Exame – Natura e Avon abrem mais de 190 vagas para jovens em vulnerabilidade

Programa Jovem Aprendiz das empresas têm expecativa de contratatar 50% de pessoas que se autodeclaram negras

A Avon e a Natura, duas gigantes do mercado de beleza que fazem parte do mesmo grupo, está com um processo seletivo aberto para seu programa de Jovem Aprendiz, com foco em pessoas em vulnerabilidade social. O processo será 100% digital e feito pela plataforma Taqe.

A seleção usará inteligência de dados, testes de fit cultural e gameficação para contratar os jovens. Os jovens finalistas que não forem contratados terão a possibilidade de participar de um programa de mentoria com colaboradores das empresas.

O grupo Natura & Co espera que mais de 50% dos contratados sejam pessoas que se autodeclaram negras e residam em comunidades entorno das unidades das empresas, nas cidades de São Paulo, Cabreúva, Fortaleza, Salvador, Cajamar, Benevides e Itupeva.

Inscrições: até 15 de fevereiro, no site.

Fonte: Exame

2021-01-29T10:45:42-03:00janeiro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Meio&Mensagem – Mary Kay anuncia novidades em evento virtual

Entre os anúncios da marca está a campanha “Somos feitas de histórias” e o lançamento do aplicativo Skin Analyzer, que usa IA para ajudar as consultoras a conhecerem melhor a pele de suas clientes

Todo ano desde 2000, a Mary Kay promove o Seminário Viva Mary Kay no Brasil, evento de reconhecimento dedicado às suas consultoras de beleza independentes. Por conta da pandemia da Covid-19, pela primeira vez, o evento foi 100% digital. Durante o Seminário, que aconteceu de 24 a 27 de janeiro, a Mary Kay anunciou novidades, como o lançamento da campanha “Somos feitas de histórias”, que vai guiar os conteúdos da marca em 2021; o anúncio da parceria com Ana Strumpf, artista responsável pelo design da It Bag Mary Kay das consultoras; e o lançamento do aplicativo Skin Analyzer, para ajudar as consultoras a conhecerem melhor a pele de suas clientes.

Segundo Rosana Bonazzi, vice-presidente de vendas da Mary Kay Brasil, a campanha “Somos feitas de histórias” celebra o empoderamento feminino, a independência financeira, o caminho percorrido e o sucesso alcançado. “Convidamos algumas das nossas consultoras de beleza independentes para serem protagonistas, compartilhando a essência de suas trajetórias dentro da marca. Afinal, são elas que representam a companhia. Elas que nos ajudam a construir toda a nossa história, junto com suas clientes”, completa.

Outra novidade anunciada no evento foi o lançamento do aplicativo Skin Analyzer. Desenvolvido globalmente pela marca, o app funciona como uma ferramenta que complementa o atendimento personalizado que é feito pelas consultoras da marca. Por meio de inteligência artificial, o app compara a foto fornecida pela cliente com um banco de dados de 500.000 imagens para realizar uma análise em seis dimensões: poros, rugas, acne, pigmentação, cravos e sensibilidade.

Com acesso exlusivo para as consultoras da marca, ele está disponível gratuitamente para iOS e Android. “O aplicativo ajuda a consultora a conhecer melhor a pele das suas clientes, analisando-a em diferentes dimensões e oferecendo mais dados para que ela indique uma rotina de produtos mais adequada para cada necessidade”, explica Rosana. Durante o Seminário a companhia também anunciou mais uma forma de pagamento pelas consultoras, o PIX.

Além dos lançamentos, durante os quatro dias de evento, por meio da plataforma TM1 Live Streaming, as consultoras tiveram acesso a conteúdos de empreendedorismo, reconhecimento, educação e capacitação. Nomes como Leandro Karnal, Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora, Rachel Maia, fundadora da RM Consulting, que tem a missão de dar oportunidades ilimitadas aos talentos de forma inclusiva e inovadora, e Fabiana Scaranzi também fizeram participações ao vivo no evento, trazendo discussões e temas relevantes para o dia a dia das empreendedoras.

“A essência do Seminário sempre foi presencial, e a Mary Kay ao longo de todos os desafios de 2020 foi se adaptando e se aprimorando. Transformar tanta emoção em um evento online foi realmente um desafio, mas posso afirmar que conseguimos cumpri-lo”, afirma Rosana.

