B em ação e criou a IdCel, uma plataforma para monitoramento de atividades utilizando geolocalização e para o desenvolvimento de soluções provendo informações para os clientes. E os planos no param, para o mês de outubro está previsto o lançamento um sistema de gestão e administração de grupos de motociclistas entregadores, o Motoka.

Ainda, de acordo com pesquisas do Sebrae sobre o perfil do potencial empreendedor aposentado, ficou evidente a disposição para empreender entre aqueles que estão chegando à aposentadoria: 1 a cada 10 tem a intenção de abrir um negócio próprio nos próximos dois anos. Seja para aumentar a renda da família, seja para ocupar o tempo ou simplesmente para fazer algo que realmente gosta, para esses pesquisados, aposentadoria significa continuar trabalhando, e muito.

“Hoje faço exatamente aquilo que gosto e o principal: ajudo a fazer as pessoas felizes”, diz Claudio Gusela, diretor geral da NDVida, plataforma que ajuda empresas a melhorar a qualidade de vida e bem-estar de seus funcionários. Gusela continua trabalhando mesmo após a aposentadoria e não pretende parar tão cedo.

Executivo de multinacionais, o engenheiro elétrico buscou na experiência pessoal a motivação para criar seu próprio negócio. “Minha primeira esposa sofreu muito com depressão e cometeu o suicídio”, conta. “Foi uma fase muito difícil e eu contei com o apoio da empresa onde trabalhava para superar essa fase”.

A dificuldade pessoal associada ao gosto por esportes motivou a criar a startup que comemorou um ano de vida e cinco empresas no portfólio. “Com a crise, muitos jovens buscam oportunidades, abrem startups e número de negócios que não vão adiante é alto porque falta maturidade, um profissional mais experiente consegue transformar uma ideia em negócio de forma mais embasada”.

Tanto Gusela como Rosado participaram do InovAtiva Brasil, programa gratuito de aceleração em larga escala para negócios inovadores de qualquer setor e região do Brasil, realizado pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com execução da Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI).

Mulheres

A pesquisa do Sebrae também mostra que a maior taxa de mulheres empreendedoras está nesta faixa etária: 61% dos empreendedores iniciais são mulheres.

Alice Leonardo Padilha aos 72 anos tem seu ateliê e trabalha como artesã. Ela começou a empreender depois da aposentadoria, aos 50 anos. “Eu me aposentei com 30 anos de trabalho, mas era muito jovem, comecei a ajudar meu filho que trabalhava com restauro de móveis antigos”, conta.

Aos poucos, Alice foi se ‘desgarrando’ e começou a produzir as suas próprias peças. Investiu em cursos e pesquisa, foi aprimorando a própria técnica. Usa madeira e objetos rústicos (palha de milho, fibras) em suas peças. “Pretendo colocar meus produtos na internet, mas no momento organizo reuniões e as vendas são realizadas em casa, no boca a boca.”

Parar? “Jamais! Tenho muita coisa para criar e experiências para compartilhar.”

Fonte: R7

2019-12-20T14:48:05-03:00setembro 17th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|

Cuidado com dados distorcidos sobre o mercado

Recentemente, alguns veículos de comunicação e mídias sociais vêm divulgando dados distorcidos sobre o mercado de vendas diretas. Em alguns casos, há informações equivocadas sobre a remuneração de alguns líderes das forças de vendas de empresas associadas à ABEVD.

Assim como todas as notícias precisam ser checadas antes de serem compartilhadas, a orientação da ABEVD é que as forças de vendas sejam orientadas sobre estas informações, que muitas vezes podem ser fantasiosas e abalam a credibilidade do setor.

A ABEVD reforça que há quase 40 anos trabalha para promover e desenvolver o setor, com seriedade e compromisso. Todas as informações divulgadas pela entidade são baseadas em pesquisas feitas com investimentos para prover os empreendedores independentes, consumidores, autoridades, associados e imprensa com informação confiável e de qualidade.

Fonte: ABEVD

2019-12-20T14:38:48-03:00setembro 14th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |

Natura, Fatec Ipiranga e ACP foram algumas das visitas realizadas

Entidade oficial que representa as vendas diretas no Brasil, a ABEVD segue com seu papel institucional de visitar os associados para estreitar relacionamentos.

