Café com Associados: ABEVD reúne empresas de marketing multinível para debater relevantes temas do setor

São Paulo (SP) – No dia 7 de agosto, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realizou o Café com Associados, e reuniu gestores de grandes empresas de marketing multinível em São Paulo, Capital.

Estavam presentes: a presidente da América Latina da Amway, Rossana Sadir; o presidente da Herbalife Nutrition, Jordan Rizetto; o presidente do Grupo Hinode, Sandro Rodrigues; o CEO da Racco Comésticos, José Damigo Neto; o diretor geral network marketing da Polishop, Gilberto Guitti; diretor geral da Lyconet, Davi Rubim Damazio; o presidente da Jafra, Malte Horeyseck; o CEO da Jeunesse, Lásaro do Carmo Jr.; o regional CFO da 4Life Research, Jorge Todeschini; e a diretora de marketing e vendas da Royal Prestige, Catia Bandeira.

Pesquisa de opinião, planejamento e prioridades, projetos de leis que afetam a venda direta e os seus status, ações para fortalecer a imagem da venda direta e possíveis medidas preventivas a empresas que possam desacreditar a venda direta, foram os principais pontos abordados durante o encontro.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2019-12-20T14:46:41-03:00agosto 23rd, 2019|Categories: ABEVD na mídia|

Comitê Legal da ABEVD participa de palestra sobre Lei Geral de Proteção de Dados

São Paulo (SP) – A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) reuniu, na quarta-feira (07.08), o seu Comitê Legal para uma palestra sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), com a diretora da área de Direito Societário da Gaia Silva Gaede & Associados, Vanessa Cristina Santiago em São Paulo, Capital.

Os aspectos da Lei, o que são os dados pessoais, protagonistas da LGPD, direitos dos titulares dos dados, impactos para as empresas de vendas diretas, requisitos para manipulação de dados pessoais, penalidades e fiscalização, como se preparar, vigência da Lei e principais dúvidas, foram os pontos abordados durante o encontro.

Para iniciar, a diretora de assuntos institucionais da ABEVD, Adriana Angelozzi explicou que o foco do encontro é mostrar como a Lei Geral de Proteção de Dados pode afetar a força de vendas, já que na LGPD existe um ambiente interno, e o que é feito com os dados dos colaboradores e como é tratado isso em âmbito do Recursos Humanos.

“Você também tem a preocupação do que fazer com a força de vendas. Por exemplo, quando as consultoras estão cadastrando novas pessoas, se mandam entregar a encomenda no vizinho, como lidar com isso?”, comentou Angelozzi.

Na sequência, a diretora da área de Direito Societário da Gaia Silva Gaede & Associados começou a palestra ressaltando a relevância do tema, já que é um assunto em evidência, ainda mais em tempos de vazamento de dados.

“No Brasil o tema ganhou muita força em agosto do ano passado, quando a lei foi publicada, mas no mundo já temos iniciativas que estão consolidadas, e sendo tratadas há algum tempo”, iniciou a diretora.

Ao fazer um panorama do histórico legislativo, Vanessa abordou a lei Data Protection Act do Reino Unido; a Data Protection Directive da União Europeia; a General Data Protection Regulation (GDPR) da União Europeia; e as do Brasil: Lei nº 12.737 “Lei Carolina Dieckman”; a Lei nº 12.965 “Marco Civil da Internet” e a nº 13.709 da LGPD.

“Quando você vê a Lei Geral de Proteção de Dados, ela diz o seguinte: que os dados em questão não são só aqueles que circulam por meio eletrônico, são quaisquer dados coletados”, comentou.

De acordo com ela, a intenção do legislador em relação a proteção de dados no ambiente nacional é dar segurança jurídica para o tratamento de dados. Sendo esses dados das pessoas físicas que são obtidos de diversas maneiras.

“A legislação dispõe sobre outros elementos sempre no sentido de garantir a segurança jurídica. Por exemplo: define processos de coleta, armazenamento e compartilhamento de dados; aplicação extraterritorial da lei; abrange todos os setores da economia (não só por meios eletrônicos); e penalidades e fiscalizações”, acrescentou.

Ainda segundo Vanessa, a preocupação com o tema é relevante, pois a legislação brasileira está visando proteger o titular dos dados quanto a sua privacidade, quanto a inviolabilidade da sua intimidade, da honra da imagem e os direitos como consumidor.

