Início/2021/janeiro

Mercado&Consumo – Dona de Natura e Avon é eleita uma das empresas mais sustentáveis do mundo

O grupo Natura &Co, formado por Avon, Natura, The Body Shop e Aesop, está entre as companhias mais sustentáveis do mundo, de acordo com a 17ª edição do ranking Global 100, elaborado pela Corporate Knights, empresa canadense de mídia e pesquisa especializada em sustentabilidade corporativa. A Natura &Co ocupa a 40ª posição entre as 8.080 avaliadas, e é a primeira colocada na categoria Empresas de Cuidados Pessoais.

Essa foi a primeira vez que o grupo foi listado no ranking. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (25) em mesa-redonda virtual em que CEOs de quatro companhias – incluindo Roberto Marques, presidente-executivo do Conselho e principal executivo do Natura &Co – debateram a evolução para uma economia com zero emissões de carbono.

De acordo com a pesquisa, organizações sustentáveis são as mais longevas e tendem a demonstrar um desempenho financeiro superior. Nos últimos 15 anos, as companhias do Global 100 tiveram um retorno de investimento de 263%, acima de outros índices de mercado.

O Global 100 do Corporate Knights é baseado majoritariamente em dados públicos, e sua metodologia inclui até 24 indicadores-chave de performance, que contemplam temas como: receita de produtos e serviços alinhados a objetivos sustentáveis, diversidade de gênero na gestão, emissões de carbono, consumo de água, salários, segurança no trabalho, entre outros.

A classificação dessa edição também contou com novos indicadores, que destacam preocupações sociais, como licença médica remunerada, diversidade racial de executivos e conselheiros e investimentos com impacto socioambiental positivo.

No ano passado, o Natura &Co divulgou o documento “Compromisso com a Vida”, visão estratégica de negócios e sustentabilidade para 2030, que abrange metas de proteção à Amazônia, combate à crise climática, proteção aos direitos humanos e incentivo à economia circular.

Alguns dos objetivos da companhia incluem zerar emissões líquidas de carbono, reunir esforços coletivos para acabar com o desmatamento da Floresta Amazônica até 2025, aumentar a diversidade na liderança do grupo e promover a circularidade de embalagens, para que 100% de seus materiais sejam reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis.

Fonte: Mercado&Consumo

2021-01-26T14:27:36-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Mundo do Marketing – Yakult doa 500 mil embalagens de produtos para profissionais de saúde em combate à pandemia

Produto que ajuda a imunidade foi distribuído para médicos, enfermeiros e todos que fazem parte da linha de frente dos hospitais de SP, BH e Paraná

A Yakult do Brasil atingiu a marca de mais de 500 mil embalagens do leite fermentado Yakult doadas para mais de 40 hospitais e instituições de saúde de cidades de São Paulo, Minas Gerais e Paraná. Até o final deste mês a empresa espera chegar a 600 mil doações direcionadas aos médicos, enfermeiros e demais profissionais que atuam em hospitais no combate à pandemia.

No local onde fica o Complexo Fabril da companhia, no Vale do Paraíba, os beneficiados pelas doações são a Santa Casa de Lorena; a Santa Casa de Misericórdia de Guaratinguetá; Hospital Maternidade Frei Galvão (Guaratinguetá); Santa Casa de São José dos Campos; e a Secretaria de Saúde de Lorena.

Já no interior e litoral de São Paulo as doações são destinadas ao Hospital Regional de Jundiaí; Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp); e Santa Casa de Santos. A Yakult também doou seu principal produto entre as unidades de saúde Hospital Municipal Infantil Menino Jesus; Hospital Geral do Grajaú; Hospital Nipo-Brasileiro; e Hospital Santa Marcelina, todos na capital paulista. Além disso, a companhia realiza a mesma ação no Paraná e em Belo Horizonte.

Fonte: Mundo do Marketing

2021-01-26T14:25:55-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Hoje em Dia – Marcas de cosméticos, Natura e O Boticário se aproximam de clientes em jornada de digitalização

Se o “faça você mesmo” na área da beleza chegou para ficar em muitos lares brasileiros, o consumo por produtos para este fim (já altíssimo no país) vai se modificando e a forma de adquiri-los, também. Prova disso são os movimentos feitos pelas duas maiores marcas de cosméticos nacionais de 2020 pra cá.

