Terra – Como a venda direta se tornou um meio alternativo de renda

Com as consequências da pandemia de COVID-19 para a economia, o ramo de venda direta cresceu cerca de 5,5% em 2020. Sendo assim, profissionais autônomos optam por este tipo de fonte de renda extra.

As consequências causadas pela pandemia de COVID-19 na economia foram grandes. Segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios), pesquisa feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), estima-se que 13,2% dos trabalhadores estejam desempregados e buscando diversas formas de obter uma renda para a família. A venda direta, um método de distribuição e vendas que procura por vendedores autônomos para realizar a comercialização de produtos, está se estabelecendo como uma dessas formas, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

Em 2020, o número de revendedores aumentou em 5,5% no país em comparação ao ano anterior e movimentou mais de R$ 50 bilhões. O levantamento é da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas, a ABEVD. As pesquisas também indicaram que os revendedores conseguem aumentar, em média, 33% do orçamento familiar com a venda direta. Além disso, 66% das pessoas que buscam esta forma de trabalho utilizam o dinheiro que ganham como forma de complementar a renda, mostrando que esse método de distribuição e vendas é uma possibilidade de renda alternativa.

A presidente da ABEVD, Adriana Colloca, enfatiza que as empresas estão investindo em revendedores para ampliar seus rendimentos. Mesmo com medidas restritivas da pandemia, esses revendedores buscam formas de apresentar seus produtos aos consumidores, seja pessoalmente ou pela produção de conteúdo em mídias sociais. Um exemplo de setor que se beneficia desse tipo de vendas é o de cosméticos, que responde por 52% do mercado de venda direta, segundo a pesquisa feita no site da ABEVD.

Segundo a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD), em 2020 o segmento gerou um volume de negócios de mais de R$ 50 bilhões, 10,5% maior do que em 2019.

https://www.terra.com.br/noticias/como-a-venda-direta-se-tornou-um-meio-alternativo-de-renda,66edde59493716af3c9f045ff8299143wai1c611.html

2021-12-03T11:39:33-03:00dezembro 3rd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Hinode – Grupo Hinode anuncia nova gerente de franquias

Daniele Nascimento traz experiência de 20 anos consolidados em outras grandes marcas

A profissional, que é graduada em Administração pelo Grupo Educacional OPET (PR), com pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas e expertise nas áreas Comercial, Franchising, Operações e Recursos Humanos, traz na bagagem seus mais de 15 anos no Grupo Boticário, onde atuou em consultoria de negócios para operações de franquias em diferentes regiões do Brasil, como também colaborou com a franqueadora da Colômbia para implementar o modelo de vendas no país.

Nos últimos 5 anos, Daniele Nascimento participou da expansão e no desenvolvimento da rede de franquias da Quem Disse, Berenice?. A gerente se reportará ao diretor comercial da marca, Ronie Piovezan.

Hoje, o Grupo Hinode conta com mais de 370 franquias em todos os estados brasileiros.

SOBRE HINODE

Fundado em 5 de outubro de 1988, o Grupo Hinode nasceu como uma empresa de cosméticos de venda direta. Em 2008, transformou-se numa das primeiras companhias nacionais a investir no modelo de marketing de rede. Uma marca feita para pessoas que assumem o rumo de suas vidas, orientados pela paixão por desenvolver produtos e criar oportunidades. A categoria fragrâncias é o carro-chefe, com itens premiados. A Hinode conta com linhas feminina, masculina e infantil, oferecendo aos consumidores um portfólio de produtos essenciais e a beleza integral, que cuida de dentro para fora e de fora para dentro. Os itens da marca podem ser encontrados com consultores oficiais Hinode e no e-commerce da marca.

