Clipping – DSN – HempMeds Brasil informa o mês de maior receita da história da empresa

A HempMeds Brasil, uma subsidiária da Medical Marijuana, Inc., anunciou que abril de 2021 bateu recordes para o melhor mês de receita da história da empresa.

“Nossas operações da HempMeds Brasil tiveram um aumento consistente ao longo dos anos”, disse o CEO da Medical Marijuana, Inc., Dr. Stuart Titus. “Nosso objetivo é alcançar o maior número possível de consumidores necessitados e as conquistas do mês passado provam que continuamos a expandir nosso alcance para o nosso público-alvo.”

A empresa não divulgou os números exatos da receita, mas explicou que escalaria suas operações no Brasil para atender à demanda, atualizando seu site voltado para o consumidor e aumentando o tamanho de suas instalações no Brasil em resposta à receita de abril.

“Nos próximos meses, para apoiar nosso crescimento contínuo, pretendemos fazer parceria com a maior instituição de ensino superior do Brasil para educar profissionais médicos sobre os benefícios potenciais do canabidiol (CBD) e estamos avançando na obtenção de parcerias com profissionais e profissionais respeitados Atletas olímpicos ”, disse o diretor-gerente da HempMeds® Brasil, Matheus Patelli. “Minha equipe tem conseguido mostrar aos cidadãos brasileiros que nossos produtos são da mais alta qualidade e confiáveis, assim como as pessoas que trabalham na Empresa.”

2021-05-14T15:51:49-03:00maio 14th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – InfoMoney – Natura&Co: os números do 1º tri que animaram os analistas e mostram o sólido caminho de recuperação da companhia

A fabricante de cosméticos Natura&Co (ativo=NTCO3]) divulgou resultados que animaram os investidores, com prejuízo líquido de R$ 156,6 milhões no primeiro trimestre, uma melhora considerável, com queda de 81% ante o resultado negativo de R$ 824,9 milhões apresentado um ano antes.

A companhia, dona da marcas The Body Shop e Avon, registrou lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações (Ebitda, na sigla em inglês) de R$ 829 milhões entre janeiro e março, alta de 470,7% em um ano. Em termos ajustados, o Ebitda foi de R$ 963,2 milhões, com margem de 10,2%.

Esse resultado veio apoiado numa receita líquida consolidada que atingiu R$ 9,5 bilhões, alta de 25,8%, com impulso das operações no Brasil e em países de língua espanhola.

Os ativos NTCO3 fecharam com alta de 3,90%, a R$ 49,23, após atingiram uma máxima de 6,88%, a R$ 50,64, no início do pregão. No ano, contudo, os papéis ainda caem cerca de 6%.

Luís Sales, analista da Guide, aponta que a Natura tem apresentado sólida recuperação em virtude de forte resultado em decorrência de vendas diretas e online, o que ocasionou na diminuição do prejuízo, e ainda houve significativa redução de sua dívida líquida, apesar da empresa ter realizado grandes aquisições nos últimos anos.

“A Natura tem se mostrado muito confiante no que tange à potencial sinergia resultante da fusão com a Avon e ainda deverá ser beneficiada com a reabertura de lojas, em especial as da The BodyShop, nos mais de 100 países que o grupo possui presença”, aponta.

Segundo os analistas Robert E. Ford, Melissa Byun e Vinicius Strano, do Bank of America, foi destaque do resultado da Natura no primeiro trimestre o crescimento de 25,8% da receita líquida em reais, acima da média global dos mercados de beleza e cuidados pessoais.

Além disso, a equipe do banco também ressalta a expansão de 166% nas vendas online, que atingiram uma fatia de 12% do total de vendas, o que compensou o aumento nas restrições à mobilidade impostas pelas autoridades para conter a proliferação da Covid-19.

Nos três primeiros meses deste ano, a receita da Natura & Co na América Latina aumentaram em 24,6% e as vendas na Natura Brasil se expandiram em 12,6%. “Enquanto a Avon na América Latina hispânica cresceu impressionantes 15% sem efeito cambial, a Avon Brasil caiu 2,8% conforme desenvolve um novo modelo comercial”, escreve o BofA.