Na Natura, onde a jornada de digitalização do modelo de negócios já estava em curso, as vendas pelos canais digitais cresceram significativamente e a criação do modelo chamado social selling foi uma das principais apostas.

“As consultoras podem interagir com os clientes pelas redes sociais, seja compartilhando revistas digitais interativas por aplicativos ou divulgando oportunidades e promoções personalizadas. Com isso, conseguimos ajudar a garantir um crescimento de produtividade da rede de consultoras de 13,8% no balanço de resultados mais recente, do 3º trimestre de 2020”, explica Fernanda Rol, diretora de Marketing da Natura.

Já n’O Boticário, além da repaginação do e-commerce – que agora conta com “Espelho Virtual”, que permite que o consumidor “experimente” os produtos preferidos de maquiagem on-line –, foi o WhatsApp a ferramenta escolhida para dar vazão aos pedidos dos clientes.

“Pensamos em iniciativas para que os clientes pudessem comprar de forma virtual os produtos da loja física mais próxima ao endereço, o que se tornou possível com o lançamento do nosso WhatsApp oficial, unindo a inteligência artificial à experiência do atendimento presencial, garantindo a entrega em domicílio de forma ágil e segura”, explica Gustavo Fruges, diretor de Comunicação e Marca d’O Boticário.

De acordo com a marca, o serviço de atendimento por chat oferecido funciona da seguinte forma: “primeiro direciona o cliente para uma loja próxima do local de entrega. A partir de então, quem passa a atender o cliente via Whats é um time de especialistas em beleza da loja, que irá auxiliar em toda a jornada de compra de forma individual. Por ali, cliente e atendente também combinam o horário da entrega dos pedidos no endereço, geralmente feita no mesmo dia”.

Fonte: Hoje em Dia

2021-01-26T14:24:18-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Repórter Diário – Yakult faz promoção para estimular consumo de suco de maçã no verão

Para estimular o consumo de suco de maçã no verão, a Yakult lança promoção exclusiva com o produto para a venda domiciliar. Válida para vendas realizadas por comerciantes autônomos em todo o Brasil, a campanha oferece duas formas de desconto aos consumidores.

Até 30 de janeiro, o consumidor que realizar o pedido de caixa com 27 unidades de suco por meio dos comerciantes autônomos pagará R$ 55 (aproximadamente 15% de desconto sobre o preço normal de R$ 64,80). As entregas serão realizadas a partir do dia 1º de fevereiro.

Se o cliente preferir, poderá optar pelo pack especial com 09 unidades do produto, que custará R$ 19,50 (aproximadamente 10% de desconto sobre o preço normal de R$ 21,60). Neste caso, os pedidos podem ser realizados até 13 de fevereiro e as entregas ocorrem a partir do primeiro dia de fevereiro.

Além de melhorar as vendas diretas do produto, a empresa quer incentivar o cliente a consumir o suco de maçã. O produto é 100% suco, sem adição de açúcares, conservantes ou aditivos artificiais e tem apenas 40 calorias por 100ml. O produto é comercializado em embalagem longa vida de 200ml.

Fonte: Repórter Diário

2021-01-26T14:18:26-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Estado – Empresários como Pedro Passos, da Natura, veem “improviso” do governo em vacinação contra Covid-19

A credibilidade do que o Planalto diz está abalada para empresários

Um executivo presente à reunião entre empresas e membros de três ministérios sobre a vacinação contra a Covid-19, na semana passada, disse ter saído “aliviado” do encontro.

Na ocasião, o governo garantiu ter o controle da situação, tanto no estoque de vacinas quanto para a entrega dos imunizantes. Após o barulho político e as dificuldades do governo em garantir vacinas, porém, a impressão mudou.

Empresários entrevistados pelo Estadão dizem estar dispostos a ajudar a agilizar a vacinação, mas se irritaram com os “improvisos” e cobram clareza da situação para poderem ajudar.

