Clipping – Gaúcha ZH – Vendas pela internet têm aumento de 40% em comparação com março de 2019

Devido ao isolamento social e às lojas fechadas, consumidores estão usando o e-commerce para suprir suas necessidades

Com inúmeras lojas do varejo fechadas por conta de decretos municipais e estaduais, que visam evitar o contágio do coronavírus, a alternativa encontrada pelos clientes é o mercado online. O e-commerce segue sem restrições. Por disso, houve um aumento significativo nas vendas nas lojas que disponibilizam o serviço ao consumidor.

Em comparação com a primeira quinzena de março de 2019, as vendas pela internet aumentaram 40%. A informação foi confirmada pelo secretário executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Câmara-e.net), Felipe Brandão.

“Nós fazemos o monitoramento do mercado, em parceria com a Compre e Confie, diariamente. O objetivo é saber se o faturamento está aumentando ou diminuindo. Notamos que nos primeiros 15 dias de março houve uma ampliação nas compras pela internet, comparado com o mesmo período do último ano”, afirmou.

Brandão também falou sobre os produtos mais comprados pelas pessoas na internet. Durante o período de isolamento social e preocupação com a proliferação do coronavírus, as vendas de álcool gel e alimentos tiveram um aumento superior a 100%.

“Os produtos de higiene e proteção tiveram uma elevação nas vendas de 124%. E, apesar desse aumento, não houve uma falta de estoque. O que foi observado por nós é que os departamentos de vendas online têm um estoque capaz de suprir a demanda superior”, completou.

Não tem havido, também, problemas de entrega de produtos, ao menos nesse primeiro momento. Entretanto, segundo o executivo, se o período de isolamento se estender, é possível que os estoques se esvaziem a médio prazo.

“Em curto prazo, não devemos ter grandes problemas. Porém, com a continuação do isolamento social, isso deve se modificar. Como medidas preventivas, as lojas já estão ajustando as operações e reforçando a sua logística. Além de ter aumentado o controle de segurança nas entregas”, ressaltou.

Em nome da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico, Felipe falou de todos os esforços que estão sendo feitos para que os empresários e os clientes não sofram com a falta de produtos até que a pandemia termine.

“Estamos em constante contato com os lojistas para encontrar alternativas e soluções para trazer conforto aos clientes e as empresas. O objetivo é manter o mercado saudável até que todos saiamos dessa situação”, finalizou.

Fonte: Gaúcha ZH

2020-03-26T09:51:24-03:00março 26th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – A CidadeOn – Isolamento social movimenta comércio eletrônico brasileiro

Consumidores agitam o varejo online para não perder negócios e empresários investem nas vendas virtuais

Nas últimas semanas, o mundo tem se deparado com uma situação nunca vista antes: o isolamento social. Autoridades estão orientando a população a ficar em casa e pedindo o fechamento de alguns estabelecimentos. A ação está impactando diretamente o varejo, principalmente, no online.

Segundo o fundador e presidente do Comitê de Líderes de E-commerce (ComEcomm), Fernando Mansano, as vendas onlines estão subindo diariamente. “O aumento já acontece em diversos segmentos de produtos, incluindo alimentos. No setor alimentar, a aceleração está em categorias de não perecíveis, por causa do comportamento de estoque. Outra evolução ocorre no setor de higiene e limpeza”, comenta.

“O que temos observado é que o aumentou muito o volume dos e-commerces. Houve um crescimento de 40% no volume de pedidos na primeira quinzena do mês de março e desde o final de semana algumas lojas virtuais tiveram 180% de crescimento em algumas categorias como alimentos e saúde, já as demais categorias não essenciais nesse momento tiveram 30% de crescimento. Se formos analisar, o cenário Global está demandando pelo e-commerce e delivery. Para isso, investimentos estão sendo realizados. A Amazon contratou mais de 100 mil funcionários temporários só para atender a demanda. No Brasil, estamos vendo um crescimento muito forte, principalmente de lojas virtuais de produtos de primeira necessidade: alimentos, remédios e higiene”, explica Mansano.

Ele conta que uma rede de supermercados do Interior de São Paulo divulgou essa semana que tinha uma média de 150 pedidos por dia na loja virtual e saltou para 2.000 pedidos, o que levou a ter que aumentar o prazo de entrega. “Vale salientar que a ordem dos 3 níveis de governos (Federal, Estadual e Municipal) é não parar o delivery e empresas de logística de toda a cadeia de suprimento, sendo assim os empresários podem continuar vendendo remotamente, de portas fechadas se os produtos não forem essenciais” complementa.

