Clipping – Extra – PIB cai 1,5% no 1º trimestre de 2020, mas resultado reflete só início dos efeitos da pandemia

Dados do Produto Interno Bruto (PIB), divulgados nesta sexta-feira (dia 29) pelo IBGE, indicam que a economia brasileira sofreu uma retração de 1,5% no primeiro trimestre de 2020, na comparação com último trimestre do ano passado. O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos pela economia. A expectativa do mercado era de queda de 1,5%, segundo a Bloomberg.

O que pesou para a retração nos três primeiros meses deste ano foi o setor de serviços, que registrou queda de 1,6% contra o trimestre anterior. Este setor representa 74% do PIB. Na comparação com igual período de 2019, a queda foi de 0,3%.

O resultado do primeiro trimestre é a ponta do iceberg do que os economistas estimam ser a pior recessão econômica em 120 anos, quando começa a série histórica do IBGE. Isso porque as medidas de isolamento social foram adotadas apenas em meados de março.

2020-06-01T16:20:44-03:00maio 29th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Meio & Mensagem – Como fica a venda direta sem contato social

Como o nome da atividade diz, “venda direta”, até pouco tempo também chamada de “porta-a-porta”, pressupunha o contato direto entre consultoras/revendedoras e seus clientes. Um clássico no varejo brasileiro, em especial no setor de cosméticos, onde atuam marcas como Natura, Avon, O Boticário e Mary Kay, a venda direta, no entanto, também foi afetada pela pandemia da Covid-19 e as orientações de isolamento social, mas tem buscado caminhos para manter as atividades.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD), o País ocupa a 6ª posição global no setor, tendo movimentado R$ 45 bilhões, em 2019, o que representou crescimento de 1% sobre 2018. Para este ano, a entidade não se arrisca a fazer uma previsão, mas sua presidente executiva, Adriana Colloca, ressalta que a atividade é uma oportunidade de trabalho e renda para quatro milhões de pessoas em todos os cantos do Brasil.

“Assim como toda a economia, a venda direta sofreu impactos nos negócios em abril e maio. Porém, o setor foi muito rápido em se ajustar e usar as mídias sociais, sites e aplicativos para continuar o ritmo de vendas”, afirma Adriana. Ela também diz ter percepção de que aumentou a procura pela atividade por parte de quem deseja empreender ou ter uma fonte de renda.

“A dificuldade de inserção no mercado de trabalho faz das vendas diretas uma das fontes de renda mais importantes para as mulheres das classes CDE”, destaca, por sua vez Breno Barlach, diretor de pesquisa e inovação da consultoria Plano CDE. O pesquisador explica que as mulheres desse extrato social estão menos empregadas que os homens CDE e que as mulheres das classes AB por dois motivos. O primeiro é que não há empregos em seus bairros, mais afastados dos centros, e sem empregos e com renda baixa elas têm de assumir o cuidado com os filhos. A segunda razão é que todas suas conhecidas são do mesmo bairro, com a mesma escolaridade e trajetórias de vida similares. Com isso, não têm acesso a um “networking” capaz de indicá-las outras oportunidades.

Mesmo antes da pandemia, a digitalização já era uma tendência no setor, por conta da própria evolução da sociedade. Afinal, a tecnologia chega mais rapidamente às classes socioeconômicas mais altas, mas também vai se desdobrando com o tempo para as demais e influenciando os hábitos de toda a população. “Já vínhamos incentivando o uso de ferramentas digitais para a divulgação e venda de produtos. A venda direta tem que acompanhar as tendências das relações em geral. Se as relações estão cada vez mais digitais, a venda direta segue esse caminho”, pontua Adriana, da ABEVD, pra quem a força de vendas dessas empresas também ajuda que itens de cuidados pessoais cheguem à casa das pessoas, por um sistema de delivery sem contágio e sem burlar as regras de isolamento, uma vez que produtos têm sido entregues pelas próprias empresas.

Estudo da associação realizado nos primeiros meses de 2020, apontou o WhatsApp, sites e mídias sociais como principais meios de vendas e divulgação de produtos dessa força de vendas. No levantamento, conta Adriana, 84,7% elegeram o WhatsApp como principal canal de vendas e divulgação de produtos.

