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Brazil Beauty News – Covid-19 impulsiona lançamentos de cosméticos com ação antisséptica

Indústria vai além do álcool em gel e sabonete e investe no desenvolvimento de produtos alinhados a novos hábitos de higiene do consumidor brasileiro.

A Covid-19 mudou muitos dos nossos hábitos, incluindo os de higiene pessoal. Isso se refletiu rapidamente na indústria de cosméticos, com muitas empresas dedicadas à fabricação massiva de álcool em gel logo no começo da pandemia no Brasil. O resultado foi um crescimento de 2.066,6% nas vendas do produto no primeiro semestre do ano, segundo a ABIHPEC (Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos). Sabonetes líquidos também tiveram a expressiva alta de 18,2% em valor de vendas (ex-factory), comparado ao mesmo período de 2019.

Mas, passado o momento inicial da chegada do coronavírus ao país, marcas de cosméticos perceberam que a higienização mais frequente das mãos não era a única preocupação do consumidor brasileiro e começaram a pesquisar e investir em produtos com propriedades antissépticas e antibacterianas, que facilitassem a rotina de cuidados pessoais neste momento de pandemia.

O Grupo Ei Beleza já vinha trabalhando há um ano no desenvolvimento de um spray de limpeza a seco para os cabelos, indicado para mulheres que precisam lavar o cabelo todo dia, mas que nem sempre conseguem. “Com a pandemia, resolvemos deixar o produto com um poder de assepsia maior, pensando muito em quem tem de sair de casa para trabalhar e em profissionais da saúde”, afirma o CEO Pedro Castro.

Assim, foi lançado o ImuneHair, o primeiro leave-in antisséptico do Brasil, que promete acabar com 99,9% dos micro-organismos presentes nos fios, além de mantê-los hidratados. “Fizemos um estudo com a USP (Universidade de São Paulo) e o resultado foi incrível. O produto é capaz de eliminar 100% do novo coronavírus. Mesmo diluído várias vezes, o nosso composto exclusivo foi efetivo em eliminar e evitar a reprodução do vírus. É o primeiro produto do mundo com esse poder”, garante Castro.

A história se parece muito com a da nova linha antisséptica TriMatrix, da Jeunesse. “Já estava programado o lançamento para 2020. O que fizemos foi revisar a proposta original e aumentar os benefícios dos produtos para dar uma função de proteção”, diz a gerente de marketing Katia Ambrosio.

A linha traz um spray para o cabelo e a face e um creme para as mãos, formulados com ingredientes que eliminam 99,99% das bactérias, segundo a empresa, além de fornecerem uma barreira de hidratação duradoura. “Acompanhamos as principais tendências de mercado. Vimos que o cuidado com a higiene, de forma geral, estaria em alta e não seria uma onda passageira. Essa é uma tendência que deve vir para ficar, assim como os produtos que eliminam bactérias e facilitam o dia a dia do consumidor”, fala Ambrosio.

Dedicada a maquiagens, a Dailus também sentiu a necessidade de ampliar seu portfólio diante da chegada do coronavírus. “Os brasileiros foram alertados a repensar sobre os seus hábitos básicos de higiene para evitar a contaminação e propagação da Covid-19. Acerca disso, entendemos que a aplicação de maquiagem e cosméticos também deveria ser repensada e mais cautelosa”, afirma a gerente de marca Júlia Ribeiro Villa.

A empresa lançou um álcool em gel 70%, um álcool spray 70% e um novo higienizador de pincéis com spray em gatilho, todos capazes, segundo a marca, de eliminar até 99,99% das bactérias. “Com a retomada parcial de algumas atividades, a rotina de higiene se intensificará e os cuidados preventivos serão redobrados. Esses hábitos não devem sair da vida do brasileiro tão cedo, por isso apostamos nesses novos produtos, que farão parte da rotina diária de nossas consumidoras”, finaliza Villa.

Fonte: Brazil Beauty News

 

2020-09-29T14:32:02-03:00setembro 29th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Portal Nacional de Seguros – Natura apoia projeto que propõe nova narrativa para o futuro

Iniciativa co-construída com 37 lideranças, projeto MAPA busca responder desafios contemporâneos com soluções para alcançar um futuro desejável. Lançamento será nesta quarta-feira, 30 de setembro

Na próxima quarta-feira (30), será realizado o lançamento do “MAPA – uma Narrativa para o século XXI”. A iniciativa, que tem apoio da Natura, reúne em publicação e minidocumentário uma narrativa construída coletivamente entre 37 lideranças de diferentes idades, gêneros, classes sociais, raças e áreas de atuação para construção de um futuro desejável. A metodologia de inovação social que orientou o projeto foi a Teoria U, criada por Otto Scharmer e usada em projetos no mundo inteiro para transformações coletivas.

A publicação do projeto responde, com linguagem acessível, o questionamento: “Existe um futuro provável e um futuro desejável. Em qual você quer viver?”. As respostas para a pergunta foram sintetizadas por mensagens criadas ao longo das conversas e experiências vividas pelo grupo de lideranças. Neles, é possível encontrar dicas de ações e iniciativas sobre o que podemos começar a fazer hoje a fim de buscar o futuro desejável em diversas frentes como feminismo, impacto ambiental, combate ao racismo, LGBTfobia, entre outros. O minidocumentário, por sua vez, traz o depoimento de lideranças que participaram da jornada e dá um panorama geral de como foi cada uma de suas cinco etapas vividas pelo grupo: observar; abrir a mente e o coração; presenciar; cristalizar; e prototipar.

“O projeto MAPA abre horizontes e mostra caminhos possíveis para enfrentar as estruturas de poder que excluem ao invés de incluir de incluir a diversidade. É uma narrativa transformadora e um repertório importante para todos que buscam construir um mundo melhor”, afirma Andrea Álvares, vice-presidente de marca, inovação, internacionalização e sustentabilidade da Natura.