Segundo Pedro Passos, cofundador da gigante dos cosméticos Natura (NTCO3), o “empresariado como um todo está atônito porque a desinformação que vem do governo central é muito grande”. “A sensação é que há muito improviso. E isso assusta. Temos de vacinar 200 milhões de pessoas. E, como só devemos ter vacina em quantidade em dois meses, se tudo der certo, teremos de imunizar 1 milhão de pessoas por dia para terminar a vacinação em 2021. É um desafio gigante”, afirma.

Segundo empresários da indústria e do comércio ouvidos pela reportagem, depois da reunião com o governo na semana passada, ficou claro que o governo tenta vender a ideia de que a situação da vacina está sob controle quando essa não é a realidade. Por isso, a credibilidade do que o Planalto diz está abalada.

No encontro promovido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), representantes de três ministérios – o ministro-chefe da Casa Civil, general Braga Netto; o ministro das Comunicações, Fábio Faria; e o secretário-geral do Ministério da Saúde, Élcio Franco – chegaram a dizer que o país teria 500 milhões de doses contratadas. Além disso, dispensaram a oferta do setor privado para adquirir vacinas.

Um dia após a reunião, o governo fracassou em importar 2 milhões de doses da Índia, apesar de ter mobilizado um avião da Azul para esse fim. A previsão é que as doses da vacina da parceria entre Oxford e AstraZeneca comecem a chegar hoje.

Após os anúncios e recuos ao longo dos últimos sete dias – que incluíram também novas polêmicas entre poderes e risco de desabastecimento da CoronaVac -, parte do setor produtivo quer “ver para crer”.

“O que adianta colocar minha estrutura à disposição se não há vacina para distribuir?”, diz o presidente de uma empresa com 40 mil funcionários e atuação em todo o Brasil. “Com a quantidade de vacinas que temos, o governo consegue dar conta de distribuir sozinho.”

Diante das idas e vindas, e da insistência do governo em propagar o tratamento precoce para a Covid-19 – receita comprovadamente ineficaz, segundo cientistas -, há companhias que prefiram tomar suas próprias medidas sem se associar à administração central. “Estamos tomando algumas ações na ‘moita’. Infelizmente, hoje no Brasil é assim”, disse o executivo de uma grande indústria.

A disposição das empresas em se mobilizar sem intermediação oficial ficou clara ontem, com o anúncio de que 15 grandes empresas – entre elas Weg (WEGE3), Renner (LREN3), Magazine Luiza (MGLU3), Mercado Livre, Ambev (ABEV3) e Nestlé – se uniram para doar R$ 1,6 milhão ao programa Unidos Contra a Covid-19, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), para a criação de uma usina de produção de oxigênio a ser destinado aos hospitais do Estado do Amazonas.

O porta-voz da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) para a Covid-19, Rafael Lucchesi, diretor-geral do Senai, reforçou, porém, que os governos lideram a agenda de saúde pública no mundo todo. “A posição da CNI é que a vacina é uma prioridade absoluta para dar segurança aos indivíduos e para o resgate da normalidade social, econômica e produtiva”, afirma. “Tem de ser a prioridade zero do governo federal.”

Fonte: Agência Estado

2021-01-26T14:16:22-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – IPCA-15 desacelera a 0,78% em janeiro, mas taxa é a maior para o mês desde 2016

Resultado ficou abaixo das projeções de 0,81%; índice acumula agora 4,30% em 12 meses, acima do centro da meta para 2021, de 3,75%

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,78% em janeiro, após avançar 1,06% em dezembro, informou nesta terça-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a maior variação do indicador para um mês de janeiro desde 2016, quando registrou inflação de 0,92%.

O resultado ficou abaixo das projeções de consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, que projetavam alta de 0,81% em janeiro. O intervalo das estimativas era de 0,48% a 1,08%.

No resultado acumulado em 12 meses, o IPCA-15 ficou em 4,30% em janeiro, ante 4,23% no resultado fechado de 2020. A meta de inflação perseguida pelo Banco Central para 2021 é de 3,75%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para baixo ou para cima.