“Realmente, a digitalização é inevitável. O modelo de negócio dessas empresas não para de pé sem essa inovação”, analisa Breno Barlach, da Plano CDE. Mas para o pesquisador, no contexto da pandemia e do isolamento, há dois lados da moeda a serem vistos.

Segundo ele, por um lado, as vendas pela internet (ele confirma que na base da pirâmide, isso significa praticamente falar em WhatsApp) se tornaram a única forma de venda para muitas mulheres e como grande parte das revendedoras de cosméticos têm suas amigas como principais clientes, tais vendas são relativamente simples de serem digitalizadas via WhatsApp. “Por outro lado, assim como vemos o que está acontecendo na oferta de educação remota, há um gap gigantesco de letramento digital”, destaca Breno. Isso significa, no caso de pequenas revendedoras, com menor renda e escolaridade, que pode haver dificuldades, por exemplo, em comprar no site da marca ou saber como acessar novas clientes pelo meio digital.

Apoio à força de vendas
Presente já há algum tempo no mercado brasileiro, a americana Mary Kay também ressalta o cenário “totalmente novo” para todos os setores e diz estar “trabalhando dia e noite” para buscar ferramentas para continuar apoiando o negócio de milhares de mulheres que constituem sua força de vendas independente, para diminuir os impactos causados pela crise da Covid-19.

Rosana Bonazzi, vice-presidente de vendas da companhia no Brasil, conta que entre as iniciativas estão a prorrogação de promoções, revisão de requisitos para programas e campanhas, intensificação de conteúdo online, isenção do valor da assinatura do Meu Site Mary Kay Plus, onde elas podem receber encomendas online, além da entrega de materiais para apoiar a dinâmica da consultoria de beleza de forma virtual.

“Já conseguimos ver que as Consultoras de Beleza Independentes aprenderam que podem estar juntas de suas clientes virtualmente, não só para vender, mas para apoiá-las inclusive emocionalmente, esse é o jeito Mary Kay. Nós estamos oferecendo ferramentas virtuais para elas realizarem as Sessões de Beleza Virtuais. É também uma oportunidade de compartilharem a importância do autoamor, autocuidado, e como pode ser maravilhoso aprender a se cuidar e se maquiar sem sair de casa”, afirma Rosana Bonazzi.

Embora afirme que o atual contexto certamente irá acelerar o processo de digitalização da venda direta, a executiva diz ser cedo ainda para dimensionar esse crescimento, mas demonstra otimismo: “Oferecemos um negócio com plano de carreira independente que dá oportunidade para toda mulher, e com resultados ilimitados que só dependem dela. A Mary Kay é uma grande oportunidade para este momento, tanto para as pessoas começarem um novo negócio, com um investimento baixo, ou até mesmo para complementarem sua renda”.

O pesquisador da Plano CDE já recomenda cautela ao segmento. Para ele, após a pandemia, provavelmente a atividade retomará o papel de complemento de renda. O problema é que não se sabe a duração da pandemia e a renda de muitas revendedoras pode cair drasticamente, tendo impactos no endividamento das famílias e com as marcas. “A retomada do setor depende de que restem revendedoras suficientes daqui três, quatro meses, com capacidade de investimento (compra dos produtos para revenda). As marcas devem se atentar para isso”, alerta Bruno Barlach.

Segundo a ABEVD, em 2019, foram comercializados mais de dois bilhões de itens (em produtos e serviços) por venda direta no Brasil. As categorias com mais adesão são as de cosméticos e cuidados pessoais (54,7%); vestuário (8%); acessórios (7,9%); cuidados da casa (6,5%); alimentos ou suplementos saudáveis (4,3%); telefonia, internet, TV por assinatura (3,7%); livros, brinquedos, CD, DVD, software, games (3,4%); serviços de reforma da casa (3,3%); utensílios domésticos (3,1%); produtos financeiros (2,8%) e vinhos e comida congelada (2,3%).