“Um dos principais fatores de inovação do projeto MAPA é reunir em um espaço horizontal de poder a pluralidade existente entre as 37 lideranças que fizeram parte dessa construção. Ter a Natura, o Sistema B e o Pacto Global ao nosso lado nos traz potência para acelerar as transformações que o século XXI nos pede”, afirma Renata Sbardelini, idealizadora do Projeto.

O Projeto MAPA foi idealizado pela Suindara Radar e Rede e teve a Natura como principal apoiadora. A iniciativa ainda tem parcerias como Presencing Institute (MIT), Pacto Global (ONU), Sistema B, Centro de Inovação da FGV, Globo, Sesc e Approach Comunicação e foi co-realizado pela Feira Preta.

Serviço
Evento lançamento dos resultados do Projeto Mapa
Dia: 30 de setembro de 2020
Formato: Online (link)
Hora: 19h
Participações no evento online:
• Marcelo Jeneci: Músico, cantor e compositor
• Andrea Alvares: Vice-presidente Global de Marca, Inovação e Sustentabilidade da Natura
• Carlo Pereira: Diretor Executivo do Pacto Global ONU Brasil
• Beatriz Azeredo: Diretora de Responsabilidade Social da Rede Globo
• Renata Sbardelini: Idealizadora do MAPA e fundadora da Suindara Radar e Rede
• Sistema B: Daniela Lerário, vice-presidente do Conselho Administrativo do Sistema B
• Barbara Terra: Afrofuturista, pesquisadora, MC e fundadora da rede Nois por Nois
• Ariel Nobre: Artista visual, comunicador, fundador do Transmercado
• Samuel Emílio: Ativista pela educação e direitos da juventude negra, fundador do Diário Anti Racista
• Kaká Werá: Escritor, ambientalista e conferencista, liderança indígena de origem tapuia

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Conta com mais de 1.8 milhão de consultoras na América Latina, sendo líder no setor de venda direta no Brasil. Faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Avon, Natura, The Body Shop e Aesop. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação de empresa B no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo “The Leaping Bunny”, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México, Peru e Malásia, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras, por meio do e-commerce, app Natura, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”. Para mais informações, visite http://www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn ,  Facebook e  Instagram .

Fonte: Portal Nacional de Seguros

2020-09-29T14:28:55-03:00setembro 29th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Panorama Farmacêutico – Natura: Ágora vai na contramão do consenso e indica compra da ação

“Os bons resultados da marca Natura no segundo trimestre de 2020 comprovam a relevância de seu modelo de venda social, e esperamos que isso cresça na Avon a partir do início de 2021”, disse a Ágora Investimentos (Imagem: Facebook/Natura)

A Ágora Investimentos foi na contramão do consenso do mercado e elevou a recomendação da ação da Natura (NTCO3) para compra, com preço-alvo de R$ 60 (contra R$ 38 para o fim de 2020).

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De acordo com os analistas Richard Cathcart e Flávia Meireles, a empresa de cosméticos está dando início a um forte ciclo de lucro, impulsionado por sinergias e pelo bom desempenho das marcas da companhia (Natura, Aesop e The Body Shop).

“Os bons resultados da marca Natura no segundo trimestre de 2020 comprovam a relevância de seu modelo de venda social, e esperamos que isso cresça na Avon a partir do início de 2021”, avaliaram Cathcart e Meireles.

Empresa mais inovadora

A Natura foi eleita a empresa mais inovadora do mercado brasileiro na nova edição do Prêmio Valor Inovação Brasil, levantamento desenvolvido pela PwC e pelo Valor Econômico. No sexto ano do ranking formado por 150 companhias, a varejista de cosméticos tirou a liderança da Embraer (EMBR3), que foi rebaixada para a terceira colocação.

A companhia também segue comprometida em desenvolver mais práticas sustentáveis. Na semana passada, a Natura informou o mercado que Roberto Marques, presidente-executivo da holding, virou um dos líderes empresariais que passaram a integrar o Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), maior iniciativa de sustentabilidade do mundo.

A Natura foi convidada pela organização a patrocinar duas iniciativas: “Ambition to 1.5C”, voltada para a crise climática, e “Target Gender Equality”, que busca a igualdade de gênero. As iniciativas são programas aceleradores com prazo estabelecido em nível nacional e tem a colaboração das Redes Locais do Pacto Global, presentes em quase 70 países.

Fonte: Panorama Farmacêutico

2020-09-29T14:26:04-03:00setembro 29th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Herbalife Nutrition comemora 25 anos de operação no Brasil

A Herbalife Nutrition, empresa global de nutrição, acaba de completar 25 anos de operações no Brasil. Fundada em Los Angeles (EUA) em 1980, a companhia ingressou no país com a missão de transformar a vida das pessoas com seus produtos de nutrição. Atualmente, a marca conta com mais de 50 itens em seu portfólio, sendo alguns deles exclusivamente desenvolvidos para os brasileiros.

 

Nessa trajetória, foram lançados diversos produtos adaptados para o paladar dos consumidores do país. Os famosos Shakes Herbalife Nutritition, por exemplo, ganharam por aqui sabores típicos do Brasil como milho verde, coco, mousse de maracujá e paçoca, sempre mantendo muita cremosidade e sabor, que são marcas registradas da companhia.

A Herbalife Nutrition também escolheu o Brasil como o primeiro mercado a lançar o NutreV — um alimento produzido com proteína isolada de soja que pode ser usado como alternativa ao leite no preparo dos Shakes e de receitas diversas. O produto se mantém como campeão de vendas desde seu lançamento, em 2017, contabilizando quase 3 milhões de unidades vendidas até o momento.

A companhia trouxe também outras opções proteicas para os brasileiros preocupados com a saúde, como os crispies de proteína sabor chocolate, Protein Crunch, e a Barra Crunch Sabor Doce de Leite.

Como líder em produtos com fibras, a Herbalife Nutrition conta ainda com outros produtos brasileirinhos, como o Fiber Concentrate — mistura concentrada para o preparo de bebida de fibra nos sabores uva e manga. A marca ainda lançou o NRG Guaraná Tropical, bebida energética à base de guaraná e chá preto que contém cafeína e é perfeita para dar mais disposição e melhorar a concentração.