O IPCA-15 é uma prévia do IPCA, calculado com base em uma cesta de consumo típica das famílias com rendimento entre um e 40 salários mínimos, abrangendo nove regiões metropolitanas, além de Brasília e do município de Goiânia. A diferença em relação ao IPCA está no período de coleta e na abrangência geográfica.

Fonte: Valor Econômico

2021-01-26T14:14:02-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – Economia já aceita volta do auxílio, mas quer atrelar medida a corte de gastos

Diante da pressão para retomar benefício, Guedes pretende negociar com o Congresso a aprovação de Proposta de Emenda Constitucional com medidas de ajuste que não avançaram em 2020, como a redução de despesas com servidores

BRASÍLIA – Apesar das resistências, o Ministério da Economia já discute uma nova rodada do auxílio emergencial, mas com uma condição: a realização de um acordo com o Congresso para aprovação rápida de medidas de corte de gastos. A decisão só deve ser tomada depois das eleições para o comando da Câmara e do Senado – marcadas para 1.º de fevereiro –, quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, pretende abrir diálogo para a aprovação das medidas.

Até lá, a estratégia é “segurar a respiração e esperar a eleição”, como definiu ao Estadão um integrante da equipe econômica. A posição dos quatro principais candidatos à presidência de Câmara e do Senado, favoráveis à nova rodada do auxílio em meio ao avanço da covid-19, está forçando o governo a rever os planos, ao mesmo tempo que cresce a pressão para o governo acelerar as negociações para adquirir vacinas para imunizar a população e destravar a economia.

Como revelou o Estadão no sábado, o ministro quer aproveitar o momento de pressão dos parlamentares, governadores e prefeitos para tentar “fazer do limão uma limonada” e aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) com medidas de ajuste que não avançaram em 2020, incluindo cortes em gastos com os servidores.

Ontem, o presidente Jair Bolsonaro deu a senha e evidenciou a preocupação do governo com o endividamento. “A palavra é ‘emergencial’. O que que é ‘emergencial’? O que não é duradouro, não é vitalício, não é aposentadoria. Lamento muita gente passando necessidade, mas a nossa capacidade de endividamento está no limite”, disse a apoiadores.

Guedes quebrou o silêncio que mantinha desde que voltou das férias de fim de ano. Em seu primeiro pronunciamento público em 2021, defendeu ontem a vacinação, numa estratégia do Palácio do Planalto para reverter as críticas pela demora na implementação do plano de imunização do governo.

Apesar da maior reserva, Guedes está trabalhando em medidas e aguarda o resultado das eleições para que essas negociações não atrapalhem a corrida no Congresso. A última aparição do ministro em entrevista tinha sido em 23 de dezembro, numa divulgação de dados sobre emprego.

Crédito extraordinário
O discurso da área econômica é buscar espaço no Orçamento e no teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação. Mas, como a necessidade do auxílio é urgente, o tempo é curto para aprovar uma PEC e o Orçamento de 2021 ainda não foi aprovado, não se descarta a possibilidade de abrir um crédito extraordinário, liberando recursos fora do teto.

Diante da constatação do agravamento da segunda onda da covid-19, o que se considera é que o pedido do crédito, se bem fundamentado, poderá ser aceito pela Secretaria de Orçamento Federal (SOF). A posição da SOF é relevante porque sempre houve resistência dos técnicos em assinar um crédito extraordinário, que exige que os recursos sejam direcionados para gastos imprevisíveis. Como a pandemia não é mais imprevisível, essa dúvida sempre foi levantada. Mas a piora da covid e as novas medidas de restrições em grandes cidades estão mudando o quadro.

Nesse caso, o governo pretende dar uma sinalização na direção da redução da dívida pública. Para isso, Guedes e sua equipe contam com a devolução antecipada de recursos emprestados pelo Tesouro Nacional ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Caixa Econômica Federal. A dívida pública em 2020 deve ficar mais baixa do que o previsto. O especialista Fernando Montero, economista-chefe da Tullet Prebon, prevê que a dívida bruta tenha ficado em 87,9% do Produto Interno Bruto em 2020. A Instituição Fiscal Independente (IFI) reduziu sua projeção de 93,1% para 90,1% do PIB.

