E-commerce Brasil -Planejamento da Black Friday: venda não é tudo; o foco deve ser a rentabilidade

A Black Friday é a oportunidade que muitas empresas têm para queimar estoque e alavancar as vendas. Porém, a época deve ser planejada com antecedência para não prejudicar a saúde financeira do negócio, segundo Amanda Santoro, gerente de planejamento comercial da Marabraz. “Não é só vender; é vender de forma saudável.”

Confira mais dicas da executiva, que participou do segundo dia do Fórum E-Commerce Brasil 2019, na última quarta-feira (17), para aprender a tirar mais proveito da Black Fridaysem prejudicar o caixa da empresa:

Prepare-se com antecedência

Segundo a especialista, o seu planejamento para a data começa com vários meses de antecedência, em junho. “Planejo o que vou comprar, a quantidade, o preço que vou vender, o que quero vender etc. A área comercial precisa levar isso para os fornecedores, e eles retornam com as informações do que dá para fazer [preços, margens, promoções] em meados de agosto. Depois, é só produção. Se você não começou a planejar a Black Friday, é melhor iniciar agora”, aconselhou.

Alinhe a expectativa da Black Friday com todas as áreas

A empresa como um todo deve trabalhar sob os mesmos objetivos e estratégias para alcançar um bom resultado. Alguns pontos de atenção elencados por Santoro:

  • SAC: Segundo ela, a loja precisa analisar o tamanho do seu pessoal e aumentar proporcionalmente para a Black Friday. Essa estratégia é fundamental para definir contratações.
  • Estimativa de tráfego: preparar os centros de distribuição.
  • Prazo de entrega: há lojas que atuam com estoque de três dias úteis de entrega. Na Black Friday, o prazo precisa aumentar pois a demanda é muito grande.
  • Financeiro e fluxo de caixa: é preciso ver se o e-commerce dispõe de dinheiro suficiente para comprar todos os produtos da Black Friday. É um outro orçamento, diferente do capital para pagar as contas.
  • Comunicação online: quem trabalha com omnichannel precisa alinhar as comunicações entre site e loja física.
  • Áreas de TI e KPIs: deve-se verificar se o tráfego do site vai suportar e monitorar, em tempo real, quais produtos estão com uma performance melhor – e quais não estão vendendo.
  • Anúncios: com boa precificação, não precisa investir tanto em marketing.

Estratégia e venda

Frete grátis? Cupom de desconto? Todo consumidor busca pela maior quantidade possível de benefícios na Black Friday. “[Normalmente] Pratico frete grátis e cupons de desconto, mas desligo todos no dia da Black Friday. A venda é muito veloz e, se deixo algum cupom valendo, automaticamente o cliente pode usá-lo em um preço já baixo, o que pode afetar o meu lucro final. Tome cuidado”, sinalizou Santoro.

Já sobre o período de ofertas, prorrogar ou antecipar a Black Friday tem se tornado cada vez mais comum. Segundo a especialista, essa é uma boa estratégia. “O problema são os estoques. Como o foco da Black Friday é a sexta-feira, pode ser que não tenha mais estoque no dia seguinte”, alertou.

Se você sabe o que vende, sabe o que deve negociar

  • Faça análise do que vendeu, o que apresentou melhor performance, se acabou o estoque. O que vende hoje na empresa pode ser que não exista durante a próxima Black Friday. Veja também as apostas dos fornecedores e os próximos lançamentos.
  • É necessário ter sempre em mente a margem mínima e saber até aonde pode diminuir o preço dos itens para ter lucro. Se não conseguir diminuir, vai precisar aumentar o preço do produto e, automaticamente, comprar menos estoque.
  • Queima de estoque: segundo Amanda Santoro, não precisa queimar preço na Black Friday. Não foque seus esforços para queimar estoque porque, às vezes, custa mais caro vender esse produto a todo custo do que vender depois. A Black Friday é momento de vender produto bom a preço bom.
  • Se o produto saiu de linha, estude qual produto similar pode vender e construa um mix.

