Estadão – Dívida pública brasileira fecha janeiro em patamar recorde de 89,7% do PIB

BRASÍLIA – Em meio ao aumento dos gastos dos governos para fazer frente à pandemia de covid-19, a dívida pública brasileira acelerou em janeiro. Dados divulgados nesta sexta-feira, 26, pelo Banco Central mostram que a Dívida Bruta do Governo Geral fechou janeiro aos R$ 6,670 trilhões, o que representa 89,7% do Produto Interno Bruto (PIB), patamar recorde.

O porcentual é maior que os 89,2% de dezembro de 2020. No melhor momento da série, em dezembro de 2013, a dívida bruta chegou a 51,5% do PIB.

Com o aumento de despesas públicas em função da pandemia, a expectativa é de que a dívida bruta continue a subir nos próximos meses no Brasil. Esse é um dos principais fatores de preocupação dos economistas do mercado financeiro.

A Dívida Bruta do Governo Geral – que abrange o governo federal, os governos estaduais e municipais, excluindo o Banco Central e as empresas estatais – é uma das referências para avaliação, por parte das agências globais de classificação de risco, da capacidade de solvência do País. Na prática, quanto maior a dívida, maior o risco de calote por parte do Brasil.

O BC informou ainda que a Dívida Líquida do Setor Público (DLSP) passou de 63,0% para 61,6% do PIB em janeiro de 2021, somando R$ 4,582 trilhões. A dívida líquida apresenta valores menores que os da dívida bruta porque leva em consideração as reservas internacionais do Brasil.

Apesar dos efeitos econômicos da pandemia, o setor público consolidado (Governo Central, Estados, municípios e estatais, com exceção de Petrobrás e Eletrobrás) apresentou superávit primário de R$ 58,375 bilhões em janeiro, informou o BC. Esse é o maior superávit para um mês de janeiro na série histórica, iniciada em dezembro de 2001.

O resultado primário reflete a diferença entre receitas e despesas do setor público, antes do pagamento da dívida pública. Em função da pandemia, cujos efeitos econômicos se intensificaram em março, o governo federal e os governos regionais passaram a enfrentar um cenário de forte retração das receitas e aumento dos gastos públicos. Em dezembro do ano passado, havia sido registrado déficit de R$ 51,837 bilhões.

O resultado fiscal de janeiro foi composto por um superávit de R$ 43,156 bilhões do Governo Central (Tesouro, Banco Central e INSS). Os governos regionais (Estados e municípios) terminaram com o caixa no azul em R$ 14,772 bilhões no mês. Enquanto os Estados registraram um superávit de R$ 13,104 bilhões, os municípios tiveram resultado positivo de R$ 1,669 bilhão. As empresas estatais registraram superávit primário de R$ 446 milhões.

A projeção do Tesouro para o rombo fiscal do setor público consolidado em 2021 é de R$ 250,89 bilhões. Para o governo central, o déficit estimado é de R$ 247,118 bilhões.

Em janeiro, houve até mesmo superávit nominal, ou seja, ,depois do pagamento dos juros da dívida, o resultado foi positivo. O setor público consolidado registrou um superávit nominal de quase R$ 18 bilhões em janeiro.

Fonte: Estadão

2021-02-26T13:29:04-03:00fevereiro 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Poder 360 – Desemprego recua para 13,9%, mas Brasil fecha 2020 com maior taxa desde 2012

O Brasil terminou 2020 com 13,9 milhões de pessoas desempregadas, o que corresponde a uma taxa de desocupação de 13,9% no último trimestre do ano. No mesmo período de 2019, o percentual era de 11%.

A perda de postos de trabalho foi impulsionada pela pandemia de covid-19, que impactou a economia ao restringir o fluxo de pessoas. Apesar da alta em comparação com 2019, a taxa de desemprego caiu 0,7 ponto percentual em relação ao 3º trimestre de 2020, quando estava no pico anual, em 14,6%.

Os dados foram divulgados nesta 6ª feira (26.fev.2021) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Eis a íntegra (1 MB).

O desemprego terminou o ano no maior patamar desde 2012, quando iniciou a série histórica. Considerando a taxa média anual, aumentou de 11,9% em 2019 para 13,5% em 2020, que também é um percentual recorde.