Beleza na pandemia

“2020 não foi um ano fácil, foi um ano de muito aprendizado e ressignificados, mas a Mary Kay conseguiu se adaptar, investindo em novas ferramentas digitais para a força de vendas independente. Em plena pandemia, nós tivemos um recorde histórico no número de novas consultoras em um único mês”, revela a VP de vendas da marca no Brasil.

A companhia apostou em algumas iniciativas durante a pandemia para passar por este momento adverso. Entre elas estão: prorrogação de promoções; intensificação de conteúdo de educação online; isenção do valor da assinatura do “Meu Site Mary Kay Plus”, onde as consultoras podem receber encomendas online; e entrega de diversos materiais para suportar a dinâmica da consultoria de beleza de forma virtual.

Além disso, neste período a marca lançou o “Localizador de Consultora Mary Kay” pelo WhatsApp, no qual as clientes conseguem localizar de forma rápida a consultora de beleza independente mais próxima, de acordo com seu CEP. “Se a cliente já tiver uma consultora, ao tocar em ‘fale direto com ela’ e colocar o nome dela na busca, a plataforma já direciona para uma conversa com ela. A novidade é mais uma ferramenta criada para continuarmos apoiando o negócio de centenas de milhares de mulheres”, finaliza.

Fonte: Meio&Mensagem

2021-01-29T10:41:58-03:00janeiro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Conta salário poderá ser movimentada por Pix, diz diretor do BC

Saque em lojas também poderá ser feito por ferramenta em 2021

Nos próximos meses, o trabalhador poderá movimentar a conta salário por meio do Pix, sistema do Banco Central (BC) de pagamentos instantâneos. A declaração foi dada hoje (28) pelo diretor de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello.

O diretor também anunciou três novidades para 2021: o uso do Pix para saques em estabelecimentos comerciais, o pagamento por aproximação pelo Pix e o iniciador de pagamentos no sistema.

Por meio do saque em lojas, o usuário faz uma transferência Pix para um estabelecimento comercial e saca o valor em dinheiro. O usuário também pode fazer uma compra e repassar um valor maior, retirando a diferença no caixa.

No pagamento por aproximação, o cliente pode aproximar o celular de uma maquininha de cartão, que debita o valor por meio do Pix. Na iniciação de pagamentos, será criado um tipo de instituição financeira, com capital mínimo de R$ 1 milhão, que executará as transferências, mas não participará do fluxo financeiro.

Mello também anunciou um sistema de devolução de recursos em caso de falha operacional das instituições ou de suspeita fundada de fraude. O diretor do BC também prometeu, para este ano, a integração dos aplicativos dos bancos e das demais instituições participantes do Pix com a agenda dos smartphones. Dessa forma, o usuário pode usar o aplicativo da instituição financeira para abrir a lista de contatos e ver quais números de telefone estão associados a uma chave Pix.

O diretor do BC também fez um balanço do Pix. Segundo ele, desde o lançamento do sistema, em novembro, a quantidade de operações por meio da ferramenta ultrapassou o volume somado de transferências eletrônicas diretas (TED) e de documentos de ordem de crédito (DOC). Segundo ele, isso atesta o sucesso da ferramenta.

Fonte: Agência Brasil

2021-01-29T10:35:10-03:00janeiro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – Mercado formal de trabalho fecha 2020 no azul, mas mulheres perdem vagas com carteira assinada

Enquanto houve abertura de 230,3 mil vagas para homens, as empresas fecharam 87,6 mil postos ocupados por mulheres; pandemia ajudou a aumentar a desigualdade do mercado, apontam especialistas

BRASÍLIA – No ano em que o mercado de trabalho formal mostrou resiliência diante da pandemia de covid-19, com abertura de novos postos, as mulheres acabaram empurradas na direção contrária. Enquanto houve abertura de 230,3 mil vagas para trabalhadores homens, as empresas fecharam 87,6 mil postos até então ocupados por mulheres.

A desigualdade também é observada conforme a qualificação e a faixa etária do profissional. O mercado encolheu para quem tem ensino médio incompleto ou formação abaixo disso, mas expandiu oportunidades a quem tem ensino médio completo ou ensino superior. Na análise por idade, a abertura de vagas se concentrou em trabalhadores até 29 anos. Para profissionais acima de 30 anos, houve fechamento de postos.