De olho no financeiro, alinhe os pagamentos

  • Durante a Black Friday, a Marabraz acompanha a concorrência “de perto”. “Se meu preço não é mais baixo que o do outro, não avanço. Não vale a pena queimar o preço só para desovar o estoque”, aconselhou.
  • Atraso nas entregas: se ocorrer atraso, converse com seus clientes, ligue, comunique-se de alguma forma. Todos gostam de ser tratados como VIPs.
  • Precificação: para organizar uma Black Friday consistente, tem de respeitar o preço dos produtos. “Chamo esses itens de ‘seladinhos’. Se selei o produto no site, não mudo mais o preço para que o cliente não fique insatisfeito”, concluiu.

Por Dinalva Fernandes, da redação do E-Commerce Brasil

Fonte: E-commerce Brasil

2019-12-20T14:25:54-03:00julho 22nd, 2019|Categories: ABEVD Clipping|

Terra – 57% das vendas no e-commerce de moda e acessórios no primeiro trimestre foram feitas por mulheres

De acordo com o relatório de moda referente ao ano de 2018 desenvolvido pela Social Miner, nos primeiros três meses do ano passado, 57% das vendas dentro do segmento Moda e Acessórios se destinou às mulheres. Além disso, os dados utilizados pelo relatório (provenientes do estudo Webshoppers da Ebit/Nielsen) mostram que o comércio online segue em ritmo de crescimento.

Em 2018, o varejo online faturou R$53,2 bilhões, uma alta nominal de 12% em relação ao ano anterior. Os comerciantes que possuem empreendimentos ligados ao segmento de Moda e Acessórios (roupas, sapatos, lingeries e cinta modeladora, por exemplo) comemoraram o fato de o setor ter concentrado 5,6% de todo esse ganho, estando em segundo lugar no ranking das categorias mais procuradas e pedidas pelos consumidores, com uma representatividade de 13,5% aproximadamente.

Comerciantes devem suprir as demandas de seu público

As marcas do setor Moda e Acessórios devem permanecer atentas às principais demandas de seus consumidores, o que eles mais pesquisam dentro dos sites, seu perfil e comportamento de consumo. Esse acompanhamento frequente pode ser crucial na hora de traçar novas estratégias de venda e fidelizar o público-alvo da empresa.

2019 aponta para cenário mais positivo em relação ao comércio e varejo online

No primeiro semestre de 2019, de acordo com pesquisa realizada pelo Empresômetro, o crescimento do comércio online foi de mais de 8% em relação a 2018, o que representa um total de 72 mil novos negócios apenas neste ano. São empresas que visam, principalmente, a venda de roupas e acessórios, já que os produtos incluídos nessa categoria são os mais procurados. Por outro lado, o crescimento da concorrência exige dos comerciantes mais dedicação e comprometimento.

Só no dia dos namorados, o faturamento do comércio eletrônico subiu quase 25% em relação ao mesmo período no ano anterior, o que representa R$2,2 bilhões de acordo com dados da Ebit. Ainda que o tíquete médio tenha sofrido uma pequena retração (17%), o número de pedidos chegou aos 5,7 milhões, um aumento de 50%. A categoria Moda e Acessórios, especificamente nessa data, representou 18% das compras.

Cinta modeladora Yoga traz diversos benefícios ao corpo 

A cinta modeladora Yoga é muito indicada pelos médicos para auxiliar no processo de recuperação após cirurgia plástica e cirurgia cesariana. Além de ajudar na cicatrização, fornece sustentação e mais segurança aos movimentos realizados no dia a dia. A cinta também traz resultados muito positivos para quem busca afinar a silhueta e corrigir a postura, conquistando um corpo mais elegante e esguio.

A Yoga Distribuidora trabalha em parcerias com profissionais da área de saúde, como fisioterapeutas e médicos, com o objetivo de desenvolver materiais, modelos e produtos que promovam a saúde e o bem-estar de seus clientes.

O tecido é de fabricação exclusiva da Yoga Distribuidora, e, além de oferecer a compressão ideal (sem apertar) e constante, absorve todo o suor, mantendo a temperatura do corpo e incentivando a circulação sanguínea nas camadas mais superficiais da pele. Importante salientar que a cinta modeladora Yoga não limita e nem dificulta os movimentos do corpo.