Sobre o Ebitda, os analistas lembram que o indicador ajustado teve um crescimento de 68,5% em reais e que a margem se expandiu em 260 pontos-base em meio a melhores alavancagem operacional e sinergias.

As projeções do banco americano para o lucro por ação em 2021 e 2022 foram reduzidas de R$ 0,97/R$ 1,64 para R$ 0,90/R$ 1,44 na incorporação de despesas de implementação de sinergia. Entretanto, foi mantido o preço-alvo em R$ 60, baseado em uma expectativa de múltiplo 42 vezes o preço dividido pelo lucro em 2022, ante 37 vezes anteriormente, devido ao maior potencial esperado para as margens da Avon e também incorporando R$ 450 milhões em melhores sinergias a serem atingidas até 2024.

“Nosso preço-alvo coloca a Natura em níveis de valuation comparáveis com líderes globais de crescimento mais lento”, avalia a equipe do BofA, para quem o constante crescimento de 15% da Avon América Latina hispânica pode ser um indicador para melhora mais ampla enquanto a marca se aproveita de sutis, mas profundas mudanças culturais e estruturais.

A recomendação do BofA para as ações NTCO3 é de compra e o preço-alvo de R$ 60 representa uma valorização de 26,64% ante o fechamento dos papéis no pregão da véspera.

Já os analistas Richard Cathcart e João Andrade, do Bradesco BBI, consideraram o resultado da Natura como “de muita qualidade”, destacando que as vendas sem efeito cambial avançaram 13% no Brasil e 48% na América Latina hispânica.

Para a equipe do Bradesco BBI, o aspecto mais impressionante do resultado da Natura foi a margem Ebitda (obtida pela divisão do Ebitda pela receita líquida) de 12,2%, bem acima dos 6,4% no primeiro trimestre de 2019, quando não havia pandemia de coronavírus.

Outro ponto importante é que, apesar da queda de 11% nas vendas em taxas cambiais constantes na comparação anual, a marca Natura está ganhando market share nos seus oito maiores mercados, inclusive Reino Unido e Filipinas.

“Então, embora a receita siga enfraquecida, esses ganhos de participação são um sinal positivo de que a nova campanha de marketing da empresa e iniciativas para melhorar o engajamento dos representantes estão dando frutos”, escrevem os analistas.

Também em destaque, a Aesop continua, de acordo com o Bradesco BBI, a reportar resultados excepcionais, com um crescimento com câmbio constante de 31%, ao passo que a TBS (The Body Shop) também mostrou uma forte performance com expansão de 6% nas vendas com câmbio constante sem levar em consideração a aquisição da operação japonesa.

A recomendação do Bradesco BBI para as ações da Natura é outperform (desempenho acima da média do mercado) com preço-alvo de R$ 65, o que corresponde a uma valorização de 37,2% sobre o fechamento de ontem. De quatorze casas que cobrem o ativo, segundo compilação Refinitiv, sete possuem recomendação de compra, cinco têm recomendação neutra e duas recomendam venda do papel.

2021-05-14T15:54:15-03:00maio 14th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Ipea: inflação desacelera para todas as faixas de renda em abril

A inflação de abril desacelerou em relação a março para todas as faixas de renda pesquisadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), que divulgou hoje (14) uma análise do Indicador Ipea de Inflação por Faixa de Renda.

Apesar disso, a pesquisa mostra que a redução no ritmo de aumento de preços foi mais forte entre as famílias de maior renda, que também acumulam menor inflação em um período de 12 meses, de acordo com o Ipea.

Com esse movimento, o aumento mensal de preços em abril foi mais intenso entre as famílias de renda muito baixa (menor que R$ 1.650,50), para quem a inflação passou de 0,71% em março para 0,45% em abril. Em 12 meses, essas famílias acumulam inflação de 7,71%, enquanto a inflação geral foi de 6,76%, segundo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para as famílias de renda baixa (de R$ 1.650,50 a R$ 2.471,09), a inflação de abril foi de 0,42%, enquanto a de março registrou índice de 0,85%. Essas famílias acumulam uma inflação de 7,5% em 12 meses, também acima da inflação média da economia brasileira.