Representantes do governo admitem que a pandemia acirrou as desigualdades, mas defendem uma observação da tendência de recuperação do mercado de trabalho para identificar a real necessidade de políticas voltadas ao combate dessas diferenças.

A coordenadora-geral de Cadastros, Identificação Profissional e Estudos da Secretaria de Trabalho, Mariana Eugênio, disse que o quadro tem relação com “questões estruturais”. Segundo ela, grande parte da força de trabalho feminina está no setor de serviços, um dos mais afetados pela crise provocada pela pandemia. “A expectativa é que, uma vez que a situação do mercado de trabalho volte à normalidade, mulheres também sejam beneficiadas nesse sentido”, afirmou.

Em relação aos trabalhadores mais velhos, Mariana ressaltou que muitos fazem parte do grupo de risco e enfrentaram restrições durante a pandemia.

O secretário de Trabalho do Ministério da Economia, Bruno Dalcolmo, reconheceu que a crise da covid-19 tende a acirrar questões de desigualdade no mercado de trabalho em todos os Países. “No nosso caso, principalmente, setores que se mantiveram muito ativos durante a crise são historicamente caracterizados por mão de obra masculina, como construção, por exemplo, e indústria e agricultura em menor sentido”, observou.

Por outro lado, Dalcolmo ressaltou que o programa emergencial para preservar empregos beneficiou principalmente o setor de serviços – que tem maior fatia de mão de obra feminina. Ele lembrou ainda que esses trabalhadores têm garantia provisória de emprego até meados deste ano, enquanto quem ficou livre de reduções em 2020 não têm a mesma proteção.

O secretário negou que o governo conte apenas com a recuperação do mercado de trabalho para atenuar essa desigualdade, mas ponderou que “não se faz política pública para situações pontuais, ocasionais”. “É preciso ter um diagnóstico mais concentrado de como o mercado de trabalho reagirá na saída dessa pandemia e como ele encontrará o novo normal. Se distorções forem geradas em demérito de públicos específicos, é claro que precisaremos avaliar”, disse.

O secretário especial de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco, avaliou que o governo precisará analisar o impacto da crise em cada setor e, então, analisar o caso específico das mulheres. Ele defendeu também um olhar cuidadoso para a qualificação dos trabalhadores, em geral e especificamente de jovens e mulheres.

“Temos que olhar de maneira muito sensível para a qualificação profissional, e isso já estamos pensando, para recolocação em novos postos de trabalho. isso é fundamental. qualificação desse público específico, no caso mulheres e todos os outros, redução do custo de contratação, melhoria ambiente de negócios e maior segurança jurídica”, disse Bianco.

Fonte: Estadão

2021-01-29T10:27:19-03:00janeiro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – Para Campos, fiscal é ‘chave de tudo’

O quadro fiscal é “a chave de tudo” e dá espaço ou não para o Banco Central (BC) manejar a política monetária, afirmou o presidente da instituição, Roberto Campos Neto. “O fiscal é o que vai dar o campo de manobra para o BC agir na política monetária”, disse.

Campos reforçou que o BC considera que “vários componentes” dos choques inflacionários recentes são temporários. Ele lembrou que a aceleração dos preços foi causada pela alta das commodities, desvalorização cambial e elevação dos preços de alimentos. Mas reconheceu que “começou a haver contaminação, principalmente dos núcleos”, referindo-se às medidas mais sensíveis à atividade econômica e à política monetária.

O presidente do Banco Central disse ainda que os números do mercado de crédito referentes a 2020 mostram um quadro positivo para o Brasil. “Poucos países apresentam esse número de crédito na pandemia”, disse.

Fonte: Valor Econômico

2021-01-29T10:25:25-03:00janeiro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Juros para famílias caem ao menor nível histórico em 2020, diz BC

Taxa média ficou em 37% ao ano em dezembro

As famílias e empresas pagaram taxas de juros mais baixas em 2020, de acordo com as Estatísticas Monetárias e de Crédito divulgadas hoje (28) pelo Banco Central (BC). No crédito às famílias, a taxa média atingiu 37% ao ano em dezembro, o menor da série histórica iniciada em 2011, com reduções de 9 pontos percentuais se comparado a 2019 e de 1,2 ponto percentual em relação a novembro.

De acordo com o BC, o destaque em dezembro foi a redução de 5,8 pontos percentuais no crédito pessoal não consignado, chegando a 74,5% ao ano. Se comparado a dezembro, a queda foi de 20,1 pontos percentuais.

