Papo Direto: Veja como foi a conversa de Adriana Colloca com Mariângela Moreira, presidente do CACEA

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) recebeu, no Papo Direto desta quinta-feira (30.07), a presidente do Conselho de Administração dos Códigos de Ética da ABEVD, Mariângela Moreira. A especialista participou da conversa com a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

Mariângela Moreira administradora e especialista de Vendas Diretas há anos, foi uma das responsáveis por criar o Código de Ética da ABEVD e hoje atua de forma imparcial neste segmento, para verificar o compromisso, a conduta e possíveis negligências das empresas.

Com o objetivo de esclarecer questões éticas da venda direta, o bate papo abordou os esquemas de pirâmides financeiras muitas vezes disfarçados de marketing multinível. Diante de um mercado em constante crescimento como é o caso da Venda Direta, existem muitas vantagens e oportunidades, mas também alguns problemas. O que deve ser observado é a ética como são construídos estes negócios, “para não cair numa cilada” segundo Adriana.

Durante a conversa foram respondidas diversas questões feitas por pessoas de todo o Brasil. As perguntas foram coletadas nas últimas semanas por meio dos canais de comunicação da ABEVD. As mais frequentes foram sobre como identificar se o negócio é confiável para se tornar empreendedor independente, além de questões técnicas sobre recompra e pontos do Código de Ética.

“O primeiro ponto de atenção é observar a empresa. Empresas confiáveis de marketing multinível não têm ganho só por recrutamento de pessoas. Os empreendedores independentes precisam ter ganhos de acordo com suas vendas de produtos”, afirmou Mariângela.

O setor de Vendas Diretas fomenta os negócios porque facilita para os empreendedores, que obterão ganhos referentes aos seus esforços desempenhados nas atividades. As especialistas reforçam que este modelo preza pelo cuidado com o empreendedor informal. “Não existe benefício sem esforço, isso não é venda direta. A empresa pode dar benefícios como forma de reconhecer esses esforços”, completou Adriana.

Outro ponto abordado na conversa foi sobre o kit mínimo, que há uma posição clara, deve ter finalidade exclusiva do empreendedor conhecer a mercadoria. Mariângela explicou que “o kit visa estimular para começar o negócio. Se for cobrada uma taxa, deve ser sempre razoável, algo que faça sentido pro empreendedor no negócio, não pode ser abusiva”. A presidente do Conselho de Administração dos Códigos de Ética da ABEVD, afirmou ainda que o código prevê que se o revendedor não obtiver lucro que a taxa prometeu pode pedir devolução, é o caso da recompra, também prevista no documento.

Como uma conjunção do que deve ser observado para não sair prejudicado numa experiência de empreender neste setor, as especialistas recomendam estes cinco pontos:

  • A Venda Direta envolve a comercialização de produtos e não recrutamento de pessoas, como é o caso das pirâmides financeiras. Recrutamento não pode ser mais importante que a venda da mercadoria;
  • Não existem ganhos fáceis na Venda Direta, este modelo de negócio tem empreendedorismo, busca de habilidades internas. As pirâmides tem o recrutamento de pessoas como principal e oferece ganhos fáceis;
  • Devem observar e ser criterioso quanto aos produtos ou serviços que vai revender, olhar se modelos são baseados por dedicação, se negócio é conduzido de forma respeitosa;
  • A Venda Direta preserva os empreendedores de terem prejuízo. Observe o que as empresas oferecem para as pessoas começarem;
  • Observar clausula de recompra e se é conveniada à ABEVD, pois empresas passam por critérios rigorosos.

Para finalizar, as especialistas ressaltaram a importância do guia de código de ética, que aprofunda pontos importantes e responde as principais dúvidas. O guia está disponível no site da ABEVD: www.abevd.org.br/codigo-de-etica/

2020-07-31T17:59:19-03:00julho 31st, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Exame – Governo estima déficit de 11,3% do PIB, com dívida chegando a 94,7%

Governo estima que o setor público consolidado registrará um déficit primário de 812,2 bilhões de reais em 2020

governo revisou sua projeção para o déficit primário do setor público consolidado em 2020 e espera agora um rombo de 812,2 bilhões de reais, o equivalente a 11,3% do Produto Interno Bruto, afirmou nesta quinta-feira o secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues.

A nova estimativa leva em conta a expectativa de uma retração de 4,7% do Produto Interno Bruto no ano. A projeção anterior, de um déficit primário de 12% do PIB (828,6 bilhões de reais), considerava uma queda de 6,5% do PIB projetada então pelo mercado, segundo o relatório Focus.