Fonte: Terra

2019-12-20T14:25:54-03:00julho 22nd, 2019|Categories: ABEVD Clipping|

Revista Live Marketing – Com ampliação da consultoria digital e serviços bancários, Natura acelera digitalização de seu modelo de negócios

Como parte da transformação digital da empresa, a Natura dá mais um passo na revitalização de seu modelo de negócios: desde junho, todos as Consultoras de Beleza Natura passaram a poder vender de forma presencial e online a partir de um único cadastro. Dessa forma, a Natura busca acelerar ainda mais a digitalização da venda direta, além de oferecer novos recursos para fortalecer o empreendedorismo e autonomia de sua rede, como a Conta Natura.

No novo formato, todas as consultoras passam a poder ter um Espaço Digital, que permite a venda pela internet, além de poder atuar presencialmente. Todas as novidades serão acessadas através dos meios digitais exclusivos – site e o aplicativo Consultoria Natura -, que proporcionam o acompanhamento das vendas, as funções da Conta Natura, ferramentas para gestão de estoque e várias funcionalidades para apoiar a atividade.

Essa inovação visa contribuir para a evolução das Consultoras no plano de crescimento lançado em 2017, que recompensa aquelas que mais se dedicam à atividade, com cinco estágios de progressão: semente, bronze, prata, ouro e diamante, com mais vantagens conforme o volume de pedidos e vendas atingido. Agora todos os produtos passam a ter a mesma quantidade de pontos nas vendas presencial e online, e todos contam para a manutenção do cadastro.

Outra novidade é a parceria com o banco Santander. Disponível no início apenas para as Consultoras no interior de São Paulo, os serviços financeiros foram estendidos para todo o Brasil, com ótima aceitação pelas Consultoras de Beleza Natura nas primeiras semanas de disponibilidade da nova ferramenta. “Essa é mais uma evolução do nosso modelo de negócios, com o objetivo de trazer prosperidade e pertencimento para nossa rede. Por meio do espaço digital, as consultoras podem atender o cliente onde ele estiver, quando ele quiser; a Conta Natura aumenta a bancarização de nossa rede e permite que as Consultoras se profissionalizem cada vez mais, enquanto a disponibilidade de maquininhas de pagamento facilitam ainda mais o dia a dia da Consultora”, afirma Erasmo Toledo, vice-presidente de venda direta da Natura.

Em uma conta aberta e administrada de forma totalmente digital, a rede terá acesso a serviços bancários como o Cartão Natura, saque, depósitos, transferências entre bancos e maquininha portátil para pagamentos com cartões de crédito e débito, com condições exclusivas e diferenciadas. A conta receberá diretamente o lucro das vendas realizadas por meio da página online da Consultora ou das vendas presenciais realizadas com a maquininha de cartão. O saldo poderá ser utilizado para realizar compras com o Cartão Natura, saques e transferências.A nova fase também disponibiliza novas opções de kits iniciais de venda, ampliando as possibilidades de quem está iniciando sua jornada na atividade. A duas opções serão disponibilizadas para que a nova Consultora selecione o que mais se adequa ao seu perfil de venda, mais digital ou mais presencial. Além disso, a Consultora contará com cupons de desconto para oferecer aos clientes e materiais de divulgação para serem utilizados nas redes sociais.

Fonte: Revista Live Marketing

2019-12-20T14:25:54-03:00julho 22nd, 2019|Categories: ABEVD Clipping|

Pernambucanas faz parceria com Avon e venderá produtos da marca nas lojas

Para a Avon, será uma forma de entrar de vez na estratégia multicanal, com lojas, e-commerce e venda direta

A partir de agosto, a varejista Pernambucanas vai iniciar a venda de produtos da fabricante de cosméticos Avon, em uma parceria fechada entre as duas marcas centenárias.

Até o fim do ano, 32 unidades da Pernambucanas – de um total de 356 em nove Estados – terão espaços exclusivos Avon no qual serão vendidos cerca de 400 itens, entre perfumes, produtos para a pele e maquiagem.

Para as duas companhias, a estratégia representa uma forma de pegar a onda que as concorrentes de ambas já vêm surfando. No caso da Pernambucanas, a Renner e a Riachuelo ampliaram presença do setor de beleza em seus pontos de venda – segundo fontes de mercado, a relevância desses itens no faturamento já beira os 10%.

Para a Avon, será uma forma de entrar de vez na estratégia multicanal, com lojas, e-commerce e venda direta, como hoje já fazem suas principais rivais, Natura e Grupo Boticário.

“A estratégia faz sentido porque ambas as marcas atendem principalmente às mulheres de classe C”, diz o consultor Alberto Serrentino, fundador da consultoria Varese.