Os juros do crédito consignado caíram 1,9 ponto percentual no ano e se mantiveram estáveis entre novembro e dezembro em 18,6% ao ano. A taxa do cheque especial chegou a 115,6% ao ano em dezembro, aumento de 2,1 pontos percentuais em relação a novembro e queda de 132 pontos percentuais se comparado a dezembro de 2019.

Houve aumento nos juros médios do rotativo do cartão de crédito. A taxa chegou a 328,1% ao ano, com elevação de 6,9 pontos percentuais no mês e 9,3 pontos percentuais no ano. No caso do rotativo regular, quando o cliente paga pelo menos o valor mínimo da fatura, a taxa chegou a 301,9% ao ano, aumento de 8,6 pontos percentuais entre novembro e dezembro e de 15,7 pontos percentuais comparado a dezembro de 2019.

A taxa do rotativo não regular (dos clientes que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura) também subiu e chegou a 347,7% ao ano, alta de 6,4 pontos percentuais em relação ao mês anterior e de 8,1 pontos percentuais no ano.

Pessoas jurídicas
Nas contratações com empresas, a taxa livre alcançou 11,7% ao ano, representando redução de 4,6 pontos percentuais em relação ao mesmo mês de 2019 e de 0,5 ponto percentual comparando a novembro, com destaque, no mês, para capital de giro acima de um ano, que caiu 0,8 ponto percentual, chegando a 11% ao ano.

Excluindo-se as operações rotativas, a taxa média de juros do crédito livre para as empresas situou-se em 20,3%, recuando 4,5 pontos percentuais em 2020 e 0,7 ponto percentual no mês de dezembro.

No crédito livre os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado tem regras definidas pelo governo, e é destinado, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito.

No caso do crédito direcionado, a taxa média para pessoas físicas ficou em 7% ao ano em dezembro de 2020, queda de 0,4 ponto percentual em relação a 2019. Para as empresas, a taxa subiu 1,7 pontos percentuais no ano, para 10% ao ano.

Inadimplência
A inadimplência do crédito geral atingiu 2,1% em dezembro, menor valor da série, com queda de 0,1 ponto percentual no mês e 0,8 ponto percentual no ano. De acordo com o BC, isso se deu, em parte, pela influência das renegociações e prorrogações de dívidas que ocorreram no contexto da pandemia.

No crédito livre, os atrasos de pagamentos das famílias, considerados aqueles acima de 90 dias, caíram 0,8 ponto percentual no ano, chegando a 4,2%. A inadimplência das empresas no crédito livre recuou 0,7 ponto percentual no ano para 1,4%.

Fonte: Agência Brasil

2021-01-29T10:20:38-03:00janeiro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – Governo espera despesa menor com Previdência, salários e benefícios em 2021

Revisão deve ajudar o governo no desafio de cumprir o teto de gastos, regra que limita o avanço das despesas à inflação

BRASÍLIA – Uma despesa menor que o previsto com benefícios previdenciários, salários de servidores, abono e seguro-desemprego deve ensejar uma revisão desses gastos para 2021, informou nesta quinta-feira, 28, o Tesouro Nacional.

A medida deve ajudar o governo no desafio de cumprir o teto de gastos, regra que limita o avanço das despesas à inflação e que está fortemente pressionada pelo aumento dos gastos obrigatórios e pelo desejo do Congresso Nacional de turbinar obras e fortalecer políticas sociais.

Segundo o Tesouro, as chamadas despesas discricionárias, que incluem o custeio da máquina e os investimentos, devem ficar em 2021 num “montante próximo à execução de 2020”. No ano passado, o governo destinou R$ 108,2 bilhões a esses gastos – foi o menor valor real da série, iniciada em 2008.

Como mostrou o Estadão/Broadcast, o governo já vinha contando com a possibilidade de rever despesas previdenciárias e com pessoal para baixo e, assim, ter mais espaço para acomodar pressões de aumento das despesas. Uma dessas pressões é justamente a variação maior do INPC, que levou a um reajuste mais elevado do salário mínimo e, consequentemente, de vários benefícios pagos pelo governo. O INPC subiu 5,45%, mas o índice de inflação que corrige o teto teve alta de apenas 2,13%, provocando um descasamento.