A população que está em busca de um emprego cresceu 19,7% em comparação com 2019. Passou de 11,6 milhões para 13,9 milhões no período. Mas caiu em relação ao 3º trimestre de 2020, quando alcançou 14,1 milhões de desempregados. A média anual de desocupados ficou em 13,4 milhões –a maior desde 2012.

A taxa de subutilização atingiu 28,7% no trimestre encerrado em dezembro. O percentual caiu 1,6 ponto percentual em comparação com o trimestre de julho a setembro. Em números de pessoas, passou de 33,1 milhões para 32 milhões. A subutilização é formada por desempregados, subocupados (que trabalham menos de 40 horas semanais e gostariam de trabalhar mais) e uma parcela de pessoas que está disponível para trabalhar, mas não consegue procurar emprego por motivos diversos.

Em comparação com 2019, o número de subutilizados subiu 22,5%, um aumento de 5,9 milhões de pessoas. Na média anual, o contingente chegou a 31,2 milhões –a maior quantidade da série histórica.

Os desalentados – que são aqueles que desistiram de procurar emprego porque acham que não encontrariam– fazem parte deste grupo. O número de pessoas nessa situação chegou a 5,8 milhões no último trimestre do ano. Subiu 25,3% em comparação com o mesmo período de 2019, quando o país tinha 4,6 milhões de desalentados.

MERCADO DE TRABALHO
A população ocupada chegou a 86,2 milhões no fim de 2020, o que corresponde a uma queda de 8,9% (menos 8,4 milhões de pessoas) em comparação com o último trimestre de 2019. A média anual foi de 86,1 milhões, o menor contingente da série história, e ficou 7,9% abaixo do que a média de 2019.

O número de trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado, considerado os empregados formais, chegou a 29,9 milhões de pessoas no trimestre encerrado em dezembro. Caiu 11,2% em 1 ano, o que representa 3,8milhões de pessoas. Mas aumentou 1,8% em relação ao 3º trimestre de 2020 (mais 519 mil pessoas).

A quantidade de trabalhadores informais (sem carteira assinada) no setor privado chegou a 10 milhões. Caiu 15,8% em relação ao último trimestre de 2019 –ou seja, uma queda de 1,9 milhão. A população informal aumentou em 973 mil em relação ao 3º trimestre de 2020.

A taxa de informalidade chegou a 39,5% da população ocupada (ou 34,0 milhões de trabalhadores informais). No trimestre de julho a setembro, a taxa foi 38,4%. No último trimestre de 2019, era 41%.

REMUNERAÇÃO DO TRABALHO
O rendimento médio real habitual (R$ 2.507) no trimestre terminado em dezembro cresceu 2,8% em relação ao mesmo trimestre de 2019. A média anual ficou em R$ 2.543, com crescimento de 4,7% em relação a 2019.

A massa de rendimento real habitual (R$ 210,7 bilhões) caiu 6,5% (menos R$ 14,8 bilhões) contra o mesmo trimestre de 2019. A média anual (R$ 213,4 bilhões) caiu 3,6% em relação a 2019.

Fonte: Poder 360

2021-02-26T13:25:57-03:00fevereiro 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Forbes – Em meio à crise da Covid-19, social selling desponta como tendência em empresas

Em um ano atípico devido à pandemia do novo coronavírus, grandes empresas de bens de consumo tiveram de tirar do papel alguns planejamentos que estavam apenas no horizonte. Uma das tendências que despontou foi o chamado social selling. Companhias como Nestlé, L’Oréal e Hering estão entre as que criaram, de forma acelerada, plataformas para recrutar empreendedores interessados em fazer vendas compartilhadas, que atuam como uma espécie de consultor da marca.

Além da renda extra, as empresas oferecem treinamentos sobre seus produtos e acompanham de perto o desenvolvimento de cada “embaixador”, o que tem sido algo inovador no varejo. A iniciativa também visa oferecer oportunidade de renda via redes sociais, impulsionando e humanizando o processo de vendas online, além do famoso “boca a boca”.