“A Pernambucanas tem forte presença em municípios do interior, enquanto a Avon, apesar dos esforços de rejuvenescimento, ainda é associada à mãe de família, justamente o perfil que mais compra na Pernambucanas.”

Conversas

A parceria entre Avon e Pernambucanas foi costurada diretamente entre os presidentes da varejista, Sérgio Borriello, e o da fabricante de cosméticos, José Vicente Marino.

Depois de um “namoro” iniciado entre suas equipes, os dois conversaram diretamente, chegaram à conclusão de que as sinergias eram óbvias e conseguiram colocar a operação em pé em cerca de oito meses. “Os públicos das duas marcas são muito parecidos”, disse Borriello ao Estado. “Se isso não bastasse, descobrimos que ambos torcemos para o Palmeiras.”

Para a Avon, disse Marino, as lojas da Pernambucanas serão uma peça-chave na estratégia de distribuição. Os espaços da marca vão funcionar não apenas como ponto de venda ao cliente final, mas também como postos de abastecimento das consultoras de venda direta.

A ideia é que revendedoras usem as lojas para fazer entregas mais rápidas. “Hoje, somos a única empresa de cosméticos que entrega pelo Rappi”, diz Marino. “Com a parceria com a Pernambucanas, vamos ter mais uma alternativa.”

Para a Pernambucanas, a oferta de produtos da Avon é tanto uma tentativa de correr atrás da concorrência, quanto de capturar uma fatia das vendas do mercado de beleza, que cresce mais do que o de confecções.

“Todas as empresas de moda estão tentando algum tipo de caminho para entrar nesse segmento, que cresce sistematicamente, tem recorrência de compra e valor médio alto”, diz Serrentino.

Especialmente no caso de perfumaria e maquiagem, diz ele, as redes de moda vêm ocupando espaço que no exterior está nas mãos das grandes lojas de departamento – modelo que não vingou no Brasil. Outra fatia do segmento, o de cuidados com a pele, acabou migrando para grandes redes de farmácias.

A partir do próximo mês, os produtos da Avon terão o mesmo tratamento dos demais itens vendidos na Pernambucanas. Isso significa acesso às opções de crédito da varejista.

Segundo Borriello, a empresa vem acelerando ações para atender às necessidades financeiras do cliente, com a análise de crédito para concessão de cartão da loja em sete minutos, descontos para quem usa o aplicativo e até uma operação de conta digital.

Momentos diferentes. O encontro entre a Pernambucanas se dá em um momento em que as marcas vivem diferentes realidades.

A Pernambucanas prevê abrir mais de 100 lojas até 2021 e retomou sua expansão nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, após conseguir resolver uma longa disputa societária. Já a Avon teve as operações globais adquiridas pela rival Natura – processo que só excluiu os EUA e o Japão.

Por enquanto, as administrações de Avon e Natura seguem separadas, mas só será possível saber se a nova proprietária da marca dará seu aval à parceria a partir do início de 2020, quando a aquisição deve ser concluída. As empresas não quiseram comentar esse assunto, mas disseram que, por enquanto, trabalham de olho numa expansão da parceria no ano que vem.

Fonte: Exame

2019-12-20T14:25:54-03:00julho 22nd, 2019|Categories: ABEVD Clipping|

Pesquisa internacional sobre empreendedorismo aponta que 2 a cada 3 brasileiros sonham em pedir demissão

Isso não quer dizer que odeiam seu trabalho, mas, na verdade, mostra que 77% deles sonham em empreender. Para os brasileiros, o fato de trabalhar para si próprio daria mais satisfação e flexibilidade

 

Os brasileiros realmente sentem que podem mudar o mundo: os indicadores mostram que, dos que têm vontade de se tornar empreendedor ou empreendedora, 67% acreditam que suas ideias poderiam contribuir para uma revolução no mercado.

A pesquisa realizada em 24 países contou com 23.500 participantes, incluindo 1 mil brasileiros, fez um levantamento sobre o sonho de empreender de pessoas ao redor do mundo e também suas motivações e principais desafios que enfrentam.

