Estadão – Câmara aprova mais recursos para Pronampe; texto segue para sanção

Programa oferece linha de financiamento lançada para socorrer pequenos negócios durante a pandemia de covid-19

BRASÍLIA | A Câmara aprovou nesta terça-feira, 22, um projeto de lei liberando recursos para uma terceira fase do Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte), lançado para socorrer pequenos negócios durante a pandemia de covid-19. A proposta dependerá de sanção do presidente Jair Bolsonaro.

O Pronampe oferece uma linha de financiamento para micro e pequenas empresas com taxas de juros mais baixas em relação a outros programas de crédito oferecidos no mercado. Desde maio, a União destinou R$ 15,9 bilhões na primeira fase e outros R$ 12 bilhões na segunda fase do financiamento. Desde então, o Congresso pressiona o governo para liberar uma terceira rodada e, além disso, tornar o programa permanente a partir de 2021.

O projeto, aprovado anteriormente no Senado, autoriza a transferência de recursos não utilizados do Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), outro financiamento lançado pelo governo durante a crise do novo coronavírus, para o Fundo Garantidor de Operações (FGO), que abastece o Pronampe. A expectativa é que sejam transferidos R$ 10 bilhões até o dia 31 de dezembro.

Outra proposta torna o programa permanente. O texto foi aprovado pelo Senado no dia 10, mas ainda precisa do aval dos deputados.

Fonte: Estadão

2020-12-23T09:44:24-03:00dezembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Folha de S.Paulo – Comércio teme lojas vazias às vésperas do Natal

Alta de casos de Covid-19 e imagens de ruas cheias desde a semana passada afastam consumidor antes de SP endurecer restrições

Comerciantes de São Paulo temem que o medo diante da alta no número de contaminados pelo coronavírus e das imagens de ruas abarrotadas possam afastar os consumidores do comércio de rua, e que isso ocorra antes mesmo de o governo paulista endurecer as restrições para o funcionamento de atividades não essenciais.

Para os lojistas de shoppings, os dias a menos de lojas abertas entre 25 e 27 de dezembro e de 1° a 3 de janeiro reduzirão o já baqueado faturamento de um ano ruim.

Na região do Brás, importante polo têxtil na região central de São Paulo, o movimento já vinha caindo desde o dia 10, segundo Lauro Pimenta, conselheiro executivo da Alobrás (associação de lojistas).

“Contávamos com esse último sábado de vendas, mas é verdade que a situação já estava complicada”, afirma.

“O Brás foi o bairro mais mostrado [no noticiário] e isso afastou o cliente, principalmente o que vem com a família e gasta mais”, diz Pimenta.

Na avaliação dele, os lojistas tiveram de competir com os vendedores ambulantes que, além de terem preços menores, ocupam as calçadas, colaborando para as aglomerações.

Com isso, apesar de as ruas estarem lotadas, as lojas seguem com movimento menor, pois precisam cumprir diversos protocolos de segurança e controlar o número de consumidores que entram nos estabelecimentos.

No Bom Retiro, outra região forte no comércio de roupas, as vendas chegaram a melhorar em novembro, mas o último mês de 2020 não empolgou o consumidor.

“As vendas já não vinham sendo fantásticas”, diz Nelson Tranquez Jr, do CDL Bom Retiro.

“Os dias 26 e 2 eram dias de troca [de presentes]. Há perda, mas considerando o que tem acontecido neste ano, é menos ruim. Seria pior se fossem duas semanas de restrição.”

O movimento na região, explica, é muito puxado por comerciantes de outras cidades que buscam formar estoques de acordo com o calendário de eventos. Neste fim de ano, com o cancelamento de festas, como as de réveillon, houve pouco estímulo às compras.

Além disso, a percepção na região é a de que os consumidores estão receosos com o aumento de casos e inseguros com a economia.

Em dezembro, segundo sondagem da FGV, a confiança do consumidor caiu pelo terceiro mês seguido, puxado pela piora na percepção dos consumidores em relação ao momento e das expectativas para os próximos meses.