Foi no Brasil ainda que o fundador da companhia, Mark Hughes, inaugurou a primeira Casa Herbalife na cidade do Rio de Janeiro. Mais tarde, a iniciativa foi ampliada e se tornou a Herbalife Nutrition Foundation (HNF) — organização sem fins lucrativos mantida pela Herbalife Nutrition, seus Consultores Independentes, funcionários, amigos e familiares e dedicada a melhorar a qualidade de vida ao prover uma boa nutrição a crianças em situação de risco social. Atualmente, a iniciativa beneficia mais de 4.000 crianças e jovens em situação de vulnerabilidade social no país e cerca de 120 mil ao redor do mundo, que são apoiadas por 171 programas presentes em 61 países.

Infográfico linha do tempo dos brasilieirinhos

Como adquirir produtos Herbalife Nutrition

Os produtos Herbalife Nutrition são comercializados exclusivamente por Consultores Independentes, mas o consumidor também pode comprar os produtos online ao se tornar um Cliente Premium.

Basta acessar http://cliente.herbalifenutrition.com.br/ ou falar com um Consultor Independente Herbalife Nutrition para ter descontos progressivos, conteúdos exclusivos.

 

Sobre a Herbalife Nutrition

A Herbalife Nutrition é uma empresa global que vem mudando a vida das pessoas por meio de produtos de nutrição e oportunidade de negócios para seus Consultores Independentes desde 1980.

A Empresa oferece produtos de alta qualidade e respaldados pela ciência, comercializados em mais de 90 países por Consultores que fornecem orientações individuais e uma comunidade de apoio que inspira seus consumidores a adotarem um estilo de vida mais saudável e ativo.

Por meio da campanha global da empresa para erradicar a fome, a Herbalife Nutrition também está comprometida em levar nutrição e educação para comunidades em todo o mundo.

Para mais informações, visite Herbalife.com.br ou HerbalifeNutrition.com.br.

A Herbalife Nutrition também incentiva os investidores a visitarem o site de relações com investidores em ir.herbalife.com à medida que informações financeiras são atualizadas e novos dados são publicados.

Sobre a Herbalife Nutrition Foundation

 

A Herbalife Nutrition Foundation (HNF) é uma organização sem fins lucrativos mantida pela Herbalife Nutrition, seus Consultores Independentes, funcionários, amigos e familiares. Criada em 1994, a HNF mantém o Programa Casa Herbalife Nutrition, dedicado a melhorar a qualidade de vida ao prover uma boa nutrição a crianças em situação de risco social, mas também realiza campanhas de apoio a vítimas de catástrofes naturais. O investimento se dá por meio do apoio a organizações sem fins lucrativos. Diariamente, mais de 120 mil crianças são atendidas pelos 171 Programas Casa Herbalife Nutrition nos mais de 61 países em todo o mundo.

No Brasil, cinco entidades possuem o Programa Casa Herbalife Nutrition: Casa do Menor São Miguel Arcanjo, Rio de Janeiro (http://casadomenor.org.br/), Casa do Menor São Miguel Arcanjo, Fortaleza (http://casadomenor.org.br), Associação Beneficente Betsaida, São Paulo (http://www.betsaida.org.br), Associação de Amigos do Lar do Menor Assistido, Guarujá (http://www.betsaida.org.br) e a Aldeias Infantis SOS Brasil (https://www.aldeiasinfantis.org.br/) em mais de 25 localidades nacionais; descubra aqui as localidades.

 

Fonte: Assessoria de Imprensa Herbalife

 

2020-09-29T14:17:08-03:00setembro 29th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Uol – Ex-secretário da Receita defende ajustes no sistema tributário

O ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel disse que problemas do sistema tributário não são exclusividade brasileira. Segundo ele, todos os países enfrentam a questão e precisam tratar de ajustes constantemente.

Ao programa Brasil em Pauta: Especial Reforma Tributária, que vai ao ar hoje (28), às 22h30, na TV Brasil, ele afirmou que é contra as propostas de redução de carga tributária de um setor em detrimento de outro. Segundo Maciel, o Brasil precisa buscar uma reformulação do sistema com foco na resolução dos problemas que se apresentam hoje e não na criação de novos impostos e leis.

“Eu defendo que tributação no consumo deve ser informada pela essencialidade, pela seletividade. Há produtos que têm que ter uma tributação mais elevada e há produtos que têm que ter tributação menos elevada em função da sua essencialidade para a sociedade que, afinal, é quem está pagando o imposto.

 

Everardo Maciel, que também é consultor tributário e professor do Instituto Brasileiro de Direito Público, disse discordar da proposta apresentada pelo governo em julho deste ano, em que sugere a unificação dos programas de Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Para ele, o novo imposto unificado não pode ser a solução para o país. “A teoria, na alíquota única, dá um sistema mais regressivo de aumentos a conceder. É isso que revelam todos os estudos do mundo, inclusive os mais recentes, de menos de um mês, publicados pela OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, mostrando que a Nova Zelândia e o Chile, que têm alíquota única, são os sistemas mais regressivos do mundo”, afirmou.

Everardo Maciel acrescentou que o texto do Executivo tem dissonância entre o discurso e o ato. “Ao dizer que quero simplificar, torno mais complexo. Não tenho nada contra a redução de carga tributária de qualquer setor, mas não pode reduzir a carga de um setor à espera de aumento de carga tributária de outro”, disse.

O ex-secretário defende que o país relacione os problemas atuais e faça ajustes a partir de um debate amplo e transparente para que todos tenham conhecimento do que está se propondo. “Reforma tributária não é um evento. Reforma tributária é um processo no qual se pretende reparar as deficiências e os problemas de um sistema com todo cuidado”.

Ele lembrou que são pessoas físicas, contribuintes, que pagam a conta por meio de preços, dos impostos patrimoniais, por meio da tributação da atividade laboral e de atividades como investidor. Para o economista, as mudanças propostas na tributação sobre o consumo afetam mais ainda famílias com menos renda.