Ao entrar no assunto dado pessoal, a diretora explicou que só se aplica à pessoa natural, mas que todos devem se atentar e ter cuidado ao fechar conceitos sem se aprofundar.

“Em uma das apresentações que fiz levantaram uma questão sobre não lidar com pessoa física. E eu questionei: não lida com pessoa física? Mas você lida com os seus colaboradores, certo? Você tem prestador de serviço? Você tem Microempreendedor Individual (MEI)? Então embora seja um empresário para fins da legislação, ele é uma pessoa natural e disponibiliza dados”, declarou.

Vanessa explicou que o dado é aquele que se permite identificar diretamente ou tornar aquela pessoa identificável, exemplos: nome, endereço, e-mail, telefone, ou seja, qualquer meio que permita que alguém chegue até determinada pessoa.

Em seguida, a diretora explicou quem são os protagonistas da Lei da Geral de Proteção de dados: controlador, empresas que detém as informações, a quem cabe as decisões de tratamento dos dados; operador, pessoas e organizações responsáveis por coletar e tratar os dados em nome do controlador; encarregado, pessoa indicada pelo controlador e/ou operador para atuar como canal de comunicação entre o controlador, os titulares dos dados e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados; e os titulares, indivíduos “donos” das informações tratadas.

Entre os detalhes sobre os dados, a diretora abordou detalhes sobre informação e consentimento; acesso aos dados coletados; correção de dados incompletos ou desatualizados; anonimização de dados a qualquer momento; portabilidade de dados; eliminação de dados; informação e consentimento expresso sobre compartilhamento; e revogação do consentimento.

Ao entrar no segmento de venda direta, Vanessa deu o exemplo dela mesmo, sendo uma consumidora de venda direta.

“Nunca me pediram o meu endereço, meu telefone. Porque basicamente eu escolho o produto na revistinha e coloco o meu nome. A revendedora me conhece, e ela vai e me entrega. Geralmente, as relações se dão assim”, contou.

A diretora comentou que é de conhecimento geral que esse mercado vem crescendo e que a venda pela internet já é uma realidade, porém ainda tímida. Mas quando começa a ganhar capilaridade, e sai das empreendedoras ou dos empreendedores e começa a ganhar corpo, começa a virar empresa, é nesse momento que é necessário se preocupar.

“Esse mercado foi ganhando tanta relevância, que ainda tem os empreendedores individuais na base, mas na medida que eu subo, eu vou tendo profissionalização. Distribuidores, presidentes, tem uma nomenclatura que essas pessoas ascenderam no nível e agora elas controlam um determinado nicho com determinadas informações e que acabam sendo a principal fonte de renda delas”, acrescentou.

Para as empresas poderem manipular os dados, Vanessa explicou que há alguns requisitos, como: consentimento, cumprimento de obrigação legal, execução de contrato ou procedimentos preliminares, atendimento a interesses legítimos do controlador ou de terceiros. Também há os critérios de apuração pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados na conduta dos controladores e operadores: boa fé, vantagem auferida, reincidência, grau do dano, cooperação do infrator, pronta adoção de medidas corretivas, proporcionalidade entre gravidade da infração e a penalidade, adoção de medidas e boas práticas de governança.

Ao finalizar, Vanessa deu algumas dicas de como as empresas podem se preparar para a LGPD.

“Fazer a reestruturação de procedimentos para coleta e tratamento de dados. Orientações e diretrizes claras à força de vendas, adoção de mecanismos e procedimentos internos capazes de minimizar riscos, indicação de encarregado pelo tratamento de dados pessoais”, finalizou.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2019-12-20T14:46:14-03:00agosto 23rd, 2019|Categories: ABEVD na mídia|

Vendas diretas são oportunidade de renda para driblar o desemprego

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no dia 15.08, mais de um quarto dos desempregados (26,2%) procuram trabalho há, no mínimo, dois anos, o que equivale a 3,347 milhões de pessoas nessa condição. É o maior aumento desde 2012, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua).

Entre as soluções encontradas pelos profissionais que estão tentando driblar o desemprego, a venda direta é uma oportunidade de renda, com diversas vantagens, como a flexibilidade de horário.

Em 2018, o setor de vendas diretas movimentou R$ 45 bilhões no país e envolveu cerca de 4 milhões de empreendedores independentes, que atuam como revendedores de produtos de saúde, beleza, utilidades domésticas, vestuário, alimentos, joalheria, entre muitos outros.