À Forbes, Monica Maele, head de health science da Nestlé, afirma que o projeto já estava sendo pensado, mas que a pandemia trouxe essa necessidade urgência, tendo em vista o cenário de diminuição na renda de vários brasileiros. A empresa adotou o social selling para seus produtos de nutrição apenas, mas a ideia é expandir para outros portfólios.

“Acreditamos no potencial dessa iniciativa de impactar positivamente a vida de muitos brasileiros, tanto levando conhecimento e capacitação para eles como proporcionando oportunidades de ganho e renda direta, que são pilares diretamente ligados à missão do departamento e da Nestlé de gerar valor compartilhado por meio de nossos alimentos e soluções nutricionais”, fala.

Ainda segundo ela, o mais importante no início do programa é que o novo empreendedor esteja interessado em adquirir o máximo de conhecimento possível, e assim, consequentemente, poder ter uma boa renda extra em curto e médio prazo.

Esse é o caso de Patrícia Santana, moradora de Niterói, no Rio de Janeiro. Ela está participando do programa “Embaixadores da Nutrição”, criado pela Nestlé há um mês, com vendas via redes sociais, em um formato que permite conversa e contato direto com consultores que divulgam produtos e serviços do e-commerce da linha. A carioca, uma entre 500 embaixadores, se diz satisfeita com os resultados no novo canal.

“É algo novo. Estou engatinhando ainda, mas com certeza tenho muita coisa para aprender e tirar proveito dessa oportunidade. O que vale mesmo agora é conhecer o que você está trabalhando, lidar com um público variado. Isso é importante para o empreendedor. Eu trabalho com roupa e agora com nutrição, estou conseguindo conciliar os dois”, afirma Patrícia.

Uma pesquisa realizada pela Mobile Time e Opinion Box em setembro de 2020 demonstra que as compras diretas via redes sociais cresceram em 2020, com 70% dos respondentes afirmando que realizaram compras pelo WhatsApp, 40% pelo Facebook e Messenger e 39% pelo Instagram.

Há um ano, a Cia.Hering já vem trabalhando com o novo canal de vendas. A plataforma foi desenvolvida em apenas uma semana e representou quase 10% do movimento do e-commerce em abril e 20% em maio do ano passado –mês do Dia das Mães.

Atualmente, segundo o diretor de novo varejo e consumidor da Hering, Filipe Albuquerque, são mais de 3.000 pessoas atuando na plataforma. Até agora, a novidade era utilizada apenas por franqueados, multimarcas e colaboradores, mas em breve será disponibilizada também para pessoas físicas, diz o executivo.

Albuquerque tem boas perspectivas para a continuidade do projeto de social selling. Ele diz que o novo empreendedor é o consumidor que já conhece os produtos e marcas Hering, o que facilita muito em um retorno de renda extra.

“O sucesso tem sido significativo. Criamos uma unidade de negócio para gerir a plataforma e expandir a iniciativa, gerando fluxo de novos consumidores e novos empreendedores. Além de todo acompanhamento e assistência que damos a esse novo programa. A pandemia nos fez acelerar esse processo e tem nos mostrado grandes resultados”, comenta.

Ainda segundo ele, a Hering tem planos de atrair influenciadores digitais para também trabalharem com o social selling da empresa.

Na L’Oréal, que adotou o social selling há um ano, o canal já um dos de maior crescimento no e-commerce. A expectativa é que globalmente o formato represente 25% das vendas online nos próximos anos.

À Forbes, Patrícia Borges, CMO da L’Oréal Brasil, fala que um aspecto chave de custos é que o alcance do projeto acontece via as redes que de qualquer forma, há esforço por trás do projeto: produzir conteúdo para educar e formar constantemente novos divulgadores.

“Já vínhamos nos preparando para iniciar o social selling há algum tempo, mas com certeza a pandemia acelerou o processo e começamos a atuar no formato em maio de 2020. Temos muitas parcerias que são fundamentais para acelerar esse programa junto à L’Oréal. Uma delas é o grupo Magazine Luiza que lançou o programa Parceiro Magalu durante a pandemia e desde então tem sido o nosso principal canal para gerar vendas nesse formato”, afirmou Patrícia.

Ela também conta que há parcerias com grandes influenciadoras digitais que trabalham com divulgações em suas lojas online para suas audiências em redes sociais.