“A proposta afeta diretamente 750 mil contribuintes, o agronegócio, o setor de telecomunicações, de radiodifusão, e há uma redução de carga tributária de segmentos industriais de cadeia longa”, disse.

Helcio Honda, advogado e diretor do Departamento Jurídico da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), também defende que não haja nova tributação, ainda que seja a unificação de atuais impostos. “Sempre que você cria novo tributo, estabelece novos conceitos, novas definições. Sempre gera um novo contencioso. Então, aperfeiçoa o que já tem. Não podemos perder conquistas. Eu preferia estar discutindo o aperfeiçoamento do que estar discutindo uma solução mágica”.

Na conversa com os jornalistas Paulo La Sálvia e Katiuscia Neri, Honda lamentou a complexidade do sistema tributário em vigência no país, mas afirmou que apesar de “arcaico, custoso e com carga tributária muito alta”, ele não é ruim e precisaria apenas de aperfeiçoamentos.

“Nosso sistema, de várias formas, sofreu várias metamorfoses dentro do próprio sistema, que criaram essa complexidade”, disse. Ao citar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), Honda lembrou que o tributo já deveria estar uniformizado. “É só diminuir alíquota interestadual, já seria um grande avanço para simplificar e ter a legislação dentro do próprio estado”.

Para ele, o grande gargalo está concentrado nesse tributo. “O ICMS é um dos nosso principais problemas e é a principal fonte de arrecadação dos estados. Sem fazer uma discussão do Pacto Federativo é difícil mudar o ICMS tirando o poder dos estados para fazer investimentos e política”, acrescentou.

Fonte: UOL

2020-09-28T14:49:46-03:00setembro 28th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 2,05%

Previsão para a cotação do dólar oficial permanece em R$ 5,25

 

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) deste ano subiu de 1,99% para 2,05%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (28), publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), em Brasília,  com a projeção para os principais indicadores econômicos.

 

Para 2021, a estimativa de inflação foi mantida em 3,01%. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

 

O cálculo para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

 

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo em cada ano.

 

Selic

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

 

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 2,5% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,50% ao ano.

 

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

 

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

 

Produto Interno Bruto

As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para a queda da economia brasileira este ano de 5,05% para 5,04%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 18 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua projetando expansão do PIB em 2,50%.

 

Dólar

A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,25, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.

Fonte: Agência Brasil

2020-09-28T14:47:36-03:00setembro 28th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Money Times – Quais são as empresas de varejo mais admiradas do Brasil?

Quanto vale a imagem de uma marca? Na hora da escolha, o consumidor avalia diversos aspectos, e a reputação da empresa no mercado pode ser ponto crucial nessa tomada de decisão.

 

O Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Mercado de Consumo (IBEVAR) e a FIA – Fundação Instituto de Administração revelam as empresas mais admiradas do varejo nacional pelos consumidores e pelos colaboradores, conforme divulgado nesta semana.

 

Para Claudio Felisoni de Angelo, presidente do IBEVAR, mais importante que avaliar o faturamento das companhias, é entender como elas são vistas por seus clientes e funcionários.

 

“A concorrência no varejo é acirrada, o que possibilita ao público escolher entre diversas marcas em diferentes segmentos. O objetivo do Ranking IBEVAR-FIA é, justamente, mostrar quais são as empresas que cativaram o consumidor ao longo do ano, de maneira a colaborar com o desenvolvimento do setor”, comenta Felisoni.

Na opinião de Patricia Cotti, diretora executiva do IBEVAR, os varejistas têm passado por momentos conturbados este ano.

“Acredito que, infelizmente, poucas redes varejistas passaram ilesas por todos os acontecidos. Mas, é necessário considerar que o varejo é o setor que mais emprega no Brasil – em 2019, foram gerados cerca de 8.5 milhões de empregos formais, além de ser um setor que movimenta a economia, com 22% de representação do PIB (Produto Interno Bruto)”, analisa.

As mais admiradas pelos colaboradores

A edição deste ano ainda traz uma novidade: o ranking das empresas mais admiradas para se trabalhar, a partir das impressões de equipes e colaboradores. As companhias que levam o título são:

Posição | Empresas

1                 Magazine Luiza

2                 O Boticário

3                 Leroy Merlin

Patricia Pugas, diretora executiva de gestão de pessoas do Magazine Luiza (MGLU3), em 1º lugar entre as empresas mais admiradas por seus colaboradores, eleita pelo Ranking IBEVAR-FIA 2020, reforça as pessoas como pilar principal da empresa.

“Temos um cuidado muito especial com nossos colaboradores. Dentre os nossos valores, os quais levamos muito a sério e praticamos todos os dias, está o lema ‘gente que gosta de gente’”, diz a diretora.

As marcas mais admiradas do varejo

O Ranking de Imagem comtemplou 17 categorias do varejo. Dentre elas, Magazine Luiza se destacou em duas, Eletrodomésticos e Comércio Eletrônico.

“Nos adaptamos bem à realidade de 2020, com pilares sólidos e soluções para as necessidades deste momento. Seguimos em frente com nosso grande propósito de digitalizar o Brasil, com foco em pequenas e médias empresas que ainda estão fora do universo online”, diz Júlio Trajano, diretor executivo do e-commerce do Magalu.

 

Na categoria supermercados, o Carrefour Brasil (CRFB3) ficou em 1º lugar. “É gratificante saber que estamos fazendo nosso trabalho de maneira correta, ainda mais em um momento como este, que nunca imaginamos viver. Neste ‘novo normal’, queremos que o Carrefour seja um local seguro e acolhedor”, compartilha Noel Prioux, CEO do Carrefour Brasil.

 

Reconhecida na categoria Livrarias, a Saraiva (SLED3; SLED4) mantém sua posição como marca mais admirada do segmento, conquistada em outros anos.

 

“Temos um caminho sólido e uma estratégia bem construída para este momento de reestruturação da companhia. É grande o desafio criar uma nova empresa e acelerar todos os processos de transformação”, alega Felipe Pavoni, diretor de marketing, e-commerce e tecnologia da Saraiva.