E, ao contrário do que se pensa, a venda direta atrai muitos jovens e quase 100% dos empreendedores individuais estão na faixa etária classificada como economicamente ativa, ou seja, possuem idade entre 15 e 59 anos.

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) 48,9% dos empreendedores individuais possuem idade entre 18 e 29 anos; 46,8% entre 30 e 55 anos; e 4,9% mais de 55 anos. Sendo, 56,7% mulheres e 43,3% homens. Além disso, 53,1% possuem o ensino médio completo; 31,3% ensino superior; e 15,6% o fundamental.

Os números globais em relação a força de vendas em 2018 apontam 118,4 milhões de pessoas atuantes, sendo as Américas a n° 2 em força de vendas, com 31 milhões de pessoas, atrás apenas da Ásia. O número de empreendedores individuais também cresceu. Em 2017, 116,6 milhões de pessoas se dedicavam à atividade de venda direta em todo o mundo. Em 2018 o número chegou a 118,4 milhões de pessoas, um crescimento de 1.6%.

A venda direta é um modelo de negócios utilizado tanto pelas grandes marcas como por pequenas empresas para vender seus produtos e serviços diretamente aos consumidores finais, sem a necessidade de um estabelecimento comercial fixo e eliminando, assim, uma cadeia de intermediários e de custos. O contato com os potenciais clientes é feito por meio de empreendedores independentes, que são chamados de revendedores, consultores, distribuidores, agentes, entre outros.

“O segmento é uma ótima oportunidade de negócio para quem quer construir uma carreira profissional como empreendedor, com horários flexíveis e autonomia de decisões, ou ainda para quem busca apenas uma renda extra no seu orçamento. Para grande parte dos envolvidos é uma possibilidade de independência financeira, prosperidade, melhora de autoestima, possibilitando um empoderamento e o sentimento de fazer e cuidar da própria vida”, declarou a presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Venda Diretas (ABEVD), Adriana Colloca.

Além de oferecer oportunidade de empreender com baixo investimento inicial, grande parte das empresas de vendas diretas oferece treinamento constante para os empreendedores. “Eles adquirem conhecimento sobre o produto que estão vendendo e, também, sobre técnica de vendas, construção de carteira de clientes e até mesmo de como falar em público, ou seja, conhecimento que não se restringe somente ao exercício da venda direta, mas em qualquer atividade profissional. A ABEVD também contribui com o mercado disponibilizando benefícios para as empresas associadas, como cursos, descontos em produtos e serviços, entre outros”, completa Colloca.

Sobre a ABEVD
A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos, criada, em 1980, para promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços diretamente aos consumidores finais.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2019-12-20T14:47:17-03:00agosto 21st, 2019|Categories: ABEVD na mídia|

CVM – Nota Institucional – Uso indevido de nomes relacionados à CVM pela Binary Bit

Empresa está envolvida em possível esquema de fraude (pirâmide)

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) alerta o público em geral para o fato de que a Binary Bit (https://www.binarybit.co/  link para site externo) está utilizando indevidamente os nomes da Autarquia e do seu Superintendente Geral, Alexandre Pinheiro dos Santos, com a finalidade de transmitir aparência de credibilidade para possível esquema de fraude, na modalidade de pirâmide.

Em https://youtu.be/QcIBr_BX1cg (link para site externo) e https://www.youtube.com/watch?v=VI5DuS8-huE (link para site externo) são encontrados vídeos com referências indevidas à CVM e ao seu Superintendente Geral, inclusive com a falsa informação de que este estaria presente, representando a Autarquia, em evento em Salvador/BA, cujos detalhes são apresentados em https://www.binarybit.site/convencao/ (link para site externo). O segundo vídeo acima diz respeito a um evento ocorrido em 2012 e está sendo utilizado indevidamente com legenda falsa alusiva à Binary Bit e ao referido evento em Salvador.

A CVM informa ainda que, entre outras providências, já comunicou indícios de crime de ação penal pública, envolvendo possível fraude financeira na modalidade de pirâmide, na atuação da Binary Bit ao Ministério Público do Estado de São Paulo (Processo CVM nº 19957.005764/2019-39) e, em razão dos fatos específicos envolvendo o uso indevido do seu nome e do nome do seu Superintendente Geral, informou o Departamento de Polícia Federal, com o qual a Autarquia inclusive mantém um acordo de cooperação.

