Início/2020/outubro

Agência Brasil – Desemprego chega a 14,4% no trimestre encerrado em agosto

A taxa de desemprego chegou a 14,4% no trimestre terminado em agosto, aumento de 1,6 ponto percentual frente ao trimestre encerrado em maio, quando registrou 12,9%. É a maior taxa registrada na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), iniciada em 2012.

O número de desempregados alcançou 13,8 milhões, aumento de 8,5% em relação ao trimestre anterior. São cerca de 1,1 milhão de pessoas a mais à procura de emprego frente ao trimestre encerrado em maio.

Os dados foram divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com a analista da pesquisa Adriana Beringuy, o aumento na taxa de desemprego é um reflexo da flexibilização das medidas de isolamento social para controle da pandemia da covid-19, o que fez com que as pessoas voltassem a procurar por um emprego.

“Esse aumento da taxa está relacionado ao crescimento do número de pessoas que estavam procurando trabalho. No meio do ano, havia um isolamento maior, com maiores restrições no comércio, e muitas pessoas tinham parado de procurar trabalho por causa desse contexto. Agora, a gente percebe um maior movimento no mercado de trabalho em relação ao trimestre móvel encerrado em maio”, explicou, em nota.

Segundo a pesquisa, o número de pessoas ocupadas no país caiu 5% na comparação com o trimestre encerrado em maio, totalizando 81,7 milhões. “Com essa retração de 4,3 milhões de pessoas, esse é o menor contingente já registrado na série da pesquisa. Quando comparado ao mesmo trimestre do ano anterior, a queda é de 12,8%, o que representa 12 milhões de pessoas a menos no mercado de trabalho”, informa o IBGE.

De acordo com a pesquisadora, no trimestre anterior houve a perda do trabalho e o aumento da inatividade, ou seja, as pessoas perderam seus empregos, mas não estavam pressionando o mercado em razão das medidas mais restritivas de isolamento social.

“O cenário que temos agora é da queda da ocupação em paralelo com o aumento da desocupação. As pessoas continuam sendo dispensadas, mas essa perda da ocupação está sendo acompanhada por uma maior pressão no mercado”, disse Adriana.

Nível de ocupação
De acordo com a pesquisa, o nível de ocupação foi de 46,8%, também o mais baixo da série histórica, com queda de 2,7 pontos percentuais ante o trimestre anterior, de 49,5%, quando, pela primeira vez na história da pesquisa, o índice ficou abaixo de 50%. No mesmo período, o número de empregados com carteira assinada caiu 6,5%, chegando a 29,1 milhões de pessoas, o menor contingente da série. Segundo o IBGE, esse número representa uma retração de dois milhões de pessoas com trabalhos formais.

A pesquisadora destacou que a perda de emprego tem ocorrido em todas as formas de inserção no mercado de trabalho, mas o trabalhador informal foi o mais impactado nos primeiros meses das medidas de isolamento social.

“A perda de ocupação entre os informais está sendo menor frente ao trimestre encerrado em maio. Já entre os trabalhadores com carteira assinada, essa perda não diminuiu de intensidade. O trabalhador informal tem essa volatilidade: foi o primeiro a ser impactado e é o primeiro a retomar essas atividades, ainda que com uma perda muito grande de ocupação”, explicou.

A taxa de informalidade no trimestre encerrado em agosto foi de 38%, o que equivale a 31 milhões de trabalhadores que trabalham por conta própria ou que não têm carteira assinada. No trimestre anterior, esse percentual foi 37,6%.

Agropecuária
Foi registrado crescimento na população ocupada em apenas um dos dez grupamentos de atividade no trimestre encerrado em agosto. O número de pessoas ocupadas em agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura aumentou 2,9% no trimestre, o que representa 228 mil pessoas a mais trabalhando no setor.

No mesmo período, a população ocupada da indústria caiu 3,9%, perdendo 427 mil trabalhadores, enquanto comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas teve retração de 4,7%, ou menos 754 mil pessoas. Já na construção, o cenário foi de estabilidade.