Na outra ponta da tabela, as famílias de renda alta (mais de R$ 16.509,66) acumulam uma inflação anualizada de 5,21%, abaixo do índice geral. Para essas famílias, a inflação mensal caiu de 1% em março para 0,23% em abril.

O Ipea explica que, em abril, o grupo saúde e cuidados pessoais constituiu o principal fator de pressão sobre os preços, com a alta de produtos farmacêuticos.

Para as famílias de renda mais baixa, esse quadro se soma ao peso do aumento das carnes, aves, ovos, leites e derivados. Mesmo assim, contribuíram para a desaceleração da inflação entre os mais pobres as quedas de tarifas de energia elétrica, ônibus intermunicipais e botijão de gás.

Para as famílias mais ricas, o peso do encarecimento de alimentos e medicamentos é menor, o que se soma à deflação (redução de preços) de combustíveis e transportes por aplicativo.

Classe média

As famílias de renda média alta (R$ 8.254,83 e R$ 16.509,66) foram as que tiveram maior desaceleração da inflação entre todos os grupos de renda, já que o índice de março foi de 1,08%, e o de abril, de 0,20%. No caso dessas famílias, a variação de preços em 12 meses está em 5,85%, baixo da inflação geral.

Para o grupo de renda média (R$ 4.127,41 e R$ 8.254,83), a inflação de abril foi de 0,26%, enquanto a de março era de 1,09%. Em 12 meses, a inflação que incide sobre a cesta de compras dessas famílias acumula 6,61%, também abaixo do índice geral de 6,76%.

Assim como os grupos de renda baixa (R$ 2.471,09 e R$ 4.127,41), os de renda média-baixa experimentam uma inflação acumulada maior que os demais grupos de renda média. A inflação para essas famílias passou de 1,02% em março para 0,33% em abril e acumula 7,3% em 12 meses, acima do IPCA.

Inflação de 2021

Quando são analisadas somente as taxas mensais de 2021, a situação se inverte e os grupos de menor renda passam a acumular as menores variações de preço. Enquanto a renda muito baixa tem inflação de 2,06% desde janeiro, sobre a renda alta incide uma variação acumulada de 2,52%.

Segundo o Ipea, essa diferença repercute, basicamente, a desaceleração dos alimentos e a forte alta dos combustíveis ocorrida no primeiro trimestre de 2021.

A inflação acumulada em 2021 é mais intensa sobre a renda média, com uma taxa acumulada de 2,62% entre janeiro e abril.

2021-05-14T15:53:02-03:00maio 14th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Lei que determina afastamento de gestante na pandemia é sancionada

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta quarta-feira (12) a Lei 14.151 que garante à empregada gestante o afastamento do trabalho presencial durante o período da pandemia de covid-19, sem prejuízo do recebimento do salário.

O projeto de lei sobre o assunto, de autoria da deputada federal Perpétua Almeida (PCdoB-AC), foi aprovado pelo Congresso Nacional no dia 15 de abril.

Conforme o texto, a funcionária gestante deverá permanecer à disposição do empregador em trabalho remoto até o fim do estado de emergência em saúde pública.

 

2021-05-14T15:05:48-03:00maio 14th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Acordo PEP/INSS & ABEVD

Em encontro com Francisco Adelmo, representante do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS, a ABEVD definiu o plano de trabalho a ser implementado no âmbito do Acordo de Cooperação Técnica, referente à promoção e divulgação da educação previdenciária junto aos empreendedores independentes.

2021-05-14T11:43:50-03:00maio 14th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

ABEVD firmará acordo de cooperação com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo

No dia 26 de abril realizamos mais um encontro com os Srs. Eduardo Aranibar, Subsecretário de Competitividade da Indústria, Comércio e Serviços e Pedro Henrique Oliveira Mattosinhos, ambos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo.

A reunião teve como objetivo o acerto de detalhes do termo de acordo de cooperação que será firmado junto ao Estado de São Paulo, para promoção do apoio e divulgação dos programas de oferta de crédito “Empreenda Rápido” e “Empreenda Mulher”, disponibilizados a empreendedores paulistas (com CNPJ ou não) como medida de contenção aos efeitos da crise econômica.

