BOLETIM ABEVD COVID-19 N°21 (29.04.2020) | NORMAS TRANSPORTE/ENTREGA DE MERCADORIAS E TRABALHISTAS

DECRETO FEDERAL N° 10. 329 / RELAÇÃO DE ATIVIDADES ESSENCIAIS

Hoje (29.04), foi publicado o Decreto Nº 10.329 que define os serviços públicos e as atividades consideradas essenciais durante o estado de calamidade pública decorrente da pandemia do coronavírus, causador da COVID-19.

A ABEVD entende que o Decreto aprimorou a relação, afastando eventuais dúvidas que pairavam sobre algumas atividades, em especial aquela que afeta diretamente o setor: o transporte de cargas.

A redação anterior estabelecia que era atividade essencial: “o transporte e entrega de cargas em geral”. Agora, estabelece: “serviços de transporte, armazenamento, entrega e logística de cargas em geral”.

Essa alteração é muito bem-vinda, pois inclui expressamente os serviços de logística. Ainda que não fique afastado o risco de pedidos de fechamento de centros de logística, posto que é competência dos Estados e Municípios, conforme decisão do Supremo Tribunal Federal, parece-nos que sua inclusão confere melhores argumentos para as empresas.

MEDIDA PROVISÓRIA Nº 927 / SUSPENSÃO DOS ARTIGOS 29 E 31 PELO STF
O Supremo Tribunal Federal decidiu, por maioria, suspender liminarmente os artigos 29 e 31 da Medida Provisória N° 927 relativos às medidas trabalhistas para enfrentamento do estado de calamidade pública.

Com esta decisão, as empresas poderão ser responsabilizadas por danos aos funcionários mesmo que não haja comprovação de que a doença foi adquirida no ambiente de trabalho.

Também foi suspensa a determinação de que os auditores fiscais do trabalho devam atuar de maneira primordialmente orientadora durante os 180 dias. Agora as atividades de fiscalização do trabalho devem voltar ao normal.

2020-06-12T08:55:29-03:00abril 29th, 2020|Categories: Boletins|

CLIPPING – NSC TOTAL – INSTITUTO AVON PROJETA MENSAGENS EM PRÉDIOS PARA ALERTAR SOBRE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA EM PERÍODO DE ISOLAMENTO SOCIAL

Instituto Avon, Avon, Natura e The Body Shop se uniram em campanha para alertar sobre a importância da união entre as mulheres e das redes de apoio em combate à violência contra as mulheres no período de pandemia.

Diversas mensagens e imagens foram projetadas em cidades como São Paulo, Recife, Belo Horizonte e mais 8 capitais brasileiras para chamar atenção para o crescimento de casos de violência doméstica durante o isolamento social.⁣ Textos como “Você pode cuidar da sua vida. E da sua vizinha também”, foram destacadas para alertar a população.

A campanha faz parte do movimento global #IsoladasSimSozinhasNão, das marcas do grupo Natura & Co em prol das vítimas. É possível fazer parte do movimento acessando as hashtags #IsoladasSimSozinhasNão e #CuidemosDelas para encontrar as ferramentas de apoio às mulheres em risco.

2020-05-31T14:56:30-03:00abril 27th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – EXAME – PANDEMIA DO CORONAVÍRUS ACELEROU INTEGRAÇÃO ENTRE NATURA E AVON, DIZ CEO

A pandemia do novo coronavírus acelerou a integração entre as empresas de cosméticos Natura e Avon. Fábricas, processos e equipes precisaram se adaptar rapidamente para enfrentar a crise, aumentar a eficiência da empresa e intensificar a produção de itens considerados essenciais, como sabonetes e álcool em gel.

A Natura & Co, holding que controla as empresas de cosméticos Natura, The Body Shop e Aesop, se tornou a quarta maior empresa de produtos de beleza do mundo após comprar a rival Avon Products no ano passado.

O fechamento do negócio ocorreu em janeiro deste ano, três meses antes do prazo inicialmente previsto. “Felizmente, porque seria muito mais complicado fazer essa integração no meio da crise”, diz Roberto Marques, presidente executivo global da Natura&Co. Ele participou do Exame Talks, série de entrevistas ao vivo pelo YouTube com entrevista dada aos jornalistas da EXAME Gabriela Ruic e João Pedro Caleiro.

A brasileira Natura agora se transformou em um grupo global, com 6 milhões de consultoras e representantes, 3.200 lojas no mundo e receita líquida consolidada de 14,5 bilhões de reais em 2019. Com a Avon, esse total teria mais que dobrado e alcançado 33 bilhões de reais, segundo indicadores pró-forma apresentados pela própria Natura.

Mudanças nas fábricas
A pandemia acelerou um projeto de mais longo prazo da fabricante de cosméticos. “O grupo já tinha planos de fabricar produtos Avon em fábricas da Natura e vice-versa, e a crise fez com que isso acelerasse”, afirma o executivo.