Globalmente, a principal razão de empreender é o fato de seguir uma paixão (64%). Mas, no Brasil, o que motiva mesmo é a flexibilidade de horário (64%), seguido pela vontade de ser seu próprio chefe (63%), o potencial de aumentar seus ganhos (54%), aumentar a satisfação profissional (51%) e, apenas em quinto lugar, foi citada a vontade de seguir uma paixão (50%).

Encomendada pela Herbalife Nutrition e conduzida pela OnePoll, a pesquisa apontou que apenas 21% dos brasileiros já está dando os primeiros passos para abrir seu próprio negócio ou já está empreendendo. Dos que estão interessados em começar um negócio, 65% se sentem sem fôlego para encarar os desafios. Além disso, 80% dos brasileiros acham que nunca teriam a oportunidade de seguir seu sonho de abrir o próprio negócio, enquanto 69% das pessoas nos demais países têm o mesmo sentimento.

Curiosamente, 64% dos brasileiros acreditam que as mulheres enfrentam desafios diferentes dos homens quando se trata de empreender, incluindo “quebrar padrões sociais, lidar com acesso limitado a financiamento e lutar para ser levada a sério”.

Porém, para ambos os sexos, entre as principais barreiras estão: os altos custos de investimento inicial (69%), insegurança de como começar (29%), falta de informação sobre dados de mercado e financiamento (27%), preocupações sobre se, de fato, será bem-sucedido (23%) e receio de não ser um negócio lucrativo (22%).

Como investimento inicial, 81% dos brasileiros usariam recursos próprios, mas também considerariam buscar algum tipo de investimento (26%), buscariam um sócio (23%) ou então buscariam empréstimos pessoal (22%). Apenas 17% pediriam dinheiro emprestado para algum familiar.

“Começar um negócio a partir do zero pode ser assustador, mas a oportunidade de buscar sua própria paixão pode ser uma experiência emocionante e libertadora”, disse John DeSimone, co-presidente e Chief Strategic Officer da Herbalife Nutrition.

Mesmo com essas dificuldades, 53% dos brasileiros acreditam que é mais fácil iniciar um negócio no Brasil do que em outros países. Seis em cada dez pessoas que têm vontade de empreender já deram seus primeiros passos, sendo que os homens foram 13% mais propensos a tomar a iniciativa do que as mulheres.

Dentre as principais motivações daqueles que empreendem, 57% afirmam que seguiram seus sonhos, enquanto 42% viram o potencial de mudarem seus ganhos, 34% ouviram seu instinto, 26% foram incentivados pela família e 21% por amigos.

A cada dez brasileiros que já empreenderam, cerca de nove acreditam que ter tomado essa decisão proporcionou muito mais felicidade para eles.

 

BENEFÍCIOS DE EMPREENDER

 1. Flexibilidade de horário 64%
 2. Vontade de ser seu próprio chefe 63%
 3. Potencial de aumentar seus ganhos 54%
 4. Aumentar a satisfação profissional 51%
 5. Vontade de seguir uma paixão 50%

 

 MOTIVOS QUE LEVARAM A EMPREENDER

 1. Seguir um sonho 57%
 2. Potencial de mudar seus ganhos 42%
 3. Ouvir seu instinto 34%
 4. Incentivo da família 26%
 5.Incentivo dos amigos 21%

 

BARREIRAS PARA ABRIR O PRÓPRIO NEGÓCIO

1. Altos custos de investimento inicia 69%
 2. Insegurança de como começar 29%
 3. Falta de informação de mercado e financiamento  27%
 4. Receio de não ser bem-sucedido 23%
 5. Receio de não ser um negócio lucrativo 22%

Pesquisa realizada em abril/2019.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa da Herbalife Nutrition

2019-12-20T15:04:59-03:00julho 17th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|

Pesquisa internacional sobre empreendedorismo aponta que 2 a cada 3 brasileiros sonham em pedir demissão