No Congresso, os dois principais parlamentares candidatos à presidência da Câmara – Baleia Rossi (MDB-SP) e Arthur Lira (PP-AL) – avaliam que dá para fazer um novo auxílio dentro do teto. O atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que apoia a candidatura de Baleia, disse ontem que, se o endividamento do País tiver fechado num patamar menor, é possível debater uma prorrogação do auxílio por até seis meses, em valor de R$ 200 ou R$ 300.

Do outro lado da disputa, Lira buscou mostrar alinhamento aos objetivos de Guedes e se disse disposto, se eleito para o comando da Câmara, a discutir a revisão de gastos como o abono salarial, espécie de 14.º salário pago a trabalhadores com carteira que ganham até dois salários mínimos. O benefício é considerado disfuncional pela equipe econômica.

“O abono será discutido, mas não quer dizer que o ajuste será só nas costas do abono”, disse. Segundo Lira, qualquer discussão sobre o auxílio “precisa respeitar o teto de gastos”.

Fonte: Estadão

2021-01-26T14:12:03-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – Analistas do mercado sobem estimativa de inflação para 3,50% em 2021

Pela terceira semana seguida, economistas elevaram suas projeções para o IPCA, de acordo com o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central

BRASÍLIA – Os economistas do mercado financeiro aumentaram, pela terceira semana seguida, a previsão para o IPCA – o índice oficial de preços – em 2021. O Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira, 25, pelo Banco Central, mostra que a mediana para o IPCA este ano foi de alta de 3,43% para 3,50%. A projeção para o índice em 2022 seguiu em 3,50%.

O relatório Focus trouxe ainda a projeção para o IPCA em 2023, que seguiu em 3,25%. No caso de 2024, a expectativa foi de 3,22% para 3,25%.

A projeção dos economistas para a inflação está abaixo do centro da meta de 2021, de 3,75%, sendo que a margem de tolerância é de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). A meta de 2022 é de 3,50%, com margem de 1,5 ponto (de 2,00% a 5,00%), enquanto o parâmetro para 2023 é de inflação de 3,25%, com margem de 1,5 ponto (de 1,75% a 4,75%).

Em 2020, pressionado pelos preços dos alimentos, o IPCA chegou a 4,52%, acima do centro da meta para o ano, que era de 4%, mas dentro do intervalo de tolerância. Foi a maior inflação anual desde 2016.

Atividade econômica
Sobre o comportamento da economia brasileira em 2021, os economistas do mercado financeiro elevaram sua estimativa de alta do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,45% para 3,49% na semana passada. Essa foi a terceira alta consecutiva do indicador.

Para 2022, o mercado financeiro manteve a previsão do PIB em alta de 2,50%.

Após a manutenção da taxa básica de juros em 2% ao ano, o mercado segue prevendo alta na Selic. Para o fim de 2021, a expectativa do mercado subiu de 3,25% para 3,50% ao ano.

E, para o fechamento de 2022, os economistas do mercado financeiro elevaram a expectativa em 4,75% para 5% ao ano.

Fonte: Estadão

2021-01-26T14:09:41-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – Com pandemia, arrecadação federal recua 6,9% em 2020 e tem o pior resultado em 10 anos

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, foi uma “queda branda”, dada a gravidade dos efeitos da covid-19 na economia; total arrecadado foi de R$ 1,479 trilhão, segundo a Receita

BRASÍLIA – Afetada pela pandemia de covid-19, a arrecadação de impostos, contribuições e demais receitas federais registrou queda real (descontada a inflação) de 6,9% em 2020 na comparação com o ano anterior, para R$ 1,479 trilhão, informou a Secretaria da Receita Federal nesta segunda-feira, 25. De acordo com dados oficiais, esse foi o pior resultado para um ano fechado desde 2010.

A arrecadação de 2020 foi influenciada pela pandemia, que causou um tombo na economia brasileira. Com menos atividade, há menos arrecadação. Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, que fez um pronunciamento no início da coletiva à imprensa, mas não respondeu a questões dos jornalistas, o resultado mostrou que não houve “colapso” das receitas no ano passado.