Fábricas da Avon foram adaptadas para produzir itens com a marca da Natura, principalmente os considerados de primeira necessidade, como álcool em gel, sabonetes sólidos e líquidos. Cerca de 30% das linhas estão direcionadas para esses produtos. Hidratantes também têm sido um produto com alta demanda, como as mãos ficam ressecadas ao serem lavadas diversas vezes por dia.

Em relação ao portfólio, as marcas Natura e Avon devem seguir operando separadamente, já que têm identidades, posicionamento de preço e produtos distintos. Mas algumas estruturas, como a manufatura, back office e suporte estão sendo unificadas para dar mais eficiência ao grupo.

Outra integração que deve se intensificar é em relação às consultoras e representantes, para que atuem com as duas marcas no lugar de apenas uma. “Algumas consultoras, mais espertas do que a gente, já trabalhavam os dois catálogos e fizeram essa integração antes mesmo da nossa decisão de aquisição”, diz Marques.

Vendas digitais
De acordo com o executivo, o fechamento das lojas tem acelerado as vendas pelo comércio eletrônico. The Body Shop, marca inglesa, e Aesop, australiana, fecharam até 90% de suas lojas em todo o mundo.

Como consequência, as vendas pela internet estão crescendo exponencialmente, em alguns casos em até 3 a 4 vezes. Isso tem ajudado a minimizar o impacto de fechamento de lojas, diz o executivo.

“É bacana ver como nossos times e lideranças estão rapidamente fazendo essa transformação”, afirma o executivo.

As equipes de vendedores e consultoras intensificaram o uso de ferramentas digitais. Gerentes de loja, trabalhando em casa, estão se conectando aos consumidores por email ou telemarketing e direcionando ao site, por exemplo. “Mais de 800 mil consultoras têm página no Facebook e o catálogo físico agora é digital, a consultora pode passar até pelo whatsapp”, diz o presidente.

Ações na pandemia
A Natura está adotando um processo voluntário de redução salarial de lideranças durante a crise do novo coronavírus. Em comunicado interno enviado no dia 14, o comitê executivo afirma ter sido convidado a participar do movimento e estendeu o convite para diretores e gerentes reduzir seus salários brutos em até 20% nos próximos três meses.

A empresa ainda se comprometeu a suspender demissões por 60 dias e congelar salários e promoções, limitando as contratações apenas para posições críticas.

Outra medida da fabricante de cosméticos na pandemia foi converter temporariamente todas as suas linhas de produção de maquiagem e perfumaria na América Latina para a fabricar apenas de itens de higiene pessoal, incluindo álcool gel e líquido. A decisão foi anunciada em maio.

A companhia tem realizado doações de sabonetes e frascos de álcool em gel para governos e instituições de saúde – na América Latina, já doou quase 3 milhões de Quase três milhões de sabonetes foram para comunidades pobres, instituições de saúde e organizações não governamentais.

O retorno ao normal ao fim da pandemia deve ser feito de forma gradual, diz o executivo, mas o mundo não será mais o mesmo. “A crise vai trazer ensinamentos profundos, sobre maneiras diferentes de trabalhar e a busca por mais diálogo entre as pessoas, sociedades e governos”, diz o presidente.

A sustentabilidade, um dos valores chave para a Natura, também deve se tornar uma preocupação mais global, acredita Marques. “O mundo terá uma oportunidade de pensar de maneira mais sustentável”, diz. “São aprendizados importantes que podem ajudar a sociedade a melhorar no mundo pós-crise.”

2020-05-31T14:57:23-03:00abril 27th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

BOLETIM ABEVD COVID-19 N°19 (24.04.2020) | NORMAS ESTADUAIS – ISOLAMENTO, EVENTOS E TRANSPORTE/ENTREGA DE MERCADORIAS

Desde a confirmação da competência dos Estados e Municípios firmarem as normas de restrição da sua população, temos visto análise frequente sobre as atividades permitidas ou proibidas dentro do seu território.

Apesar de a grande maioria ainda adotar o isolamento social/quarentena como principal medida para contenção da propagação do coronavírus, a exemplo dos estados do Espírito Santo (Dec. 4.636-R), Pernambuco (Dec. 48.958/20) e Rio Grande do Sul (55.184/20) que prorrogaram para o dia 30 de abril e outros estados que adotaram um prazo ainda maior: Amazonas até 30 de maio (Dec. 42.216/20); São Paulo até 10 de maio (Dec. 64.946/20), Goiás que estendeu por mais 150 dias (Dec. 9.653/20) e Pará que não estipulou prazo (Dec. 609/20), também vimos alguns Estados começarem a relaxar as medidas.

São exemplos de estados que reabriram suas atividades o Mato Grosso (Dec. 462/20) e Santa Catarina (Portarias SES nºs 256,257, 258 e 266). Nesses estados as atividades voltam a ser permitidas, desde que atendam algumas normas de segurança a exemplo do uso obrigatório de máscaras, disponibilização de álcool gel 70% e distanciamento mínimo entre as pessoas de 1,5 metros.

Apesar de o estado do Espírito Santo ter prorrogado sua quarentena para o dia 30 de abril, há indícios que adotará regra similar já que segregarão os municípios entre Prevenção, Alerta, Atenção e Emergência, a depender do número de casos confirmados de COVID-19.