Em apresentação em comissão do Congresso, Waldery disse que a expectativa agora é que o país chegue ao final do ano com uma dívida bruta de 94,7% do PIB (98,2% do PIB antes) e uma dívida líquida de 67,2% do PIB (69,9% antes).

As novas projeções não consideram, no caso da dívida, uma eventual ação do Banco Central que impacte o indicador, como a venda de reservas internacionais ou o eventual repasse de parte dos ganhos registrados com operações cambiais, disse Waldery.

O secretário reforçou, na comissão, o compromisso do governo com o teto de gastos neste ano e nos próximos, frisando que a regra é a única âncora fiscal do governo para 2020.

“O teto de gastos será mantido em sua íntegra, todos os programas que estão sendo desenhados levam em conta essa premissa”, afirmou. “É a super âncora fiscal”, acrescentou.

O governo foi liberado pelo Congresso de cumprir uma meta para o superávit primário diante da demanda por aumento de gastos imposta pela pandemia de Covid-19. Também foi autorizado a descumprir a chamada regra de ouro, norma constitucional que proíbe o governo de se endividar para cobrir gastos correntes.

Para o governo central, como já anunciado na semana passada, a expectativa é de um déficit primário de 787,4 bilhões de reais.

Fonte: Exame

 

2020-07-31T13:58:56-03:00julho 31st, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Folha Vitória – Como trabalhar de forma segura com marketing multinível?

O marketing multinível (MMN), ou marketing de rede, é um modelo de vendas em que um revendedor ganha uma participação nos lucros obtidos por si e por sua rede de revendedores. Trata-se, também, de uma modalidade de venda direta que se baseia no contato pessoal entre vendedores e clientes para transações de produtos e serviços.

O marketing multinível foi e é uma evolução das tradicionais vendas diretas unilevel, que oferecem apenas o ganho individual de comissões. O multinível veio, assim, para incentivar os revendedores, que passam também a atrair novos distribuidores para uma empresa. É como uma oportunidade de promoção, em que o vendedor se torna um líder ou um gerente de vendas e amplia os seus ganhos.

No MMN, um revendedor precisa se esforçar para comercializar os seus produtos diante de sua clientela normal (gerando lucro direto) e atrair novos vendedores para a sua rede (conseguindo um lucro indireto, por meio da comissão residual). O trabalho é maior, pois, quando se forma sua própria equipe de vendedores, é preciso lhes oferecer todo um suporte. São necessários treinamentos, orientações, premiações, enfim, o que for preciso para manter uma rede engajada de divulgadores. No fim, tanto esforço é recompensador, já́ que, quanto mais bem preparada a equipe for, maiores serão os lucros.

Sou um forte defensor da prevenção. No livro Guia Jurídico do Marketing Multinível, criei o título Plano de Prevenção Jurídica – PPJ para estimular o planejamento e a cautela envolvendo questões relacionadas ao campo do Direito.

No marketing multinível, essa atenção deve ser ainda mais reforçada. Empresários, líderes e demais operadores do MMN sabem muito bem a repressão que comumente sofrem contra as suas atividades.

Claro que isso, em grande parte, é causado por pessoas que cometeram atitudes ilegais e acabaram criando um certo estigma no segmento do MMN, como se tudo fosse ilegal. Indivíduos mal-intencionados existem em todos os setores da economia e profissões, nas esferas pública e privada.

Contudo, no MMN, o cuidado a se tomar deve ser maior por conta de diversos problemas já ocorridos e da linha tênue que separa o MMN de uma pirâmide financeira. Por essa razão, é essencial que se adotem medidas preventivas e efetivos planos de legalidade.

Diversos são os problemas advindos da atividade empresarial. Porém, a depender do ramo das operações exercidas, algumas demandas são muito mais constantes, e somente uma prevenção jurídica será capaz de estabelecer parâmetros e formas de modo a diminuir os riscos do negócio.

Dados mostram que mais da metade das micro e pequenas empresas quebram por falta de um planejamento jurídico e empresarial, tornando a atividade inviável em decorrência de uma demanda judicial ou uma autuação administrativa com aplicação de pesadas penalidades por violação de diversas normas criminais, regulatórias, consumeristas, trabalhistas, tributárias, entre várias outras.

Por esta razão, é relevantíssima a prevenção jurídica para todos aqueles que querem empreender no marketing multinível.