Atenção!

Caso receba proposta de investimento por parte da empresa acima referida ou de qualquer representante ou preposto seu, entre em contato com a CVM pelo Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), preferencialmente fornecendo detalhes do contato e a identificação das pessoas envolvidas.

Fonte: Comissão de Valores Mobiliários (CVM)

2019-12-20T14:47:18-03:00agosto 20th, 2019|Categories: ABEVD na mídia|

Criptomoedas preocupam ABEVD e CVM

São Paulo (SP) – Na última sexta-feira (16.08), a presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca e a diretora de assuntos institucionais, Adriana Angelozzi realizaram uma reunião com o superintendente de proteção a investidores da Comissão de Valores Mobiliário (CVM), José Alexandre Vasco para debater sobre as denúncias à empresas investimentos em criptomoedas que dizem operar no sistema de marketing mutinivel.

O objetivo da reunião para a ABEVD foi expressar a preocupação em relação as empresas que estão usando a criptomoeda dentro do marketing multinível. O assunto que já está em pauta há algum tempo, vem tomando corpo e levantando a preocupação tanto da Associação quanto da própria CVM.

“Nós da ABEVD estivemos reunidos com o José Alexandre Vasco, que cuida de denúncias de criptomoedas e pirâmides financeiras dentro da CVM. Estamos preocupados com o assunto, e trabalhando junto à Comissão de Valores Mobiliários para encontrar uma forma de contribuir com a apuração das denúncias de uma forma mais célere”, declarou Adriana Angelozzi.

A relevância é tamanha que no último domingo (18.08), o programa Fantástico, da Rede Globo, veiculou uma reportagem sobre o tema, inclusive com o superintendente José Alexandre Vasco.

Criptomoedas x Marketing Multinível

As empresas que transacionam criptomoedas e vêm se intitulando como parte do mercado de vendas diretas e marketing multinível, não são reconhecidas como parte desse mercado pela ABEVD.

Faz parte do Código Ética da Associação e boas práticas do setor não oferecer oportunidades de ganhos rápidos e irreais que iludam a força de vendas e gerem danos reputacionais para o setor. Como em qualquer outra atividade, os ganhos que o empreendedor tem nas empresas de venda direta tradicionais são proporcionais  à dedicação, trabalho e tempo dedicado à atividade. Além disso, é impossivel garantir retorno ao comercializar um ativo de risco tão volátil.

Além disso, a ABEVD adota rigorosos critérios para que a atividade de vendas diretas se auto regulamente e tenha o mais alto nível de conduta para garantir as relações entre as empresas, empreendedores diretos e consumidores finais.

A Associação ressalta que, o canal da venda direta corresponde a quase 4% do varejo, e gera oportunidade de renda para 4 milhões empreendedores independentes, independência financeira e autoestima para toda a população. A ABEVD apoia esse modelo de negócio que oferece inclusão social, empoderamento de mulheres e oportunidades em todo o território brasileiro.

Fonte: Assessoria de Imprensa da ABEVD

2019-12-20T11:01:40-03:00agosto 19th, 2019|Categories: ABEVD|

Natura inicia jornada de seleção de jovens aprendizes 2019

Programa visa inclusão social e desenvolvimento profissional de jovens estudantes. Inscrições vão até 2/9

São Paulo, 12 de agosto de 2019
– A Natura inicia mais uma jornada de seleção de Jovens Aprendizes com mais de 100 vagas nas unidades de São Paulo, Cajamar, Itupeva e Benevides (PA). A partir das diretrizes de diversidade da empresa e o propósito de gerar impacto social positivo, o objetivo do programa é oferecer, de forma estruturada, a inclusão e o desenvolvimento de jovens no mercado profissional. Estudantes que estejam cursando ou que tenham concluído o ensino médio ou técnico, com idade entre 16 e 22 anos, podem se inscrever até 2 de setembro.Além de buscar jovens na comunidade do entorno dos espaços da Natura, nesta edição o programa renova a parceria com a Apae (Associação de Pais Amigos dos Excepcionais de São Paulo) para inclusão de jovens com deficiência intelectual. Outro parceiro institucional é o Instituto Fazendo História, uma organização não governamental que oferece serviço de acolhimento e cuidado para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Por meio do programa grupo nÓs, por exemplo, a entidade apoia jovens acima de 18 anos na busca por moradia e desenvolvimento profissional.