De acordo com Mansano, também existe a procura por produtos alternativos. “São itens de mobilidade: bicicleta, patinete elétrico, mas deve parar, pois tem o isolamento social. A busca pelos artigos começou quando a população estava fugindo do transporte público. Os demais segmentos, no geral, tiveram uma redução. Mas está melhor que no varejo físico”, observa.

Segundo Mansano, é o momento do consumidor utilizar os canais onlines para diminuir o contato e respeitar o isolamento. “As empresas têm bons atendimentos. Por causa do movimento intenso, alguns e-commerces tiveram de aumentar o prazo de entrega. Para isso, as compras devem ser de forma planejada, pois pode demorar de dois a quatro dias para o pedido chegar, mas está funcionando tudo normalmente”, avalia.

Sobre o ComEcomm

O Comitê de Líderes de E-commerce conta com mais de 160 empresas filiadas em diversos segmentos do varejo, indústria, distribuição e serviços, com 6 unidades, entre elas São Paulo, Ribeirão Preto, Campinas e Franca. É o maior projeto de empreendedorismo e aceleração para líderes de e-commerce através de experiências, networking e inspirações. O objetivo é ajudar as empresas a serem ainda mais benéfica para as pessoas em seus canais de comércio eletrônico, buscando intensamente a excelência e com isso potencializando assim suas vendas online.

O ComEcomm conta com o apoio e parceria da maior e principal instituição que representa o setor de e-commerce, a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) e do maior projeto de fomento de comércio eletrônico, o E-commerce Brasil.

Fonte: A CidadeOn

2020-03-26T09:32:43-03:00março 26th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Gazeta do Povo – Três exemplos de como o varejo tech diminuiu crise de abastecimento na China durante epidemia

“Manter a alimentação, os remédios e a higiene em dia em tempos de quarentena tem sido um desafio especial em todos os países afetados pelo Covid-19, como os brasileiros (tristemente) estão descobrindo neste fim de março.

Um dos trunfos da China para manter as dispensas de seus cidadãos cheias em meio às exigências de não sair de casa e de não ter contato físico com ninguém foi o advento do “new retail”, como é chamado o conjunto de novas tecnologias que permitem as compras sem contato humano.”

“O pioneirismo da transformação digital do varejo chinês é das três empresas que moldaram a internet do país: Baidu, Alibaba e Tencent, conhecidas pela sigla BAT. No discurso, as três corporações dão nomes diferentes ao novo modelo que propõem, chamando-o de new retail, smart retail e bounderless retail. Na prática, no entanto, trata-se do mesmo esforço: usar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mobile payment para diminuir custos e aumentar as vendas do varejo, aproximando as experiências que consumidores têm no mundo físico (offline) e no comércio eletrônico (e-commerce).”

“Mais do que isso, um sistema de análise de dados lembra o usuário sobre itens que ele pode precisar ao visitar uma loja física e pode despachar para sua casa produtos que, eventualmente, ele esqueceu de comprar ou que não estavam disponíveis em estoque naquele momento.

É também do Alibaba o método mais avançado de pagamento em uso na China, o Smile To Pay, em que o rosto do usuário serve de senha para liberar um pagamento. Sorriu, pagou.

Um passo atrás, a gigante Tencent, dona da segunda ferramenta de pagamentos mais popular do país, o WeChat Pay, anunciou esta semana que superou a marca de cem redes de varejo atendidas na China. São clientes de setores variados que contratam a Tencent para usar suas tecnologias de análise de dados e automação de lojas.

“Segundo Houfe Chen, presidente da divisão de varejo tech da Tencent, cerca de 10% da receita da empresa já vem de operações de varejo, como oferta de software, hardware e serviços em nuvem para clientes do setor.  De acordo com Houfe, em conferência telefônica com investidores, a competição acirrada no varejo chinês pressiona todas as empresas a adicionar camadas de tecnologia à sua operação, a fim de fidelizar seus consumidores e oferecer as mesmas comodidades ofertadas por seus competidores.

Um pouco atrás dos rivais, o Baidu tem demonstrado tecnologias interessantes para validação de pagamentos, como robôs que recebem pedidos por linguagem natural e usam a voz do cliente como senha para validar o pagamento, explorando a tecnologia de biometria vocal. Uma breve conversa com um robô permite não só fazer o pedido como também processar o pagamento.