Força de trabalho
O contingente da força de trabalho, soma das pessoas ocupadas e desocupadas, caiu 3,2% em relação ao trimestre anterior, com 95,5 milhões de pessoas. O número representa uma retração de 3,2 milhões de pessoas. No mesmo período, houve um aumento de 4,2 milhões de pessoas na população fora da força de trabalho, que agora é estimada em 79,1 milhões.

Segundo o IBGE, a força de trabalho potencial, que inclui pessoas que não estavam nem ocupadas nem desocupadas, mas que tinham potencial para se transformar em força de trabalho, aumentou 14,2%, totalizando 13,6 milhões de pessoas.

“A força de trabalho potencial vem crescendo progressivamente porque muitas pessoas que perderam a sua ocupação ao longo desses meses não passaram a pressionar o mercado, mas foram para inatividade. Elas alegavam que não estavam achando trabalho, seja por falta na localidade ou pelos efeitos da pandemia terem inviabilizado essa busca”, disse Adriana.

Já o número de pessoas desalentadas, aquelas que não procuraram trabalho, mas que gostariam de trabalhar e estavam disponíveis, aumentou 8,1%, totalizando 5,9 milhões, o maior número já registrado na série histórica. São 440 mil pessoas a mais nessa situação. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, o aumento foi de 24,2%, quando havia 4,7 milhões de pessoas desalentadas.

Fonte: Agência Brasil

2020-10-30T16:59:23-03:00outubro 30th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Indicador de incerteza da economia recua pelo sexto mês

O Indicador de Incerteza da Economia, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 2 pontos de setembro para outubro. É a sexta queda consecutiva do indicador, que recuou, porém, em ritmo mais moderado. De agosto para setembro, por exemplo, o decréscimo havia sido de 14,5 pontos.

Com 143,8 pontos em setembro, o indicador ainda se situa 29 pontos acima do período pré-pandemia da covid-19 – fevereiro deste ano. Em março e abril, início do isolamento social provocado pela pandemia, o índice teve fortes altas, de 52 e 43,4 pontos, respectivamente.

A queda de agosto para setembro foi puxada pelo componente mídia, construído a partir de notícias com menção à incerteza na imprensa, que caiu 4 pontos e chegou a 126 pontos. Já o componente expectativas, baseado nas previsões de analistas econômicos, subiu 4,3 pontos e alcançou 194,3 pontos.

“O componente de mídia recuou, mas também desacelerou no mês, refletindo o cenário novamente deteriorado da pandemia no mundo e novas dúvidas quanto à evolução da pandemia no Brasil. Já o componente de expectativas, que mede a capacidade de se prever cenários para os próximos 12 meses, voltou a subir em outubro. O componente reflete as incertezas quanto ao ritmo possível de recuperação da economia frente a possibilidade de novas ondas, o cenário fiscal, o sinal amarelo da inflação, agora mais espalhada entre os produtos e, a difícil capacidade de previsão do câmbio e da taxa de juros”, disse a economista da FGV Anna Carolina Gouveia.

Fonte: Agência Brasil

2020-10-30T16:55:26-03:00outubro 30th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Direct Selling News – Vendas da Tupperware Internacional no terceiro trimestre aumentam 14% em relação a 2019

A Tupperware Brands Corporation relatou aumento de 14% nas vendas do terceiro trimestre em relação ao ano anterior e 21% em moeda local.

As vendas do terceiro trimestre de 2020 foram de $ 477,2 milhões. A força de vendas ativa média subiu 10% e as vendas desse segmento também cresceram 10%, refletindo o forte envolvimento da força de vendas utilizando ferramentas e técnicas digitais para levar os produtos da Tupperware ao mercado em tempos sem precedentes.

“O crescimento de 21% na receita em moeda local relatado hoje reflete uma rápida adoção de ferramentas digitais por nossa equipe de vendas para combater as restrições sociais em torno do COVID-19, e o aumento da demanda do consumidor por nossos produtos inovadores e ecológicos, à medida que mais consumidores cozinham mais em casa e estão preocupados com a segurança alimentar e armazenamento ”, disse Miguel Fernandez, presidente e CEO da Tupperware Brands. “O desempenho melhorado tanto de receita quanto de resultado financeiro nos últimos dois trimestres é um sinal positivo de que nosso Plano de Recuperação está funcionando.”