Jornada de seleção

Em linha com a estratégia de digitalização da Natura, o processo seletivo será conduzido em parceria com o TAQE, plataforma de recrutamento que traz oportunidades de emprego em forma de jogos. A experiência digital e os conteúdos da ferramenta estimulam o autodesenvolvimento e aprendizado dos jovens, que contam ainda com o recurso da geolocalização para quem está no entorno dos espaços.

Para iniciar a inscrição, basta acessar o site www.taqe.com.br/natura ou fazer o download do aplicativo gratuito, disponível nas plataformas Android e iOS. Depois de cadastrar as informações iniciais, como nome, idade e formação escolar, o candidato responde a alguns testes para verificar qual vaga combina mais com o perfil dele.

Após essa etapa, os estudantes selecionados participarão de um momento presencial na empresa, previsto para acontecer em setembro. Novidade nessa edição, um transporte fretado será disponibilizado para os candidatos se deslocarem até a sede administrativa da empresa, sendo o ponto de partida e chegada um local de acesso central na cidade. Esse tipo de transporte é um dos benefícios que os contratados poderão utilizar na empresa.

As 125 vagas disponíveis contemplam áreas como inovação, logística, comercial e administrativo nas unidades Nasp, Cajamar e Itupeva, em São Paulo, e Benevides, no Pará, além do Instituto Natura. Os jovens aprendizes selecionados ingressam em novembro de 2019.

Jovem aprendiz Natura 2019

Perfil: estudantes que estejam cursando ou que tenham concluído o ensino médio ou técnico, com idade entre 16 e 22 anos.

Inscrições: www.taqe.com.br/natura ou via app

Vagas: 125 – entre Nasp, Cajamar, Itupeva e Instituto Natura, em São Paulo, e em Benevides, no Pará.

Data: até 2/9


Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Líder no setor de venda direta no Brasil, com mais de 1,7 milhão de consultoras, faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Natura, The Body Shop e Aesop, com faturamento de R$ 13,4 bilhões em 2018. Foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação B Corp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo “The Leaping Bunny”, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México e Peru, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras, pelo Rede Natura, por meio do app, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedInFacebookInstagram.

Sobre o TAQE

TAQE é uma plataforma de empregos que capacita e recomenda jovens para o mercado de trabalho. O app usa aulas e testes gamificados para simplificar e melhorar o processo de recrutamento, combinando perfil do usuário e das empresas. A plataforma desenvolve uma identidade profissional certificada para os candidatos, permitindo que o algoritmo realize o match com as vagas e cultura das organizações. Dessa forma, o TAQE empodera jovens e aumenta a produtividade das empresas. A startup integrou a primeira turma do programa de aceleração da Estação Hack, o primeiro centro de inovação do Facebook no mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa Natura

2019-12-20T12:11:56-03:00agosto 12th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|

O Globo – Fabricantes de iogurte e chocolate apostam na venda porta a porta para vender em comunidades

Nem batom nem perfume. A venda porta a porta entrou na mira das empresas de alimentos. O segmento ainda abocanha tímidos 4% do faturamento do setor de venda direta no Brasil, de R$ 45 bilhões.

Fabricantes de iogurte e chocolate já exploram um modelo de venda ancorado principalmente em revendedores de baixa renda. Criam oportunidade de emprego em comunidades, fomentam uma nova base de clientes e ganham acesso a hábitos de consumo.

A Danone traz seu projeto Kiteiras ao Rio em setembro. As atuais cinco mil revendedoras de kits de produtos da marca de lácteos atuam em 13 cidades de quatro estados. Em Salvador, onde o programa começou em 2011, elas já respondem por 15% das vendas. Em 2018, 2,13 mil toneladas de produtos Danone foram vendidos nas comunidades de baixa renda. No total, o modelo de venda porta a porta comercializou 7,3 mil toneladas de produtos — o equivalente a R$ 13 milhões em vendas.

— É venda direta via catálogo, com kits que custam de R$ 19 a R$ 150. Ela casa a capacitação e a oportunidade de geração de renda de mulheres dessas comunidades, que ficam com 30% do valor da venda, em parceria com um distribuidor local — diz Ligia Camargo, diretora de Sustentabilidade da Danone.