Sérgio Carlos de Souza, fundador e sócio de Carlos de Souza Advogados, autor dos livros “101 Respostas Sobre Direito Ambiental” e “Guia Jurídico de Marketing Multinível”, especializado em Direito Empresarial, Recuperação de Empresas e Ambiental.

Fonte: Folha Vitória

2020-07-31T13:56:48-03:00julho 31st, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Info Money – O que o salto de 10% das ações da Natura em dois pregões trouxe de lição para as companhias

Posicionamento sobre causas sociais pode se refletir não só na percepção do consumidor, mas também na dos investidores

Se a campanha publicitária da Natura (NTCO3) para o Dia dos Pais ensinou algo para outras empresas, foi que o posicionamento sobre causas sociais pode se refletir não só na percepção do consumidor, mas também na dos investidores. E esse movimento tende a se expandir para outros negócios, afirmam especialistas.

Após a divulgação de que o ator transexual Thammy Miranda participaria das ações de marketing da companhia, com outros influenciadores digitais, a Natura viu suas ações subirem 10,09% nos últimos dois dias, para R$ 48,67. Ontem, a alta foi de 3,36%. A participação do ator foi alvo de críticas nas redes sociais e levou o pastor Silas Malafaia a pedir o boicote da marca.

Especialistas de mercado afirmam que a atitude da Natura atraiu os investidores por demonstrar uma estratégia de atender novos públicos e também por fortalecer o compromisso por três áreas que vêm ganhando espaço entre investidores: ambiental, social e governança, ou ESG na sigla em inglês.

“Esse diálogo com as práticas ESG reforçam a Natura como uma opção segura de investimento”, afirma Benjamin Rosenthal, professor da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV. “Essas empresas se mostram menos arriscadas, porque têm menos exposição a fraudes, problemas de gestão e a choques externos que possam vir de ONGs ou da sociedade civil.”

A estratégia da campanha também foi vista como uma forma de se aproximar do público jovem, que não é o alvo prioritário da Natura e é considerado mais difícil de ser conquistado. “As marcas têm de entender que é importante colocar representatividade, porque o público já não é mais o mesmo de antes”, explica Rafael Nascimento, professor de marketing da ESPM. “Como o público muda, as marcas também precisam se posicionar rapidamente”, completa ele.

Rosenthal também acredita que empresas que possuam diferentes marcas devem trabalhar de forma a atender o maior número possível de consumidores. “As marcas podem ter comportamentos mais de nicho, enquanto a empresa tem de trabalhar com valores mais amplos, para conversar com mais públicos, e ter uma postura mais corporativa”, afirma.

Relatório

De acordo com relatório do ano passado, a Natura diz trabalhar com diversas frentes de diversidade, como gênero e inclusão de pessoas com deficiência. Em 2019, haviam 41,4% de mulheres ocupando cargos de liderança e 7% de empregados com deficiência. Não há dados quantitativos sobre funcionários LGBTI+ no documento, mas o tema é um dos eixos trabalhados pela companhia.

Para o secretário executivo do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, Reinaldo Bulgarelli, campanhas como a da Natura devem sempre refletir a atitude interna da empresa. “Queremos uma visão integral, como contratar pessoas LGBTI+ e promover o respeito. Dessa forma, a empresa também contribui com a sociedade”, afirma Bulgarelli.

O Fórum reúne 94 empresas, como Itaú, Coca-Cola e Riachuelo, que se comprometem a promover a diversidade LGBTI+ tanto dentro quanto fora das companhias – como, por exemplo, promover marketing com o tema. A Avon, integrante do grupo Natura, também faz parte da iniciativa. Para Bulgarelli, ações semelhantes à da campanha do Dia dos Pais refletem um avanço ainda lento, mas que tende a se expandir no País.

Nascimento, da ESPM, também reforça a necessidade de se estabelecer um diálogo entre as empresas com a sociedade e o mercado. “As marcas que se posicionam saem na frente das outras porque elas mostram que apoiam o consumidor, que o enxergam. Isso é muito discutido na internet e, se o público tem voz, a marca não pode deixar de ter também”, diz.

“O mais importante é não ler isso como modismo”, aponta Rosenthal, da FGV.

Fonte: Info Money

2020-07-31T13:55:43-03:00julho 31st, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Vendas Diretas como solução ao desemprego foi destaque em entrevista ao Portal RDC, do Rio Grande do Sul

A presidente executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca, concedeu entrevista ao programa Portal RDC, da Rede Digital de Comunicação. O destaque da entrevista foi sobre as Vendas Diretas serem uma oportunidade em meio a crise do desemprego no Brasil.