O salário mínimo foi reajustado a R$ 1.100, contra uma previsão de R$ 1.067 na proposta de Lei Orçamentária Anual (LOA) que está no Congresso aguardando aprovação. Cada R$ 1 a mais no salário mínimo eleva as despesas em R$ 351,1 milhões.

Fonte: Estadão

2021-01-29T10:16:10-03:00janeiro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

CNN Brasil – Empreendedores apostam em consórcio para vender mais lingerie e até Tupperware

Participar de consórcios não era comum na vida de Iraci Piccinato. Por mais que ela conhecesse o modelo, nunca teve interesse em utilizá-lo para adquirir imóveis, veículos ou algum outro bem. Foi em 2020, durante a pandemia da Covid-19, que a aposentada de 66 anos decidiu mudar este padrão e participar de um consórcio inusitado: comprou uma cota em um consórcio de Tupperware.

“Foi uma experiência muito positiva, já até avisei que quero participar novamente. Antes eu comprava Tupperware de forma esporádica, nunca em grande quantidade”, conta.

Ela conheceu o consórcio de Tupperware por meio de uma parente, e decidiu adquirir uma cota de R$ 30 por um período de 10 meses –valor menor que o de cotas mais tradicionais no mercado, que costumam variar entre R$ 500 a até milhares de reais, e porem durar vários anos, a depender do bem.

Ao ser sorteada, Iraci recebeu R$ 300 para gastar especificamente em produtos da marca. “Não é muito comum gastar tanto dinheiro de uma vez com Tupperware. Por isso, fazendo o consórcio, a gente não sente no bolso e, no fim, pode comprar produtos de mais qualidade, que não compraríamos porque são mais caros”, explica.

Segundo ela, é como se o consórcio ajudasse-a enganar o próprio cérebro de uma maneira positiva. Apesar de o valor da cota não prejudicar sua organização financeira, seria difícil economizar por conta própria. “São R$ 30 todo mês. Então, se eu fizesse isso sozinha, sempre iria acabar gastando o dinheiro com outra coisa.”

A organizadora do consórcio ao qual Iraci aderiu é Sônia Maria Tierno. Ela começou a fazer consórcio de Tupperware em fevereiro de 2020, antes da pandemia começar. Ela conta que, ao contrário de suas expectativas, as vendas aumentaram em grande quantidade durante o período de quarentena. “Achei que seria bem ruim, mas a procura foi tanta que neste ano vamos dobrar o número de turmas oferecidas para consórcio”, afirma.

A ideia de implantar este modelo de vendas surgiu para que Sônia Tierno pudesse atingir mais facilmente suas metas comerciais. Sendo vendedora autônoma, ela não teria condições de parcelar uma Tupperware em 10 vezes, por exemplo.

Com o consórcio, ela consegue garantir para suas clientes o pagamento de pequenas parcelas e, também, garantir para si mesma a entrada de um valor base todos os meses. “A aceitação foi tão boa justamente por ser um consórcio barato e que dura menos de um ano para sortear todos os participantes”, diz.

O sorteio é realizado de forma caseira. Uma das filhas da vendedora costuma gravar a mãe sorteando o nome da cliente agraciada e, depois, envia este vídeo em um grupo de WhatsApp com todas as participantes.

O preço dos produtos de Tupperware vendidos por Sônia varia entre R$ 9,90 a R$ 250. Ao ter um maior aporte financeiro disponível para ser gasto, a tendência de seus clientes é comprar produtos que não comprariam de maneira individual, como foi o caso de Iraci Piccinato.

Para tentar fugir de calotes, Sônia só aceita nos consórcios pessoas com indicação. Também trabalha somente na cidade de São Paulo. “Claro que algumas clientes conhecemos mais e outras menos, mas isso evitou que tivéssemos qualquer problema de inadimplência ou outros transtornos”, afirma.

Boleto só para conhecidos
O casal Janai Levi e Quezia Araujo também faz consórcios de Tupperware. Eles oferecem três opções de cotas aos seus clientes: R$ 30, R$ 50 ou R$ 100. Todas possuem duração de 10 meses e, quando sorteado, o cliente pode retirar R$ 300, R$ 500 ou R$ 1.000 em produtos, respectivamente.

Eles atuam em 35 cidades de todo o Brasil e já atenderam 423 clientes. Para se proteger de calotes, usam a modalidade de assinatura no PagSeguro, em que todos os meses o valor do consórcio é debitado do cartão de crédito do participante.