No Estado do Rio, o programa vai começar por municípios da Região Metropolitana, que vão desde Niterói, em comunidades como a do Cavalão, passando por Jardim Catarina e Complexo do Salgueiro, em São Gonçalo, até chegar a Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.

Diversificação de canais

Sonia Maria Porciano, de 67 anos, moradora de Itaquera, Zona Leste de São Paulo, revende várias marcas há 18 anos. Em 2016, entrou para o Kiteiras, ao saber do programa pela distribuidora na qual já buscava itens da Danone.

— Com a renda do meu trabalho, pago a prestação do apartamento, consegui comprar meu carro. Trabalho no mesmo lugar onde moro, três dias por semana. Quando não passo, os clientes vão até minha casa — conta ela.

Para Adriana Colloca, presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (Abved), a tendência é esse tipo de venda crescer na área de alimentos:

— As empresas do varejo querem estar presentes no máximo de canais para chegar ao máximo de consumidores. No Brasil, a venda de alimentos porta a porta ainda é pequena, mas é crescente o interesse dessas companhias.

Especialista em varejo da GS&Consult, Alexandre Machado observa que a venda direta no segmento de alimentos ajuda a fortalecer a marca junto à clientela e pode levar produtos a consumidores que não os comprariam sem a intermediação de uma revendedora, mas traz desafios:

— As categorias ainda pouco colocadas pedem maior investimento na rede de revendedores. É preciso contar com logística adequada para que os alimentos perecíveis sejam conservados. E a logística esbarra em gargalos de segurança em diversas áreas. Sem contar a inadimplência, que afeta diretamente o revendedor.

A Danone costura uma parceria com a Whirlpool — dona das marcas Consul e Brastemp — para que as kiteiras tenham desconto na compra de geladeiras, destaca Ligia:

— Nas comunidades, contamos com a parceria do distribuidor local e de ONGs ligadas a empreendedorismo social, sem intermediação de tráfico ou milícia.

Moradora de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Lidiane Amaral, de 37 anos, trabalha como analista de planejamento. Há pouco mais de um ano, passou a complementar renda revendendo chocolates da Cacau Show:

— Comecei para me distrair, numa fase difícil, e ter uma renda extra. Hoje, além de contar com uma rede de clientes, consigo pagar parte das minhas contas, acertar dívidas, passear com os meus filhos, e descobri uma nova paixão: vender e lidar com pessoas — diz ela, que tira perto de R$ 600 por mês dos produtos.

A Cacau Show nasceu em 1988 justamente da venda porta a porta. Com o avanço em lojas físicas — hoje são 2.250 — e a criação de franquias, a venda direta perdeu força, mas foi retomada em 2015.

— São 52 mil revendedoras, que atuam em parceria com nossos franqueados e respondem por 5% do faturamento. A meta é ficar entre 15% e 20% em cinco anos — conta Daniel Roque, diretor de Expansão e Canais da rede.

A empresa não vende a prazo nem aceita cheque, mas avança em tecnologias financeiras para diversificar meios de pagamento. Lançou este ano o Cacau Pay, que já permite a 300 revendedores de maquininha na mão aceitar cartão, permitindo o parcelamento dos clientes.

A japonesa Yakult é uma pioneira nessa atividade: tem porta a porta no Brasil desde 1968, quando abriu por aqui sua primeira fábrica. E continua a ter produtos retirados em filiais por revendedoras equipadas com carrinhos refrigerados.

— Temos aproximadamente 5 mil comerciantes autônomas. As três versões de leite fermentado são os produtos mais vendidos domiciliarmente, representando cerca de 40% do que vendemos no Brasil — diz Atsushi Nemoto, diretor-presidente da Yakult Brasil. Colaborou Amanda Pinheiro, estagiária sob supervisão de Alexandre Rodrigues.

Fonte: O Globo

2019-12-20T14:47:18-03:00agosto 12th, 2019|Categories: ABEVD na mídia|

Natura inicia jornada de seleção de jovens aprendizes 2019

Programa visa inclusão social e desenvolvimento profissional de jovens estudantes. Inscrições vão até 2/9