Embora a plataforma venha sendo sucesso nessas empresas, ainda não há números estimados sobre lucros e pagamentos divulgados por elas. No entanto, os executivos dizem que os resultados parciais são “satisfatórios” e pretendem divulgar os números em breve.

O cadastro para ser um social seller é feito por meio do site das empresas e de forma gratuita. A única restrição é que o novo empreendedor seja maior de 18 anos.

Fonte: Forbes

2021-02-26T13:23:35-03:00fevereiro 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Direct Selling News – Grupo Hinode atrai mais de 200.000 espectadores únicos na convenção internacional Believe

A Convenção Internacional Believe do grupo Hinode, transmitida ao vivo no canal da marca no YouTube (HinodeTV) atraiu mais de 200.000 espectadores remotos no Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, México e Peru.

O evento virtual foi visto mais de 600.000 vezes ao longo do fim de semana da convenção em fevereiro, e incluiu o uso de telas LED gigantes, drones, guindastes e componentes interativos.

“Acreditar 100% todos os dias”, disse Sandro Rodrigues, presidente do Grupo Hinode. “Nós convidamos o público a embarcar em um novo mundo de oportunidades, reforçando nosso propósito de mudar vidas, mostrando histórias reais de pessoas resilientes de todo o Brasil e da América Latina, promovendo uma reflexão verdadeira de que todos os sonhos podem se tornar realidade quando você [persevera] e tem força de vontade.”

No evento, Eduardo Frayha, diretor de vendas e marketing, compartilhou a história de três décadas da empresa, assim como a visão da equipe executiva para o futuro, o que inclui a presença em 30 países até 2030.

“A empresa que começou em uma pequena garagem há mais de 30 anos está ganhando prêmios internacionais hoje”, disse Frayha. “Estamos evoluindo constantemente.”

Também foram anunciadas 12 novas contratações de executivos, um crescimento de 50% em mercados internacionais e o lançamento do primeiro produto global da empresa.

Fonte: Direct Selling News

2021-02-26T13:20:18-03:00fevereiro 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Razões para acreditar – Tupperware® celebra 45 anos no Brasil e 75 no mundo com homenagem a mulheres que transformam vidas

Tupperware® é uma marca global que reforça a confiança da mulher para acreditar em si mesma e apoiar outras mulheres. O resultado disso são vidas transformadas, consumidores que reconhecem as oportunidades profissionais oferecidas pela empresa e que confiam na praticidade que os produtos trazem para o dia a dia, além de muitas histórias que são inspiração para quem deseja começar um negócio próprio.

Nas últimas semanas, mostramos a transformação que a Tupperware® promoveu na vida da Alessandra, Madalena, Rosangela e Rosilea. Agora, conversamos com mulheres que fazem parte do seu dia a dia na Força de Vendas Tupperware®.

A seguir, mostramos o impacto que o quarteto teve na vida dessas empreendedoras e por que ele representa a essência de uma marca que está presente em 80 países, com mais de 3 milhões de pessoas fazendo parte da Força de Vendas e eleita umas das companhias mais responsáveis dos EUA pela Newsweek Magazine.

Transformando vidas
“Quando conheci a Rosilea eu era uma dona de casa. Cuidava do marido, dos filhos e, de repente, surge uma luz no meu caminho. Eu conquistei e realizei os meus sonhos. E tem algo de suma importância que ela me deixou que é ter ética no trabalho e respeito pelo próximo. Tudo o que carrego comigo aprendi através dela”, conta Maria Cecília, Empresária Tupperware®, em Castanhal (PA).

“Quando a Rosilea olhou pra mim, ela me passou uma confiança! Foi pelo olhar da Rosilea que eu me apaixonei pela Tupperware®. Conheci a oportunidade de crescimento pessoal, financeiro, emocional que a Tupperware® pode proporcionar a uma pessoa. A Rosilea reconheceu em mim algo que eu não reconhecia. Ela me apoiou e, em pouco tempo, me transformei numa Líder. E de Líder, ainda pelo olhar de Rosilea, me transformei numa Empresária”, afirma Edna de Souza de Aquino, Empresária Tupperware®, em Registro (SP), que também conseguiu desenvolver sua carreira sob mentoria da Rosileia.