2020-06-01T13:52:50-03:00maio 29th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD na mídia|

Clipping – Agência Brasil – Compras com cartões crescem 14,1% no primeiro trimestre, diz Abecs

Levantamento feito pela Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) mostrou que as compras pagas com cartões de crédito, débito e pré-pagos cresceram 14,1% no primeiro trimestre de 2020, somando R$ 475,7 bilhões.

O resultado indica uma leve desaceleração ante os semestres anteriores, atribuída ao início de quarentena e isolamento social no país devido à pandemia do covid-19.

Segundo os dados, foram movimentados R$ 297,7 bilhões (+14,1%) com cartões de crédito, R$ 170,8 bilhões (+12,5%) com cartões de débito e R$ 7,1 bilhões (+78,9%) com cartões pré-pagos. Em quantidade, foram ao todo 5,8 bilhões de transações com cartões ao longo do primeiro trimestre, o que representa um crescimento de 15,3% em relação ao mesmo período do ano passado.

No mês de março, o volume movimentado foi de R$ 148,6 bilhões, 3,4% a mais do que em março de 2019. Mesmo com alta, esse foi o menor crescimento desde 2007, e as estimativas indicam que os brasileiros deixaram de transacionar cerca de R$ 20 bilhões com cartões no mês.

As transações mais expressivas no início da quarentena foram registradas em serviços básicos, educação e saúde (+35,3%), varejo alimentício (+29,6%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (+21,8%). Na outra ponta, sofreram maior impacto setores como tecidos, vestuário e calçados (-20,5%) e turismo e entretenimento (-17,9%).

Os pagamentos digitais feitos de forma não presencial durante as compras eletrônicas chegaram a R$ 86,7 bilhões no primeiro trimestre, com crescimento de 23,2%. Em março a alta foi de 10,5%. “ A tendência é que esse segmento volte a atingir um patamar mais elevado de crescimento nos meses seguintes dada a manutenção das políticas de isolamento social”, diz a Abecs.

Os pagamentos por aproximação cresceram 456% no primeiro trimestre, movimentando R$ 3,9 bilhões. Em março, já sob os efeitos da quarentena, a alta foi de 385%, com volume de R$ 1,4 bilhão.

Projeção 2020
Segundo a Abecs, mesmo com os efeitos da crise, o setor de meios eletrônicos de pagamento deve encerrar o ano com saldo positivo e transacionar em torno de R$ 1,9 trilhão, com crescimento entre 1% e 3% em comparação com o ano anterior.

2020-06-01T14:03:02-03:00maio 27th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – E-Commerce Brasil – Covid-19 acelera transformações no comportamento dos consumidores

A população tem sido forçada a mudar drasticamente os seus comportamentos de compra em resposta ao impacto da pandemia de Covid-19 nos seus respectivos mercados. Nesse contexto, a Nielsen Brasil apresenta os resultados do estudo global Vida Pós-Covid-19: Retomar, Reiniciar e Reinventar, que projeta os possíveis cenários em curto, médio e longo prazo em relação ao período pós-pandemia.

As perspectivas mostram como as posturas de enfrentamento à doença adotadas por cada país devem impactar no comportamento dos consumidores, tendo em vista que isso influenciará diretamente o tempo de retomada das atividades.

De acordo com Domenico Tremaroli, diretor de atendimento aos clientes da Nielsen Brasil, todo o mundo está em processo de transformação e naturalmente os hábitos a partir de agora tendem a ser outros.

“Os desdobramentos econômicos devem levar à mudanças profundas no comportamento de consumo da população globalmente, que tende a direcionar seus desembolsos para produtos mais básicos. Estamos diante de algo jamais visto em nossas vidas, em um ritmo de transformação extraordinário, com o mundo em processo de readequação”, afirmou.

“Os hábitos dos consumidores estão alterando em ritmo da compreensão dessas mudanças, no contexto desses cenários. Então, será vital que as empresas priorizem o abastecimento para atender às novas circunstâncias impulsionadas pela Covid-19″, completou Tremaroli.

