RME | Mercado de venda direta surge como opção à crise

Diante das avaliações mais pessimistas da economia brasileira, com PIB em queda e emprego em baixa, o mercado de vendas diretas se apresenta como uma opção de renda para os empreendedores independentes e mais um importante canal de comercialização para as empresas.

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2019-12-27T16:00:59-03:00maio 27th, 2019|Categories: ABEVD na mídia|

Natura &Co e Avon unem forças para criar um grupo global de beleza, líder na relação direta com o consumidor

A Natura &Co (B3: NATU3) anuncia a aquisição da Avon Products, Inc. (NYSE: AVP), em uma operação de troca de ações, criando o quarto maior grupo exclusivo de beleza no mundo ao unir empresas de forte compromisso com a geração de impacto social positivo.

A combinação cria um grupo de excelência em cosméticos, multimarca e multicanal, e líder na relação direta com suas consumidoras, por meio das mais de 6,3 milhões de Representantes e Consultoras da Avon e da Natura, presença geográfica global, com 3,2 mil lojas, e uma crescente força digital. Com a Avon, a Natura &Co terá faturamento bruto anual superior a US$ 10 bilhões, mais de 40 mil colaboradores e presença em cem países.

A inclusão da Avon em um portfólio que já conta com Natura, The Body Shop e Aesop amplia a capacidade de Natura &Co de atender seus diferentes perfis de clientes, em diversos canais de distribuição, expandindo sua atuação para novas regiões. Essas marcas icônicas compartilharão a paixão pela beleza e pelos relacionamentos com mais de 200 milhões de consumidoras em todo o mundo, por meio de consultoras e representantes, lojas de varejo, plataformas digitais e e-commerce.

A Avon e a Natura foram fundadas por pessoas movidas por propósitos, atendendo consumidores por meio de uma rede de microempreendedoras independentes, que atuam como embaixadoras das marcas e consultoras de beleza. A Avon, marca com tradição de mais de 130 anos, é a principal plataforma de vendas diretas de produtos de beleza no mundo. Com marcas fortes nas principais categorias do setor e posições competitivas em vários mercados, a empresa tem grande potencial de crescimento futuro.

Natura &Co espera que a combinação desses negócios resulte em sinergias estimadas entre US$ 150 milhões e US$ 250 milhões anuais que serão parcialmente reinvestidos para aumentar ainda mais sua presença nos canais digitais e mídias sociais, em pesquisa e desenvolvimento, iniciativas de marca e expansão da presença geográfica do grupo.

“Sempre olhamos para a Avon com respeito e admiração. A Natura nasceu da paixão pela beleza e pelas relações. A união de hoje cria uma força importante no segmento. A venda direta já era uma rede social antes mesmo de a palavra existir, e a chegada da tecnologia e da globalização apenas multiplicou as oportunidades de se conectar com os consumidores de maneira significativa. O modelo de negócios está evoluindo para a venda por relações e o poder da era digital permite que o grupo vá além de fornecer produtos e consultoria, ampliando o empoderamento das mulheres por meio da independência financeira e do aumento da autoestima. Acreditamos que os negócios podem ser uma força para o bem e, com a Avon, ampliaremos nossos esforços pioneiros para levar valor social, ambiental e econômico a uma rede em constante expansão”, afirma Luiz Seabra, cofundador da Natura.

Segundo Roberto Marques, presidente executivo do Conselho de Natura &Co, “após as aquisições da Aesop em 2013 e da The Body Shop em 2017, Natura &Co está dando um passo decisivo para construir um grupo global, multimarca e multicanal, orientado por propósito. A Avon é uma empresa incrível, uma marca icônica, com colaboradores dedicados e mais de cinco milhões de Representantes que também acreditam no poder das relações. Juntos, aprimoraremos nossas crescentes capacidades digitais, nossa rede social de Consultoras e Representantes e alavancaremos nossa presença global de lojas e marcas diferenciadas, conectando e influenciando milhões de consumidores com diferentes perfis diariamente, tornando nosso grupo único, com uma plataforma formidável para o crescimento.”