Além disso, restou acordado que estudaremos a criação de um programa específico ao setor de vendas diretas que ofereça condições de créditos mais favoráveis que os já implementados.

2021-05-14T11:34:57-03:00maio 14th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Conquista para o setor: Paraíba reduz MVA para o patamar de 60%

Até o ano de 2019 a legislação paraibana previa aplicação das MVA’s de 60% (regra geral) e 40% às empresas possuidoras de regime especial. Posteriormente, com a edição do Decreto Estadual nº 39.737, de 2019 foram promovidas alterações que resultaram na majoração destes percentuais na ordem de 60% para 100% (regra geral), além de estabelecer percentuais diferenciados fixados em TARE’s, levando em consideração a origem das operações, assim definindo:

  • 87,32% para alíquota de 4%;
  • 81,46% para alíquota de 7%; e
  • 71,71% para alíquota de 12%

Ciente da resistência do Estado em realizar pesquisa mercadológica, destinada a captação real dos valores e índices praticados pelas empresas do ao setor, iniciamos diálogo com o Secretário Bruno Frade, para que instituíssemos um Grupo de Trabalho SEFAZ/PB e ABEVD, destinado a rediscutir critérios e premissas utilizados pelo Fisco na última alteração normativa, além da necessidade da construção de novo estudo que permitisse a apuração e revelação de índices MVA’s adequados ao período pesquisado.

Após algumas reuniões realizadas em 2021 conseguimos conscientizar a SEFAZ/PB e propor a redução da MVA ao patamar de 60%.

O ato acatando o pedido da ABEVD será publicado nos próximos dias.

 

2021-05-14T11:25:59-03:00maio 14th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Confiança da indústria aumenta 4,8 pontos em maio

Após quatro quedas consecutivas, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei), divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), subiu 4,8 pontos em maio, na comparação com abril, e atingiu 58,5 pontos, em uma escala que vai de 0 a 100 pontos, tendo, na marca dos 50 pontos, a linha de corte entre confiança e falta de confiança por parte do empresário brasileiro.

De acordo com a CNI, “esse crescimento reverte parte da queda ocorrida entre janeiro e abril deste ano de 9,4 pontos”. Na comparação com maio de 2020, mês em que as indústrias foram obrigadas a paralisar suas atividades devido à pandemia, o Icei registra alta de 23,8 pontos.

Segundo o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, a confiança do empresário voltou a se afastar da linha divisória de 50 pontos, o que demonstra melhora da percepção do empresário em relação às atuais condições do país. “É importante notar que, neste ano, o índice sempre esteve acima dos 50 pontos, o que significa que, em nenhum momento, o empresário deixou de ter confiança. Mas, agora em maio, percebemos que ela está mais forte e disseminada”, avalia Azevedo.

O levantamento aponta que “todos os componentes do índice de confiança da indústria tiveram forte avanço no mês de maio de 2021”, com destaque para o Índice de Condições Atuais, que cresceu 5,3 pontos, chegando a 50,2 pontos, ultrapassando a linha divisória de 50 pontos.

Já o Índice de Expectativas cresceu 4,5 pontos, ficando em 62,6 pontos, bem acima da linha divisória de 50 pontos. De acordo com a CNI, o resultado indica “otimismo em relação aos próximos seis meses”.

Fonte: Agência Brasil

2021-05-12T14:03:57-03:00maio 12th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil -Sete em cada dez empreendedores fizeram vendas online na pandemia

Sete em cada dez micro, pequenas ou médias empresas (73,4%) do país estão fazendo vendas online durante a pandemia do novo coronavírus. Isso é o que revelou uma pesquisa feita pela Serasa Experian com 508 empreendedores, realizada no mês de fevereiro.

Desse total, 83,1% pretendem manter a realização dos negócios pela internet mesmo quando a pandemia acabar.

Dentre os canais mais utilizados para as vendas estão as redes sociais, principalmente o WhatsApp (72%).