Para uma melhor visualização, elaboramos uma tabela contendo as datas previstas para término da quarentena e as normas em relação a eventos.

Para uma melhor visualização, elaboramos uma tabela:

PROIBIÇÃO DE CORTE DE SERVIÇOS ESSENCIAIS

Diversos estados têm implementado, conforme a ABEVD tem informado nesses boletins, a proibição de corte de serviços essenciais para a população no período em que o estado de calamidade vigorar ou, em outros casos, por prazo pré-determinado, em especial nos primeiros meses em que se instaurou a crise e o início da quarentena.

A ABEVD informa que nesses dias, os seguintes estados adotaram essas medidas:

• Distrito Federal: por meio da Lei nº 6.551, estabeleceu-se regras endereçadas aos consumidores, nas quais não poderão ser cortados os serviços essenciais para população de baixa renda, estando aí incluída a internet quando necessário para a saúde ou educação;
• Pará: com base no Decreto nº 609/20, fica proibido o corte de energia elétrica e gás por 3 meses contados do dia 16 de março e da internet por 2 meses contados do dia 6 de abril;
• Paraná: a Lei nº 20.187 estabelece que não poderão ser cortados os serviços essenciais como energia elétrica, gás e água para a população de baixa renda e, também, para as pequenas e micros empresas, além dos MEI.

2020-06-12T08:55:17-03:00abril 24th, 2020|Categories: Boletins|

CLIPPING – ADNEWS – “UMA QUESTÃO URGENTE PARA A MULHER”, DIZ GRELIN APÓS INÍCIO DO ISOLAMENTO

A Avon e a Natura, duas das principais marcas de cosméticos do país, se reuniram e realizaram uma campanha para ajudar todas as mulheres que estão presas dentro de casa. Com o movimento #IsoladasSimSozinhasNão embasado pelo Instituto Avon, o qual a Natura também acabou abraçando, e ainda conta com o apoio de diversos nomes que irão ajudar a propagar ajuda para as mulheres. Os portais ‘Quebrando o Tabu’, ‘Papo de Homem’ e a startup ‘Mete a Colher’ estão juntos nessa parceria e criarão conteúdos para ser publicado junto as redes sociais do Instituto Avon e da Natura que disponibilizaram toda ajuda nos portais ajudando todas a não sofrerem caladas, muito menos sozinhas.

Nos materiais produzidos será possível entender um pouco mais sobre essa problemática que afronta todas as mulheres do país e as ajudam a identificar algumas atitudes de um relacionamento abusivo. Ajudas com saúde mental, prevenção, rede de apoio e canal de denúncias, para que todas saibam como realizar denúncias para que a cultura da violência à mulher não continue sendo um hábito constante nos relacionamentos.

A campanha entre Natura e Avon não será realizada somente no Brasil, em alguns países da América do Sul, como Chile, Uruguai, Peru, Argentina, Colômbia e Equador, as mulheres também terão o apoio das marcas. Ambientado para #AisladasNoSolas, o movimento será um pouco diferente do que acontece por aqui.

Os conteúdos criados consistem em vídeos de culinária que podem ser compartilhados via WhatsApp e que durante sua reprodução irá conter alguns “sinais sigilosos”, para que nenhum dos abusadores desconfie e castigue ainda mais as suas companheiras. Assim, com estes sinais, as mulheres irão entender como podem denunciar e como devem se comportar mediante os abusos sofridos dentro de suas casas, além de apoio e incentivo para que elas tenham força e esperança que um dia tudo isso possa acabar.

Para entendermos mais sobre a todo o planejamento, estratégia e desempenho de campanha, conversamos com duas das responsáveis pela campanha #IsoladasSimSozinhasNão: a Maria Paula Fonseca, diretora global da marca Natura e a Daniela Grelin, diretora de comunicação do Instituto Avon. Confira a entrevista:

ADNEWS – De onde surgiu a parceria entre a Natura e a Avon?

Maria Paula Fonseca – Há muito tempo já admirávamos a atuação da Avon no combate a violência doméstica e com a chegada da marca ao grupo Natura &Co, tivemos a oportunidade de unir forças para essa comum. O movimento #IsoladasSimSozinhasNão fez todo o sentido para a Natura, pois já trabalhávamos com esse assunto com nossa rede de colaboradoras e consultoras.

Juntas, nossa voz se torna ainda mais poderosa, pois as marcas do grupo Natura &Co (Avon, Natura, The Body Shop e Aesop) representam a maior rede feminina do mundo, conectando mais de seis milhões de representantes e consultoras e 40.000 colaboradores com 200 milhões de consumidoras em 110 países. Temos consciência de que, especialmente neste momento, fazemos a diferença.

AD – Qual é a importância de ações como essas para as duas empresas e seu público-alvo?