“Esta combinação é o começo de um novo e animador capítulo na história de 130 anos da Avon. É um testemunho do progresso de nossos esforços de transformação da empresa, e acreditamos que isso permitirá acelerar significativamente nossa estratégia e expandir ainda mais nossa operação para o canal online. No ano passado, iniciamos uma jornada para fortalecer a competitividade da Avon ao renovarmos nosso foco na Revendedora, simplificando nossas operações e modernizando e digitalizando nossa marca. Juntamente com a Natura, teremos acesso mais amplo à inovação e a um portfólio de produtos, uma plataforma digital e de comércio eletrônico mais forte, além de dados e ferramentas aprimorados para que as Representantes liderem o crescimento e aumentem a geração de valor para os acionistas. Além disso, com o apoio da Natura, continuaremos a investir em tecnologia de ponta para aprimorar nossas capacidades digitais e a produtividade de nossas representantes. Tanto a Avon quanto a Natura são organizações orientadas por propósito, e a combinação nos permitirá melhor atender nossas milhões de representantes, alavancando a presença internacional da Avon com o mesmo forte comprometimento de melhorar a experiência e a renda da Revendedora”, afirma Jan Zijderveld, CEO da Avon.

“Nosso foco tem sido melhorar a experiência de nossas Representantes, acelerar a expansão internacional, melhorar nossa estrutura de custos, aumentar a flexibilidade financeira e, em última instância, posicionar a empresa para crescimento e sucesso no longo prazo. O Conselho está comprometido em aumentar o valor para os acionistas e essa combinação com a Natura representa uma nova era de crescimento para a Avon. O Conselho da Avon está confiante que a Natura será uma parceira poderosa para a marca, ao mesmo tempo em que oferece mais escala, operações e oportunidades ampliadas para colaboradores e Representantes, além de tremendo potencial de ganho para acionistas de ambas as empresas. Temos a satisfação de apoiar essa combinação transformadora”, reforça Chan Galbato, presidente do Conselho da Avon.

Como parte desta transação, foi criada uma nova holding brasileira,  Natura Holding S.A. Com base na relação de troca fixa de 0,300 ação de Natura Holding para cada ação da Avon, os acionistas de Natura &Co ficarão com 76% da companhia combinada, enquanto os acionistas da Avon terão aproximadamente 24%. Com base no preço de fechamento da Natura não influenciado por rumores de mercado, em 21 de março de 2019, um dia antes da data em que foi divulgado Fato Relevante confirmando as negociações entre Avon e Natura, a transação representa um prêmio de 28% para os acionistas da Avon e implica um múltiplo Ebitda de 9,5 vezes, ou de 5,6 vezes, presumindo o impacto total das sinergias esperadas. Com base nos preços de fechamento de 21 de maio, a transação avalia o enterprise value da Avon em US$ 3,7 bilhões, e o grupo combinado em aproximadamente US$ 11 bilhões. Após o fechamento da transação, as ações de Natura Holding S.A. serão listadas na B3, com 55% do capital em circulação, além de ADRs listadas na NYSE. Os acionistas da Avon terão a opção de receber ADRs negociados na NYSE ou ações listadas na B3. Outras informações estão no Fato Relevante, que podem ser acessadas pelo link: https://natu.infoinvest.com.br/ptb/7085/19550_691987.pdf

Após a conclusão da aquisição, o Conselho de Administração da empresa combinada será composto por 13 membros, três dos quais serão designados pela Avon. A transação permanece sujeita às condições finais habituais, incluindo a aprovação tanto pelos acionistas da Natura quanto da Avon, assim como das autoridades antitruste no Brasil e outras jurisdições. A conclusão da operação é esperada para o início de 2020.

A Natura &Co foi assessorada por UBS Investment Bank e Morgan Stanley e Avon foi assessorada por Goldman Sachs. Os membros do Conselho de Administração da Avon também foram assessorados financeiramente por PJT Partners.