 

O setor de atacados cresceu muito nos últimos anos e caiu no gosto popular na hora das compras. O Assaí Atacadista foi reconhecido

como o mais admirado do país nesta categoria.

“Neste cenário desafiador de consumo, o Assaí tem reforçado seu papel na sociedade, de levar preço baixo, de continuar investindo e abrindo lojas, contribuindo com a economia e a geração empregos”, considera Belmiro

Gomes, presidente do Assaí Atacadista.

 

Confira a lista completa das varejistas mais admiradas do Brasil em seus segmentos:

 

Empresas              |    Setor

Assaí Atacadista      Atacados

Cacau Show             Alimentos

Carrefour                  Hiper e Supermercados

Centauro                  Esporte

Leroy Merlin             Material de Construção

Lojas Americanas    Lojas de Departamento

Magazine Luiza      Eletrodomésticos

Magazine Luiza      Comércio Eletrônico

McDonald’s           Fast food

O Boticário             Beleza e Cuidado Pessoal

Pague Menos    Drogarias

Petlove                Pet

Ri Happy             Brinquedos

Riachuelo            Moda

Saraiva               Livrarias

Tok&Stok            Artigos para o Lar e Escritório

Vivara                 Especializados

 

Fonte: Money Times

2020-09-28T14:45:36-03:00setembro 28th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Info Money – Ações de bancos saltam até 7% entre recomendações, dados de crédito e exterior; Natura sobe após ser elevada e frigoríficos caem

Em uma sessão de ganhos para o Ibovespa acompanhando o maior otimismo global em meio aos dados da China e o alívio dos mercados europeus e americanos, quem ganha destaque são os ativos do setor bancário.

 

Santander Brasil (SANB11), Banco do Brasil (BBAS3), Itaú Unibanco (ITUB4) e Bradesco (BBDC3;BBDC4) saltam entre 3% e 6%, com ganhos que chegaram a ser de até 7% para os ativos SANB11 mais cedo. Vale ressaltar que o dia é de forte alta para os bancos no exterior.

 

O HSBC Holdings avançava 9,2% depois que o grupo segurador chinês Ping An, o maior acionista do credor britânico, aumentou sua participação de 7,95% para 8,00%. O Commerzbank, por sua vez, subia 5% depois de nomear um alto gerente do rival Deutsche Bank, Manfred Knof, para liderar o banco, que está em crise após a repentina renúncia de seu CEO no início de julho.

 

Vale destacar ainda a visão positiva dos analistas do Bank of America para o setor no Brasil. Em relatório, os analistas do banco americano apontaram que os bancos têm registrado uma performance abaixo da média e que agora encontra valuations atrativos, especialmente em relação ao Ibovespa. “Esperamos que o momentum de ganhos aumente no curto prazo, mas alguns contratempos estruturais devem continuar no radar”, avaliam. Os analistas elevaram a recomendação para o Banco do Brasil de neutra para compra, do Santander de underperform para neutra, enquanto Bradesco seguiu como compra e Itaú como neutra.

 

Também em destaque, por aqui, dados do BC mostraram aumento do volume de crédito em agosto na comparação mensal. Em meio ao processo de reabertura da economia, na esteira da pandemia do novo coronavírus, as concessões dos bancos no crédito livre subiram 0,5% em agosto ante julho, para R$ 287,9 bilhões, informou nesta segunda o Banco Central (BC). No ano, o avanço acumulado foi de 2,7% e, nos 12 meses até agosto, de 8,0%.

 

As preocupações relacionadas à pandemia de Covid-19 ficam em segundo plano nesta segunda-feira em meio aos dados que mostraram que os lucros das empresas industriais da China cresceram pelo quarto mês consecutivo em agosto, impulsionados em parte por uma recuperação nos preços das commodities e na produção de equipamentos. Com isso, ações de commodities, como Vale e Petrobras, também registram ganhos.

 

Os futuros do minério de ferro na China avançaram, recuperando-se após perdas significativas na semana passada, mas os volumes negociados foram baixos devido ao feriado de Dia Nacional na China, de 1 a 8 de outubro. O contrato mais ativo do minério de ferro na bolsa de Dalian DCIOcv1, para janeiro de 2021, encerrou em alta de 0,9%, a 770 iuanes (112,86 dólares) por tonelada. Já o petróleo fica próximo à estabilidade, mas o dia é de ganhos para a Petrobras.

 

Também no radar, a sessão é de alta para a Natura após ter a recomendação elevada pelo BBI. O IRB (IRBR3), que apresentou dados positivos para o mês de julho (veja mais clicando aqui) na última quarta-feira, volta a ter ganhos após subir 27% na semana passada.

 

Entre os piores desempenhos do índice, estão as ações de frigoríficos como Minerva (BEEF3), Marfrig (MRFG3), JBS (JBSS3) e BRF (BRFS3). Segundo a Bloomberg, a China teria anunciado como meta de longo prazo de atingir 95% de autossuficiência em carne suína, de acordo com um documento do Conselho de Estado. O governo do presidente Xi Jinping estaria liderando uma campanha para aumentar a eficiência e a segurança na indústria de alimentos, reduzindo o desperdício e a dependência do abastecimento de fornecedores externos.

 

“Entendemos que se trata de uma política de longo-prazo que reflete questões de soberania nacional e segurança alimentar do país, que segue combatendo a Febre Suína Africana. Na nossa visão, a questão central não é se o governo chinês será capaz de cumprir tal plano ou não, mas sim se a produção local se tornaria competitiva o suficiente versus as importações de países com melhores condições climáticas, maior oferta de grãos, etc”, destaca a XP Investimentos.

 

Vale (VALE3)

A mineradora Vale informou que suspendeu a disposição de rejeitos e a realização de obras em sua barragem B7 e consequentemente as operações da usina de concentração de Viga, em Congonhas (MG), para cumprir uma decisão judicial.

 

“O impacto estimado da paralisação temporária das operações de Viga é de aproximadamente 11 mil toneladas de finos de minério de ferro por dia”, afirmou a companhia, que acrescentou que “contestará a decisão judicial”.