No dia 29 de agosto, a presidente executiva, Adriana Colloca e a gerente de novos negócios Natalia Hirata, foram ao centro de distribuição da Natura, onde foram recebidas por Bruna Menezes, responsável por visitas técnicas da empresa. A ideia foi entender como funciona a logística da empresa, desde o pedido feito pela empreendedora independente até a saída dos produtos do centro de distribuição.

Já no dia 03 de setembro, Adriana Colloca visitou a FATEC Ipiranga também acompanhada de Natalia Hirata. Convidada para falar sobre empreendedorismo no programa Papo Empreendedor, de responsabilidade do curso de Gestão Comercial da faculdade, a presidente executiva deixou sua marca no quadro comemorativo pelos 10 anos da instituição.

A visita à FATEC Ipiranga foi a primeira de uma série de encontros em instituições de ensino para divulgar o canal de vendas diretas junto ao público universitário. Este trabalho da ABEVD visa tornar a entidade ainda mais conhecida diante deste grupo da sociedade que pode aproveitar os benefícios como flexibilidade de horário de ganhos de acordo com as vendas para incrementar a renda mensal.

Não só associados e universidades foram visitados neste período. A diretora de assuntos institucionais, Adriana Angelozzi, foi até a Associação Comercial do Pará (ACP), em Belém, para conhecer o trabalho desenvolvido pela entidade junto ao setor de vendas diretas.

Fonte: ABEVD

Lei nº 6.200 do DF: Selo Multinível Legal

A ABEVD esteve reunida com o Secretário da SEDICT-DF (Secretaria de Economia, Desenvolvimento, Inovação, Ciência e Tecnologia do Distrito Federal), Dr. Antônio Valdir Oliveira Filho, para apresentar as preocupações acerca de potencial instabilidade desse tema ser tratado por normas estaduais e não em âmbito nacional.

A partir de agora, a associação está envolvida nessa discussão, estando apta a prestar as devidas contribuições sobre o tema e encontrar a melhor solução para todos.

O Selo Multinível Legal foi instituído no Distrito Federal por meio da Lei º 6.200 e tem como objetivo premiar as empresas de vendas diretas que operam com plano de remuneração de redes multinível.

Fonte: ABEVD

2019-12-20T14:38:49-03:00setembro 14th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |

Seminário debate ética em vendas diretas em outubro

Como trabalhar a ética em vendas diretas? Você conhece os códigos de ética da ABEVD? Sabia que existe um aplicável a empresas associadas e ao empreendedor e outro direcionado ao consumidor final?

Para solucionar estas e outras dúvidas sobre estes importantes documentos para a atividade de vendas diretas no Brasil, a ABEVD promove, no dia 25 de outubro, o Seminário de Ética em Vendas Diretas.

Idealizado para disseminar a relevância dos códigos de ética do setor, o evento apontará como estes documentos foram construídos de forma coletiva e vão além da legislação vigente, seguindo as diretrizes internacionais da WFDSA.

Entre os convidados para compartilharem experiências positivas estão grandes profissionais do setor como: Paulo Polesi (Herbalife), Adriana Paes (Amway), Paloma Doro (Jeunesse) e Eduardo Vilhena (Mary Kay).

A mediação das mesas caberá a Adriana Collocca, presidente executiva da ABEVD e Gisele Lorenzetti, diretora executiva da LVBA Comunicação e especialista em compliance e reputação. Além dos painéis, a programação do encontro conta com uma palestra sobre gestão ética.

“Com este seminário queremos mostrar as boas ações em ética e compliance praticadas pelas empresas do setor. A ideia é apresentar exemplos positivos e disseminar a importância dos códigos de ética para os associados e todas as empresas”, fala Adriana Colloca.

Com intervalo reservado para networking, o café da manhã terá oferecimento da Derraik & Menezes Advogados. As empresas interessadas em patrocinar o evento podem entrar em contato com a ABEVD pelo e-mail: [email protected]

As inscrições do evento já estão abertas e podem ser realizadas aqui.