2021-12-03T11:21:10-03:00dezembro 3rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Vendas do Natal devem garantir crescimento de 5% no varejo paulista

Varejo paulista deve atingir R$ 91 bilhões em vendas no mês

O comércio varejista no estado de São Paulo deve crescer 5% em dezembro, de acordo com estimativas da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Caso confirme essa projeção, o varejo paulista deve atingir R$ 91 bilhões em vendas no mês do Natal, R$ 4,2 bilhões a mais do em 2020.

Para a FecomercioSP, o principal fator a influenciar nesses números será o pagamento do décimo terceiro salário e seu impacto maior nas compras de Natal, considerado decisivo pela entidade já que será 57,5% maior que em relação ao registrado no fim de 2020. Também devem interferir nesse índice a maior oferta de crédito, as lojas funcionando normalmente e a maior circulação de consumidores sem restrições devido à pandemia de covid-19.

Segundo a análise da FecomercioSP, com a injeção do 13º salário seguindo os padrões pré-pandemia, R$ 9,5 bilhões do valor recebido devem ser destinados ao consumo nesta época do ano. São R$ 3,1 bilhões a mais na economia, o que significa uma elevação de 47% em relação ao ano anterior, respondendo por 74% do acréscimo mensal previsto de R$ 4,2 bilhões em relação a dezembro de 2020.

“Dois fatores justificam a maior injeção do décimo salário. Em primeiro lugar, a expressiva expansão do contingente de trabalhadores com carteira assinada e, em segundo, o fato de que os aposentados e pensionistas, além de parcela significativa de empregados do setor privado, no ano passado, receberam a totalidade do pagamento até a metade do ano, a fim de atenuar a queda de renda provocada pela paralisação de vários segmentos produtivos e a elevação do desemprego”, analisa a FecomercioSP.

A entidade destacou ainda que mesmo com a expectativa positiva, há fatores que podem influenciar negativamente essa perspectiva, como a forte elevação em curso do nível de endividamento das famílias que, ao lado da inflação e do desemprego altos, provocam redução da massa de renda.

Setores

Entre as atividades do varejo, o segmento de vestuário é o que deve ter o melhor movimento de vendas no mês, com crescimento estimado de 28%, ante dezembro de 2020, quando mostrou uma retração de 22%, o pior desempenho entre todas na ocasião. Os supermercados (-2%), as farmácias e perfumarias (-3%) e as lojas de móveis e decoração (-5%) devem ser os destaques negativos deste ano.

Edição: Maria Claudia

2021-12-03T11:18:35-03:00dezembro 3rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

ABEVD realiza o último webinar de 2021 e apresenta pesquisa sobre empreendedoras de alta performance e grandes consumidoras

Para entender as diferenças entre empreendedoras mais e menos produtivas, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), trouxe para o último webinar do ano, realizado nesta quinta-feira (02/12), Sandro Cimatti, da CVA Solutions, que apresentou um estudo com abordagem inédita sobre a Venda Direta.

Realizado em setembro de 2021, com 1717 empreendedoras da área de cosmético e perfumaria, e 3476 consumidoras, o estudo mapeia as particularidades de empreendedoras que faturam mais ou menos com a Venda Direta e consumidoras que compram maior quantidade de produtos ou menor.

Cimatti apontou a grande concentração de 70% das vendas nas mãos das empreendedoras de alta performance – que representam cerca de 25% do total das entrevistadas. “Essa concentração aumentou com o tempo, em comparação com 2018, por exemplo, as empreendedoras de alta performance eram 10% do total e obtinham 41% das vendas, o crescimento foi de quase 30%”, enfatiza.

Outra constatação foi que as empreendedoras com maior número de vendas trabalham com mais itens e de diferentes marcas, enquanto as menos produtivas trabalham com uma ou duas marcas. As empreendedoras de alta performance estão, na maioria, entre 30 a 40 anos, casadas e residentes de regiões metropolitanas/capitais.