Expansão do e-commerce
No Brasil, as etapas de isolamento demonstram essas transformações. Numa primeira etapa, as medidas restritivas apontaram a necessidade de preparação, com as famílias buscando abastecimento e se preparando para o home office.

Ainda nesse contexto, percebe-se a adaptação de rotinas, com compras de artigos que garantem o acesso ao lazer em casa e também produtos facilitadores do dia a dia doméstico. Além disso, a expansão do comércio eletrônico aponta para uma realidade cada vez mais online, com o varejo e o setor de autosserviço avançando para atender a essa demanda tão grande.

“Os varejistas e as marcas precisam examinar rapidamente a gama de produtos oferecidos e a dinâmica de preços dentro de dois casos cada vez mais extremos de gastos. Por um lado, teremos uma grande parte de consumidores optando por restrições para conter despesas devido aos impactos econômicos (desemprego, setores sem funcionar por longos períodos, reduções de jornadas e salários)”, explica Fernanda Vilhena, gerente de atendimento do Varejo da Nielsen Brasil.

“Por outro, temos uma parcela menor de brasileiros que poderá aumentar o desembolso, porém esses recursos serão destinados às compras de supermercado, reduzindo os gastos em áreas como lazer. Entretanto, apesar das restrições, em ambos os grupos de consumidores, produtos de alto consumo (FMCG) deverão sofrer menos impactos na retomada”, disse Vilhena.

Para os dois especialistas da Nielsen, a tecnologia desempenha um papel fundamental na formação de um mercado mais inteligente quando se trata do futuro das lojas de varejo para bens de grande consumo (FMCG) e mercearias. De acordo com os resultados da pesquisa da Nielsen, em muitos mercados, a Covid-19 já acelerou a adoção online.

2020-06-01T13:43:09-03:00maio 27th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – G1 – Plataforma vê crescimento de 32% em cadastros de freelancers no país; veja áreas com maior busca por profissionais

Levantamento da Workana, plataforma que conecta freelancers a empresas, mostra que, desde o início da quarentena, houve crescimento de 32% no número de profissionais cadastrados no Brasil. Na América Latina, o crescimento chegou a 42%. Em termos comparativos, o crescimento mensal até fevereiro girava em torno de menos de 10%.

Veja áreas com maior crescimento na busca por profissionais atualmente no Brasil:

Legal (jurídica): 95,65%
Engenharia & Manufatura: 68,42%
Design & Multimídia: 13,41%
Marketing & Vendas: 12,80%
TI & Programação: 8,67%
Finanças & Administração: 1,92%
Até o começo de fevereiro, a Workana possuía 2,8 milhões de profissionais cadastrados na América Latina, número que saltou para 3,2 milhões durante o isolamento.

De acordo com Daniel Schwebel, country manager da Workana no Brasil, foram mais de 180 mil freelancers novos apenas no mês de abril, incluindo a América Latina e a Ásia. “Foi o maior crescimento da Workana desde a sua fundação, em 2012”, informa.

Segundo Schwebel, as empresas já solicitaram mais de um milhão de trabalhos na Workana desde a fundação da empresa. A média mensal atual é de 30 mil novos projetos por mês, ou seja, por dia, as empresas publicam na Workana em média mil novas oportunidades para os profissionais.

“Acreditamos que o motivo para o crescimento seja o nosso “novo normal”, este momento em que todos estão trabalhando em casa. Alguns profissionais estão provando o trabalho freelance por terem mais tempo livre em casa, outros lamentavelmente estão em busca de novas oportunidades por estarem desempregados”, diz Schwebel.

2020-06-01T14:10:00-03:00maio 26th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – La Nacion – A quitação da empresa imputada por informações falsas e enganosas

“Temos total confiança na integridade de nosso modelo de negócios e na qualidade de nossos produtos”. Isso foi respondido pela empresa de cosméticos e máquinas de cuidados com a pele Nu Skin Argentina INC, depois que o Secretário de Comércio Interno da Nação a imputou ontem por fornecer informações falsas e enganosas para a promoção e venda de seus produtos.