Nos shoppings, o efeito deve ser mais dramático, segundo entidades do setor. Nabil Sahyoun, da Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping), diz que os cinco a seis dias sem faturamento obrigarão os lojistas a rever a previsão de queda nas vendas, já em 20%.

“Vamos tentar sensibilizar o governo do estado de não tratar os shoppings como se trata uma 25 de Março [região central da capital”, diz. “Não há aglomeração em shopping.”

Tito Bessa Jr, presidente da Ablos (Associação Brasileira dos Lojistas Satélites), diz que a decisão de restringir as atividades “não tem lógica”. Segundo ele, de 15% a 20% do faturamento das lojas menores em dezembro vêm desses dias, estimulado pelas trocas de presentes, que acabam gerando novas compras.

Para o assessor econômico da FecomercioSP, Fabio Pina, a medida representará um grande sacrifício para o comércio, mas a decisão do governo paulista poderá evitar restrições mais duradouras.

“Entendemos que o ideal seria reforçar a fiscalização de festas e de atividades informais, pois, ao contrário do que acontece no comércio, eles não cumprem protocolos de segurança, criando uma grande injustiça”, afirma

Fonte: Folha de S.Paulo

2020-12-23T09:41:24-03:00dezembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – Compras de Natal atraem menos o consumidor

De 28 categorias pesquisadas pelo Ibevar mostra que apenas seis delas demonstraram crescimento ou crescimento intenso de interesse em dezembro em relação a novembro

Em dezembro, o consumidor ficou menos disposto a comprar, o que deve afetar as vendas do Natal, segundo estudo do Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo (Ibevar). O presidente do instituto, Claudio Felisoni de Angelo, explica que esse menor interesse pode ser atribuído aos efeitos da pandemia, como questões de renda e mais restrições de mobilidade, além da Black Friday, que abocanhou um fatia das vendas.

A pesquisa do Ibevar avalia o interesse de compras para bens duráveis. Das 28 categorias pesquisadas, apenas seis demonstraram crescimento ou crescimento intenso de interesse em dezembro em relação a novembro.

Outra conclusão do estudo sobre o período é de que os preços também estão mais altos. Nesse caso, 30 categorias foram monitoradas e no acumulado desde julho apenas uma delas teve queda de preços enquanto duas saltaram quase 45%.

Em outro estudo restrito ao comércio on-line, da Ebit Nielsen, essa capacidade da Black Friday de ‘roubar’ parte das vendas de Natal foi observada em 12% das respostas. O líder de inteligência de mercado da consultoria, Keine Monteiro, diz que ainda assim as vendas de Natal devem ser bem melhores do que em 2019: “Começamos o mês com perspectiva de alta de 30% na base anual, mas estamos observando que isso vai ser ultrapassado.”

Fonte: Valor Econômico

2020-12-23T09:38:54-03:00dezembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Folha de S.Paulo – Juro zero é unicórnio do comércio

Continuo aguardando que a atualização do Código de Defesa do Consumidor, cuja proposta foi concluída em 2012

O polêmico projeto de lei que proíbe o uso das expressões “sem juros” ou “taxa zero” em compras parceladas vai na direção certa. Todo insumo que faça parte da cadeia produtiva de um produto ou serviço sempre será cobrado do consumidor. E um dos que mais impactam os preços é o custo do dinheiro, ainda caríssimo no Brasil. Prometer juro zero, portanto, é uma fantasia, um unicórnio do comércio.

Além disso, deveríamos considerar sempre o Custo Efetivo Total em todas as transações comerciais, pois engloba, além dos juros, demais tributos, despesas e contrapartidas que integrarão o valor na fatura. Pode haver produto vendido pelo mesmo preço à vista e a prazo? Sim, mas, neste caso, como não há milagres financeiros, o à vista já embutirá certo valor para subsidiar as compras parceladas pretensamente sem juros.

Por que é tão importante acabar com as expressões citadas no começo do texto? Porque infringem dois direitos definidos no capítulo III, artigo 6º do CDC (Código de Defesa do Consumidor).