Foi mapeado, também, entre as empreendedoras de alta performance, um nível mais elevado de escolaridade, trabalham mais com produtos de perfumaria, vendem mais pela internet e redes sociais, assim como para mais grupos sociais. Mantém, também, um contato mais frequente com suas consumidoras, além de possuir produtos a pronta entrega. “A pronta entrega é um fator chave para vender mais há muitos anos no setor de Venda Direta”, acrescenta Sandro.

No caso das consumidoras de alto ticket, elas possuem uma renda maior em comparação com as que consomem menos, são casadas, com maior escolaridade e também estão entre 30 e 40 anos, em sua maioria.

“Também é importante enfatizar que as empreendedoras de alta performance se interessam e fazem mais treinamentos onlines e são mais adeptas a digitalização”, diferencia Sandro.

A presidente-executiva da ABEVD, Adriana Colloca, agradeceu as informações importantes apresentadas. “São informações que servem de base para empresas analisarem as diferenças dessas empreendedoras mais e menos produtivas, para criar mecanismos que mantenham as vendas altas e aumente de quem precisa”, conclui.

Assista ao webinar na íntegra clicando aqui.

2021-12-02T15:27:35-03:00dezembro 2nd, 2021|Categories: ABEVD, ABEVD News|

Prop Mark – Natura “desenferruja” sentimentos em animação para o Natal

Campanha assinada pela Africa reflete sobre a importância da demonstração de afeto

A Natura lançou a sua campanha de Natal, “Afeto Enferrujado”, que tem como objetivo convidar as pessoas a demonstrarem afeto.

A campanha é a primeira animação da marca, assinada pela Africa, e mostra uma boneca de lata que percebe que seu abraço está enferrujado, mas que desperta a memória e a vontade de reencontrar a sua avó quando sente o cheiro da fragrância da marca.

A animação, produzida pela Pródigo Filmes em parceria com Pedro Conti, remete à perda da prática em dar e receber afeto após tanto tempo e convida a todos a voltarem a sentir o Natal.

“Com o tempo parece que perdemos aquilo que nos é mais intrínseco: a demonstração do afeto. No entanto, não podemos esquecer o que faz parte de todos nós — e não perdemos o jeito. As trocas e relações tomam uma nova forma diante da esperança de novos momentos, lembranças e partilhas. Só é preciso um passo, um gesto, para retomar todo o afeto que guardamos”, destacou Fernanda Rol, diretora de Marketing da Natura no Brasil.

Além do filme de 30″ com estreia na TV aberta e versão para os canais digitais da Natura, a campanha também conta com ação de influenciadores nas redes sociais e participação da Nat, assistente virtual da marca no Twitter, que também irá contar sobre seu próprio desenferrujar das relações. A campanha será veiculada na América Latina.

“Acho que todos nós nos deparamos com essa situação: de querer abraçar, de querer trocar, mas já não saber mais exatamente como. Nosso traquejo social e nossa afetuosidade ficaram meio fora de forma. Mas um gesto pode destravar o afeto. E esse desenferrujar, metáfora tão simples, encontrou na magia da animação sua melhor tradução”, afirmou Sophie Schonburg, diretora executiva de Criação da Africa.

Clique aqui e assista.

2021-12-02T12:02:20-03:00dezembro 2nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Comunique-se – Multa de até R$ 50 mi: sanções da LGPD começam a valer

As empresas brasileiras encontram dificuldade da aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados, por falta de informação e recursos financeiros. As multas foram regulamentadas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados e as empresas podem ser fiscalizadas e multadas.

Desde agosto de 2021, descumprir a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) gera punições em todo território nacional. Apesar de já ter entrado em vigor desde 2020, foi estabelecido um intervalo para as empresas se adequarem. No entanto, até hoje a maior parte ainda não está preparada para efetivar as adequações.