A companhia também é líder em um sistema pioneiro de reconhecimento de objetos. Uma câmera inteligente é capaz de ler todos os produtos dispostos em uma bandeja ou carrinho de compras e calcular o preço total, dispensando o consumidor do tedioso trabalho de tirar os itens do carrinho, fazer um atendente registrá-los para, depois, colocá-los no carrinho de novo.

Todas estas tecnologias, pensadas originalmente para permitir uma experiência de compras mais fluida, permitiu que a economia chinesa funcionasse para a compra e venda de itens essenciais de forma relativamente segura, já que pode-se comprar e pagar sem necessariamente tocar em nada além do seu celular.

A crise também pressionou as autoridades regulatórias a liberar o uso de carros autônomos para entregas. Estes veículos são testados na China há ao menos quatro anos, mas nunca tiveram sinal verde de Beijing para rodar livremente nas ruas por medo de acidentes de trânsito. A pandemia, no entanto, tornou as regras mais elásticas e o delivery autônomo chinês, por motivos tortuosos, tornou-se o mais avançado do mundo, entregando compras a milhares de consumidores. Como diz o ditado, junto com a crise vem as oportunidades.

Fonte: Gazeta do Povo

2020-03-26T09:23:14-03:00março 26th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

BOLETIM ABEVD COVID-19 | N°4 | NORMAS ESTADUAIS E RESTRIÇÃO DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS

A ABEVD tratou nos boletins anteriores acerca da sobreposição de normas publicadas pelo governo federal e demais unidades federativas. Na semana passada, os estados começaram a liderar essa discussão e passaram a vedar a circulação de pessoas, mas, também, em menor escala, o transporte de mercadorias consideradas não-essenciais.

A Associação entrou em cena e contatou as autoridades dos locais aonde a circulação foi mais restritiva conseguindo esclarecer, em sua grande maioria, a situação e viabilizando a liberação das cargas.

No fim de semana, o governo federal entrou em cena ao determinar a competência federal para restrição de circulação nas rodovias base em parecer técnico da ANVISA, tendo, ainda, definido como atividade essencial o transporte de cargas. Essa atitude acabou gerando grande incerteza em função das divergências entre o entendimento da União e o dos estados e municípios.

Buscando um alinhamento, foi publicada a Resolução 353 da ANVISA, na qual delega aos órgãos de vigilância sanitária estaduais a competência para elaboração do parecer técnico, acerca da circulação ou não de mercadorias em seu território.

O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Marco Aurélio de Mello, também, hoje (24.03), em decisão individual, decidiu que os governadores e prefeitos têm poderes para restringir a locomoção, inclusive nas rodovias, portos e aeroportos. Essa decisão está sujeita à revisão pelo plenário do STF.

A fim de garantir segurança jurídica e o abastecimento do país, é esperado um acordo ou entendimento entre a União e os estados, permitindo a uniformidade de tratamento, resguardando a liberdade do transporte de cargas, evitando-se, assim, o desabastecimento que terá graves consequências econômicas e sociais.

Segue a compilação das normas estaduais mais recentes acerca da suspensão de eventos e circulação de mercadorias:

Mato Grosso: proibição de aglomeração de pessoas independentemente da quantidade (não fixou prazo) – Decreto nº 419/20. Incluiu o transporte de mercadorias como atividade essencial e, também, a exceção do fechamento de estabelecimentos em rodovias estaduais e municipais para atendimento dos motoristas (Decreto nº 421/20);

Mato Grosso do Sul: instalou pontos de fiscalização sanitária, a princípio para o controle de pessoas infectadas (Decreto nº 15.399/20);

Paraná: inclusão como atividade essencial, excepcionado, portanto, das restrições impostas na legislação para contenção do COVID-19, o transporte de mercadorias em geral (Decretos nºs 4317 e 4318 de 2020);

Pernambuco: suspensão de eventos independentemente da quantidade de pessoas pelo prazo que perdurar o estado de calamidade pública e proibição de aglomeração de mais de 10 pessoas (Decreto nº 48.837/20);

Piauí: suspensão de atividades e serviços considerados não essenciais. As transportadoras foram excepcionadas (Decreto nº 18.902/20).