Um deles, o IV, a proteção contra a publicidade enganosa, como a que ocorre quando a empresa assegura não haver incidência de juros em compras com boletos mensais. O outro, o III, direito à “informação adequada e clara sobre os diferentes produtos e serviços, com especificação correta de quantidade, características, composição, qualidade, tributos incidentes e preço, bem como sobre os riscos que apresentem”.

Saber o Custo Efetivo Total –com a clara consciência de que as despesas financeiras encarecem tudo o que adquirimos– é uma das principais formas de se evitar o superendividamento, ou seja, o gasto excessivo que nos leve a contrair dívidas que não tenhamos como honrar.

Continuo aguardando que a atualização do CDC, cuja proposta foi concluída em 2012, deixe de mofar em alguma gaveta do Congresso Nacional, e se torne lei. Nela, há medidas contra o endividamento das famílias, além de regulação do comércio eletrônico, da oferta de crédito e dos ritos processuais.

Maria Inês Dolci
Advogada especialista em direitos do consumidor, foi coordenadora da Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor).

Fonte: Folha de S.Paulo

2020-12-23T09:36:56-03:00dezembro 23rd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Retail.com – A indústria de venda direta ultrapassou as vendas de Rs 7.500 crore em abril-setembro: Relatório

Com o aumento da conscientização sobre imunidade, saúde e nutrição, o segmento de bem-estar registrou o maior crescimento anual de 20,45% no período. As vendas de cosméticos também ficaram perto de 20%, enquanto os cuidados com a casa e produtos domésticos cresceram 15,17%, disse o relatório da IDSA.

A indústria de venda direta, liderada por players como Amway, Oriflame, Tupperware e Modicare, registrou vendas brutas de Rs 7.500 crore no período de abril a setembro, crescendo 4,7% ano a ano, à medida que os consumidores aumentaram as compras por meio da venda direta canal em meio a bloqueios nacionais.

O setor registrou vendas de Rs 7.200 crore no período do ano anterior.

Um novo relatório do órgão da indústria Indian Direct Sellers Association (IDSA) disse que o setor viu 53 lakh novos participantes de vendedores diretos e consumidores nos primeiros seis meses do presente ano financeiro. “Em um momento em que a maioria das empresas enfrentava uma crise, a venda direta registrou um aumento significativo nas vendas brutas nos trimestres consecutivos do atual ano fiscal”, disse o presidente do IDSA, Rini Sanyal.

Com o aumento da conscientização sobre imunidade, saúde e nutrição, o segmento de bem-estar registrou o maior crescimento anual de 20,45% no período. As vendas de cosméticos também ficaram perto de 20%, enquanto os cuidados com a casa e produtos domésticos cresceram 15,17%, disse o relatório da IDSA.

“Bem-estar, cosméticos e cuidados domésticos são os maiores segmentos de venda direta na Índia e, juntos, constituem quase 90% das vendas globais”, disse o relatório.

O surgimento do trabalho em casa impulsionou a indústria, pois as pessoas estavam mais inclinadas a ter uma fonte adicional de renda autossustentável. A adoção de tecnologias de reuniões virtuais permitiu às empresas e vendedores diretos expandir o alcance além de suas cidades ou regiões de origem, acrescentou o relatório.

Fonte: Retail.com

2020-12-22T15:55:57-03:00dezembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Exame – CZ prevê bitcoin a US$100 mil e cita projeto brasileiro para ficar de olho em 2021

À EXAME, CEO da Binance fala de perspectivas para o mercado cripto em 2021, cita projeto cripto brasileiro e faz previsão para o preço do bitcoin

O crescimento acentuado e acelerado em 2020 colocou o mercado de criptoativos no centro das atenções. Mas além de novos investidores, novos projetos e aplicações, novos interessados e especialistas no assunto, isso trouxe também muitas dúvidas. O que vai acontecer em 2021? Os preços vão continuar subindo? O mercado continuará crescendo? Os criptoativos se tornarão “mainstream” no ano que vem?