Esta dificuldade de adaptação foi confirmada em pesquisa realizada, entre janeiro e abril de 2021, pela RD Station, Empresa de software, sediada em Florianópolis SC. O levantamento incluiu 997 empresas brasileiras. Os resultados mostraram que enquanto 77% das companhias estão atrasadas, outros 69% nem sequer contam com políticas construídas, no sentido de procederem à proteção dos dados dos clientes em conformidade com  a LGPD.

Muitas empresas correm graves riscos de receberem sanções pela ANPD (Autoridade Nacional de Proteção de Dados). Este órgão, vinculado à Presidência da República, já iniciou oficialmente sua atuação, apesar de ainda não poder valer-se de todas as penalidades previstas. A aplicação das sanções está sujeita a certas diretrizes. Estas já foram apontadas e submetidas à consulta pública, entre os meses de maio e junho de 2021, com exceção da metodologia para o cálculo de multas, que ainda está em elaboração.

Apesar de já estar atuante, a ANPD ainda precisa aguardar a publicação de documento que esclarece como as multas serão aplicadas. Conforme o parágrafo 1º do art. 53 da LGPD, devem ser publicadas, previamente, metodologias de orientação para o cálculo do valor-base, das sanções de multa. Enquanto tal publicação não for feita o órgão se limitará a penas educativas. Conforme informa a própria ANPD, as sanções serão aplicadas de modo gradativo, ou seja, de modo escalável, considerando-se o teor de gravidade da infração e apreciação de outras circunstâncias previstas nos termos da Lei.

Apesar da severidade de algumas punições, nota-se que a primeira delas, “Advertência com indicação de prazo para adoção de medidas corretivas”; possui caráter administrativo e educativo e impõe penalidade mais branda. É esta que será adotada, inicialmente. As empresas que forem flagradas cometendo infrações serão, por enquanto, advertidas, mas não estarão livres das multas que podem chegar a 50 milhões, se não se adequarem à LGPD.

Nesse caso, é preciso buscar orientação para implementar a LGPD o quanto antes, pois essa ação, apenas educativa, não durará para sempre, visto que a ANPD já está providenciando a regulamentação das metodologias que vão direcionar as sanções de multas. Isto dá início a uma corrida a favor da adequação à LGPD já que o tempo considerado período adaptativo está oficialmente finalizado.

Cabe agora aos que ainda não harmonizaram seus sistemas com a Lei Geral Proteção de Dados, iniciar o quanto antes este processo. Uma maneira de agilizar este procedimento é buscar por ajuda. Isso pode ser feito por meio de consultorias com profissionais especializados ou cursos que esclareçam com detalhes as normas da LGPD.

Empresas que não conseguem estar em compliance com as leis são vistas com desconfiança pelo público, cada vez mais exigente dos tempos atuais.

2021-12-02T12:00:49-03:00dezembro 2nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

e-Commerce Brasil – Como o omnichannel ajuda o varejo a vender mais em datas comemorativas

As datas comemorativas sempre geram uma grande expectativa por parte dos consumidores. Por isso, são sempre excelentes oportunidades para que as empresas varejistas aumentem suas vendas. Não à toa, o maior faturamento das empresas ocorre em datas como Dia das Mães, Dia dos Pais, Dia das Crianças, Black Friday e Natal.

Mas com o consumidor cada vez mais exigente, para que as empresas tenham sucesso nessas datas precisam que o cliente esteja no foco central do seu negócio. Afinal, hoje a experiência que um cliente recebe é um fator determinante para sua satisfação. Nesse sentido, ter um negócio omnichannel é um passo fundamental para conquistar esse cliente, e obter sucesso com as datas comemorativas. Quer saber mais sobre o assunto, e entenda como essa estratégia contribui para que as marcas aumentem seu faturamento? Então continue conosco, pois é sobre isso que falaremos nesse post.

O que é ser omnichannel?

Antes de explicar como o omnichannel ajuda o varejo a turbinar as vendas em datas comemorativas, é fundamental entender exatamente o que representa essa estratégia. Omnichannel é um artifício que tem ganhando cada vez mais importância e popularidade no mercado. Isso porque se baseia na integração de todos os sistemas utilizados por uma empresa em suas jornadas de venda.