Para acessar o relatório completo da Tupperware Q3 2020, clique aqui.

2020-10-30T16:37:37-03:00outubro 30th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

PropMark – Veja as marcas campeãs do Folha Top of Mind 2020 – Natura lidera Meio Ambiente

A Folha de S. Paulo revelou na noite da última quinta-feira (29) os vencedores do Top of Mind 2020. A tradicional festa de entrega dos troféus foi cancelada neste ano por conta da pandemia.

Para não deixar de lado a celebração, as marcas mais lembradas foram anunciadas ao público em uma premiação online, com apresentação da atriz Bárbara Paz. O vídeo pode ser conferido abaixo.

Quatro gigantes dividem a liderança da categoria Top do Top, criada em 1993 para premiar a primeira marca que vem à cabeça dos entrevistados pelo Instituto Datafolha.

Única a vencer todas as 28 edições e campeã isolada em 2019, Omo obteve 7% das citações neste ano e divide o topo do pódio com Coca-Cola, Samsung (5% cada uma) e Nike (4%).

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, e Top do Top é a única categoria em que o awareness não é usado para desempate.

Veja as outras campeãs por categoria:

PERFORMANCE

A Suvinil, de acordo com o instituto, ficou dez pontos percentuais acima do índice que obteve em 2019, atingindo inéditos 42% das menções. Seus melhores desempenhos ocorrem no Sudeste (54%), nas classes A e B (53%), na faixa de 45 a 59 anos (52%) e na de 35 a 44 anos (51%). É a primeira vez que a líder nacional em tintas imobiliárias vence este prêmio especial sozinha. Em 2012, dividiu a conquista com a Samsung.

INOVAÇÃO E CONFIANÇA

Em Inovação, a Samsung foi espontaneamente lembrada por 9% dos brasileiros e ficou à frente da gigante Apple (7%), da Omo (2%) e da Microsoft (2%).

MEIO AMBIENTE

Na pesquisa nacional do Datafolha, a Natura saltou de 5% em 2019 para 9% neste ano como a marca mais lembrada quando se pensa em preservação do meio ambiente, seu maior índice na série.

FEMININO & MASCULINO

Nesta edição, Pirelli foi citada por 55% dos homens como Pneu, dez pontos percentuais acima da média geral. A mesma distância —de dez pontos— marcou Risqué, lembrada por 32% dos brasileiros e 42% das mulheres como Esmalte.

DESTAQUES REGIONAIS

Nesta edição, a água sanitária Qboa saiu na frente em duas regiões, Sul e Centro-Oeste, e Brilux ganhou no Nordeste. União foi a mais lembrada no Sudeste. Maratá e Santa Clara empataram como destaques no Norte.

FINANÇAS

O Banco do Brasil foi citado por 30% dos brasileiros. Porto Seguro venceu isoladamente a categoria Seguros.

XP e Itaú empataram na estreia da categoria Assessoria de Investimentos. Na categoria Cartão de Crédito, a Visa foi lembrada por 23% dos entrevistados e mantém a liderança nesse segmento.

Pela primeira vez, a Caixa Econômica Federal vence de forma isolada na categoria app de banco.

SAÚDE

Medley e EMS empataramm entre genéricos. Já a Unimed bateu recorde de lembrança na categoria dos Planos de Saúde. Sundown, por sua vez, conquistou o sétimo título na categoria Protetor Solar.

HIGIENE & BELEZA

Colgate é mais uma vez Top of Mind da categoria Pasta de Dente, com 65% das citações dos consumidores. Natura lidera a categoria Hidratante pela primeira vez na história da pesquisa, com 15% das citações.