Isso não quer dizer que odeiam seu trabalho, mas, na verdade, mostra que 77% deles sonham em empreender. Para os brasileiros, o fato de trabalhar para si próprio daria mais satisfação e flexibilidade
Os brasileiros realmente sentem que podem mudar o mundo: os indicadores mostram que, dos que têm vontade de se tornar empreendedor ou empreendedora, 67% acreditam que suas ideias poderiam contribuir para uma revolução no mercado.
A pesquisa realizada em 24 países contou com 23.500 participantes, incluindo 1 mil brasileiros, fez um levantamento sobre o sonho de empreender de pessoas ao redor do mundo e também suas motivações e principais desafios que enfrentam.
Globalmente, a principal razão de empreender é o fato de seguir uma paixão (64%). Mas, no Brasil, o que motiva mesmo é a flexibilidade de horário (64%), seguido pela vontade de ser seu próprio chefe (63%), o potencial de aumentar seus ganhos (54%), aumentar a satisfação profissional (51%) e, apenas em quinto lugar, foi citada a vontade de seguir uma paixão (50%).
Encomendada pela Herbalife Nutrition e conduzida pela OnePoll, a pesquisa apontou que apenas 21% dos brasileiros já está dando os primeiros passos para abrir seu próprio negócio ou já está empreendendo. Dos que estão interessados em começar um negócio, 65% se sentem sem fôlego para encarar os desafios. Além disso, 80% dos brasileiros acham que nunca teriam a oportunidade de seguir seu sonho de abrir o próprio negócio, enquanto 69% das pessoas nos demais países têm o mesmo sentimento.
Curiosamente, 64% dos brasileiros acreditam que as mulheres enfrentam desafios diferentes dos homens quando se trata de empreender, incluindo “quebrar padrões sociais, lidar com acesso limitado a financiamento e lutar para ser levada a sério”.
Porém, para ambos os sexos, entre as principais barreiras estão: os altos custos de investimento inicial (69%), insegurança de como começar (29%), falta de informação sobre dados de mercado e financiamento (27%), preocupações sobre se, de fato, será bem-sucedido (23%) e receio de não ser um negócio lucrativo (22%).
Como investimento inicial, 81% dos brasileiros usariam recursos próprios, mas também considerariam buscar algum tipo de investimento (26%), buscariam um sócio (23%) ou então buscariam empréstimos pessoal (22%). Apenas 17% pediriam dinheiro emprestado para algum familiar.
“Começar um negócio a partir do zero pode ser assustador, mas a oportunidade de buscar sua própria paixão pode ser uma experiência emocionante e libertadora”, disse John DeSimone, co-presidente e Chief Strategic Officer da Herbalife Nutrition.
Mesmo com essas dificuldades, 53% dos brasileiros acreditam que é mais fácil iniciar um negócio no Brasil do que em outros países. Seis em cada dez pessoas que têm vontade de empreender já deram seus primeiros passos, sendo que os homens foram 13% mais propensos a tomar a iniciativa do que as mulheres.
Dentre as principais motivações daqueles que empreendem, 57% afirmam que seguiram seus sonhos, enquanto 42% viram o potencial de mudarem seus ganhos, 34% ouviram seu instinto, 26% foram incentivados pela família e 21% por amigos.
A cada dez brasileiros que já empreenderam, cerca de nove acreditam que ter tomado essa decisão proporcionou muito mais felicidade para eles.
BENEFÍCIOS DE EMPREENDER
 1. Flexibilidade de horário
64%
 2. Vontade de ser seu próprio chefe
63%
 3. Potencial de aumentar seus ganhos
54%
 4. Aumentar a satisfação profissional
51%
 5. Vontade de seguir uma paixão
50%
 MOTIVOS QUE LEVARAM A EMPREENDER
 1. Seguir um sonho
57%
 2. Potencial de mudar seus ganhos
42%
 3. Ouvir seu instinto
34%
 4. Incentivo da família
26%
 5.Incentivo dos amigos
21%
BARREIRAS PARA ABRIR O PRÓPRIO NEGÓCIO
1. Altos custos de investimento inicia
69%
 2. Insegurança de como começar
29%
 3. Falta de informação de mercado e financiamento
 27%
 4. Receio de não ser bem-sucedido
23%
 5. Receio de não ser um negócio lucrativo
22%
 Pesquisa realizada em abril/2019.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Herbalife Nutrition
2019-12-20T15:04:59-03:00julho 17th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|

Confira o ranking das 100 maiores empresas de vendas diretas do mundo em 2018.