“Desde o primeiro momento, estávamos firmemente comprometidos em operar nossos negócios em conformidade com a legislação argentina e convidamos as autoridades competentes a avaliar nossos procedimentos e regulamentos para esclarecer as alegações”, afirmou a empresa em comunicado oficial. A queixa oficial já é conhecida.

O escândalo associado a essas máquinas faciais começou a crescer por várias semanas por muitos influenciadores, atrizes e modelos argentinos que recomendavam esse produto em suas redes sociais, prometendo não apenas resultados mágicos para a pele, mas também a possibilidade de alcançar a independência econômica, formando a própria equipe de revendedores.

Mas essas recomendações começaram a fazer barulho e nesta segunda-feira o problema explodiu na mídia e nas redes. Os modelos e celebridades que a recomendaram foram chamados de “golpistas” porque, segundo economistas e especialistas, o modelo de negócios da empresa Nu Skin é tendencioso e perigoso.

Pouco tempo depois, o Ministério do Comércio Interno, uma agência do Ministério do Desenvolvimento Produtivo, agiu oficiosamente depois de verificar que a empresa fez anúncios que levaram ao engano e à confusão, ação que incorre na violação da Lei 24.240 sobre proteção ao consumidor.

A Nu Skin garantiu que “monitora ativamente seus distribuidores independentes em relação à conformidade com políticas e procedimentos internos” e que essas políticas e procedimentos internos “incluem, entre outras questões, diretrizes sobre as características e efeitos de nossos produtos e o modelo de compensação de vendas”. “Sempre que detectamos violações das disposições de nossas políticas e procedimentos internos, tomamos as ações corretivas necessárias”, conclui o comunicado.

Segundo o relatório do Ministério do Desenvolvimento Produtivo, a empresa não cumpriu o dever de fornecer informações verdadeiras e objetivas sobre os produtos que comercializa. “O modelo de vendas é apresentado como uma oportunidade de emprego, quando na realidade era um esquema de pirâmide ou multinível, onde não havia renda segura, mas o vendedor/desenvolvedor é obrigado a fazer um investimento inicial. E também é recompensado se forem obtidos vendedores mais dispostos investir”, afirma o comunicado.

Além disso, o documento oficial indica que o modelo de negócios “consiste em comercializar um catálogo de produtos promovidos por ‘influenciadores’ – pessoas com alto grau de exposição nas redes sociais – que vendem diretamente aos clientes e, assim, obtêm uma margem de lucro”.

A Lei de Defesa do Consumidor estabelece sanções que atingem 5 milhões de pesos para os fornecedores que não respeitam os direitos dos consumidores.

2020-06-01T13:36:59-03:00maio 26th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – CNN Brasil – Home office: chefes e funcionários relatam problemas, mas a avaliação é positiva

Com as medidas de isolamento social se intensificando nas principais capitais brasileiras, o trabalho remoto se tornou praticamente obrigatório para a maioria dos negócios que não fornece serviços ou produtos essenciais. No Brasil, até mesmo pequenas e médias empresas aderiram rapidamente ao sistema de home office.

Um estudo da plataforma de comparação de software Capterra, que entrevistou mais de 4 mil trabalhadores em países da América, Europa e Oceania, constatou que as PMEs brasileiras se adaptaram mais rapidamente à situação. No início de abril, mais de 77% das empresas de pequeno porte estavam operando com trabalho remoto no país — a média global ficou em torno de 60%.

O novo sistema, apesar de apresentar desafios, tem agradado aos funcionários: 74% afirmaram gostar de trabalhar em casa e um terço disse ainda que gostaria de manter o novo formato mesmo após a pandemia. Entre empreendedores e gestores de equipes, a ideia também foi bem aceita.

É o que mostra uma outra pesquisa, realizada a nível nacional pela empresa de consultoria Corall com a plataforma Pence. O relatório apresenta a visão de 80 líderes que atuam em mais de 60 empresas brasileiras – entre elas, gigantes de cada setor, como Santander, Claro e Volkswagen. Na última semana de março, 44% dos entrevistados responderam que gostariam de manter o sistema de home office mesmo após o fim da pandemia.