O ministro enfatizou que a queda na arrecadação foi bem menor do que a prevista inicialmente pelos economistas. “Queda (nominal, sem levar em conta a inflação do período) de 3,75% da arrecadação, no ano de desafio para a economia, é resultado excelente. Essa queda de 3,75% da arrecadação em 2020 em termos nominais é uma ‘queda branda’, dada a gravidade do fenômeno (da pandemia)”.

“De janeiro a junho de 2020, a queda real acumulada era de 15%. Então, chegar ao fim do ano com uma queda real de 6,9% é positivo”, disse o secretário especial da Receita Federal, José Tostes. Segundo ele, há uma perspectiva positiva para o PIB deste ano e a tendência é que a arrecadação acompanhe esse movimento.

O ministro voltou a citar medidas tomadas pelo governo durante a pandemia de covid-19 como a redução do imposto de importação de produtos hospitalares, a suspensão da cobrança do IOF sobre operações de crédito e a prorrogação no pagamento de impostos em mais de R$ 80 bilhões durante o auge da crise. A expectativa era que R$ 85 bilhões cujos pagamentos foram atrasados fossem quitados ainda em 2020, mas R$ 64,4 bilhões entraram nos cofres públicos.

“A partir do 3º trimestre, recuperamos quase tudo. As empresas se recuperaram e pagaram os impostos diferidos, o que é extraordinário. Apenas R$ 8 bilhões não retornaram. Foi uma folga para as empresas respirarem diante da asfixia que os impostos colocam sobre a economia”, completou.

Guedes destacou ainda o aumento nominal da arrecadação entre as pequenas e médias empresas que pagam o Simples. “Ou seja, arrecadamos mais em 2020 que em 2019. Foi o vigor da recuperação a partir do terceiro e quarto trimestre que possibilitou o aumente ‘brutal’ da arrecadação nesse grupo”, acrescentou.

De acordo com a Receita Federal, o resultado da arrecadação no ano passado decorre do comportamento dos principais indicadores econômicos, bastante afetados pela pandemia ao longo do ano. O órgão destacou o crescimento de 58,86% no volume de compensações tributárias no ano, que somaram R$ 62,1 bilhões.

A Receita apontou ainda a renúncia fiscal de R$ 19,7 bilhões com a desoneração do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) no crédito em 2020. Por outro lado, houve arrecadação atípica de R$ 8 bilhões com Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) no ano passado.

As desonerações concedidas pelo governo resultaram em uma renúncia fiscal de R$ 119,418 bilhões em 2020, valor maior do que o de 2019, quando somou R$ 96,568 bilhões. Apenas no mês de dezembro, as desonerações totalizaram R$ 11,716 bilhões, também acima registrado em dezembro do ano anterior (R$ 9,516 bilhões).

Fonte: Estadão

2021-01-26T14:07:35-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Confiança do consumidor cai pelo quarto mês consecutivo

Índice atinge menor patamar desde junho de 2020

O Índice de Confiança do Consumidor, da Fundação Getulio Vargas (FGV), caiu 2,7 pontos de dezembro de 2020 para janeiro de 2021. Essa foi a quarta queda consecutiva do indicador, que atingiu 75,8 pontos em uma escala de zero a 200 pontos, o menor patamar desde junho de 2020 (71,1 pontos).

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança do consumidor brasileiro em relação ao presente, caiu 1,6 ponto e chegou a 68,1, o menor nível desde maio de 2020 (65 pontos). Já o Índice de Expectativas recuou 3,5 pontos e passou para 82,1.

“O recrudescimento da pandemia e a necessidade de adoção de medidas mais restritivas por algumas cidades geram grande preocupação com os rumos da situação econômica do país e das famílias. Sem o suporte dos benefícios emergenciais, as famílias continuam postergando consumo e dependendo da recuperação do mercado de trabalho, que tende a ser lenta diante do cenário atual”, explica a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt.

Fonte: Agência Brasil

2021-01-26T14:05:13-03:00janeiro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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