Ou seja, é uma ferramenta que as empresas utilizam para fazer com que o consumidor tenha uma experiência única, independente do canal que ele esteja inserido. Em outras palavras, posso dizer que omnichannel nada mais é do que um modelo de negócio que faz uso intensivo de tecnologias — tudo para garantir uma jornada de compra integrada de diferentes canais de venda.

Essa estratégia é hoje fundamental para uma empresa ter sucesso. Afinal, os consumidores cada dia mais estão presente em diferentes canais simultaneamente. Para se ter ideia, segundo o Google, 83% dos americanos que visitam lojas físicas começam suas jornadas de compra com buscas online.

Portanto, investir nessa estratégia é um passo fundamental para conquistar a lealdade de um consumidor. Isso porque os consumidores que percebem uma experiência diferente do online para o físico aumentam sua frustração e podem acabar desistindo de fazer negócio com aquela marca.

Como essa estratégia ajuda em datas comemorativas?

Entendido o que é omnichannel, chegou a hora de abordarmos como essa estratégia contribui para que as empresas aumentem suas vendas nas datas comemorativas. E isso tem relação direta com a experiência que o consumidor espera receber nos dias atuais.

Primeiramente, é preciso ter em mente que a base do varejo omnichannel é dar foco ao cliente, colocando o consumidor no centro da estratégia do negócio. Embora isso pareça um clichê, a realidade é que ser customer centric exige uma mudança cultural importante e transformações em processos para que as lojas consigam atender melhor aos clientes. Portanto, é um passo fundamental para sua empresa ter sucesso nos dias atuais e consiga atender às expectativas dos consumidores.

Além disso, o volume de compras em períodos comemorativos é muito maior do que em datas normais. Por isso, oferecer uma experiência positiva que atenda os anseios dos consumidores contribui diretamente para angariar mais resultados.

Um grande exemplo disso tem a ver com os processos de logística que as empresas oferecem nessas datas. Sabemos que em períodos onde há uma maior procura por parte dos consumidores é comum que as empresas cometam algumas falhas. Aqui, destaco atrasos na entrega, problemas no estoque e outras adversidades nos processos de logística (que prejudicam a experiência do seu cliente).

Antecipação aos problemas

Com o omnichannel essas falhas são reduzidas. Afinal, você terá todos os sistemas integrados, com uma visão completa de tudo que acontece no seu estoque. Ou seja, pode se antecipar a possíveis falhas e oferecer processos de logística muito mais eficientes.

E não é só isso: fazendo uso do omnichannel você pode adotar diferentes estratégias para aperfeiçoar sua entrega, garantindo muito mais comodidade para o consumidor. É o caso, por exemplo, da possibilidade de adotar o Ship From Store, que permite utilizar o estoque de sua loja para atender aos pedidos vindos de qualquer canal.

Outra vantagem do omnichannel é a possibilidade de permitir que um consumidor realize uma compra em um canal digital e retire esse pedido em uma loja física. Ao utilizar essa facilidade, clientes que compram online e optam por retirar o produto na loja física economizam no frete, têm o produto mais rapidamente em mãos e ainda têm a vivência de loja, podendo fazer novas aquisições no momento de retirada.

Como vimos, integrar seus pontos de venda é uma necessidade do consumidor moderno. Os clientes gostam de pesquisar produtos online, mesmo quando têm a intenção de comprar na loja física. Para eles, omnichannel é o normal e varejistas que não estiverem preparados perdem espaço na preferência do público.

2021-12-02T11:59:15-03:00dezembro 2nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Ipea prevê cenário positivo para a produção agrícola em 2022

Perspectiva é de safra recorde para a soja, diz Conab

A análise do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), divulgada hoje (1º), mostra cenários positivos para a safra de grãos em 2022. “Os dois principais grãos, soja e milho, contarão com estimativa de produção positiva, o que pode contribuir para uma maior oferta no mercado doméstico”, analise Ana Cecília Kreter, pesquisadora associada do Ipea.