Maria Paula – A quarentena está sendo dura sobretudo com as mulheres que sofrem violência doméstica, pois enfrentam a pandemia do coronavírus confinadas integralmente com o agressor. Nesta situação, a casa não é um lugar seguro e, muitas vezes, elas sequer conseguem um momento de privacidade para fazer uma ligação de denúncia. Então, ao levantar o tema, as marcas reverberam uma mensagem importante para engajar mais pessoas a acolherem e protegerem vítimas. Principalmente porque a denúncia não precisa ser feita pela mulher que sofre violência, mas por parentes, amigos, testemunhas, vizinhos.

Quanto ao conteúdo, explicamos como funciona o ciclo da violência e lembramos que a violência não é apenas física, mas também pode ser psicológica, patrimonial, sexual, assim como pode estar em todas as classes sociais, idades ou raças.

Daniela Grelin: Esta causa é uma das preocupações mais prementes da mulher e, portanto, das nossas colaboradoras, revendedoras, familiares e amigas. Sendo uma questão urgente para a mulher, é também foco de atenção para a Avon e o Instituto Avon, que no Brasil investe especificamente nesta causa há 12 anos. Momentos de crise, nos trazem a possibilidade de acelerar processos que, de outra forma, poderiam levar muito mais tempo. Sendo a violência doméstica um problema complexo e sistêmico, optamos pensar em ações inovadoras que pudessem atender às mulheres que estão em maior vulnerabilidade agora. Pensamos em uma campanha que envolvesse, em sua primeira fase, o aumento da visibilidade sobre a violência doméstica e a difusão de informações sobre a rede de proteção disponível, de forma presencial ou virtual, durante a quarentena. Finalmente, iniciamos uma ação de advocacy convocando as autoridades a direcionarem foco e recursos à manutenção dos serviços de apoio à mulher em situação de violência. É preciso que as medidas sejam tomadas com rapidez e de maneira conjunta – iniciativa privada, governo e sociedade civil – para que os impactos sejam mitigados, e as vidas de mulheres e crianças sejam protegidas.

AD – Como foi montada a estratégia desta campanha já que todo o público está em casa?

Maria Paula – As marcas trabalharam de forma colaborativa entre si, proporcionando uma explosão criativa. Quem iniciou o movimento #IsoladasSimSozinhasNão foi Avon, mas conforme cada marca desdobrava a campanha em peças, tudo foi compartilhado e aberto para cada um aproveitar as ideias da maneira que funcionasse melhor para seu público ou geografia.

Sabemos que a convivência intensa com um agressor em uma situação excepcional de pandemia gera muita tensão e medo na vítima. Nossa estratégia, portanto, foi fazer um amplo chamado à rede de apoio e buscamos vários canais para fazer isso. Em uma situação de isolamento social, a mulher está distante de amigos e parentes, porém os vizinhos podem ser elos com canais de denúncia. Por isso, disponibilizamos conteúdos informativos nas redes sociais e uma peça para divulgação em elevadores e condomínios. Por esses materiais, os vizinhos se mostram disponíveis para proteger mulheres em risco. A Natura ainda passa a disponibilizar a ferramenta TINA para suas líderes de negócios, que visa oferecer apoio psicossocial a vítimas ou denunciantes.

Para as redes sociais, desenvolvemos um sticker para Instagram Stories que visa identificar pessoas que podem ser um agente de apoio em situação de violência. Estamos abordando o assunto durante lives realizadas nos canais da Casa Natura Musical e de Natura Musical no Instagram. Com uma mensagem escondida durante a transmissão, buscamos aumentar o alcance desse movimento. Ainda patrocinamos a minissérie “Era Uma Vez”, do podcast Mamilos. Nele, o tema da violência contra a mulher é abordado sobre várias perspectivas: violência física, sexual, psicológica e patrimonial. Importante falar também que estamos muito felizes com o apoio de influenciadores digitais. Muitos deles tem apoiado a causa com a divulgação do conteúdo, compartilhando espontaneamente nossos materiais.

Daniela – Nós acreditamos que a violência contra a mulher é um problema de todas as instituições e atores da sociedade. Por isso, nossa campanha é um chamado. Queremos reforçar que mesmo distantes podemos desempenhar nosso papel de apoiadoras de outras mulheres, mostrando que o cuidado vai além das barreiras físicas. Vamos continuar cuidando de todas as mulheres, mesmo dentro de nossas casas. Por isso, trouxemos a janela como símbolo dessa campanha, que nos coloca em contato com o mundo externo, por onde podemos observar a vida e as pessoas ao nosso redor. Além disso, temos também ferramentas que nos aproximam da nossa rede de afetos, como WhatsApp e Facebook, que também são janelas que podem nos auxiliar nesse cuidado com as pessoas que estão ao nosso redor, mas distantes fisicamente. Além das projeções que realizamos na última semana, estamos pedindo que as mulheres sinalizem sua janela com um laço, para que suas vizinhas saibam que ali existe um ponto de apoio, em caso de violência doméstica. Além disso, nas redes sociais do Instituto Avon e Avon, divulgamos informações sobre a rede de apoio disponível para a mulher e como acessá-la durante a quarentena. Estão disponíveis também, entre outros conteúdos educativos, a websérie ‘Quando Temos Voz’, disponível no Youtube do Instituto Avon e muitas dicas desenvolvidas em parceria com o Papo de Homem sobre comunicação não violenta, disponíveis nos perfis do Instituto Avon no Facebook e Instagram.