PROGRAMAÇÃO

8h30 às 9h00 Credenciamento
9h00 às 9h10 Abertura – Ana Beatriz da Costa | Presidente do Conselho diretor da ABEVD
9h10 às 10h10 Painel: Aplicando na prática o Código de Ética
Eduardo Vilhena | Legal and Government Relations Director | Mary Kay
Paulo Polesi | Director Member Practices and Compliance | Herbalife Nutrição
Moderadora: Adriana Colloca | Presidente da ABEVD
10h10 às 10h30 Coffee break – Oferecimento Derraik & Menezes Advogados
10h30 às 11h30 Painel: Estratégias de reputação das vendas diretas
Adriana Paes |Manager Strategic Planning | Amway
Paloma Doro |Marketing, Communication and Sales Manager | Jeunesse
Moderadora: Gisele Lorenzetti | Diretora executiva da LVBA Comunicação
11h30 às 12h00 Palestra: Reflexões sobre uma gestão ética

LOCAL

Rua: George Ohm, 230, Torre B, Cidade Monções, São Paulo-SP
Dia 25 de outubro das 8h30 às 12h

INVESTIMENTO

Associados ABEVD: R$ 200,00
Não associados: R$ 350,00

Alteração na legislação do Espírito Santo

Na última reunião do Comitê de Assuntos Legais e Tributários, discutimos a recente alteração na legislação do Espírito Santo promovida pelo Decreto nº 4.271-R, que revogou o artigo 238 do RICMS (Regulamento do ICMS), que previa a possibilidade de o Estado firmar termo de acordo para fixar as regras da substituição tributária para vendas diretas.

Após análise dos efeitos da revogação, vislumbramos que não implicará prejuízos para o setor de vendas diretas, pois apesar de não mais haver previsão legal para firmar termo de acordo, há regras para apuração da base de cálculo previstas no RICMS, com redação similar adotada em outros Estados.

Por essa razão, concluiu-se que a ABEVD não atuará perante a Secretaria da Fazenda do Estado.

Fonte: ABEVD

2019-12-20T14:38:49-03:00setembro 14th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |

Treinamento da força de vendas do setor de vendas diretas

Por Eduardo Vilhena *

Em Junho de 2018, a Mary Kay completou 20 anos de presença no Brasil. Durante estas duas décadas muitas pessoas tornaram-se Consultoras de Beleza Independentes, fazendo parte da Força de Vendas Independente Mary Kay.

O treinamento da Força de Vendas Independente é um ponto primordial para o setor de Vendas Diretas. É crucial manter-se atento as oportunidades e principalmente as necessidades, a fim de garantir a melhor absorção possível do conteúdo para fortalecer as chances de aplicação prática. Vale lembrar que falamos de um universo de milhares e milhares de pessoas e quem não treina constantemente sua Força de Vendas Independente, abre caminho para ações indevidas, tais como: ofertas de oportunidade com promessas falsas ou de difícil alcance (de altos ganhos), abordagem indevida e/ou agressiva a membros de força de vendas independente de concorrentes, entre outros. Essas práticas citadas ferem os Códigos de Ética da ABEVD e colocam em risco todo o mercado de Vendas Diretas.

Para garantir que a Força de Vendas Independente tenha uma conduta adequada, a Mary Kay disponibiliza dois documentos: o “Seu Negócio Legal” que rege as diretrizes pelas quais devem conduzir seus negócios independentes e o “Guia de Uso das Redes Sociais” que traz a forma como podem ser usadas as mídias sociais para desenvolver seus Negócios Independentes.

O “Seu Negócio Legal” e o “Guia de Uso das Redes Sociais” são uma base sólida para direcionamento da conduta das Consultoras de Beleza Independentes da Mary Kay, incluindo tópicos importantes que refletem o código de ética da ABEVD, valendo ressaltar inclusive que este último foi atualizado recentemente.

Destaco os pontos mais importantes do “Seu Negócio Legal”:

Política de 100% de Satisfação – Caso, por qualquer motivo, um consumidor não esteja satisfeito com um produto, este poderá ser substituído sem custos ou o preço total de compra reembolsado, depois de sua devolução para a Consultora ou para a companhia (caso a Consultora não esteja mais ativa), mediante comprovante da compra;

Cobrança por sessões – Qualquer membro da Força de Vendas Independente nunca cobrará para oferecer Sessões de Beleza;

Mary Kay em estabelecimentos de varejo – É um ponto que gera muitas dúvidas, principalmente pelo movimento de multicanais que algumas empresas do setor estão adotando. Para ficar bem claro e objetivo, resumimos o conceito em uma frase de fácil assimilação para a Força de Vendas Independente: “A exibição ou a venda dos produtos da Mary Kay® em varejo ou estabelecimentos de qualquer tipo (incluindo sites de varejo e de leilão pela Internet) é proibida”.