O sócio diretor da agência de comunicação Be Comunica, Rodrigo Villaboim, é um deles. Há 60 dias gerenciando uma equipe de mais de 50 pessoas remotamente, ele se surpreendeu com os resultados do home office. “Está sendo bem produtivo, o que é inesperado para a gente. Na nossa área, a conversa ‘olho no olho’ é muito importante, então nunca pensamos em aplicar esse sistema anteriormente”, diz.

E os bons resultados, mesmo à distância, não foram surpreendentes apenas para Villaboim. Entre os principais pontos positivos citados por gestores na pesquisa, estão aspectos relacionados à produtividade. Cerca de 20% dos participantes responderam que a “adaptação rápida” foi uma surpresa positiva, ao lado dos 16% que disseram que as “reuniões têm sido mais objetivas” e dos 14% que afirmaram que a equipe tem mostrado mais “presença e foco”.

“A necessidade trouxe experiência positivas, estamos aprendendo a ser muito mais focados em reuniões, a tomar decisões mais rápidas. Pretendemos criar um esquema para que pelo menos parte da equipe consiga continuar trabalhando com mais flexibilidade no futuro”, conta Villaboim.

Desafios
Mas nem tudo é comemoração. O sistema de home office também apresenta uma série de desafios aos funcionários e empresas, especialmente nessa fase de adaptação. Entre as maiores dificuldades relatadas pelos participantes do estudo da Corall, estão a administração do tempo, que atrapalha 45% dos respondentes, e as distrações dentro de casa, lembradas por 34% dos entrevistados.

Na pesquisa da Capterra, a nível global, o principal problema apontado pelos trabalhadores foi a falta de comunicação. Apenas 37% das empresas forneceram orientações claras sobre os novos processos de entrega e reuniões. Outros 32% apontam a solidão como a principal preocupação durante o período de isolamento social. Ou seja, é necessário um equilíbrio.

O fator psicológico também foi lembrado pelos gestores entrevistados pela Corall. Questões relacionadas à saúde mental e bem-estar, como a “sensação de angústia pelo isolamento” e uma “ansiedade de desempenho” foram citadas como dificuldades nesse período. Nesse sentido, 15% dos gestores afirmaram que pretendem manter práticas como conferir mais autonomia e flexibilidade a seus subordinados, abertura para diálogos e uma maior crença no potencial de adaptação das pessoas.

“Acho que vamos ter um ‘novo normal’. Poucos tinham parado para refletir se a metodologia de trabalho até então ainda fazia sentido, do ponto de vista humano. De certa forma, tudo que a gente está vivendo, vai nos ensinar muita coisa. O empresário terá que mudar a forma de pensar, vai tentar ser mais produtivo usando menos recurso e desgastando menos a equipe”, acredita Villaboim.

Estrutura e segurança
Mas as primeiras dificuldades foram sentidas no plano físico. O número de trabalhadores que afirmaram utilizar apenas os seus próprios dispositivos pessoais para trabalhar em casa, sem suporte da companhia, foi de 40%. Entre os gestores, apenas 10% relataram problemas de estrutura, como a internet mais lenta que o ideal ou um computador inferior ao que tinham acesso na empresa.

Esse último problema, a Be Comunica tentou resolver caso a caso. “Autorizamos os funcionários a usarem as cadeiras da empresa, por exemplo. Mas tentamos entender as questões específicas de cada um. O pessoal do design precisa do desktop, por conta da criação.”

Usar o próprio notebook, entretanto, pode gerar um problema de segurança. “Como a gente trabalha com volume muito grande de arquivos, nossa rede foi um problema, porque é muito pesada. Mas, ao mesmo tempo em que precisamos ter acesso rápido a esse material, temos que garantir a confidencialidade aos clientes”, explica Villaboim.

No estudo da Capterra, apenas 36% dos entrevistados disseram que se preocupam em manter senhas fortes — com letras, números e caracteres aleatórios —, e só 39% dos mais de 4 mil empregados que responderam à pesquisa têm um software de antivírus instalado no computador. O número de trabalhadores que dizem utilizar firewalls (29%), VPNs (28%) e softwares de segurança de e-mail (22%) é ainda menor.