Responder a essas perguntas com precisão não é uma tarefa fácil — para não dizer impossível —, mas, para ajudar a jogar um pouco de luz sobre esse debate, a EXAME preparou o especial “Perspectivas 2021” com alguns dos maiores nomes do mercado, do Brasil e do mundo.

A partir desta segunda-feira (21), o Future of Money vai dar voz a alguns dos nomes mais relevantes do mercado cripto no mundo para garantir ao leitor a possibilidade de enxergar melhor o que vem pela frente. A ideia é reunir opiniões e análises de quem mais entende do assunto, de forma simples e objetiva, para criar uma visão macro do que esperar para esse mercado em 2021.

Para abrir o projeto “Perspectivas 2021”, a EXAME conversou com exclusividade com Changpeng Zhao, o CZ, CEO da Binance, maior exchange de criptoativos do mundo. No papo, CZ se mostra otimista em relação a 2021, cita suas preocupações e até prevê o preço do bitcoin daqui a um ano.

Confira a entrevista:

Future of Money: Qual é sua perspectiva para o mercado cripto em 2021?
Changpeng Zhao: Minha perspectiva para 2021 é a melhor possível. Estamos vendo muita gente entrando no mercado, a adoção acontecendo e maior participação institucional. Nós ainda teremos de trabalhar para reduzir as barreiras de entrada e assim melhorar a adoção massiva. E acho que em 2021 também veremos novos experimentos de governos pelo mundo com Moedas Digitais de Bancos Centrais [as CBDCs].

FoM: Qual será a altcoin de maior destaque em 2021? Por quê?
CZ: Não posso fazer nenhuma recomendação de ativos.

FoM: Qual a melhor notícia que pode surgir para o bitcoin e para as criptos de modo geral em 2021?
CZ: Novos players institucionais adotando e estimulando o uso de criptoativos na vida dos seus consumidores.

FoM: Qual a pior notícia que pode surgir para o bitcoin e para as criptos de modo geral em 2021?
CZ: Algum tipo de contratempo em termos de regulação. Espero que não aconteça em nenhum país, ou isso poderá ser um balde de gelo para toda a indústria de criptoativos.

FoM: Qual aplicação em blockchain se tornará mais popular no ano que vem?
CZ: Uma das coisas mais comentadas na indústria, que pode ganhar muita força depois do DeFi, são os NFTs [tokens não fungíveis]. Em 2021, veremos um aumento na sofisticação e no uso dos NFTs, desde itens virtuais em games até ingressos para shows. Acredito que essa é uma área empolgante, ainda a ser explorada, e eu estou realmente ansioso para ver como isso vai se desenvolver.

FoM: Qual startup blockchain brasileira tem maior potencial de inovação e impacto no mercado para 2021?
CZ: Estamos sempre buscando projetos inovadores e temos alguns projetos brasileiros no radar para o Launchpad [plataforma da Binance para lançamento de tokens de projetos transformadores em blockchain], mas gostaria de aproveitar essa oportunidade para falar sobre o Moeda, o único projeto brasileiro que tem suporte da plataforma da Binance. A missão do Moeda é conectar investidores com empreendedores de impacto, promovendo os objetivos de desenvolvimento sustentável propostos pela ONU. É um projeto alinhado com os critérios de ESG [Governança Ambiental, Social e Corporativa, na sigla em inglês], que está na moda no mundo financeiro, mas que é necessário quando se pensa sobre o futuro do planeta em um cenário de escassez de recursos naturais. O Brasil tem muito a contribuir para esse tipo de discussão, assim como a tecnologia blockchain. Nesse contexto, o Moeda pode ser um projeto muito relevante. Não posso fazer recomendação de ativos, e isso definitivamente não é uma recomendação de investimento, mas é importante falar sobre um projeto brasileiro que está tão alinhado com um dos temas mais importantes para países em desenvolvimento, especialmente em um ano de crise global.