“A nossa maior dificuldade hoje é atender clientes que não possuem cartão de crédito. Só fazemos consórcio por boletos para clientes antigos e pessoas conhecidas”, diz Jani Levi.

Consórcio de lingerie e moda sustentável
A veia empreendedora do autônomo brasileiro não está restrita ao setor de Tupperware. Francielle Ferreira conquistou dezenas de clientes ao lançar em sua loja consórcios de lingerie. As cotas oferecidas pela microempresária são de R$ 50, com duração de 10 meses. Ao serem sorteadas, as clientes podem gastar R$ 500 em lingerie.

A ideia surgiu para tentar conscientizar a respeito de consumo sustentável. “Queremos trabalhar a moda sustentável, não queremos que nossos clientes comprem por impulso. Ao participar de um consórcio, a compra é muita mais assertiva, pois a pessoa pode se programar e saber exatamente o que vai retirar”, afirma Francielle.

Para ajudar no planejamento de suas clientes, os consórcios realizados em sua loja têm um único sorteio. No primeiro mês, cada participante já sabe quando poderá retirar sua compra. “Este planejamento faz com que as clientes comprem peças de maior qualidade. De forma individual, não seria comprada uma lingerie de R$ 80, e sim uma de R$ 40, que vai gerar mais lixo para o meio ambiente”, diz.

Nos últimos três anos, Francielle Ferreira já organizou 24 rodadas de consórcio. Ela conta que muitas de suas clientes costumam comprar até três cotas de forma simultânea, já planejando quais itens querem retirar em cada um dos sorteios.

Para sua loja, o consórcio também garante a entrada de uma receita recorrente, e isso permite que ela possa organizar seu estoque conforme a necessidade das clientes. “Ao participar do consórcio, elas informam o tamanho que vestem. Assim eu consigo saber quais tamanhos tenho de comprar em cada mês, evitando compra excessivas e diminuindo o lixo gerado”, diz.

Em todas as 24 rodadas, a microempresária sofreu com apenas um caso de inadimplência. Para evitar este problema, ela realiza um contrato firmado em cartório, que dispõe de todas as características e regras do consórcio, e dos dados das participantes.

Francielle Ferreira também relata que, durante os meses de quarentena, a procura online pelos consórcios de lingerie aumentou. “Vendemos muito. Para receber as clientes que chegaram através da internet, implantemos a entrega sem custo”, diz.

Cuidados a tomar antes de aderir
No Brasil, a atividade de consórcios é oficialmente regulada pelo Banco Central, que fornece autorizações para as administradoras. Essas administradoras, por sua vez, possuem representação através da Abac (Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios).

O advogado Leonardo Baptista Rodrigues Cruz, sócio de Regulatório Bancário e Transações Financeiras do escritório de advocacia Pinheiro Neto, explica que consórcios realizados sem uma administradora responsável estão em desconformidade com a regulação.

Com a pandemia da Covid-19, o crescimento de consórcios informais, feitos em forma de autofinanciamento, foi bastante expressivo. “Esse universo de consórcio possui um volume muito menor de vendas e de valor de cota. Então, acaba sendo impossível regular cada um deles”, diz o especialista.

Para Rodrigues Cruz, o principal problema ocorre quando consórcios informais atingem um número alto de pessoas. Nesses casos, é comum encontrar situações ligadas a fraude. “Principalmente quando o cliente não conhece os responsáveis pelo consórcio, existe o risco grande de ele aportar seus recursos na esperança de ser sorteado e, então, o responsável simplesmente sumir”, afirma.

Para se proteger, a recomendação é entrar no site do Banco Central e verificar quais administradoras estão regularizadas. Com a sofisticação do mercado, o especialista pontua que existem consórcios de diversos tipos e com tempos de contribuição bastante distintos.

“É preciso estar atento e desconfiar sempre de consórcios que garantem a contemplação em um prazo muito curto, como um ou dois meses.”

Ele também recomenda, por exemplo, formalizar o consórcio por meio de um contrato para trazer mais segurança para o cliente e para o vendedor.

Alta de consórcios na pandemia
Não foram apenas lingeries e Tupperwares que tiveram mais procura. Vitor Cesar Bonvino, presidente regional da Associação Brasileira de Consórcios (Abac) para São Paulo, reforça que a busca por consórcios aumentou de forma generalizada durante a pandemia.