 

A suspensão das atividades ocorreu na noite de 24 de setembro, após decisão de juiz em ação civil pública ajuizada pelo município de Jeceaba, disse a Vale.

 

A empresa defendeu que “a unidade operacional de Viga preenche os requisitos necessários para a expedição do alvará de funcionamento da barragem B7”.

 

 

 

BR Distribuidora (BRDT3)

A BR Distribuidora vai pagar em 30 de setembro dividendos adicionais de R$ 547 milhões, ou R$ 0,469699034 por ação, referentes ao exercício de 2019. Segundo a empresa, está ocorrendo uma gradual retomada nos volumes e uma menor restrição à circulação de pessoas, resultando em reaquecimento nas atividades industriais, comerciais, de serviços e do uso de modais de transportes. Por isso, considerando sua geração de caixa e endividamento, a empresa avaliou que é “oportuno” fazer o pagamento em 30 de setembro.

 

Natura (NTCO3)

O Bradesco BBI elevou a recomendação da Natura para outperform (acima da média de mercado), por esperar o início de um ciclo de resultados fortes, impulsionado por sinergias, recuperação na Avon e bom desempenho de outras marcas. Em relatório, o banco informou que o preço-alvo do papel para 2021 é de R$ 60, ante um preço-alvo de R$ 38 em 2020. Para o período de 2019 a 2024, o BBI prevê uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 13% do Ebitda e de 32% no lucro por ação (EPS).

 

As ações operam hoje a um múltiplo de 16,2 vezes EV(Valor da empresa)/Ebitda, enquanto o yield de fluxo de caixa descontado (DCF) aponta múltiplo de 21 vezes. “Isso colocaria a Natura em um nível similar das maiores similares globais, como L’Oreal, Estee Lauder e Shiseido”, informou o banco. Em sua visão, a Natura deveria operar em linha com estas empresas.

 

Melnick Even (MELK3)

As ações da Melnick Even (MELK3) estreiam na B3. O IPO (Oferta Pública Inicial de ações) ocorreu na última semana, com as ações saindo a um preço de R$ 8,50, no piso da faixa indicativa, que ia até R$ 12,50. A captação da companhia totalizou R$ 713,58 milhões.

 

A Melnick Even, subsidiária da construtora Even (EVEN3), é uma das maiores empresas imobiliárias de Porto Alegre (RS), com 50 anos de atuação, com foco na realização de projetos residenciais de médio e alto padrão, além de salas comerciais.

 

A companhia já fez cerca de 30 empreendimentos e 1,5 mil apartamentos. Ela ainda possui uma outra empresa que administra as vendas das imobiliárias parceiras e de uma construtora de obras comerciais e industriais na região.

 

Em seu prospecto, a Melnick disse que os recursos obtidos em sua oferta de ações serão usados na aquisição de terrenos, reforço de caixa da companhia e reforço de caixa das sociedades de propósito específico (SPE).

 

CCR (CCRO3)

A CCR teve aumento de 2,8% no tráfego total de suas rodovias entre 18 e 24 de setembro deste ano, em comparação com o mesmo período do ano passado. Já no acumulado do ano, o tráfego caiu 4,9%.

 

Engie (EGIE3)

 

A Engie Brasil informou que sua subsidiária Usina Termelétrica Pampa Sul pediu registro de oferta pública de distribuição de 582.000 debêntures simples, em duas séries, no montante de R$ 582 milhões. A operação será objeto de distribuição pública, nos termos da Instrução CVM 400. A operação chama atenção em um ano marcado por emissões de debêntures feitas com esforços restritos (CVM 476), ou seja, apenas para investidores qualificados.

 

Hypera (HYPE3)

A Hypera vendeu o produto Xantinon para a União Química Farmacêutica Nacional por R$ 95 milhões. Em setembro, o jornal Valor noticiou que a empresa havia contratado o BR Partners para vender a marca, e que esperava conseguir entre R$ 200 milhões e R$ 250 milhões na venda.

 

Petrobras (PETR3;PETR4)

O grupo petroleiro francês Total anunciou hoje que transferiu para a Petrobras sua participação em um projeto de exploração no Brasil, localizado na foz do Amazonas, segundo a AFP. No início de setembro, a empresa anunciou o encerramento de seu papel como operadora nos cinco setores de exploração do local, um projeto ao qual estava associada desde 2013 com a britânica BP e a Petrobras.

 

E-commerce

Pode repercutir nas ações de varejistas a notícia de que as vendas online começaram a registrar queda no Brasil. O Estadão informou que, em agosto ante julho, as vendas por comércio eletrônico caíram 9,15%, segundo dados do índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie. Na relação anual o crescimento ainda segue expressivo: alta de 76,46%.

 

Ainda sobre o mercado de e-commerce, chama atenção a notícia de que a Amazon está apostando no Brasil para lançar sua principal data de descontos, o chamado Prime Day, na América do Sul. Já comum no comércio americano, o evento só acontecia no México entre os países da América Latina até agora, segundo a Folha. O programa está marcado para os dias 13 e 14 de outubro, e oferece descontos em mais de 15 mil produtos. No último dia 3, a gigante anunciou um novo centro de distribuição em Cajamar (SP), quinto da empresa no Brasil.

 

Aeroportos

O governo quer licitar cinco blocos de aeroportos regionais na Amazônia Legal. Segundo o Estadão, o projeto será qualificado na próxima reunião do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) e vai contar com desembolso de até R$ 400 milhões da União, num contrato de dez anos. O pontapé inicial será no Amazonas, onde o governo esperar transferir para uma empresa a operação de oito aeroportos regionais em 2022.

 

Companhia Energética de Brasília

O governo do Distrito Federal anunciou neste sábado (26) a privatização da Companhia Energética de Brasília (CEB). O preço mínimo de venda é de R$ 1,424 bilhão, segundo a Folha. Esse valor foi calculado a partir de duas avaliações realizadas por consultorias independentes contratadas pelo BNDES. Após deliberação da assembleia geral, as ações serão ofertadas em leilão organizado pela B3. Em 2019, o grupo CEB obteve lucro líquido de R$ 119 milhões, alta de 32% em relação ao ano anterior.