A Direct Selling News anunciou sua lista Global 100 das principais empresas de vendas diretas do mundo.
Desde 2004, a DSN tem se dedicado a contar histórias focadas em relacionar as oportunidades que os vendedores diretos fornecem a milhões de proprietários de negócios independentes em todo o mundo. Em 2009, a revista achou apropriado reconhecer ainda mais o setor, compilando a lista do Global 100.
A lista da DSN Global 100 oferece uma perspectiva única sobre o impacto global da indústria nas esferas econômica e social. Ele oferece uma variedade de aprendizado mútuo, não apenas para os membros do setor, mas também para pesquisadores, investidores e, o mais importante, para aqueles que buscam oportunidades no setor.
Agradecemos a todas as empresas que participaram voluntariamente de nossa pesquisa, bem como à nossa dedicada equipe de pesquisadores que nos ajudaram a apresentar as conquistas notáveis ​​dos vendedores diretos em todo o mundo.
O seguinte contém a classificação para o 2019 DSN Global 100 (com base nas receitas de 2018), nossa lista anual das principais empresas de vendas diretas geradoras de receita do mundo. A lista é publicada na edição de junho da Direct Selling News.

2019 Rank
Company
2018 Revenue
1
Amway
$8.80B
2
Avon Products Inc.
$5.57B
3
Herbalife
$4.90B
4
Infinitus
$4.50B
5 Vorwerk $4.30B
6 Natura $3.67B
7 Nu Skin $2.68B
8 Coway $2.5B
9 Tupperware $2.0B
10 Young Living $1.9B
11 Oriflame Cosmetics $1.55B
12 Rodan + Fields $1.5B
13 Jeunesse $1.46B
14 Ambit Energy $1.3B
15 DXN Marketing Sdn Bhd $1.25B
16 Pola $1.24B
17 O Boticário $1.23B
18 USANA Health Sciences $1.19B
19 Belcorp $1.16B
20 Atomy $1.15B
21 Telecom Plus $1.09B
22 Yanbal International  $994M
23 Market America $837M
24 PM International $834M
25 Stream $800M
26 Team National  $734.5M
27 Amore Pacific $600M
28 Arbonne International $544M
29 Hinode $528M
30 Plexus $527M
31 OPTAVIA / Medifast, Inc. $501M
32 Miki $498M
33 Faberlic $463M
34 Scentsy $449M
35 Monat Global $435M
36 Younique $427M
37 For Days $385M
38 WorldVentures $377M
39 Cosway $368M
40 Nature’s Sunshine $365M
41 Prüvit $325M
41 Beautycounter $325M
43 4Life Research $324.9M
44 LG Household & Healthcare $304.5M
45 Family Heritage Life $294M
46 Vivint $290M
47 Noevir  $277M
48 Hy Cite Enterprises, LLC $275M
49 Pro-Partner $246M
50 Pure Romance $237M
51 Naturally Plus $236M
52 New Image Group $231M
53 proWIN International $230.2M
54 Morinda $230M
55 Menard $226.5M
55 CUTCO/Vector Marketing $226M
57 ARIIX $220M
58 SEACRET $211.5M
59 Southwestern Advantage $209M
60 LifeVantage $203M
61 Vida Divina $197M
62 KK Assuran $195M
63 Vestige Marketing $194M
64 NHT Global $192M
65 Hillary’s Blinds $185M
66 Giffarine Skyline Unity Co. $181M
67 BearCere’Ju $180M
68 Mannatech $173.5M
69 Youngevity $162M
70 Princess House $161M
71 Charle $159M
72 Diana $147M
73 Naris $137.5M
74 Maruko $130M
75 Marketing Personal $125M
76 Immunotec Research Ltd $120.5M
77 ASEA $120M
78 Color Street $119M
79 World Global Network $119M
80 Usborn Books & More $118M
81 C’BON Cosmetics $110M
82 Xyngular $109M
83 TruVision Health $106M
84 Zhulian $103M
85 Nefful $101M
86 MyDailyChoice / HempWorx $100M
87 Perfectly Posh $100M
88 Energetix $94.5M
89 ZURVITA $94M
90 Arsoa Honsha $90.5M
91 Best World Int’l Ltd $88M
92 Hai-O $87M
93 Koyo-sha $86M
94 Shinsei $79M
95 Captain Tortue $77M
96 Chandeal $72M
97 Grant E One’s $68M
98 Nikken $67.5M
99 Zinzino $67M
100 Pieroth Wein $60M
100 Medical Marijuana/Kannaway $60M

Fonte: Direct Selling News

2020-04-16T16:25:29-03:00julho 10th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|
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