A Risqué, da Coty Brasil, ocupa o topo do ranking quando o assunto é esmalte. Neve surge com 28% quando o assunto é Papel Higiênico. Pelo segundo ano consecutivo, Philips é a mais lembrada em Barbeador Elétrico e Sempre Livre lidera em absorventes femininos.

COMUNICAÇÃO

Sky levou o nono título seguido como TV paga.

A Netflix estreia na Folha Top of Mind em alto estilo, com 59% das menções na categoria Aplicativo de Filmes e Séries.

Na categoria de aparelhos mobile, Samsung se consagra líder absoluta.

Com quase 300 milhões de usuários em 92 mercados, o Spotify foi lembrado por 26% dos brasileiros e reinou na estreia da categoria Aplicativo de Música.

Em Operadora de Telefone Celular, depois de 12 anos consecutivos na liderança isolada da categoria, a Vivo divide a vitória em 2020 com a concorrente TIM, que não ocupava o lugar mais alto do ranking desde 2007.

No primeiro ano da categoria Aplicativo de Videochamada, o WhatsApp alcançou liderança absoluta, com 47% das menções.

ELETRO

A categoria Geladeira consagra uma campeã absoluta: Consul, desde 1992 em primeiro lugar como a mais lembrada pelos brasileiros acima de 16 anos. Só o Banco do Brasil conseguiu igual feito na história da pesquisa do Datafolha.

A 3 Corações assume a liderança como Máquina de Café. Já a Black+Decker lidera, pela quinta vez consecutiva, na categoria Ferro de Passar.

Arno e Walita lideram em Processador de Alimentos. A Brastemp foi a primeira colocada entre as máquinas de lavar roupas, com 39% das menções espontâneas. É sua 14ª conquista em 14 edições.

Arno e Electrolux lideram quando o assunto é Aspirador de Pó.

Pela quinta vez em cinco edições, Lorenzetti sagrou-se a mais lembrada, com 36% das menções, na categoria Chuveiro Elétrico.

Samsung lidera em aparelho de TV e acumula agora oito conquistas na categoria, que lidera desde 2013.

ALIMENTAÇÃO

No total, 27 marcas foram premiadas na categoria. São elas: 3 Corações (Café em Pó); Adria (Macarrão); Arisco (Tempero Pronto); Bauducco (Torrada); Camil (Feijão); Danone (Iogurte Grego); Dona Benta (Farinha de Trigo); Elefante (Molho de Tomate); Galo (Macarrão); Gota (Molho de Pimenta); Kicaldo (Feijão); Leite Moça (Doce de Leite); Nestlé (Doce de Leite); Ninho (Leite); Nissin (Macarrão Instantâneo); Qualy (Margarina); Renata (Macarrão); Sadia; Sazón (Tempero Pronto); Sococo (Água de Coco); Soya (Óleo de Cozinha); Sucrilhos (Cereal Matinal); Tio João (Arroz); União; Vigor (Iogurte Grego); Yoki (Pipoca) e Zero-Cal (Adoçante).

COMPRAS

Carrefour e Extra lideram em Supermercado. Em 23 edições da categoria, sempre uma das duas venceu. Neste ano, pela 11ª vez dividem a liderança, com 9% e 8% das citações, respectivamente.

A Casas Bahia segue como única vencedora da história da categoria Loja de Móveis e Eletrodomésticos.

O Mercado Livre, que segundo a consultoria Economatica tornou-se a empresa mais valiosa da América Latina em 2020, venceu em Site de Compras.

A Qboa lidera em Água Sanitária. Suvinil é top Tinta de Parede.

Duas categorias que estreiam na pesquisa nacional do Datafolha neste ano, Panela e Faca de Churrasco, têm a mesma campeã: Tramontina.

Veja se manteve absoluta no topo como Limpador Multiuso.

A septuagenária Ypê, da empresa Química Amparo, é a mais lembrada pela quinta vez consecutiva na categoria Detergente.