2019-12-20T15:05:02-03:00maio 23rd, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Vendas diretas: setor mostra força em Congresso em São Paulo

A 2ª edição do Congresso Nacional de Vendas Diretas, realizada no último dia 7 de maio, foi um verdadeiro sucesso. Mais de 400 pessoas se reuniram no Villa Blue Tree, em São Paulo, para debater tendências, conhecer experiências e adquirir conhecimentos sobre este fascinante setor.

Convidada para proferir a palavra da autoridade, a deputada federal Soraya Santos (PR-RJ), 1ª secretária da Câmara dos Deputados e ex-líder da bancada feminina, ressaltou a força empreendedora do setor e falou sobre como mulheres inspiradoras encontram nas vendas diretas a autoestima necessária para enfrentar as dificuldades do dia a dia. Segundo a deputada, as vendas diretas podem ser uma excelente ferramenta para ajudar o Brasil a encarar a crise econômica.

Palestrante internacional – Pela primeira vez, a ABEVD trouxe um palestrante internacional para os eventos do nosso setor. Direto dos EUA, o co-presidente e Chief Health and Nutrition Officer da Herbalife Nutrition, John Agwunobi, impactou o público com sua palestra “Reflexão de uma gestão de Sucesso nas Vendas Diretas”.

O executivo apresentou os números que fazem da Herbalife Nutrition a marca número 1 no mundo em shakes substitutos de refeição e proteína e a 3ª maior empresa de venda direta no mundo. Com vendas líquidas de US$ 4,9 bilhões em 2018, explicou durante sua palestra o sucesso do negócio que tem como drive o foco em incentivar o estilo de vida saudável e ativo e proporcionar uma experiência positiva para seus consumidores e consultores independentes.

Durante sua fala, Agwunobi explicou a estratégia de segmentação que a empresa está lançando no Brasil e das mudanças estruturais na dinâmica do negócio. Nessa segmentação, eles fazem uma distinção entre os cadastrados que tem o perfil de clientes e consultores independentes.

“Na Herbalife Nutrition, temos muitas pessoas que se cadastram como consultores, mas, na verdade, são clientes fidelizados que querem adquirir produtos com desconto. A estratégia de segmentação vai além da forma de cadastro e está proporcionando uma experiência e dinâmica distintas para ambos os públicos com comunicações de marca personalizadas e customizadas”, afirma. No mundo, a empresa está presente em 94 países e o Brasil será o terceiro a implementar a segmentação.

De acordo com o executivo, as perspectivas são muito positivas. Na segmentação, a relação dos consultores e clientes será preservada, mesmo que o cliente possa comprar os produtos diretamente da empresa. “Temos mais de 4,4 milhões de consultores independentes no mundo e eles são o nosso diferencial. Eles seguirão acompanhando e motivando os clientes a adotarem um estilo de vida mais saudável e ativo e dando suporte para que façam boas escolhas nutricionais ao oferecerem produtos de nutrição e suplementação de qualidade”, completa.

Ao citar o mercado nacional, Agwunobi comentou que o “Brasil é a joia da coroa” da Herbalife Nutrition e que a empresa “tem muito orgulho de atender a população brasileira”. Em relação ao portfólio, o executivo apresentou diversos produtos de nutrição inovadores que a empresa tem no mundo e ainda reforçou que a estratégia é aumentar cada vez mais o valor agregado para os consumidores. Seja oferecendo sabores customizados para cada país que está presente, dando também maior praticidade no consumo e preparo e, para atrair novos consumidores, estão ampliando momentos de consumo, com lançamentos em novas categorias e com foco também em nutrição esportiva.

Para finalizar, Agwunobi citou que a empresa tem normas e padrões de conduta ética mais rígidos do que os códigos de ética das associações de vendas diretas no mundo. Para exemplificar, listou diversas práticas e indicadores que demonstram o porquê da empresa estar presente há 39 anos no mundo e ser líder em diversas categorias de produtos que disponibiliza no mercado.