AD – Como a parceria entre a Natura e Avon pode colaborar para que os números de mulheres que sofrem com a violência doméstica possam ser reduzidos? Como são esperados esses números após a ação das marcas?

Maria Paula – Nem sempre a redução dos números indica que estamos vencendo a luta contra a violência doméstica. Neste momento, a pandemia pode até mesmo gerar subnotificação dos casos, já que muitas mulheres não conseguem fazer a denúncia estando isoladas em casa com o agressor.

Nossa busca é por manter as mulheres seguras, principalmente durante a pandemia de Covid-19 e mobilizarmos o máximo de pessoas possíveis para participarem de uma rede de apoio contra a violência doméstica. Portanto, esperamos poder mostrar para a sociedade que a violência doméstica é uma epidemia velada, está em todas as causas sociais. Não haverá vacina ou remédio para a violência doméstica, apenas é possível combater essa realidade com uma profunda mudança de comportamento e valores na sociedade.

Daniela – Como dito pela Maria Paula, nossa preocupação no momento é mobilizar o maior número de pessoas, ampliar e ativar a rede de apoio contra a violência doméstica. Sabemos que a violência contra a mulher se perpetua no silêncio, na escuridão, quando o autor da agressão acha que ninguém está olhando e a vítima sente-se isolada e desprotegida. Diante disto, estamos levando às mulheres informação, soluções tecnológicas e recursos práticas para que saibam onde pedir ajuda e, ao fazê-lo, encontrem uma rede preparada para orientá-la, intervir e protegê-la.

AD – Qual é a importância de ter canais de como o Quebrando o Tabu e Papo de Homem juntos a vocês?

Maria Paula – Quebrando Tabu e Papo de Homem têm sido parceiros próximos de ambas as marcas e têm legitimidade e credibilidade para abordar o tema e cocriar conteúdos. Como escolhemos acionar vários canais para amplificar a mensagem do movimento, cada marca realizou ações e parcerias complementares. O Instituto Avon, junto com as plataformas Papo de Homem e Quebrando Tabu, produziu uma série de conteúdos digitais que têm sido publicados nas redes sociais do Instituto. Esta é uma ação muito relevante pois engaja agentes de comunicação com o público masculino no movimento #IsoladasSimSozinhasNão.

Daniela – A crise tem sido uma oportunidade para a união de empresas, para o redesenho de soluções ao lado das autoridades e da sociedade, para propor ações inovadoras para problemas antigos, mas que se intensificaram durante a pandemia. Contar com a visibilidade de parceiros como o Papo de Homem e Quebrando o Tabu nos ajuda a ampliar essa conversa e disseminar um conteúdo que nos ajuda a orientar toda a sociedade, inclusive os homens, sobre como atuar como uma rede de apoio à mulheres e crianças que estão mais vulneráveis nesse momento.

AD – Vocês já têm algum feedback de como esse conteúdo foi avaliado pelas mulheres no Brasil e na América Latina?

Maria Paula – Temos recebido feedbacks muito positivos, especialmente quanto ao vídeo tutorial com mensagem escondida, no formato “cavalo de troia”. Esta foi uma peça que atingiu a sociedade de maneira consistente e robusta e já recebemos pedidos de parceiros para aproveitá-lo em outros países. Outro ponto importante é que temos percebido um aumento sobre o debate da violência doméstica neste contexto de quarentena entre veículos de comunicação, influenciadores digitais e público. Isso quer dizer que uma parte importante do nosso objetivo já está sendo alcançada.

Daniela – O que temos avaliado é a adesão aos nossos conteúdos. No último domingo tivemos mais de 30 influenciadoras no Instagram replicando nossas mensagens, ampliando ainda mais essa conversa, e recebendo mensagens de apoio sobre a importância dessa informação nesse momento. Recebi também mensagens pedindo a replicação do conteúdo para outros países, para alcançar as mulheres brasileiras que no momento residem fora do Brasil. Isso nos dá uma indicação de que estamos no caminho certo.

2020-05-29T13:58:15-03:00abril 24th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

BOLETIM ABEVD COVID-19 N°18 (24.04.2020) | MEDIDAS TRABALHISTAS | REVOGAÇÃO DO CONTRATO VERDE-AMARELO – MP 955

O denominado Contrato Verde-Amarelo foi instituído pela MP 905 publicada no final de 2019, criando um programa para incentivar a formalização da contratação de jovens entre 18 e 29 anos que nunca tinham tido carteira assinada, contemplando uma carga tributária e de encargos trabalhistas menor comparados com o regime CLT regular.

A revogação foi resultado da impossibilidade de alcançar um consenso no Congresso Nacional acerca dos dispositivos da MP do Contrato Verde-Amarelo. Diante da iminência da MP não ser convertida em lei, ao invés de ter tido seus efeitos prorrogados, o presidente Jair Bolsonaro decidiu por revogá-la e anunciar que editará uma nova Medida Provisória com termos similares, mas incluindo regras específicas para enfrentar a crise decorrente da pandemia do COVID-19.