O comportamento não parece estar sendo monitorado pelas empresas. Apenas 19% dos funcionários disseram ter recebido algum tipo de treinamento ou formação em segurança informática. O fato parece mais assustador porque 50% dos trabalhadores que recentemente sofreram ataques ou tentativas de fraude afirmam que a tentativa de hackeamento aconteceu durante a jornada de trabalho remoto. Um risco desnecessário.

2020-06-01T13:57:38-03:00maio 25th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Brazil Beauty News.Com – WhatsApp é o principal canal de vendas diretas do Brasil, aponta pesquisa

WhatsApp é o principal canal de vendas de 84,7% dos empreendedores independentes do setor de vendas diretas (consultores, revendedores, distribuidores, etc.). O dado é da pesquisa nacional de perfil dos empreendedores desenvolvida por uma consultoria independente a pedido da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

Além do WhatsApp, os empreendedores também utilizam outras mídias sociais para divulgar e vender seus produtos. Quando perguntados sobre o assunto, 79,8% dos entrevistados afirmaram que utilizam o Facebook ou Instagram para apresentar lançamentos das empresas que representam.

Além de divulgação, a internet se consolida como importante canal de vendas para esses empreendedores. Quando perguntados sobre qual a forma/local em que mais vendem produtos, a internet foi a resposta de 60% deles. A residência do cliente ainda é um local importante para os revendedores, sendo eleito como o terceiro local que mais vendem produtos.

“Podemos verificar que, pela época de sua realização, o estudo não teve influência da atual situação da pandemia e da quarentena. Claro que ficamos muito satisfeitos em saber que os empreendedores independentes estão mais atuantes no meio digital, atitude que se adapta perfeitamente ao momento que estamos vivendo. Assim, eles podem continuar atuando sem correr riscos e nem oferecer riscos para os seus clientes”, afirma a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

Outro dado que chama a atenção é como esses empreendedores fazem os pedidos de suas vendas. 69,1% deles afirma que o site da empresa é o principal canal de pedidos para eles. Isso indica que não só os revendedores, mas também as empresas estão mais digitais oferecendo maior praticidade no momento de atender seus representantes.

Algumas empresas ainda oferecem um interessante canal de vendas, o chamado “espaço digital”. Uma página dentro do site oficial onde os consumidores podem fazer seus pedidos e pagar por meios digitais. Neste modelo, a empresa recebe o pedido do consumidor, assim como o pagamento, e se responsabiliza pela entrega do produto. Os revendedores continuam com um papel importante neste modelo, o papel de consultor, ou seja, ela indica o produto que mais se encaixa no perfil do seu cliente e ainda divulga os lançamentos e promoções disponíveis para eles.

Em 2019, o total de representantes de vendas diretas no Brasil passou para 3.857.181, um aumento de 1% comparado com os 3.818.991 do ano passado. Embora pareça pequeno, esse crescimento simboliza o aumento pela procura crescente por uma fonte de renda que vem conquistando cada vez mais adeptos. Outro número que cresceu foi o de volume de vendas. O total, em valor monetário, em 2018, foi de R$ 44.579.309. No ano seguinte, passou para R$ 45.047.393 (crescimento de 1,10%), valor que representa 0,9% do PIB da indústria de transformações.

2020-06-01T13:30:13-03:00maio 25th, 2020|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD na mídia|

COZINHAR NA QUARENTENA AJUDA A DEIXAR O DIA A DIA DA FAMÍLIA MAIS SAUDÁVEL

A pandemia do COVID-19 afetou nossas vidas em todos aspectos. Mas uma das vantagens da medida #FiqueEmCasa é que as famílias puderam retomar as refeições caseiras.