Fonte: ABEVD

Líderes apontam caminhos para a venda direta no Brasil

Reunidos no painel “Estratégias dos Líderes das Empresas de Vendas Diretas” mediado pela presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca, o presidente da Avon Brasil, José Vicente Marino, o vice-presidente de venda direta da Natura, Erasmo Toledo e o presidente da Mary Kay Brasil, Alvaro Polanco, apresentaram ideias e perspectivas para o setor no país.

Questionado sobre o atual cenário econômico nacional, José Vicente cravou: “A venda direta vai crescer quando a economia voltar a crescer”. Ou seja, apesar de termos controlado os índices de inflação, ainda há outro dado macroeconômico que impacta diretamente no setor: a renda disponível para consumo. Segundo ele, as vendas esse ano devem continuar estáveis e próximas ao crescimento do PIB.

Com os índices de desemprego em alta, o setor de vendas diretas encara um cenário paradoxo: há mais chances das pessoas buscarem a atividade como alternativa de renda, mas por outro lado, com o baixo potencial de consumo, fica mais difícil realizar as vendas.

“A força das relações vem muito do estilo do brasileiro”, falou Erasmo Toledo, ao explicar um dos motivos que fazem a venda direta ser valorizada no Brasil. Para o executivo, o segredo está na proximidade que as vendas por relações proporcionam. Além disso há as oportunidades geradas pelo setor – principalmente para as mulheres – e a classe empresária do país que é competente.

Alvaro Polanco comentou sobre os desafios enfrentados pelo setor. Para ele, que sempre teve a impressão de que o “Brasil é o país da venda direta por seu potencial”, a queda no consumo pode ser vista como a maior barreira atualmente.

Para encarar esta situação, Alvaro comentou que a empresa trabalha pela valorização da mulher, mostrando o potencial de cada empreendedora para, assim, fortalecer o negócio e ajudar o país a voltar a crescer.

Ao analisar o atual mercado brasileiro de venda direta e o seu crescimento, José Vicente Marino, falou que muitas empresas entraram no setor nos últimos anos e com isso “o mercado hoje é muito mais competitivo do que foi no passado”. Demanda mais sabedoria dos players atuais.

Em plena evolução, segundo José Vicente, a venda direta atual é impactada pela tecnologia que serve como aliada e pela hiperconectividade que vem transformando as relações de venda no setor.

A mudança provocada pela tecnologia e vivenciada pelas vendas diretas pode ser vista por meio das conexões no mundo virtual. Segundo Erasmo Toledo, as vendas diretas podem ser consideradas redes sociais que quando se digitalizam potencializam e reforçam a rede.

“Reunir líderes como José Vicente, Erasmo e Alvaro no mesmo palco foi uma grande alegria. Com eles, que são profissionais super experientes na área, foi possível ver a visão de algumas das maiores empresas para o futuro, como a digitalização está sendo implementada, além é claro de conversar sobre a paixão que move o setor de vendas diretas. Além do conhecimento, os três são acessíveis e práticos. Acredito que assim como eu, todos saíram do painel com belos exemplos de liderança para a vida”, reflete Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Fonte: ABEVD

2019-12-20T14:28:53-03:00maio 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , |

Desafios tributários e entraves para as vendas diretas

Tema em alta no cenário econômico brasileiro, a reforma tributária foi tema da palestra comandada pelo economista Bernard Appy. Ao apresentar a sua proposta – já encaminhada ao Congresso Nacional – o especialista explicou como seria o IBS – Imposto sobre Bens e Serviços.

Bernard Appy se uniu ao diretor jurídico e de relações governamentais da Mary Kay Brasil, Eduardo Vilhena e ao diretor jurídico da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) Hélcio Honda, para debater sobre a reforma tributária e como ela pode impactar o setor de vendas diretas no Brasil.

Eduardo iniciou sua fala lembrando que o setor tem uma alta taxa de tributação e fez uma breve explicação sobre o ICMS-ST, sistema de arrecadação de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) por substituição tributária. Para explicar: as empresas de vendas diretas pagam quando vendem para os empreendedores independentes o ICMS que eles deveriam recolher no momento da venda do produto.