Para acessar normativas de outros estados, clique aqui.
É possível observar que estados já incluíram em suas normas o transporte de mercadorias como atividade essencial. A ABEVD continuará monitorando de perto as alterações legislativas, assim como os pronunciamentos das autoridades federais, estaduais e municipais sobre o tema.

Por fim, uma boa notícia.

O Estado do RIO DE JANEIRO, por meio da Lei nº 8.769, publicada hoje, proibiu a interrupção de serviços públicos essenciais: energia elétrica, água, esgoto e gás enquanto durar o período do seu plano de contingência ao COVID-19 para pessoas físicas, MEI, às micro e pequenas empresas e optantes do SIMPLES. Findo o período de contingência, as concessionárias deverão negociar o parcelamento desses débitos, sendo proibida a cobrança de multa e juros.

A ANEEL – agência reguladora do setor de energia elétrica, aprovou uma resolução, hoje (24.03), que impede a interrupção do serviço por falta de pagamento nas residências e serviços essenciais. Informaram, ainda, que se a inadimplência aumentar de forma não razoável, revisarão essa medida. O prazo de proibição de interrupção de fornecimento de energia é de 90 dias.

Equipe ABEVD

2020-03-25T12:05:05-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona|

BOLETIM ABEVD COVID-19 | N°3 | NORMAS ESTADUAIS E RESTRIÇÃO DE CIRCULAÇÃO DE MERCADORIAS

A ABEVD, tendo em vista a pandemia decorrente do novo coronavírus e seus reflexos no Brasil, compartilha a atualização das normas estaduais que impactam diretamente nas Vendas Diretas (suspensão de eventos/reuniões e circulação de mercadorias):

Mato Grosso: proibição de aglomeração de pessoas independentemente da quantidade (não fixou prazo) – Decreto nº 419/20;

Piauí: suspensão de atividades e serviços considerados não essenciais. As transportadoras foram excepcionadas (Decreto nº 18.902/20);

São Paulo: decretação de quarentena no período de 24 de março a 7 de abril, excepcionando apenas atividades essenciais, estando aí incluído o transporte de mercadorias (Decreto nº 64.881/20) e suspender de eventos ou reuniões independentemente da quantidade de pessoas até 30/04/20 (Decreto nº 64.864/20);

Para acessar normativas de outros estados, clique aqui.

No boletim ABEVD COVID anterior, foi apresentada a situação de disputa entre o governo federal e os estados em liderar as normas de restrição de circulação. No domingo, 22.03, em entrevista, o Ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, numa postura conciliadora, mencionou a formação de um Conselho Nacional formado por Secretários de Transporte dos estados e do DF, visando integrar as políticas para circulação no país, dosando, assim, as restrições promovidas em diversos decretos estaduais que tratam sobre isolamento social e quarentena.

Segundo o Ministro, a recepção pelos estados foi boa e vários decretos estão sendo revistos para preservar o fluxo de abastecimento de mercadorias e para tanto os caminhoneiros precisam do sistema de serviços operando, a exemplo das borracharias, oficinas mecânicas, restaurantes em entrepostos.

O Ministério da Infraestrutura, também, publicou a Resolução ANTT nº 5.876 facilitando a burocracia do transporte, prorrogando alguns documentos e suspendendo a exigência de outros por determinado período.

Equipe ABEVD

2020-03-25T12:03:44-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona|

BOLETIM ABEVD | N° 2 | FLEXIBILIZAÇÃO DAS NORMAS TRABALHISTAS

O governo federal publicou neste domingo, 22.03, a Medida Provisória 927, que flexibiliza as normas trabalhistas enquanto durar o estado de calamidade pública, instituído pelo Decreto Legislativo nº 6 (até 31/12/20), visando a preservação do emprego e da renda.

A Medida Provisória (MP) facilita a implementação de alternativas pré-existentes na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), a exemplo da dispensa da participação do sindicato da categoria na negociação entre empregador e empregado no caso de suspensão do contrato de trabalho, dentre outras situações.