 

Saneamento

A concessão de saneamento da região metropolitana de Maceió recebeu, na última sexta-feira, sete propostas de grupos interessados em assumir a operação, de acordo com o Valor Econômico A concorrência será realizada na quarta-feira (30), na sede da B3, em São Paulo. O valor mínimo foi definido em R$ 15,1 milhões. O grupo irá assumir um contrato de 35 anos para operar a distribuição de água e a coleta de esgoto em 13 cidades da região metropolitana de Maceió.

 

Entre os participantes, a grande novidade será um consórcio formado por Sabesp e Iguá Saneamento, empresa da gestora IG4. Também participarão da disputa Aegea Saneamento, BRK Ambiental e grupo Águas do Brasil. A Equatorial entrou em consórcio com a empresa Sonel, segundo fontes do jornal.

 

Setor de Shoppings

No setor de shoppings, o quadro atual é desafiador. Segundo O Globo, o faturamento ainda está 27,4% abaixo do registrado antes da pandemia. Além disso, entre abril e agosto, 11 mil lojas fecharam as portas no setor, o que representa 10,4% do total, o dobro do percentual anterior à Covid-19, segundo dados da Abrasce, que representa os shoppings. Com a entrada de novos negócios, porém, a taxa está agora em 8%.

 

Invepar (IVPR3)

A Invepar informou que a agência de classificação de riscos S&P Global Ratings revisou os ratings da empresa, passando de ‘CCC’ para ‘CCC-’ na Escala Global e de ‘brB-’ para ‘brCCC-’ na Escala Nacional Brasil. Também foram rebaixados os ratings da 3ª e 5ª emissões de debêntures da Invepar, passando de ‘brB-’ para ‘brC’ e de ‘brCCC+’ para ‘brC’, respectivamente. Os ratings da Companhia permanecem com Outlook negativo.

 

Segundo a empresa, como consequência do rebaixamento, foram iniciados procedimentos para minimizar os impactos aos debenturistas, de forma a não ser declarado o vencimento antecipado das Debêntures.

 

Fonte: Info Money

2020-09-28T14:42:25-03:00setembro 28th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Folha Dirigida – Natura: do presencial à Inovação Digital

O que significa a Inovação Digital que muitas empresas vêm adotando? Entenda melhor o tema e descubra a transformação que a área trouxe para a Natura.

 

Um dos maiores cases de sucesso e uma das empresas mais inovadoras do país, a Natura foi um caso de excelência na hora de migrar os negócios para o ambiente digital, processo que foi acelerado por causa da pandemia e do trabalho remoto.

 

Mas se engana quem pensa que tudo foi pensado no momento em que a quarentena começou. Muito pelo contrário: segundo o CTO e diretor de inovação digital do grupo para a América Latina, Luciano Abrantes, a ideia já vinha sendo trabalhada desde 2012. O que aconteceu foi uma aceleração para o lançamento desses processos.

 

“O mais importante para a gente é o impacto que a gente causa na nossa rede. É isso que estamos buscando, esse impacto de longo prazo”, explica o diretor durante sua participação no Carreira Dirigida, live realizada toda segunda-feira, no perfil do Instagram aqui da Folha+ .

 

O trabalho presencial, desenvolvido através das consultoras, ganhou escala e cresceu nos últimos meses, por conta do gás que a Inovação Digital trouxe.

Natura foi do presencial à Inovação Digital acelerada na pandemia

Um dos principais pontos levados em consideração pela Natura, durante essa transição para o ambiente digital, era que não houvesse a perda da experiência presencial, algo muito tradicional para a empresa que trabalha com consultoras por todo o país.

 

“Uma consultora que tinha um raio de impacto da vizinhança e do trabalho, ela agora pode vender para o Brasil inteiro”, destaca o executivo.

 

O protótipo de e-commerce, que já começava a ser desenvolvido em 2012, começou sua caminhada em 2015 para, em 2018 e 2019 ter seus primeiros serviços digitais e, em 2020, pegar tudo que estava em piloto e escalar rapidamente.

 

Se antes da pandemia a Natura tinha mais de um milhão de consultoras com e-commerce, com a quarentena, a cultura de ir na casa dos clientes e fazer as vendas no trabalho, por exemplo, se perdeu.

 

Consultoras que não usavam as ferramentas online, viram a necessidade de começar a usá-las, enquanto a empresa também estava pronta para oferecer seu uso e a orientação necessária.

 

Um dos principais desafios foi levar o calor do contato presencial para o digital, além de também trazer consigo o consumidor que só comprava offline.

 

“Nossa rede era completamente offline.Transformar no online aumenta demais a possibilidade de cada nó da rede”, destaca Luciano Abrantes sobre o vínculo entre consultora e cliente.

 

Mas ele enfatiza: não houve mágica no processo. Nada foi feito da noite para o dia ou do zero, para se adaptar a pandemia. Os projetos e inovações lançados já estavam em desenvolvimento. O que aconteceu foi uma acelaração para o lançamento devido ao momento vivido.

 

O que precisa para trabalhar com Inovação Digital na Natura

Não é apenas no ramo dos negócios que a Natura é um case de sucesso. Para muitos, principalmente devido ao seu ambiente de Inovação Digital, pode ser um sonho trabalhar na empresa.

 

Atenção a essas dicas se o seu sonho é fazer parte desse time.

 

Luciano Abrantes destaca que as soft skills são essenciais: criatividade, empreendedorismo, boa interlocução e capacidade de solucionar problemas são algumas das características exigidas para quem deseja trabalhar na Natura.

 

Além disso, a empresa adota um modelo muito mais horizontal do que hierárquico. Isso significa dizer que é necessário que o profissional saiba se virar bem sozinho, organizar sua agenda, suas atividades e atuar bem em um formato de coliderança.

 

Como hard skill, principalmente para quem deseja atuar na área de Inovação, é necessário entender de linguagens de programação.