É preciso que cada empresa analise a situação junto de seus advogados, mas há entendimento de que a revogação da MP não invalida os contratos de trabalho firmados durante o período de sua vigência: entre 1º de janeiro a 20 de abril de 2020, valendo até o final do prazo da contratação.

2020-06-12T08:55:08-03:00abril 24th, 2020|Categories: Boletins|

BOLETIM ABEVD COVID-19 N°17 (23.04.2020) | AUXÍLIO-EMERGENCIAL PARA AUTÔNOMOS / LEI Nº 13.982 INCLUSÃO DAS VENDAS DIRETAS NO TEXTO DA LEI

Como parte da missão de promover o setor de vendas diretas no Brasil, a ABEVD tem trabalhado em uma série de iniciativas junto ao governo, imprensa e sociedade, a fim de trazer maior visibilidade e destaque.

Nessa linha, atuamos no Projeto de Lei nº 873 que alterou a Lei nº 13.982/20 para incluir o setor de vendas diretas dentre aqueles que servem como exemplo das atividades que podem usufruir desse benefício.

A inclusão dos empreendedores independentes das vendas diretas foi aprovada na Câmara dos Deputados e, ontem, ratificada no Senado Federal.

Dentre outras alterações promovidas na lei, destacamos as seguintes:

• Exceção da maioridade para mães adolescentes;
• Esclarecimento de que se limita a 2 (duas) cotas do auxílio-emergencial por família ou 1 cota do auxílio-emergencial e 1 cota do Bolsa Família, prevalecendo o valor mais vantajoso;
• A família monoparental, agora, também pode ser formada só pelo pai (antes falava-se da mãe monoparental);
• Não há mais a limitação de no ano de 2018 ter tido rendimento no valor de R$ 28.559,00;
• As instituições financeiras poderão contratar outras instituições financeiras para promover o pagamento, como por exemplo fintechs;
• O valor recebido a título de auxílio-emergencial não poderá ser usado para quitar débitos na conta bancária, mesmo se o valor for transferido para outra conta;
• Se a pessoa que receber o auxílio-emergencial alcançar em 2020 a faixa de tributação pelo imposto de renda, deverá adicionar esse valor para fins de recolhimento do IR no momento da declaração de ajuste anual em 2021.

A medida foi enviada para sanção presidencial, ou seja, aguarda a aprovação do presidente Jair Bolsonaro. Após isso, as alterações serão incorporadas na lei. Não há expectativa de qualquer veto do presidente, em especial a inclusão das atividades no corpo da lei.

EXIGÊNCIA DO CPF REGULAR
Na semana passada, o Tribunal Regional da 1ª Região, por meio de uma medida liminar concedida pelo juiz Ilan Presser, suspendeu a exigência de o beneficiário do auxílio-emergencial ou seus familiares estarem com CPF regular perante a Secretaria da Receita Federal sob o argumento de que essa condição estava causando aglomerações nas agências da Receita Federal.

O Governo Federal recorreu e, na segunda-feira (20.04), o Superior Tribunal de Justiça anulou a decisão, tendo o Ministro João Otávio Noronha justificado a rápida revogação com base no fundamento de que isso atrasaria o recebimento do benefício pelas pessoas já que o sistema implementado teria que sofrer alterações e, também, porque a Receita Federal disponibiliza a possibilidade de regularizar o CPF por um procedimento online.

2020-06-12T08:54:57-03:00abril 23rd, 2020|Categories: Boletins|

PAPO DIRETO DISCUTE A ATIVIDADE DA VENDA DIRETA À DISTÂNCIA

Live promovida pela ABEVD abordou a questão do apelo emocional e concluiu que induzir os cinco sentidos pode ser fundamental na hora de fechar negócios, mesmo com o distanciamento social

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) promoveu na tarde desta quarta-feira (22.04), em seu canal no Instagram (@abevdiretas), o Papo Direto, uma live com o tema “Mesmo distantes, como oferecer uma experiência à sua Força de Venda”, com as participações da Presidente Executiva da ABEVD, Adriana Colloca e do Publicitário e Consultor de Marketing, Manoel Carlos Junior.

O debate se iniciou com Adriana falando sobre a delicadeza do atual momento e que o setor de vendas diretas é uma oportunidade para muitos, já que, para exercer a atividade, não é necessário sair de casa.

“Quem já usava e conhecia a internet, segue fazendo o seu trabalho. Quem não conhecia, passou a aprender também a gerar conteúdo para redes sociais. O setor de vendas diretas é uma atividade apaixonante e democrática, por não exigir que você tenha algum nível de escolaridade específico ou horários estipulados”.

Apesar das incertezas do cenário em uma época de pandemia, Manoel garante que o momento é de muitas oportunidades, em especial o de criar conexões emocionais com os clientes. O consultor ainda deu detalhes sobre o método “Experiencialize”, uma metodologia exclusiva que facilita a implantação e a aprimoramento de Customer Experience na área de vendas diretas.