Conheça as possibilidades instituídas pela MP:

Acordo individual por escrito prevalece sobre outros instrumentos legais ou normativos;

Alternativas ao trabalho presencial: teletrabalho e home office, inclusive para aprendizes e estagiários, não depende de acordo individual ou coletivo, assim como registro prévio na carteira de trabalho;

Para o trabalho não presencial: o tempo de uso de aplicativos e programas de comunicação fora da jornada do trabalho normal não constitui tempo à disposição do empregador (que configuraria hipótese de hora extra), exceto se previsto em contrário em acordo individual ou coletivo;

Antecipação de férias: com aviso ao trabalhador 48 horas antes, mesmo se o período aquisitivo não tenha sido transcorrido. Férias de períodos futuros poderão ser, também, antecipadas mediante acordo individual por escrito. O adicional de férias poderá ser pago posteriormente, respeitado o prazo do 13º salário;

Férias coletivas: poderão ser concedidas mediante aviso prévio de 48 horas, dispensando-se a exigência de comunicação às autoridades (órgão local do Ministério da Economia e sindicatos da categoria);

Prorrogação do prazo de pagamento do FGTS: referente às competências de março, abril e maio, podendo ser parcelado em até seis vezes a partir de julho;

*Possibilidade de suspender o contrato de trabalho por quatro meses sem garantia de remuneração, no período e estabilidade do emprego no retorno.

*Apesar do reconhecimento da necessidade de flexibilização das normas trabalhistas para preservação do emprego, a MP tem gerado forte reação de algumas autoridades., como se entende da Nota Pública da ANAMATRA – Associação Nacional dos Magistrados Trabalhistas que afirma seu “veemente e absoluto repúdio (…) por contrariar a garantias fundamentais e os direitos dos trabalhadores”.

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, também expressou sua preocupação, em especial quanto à possibilidade de suspensão do contrato de trabalho por 4 (quatro) meses sem garantia de remuneração (art. 18). Na tarde de hoje (23.03), o presidente Jair Bolsonaro informou, em suas redes sociais, que revogará esse dispositivo.

A MP vem sofrendo fortes críticas poucas horas após sua publicação, e, esse fato, pode dificultar a sua aprovação e posterior conversão em lei. É preciso lembrar que a MP vigora pelo prazo de 60 (sessenta) dias podendo ser prorrogada por mais 60 dias. Por esse motivo, é recomendável, que a implementação dessas alternativas seja discutida com seu advogado trabalhista.

Equipe ABEVD

2020-03-25T12:02:54-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona|

BOLETIM ABEVD | N° 1 | ATUALIZAÇÃO COVID-19

Preocupada com o avanço da Covid-19 em nosso País, a ABEVD continua o monitoramento constante da legislação federal e estadual em relação às regras que impactam diretamente o setor e, consequentemente, as pessoas (colaboradores e força de vendas), segue atualização das normas publicadas nesta sexta-feira (20/03/2020):

Amazonas: suspensão de eventos e atividades acima de 100 pessoas, mesmo que já tenha sido autorizado, até o dia 04/04/20 (Decreto nº 42.063/20);

Bahia: suspensão de eventos e atividades acima de 50 pessoas até 16/04/20 (Decreto nº 19.549/20);

Distrito Federal: suspensão de eventos e atividades que dependam de licença com público independentemente da quantidade de pessoas até 05/04/20 (Decreto nº 40.539/20);

Goiás: suspensão de eventos e reuniões independentemente da quantidade de pessoas e restrição de circulação de mercadorias não essenciais, assim entendidas como produtos vinculados à saúde, higiene e alimentação até 04/04/20. Dentre as exceções, está o serviço de entrega de mercadorias, abrindo uma oportunidade de discussão de as vendas diretas estarem aí incluídas. Recomendamos discuti-la com seu operador logístico/transportadora (Decreto nº 9633/20 e 9.638/20);

Pernambuco: suspensão de eventos e atividades com mais de 50 pessoas em todo o Estado enquanto perdurar o Estado de Emergência em Saúde declarado pelo Ministério da Saúde (Decreto nº 48.822/20);

Rio Grande do Sul: recomenda suspensão de atividades com aglomerações (Resolução nº 17/20 e Ordem de Serviço 1/20);

Santa Catarina: suspensão de eventos ou reuniões independentemente da quantidade de pessoas, inclusive concentração ou permanência de pessoas em espaços públicos de uso coletivo, tais como praças e parques até 16/04/20 (Decreto nº 515/20);

Rio de Janeiro: suspensão de eventos e atividades independentemente da quantidade de pessoas, mesmo que já tenha sido autorizado, até o dia 04/04/20 (Decreto nº 46.980/20);

São Paulo: quarentena até 08/04/20 e suspensão de eventos ou reuniões independentemente da quantidade de pessoas até 30/04/20 (Decreto nº 64.864/20);

Os estados estão publicando uma série de normas que limitam a circulação de pessoas, mas, também, restringem o transporte de mercadorias como em Santa Catarina.