Para calcular o ICMS-ST é preciso negociar com cada um dos estados da federação e com o Distrito Federal a MVA (Margem de Valor Agregado), ou seja, a margem de lucro que o empreendedor deveria ter.

A pergunta é: como ficaria o ICMS-ST para venda direta com a Reforma Tributária? Há duas possibilidades: os empreendedores independentes podem ser considerados pequenos empreendimentos e a tributação seria paga na venda do distribuidor para o empreendedor ou caso seja mantida a regra de substituição tributária haveria apenas uma norma para o Brasil inteiro com uma única alíquota.

Já Dr. Honda comentou sobre a perspectiva positiva que há no Congresso Nacional e as chances de aprovação da reforma tributária, após a tramitação da Previdência.

No entanto, o especialista apontou que antes da reforma propriamente dita é possível fazer mais na questão dos tributos no Brasil. Ele defendeu a simplificação de regras e comentou que a questão da MVA nunca expressa a margem real, penalizando as empresas e empreendedores e sendo um fator de inibição do crescimento do setor.

Honda falou da incompreensão das autoridades sobre o tema e lembrou que antes da reforma macro é preciso resolver assuntos mais simples.

Fonte: ABEVD

Força de vendas: inspiração e motivação para manter o trabalho

Peça fundamental para todas as empresas, a força de vendas e como inspirá-la foi o tema do painel “Inspirando a Força de Vendas – como manter motivada a peça fundamental das Vendas Diretas” com Ivon Neves, presidente da Omnilife Brasil mediando e como participantes: Juan Carlo Franco, vice-presidente de vendas da América do Sul da Royal Prestige e Luiz Picolli, CEO da Cless.

Juan Franco comentou sobre as oportunidades geradas pela tecnologia e que as relações interpessoais estavam se transformando com esta evolução.

Ivon Neves falou sobre as adaptações que as empresas de vendas diretas vêm fazendo para encarar as novas profissões que estão surgindo. Pesquisas internas tentam prever quanto as pessoas ganham por hora para oferecer modelos comerciais que sejam competitivos em relação a estas ocupações.

Ao comentar sobre a importância da educação para a força de vendas, Luis Picolli, revelou que a Cless tem uma área específica voltada para formação, pois a empresa acredita que a transformação de vida das pessoas acontece por meio da educação.

Reflexão e aprendizagem – Para encerrar o Congresso em alto estilo, o neurocientista e escritor Pedro Calabrez ministrou a palestra “A Arte de Viver a Transformação” e mostrou como a transformação pode ser analisada pela perspectiva das ciências que estudam as relações entre mente, cérebro e comportamento.

Altamente motivacional e cativante, a palestra de Pedro apresentou diversos temas como confiança, regras que precisam ser respeitadas e dados sobre o mercado de trabalho convidando a plateia a uma profunda reflexão sobre o papel de cada um na sociedade.

Ao abordar a inteligência social ou colaborativa, Pedro explicou sobre como a inteligência permitiu que a humanidade evoluísse, deixasse as cavernas e chegasse aos dias de hoje.

Para finalizar sua fala, Pedro disse que era preciso fazer tudo por completo. “A vida é muito curta para gente não dar o nosso melhor,” falou o professor.

“O evento mostrou a força do setor, principalmente dos associados, em busca de um protagonismo. Foi muito bacana ver a mobilização do setor e espero que no ano que vem a gente tenha outros temas relevantes para perpetuar a importância da venda direta”, disse Ana Costa, presidente do Conselho Deliberativo da ABEVD.

Fonte: ABEVD

Expo ABEVD reúne executivos, empreendedores e fornecedores de Vendas Diretas

Simultaneamente ao Congresso Nacional de Vendas Diretas, a ABEVD realizou, pela primeira vez, uma feira do setor. A Expo ABEVD reuniu executivos, empreendedores e fornecedores das vendas diretas e se mostrou uma grande oportunidade para troca de informações e realização de novos negócios.