O estudo do Ipea contou com a participação de técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP).

“A perspectiva é de safra recorde para a soja (+3,4%), recuperação e expectativa de recorde na produção de milho (+34,1%) – prejudicada pela seca e geadas em 2021”, explica o superintendente de Inteligência e Gestão da Oferta da Conab, Allan Silveira, que participou da pesquisa junto com economistas do Ipea.

Segundo o boletim econômico, o terceiro trimestre deste ano mostrou uma estabilidade “em patamares elevados” para os preços domésticos, na comparação com o trimestre anterior. Destaque para a soja, que teve alta causada pelos baixos estoques e demanda aquecida. E do milho, que teve alta justificada pelas preocupações com o clima, a boa demanda doméstica e a elevada paridade de importação.

Edição: Valéria Aguiar

2021-12-02T11:57:47-03:00dezembro 2nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Prop Mark – Com tirinhas, Instituto Avon fala sobre consentimento no mundo virtual

Criado pela Wunderman Thompson, projeto alerta para violência contra a mulher

Durante a pandemia de covid-19, o universo digital se fortaleceu como um todo, inclusive, como um espaço em que a violência contra as mulheres se propagou em vídeos e fotos compartilhados sem autorização.

Para educar sobre o consentimento no mundo virtual, e também fora dele, o Instituto Avon lançou no Brasil e em mais 13 países da América Latina a campanha #querqueeudesenhe, ou #sinohaysíesno para os latinos.

Por 21 dias, sete ilustradores de diferentes países produzirão tirinhas em português e espanhol para reflexão sobre o tema, a ação é parte da campanha 21 Dias de Ativismo pela Não-Violência contra a Mulher.

Criada pela Wunderman Thompson, o projeto liderado pelo Instituto Avon no Brasil foi desenvolvido para alcançar o mercado latino de forma igual, mas respeitando as especificidades e raiz cultural de todos os países.

Participam Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Colômbia, Equador, Peru, México, Guatemala, Honduras, El Salvador, Panamá, Nicarágua e República Dominicana.

“O Instituto Avon acredita em um mundo onde mulheres e meninas vivam sem violência e sem abuso, por isso, atuamos para gerar impacto e transformação nas vidas delas e ao reunirmos países da América Latina para debater o tema na campanha #querqueeudesenhe, ampliamos o conhecimento sobre consentimento e uso consciente e responsável da internet”, explica Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon.

ARTISTAS BRASILEIRAS

As ilustradoras brasileiras convidadas para a campanha possuem histórico em causas para as mulheres e em promover debates por meio de suas artes. The Karynne é uma artista e empreendedora goiana, suas ilustrações reforçam o empoderamento e causas femininas, principalmente das mulheres negras.

Já Helô D’Angelo é natural de São Paulo e é ilustradora e quadrinista. Rotineiramente expõe em suas criações temas como política, sociedade e fatos sobre a pandemia de Covid-19.

Ficha técnica

Título: Quer que eu desenhe?
Agência: Wunderman Thompson Brasil
Cliente: Instituto Avon
Produto: 21 dias de ativismo
CCO: Keka Morelle
Direção de Criação: Beta Harada
Direção de Conteúdo: Mariana Hasselman
Redator: Bruno Silva
Diretor de Arte: Maurício Ribeiro
Edição: Gabriel Barbosa
Diretora Executiva de Negócios: Fernanda Ricci
Atendimento: Natália Vasconcelos
CSO: Stella Pirani
Mídia: Carolina Bertão, Priscila Sousa, Renata Saito, Thais Anízio
Planejamento e Insights: Juliana Meirelles, Lucas Paião
Contéudo e CM: Tatiani Amarante
PR: Vivian Zeni, Hellen Araújo e Suellen Ciriaco
Produção RTV: Ana Mello, Carla Rossini, Fernanda Britto
Aprovação pelo cliente: Daniela Grelin, Viviane Pepe, Regina Celia Barbosa, Giuliana Borges, Beatriz Accioly, Layla Saueia, Diego Santelices, Thais Souza
Artistas: Helô D’Angelo, The Karynne, Tute, Sara Tomate, Pepita Sandwich, Javiera Camposano e Thalíaeme