TRANSPORTE

A Volkswagen retomou a liderança isolada na categoria Carro, após dois anos dividindo o topo do pódio com a Fiat. A marca italiana foi a única a desbancar a VW em uma edição do estudo. O feito ocorreu em 2016 e veio no embalo da picape Toro, apresentada em ações de marketing inseridas no programa Big Brother Brasil, da Globo. Em 30 edições, a VW venceu 29 de maneira isolada.

A Honda domina o segmento Moto. É a marca mais lembrada nas oito edições em que a categoria integrou a pesquisa, a fabricante foi citada por 64% dos entrevistados em 2020. Em Óleo Lubrificante, Lubrax lidera.

A Mercedes-Benz segue no topo na categoria Caminhão. A Petrobras é Top of Mind em Combustível e a Pirelli é a mais lembrada quando o assunto são Pneus.

TURISMO

Num dos setores mais afetados pela pandemia, CVC e Gol lideram o Top of Mind em Agências de Viagem e Companhia Aérea, respectivamente.

Fonte: PropMark

2020-10-30T16:08:45-03:00outubro 30th, 2020|Categories: ABEVD na mídia|

Mercado & Consumo – Consultoras da Natura &Co contam com nova plataforma de serviços financeiros

A &Co Pay, plataforma de serviços financeiros do grupo Natura &Co, é a nova promessa da marca para colaborar com as Consultoras de Beleza da rede. A novidade chega ao mercado para “atender as principais necessidades de negócio das consultoras e revendedoras e traz consigo grande capacidade de inclusão financeira e digital desta base”, diz a Natura.

A empresa afirma que “o serviço está disponibilizado em modelo piloto e ao longo dos próximos meses para toda a rede de consultoras, inicialmente para a marca Natura no Brasil”. Ao longo dos próximos meses, a plataforma será ampliada para toda a rede de Consultoras de Beleza Natura no Brasil.

Para operacionalizar a novidade, a Companhia contará com parceiros para captura de expertise em cada uma das frentes de ação, garantindo o padrão de qualidade do Grupo. “Este é mais um grande passo na jornada de digitalização do Grupo, com impacto social positivo para base de consultoras e revendedoras”, conclui.

Fonte: Mercado & Consumo

2020-10-30T15:21:11-03:00outubro 30th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Atividade de Venda Direta é destaque no Fala Brasil, da TV Record

Com a tecnologia como aliada, vendas diretas crescem 29% em setembro

São Paulo – As vendas diretas, aquelas feitas de casa em casa, tiveram um aumento de 29% esse ano na comparação com 2019. Além da pandemia, que ajudou com que esse número crescesse, pois, as pessoas ficaram mais em casa, a tecnologia tem sido uma grande aliada para as cerca de quatro milhões de pessoas que trabalham como representantes ou revendedores.

Fonte: Fala Brasil – TV Record / Com informações da ABEVD

2020-10-29T14:44:42-03:00outubro 29th, 2020|Categories: ABEVD na mídia|

Estadão – China dá pistas do futuro do e-commerce no Brasil, diz diretor da AliExpress no País

Para Yan Di, expansão do comércio eletrônico durante a pandemia por aqui é bem parecida com o crescimento do setor no país asiático durante a Sars, em 2003

A veloz expansão que o varejo eletrônico do Brasil está sofrendo em 2020 com a pandemia do novo coronavírus é muito parecida com o que a China viu em 2003, com a epidemia da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars, na sigla em inglês), na visão de Yan Di, diretor do AliExpress, marketplace internacional do Grupo Alibaba no País. “De certa forma, a China hoje oferece pistas de como o e-commerce brasileiro será daqui 20 anos”, comenta o executivo, em entrevista ao Estadão/Broadcast.

Di fala que há algumas semelhanças entre as situações vividas pelos dois países: foi o isolamento causado pela epidemia de SARS, no início dos anos 2000, que impulsionou a criação do Taobao, o site de e-commerce do grupo fundado por Jack Ma que se tornou o principal da China. Também deram seu quinhão de contribuição os problemas de infraestrutura que o país asiático tinha na época e que criavam um gargalo para o setor. “Isso tudo é um processo que leva anos até se consolidar”, diz.