Entre os expositores estavam grandes empresas de vendas diretas e de fornecedores que apresentaram e divulgaram projetos, produtos, novidades e tendências para o setor. A Expo ABEVD foi aberta ao público em geral e recebeu ainda outros interessados em conhecer mais sobre o mercado, identificar players e oportunidades.

Fonte: ABEVD

Flexibilidade de horários é maior desejo de profissionais

Pesquisa realizada pela Hays, líder mundial em recrutamento, com mais de 2.600 pessoas mostrou que os benefícios mais valorizados pelos profissionais são a flexibilidade de horários e o home office.

Estes benefícios são cada vez mais procurados pela nova geração dos millenialls, jovens com pouco mais de 30 anos, que buscam o tão sonhado equilíbrio entre a carreira profissional e a vida pessoal.

72% dos entrevistados buscam alternativas de flexibilidade de horário, rompendo com a tendência do século 20, que pregava uma jornada fixa. Já 53% das pessoas desejam fazer o trabalho home office ou à distância.

A entrevista foi realizada com profissionais de mais de 400 empresas de todos os portes e dos principais ramos de atividade da economia brasileira.

Vendas diretas e a flexibilidade de horários – Empreendedor por natureza, o setor de vendas diretas se destaca por oferecer aos interessados a flexibilidade de horários tão desejada pelos profissionais.

Responsáveis pela gestão da própria carreira, os empreendedores independentes não têm chefes e escolhem qual a carga horária semanal que vão realizar – de acordo com os resultados que esperam alcançar. Vale lembrar que a remuneração é de acordo com o esforço empreendido.

Além de definir as próprias metas, os empreendedores independentes contam com o desenvolvimento pessoal proporcionado pelos treinamentos e dicas compartilhados pelas empresas do setor.

Com baixo valor de entrada, o setor é democrático e inclusivo, pois qualquer pessoa com mais de 18 anos pode aderir às vendas diretas. Basta ter vontade de empreender e gosto por vender.

Mais que um vendedor – Ao empreender em vendas diretas, a pessoa precisa ter em mente que não vende apenas um produto ou um serviço.

O profissional transforma a venda em uma experiência e passa a prestar uma espécie de consultoria ao cliente, indicando o que é mais apropriado para cada tipo de pessoa.

Fonte: ABEVD

Startup busca ampliar atuação de empresas no setor de vendas diretas

Desafiador e instigante, o setor de vendas diretas requer que as empresas interessadas busquem conhecimento antes de aderirem a este canal. Como montar um plano de negócios em vendas diretas? Quais são os principais desafios para as empresas que buscam entrar neste canal? Estas são perguntas que surgem logo no início da operação de uma entrante do setor.

As companhias que buscam oferecer seus produtos e serviços via vendas diretas devem procurar no mercado empresas com experiência para prestar mais do que uma consultoria.

Esta é a proposta da Onawa. A startup desenvolve ferramentas técnicas sob medida para cada cliente com o objetivo de potencializar os negócios por meio dos canais de vendas por relacionamentos.

Um dos objetivos da startup é favorecer a entrada de novas empresas no setor para expandir as categorias de produtos oferecidos aos consumidores finais.

Para isso, a empresa vai além do planejamento. Com foco na força de vendas, há um trabalho de marketing para os embaixadores, que visa divulgar novos produtos, promoções e campanhas.

Este trabalho é todo desenvolvido via aplicativos, assim, a tecnologia surge como grande aliada da startup e do setor de vendas diretas como um todo.

Com os aplicativos, a força de vendas pode cadastrar clientes, realizar vendas, receber materiais de comunicação e capacitação, além de acompanhar as bonificações.

Segundo Ítalo Queiroz, fundador e head de tecnologia “a tecnologia é fundamental para o aumento da produtividade dos embaixadores e para atração de jovens empreendedores para o modelo, só não é mais importante que o próprio relacionamento entre as pessoas.”

Fonte: Onawa

2019-12-20T14:29:25-03:00maio 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , , |
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