Clique aqui para assistir a entrevista na íntegra.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2020-07-31T13:53:41-03:00julho 31st, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

G1 – Dólar passa a cair, após contração recorde do PIB dos EUA

Na véspera, a moeda norte-americana encerrou o dia em alta de 0,35%, vendida a R$ 5,1748.

 

dólar passou a operar em queda nesta quinta-feira (30), após contração recorde da economia dos Estados Unidos no segundo trimestre de 2020.

Às 10h33, a moeda norte-americana caía 0,2%, vendida a R$ 5,1645. Veja mais cotações.

Na véspera, o dólar encerrou o dia em alta de 0,35%, vendida a R$ 5,1748, após decisão do Federal Reserve (Fed, o BC dos EUA) de manter inalterada a taxa básica de juros do país, entre 0 e 0,25%. Com a variação desta quarta, a moeda acumula queda de 4,87% no mês, mas alta de 29,05% no ano.

 

Cenário externo

A economia dos Estados Unidos sofreu uma contração recorde de 32,9% no segundo trimestre de 2020, segundo dados anualizados divulgados nesta quinta-feira (30) pelo escritório oficial de estatísticas do Departamento do Trabalho (BEA). No trimestre anterior, a queda havia ficado em 5%.

O Produto Interno Bruto (PIB) em dólares correntes foi estimado em US$ 19,41 trilhões, uma queda de 34,3% (ou US$ 2,15 trilhões).

Foi a maior contração desde a Grande Depressão, no início do século passado, conforme a pandemia atingiu fortemente os gastos das famílias e das empresas. A queda também representa mais do triplo do recuo de 10% registrado no segundo trimestre de 1958 – a maior queda já vista desde então.

Na véspera, o Federal Reserve decidiu manter as taxas de juros do país na faixa entre 0 e 0,25% e reforçou que usará todas as suas ferramentas “para apoiar a economia dos EUA neste momento desafiador”.

A decisão pela manutenção dos juros já era esperada pelo mercado. O BC dos EUA também informou que vai manter os juros próximos a zero pelo tempo necessário para a economia se recuperar das consequências do surto de coronavírus, afirmando que a trajetória da atividade dependerá do curso do vírus.

Investidores agora precisam observar se o Congresso pode concordar com novas medidas de apoio econômico. O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na quarta-feira que seu governo e os democratas no Congresso ainda estão divididos quanto a seus esforços para chegarem a um acerto sobre um projeto de alívio aos efeitos do coronavírus.

 

Fonte: G1

 

2020-07-30T12:08:51-03:00julho 30th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Mundo do Marketing – Como será o futuro do varejo e das ações promocionais?

Quando olhamos para o setor podemos perceber inúmeras adaptações que tiveram que ser feitas para se adequar ao momento e continuar promovendo uma boa experiência

Não é novidade para ninguém que a pandemia de coronavírus chegou de maneira avassaladora, gerando mudanças em toda a sociedade e na maneira que vivíamos o nosso dia a dia. Ela também acelerou processos que já estavam em andamento, como a digitalização de serviços e a descentralização dos ambientes de trabalho, por exemplo.

Quando olhamos para o setor varejista podemos perceber inúmeras adaptações que tiveram que ser feitas para se adequar ao momento e continuar promovendo uma boa experiência de compra para o consumidor tanto no ambiente online como offline. Porém, quais delas tendem a perdurar para o período pós pandemia? O que podemos esperar do futuro do varejo e do merchandising?

Para responder à essas perguntas, farei uma divisão em tópicos com as principais mudanças que muito provavelmente continuarão em um futuro próximo:

Ambiente digital em evidência e crescimento do omnichannel (multicanalidade)

O isolamento social fez com que boa parte dos consumidores mudasse os hábitos de consumo, dando ainda mais preferência para as compras no ambiente digital. Isso era algo que já vinha ganhando força, mas que foi completamente impulsionado e deu um salto gigante depois do início da pandemia.

Esse comportamento é algo que vai se estender para o futuro e que também fez com que as marcas e grandes varejistas investissem em ter todos os canais de venda em sincronia, fazendo com que a então tendência da multicanalidade se tornasse, finalmente, uma realidade.