Não poderia deixar de mencionar o incrível trabalho do time de Educação de Vendas da Mary Kay que oferece diversas orientações – remotas (pela web em vídeo) e também presenciais nas principais capitais – sobre temas presentes e complementares ao “Seu Negócio Legal” e ao “Guia de Uso das Redes Sociais”.

É por isso que o treinamento tem que ser amplo e constante, mostrando que a ética é a base e aqui na Mary Kay isso é um fato. Ainda que hoje entendamos que temos ótimos materiais, não nos acomodamos e estamos sempre desenvolvendo novos treinamentos e novas formas de apresenta-los à nossa Força de Vendas Independente.

* Eduardo Vilhena é Diretor Jurídico e de Relações Governamentais da Mary Kay do Brasil e membro da Diretoria da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD)

2019-12-20T14:38:49-03:00setembro 14th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD*) afetará a minha empresa

Por Maysa Machia Rodrigues Zardo *

Antes de qualquer discussão sobre as principais preocupações advindas com a aprovação da legislação sobre proteção de dados, algumas reflexões precisam ser feitas.

Uma dessas reflexões é se minha empresa coleta, armazena ou processa dados pessoais. Também é preciso avaliar o grau de sensibilidade das informações e se, de fato, é necessária a coleta da quantidade de dados que minha empresa efetua.

Por serem os dados pessoais as informações relacionadas a pessoas naturais identificadas ou identificáveis, o fato de minha empresa coletá-los, armazená-los ou processá-los, as obrigações previstas na legislação deverão ser observadas.

Ainda que pudéssemos aplicar as exceções previstas na Lei às empresas de venda direta, como essas empresas fazem um uso bastante amplo dos dados pessoais dos empreendedores, é recomendável (i) o consentimento prévio de cada empreendedor para a coleta; (ii) a descrição da finalidade desta coleta; (iii) a garantia de segurança e do sigilo das informações; e (iv) o acesso livre aos empreendedores para que eles possam não apenas cancelar facilmente o consentimento como também possam solicitar a correção ou atualização dos dados armazenados.

Além do cumprimento das exigências citadas acima, o grau de sensibilidade dos dados que minha empresa coleta, armazena ou processa deve ser sempre avaliado.

Na hipótese de as informações contemplarem informações sobre a religião dos empreendedores ou de qualquer outro dado sensível, a legislação será ainda mais exigente em relação a sua coleta, que deverá ser consentida pelo titular de forma específica, destacada e para finalidade específica.

De qualquer forma, o que se deve avaliar é se minha empresa precisa coletar, armazenar e processar todos os dados coletados. É possível dizer que, dentre os dados coletados, nem todos são usados para a finalidade que minha empresa descreveu em seus termos aceitos/assinados pelo empreendedor?

Se a resposta for sim, cabe aqui uma nova avaliação sobre o que minha empresa precisa coletar.

Isso porque, caso seja possível minimizar a coleta de dados pessoais aplicando os princípios necessidade e proporcionalidade, não há motivos de minha empresa coletar tantos dados pessoais, coletar dados sensíveis ou, dependendo do caso, coletar dados de menores de idade, cujas regras são ainda mais específicas.

Como não será possível fugir da aplicação da Lei e considerando que, após tantas notícias sobre vazamento de dados, os próprios usuários estarão mais atentos, importante que criemos mecanismos para adaptarmos as nossas empresas às exigências da legislação que entrará em vigor em fevereiro de 2020.

Dentre os mecanismos podemos citar a criação de um grupo multidisciplinar em minha empresa para as reflexões sugeridas neste material e posterior criação de planos de ação e de processos de segurança da informação.

Tais planos e processos, após implementados, deverão ser frequentemente atualizados para evitar não apenas as sanções previstas na Lei, mas, principalmente, riscos à imagem de minha empresa.

* Lei nº 13.709 de 14 de agosto de 2018.

 * Maysa Machia Rodrigues Zardo atua no Derraik & Menezes Advogados

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