 

No entanto, eles não fazem questão do ensino superior na área de Tecnologia. Por exemplo, a Natura tem diversos profissionais, de Comunicação Social à Odontologia, que não fizeram graduação na área tecnológica e obtiveram tais conhecimentos através de cursos e iniciativas próprias de estudo.

 

Mas mais que tudo, uma das características mais valorizadas é a capacidade de entender a consultora, para qualquer área que seja.

 

Em resumo, o que você precisa ter para trabalhar na Natura:

 

Desenvolver soft skills, como: criatividade, empreendedorismo, boa interlocução e resolução de problemas

Conseguir trabalhar com autonomia, organizar suas atividades e atuar em coliderança

Hard Skill da área de Inovação: saber linguagens de programação

Entender a consultora, não importa qual seja a área de atuação do profissional

Capacidade de se reinventar e agir rápido foram essenciais na Inovação

O que também faz da Natura um case de sucesso foi a capacidade de correr com tais inovações e conseguir implantá-las durante o trabalho remoto.

 

Pode parecer pouca coisa, mas para uma empresa que tem como uma das suas características o trabalho presencial, algo que começa nas consultoras e se estende até o escritório, é um fator que precisa ser ressaltado.

 

Luciano Abrantes destaca o sucesso da empresa em três competências:

 

Resiliência

Flexibilidade

Trabalho em equipe

Principalmente em um primeiro momento, com todo o planejamento da empresa já feito, foi preciso olhar para o momento atual e pensar: como é possível se reinventar?

 

Segundo o diretor, foram horas de trabalho e diversas reuniões com a equipe para conseguir projetar todo o trabalho da empresa de 51 anos, construída com base no calor humano, para o ambiente digital completo.

 

Foi preciso replanejar entregas, escalar pilotos e horas de trabalho remoto para a nova adaptação. A empresa já tinha todo o planejamento do mês feito e foi preciso apressar diversos planos para se manter relevante, aprender e ensinar o uso de suas novas ferramentas na prática.

 

Mas, como já foi dito, os lançamentos de Inovação Digital feitos pela Natura já estavam nos planos. Agora, a empresa já trabalha com ideias completamente pensadas de casa, um trabalho que, segundo Luciano Abrantes, tem sido muito bem feito.

Fonte: Folha Dirigida

2020-09-28T14:37:40-03:00setembro 28th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Presidente do BC manifesta tranquilidade com relação à inflação

Projeção é que a inflação termine este ano em 2,1%

 

O Banco Central (BC) está tranquilo com relação à inflação, disse o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, ao apresentar o Relatório de Inflação. A projeção do BC é que a inflação termine este ano em 2,1%. Para 2021, as projeções estão em torno de 3%.

Se a estimativa se confirmar, a inflação em 2020 ficará abaixo da meta que deve ser perseguida pelo BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 4%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para Campos Neto, os preços dos alimentos em alta recente tendem a se estabilizar e a inflação deve ficar sob controle. “O Banco Central tem situação de absoluta tranquilidade em relação à inflação. Existem efeitos provenientes das subidas de preços de commodities e o efeito do pagamento do auxílio emergencial. Também mostramos relação do IPA [Índice de Preços ao Produtor Amplo] e do IPCA [Índice de Preços ao Consumidor Amplo] e possível contaminação. A mensagem geral é que estamos tranquilos e entendemos que existia uma pressão em 2020, mas não entendemos que esses reajustes recentes vão contaminar as inflações futuras”, disse Campos Neto.

Ao comentar a possível taxa de inflação abaixo da meta, Campos Neto disse que o BC considera como “horizonte relevante” ao definir a taxa básica de juros, a Selic. Para Campos Neto, a atuação recente do BC mira a inflação em 2021.

Ele lembrou que na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a Selic, o BC destacou que o espaço atual para reduzir os juros é “pequeno ou nulo”.

Já o diretor de Política Econômica do BC, Fabio Kanczuk, enfatizou que o BC segue com o “procedimento usual” no trabalho de controle da inflação. “O horizonte relevante agora é 2021 e em menor grau, 2022. Não é 2020. Se a gente tentar fazer algo para 2020, a gente vai criar um erro adiante. Então, a gente segue com o procedimento usual”, afirmou Kanczuk.

Controle fiscal

Questionado sobre o compromisso do BC de não elevar os juros condicionado à manutenção do atual regime fiscal, Campos Neto disse que não se pode correr riscos nessa área. “Não estamos dispostos a correr riscos inflacionários oriundos de questões fiscais. Não podemos trabalhar com suposições. Eu acho que foi bem delineado o que queríamos dizer com isso”, disse.

Investimentos estrangeiros

Campos Neto disse que a saída de investimentos estrangeiros em renda fixa é explicada pela redução dos juros no país. “À medida que os juros vão reduzindo no Brasil e existe uma percepção que o risco aumentou por um tema fiscal ou pela própria crise que a pandemia geral, há saída de renda fixa. Parte disso está explicada pelo menor retorno que o foi o processo de queda de juros”, disse.

O presidente do BC lembrou que houve também saída de investimentos em ações. “A gente vem descrevendo esse processo, que foi mais do que equilibrado pela de entrada dos [investidores] locais”, afirmou. Segundo ele, há uma retomada desses investimentos em países emergentes, mas o “Brasil tem recebido dessa retomada uma parcela menor do que saiu”.

Em relação aos investimentos diretos no país (IDP), os que vão para o setor produtivo, Campos Neto afirmou que deverá haver redução da entrada de recursos por influência da crise gerada pela pandemia. “Em anos de grande crise tende a ter uma queda do IDP”, lembrou, acrescentando que também houve redução do IDP em 2009, ano de crise. Mas disse que deve haver retomada desses recursos nos próximos anos.

Para este ano, o BC reduziu a projeção para o IDP de US$ 55 bilhões para US$ 50 bilhões. Em 2021, o BC espera recuperação nas entradas líquidas de IDP, em linha com crescimento do PIB no ano, atingindo US$ 65,2 bilhões (4,3% PIB).

Fonte: Agência Brasil

2020-09-25T13:49:03-03:00setembro 25th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|
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