O Governo Federal, atento ao movimento dos estados, ontem, sexta-feira (20.03), em videoconferência com diversos empresários, comprometeu-se em avaliar essa situação e trabalhar para centralizar na União a responsabilidade sobre limitação de circulação em rodovias ou fechamento de aeroportos, dentre outras medidas para amenizar os efeitos da crise.

A ABEVD teve acesso ao texto da Medida Provisória N. 926 e do Decreto 10.282 editados pelo Presidente da República, mas, ainda, não publicados acerca do tema e sintetizou os principais pontos quanto à restrição de circulação de transporte de mercadorias aqui:

As restrições à circulação de pessoas e mercadorias em rodovias interestaduais e intermunicipais, além de portos e aeroportos devem ser fundamentadas em recomendação técnica da ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária.

As medidas restritivas deverão resguardar o exercício e o funcionamento de serviços públicos e atividades essenciais.

O transporte e entrega de cargas em geral está relacionado como atividade essencial.

EQUIPE ABEVD

2020-06-12T08:50:25-03:00março 25th, 2020|Categories: Boletins|

Serviço voltado à beleza é apontado como negócio mais promissor para micro e pequenas empresas em 2020

Sebrae divulgou estudo sobre atividades e segmentos com maiores tendências de crescimento para esse ano

Uma boa notícia para empreendedores independentes que atuam no mercado com produtos de beleza: entre os negócios promissores para esse ano apontados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), os serviços pessoais, que englobam atividades de cuidados com a beleza, foram mencionados como segmento em ascensão. A atividade também é a primeira em expansão de número de pequenos negócios.

A tendência observada pelo Sebrae no estudo “Negócios Promissores em 2020” corresponde aos números relatados na última pesquisa sobre o perfil da força de vendas, que indica que 77,4% da força de vendas atua com cosméticos, segmento responsável por 54,7% do faturamento do setor.

Para Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD, a pesquisa só confirma a força do setor de vendas diretas. “Estamos em um momento de recuperação econômica, em que esperamos muitas oportunidades para a força de vendas”, afirmou.

O estudo ainda indica, que a expectativa de crescimento de 2,5% da economia brasileira em 2020, somada à projeção de uma safra recorde no setor agrícola, deve favorecer diretamente as micro e pequenas empresas (MPE) do país, que estão voltados majoritariamente ao mercado interno. Outro ponto destacado é o crescimento do segmento dos Microempreendedores Individuais (MEI). Segundo o estudo, ao longo dos últimos anos, este segmento tem apresentado uma expansão expressiva de novos empreendimentos, com a criação próxima a 1 milhão de novos registros, até 2017, passando a 1,7 milhões de novos registros de MEI, em 2019, o maior número já registrado na série histórica.

O setor de vendas diretas movimentou cerca de R$ 45 bilhões no Brasil em 2018, com aproximadamente 4 milhões de empreendedores independentes. “Somos parte de um mercado que traz inúmeras oportunidades de negócio a brasileiros de todos os estados, idades e classes sociais”, concluiu Colloca.

Veja a pesquisa completa do Sebrae aqui.

2020-03-25T12:01:00-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD News|

Atuação transparente nas vendas diretas pode garantir fidelização dos clientes

O mundo das vendas diretas já enfrentou cenários bastante desafiadores, como a crise mundial de 2008, mas muitos empreendedores conseguiram se destacar no mercado e o motivo é simples: fidelização. Quando a economia não vai bem, o consumidor tende a ser mais conservador, procurando sempre as empresas que são referência em atributos como atendimento, qualidade e entrega. Por isso, mais do que nunca, é preciso desenvolver engajamento.

Nesta batalha, o atendimento é o principal diferencial de um negócio, superando até mesmo o preço e a qualidade do produto. Isso é o que aponta uma pesquisa realizada pela Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (2016). Perguntados sobre o principal atrativo de um negócio, aproximadamente 60% dos entrevistados escolheram o item atendimento sobre todos outros. E qualidade no atendimento, também significa transparência nas vendas, afinal, dificilmente um cliente insatisfeito com o desempenho do produto irá voltar a compra-lo, seja em tempos de crise ou não.