Na pesquisa, os entrevistados revelaram ainda que a venda online ajudou a atingir públicos diferentes (51% das respostas mencionaram isso), criou mais exposição para o seu negócio (44,8%) e permitiu atingir novas regiões (34,5%).

A pesquisa também mostrou que 24,8% dos empreendedores têm buscado empréstimos e financiamentos para manter seus negócios. Dentre as empresas que mais requisitaram empréstimos ou financiamentos estão as do setor de comércio (38,1%).

Fonte: Agência Brasil

2021-05-12T14:02:43-03:00maio 12th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Suno – Além da Natura (NTCO3), veja outras empresas que não fazem testes em animais

Cada vez mais os investidores e consumidores estão atentos a questões sobre ESG (ambiente, social e governança corporativa), e como as empresas são capazes de gerar resultados atuando com um sistema nature friendly. Algumas empresas, como a Natura (NTCO3) já saem na frente nesse quesito, uma vez que é amplamente divulgado que seus produtos não são tão agressivos para a natureza.

Além disso, as empresas do ramo de cosméticos têm buscado maneiras de testar seus produtos sem usar animais como cobaias. Nas últimas semanas um vídeo sobre o coelho Ralph viralizou nas redes sociais. O curta metragem em animação conta como os testes em animais acontecem e como isso é dolorido para as cobaias. Apesar de muitas empresas, assim como a Natura, já não testarem seus produtos em animais, ainda é muito comum ver grandes companhias de cosméticos fazendo testem em animais.

Alguns especialistas acreditam que a tendência é que os investidores e consumidores, no período pós-pandemia, aumentem seu conhecimento sobre questões que envolvem governança ambiental, social e corporativa.

Frente a isso, muitas empresas de cosméticos estão buscando não testar mais em animais. Entretanto, algumas companhias já saíram na frente nesse quesito e utilizam outros métodos para testar seus produtos.

Veja cinco empresas que já não testam seus produtos em animais:

Avon (AVON34)
A Avon (AVON34) afirma em seu site que não testa seus produtos em animais. Entretanto, não possui o selo cruelty-free da organização PETA (Pessoas pelo tratamento ético dos animais).

A companhia explica que não está na lista de empresas que não testam em animais da PETA, pois a organização focada no direito dos animais havia incluído a Avon na lista de empresas que vendem produtos na China, e por isso testa alguns produtos em animais devido a regulamentação do País.

Apesar disso, a Avon afirma em seu site que já foi retirada dessa lista, pois não faz mais testes em animais.

Além disso, a marca Lez Earle, que era da Avon, mas foi vendida há algum tempo, não testa em animais e é cerificada pela PETA.

Além de não testar os produtos em animais, a Lez Earle também não testa os ingredientes através desse método, assim como seus fornecedores ou terceiros. Contudo, a empresa não é 100% vegana.

Dove, da Unilever (ULEV34)
A marca Dove, da Unilever (ULEV34), não testa seus produtos em bichinhos e estampa o selo cruelty-free da PETA.

Entretanto, a Unilever não possui o selo, pois algumas outras marcas sob seu guarda-chuva ainda fazem testes em animais.

Em seu site, a dona da Dove explica que desde 2004 cumpre o banimento desses testes na Europa, e apoia a iniciativa. No entanto, em alguns mercados em que a companhia atua, parte dos insumos usados para produção do produto podem ser testados em animais pelos fornecedores.

Mas além da Dove, há outras marcas da Unilever que não fazem testes em bichinhos.

Johnson & Johnson (JNJB34)
Assim como a Natura, a Johnson & Johnson (JNJB34) afirma não testar seus produtos em animais, mas também não é reconhecida pela PETA como cruelty-free.

A empresa explica que em nenhum de seus produtos cosméticos é testado em animais, a não ser em situações em que o regulamento exige.

Urban Decay da L’Oréal
Outra empresa, que assim como a Natura, não faz testes em animais é a Urban Decay, da L’Oréal (Euronext: OR). Desse modo, a Urban Decay possui o logo PETA

Por sua vez, a empresa mãe, a L’Oréal ainda não possui o selo, mas afirma que se preocupa com o bem-estar dos animais.

Fonte: Suno

2021-05-12T14:00:07-03:00maio 12th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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