2021-12-01T12:12:50-03:00dezembro 1st, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – IBGE: desemprego cai 1,6 ponto percentual e atinge 12,6%

Queda na taxa de desocupação do país se estendeu a todas as regiões

A taxa de desemprego atingiu 12,6% no terceiro trimestre deste ano, o que significa queda de 1,6 ponto percentual na comparação com o segundo trimestre de 2021. O número de pessoas em busca de emprego no país recuou 9,3% e, com isso, chegou a 13,5 milhões. Os ocupados tiveram um crescimento de 4%, alcançando 93 milhões de pessoas. Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), foram divulgados hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Para a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, o crescimento da ocupação no período foi relevante. “No terceiro trimestre, houve um processo significativo de crescimento da ocupação, permitindo, inclusive, a redução da população desocupada, que busca trabalho, como também da própria população que estava fora da força de trabalho”, observou.

A população fora da força de trabalho é o contingente daqueles que não estão ocupados e nem buscando emprego. Com o crescimento no número de ocupados, o nível da ocupação, que é o percentual de pessoas em idade de trabalhar que estão no mercado de trabalho, subiu para 54,1%, enquanto no trimestre anterior tinha sido de 52,1%.

Doméstico

De acordo com a coordenadora, dentro desse crescimento, a informalidade representa 54%. Os empregados do setor privado sem carteira assinada (10,2%), que somaram 11,7 milhões de pessoas, estão entre as categorias de emprego que mais cresceram na comparação com o trimestre anterior. No mesmo período, o número de trabalhadores domésticos atingiu 5,4 milhões – o que equivale a uma expansão de 9,2%, o maior desde o início da série histórica da pesquisa, em 2012.

No primeiro trimestre do ano passado, seis milhões de pessoas eram trabalhadores domésticos. Se considerados apenas os trabalhadores sem carteira, houve aumento de 10,8%, sendo 396 mil pessoas a mais.

Segundo Adriana Beringuy esse é um processo de recuperação que já vinha ocorrendo desde junho. “A categoria dos empregados domésticos foi a mais afetada na ocupação no ano passado e, nos últimos meses, há uma expansão importante. Embora haja essa recuperação nos últimos trimestres da pesquisa, o contingente atual desses trabalhadores é inferior ao período pré-pandemia”, afirmou.

Conta própria

O contingente de trabalhadores por conta própria (3,3%) também cresceu. As 25,5 milhões de pessoas nessa categoria representam o maior número desde o início da série histórica da pesquisa. Aí estão incluídos os trabalhadores que não têm CNPJ, que cresceram 1,9% ante o último trimestre. Com isso, a taxa de informalidade chegou a 40,6% da população. São 38 milhões de trabalhadores nessa situação.

Conforme a pesquisa, o crescimento na ocupação também está relacionado principalmente às atividades de comércio (7,5%), que equivale a mais 1,2 milhão de trabalhadores; indústria (6,3%), 721 mil pessoas a mais; construção (7,3%) com 486 mil pessoas a mais; e serviços domésticos (8,9%), com adição de 444 mil pessoas.

Rendimento

O avanço no número de pessoas ocupadas não veio com melhorias no rendimento real habitual de todos os trabalhos. Ficou em R$2.459, uma queda de 4% relativo ao último trimestre e de 11,1% em relação ao terceiro trimestre do ano passado.