O “Experiencialize” é composto de sete passos. “O primeiro é amar o que a gente faz. Quem trabalha com venda direta tem um relacionamento direto tanto com pessoas quanto com produtos. O segundo, é saber contar boas histórias emocionantes que conectem o seu cliente ao seu produto ou serviço. Terceiro, criar senso de pertencimento, ou seja, fazer com que o cliente sinta que ele faz parte de algo maior. Quarto, evocar a memória afetiva e isso inclui conhecer muito bem o seu cliente. Quinto, é cuidar de detalhes. Sexto, ativar os cinco sentidos (audição, visão, tato, olfato e paladar) com aromas, músicas e sabores, estimulando assim a produção de hormônios da felicidade. O último é surpreender positivamente o cliente, ou seja, entregar mais do que ele está aguardando”, resumiu o consultor.

Manoel e Adriana explicaram ainda que o que cria conexão com o cliente é falar de sentimento, de emoção e de sensação. É preciso deixar claro ao cliente que aquele determinado produto, além de sua capacidade técnica, tem a capacidade de trazer a sensação de poder.

“Quando você acredita no produto e no seu trabalho, os seus olhos brilham. Você se entrega positivamente e aí tudo fica mais fácil. É saber contar boas histórias e as sensações boas e positivas que seu produto vai oferecer. Quando você mesmo começa a consumir esse produto, você entra em um seleto grupo de pessoas que fazem uma boa performance”, afirmou Manoel.

Confira os sete passos completos do método “Experiencialize”:

1) Causa emocional do seu negócio. Definir qual o sentimento que cria uma conexão emocional entre a sua empresa e o seu cliente.

2) A partir de definida a causa emocional, podemos avançar para o segundo passo, contar a história da sua empresa, fazer o chamado “Storytelling”.

3) Criar sensação de pertencimento. O ser humano que vive em sociedade, necessita se sentir parte de algo maior. Por isso, nos ligamos a tantas instituições como igrejas, clubes, associações, etc

4) Daí já emendamos para o 4º passo, evocar a memória afetiva, do que nada mais do que associar algum aspecto do seu produto ou serviço a alguma boa memória do passado do seu cliente.

5) Alinhar os 5 sentidos no seu ambiente físico de consumo ou de atendimento do seu cliente. Será que o visual, o auditivo, o olfativo, o tátil e o paladar estão sendo estimulados de forma integrada, na medida certa e alinhados com a experiência sensorial que queremos que o cliente sinta?

6) Para o 6º passo, a atenção máxima aos detalhes! De nada adiantaria todos os passos anteriores, se pecássemos no momento de sua execução.

7) Finalmente, chegamos ao 7º e último passo: provocar o efeito UAU ou UAU, ou seja, surpreender positivamente o cliente, entregando mais do que ele espera. Uma espécie de cereja do bolo da experiência que irá entregar ao seu cliente.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-05-29T13:50:48-03:00abril 23rd, 2020|Categories: ABEVD News, Corona, Notícias|

AGÊNCIA SENADO – EXPANSÃO DO AUXÍLIO EMERGENCIAL SEGUE PARA SANÇÃO PRESIDENCIAL

O Plenário aprovou nesta quarta-feira (22) o substitutivo da Câmara dos Deputados ao projeto do Senado (PL 873/2020) que amplia o alcance do auxílio emergencial a ser concedido a trabalhadores informais prejudicados pela pandemia de coronavírus (veja tabela no fim da matéria). O texto recebeu voto favorável de 80 senadores (o que representa unanimidade, porque o presidente da sessão não vota) e segue agora para a sanção presidencial.

O relator do projeto, senador Esperidião Amin (PP-SC), aceitou vários pontos do substitutivo, mas também recuperou dispositivos da versão original do Senado que haviam sido rejeitadas pela Câmara. O projeto se refere à Lei 13.892, promulgada no início de abril, que instituiu pagamento mensal de R$ 600,00 para trabalhadores informais e desempregados durante o período da pandemia.

A versão do Senado havia sido aprovada no início de abril, como complemento à criação do auxílio emergencial, contendo as emendas dos senadores ao projeto original. Após as intervenções da Câmara, o texto final contém uma lista maior de categorias profissionais às quais será concedido o benefício; autoriza que dois membros de uma mesma família recebam o auxílio; proíbe a retenção do valor pelos bancos para o pagamento de dívidas; e retoma a expansão da base do Benefício de Prestação Continuada (BPC). Também foi confirmada a inclusão no programa das mães adolescentes, que antes não o receberiam porque o auxílio é destinado aos maiores de 18 anos.

Mudanças aceitas

No substitutivo, os deputados especificaram que as instituições financeiras públicas federais poderão contratar fintechs (bancos virtuais) para a operacionalizar o pagamento. O texto do Senado já previa o pagamento por casas lotéricas, Correios e fintechs, mas não previa a contratação dessas últimas pelos bancos públicos federais.