Assim como seus principais concorrentes no Brasil – Magazine Luiza, Mercado Livre, B2W, Amazon e Via Varejo –, a operação local do AliExpress viu um aumento expressivo nas receitas por conta das medidas de isolamento social. O executivo não revela números, mas diz que em alguns segmentos considerados relevantes, o crescimento chegou a 130% na comparação com o mesmo período do ano passado. E ele vê um potencial de crescimento ainda maior, dada a baixa inserção do e-commerce no varejo total.

Na visão do executivo, o desafio agora é criar uma experiência de usuário melhor para o cliente brasileiro. Segundo ele, o AliExpress vem tomando medidas para adaptar-se à realidade local. “Nossas pesquisas mostraram que 42% dos usuários consideram o frete grátis como um dos principais fatores para realizar uma compra, então diminuímos o valor mínimo de US$ 30 para US$ 14 (cerca de R$ 70) por pedido para liberar a gratuidade”, exemplifica. A empresa também adotou atendimento com profissionais que falam em português, substituindo o atendimento por chatbots, e facilitou a devolução de produtos.

Logística é desafio, diz executivo

Um obstáculo que ainda parece longe de ser superado na visão de Di é o desafio logístico que o Brasil impõe. “Hoje, demora mais movimentar um produto dentro do País do que trazê-lo até a fronteira”, diz. A primeira parte do traslado foi resolvida há alguns meses, quando a empresa anunciou a contratação de três voos fretados semanais para trazer os produtos da China, o que diminuiu o prazo de entrega para, em média, 30 dias. Em grandes centros urbanos, como São Paulo, o intervalo cai para 10 dias.

“A condição precária da infraestrutura interna do Brasil se tornou o maior gargalo de nossos serviços”, comenta. Segundo ele, além dos Correios, o AliExpress também está aumentando as parcerias com players logísticos locais e os investimentos em tecnologia para aumentar a eficiência de sua cobertura. Yan Di não comentou notícia veiculada há algumas semanas sobre possível interesse do Grupo Alibaba em comprar os Correios caso a estatal seja privatizada.

Público empreendedor

Além dos desafios logísticos, a adaptação do AliExpress ao mercado brasileiro também passa pelo engajamento do público. De acordo com o executivo, a maior parte dos usuários tem menos de 35 anos e gastam, em média, R$ 1,9 mil por mês no varejo eletrônico, 37% acima da média do mercado. “Uma tendência que vimos é a de brasileiros que compram produtos em grandes quantidades no AliExpress para revender em outros marketplaces. Não achamos isso ruim de jeito nenhum”, comenta Di.

Uma das formas de aproveitar esse público empreendedor, na visão do executivo, é apostar no chamado ‘live commerce’ (comércio ao vivo, em tradução livre), que nada mais é do que chamar usuários ou influenciadores que usam redes sociais para promover a venda de produtos do AliExpress. “Esse é um mercado que o Alibaba criou na China, e há a expectativa de movimentar US$ 157 bilhões até 2021”, diz, afirmando que essa aposta também se dá pelo fato de o brasileiro ter forte presença nas redes sociais.

O executivo vê que uma das tendências que a pandemia vai deixar para o varejo eletrônico é um aumento da popularização do modelo ‘omnichannel’ ou O2O (online to offline), onde há uma integração de plataformas eletrônicas com lojas físicas. “O varejo físico é uma realidade brasileira que não vai mudar tão cedo, então as iniciativas O2O vão ganhar cada vez mais força”, destaca Di. Ele fala que este é um passo natural para o AliExpress, que tem lojas físicas na China e na Europa, e pretende se inserir futuramente neste nicho por aqui.

Meta é tornar Dia dos Solteiros conhecido no Brasil

A festividade do Dia dos Solteiros, comemorado na China no dia 11 de novembro, é a principal data do e-commerce chinês – e foi popularizada pelo Alibaba. Em 2019, as vendas na data somaram US$ 38,4 bilhões, três vezes mais que o faturamento total do e-commerce brasileiro em 2019 e cinco vezes mais que a Black Friday americana. O desafio, agora, é tornar a data tão conhecida aqui no Brasil quanto na China, segundo o country manager da AliExpress.