FoM: O que passou despercebido para a maioria no mercado cripto em 2020?
CZ: Realmente não sei dizer. Vocês [da imprensa] nunca perdem uma boa notícia. Se vocês não perdem nem as ruins…

FoM: Qual será o preço do bitcoin em dezembro de 2021?
CZ: Eu adoraria ter uma bola de cristal para prever o futuro e responder a essa pergunta. O bitcoin acabou de atingir sua nova máxima histórica neste ano, e eu acredito existir uma chance grande de o preço chegar a 100.000 dólares no futuro. Então, como estou otimista e acredito que teremos mais um bom ano pela frente, acho que isso vai se refletir no preço.

Fonte: Exame

2020-12-22T15:52:41-03:00dezembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Programa de apoio supera meta e atende mais de 9 mil empresas

A partir de março, todos os estados serão atendidos pelo Brasil Mais

Interrompido por causa da pandemia de covid-19 e retomado em outubro, o Programa Brasil Mais chegará ao fim do ano superando a meta de atendimento. Até o momento, o programa está atendendo 9.334 empresas, enquanto a meta inicial previa alcançar 7 mil empresas até o fim de 2020.

Coordenado pela Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, o Brasil Mais oferece consultoria, apoio técnico e capacitação em dois eixos: melhoria de gestão e adoção de tecnologias digitais. O primeiro eixo está disponível para micro e pequenas empresas. O segundo está disponível para indústrias.

Os cursos são oferecidos em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). O cadastro no programa pode ser feito no site www.gov.br/brasilmais. Ao inscrever-se, a empresa escolhe em qual dos eixos quer se inscrever, responde a um questionário de autodiagnóstico e é encaminhada para o atendimento, com assistência do Sebrae ou do Senai.

No ramo de micro, pequenas e médias empresas, o programa atende negócios nos seguintes estados: São Paulo (5.986), Sergipe (168), Mato Grosso do Sul (950), Santa Catarina (1.878) e Tocantins (240). Esses estabelecimentos recebem acompanhamento técnico contínuo do Sebrae.

O próximo ciclo do programa será lançado em março de 2021, aberto aos empreendedores de todo o país. O Sebrae oferecerá 22 mil vagas com 100% dos custos subsidiados. Após a capacitação, um agente do órgão visitará a empresa para uma nova avaliação e mensuração de resultados.

No ramo da indústria, o Senai registra 112 empresas em atendimento, nos estados de Alagoas (6), Amazonas (5), Goiás (7), Minas Gerais (4), Mato Grosso (2), Pernambuco (2), Paraná (32), Rio Grande do Norte (3), Santa Catarina (47) e Pará (4).

O Programa Brasil Mais pretende chegar ao fim de 2021 atendendo 70 mil empresas. Para 2022, o plano prevê a prestação de consultoria técnica a 120 mil companhias.

Fonte: Agência Brasil

2020-12-22T15:48:50-03:00dezembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – Inflação pelo IPCA-15 sobe 1,06% em dezembro, maior alta para o mês desde 2015

Com o resultado, índice acumula elevação de 4,23% no ano, maior avanço desde 2016, aponta o IBGE

RIO e SÃO PAULO – A prévia da inflação oficial no País subiu 1,06% em dezembro, o maior resultado para o mês desde 2015, segundo os dados do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Houve pressão dos alimentos, mas também dos aumentos na energia elétrica, passagens aéreas e combustíveis.

O resultado, no entanto, ficou abaixo da expectativa mediana de 1,16% apontada por analistas do mercado financeiro ouvidos pelo Projeções Broadcast. No ano, o IPCA-15 fechou em 4,23%, um pouco acima da meta de 4% perseguida pelo Banco Central, mas com bastante folga dentro da margem de tolerância de até 5,5%.