O texto da Câmara veda ainda que instituições financeiras responsáveis pelo pagamento efetuem descontos a pretexto de recompor saldos negativos ou saldar dívidas preexistentes dos beneficiários. Ou seja, se alguém estiver devendo ao banco, o auxílio não poderá ser automaticamente retirado para cobrir a dívida.

O senador Esperidião Amin afirmou que o substitutivo deixou mais clara a possibilidade de dois membros de uma mesma família receberem o auxílio emergencial. O texto do Senado previa que o recebimento do Bolsa Família não exclui o direito ao auxílio emergencial e que cada família poderá receber até duas cotas de auxílio emergencial ou uma cota do auxílio e um Bolsa Família.

Retorno ao original
Outras sugestões feitas pelos deputados não foram recepcionadas por Amin. É o caso de um dispositivo que incluía, entre os trabalhadores aptos a receber o auxílio emergencial, trabalhadores rurais e domésticos com carteira assinada. Apesar de manifestar solidariedade a essas categorias, Amin manteve-as fora do texto, defendendo a necessidade de não desvirtuar o programa – que se destina aos informais.

Também saiu do texto uma mudança que isentava o beneficiário de pagar Imposto de Renda sobre o auxílio recebido caso ele apresente rendimentos, em 2020, acima da primeira faixa de isenção (R$ 28,6 mil). O relator explicou que o pagamento do imposto havia sido negociado com o Ministério da Economia em troca do fim da exigência de que os beneficiários do auxílio tivessem recebido rendimentos tributáveis abaixo da faixa de isenção em 2018.

Uma terceira mudança da Câmara foi rejeitada após debate no Plenário, a partir de destaques dos senadores Alvaro Dias (Podemos-PR) e Mara Gabrilli (PSDB-SP). O projeto do Senado proíbe a interrupção do pagamento de aposentadorias, pensões e benefícios sociais durante a pandemia exceto em caso de morte do beneficiário. A Câmara permitiu essa interrupção também em caso de irregularidade comprovada em perícia. Alvaro e Mara argumentaram que isso obrigaria aposentados e pessoas com deficiência a saírem de casa para encarar filas e aglomerações em postos do INSS. Esperidião Amin havia mantido a alteração, explicando que contava com o “bom senso” do órgão para não convocar perícias durante a pandemia, mas decidiu acatar os destaques dos colegas.

Já trechos retirados pelos deputados foram recuperados, fazendo com que valesse a versão original do Senado, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e já com as modificações inseridas pelo relator, Esperidião Amin. Um desses trechos foi o que aplica de imediato o novo critério de renda familiar per capita máxima para recebimento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que passa de 25% do salário mínimo para 50%.

Esse texto mantém o valor previsto na Lei 13.891, de 2020, após derrubada de veto presidencial pelo Congresso Nacional. A questão está suspensa judicialmente após medida cautelar impetrada pelo governo federal, mas Esperidião Amin afirma que manterá a palavra do Congresso sobre o tema.

Quanto ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), o relator também reintroduziu a possibilidade de suspender os contratos somente para os estudantes que estavam em dia antes da vigência do estado de calamidade pública, conforme previsto no texto do Senado e retirado pela Câmara.

Fonte: Agência Senado

2020-05-29T13:49:11-03:00abril 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|

CLIPPING – PIAUI HOJE – MARGARETE COELHO REFORÇA APOIO PARA REPRESENTANTES DO SETOR DA BELEZA

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou a proposta que amplia o alcance do auxílio emergencial de R$ 600 durante a pandemia do novo coronavírus (PL 873/20). A deputada federal Margarete Coelho (PP-PI) apresentou uma emenda modificativa ao projeto para incluir os profissionais da beleza e empreendedores individuais no rol de profissionais que podem receber o benefício.

“Sabemos que esse momento de recessão proporcionado pela pandemia é ainda mais duro para quem trabalha dependendo do lucro diário para o sustento. Nossa emenda, que foi acatada pelo relator na última sessão da Câmara, garantiu que profissionais como cabeleireiros, depiladores, manicures, pedicures, maquiadores, esteticistas, além de trabalhadores que atuam com vendas diretas de produtos de beleza possam receber o auxílio”, informou a deputada.

A parlamentar piauiense destacou que este é um dos setores que mais crescem no país e em reunião realizada ontem (20), por videoconferência com representantes do Sindicato dos profissionais da Beleza no Piauí (Sindibeleza Piauí), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE – PI), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC – PI) e os deputados federais Soraya Santos e Ricardo Izar, que também assinaram a emenda, foram discutidas soluções para os problemas que envolvem a pandemia e esse segmento.

“Apresentamos o cenário que a crise desenha para o setor, as soluções que a Frente Parlamentar da Beleza tem proposto e também ouvimos as dificuldades de quem trabalha no segmento para buscarmos soluções” completou.

A presidente do Sindibeleza Piauí, Adriana Lobão, destacou que a reunião foi muito proveitosa e que a categoria se sente “honrada pelo apoio nesse momento difícil”.

2020-05-29T13:48:01-03:00abril 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|
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