De acordo com levantamento recente , 88% das empresas incentivaram ou exigiram que seus funcionários trabalhassem em casa e, com o fechamento das escolas, os pais acabam preparando comida com mais frequência do que nunca e encontram na cozinha uma atividade também para seus filhos. “Envolver as crianças no processo de preparação de alimentos faz com que elas se sintam incluídas e as incentivam a experimentar receitas saudáveis”, afirma Susan Bowerman, nutricionista, Mestre em Ciência e Nutrição dos Alimentos e Diretora Sênior Global de Educação e Treinamento em Nutrição da Herbalife Nutrition.

Dicas de como preparar as refeições
Algumas vezes, no entanto, incluir as crianças no preparo das refeições pode parecer mais um obstáculo do que uma ajuda. Mas, segundo Susan, é interessante para manter um senso de normalidade enquanto elas aprendem uma nova habilidade. “As crianças acabam aprendendo sobre medidas, a seguir instruções e a ler receitas. Pesquisas também mostram que elas são encorajadas a comer alimentos mais saudáveis ​​quando estão envolvidas no preparo das refeições”, fala Susan.

De acordo com um relatório da Universidade de Washington , aqueles que cozinham mais em casa têm uma dieta mais baixa em calorias, açúcar e gordura.

Confira algumas dicas de Susan Bowerman para ajudar no dia a dia da família:

Crie uma rotina
Não precisa ser “a terça-feira do lanche” e “a quarta-feira do macarrão” todas as semanas, mas, às vezes, ter uma diretriz ajuda a evitar indecisões. Designe um ou dois dias para como você vai comer, não necessariamente o que vai comer, como segunda-feira sem carne ou um brunch no jantar uma vez por semana.

Tenha um estoque de receitas
Use um sistema que funcione para você, seja rasgando páginas de receitas de uma revista e colocando em um fichário ou as salvando no seu computador ou smartphone. Compile receitas que todos gostam. Você também pode fazer com que seus filhos ajudem a reunir as receitas favoritas em um scrapbook como uma atividade divertida.

Faça uma lista e compre uma vez por semana … ou menos
Com as idas limitadas ao supermercado, é importante se preparar fazer compras delivery ou pedidos para viagem. Verifique se você tem ingredientes suficientes na geladeira, no freezer e na despensa para preparar uma sopa rápida ou uma massa a qualquer momento. Bons itens para se ter à mão são: feijão, atum e tomate; frutas congeladas, vegetais, carnes, peixes, aves; ovos, iogurte, leite e queijo com pouca gordura. Escolha os legumes e as frutas que duram mais, como as cítricas, maçãs, cenouras, brócolis, couve-flor, couve, aipo e pimentão.

Delegue funções
Talvez o seu marido seja ótimo com a faca, então, deixe-o com a tarefa de cortar. Já as crianças pequenas podem ajudar a medir. Outras pessoas são melhores para o serviço de limpeza. Dê a todos uma ideia do que cada um pode fazer sem que tenha reclamação.

Pense rápido e fácil
Quantas vezes você comprou uma abóbora inteira com a melhor das intenções, mas acabou por vê-la apodrecer lentamente na gaveta da geladeira? Procure facilitar seu dia a dia com legumes congelados, verduras pré-lavadas e carne pré-cozida para ajudar a reduzir o tempo na cozinha.

Prepare mais em uma única vez
Se você sabe que vai usar cebolas picadas, alho e legumes em mais de uma refeição durante a semana, corte tudo de uma só vez e guarde na geladeira para tê-los à mão.

Faça arroz ou quinoa em maior quantidade e guarde ou congele o que sobrar para uma refeição futura. Você também pode cozinhar mais proteínas para outras refeições – a carne moída refogada que sobrou hoje pode ser usada na sopa ou em um molho amanhã.

Domine as maravilhas de um prato
Elabore refeições que incluam proteínas, legumes e carboidratos em um único prato. Considere sopas, massas e caçarolas.

Mudanças da noite para o dia não são fáceis, principalmente se for preciso envolver outros membros da família. Mas, começando aos poucos e de um jeito prático, você criará uma base que tende a melhorar com o tempo. Divirta-se experimentando e não fique surpreso se acabar gostando ainda mais da versão saudável!

2020-06-14T16:52:09-03:00maio 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping, Corona, Notícias|
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