“Na China, o 11 de novembro se tornou famoso porque é mais que uma data de vendas, se tornou uma celebração cultural”, comenta. Este ano, a empresa fixou a marca 11.11 (Double Eleven), e está elaborando uma campanha para adaptar a festividade para a cultura brasileira, unindo entretenimento e descontos. “Nos últimos dez anos, a data foi meramente comercial aqui no País. Mas os descontos sempre existem. Queremos que a data entre na cabeça do cliente de e-commerce brasileiro.”

Fonte: Estadão

2020-10-28T14:42:51-03:00outubro 28th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Confiança da indústria atinge maior nível em nove anos, diz FGV

Índice teve alta de 4,5 pontos na passagem de setembro para outubro

O Índice de Confiança da Indústria, da Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 4,5 pontos na passagem de setembro para outubro deste ano. Com isso, o indicador, que mede a confiança do empresário da indústria brasileiro, atingiu 111,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior nível desde abril de 2011 (111,6 pontos).

Dezesseis dos 19 segmentos industriais pesquisados registraram aumento da confiança. O Índice de Situação Atual, que mede a percepção do empresariado em relação ao presente, subiu 6,4 pontos, para 113,7 pontos, o maior valor desde novembro de 2010 (13,8 pontos).

Entenda

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, cresceu 2,7 pontos, para 108,6 pontos, o maior patamar desde maio de 2011 (110,0 pontos).

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) aumentou 1,6 ponto percentual, de 78,2% para 79,8%, maior valor desde novembro de 2014 (70,3%).

“A sondagem de outubro mostra que o setor industrial está mais satisfeito com a situação atual e otimista que esse resultado será mantido nos próximos três meses. Chama a atenção, contudo, o retorno do Nuci a um nível próximo da média anterior à pandemia e o percentual de empresas indicando estoques insuficientes, o maior valor desde o início da série. Entre as categorias de uso, os bens intermediários merecem destaque por alcançarem o maior nível de confiança do setor, influenciado principalmente pela melhora dos indicadores de situação atual”, afirma a pesquisadora da FGV Renata de Mello Franco.

Segundo a pesquisadora, no entanto, há uma demora na recuperação do indicador de tendência dos negócios, o que sinaliza uma certa preocupação dos empresários sobre a sustentação desse nível de otimismo por um período maior considerando o fim dos programas de auxílio emergencial.

Fonte: Agência Brasil

2020-10-28T14:31:15-03:00outubro 28th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Direct Selling News – Avon abre centro de experiências em Los Angeles

A Avon está abrindo seu primeiro centro de experiência pessoal totalmente imersivo chamado Studio 1886, em homenagem ao ano em que a empresa de beleza de vendas diretas foi fundada.

O Studio 1886 está localizado no bairro de Koreatown, em Los Angeles. A inauguração incluirá a implementação irá garantir um ambiente seguro para todos os visitantes.

O espaço com dois andares será um centro atrativo para os amantes da beleza e apresentará todas as coleções mais vendidas da Avon. Os visitantes podem experimentar todos os produtos da Avon, bem como as últimas inovações em cuidados com a pele, cosméticos coloridos, fragrâncias e cuidados pessoais.

“Estamos muito empolgados com este novo capítulo e orgulhosos de criar um espaço único para nossa comunidade Avon se conectar e celebrar seu amor pela Avon”, disse o CEO da Avon, Paul Yi. “O Studio 1886 mostrará o crescente compromisso da Avon em trazer aos clientes e empreendedores da Avon as principais tendências e inovação em beleza ao mesmo tempo em que impulsiona o engajamento.”

Para garantir um espaço seguro para todos os visitantes, o Studio será completamente limpo antes de ser aberto e terá mais limpezas e desinfecções regulares ao longo de cada dia. Haverá também um número limitado de clientes que podem entrar a qualquer momento e as diretrizes de distanciamento social serão seguidas. Todos os produtos de teste serão apenas para exibição e os clientes poderão testar amostras pré-embaladas. Desinfetante para as mãos estará disponível para uso em todo o espaço e serviços como tratamentos de pele e aulas presenciais serão suspensos neste momento.