O omnichannel já era muito usado em países mais desenvolvidos como Estados Unidos entre outros na Europa e aqui no Brasil ainda caminhava bem devagar. Porém, com a grande virada que o Covid-19 proporcionou, esse processo que já estava em andamento teve de ser acelerado, se tornando uma realidade que tende a continuar mesmo após a reabertura de todos os estabelecimentos e a volta da rotina normal.

Preocupação com a sustentabilidade e ações com propósito

Além das mudanças comportamentais, o coronavírus fez com que muitas empresas e fábricas parassem, gerando uma severa diminuição na poluição do ar do planeta. Isso fez com que tanto a população como as próprias empresas olhassem para como estavam cuidando do mundo e das pessoas, fazendo com que a preocupação com ações de sustentabilidade aumentassem.

Há algum tempo já os clientes procuram e dão preferência por produtos ou serviços de marcas com as quais têm algum tipo de identificação, que promovem ações com propósito e não apenas de faixada. E, nesse momento, isso entrou completamente em evidência. As marcas que realizaram ou estão realizando ações para minimizar os efeitos da pandemia para as pessoas mais afetadas com a crise, como moradores de periferias, por exemplo, com certeza serão lembradas para o momento pós-crise, pois isso é algo que o shopper leva em consideração na hora da decisão de compra.

Lowtoucheconomy

Com as novas medidas de segurança e restrição, ações como degustação ou demonstração de produtos não estão sendo executadas e muito provavelmente não voltarão tão cedo, pois estamos entrando na tendência da lowtoucheconomy, ou também economia de pouco contato. Com isso, o mercado de trade marketing está passando por uma reformulação, tentando encontrar novas maneiras de fazer a divulgação das marcas no ambiente físico e, em grande parte, migrando e concentrando a maior parte dos esforços para o ambiente digital.

Essa tendência se baseia em gerar a melhor experiência com o menor contato possível e fez com que a construção das relações comerciais mudasse completamente. Com isso, é necessário que cada tipo de negócio pare para pensar em como atingir seu público de acordo com esse novo modelo de vendas, que com certeza continuará nos próximos anos.

Fonte: Mundo do Marketing

2020-07-30T12:07:24-03:00julho 30th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Exame – Natura dispara e é a maior alta do Ibovespa após campanha de Dia dos Pais

Nem todo o movimento contrário à campanha de Dia dos Pais da Natura foi capaz de tirar o ímpeto dos investidores pelas ações da empresa. Pelo contrário. Nesta quarta-feira, 29, as ações da companhia subiram 6,73%, e encerram na liderança do Ibovespa, cotadas a 47,09 reais.

A forte valorização ocorreu pouco após o ator Thammy Miranda publicar um vídeo com seu filho como parte da campanha #meupaipresente da Natura. Mas embora a campanha tenha sofrido ataques de ódio por parte da sociedade, incomodada com a imagem de um pai trans, a reação no mercado financeiro foi outra.

“A campanha dialoga bem com o propósito ESG (ambiental, social e governança, na sigla em inglês) da Natura e com seus clientes. Esse marketing inclusivo é positivo para a marca e abre portas para que ela ganhe ainda mais relevância. Vivemos novos tempos”, afirmou Ilan Abertman, analista da Ativa Investimentos.

 

Fonte: Exame

2020-07-30T12:06:19-03:00julho 30th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Consumidor moderno – Empreendedorismo feminino: mulheres querem abrir seu próprio negócio

Pesquisa aponta que 72% das mulheres sonham em abrir seus próprios negócios, sendo que 50% delas nunca empreenderam e 22% já possuem experiência

empreendedorismo feminino está cada vez mais forte em temas de debates. Isso porque, além da importância das mulheres abrirem o próprio negócio, também representa uma ação de empoderamento, que realça a visibilidade sobre as questões de gênero no mundo dos negócios.

Segundo uma pesquisa encomendada pela Herbalife Nutrition e conduzido pela OnePoll, com 9.000 mulheres em 15 países, incluindo 500 brasileiras, atualmente, 72% das mulheres sonham em abrir seus próprios negócios, sendo que 50% delas nunca empreenderam e 22% já possuem um negócio, mas gostariam de investir em outro.

“Empreender nem sempre é um caminho fácil. Apesar disso, tem sido uma tendência global crescente há muitos anos e somos apaixonados por apoiá-la e incentivá-la. Para nós,  é emocionante que a cada ano mais mulheres queiram iniciar seu próprio negócio”, expõe Jenny Hienrich, Vice-Presidente Sênior Global de Serviços e Operações para Consultores Independentes da Herbalife Nutrition.