Segundo Marcio Milan, analista da Tendências Consultoria Integrada, o IPCA fechado de dezembro deve trazer uma aceleração em relação ao resultado do IPCA-15. “O índice deve continuar sendo pressionado por um conjunto de fatores no fechamento do mês. Por um lado, os preços de energia devem acelerar mais, dado o impacto maior da mudança de bandeira tarifária para patamar vermelha dois. Os preços de combustíveis também devem continuar exercendo pressões de alta sobre o índice neste mês, em linha com o repasse dos reajustes efetuados recentemente. Em contrapartida, os preços de alimentos devem subir menos em relação ao IPCA-15, trazendo algum alívio para o índice”, avaliou.

Energia e transporte
Em dezembro, os aumentos nos itens energia elétrica, carnes, passagem aérea e gasolina responderam por mais da metade da inflação do mês. A conta de luz subiu 4,08%, pressionada pela entrada em vigor da bandeira tarifária vermelha patamar 2, com acréscimo de R$ 6,243 a cada 100 quilowatts-hora consumidos, após 10 meses consecutivos de vigência da bandeira tarifária verde, em que não há cobrança adicional.

As passagens aéreas avançaram 28,31%. A gasolina aumentou 2,19%, enquanto o etanol ficou 4,08% mais caro. Os preços dos alimentos tiveram uma elevação de 2,00% em dezembro. As famílias pagaram mais pelas carnes (5,53%), arroz (4,96%), frutas (3,62%), batata-inglesa (17,96%) e óleo de soja (7,00%). Por outro lado, ficaram mais baratos o tomate (-4,68%), alho (-2,49%) e leite longa vida (-0,74%).

Para o economista-chefe da AZ Quest, André Muller, os resultados do IPCA-15 corroboram que o choque sobre a inflação é temporário. Depois da divulgação, Muller reduziu a projeção para o IPCA de 2020, de 4,45% para 4,36%. Para 2021, a expectativa segue em 3,50%, aquém do alvo central de 3,75% perseguido pelo BC.

Segundo ele, um ponto crucial do IPCA-15 de dezembro foi o aumento mais brando que o esperado em Educação. Havia uma expectativa de recomposição maior dos descontos dados pelas escolas ao longo do ano devido ao impacto provocado pela crise da pandemia de covid-19. O IBGE realizou uma coleta extraordinária de preços de mensalidades em dezembro para captar possíveis aumentos decorrentes da retomada das aulas presenciais. “Mas pouquíssima parte (do desconto concedido) foi revertido”, apontou Muller.

A taxa do grupo Educação subiu 0,34% em dezembro. Os cursos regulares aumentaram 0,44%. Houve reajustes na educação de jovens e adultos (3,91%), creche (1,48%) e ensino médio (1,10%). No entanto, os preços recuaram no curso técnico (-0,81%) e na pós-graduação (-0,72%).

“Mostra a dificuldade do setor de educação de retomar. Não deu para recuperar as perdas ao longo do ano, o que evidencia que a dicotomia entre os setores na retomada econômica segue bastante forte”, disse o economista Leonardo França Costa, do grupo de investimento ASA Investments.

Alimentos
O aumento nos preços dos alimentos foi responsável por quase dois terços da inflação de 2020 medida pelo IPCA-15. O grupo Alimentação e bebidas acumulou um aumento de 14,36% neste ano, o equivalente a uma contribuição de 2,78 pontos porcentuais para a taxa de 4,23% do IPCA-15 do período.

As carnes e o arroz foram os itens de maior impacto no IPCA-15 do ano. As carnes ficaram 22,90% mais caras, um impacto de 0,60 ponto porcentual na inflação, enquanto o arroz subiu 72,46%, com contribuição de 0,33 ponto porcentual.

A mudança nos padrões de consumo das famílias em função da pandemia do novo coronavírus também impactou os resultados. Enquanto os Artigos de residência subiram 5,29% este ano, o grupo Vestuário acumulou recuo de preços de 1,75%.

Os demais avanços de preços no ano ocorreram nos grupos Habitação (3,10%), Transportes (1,36%), Saúde e cuidados pessoais (1,11%), Despesas pessoais (0,97%), Educação (1,23%) e Comunicação (3,22%).