São Paulo, 12 de agosto de 2019
– A Natura inicia mais uma jornada de seleção de Jovens Aprendizes com mais de 100 vagas nas unidades de São Paulo, Cajamar, Itupeva e Benevides (PA). A partir das diretrizes de diversidade da empresa e o propósito de gerar impacto social positivo, o objetivo do programa é oferecer, de forma estruturada, a inclusão e o desenvolvimento de jovens no mercado profissional. Estudantes que estejam cursando ou que tenham concluído o ensino médio ou técnico, com idade entre 16 e 22 anos, podem se inscrever até 2 de setembro.Além de buscar jovens na comunidade do entorno dos espaços da Natura, nesta edição o programa renova a parceria com a Apae (Associação de Pais Amigos dos Excepcionais de São Paulo) para inclusão de jovens com deficiência intelectual. Outro parceiro institucional é o Instituto Fazendo História, uma organização não governamental que oferece serviço de acolhimento e cuidado para crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Por meio do programa grupo nÓs, por exemplo, a entidade apoia jovens acima de 18 anos na busca por moradia e desenvolvimento profissional.

Jornada de seleção

Em linha com a estratégia de digitalização da Natura, o processo seletivo será conduzido em parceria com o TAQE, plataforma de recrutamento que traz oportunidades de emprego em forma de jogos. A experiência digital e os conteúdos da ferramenta estimulam o autodesenvolvimento e aprendizado dos jovens, que contam ainda com o recurso da geolocalização para quem está no entorno dos espaços.

Para iniciar a inscrição, basta acessar o site www.taqe.com.br/natura ou fazer o download do aplicativo gratuito, disponível nas plataformas Android e iOS. Depois de cadastrar as informações iniciais, como nome, idade e formação escolar, o candidato responde a alguns testes para verificar qual vaga combina mais com o perfil dele.

Após essa etapa, os estudantes selecionados participarão de um momento presencial na empresa, previsto para acontecer em setembro. Novidade nessa edição, um transporte fretado será disponibilizado para os candidatos se deslocarem até a sede administrativa da empresa, sendo o ponto de partida e chegada um local de acesso central na cidade. Esse tipo de transporte é um dos benefícios que os contratados poderão utilizar na empresa.

As 125 vagas disponíveis contemplam áreas como inovação, logística, comercial e administrativo nas unidades Nasp, Cajamar e Itupeva, em São Paulo, e Benevides, no Pará, além do Instituto Natura. Os jovens aprendizes selecionados ingressam em novembro de 2019.

Jovem aprendiz Natura 2019

Perfil: estudantes que estejam cursando ou que tenham concluído o ensino médio ou técnico, com idade entre 16 e 22 anos.

Inscrições: www.taqe.com.br/natura ou via app

Vagas: 125 – entre Nasp, Cajamar, Itupeva e Instituto Natura, em São Paulo, e em Benevides, no Pará.

Data: até 2/9


Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Líder no setor de venda direta no Brasil, com mais de 1,7 milhão de consultoras, faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Natura, The Body Shop e Aesop, com faturamento de R$ 13,4 bilhões em 2018. Foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação B Corp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo “The Leaping Bunny”, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México e Peru, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras, pelo Rede Natura, por meio do app, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedInFacebookInstagram.

Sobre o TAQE

TAQE é uma plataforma de empregos que capacita e recomenda jovens para o mercado de trabalho. O app usa aulas e testes gamificados para simplificar e melhorar o processo de recrutamento, combinando perfil do usuário e das empresas. A plataforma desenvolve uma identidade profissional certificada para os candidatos, permitindo que o algoritmo realize o match com as vagas e cultura das organizações. Dessa forma, o TAQE empodera jovens e aumenta a produtividade das empresas. A startup integrou a primeira turma do programa de aceleração da Estação Hack, o primeiro centro de inovação do Facebook no mundo.

Fonte: Assessoria de Imprensa Natura

2019-08-12T10:25:16-03:00agosto 12th, 2019|Categories: ABEVD na mídia|

Natura – Autoestima e apoio social são fundamentais na formação do vínculo materno com o bebê, mostra estudo conduzido pela Natura

Já o vínculo do pai com o bebê é favorecido por relação com a parceira e satisfação com a vida; estudo em parceria com o Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein contou com mais de 500 gestantes e 200 pais de primeira viagem


São Paulo, 1º de agosto de 2019 –
A primeira gestação é um período marcado por diversas emoções. Ao mesmo tempo em que as futuras mães se sentem felizes com a chegada do bebê, muitas também passam por momentos de ansiedade e estresse nesse período de tantas transformações. A construção gradativa do vínculo com o bebê depende de como esses fatores e emoções se combinam, sendo influenciada pela autoestima, resiliência, apoio do parceiro ou parceira e da rede de apoio, segundo pesquisa com mais de 500 gestantes.O estudo conduzido pela área de Ciências de Bem-Estar da Natura, em parceria com Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein, contou com a participação de 523 mulheres na primeira gestação, além de 211 parceiros. Mães e pais foram divididos conforme o estágio gestacional, variando entre diferentes trimestres da gestação e pós-parto, e foram convidados a responder a diversos questionários científicos sobre suas emoções, bem-estar e vínculo.