Com o valor de R$223,5 bilhões, a massa de rendimento ficou estável nas duas comparações. Para a coordenadora, esses números indicam que o aumento da ocupação foi puxado por postos de trabalho com salários menores. “Há um crescimento em ocupações com menores rendimentos e também há perda do poder de compra devido ao avanço da inflação”, completou.

Regiões

A queda na taxa de desocupação do país se estendeu a todas as regiões. No Sudeste, que é a região com o maior número de pessoas desempregadas (6,3 milhões), a taxa passou de 14,6% no segundo trimestre para 13,1%. No Nordeste, saiu de 18,3% para 16,4%. Ainda assim, a região permanece tendo a maior taxa de desocupação do país.

“Essa queda na desocupação no nível nacional também está sendo observada regionalmente em vários estados. Isso indica que há um processo de recuperação de trabalho que ocorre de maneira disseminada no país”, disse.

Mesmo com a a maior taxa de desocupação do país (18,7%), a Bahia apresentou estabilidade nesse indicador e no número de pessoas que estão buscando por uma vaga no mercado de trabalho (1,3 milhão). O número de ocupados do estado cresceu 6,5%. O motivo foi o aumento de trabalhadores domésticos (18,3%) e por contra própria (12,3%). Conforme a pesquisa, depois da Bahia, as maiores taxas de desocupação foram registradas por Amapá (17,5%) e Rio Grande do Norte (14,5%).

Entre os 93 milhões de pessoas ocupadas no Brasil, após a alta de 4,0% no terceiro trimestre, 66,4% de empregados, 4,1% de empregadores, 2,1% de trabalhadores familiares auxiliares e 27,4% de pessoas que trabalhavam por conta própria. Este último grupo foi maior no Norte (34,5%) e no Nordeste (31,1%). Conforme a pesquisa, dos 17 estados que tiveram taxas de informalidade maiores que a nacional, 16 são do Norte e do Nordeste. O Pará (62,2%) registrou a maior.

A coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE disse que essas regiões, de maneira geral, têm um percentual grande desse tipo de trabalho. “A informalidade é maior nessas duas regiões. E esse perfil de trabalhador está contribuindo para a recuperação do trabalho local. Parte importante do trabalho nessas duas regiões é atribuída aos trabalhadores informais, que tem nos trabalhadores por conta própria um contingente importante”, concluiu.

Pretos e pardos

Enquanto a taxa de desocupação das pessoas brancas (10,3%) ficou abaixo da média nacional, a dos pretos (15,8%) e dos pardos (14,2%) teve movimento contrário. Todos tiveram queda frente ao último trimestre. Os pardos representavam 46,8% da população fora da força de trabalho, seguidos pelos brancos (43,1%) e pelos pretos (8,9%). Já se comparada ao segundo trimestre, a participação dos pardos diminuiu e a dos brancos e pretos aumentou.

Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, o nível de ocupação aumentou para todas as pessoas. Os brancos saíram de 51,4% para 55,8%, os pardos, de 46,7 a 52,1% e os pretos, de 49,0% a 55,6%.

Reponderação

A divulgação de hoje da Pnad Contínua é com base na nova série elaborada pelo IBGE, a partir da reponderação das projeções por causa da mudança na forma de coleta da pesquisa durante a pandemia da covid-19. Com as medidas de isolamento social em março de 2020, a coleta começou a ser feita de maneira remota, excepcionalmente por telefone.

“A nova reponderação busca mitigar possíveis vieses de disponibilidade em grupos populacionais, intensificados pela queda da taxa de aproveitamento das entrevistas”, observou Adriana.

Pesquisa

De acordo com o IBGE, a Pnad Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. “A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE”, informou o Instituto.

A coleta de informações da pesquisa por telefone é feita desde 17 de março de 2020. A identidade do entrevistador pode ser confirmada no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

2021-12-01T12:08:43-03:00dezembro 1st, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
Ir ao Topo