Fonte: Estadão

2020-12-22T15:46:22-03:00dezembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Investe – Há concordância no governo para projeção de queda de 4,5% no PIB de 2020

Segundo secretário da Fazenda, o déficit primário do governo central estimado para 2020 é de R$ 831,8 bilhões

O secretário especial da Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, detalhou nesta terça-feira o impacto fiscal das medidas de enfrentamento ao covid-19. Segundo ele, o déficit primário do governo central estimado para 2020 é de R$ 831,8 bilhões.

Apesar disso, o secretário também defendeu que há “menor incerteza” com projeções de desempenho da economia brasileira para 2020. De acordo com Waldery, há convergência, por exemplo, em torno da projeção da Secretaria de Política Econômica sobre a queda de 4,5% para o PIB deste ano.

Ele também falou sobre o cenário nos Estados: todos os entes federativos tiveram índice de suficiência fiscal (perda de receitas/compensação União) acima de 100%. Já as medidas de despesas para entes subnacionais com impacto primário somaram R$ 104,7 bilhões. No caso das medidas de receitas, foram R$ 0,8 bilhões.

Fonte: Valor Investe

2020-12-22T15:44:01-03:00dezembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão- Confiança do consumidor cai 3,2 pontos em dezembro ante novembro, diz FGV

Medido pela FGV, Índice de Confiança do Consumidor desceu a 78,5 pontos após a terceira queda consecutiva; segundo coordenadora, consumidores estão adotando comportamento mais cauteloso pela dificuldade de se obter emprego

RIO – A confiança do consumidor recuou 3,2 pontos em dezembro ante novembro, na série com ajuste sazonal, informou nesta terça-feira, 22, a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) desceu a 78,5 pontos após a terceira queda consecutiva. Em médias móveis trimestrais, o ICC caiu 1,6 ponto.

“A terceira queda consecutiva da confiança dos consumidores decorre de piora tanto da satisfação dos consumidores com o presente quanto das expectativas em relação aos próximos meses. Diante de uma segunda onda de covid-19, fim dos benefícios emergenciais e desemprego elevado, os consumidores, principalmente os de menor poder aquisitivo, sinalizam que continuarão contendo consumo”, avaliou Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das Sondagens do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre/FGV), em nota oficial.

“O comportamento mais cauteloso está relacionado principalmente a uma percepção de dificuldade de se obter emprego: 97,5% dos consumidores avaliam que está difícil obter emprego no momento, fazendo com que o indicador atinja o menor nível dos últimos 16 anos. A despeito da aproximação do início das campanhas de vacinação, o consumidor continua desanimado em relação a 2021.”

Em dezembro, o Índice de Situação Atual (ISA) cedeu 2,1 pontos, para 69,7 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuou 3,7 pontos, para 85,6 pontos. O componente que mede a percepção dos consumidores em relação à situação da economia atualmente caiu 1,6 ponto em dezembro, para 74,1 pontos, menor nível desde julho. A percepção sobre as finanças familiares no momento presente recuou 2,6 pontos, para 65,9 pontos.

Quanto às expectativas, o item que mede as perspectivas sobre as finanças das famílias caiu 5,8 pontos, para 87,4 pontos, o menor valor desde junho de 2020. O ímpeto de compras de bens de consumo duráveis para os próximos meses teve retração de 5,8 pontos, para 63,7 pontos.

Entre as faixas de renda, a confiança aumentou apenas entre as famílias mais ricas, que recebem mais de R$ 9,6 mil mensais: a confiança nesse grupo subiu 1,2 ponto em dezembro, depois de cair 3,1 pontos em novembro. As famílias de menor poder aquisitivo tiveram um recuo de 8,7 pontos na confiança em dezembro, influenciado pela piora na avaliação da situação financeira das famílias.

A Sondagem do Consumidor coletou informações de 1.840 domicílios, com entrevistas entre os dias 30 de novembro e 17 de dezembro.

Fonte: Estadão

2020-12-22T15:41:01-03:00dezembro 22nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|
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