 

O que motiva?

Falando especificamente das brasileiras, o número de mulheres que sonham em ser empreendedoras é um pouco maior, cerca de 73%. O levantamento também analisou os objetivos que as levavam a ter interesse em abrir seus negócios.

A vontade de se tornar sua própria chefe é a principal motivação de 63% das brasileiras.  Ainda de acordo com os dados, outra questão motivadora é a possibilidade de ter mais flexibilidade em seu trabalho com 46%.

Quais são os maiores desafios?

Nos últimos anos, a presença feminina tem se destacado em diversos setores, e felizmente, o mercado se encontra mais aberto para isso. Hoje, grandes líderes femininas estão à frente de companhias multinacionais, quebrando todos os esteriótipos passados.

Contudo, a desigualdade de gênero ainda é uma questão preocupante: 37% das entrevistadas creditam não existir uma igualdade salarial com os homens, e 34%, afirmam ter menos oportunidades de promoção.

Outro desafio para entrar no mundo do empreendedorismo é situação financeira, apontada como um dos principais fatores,  54% das brasileiras acreditam que conquistar dinheiro suficiente para compensar gastos é o que preocupa mais. Além disso, muitas apontam pressão familiar, treinamento limitado e conhecimento do mercado como uma barreira.

Fonte: Consumidor moderno

2020-07-30T12:05:20-03:00julho 30th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Dólar fecha com leve queda após dados positivos no Brasil

Bolsa caiu 0,35% em dia de realização de lucros

 

Num dia de muita oscilação no mercado financeiro, o dólar fechou praticamente estável, depois de chegar a subir quase 1% durante a sessão. A bolsa de valores caiu 0,35%, em meio à realização de lucros, quando investidores vendem papéis para embolsarem ganhos dos dias anteriores.

 

O dólar comercial encerrou esta terça-feira (28) vendido a R$ 5,157, com queda de apenas R$ 0,001 (-0,02%). Na máxima do dia, por volta das 10h40, a cotação chegou a bater em R$ 5,205, mas recuou nas horas seguintes. A divisa acumula alta de 28,52% em 2020.

 

Divulgação de dados

A moeda norte-americana começou a recuar depois de o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostrar desaceleração no ritmo de perdas de postos de trabalho com carteira assinada em junho ante os meses anteriores. No mês passado, houve o fechamento de 10.984 vagas formais de trabalho no mês passado, bem abaixo dos números de março (-259.917), abril (-918.286) e maio (-350.303).

 

A melhora em alguns indicadores recentes pode fazer o Banco Central (BC) desistir de cortar a taxa Selic (juros básicos da economia) em 0,25 ponto percentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) na próxima semana. A interrupção dos cortes nos juros estanca a fuga de capitais financeiros do país. Atualmente, a Selic está em 2,25% ao ano, no menor nível da história.

 

Também hoje, o Banco Central divulgou que o Brasil registrou, em junho, superávit de US$ 2,2 bilhões, o melhor resultado da história para o mês. Os investimentos estrangeiros diretos no país somaram US$ 4,754 bilhões no mês passado. Esses fluxos ajudam a compensar a retirada de capitais financeiros do país nos últimos meses, reduzindo a pressão sobre o dólar.

 

Bolsa

O Ibovespa, principal índice da B3 (a bolsa de valores brasileira), fechou em leve queda nesta terça, com a hesitação nas bolsas no exterior e com movimentos de realização de lucros. O indicador fechou aos 104.109 pontos, com recuo de 0,35%, depois de alternar altas e baixas ao longo do dia.

 

As negociações em torno do novo pacote de estímulos à economia norte-americana contribuíram para as oscilações no mercado financeiro. Os senadores republicanos anunciaram ontem (27) uma ajuda adicional de US$ 1 trilhão para enfrentar a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

 

A proposta provocou reação dos democratas, que a consideraram tímida em comparação com a proposta de US$ 3 trilhões aprovada na Câmara dos Deputados em maio, e de alguns republicanos, que a consideraram muito cara.

 

O impasse interferiu nos mercados norte-americanos. O índice Dow Jones, da bolsa de Nova York, fechou esta terça com recuo de 0,77%. O enfraquecimento da confiança do consumidor norte-americano, segundo indicadores divulgados hoje, também pesou nas negociações.

Fonte: Agência Brasil

2020-07-29T12:32:31-03:00julho 29th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|
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