Entre as principais conclusões, os pesquisadores destacam que a autoestima da gestante, tanto durante a gestação quanto no período pós-parto, contribuiu para aumentar seu vínculo com o bebê. Ou seja, quanto mais as mulheres se acham bonitas, se sentem bem consigo mesmas e felizes durante esse período, maior é o vínculo materno.

A autoestima também tem outros efeitos positivos, como melhora da qualidade do sono, redução dos níveis de estresse, sintomas depressivos e de ansiedade na mãe. “Ver a força da autoestima da mãe na formação do vínculo com o seu bebê é um dado novo e nos mostra a importância com o cuidado da mulher e o apoio que ela precisa para promovermos um impacto positivo em nossas famílias”, afirma Patrícia Tobo, gerente científica da área de Ciências do Bem-Estar da Natura.

O estudo também mostra a validade do ditado popular que afirma ser necessário “uma vila para criar uma criança”. Segundo os participantes, o apoio de outros integrantes da família e de amigos próximos tem papel fundamental para aumentar a autoestima, a resiliência e a felicidade de pais e mães de primeira viagem, elementos chave para aumento do vínculo com o bebê.

Além disso, o estudo também identificou que os períodos mais desafiadores são o segundo trimestre e pós-parto, que exigem mais atenção por parte da rede de apoio. “A ansiedade das mulheres tende a subir ao longo da gestação alcançando os níveis mais altos no pós-parto”, afirma Eduardo Zlotnik, médico ginecologista e obstetra e vice-presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein.

Para a Natura, estudos como esse são essenciais para evidenciar a necessidade de cuidado com a gestante desde o início, contribuindo para a formação do vínculo com o bebê logo no primeiro trimestre da gestação. A linha Mamãe e Bebê apoia a ciência do vínculo justamente por acreditar que o amor ajuda a fortalecer as relações e contribui para a construção de um mundo mais bonito.

“Uma nova vida precisa de amor. Transmitir o amor, o mais importante presente que podemos dar ao bebê, permite que o vínculo floresça e se fortaleça. E a responsabilidade não é apenas da mãe e do pai, mas sim de todos nós. Amar também é dar apoio e se responsabilizar pelo mundo que queremos amanhã, com indivíduos mais autônomos e saudáveis, que cuidam melhor de si mesmos, dos outros e do mundo” afirma Claudia Pinheiro, diretora de Cuidados Pessoais da Natura.


Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Líder no setor de venda direta no Brasil, com mais de 1,7 milhão de consultoras, faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Natura, The Body Shop e Aesop, com faturamento de R$ 13,4 bilhões em 2018. Foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação B Corp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo “The Leaping Bunny”, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México e Peru, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras, pelo Rede Natura, por meio do app, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedInFacebookInstagram.

Sobre a Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein

A Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein é uma sociedade civil sem fins lucrativos. Tem mais de 60 anos de história e atua nas áreas de assistência à saúde, educação e ensino, pesquisa e inovação e responsabilidade social. Conta com 12,9 mil colaboradores, 9,4 mil médicos e está sediada em São Paulo. O Einstein possui o Certificado de Entidade Beneficente de Assistência Social (CEBAS) e é qualificada como Organização Social da Saúde para atuar na prestação de serviços no Sistema Único de Saúde (SUS). Seu compromisso com o desenvolvimento amplo do sistema de saúde se traduz na oportunidade de melhoria e na construção de novos modelos de trabalho ajustados aos desafios atuais. O Einstein integra fóruns nacionais e internacionais de discussão e participa ativamente de iniciativas conjuntas com o poder público, órgãos reguladores, hospitais, operadoras de planos de saúde e entidades setoriais para o desenvolvimento do sistema de saúde

Fonte: Assessoria de Imprensa Natura

2019-12-20T15:04:59-03:00agosto 1st, 2019|Categories: Associados|
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