O Studio 1886 estará acessível aos empreendedores e à comunidade, onde eles podem aprender, brincar, treinar e redescobrir a beleza da Avon.

Os empreendedores aprenderão como consultar os clientes, fornecer soluções e, em geral, construir seus negócios Avon.

Fonte: Direct Selling News

 

2020-10-28T14:24:14-03:00outubro 28th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Clarín – Como a Natura cresceu na Argentina

Em 2016, a Natura já havia adquirido a fábrica australiana de cosméticos Aesop, com lojas nos países da Oceania, Ásia, Europa e América do Norte. E em 2017 adquiriu a britânica The Body Shop.

Não é pouca coisa para uma empresa que fez dos ingredientes naturais e da defesa do meio ambiente seu leitmotiv. A Natura se define como uma empresa de princípios e está muito comprometida com as propostas do acordo climático de Paris.

Sua voz é ouvida em fóruns empresariais em defesa do empoderamento feminino, que é a visão dos chamados negócios de triplo impacto: social, econômico e ambiental.

A Natura respira com base no sistema de venda direta e exerce liderança na Argentina com 220 mil vendedoras, sobre o recorde de um milhão de pessoas que ingressaram na venda direta neste ano no país como forma de gerar renda diante da retração econômica. Neste ano a empresa somou 70 mil pessoas na Argentina.

Verónica Marcelo é a mais nova CEO da Natura no país. Começou como vendedora há 20 anos. É ela quem vai reger e até afinar essa espécie de orquestra em que predominam as mulheres.

Formada em Turismo e Administração, deixou seu trabalho de vendedora quando foi convocada para um cargo executivo na empresa. Verónica diz que a venda direta costuma premiar os esforços em silêncio. “Ela nos ensina a resiliência, a aceitar muitos não para chegar a um sim”, diz. Mas, claro, não existem milagres.

A trajetória da Natura começou em 1969, quando Luiz Seabra inaugurou uma pequena fábrica em São Paulo. E ao longo de seus 51 anos foi crescendo com aquisições. A empresa está listada na Bolsa de Valores de São Paulo desde 2004. Atende mais de 200 milhões de consumidores por meio de 6,3 milhões de consultores e revendedoras.

Ultimamente combina o formato de varejo, com mais de 3.000 lojas no mundo, com a venda direta. Na Argentina tem apenas três lojas, duas em Martínez e uma no Shopping Paseo Alcorta, em Buenos Aires, “para presença da marca, mas elas não competem com nossas consultoras”, segundo Verónica Marcelo.

Quando a Natura chegou à Argentina, em 1994, era confundida com o óleo de cozinha Natura. “Trabalhamos muito o canal de vendas e vemos que ainda podemos crescer muito. Na venda direta, estamos no mesmo nível do Chile, mas isso significa apenas 20% de países como Colômbia ou Peru”, diz a CEO.

A Argentina é o segundo país mais importante depois do Brasil. Em 2016 abriu um moderno centro de distribuição em Garín, na Grande Buenos Aires. A logística é a chave da dinâmica. Nesse centro, os robôs montam pedidos, que chegam a ter entre 15 e 20 produtos diferentes para cada consultora, e organizam a entrega para vários pontos do país.

Com a pandemia, os processos de fabricação foram alterados para produzir álcool em gel e a força de vendas foi rapidamente digitalizada para que as operações pudessem ser realizadas de casa.

A fábrica argentina produz 50% do que vendem e exporta produtos para o Chile, a Colômbia, o México e o Brasil. Neste ano o produto estrela foi o creme para as mãos. E, é claro, o álcool em gel.

Fonte: Clarín – via MSN Notícias

2020-10-28T13:57:42-03:00outubro 28th, 2020|Categories: ABEVD Clipping|
Ir ao Topo