Ele define essa alta como uma “grata surpresa”. Segundo a associação, a venda de cotas começou a crescer em maio e fechou o ano com 4,8% de acréscimo.

“Acredito que, em casa, as pessoas puderam ser abordadas pela educação financeira, compra planejada e juros baixos”, diz Bonvino. “Elas podem ter percebido que a poupança não é mais vantagem e entendido que seria melhor preparar suas compras por meio de um consórcio.”

Com este movimento de alta, o consórcio que mais vendeu, de acordo com a agência, foi o de automóveis leves (49%), seguido pelo de motos (31%), imóveis (15%) e caminhões (4,5%).

A respeito de consórcios menores, como os mencionados de Tupperware e lingerie, Bonvino acrescenta que estes não são registrados na associação, e que provavelmente não conseguiriam o registro do Banco Central.

“O Banco Central exige capital mínimo de R$ 1 milhão em caixa, entre outras exigências. Isso tudo tem um custo muito alto e muito difícil para pequenos negócios”, explica.

Fonte: CNN Brasil

2021-01-28T10:24:59-03:00janeiro 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Bahia Social Vip – Natura Tododia apresenta embalagens mais práticas e acessíveis e relança Tâmara e Canela

Pensando na importância dos rituais de autocuidado e bem-estar, Natura Tododia incentiva as mulheres a terem uma relação mais harmoniosa com seus corpos com uma linha completa de produtos de uso diário. Os produtos combinam nutrição da pele e dos sentidos com sua ampla oferta olfativa dos cremes para o corpo, agora também no formato bisnaga de 200ml.

Com isso, a marca passa a ofertar seus cremes para o corpo em duas versões: 400ml, que traz um excelente custo-benefício, além de vir com a opção de refil, e bisnagas de 200ml – embalagens práticas e em volumetria menor, perfeitas para o nécessaire de viagem, para levar na bolsa e para experimentar as diferentes fragrâncias de Natura Tododia.

Os cremes para o corpo da marca tem como principal diferencial a nutrição prebiótica, uma fórmula única e inteligente que se adapta às mudanças da pele, deixando-a mais firme e ultramacia todos os dias, o que possibilita a liberdade da escolha de qualquer fragrância.

Além das novas embalagens da linha, Natura Tododia inicia o ano com o relançamento da fragrância Tâmara e Canela, sucesso de vendas em 2020 em edição limitada, agora passa a fazer parte do portfólio fixo da marca. Com uma linha completa de produtos, para hidratar e perfumar a pele, Tâmara e Canela se destaca pela fragrância intensa e marcante que traz a combinação envolvente e sensual das notas de tâmara com o toque quente e amadeirado da canela, alinhado às tendências internacionais.

Das mais refrescantes e alegres às intensas e marcantes, Natura Tododia convida todas as mulheres a descobrir um novo jeito de sentir seu corpo oferecendo diversas possibilidades de fragrâncias para cada momento, que promovem diferentes sensações e despertam os sentidos.

Fonte: Bahia Social Vip

2021-01-28T10:15:34-03:00janeiro 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Revista News – Natura Lumina lança nova linha de finalizadores

A Natura Lumina lança sua linha de finalizadores. Ideal para todos os tipos de cabelo que precisam de proteção e soluções imediatas para finalização, os novos Protetor Térmico e Essência têm alta performance e efeitos imediatos. Fios finalizados e preparados para qualquer penteado!

O Natura Lumina Protetor Térmico garante proteção máxima do cabelo contra o calor de secadores, chapinhas e modeladores, já que conta com fórmula que blinda as mechas de temperaturas até 230ºC. Além disso, o lançamento também acelera o tempo de secagem, mantém a escova ao longo do dia e tem ação antidanos, que previne em até 2x a quebra. Cabelos protegidos do calor e preparados para qualquer penteado a cada aplicação.

Já quem adora um produto prático para levar na bolsa vai virar fã do Natura Lumina Essência, que perfuma os fios e neutraliza odores a qualquer hora do dia. Sua fórmula é leve, não resseca o cabelo e dá um brilho imediato, com efeito antifrizz.

Sua fragrância é moderna e autoral Natura, combinando o frescor das folhas verdes com a lima da Pérsia, a feminilidade do buquê floral e a sofisticação do âmbar. Cabelos perfumados, com brilho e sem frizz a cada aplicação.

Fonte: Revista News

2021-01-28T10:30:53-03:00janeiro 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
Ir ao Topo