Por isso, os empreendedores independentes que atuam com vendas diretas devem atuar com transparência, sempre seguindo o código de ética da entidade. Isso pode ser garantia de uma carteira de clientes fidelizada e a garantia de sucesso no enfrentamento do momento de crise.

Veja como atuar de acordo com o código de ética:

Explicação e demonstração
O empreendedor independente deve oferecer ao consumidor explicação e demonstração precisas e completas dos produtos, de seus preços e eventuais condições de crédito, dos prazos de pagamento, do direito de reembolso ou devolução de produtos ou serviços, das condições de garantia, do serviço de pós-venda e do prazo de entrega. O empreendedor independente deve fornecer respostas precisas e claras para as perguntas do consumidor.

Material informativo
O material informativo, incluindo-se os anúncios e as peças de mala-direta, não deve conter descrições, informações, fotos ou ilustrações do produto que sejam enganosas, ilegais, irreais, ou que induzam a erro. O material informativo deve conter o nome e o endereço ou o número de telefone da empresa associada, podendo incluir o número de telefone do empreendedor independente.

Depoimentos
A empresa associada e o empreendedor independente não devem se valer de depoimento, testemunho ou declaração de apoio à venda do produto que não seja autorizado ou que seja falso, enganoso, não real, obsoleto ou inaplicável, ou ainda, que não esteja relacionado com a oferta ou seja utilizado de modo a induzir o consumidor a erro.

Comparação e denegrimento
A empresa associada e o empreendedor independente não devem fazer uso de comparações que sejam enganosas, falsas ou irreais. Os pontos de comparação devem ser baseados em fatos que possam ser comprovados.

Respeito à privacidade
O empreendedor independente deve fazer contato pessoal ou por telefone com o consumidor de modo adequado e em horários razoáveis, de forma a evitar incômodo ao consumidor. O empreendedor independente deve interromper uma demonstração ou apresentação de venda imediatamente após solicitação do consumidor.

Respeito ao consumidor
O empreendedor independente deve respeitar a falta de experiência comercial do consumidor. O empreendedor independente não deve abusar da confiança do consumidor e nem se aproveitar de sua idade ou de doença, bem como da falta de entendimento ou de familiaridade com o idioma.

Atue com transparência e tenha sucesso!

Equipe ABEVD

2020-03-25T10:46:36-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD News, Corona|

Clipping – Direct Selling News – Tupperware Brands nomeia brasileiro Mauro Schnaidman para o Conselho de Administração

Tupperware Brands Corporation announced that Mauro Schnaidman has been elected to its Board of Directors

Schnaidman is a seasoned executive with more than 30 years in the consumer product, digital and direct selling sectors. He is the former president and chief executive officer of JAFRA Cosmetics International, a global marketer of beauty and skin care products. In the role of CEO, he was responsible for leading innovation, digital and market expansion to revitalize the 60-year old brand.

Prior to his role at JAFRA Cosmetics, Schnaidman served as chairman of the Board and president of Southern Europe for consumer goods company, Sara Lee, where he revamped the product portfolio and focused on strong shopper marketing programs that ultimately led to doubling of the size and profits of the business. He has also held leadership roles at notable companies PepsiCo, Unilever, AOL and Revlon throughout the United States, Latin America and Europe.

“Bringing Mauro on to the Tupperware Brands board adds a seasoned direct selling executive and strong leader with a proven reputation for delivering growth that achieves market share, revenue and profits,” said Susan M. Cameron, chairman of the Tupperware Brands Board of Directors. “At this pivotal time for the company, his experience and knowledge will be key in helping management restore the business not only to grow but to thrive as a modern direct seller.”

Schnaidman will serve on the company’s Compensation and Management Development Committee. His election brings the Tupperware Brands Board of Directors to 13 members once newly announced Chief Executive Officer Miguel Fernandez joins the Company on April 6, 2020. Board member Chris O’Leary will continue on the board following his role of Interim CEO.

“I am excited to be joining the Tupperware Brands board and work with my fellow directors, the new leadership and entire management team to define the strategic future of this brand,” said Schnaidman. “Tupperware has an opportunity to redefine how it goes to market through focused marketing programs, product innovation and the use of digital. I am confident that my experience working across sectors and in various geographies will be valuable during such an important time for the company.”

Fonte: Direct Selling News

2020-03-25T10:24:40-03:00março 25th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Associados|
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