“Eu era (sic) receosa de querer crescer mais, e não dar certo, porque eu não tinha um apoio maior. Eu não tinha uma pessoa pra dizer ‘você vai conseguir’. Quando a Alessandra chegou, foi mostrando que eu podia crescer muito mais. Ela viu em mim algo que eu não tinha visto. É maravilhoso trabalhar com uma pessoa que te motiva. Minha vida é um sonho e eu tenho muito orgulho de contar minha história na Tupperware®”, diz Helia da Conceição Reis, Empresária Tupperware® em Águas Lindas (GO), liderada pela Alessandra.

“A Rosangela é uma Líder que me incentivou desde o primeiro dia. Eu fui nomeada Líder com o apoio dela, me ajudando em tudo, trabalhando em campo comigo, orientando, mesmo nas divulgações… É uma Líder empreendedora que não trabalha só pra ela, mas, sim, pra ajudar as pessoas, incentivar e mostrar que todas nós somos capazes de vencer. A Tupperware® nos oferece esse caminho”, lembra Mara de Oliveiras Borges, Líder Tupperware®, em São José do Rio Preto (SP).

“Sou grata à Madalena pelo apoio, carinho, dedicação e todo suporte dado a mim para que eu pudesse desenvolver um ótimo trabalho com a minha equipe. Após o nascimento do meu filho, quis desistir de ser Líder, mas a Madalena sempre me motivou. Teve paciência e entendeu o momento de transição que eu estava vivendo”, agradece Josivania da Silva Santos, Empresária Tupperware®, em Rondonópolis (MT).

Oportunidades reconhecidas
E como o consumidor da marca enxerga a possibilidade de desenvolvimento pessoal e profissional de quem constrói a Tupperware®? O Toni Rodrigues, proprietário de uma empresa de treinamento físico customizado, em Santos (SP), cliente da Rosilea, conta pra gente:

“Não tenho dúvida nenhuma que ela inspira pessoas. A história dela gera uma sinergia de pessoas que se inspiram nela e veem a possibilidade de ascensão, assim como a dela. Ela é a prova social de que a marca Tupperware® é capaz de dar oportunidade pra todos, desde que as pessoas estejam dispostas a encarar esses desafios. E faz parte do ser humano Rosilea trazer as pessoas para crescerem junto com ela.”

A Zilda Mendonça Carvalho é uma das clientes mais antigas da Rosangela e tem um pensamento parecido com o do Toni: “A marca dá uma expectativa diferente para pessoas como a Rosangela. Ela viu na Tupperware® um trabalho onde poderia crescer. Não que o serviço de empregada doméstica seja uma coisa inferior, mas ela deu um pulo. Saiu da casa de uma família e viu que teria um futuro na Tupperware®. Viu como oportunidade para subir na vida e foi o que ela conseguiu.”

Inspiração para empreender além da marca
A verdade é que a inspiração para jornadas empreendedoras transcende os limites da marca Tupperware®. Quem está de fora também se sente inspirado a empreender a partir de histórias como a dessas mulheres incríveis.

E você, o que está esperando para empreender? Inspire-se nestes exemplos!

Sem dúvida, é por depoimentos como estes que acabamos de ver que a Tupperware®, há mais de sete décadas, faz parte da vida de tantas pessoas.

Fonte: Razões para acreditar

 

2021-02-26T13:17:51-03:00fevereiro 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Bem Paraná – Cosméticos naturais e sustentáveis: O que está por trás do crescimento do segmento

Cuidar da saúde da pele, o maior órgão do corpo humano, tem sido uma busca cada vez mais frequente entre a população. Com maior acesso à informação, a procura tem sido direcionada para os cosméticos naturais e sustentáveis. Mas o que está por trás do crescimento do segmento?

Entre os principais motivos que justificam o aumento nas compras de produtos elaborados com foco no natural, o nível de conscientização do consumidor e o sentimento de fazer a diferença para o planeta estão entre os mais citados.

Entretanto, os benefícios que esse tipo de produto causa ao usuário, como o tratamento mais cuidadoso da pele, também conta pontos a favor do segmento, que encontrou nos últimos anos um crescimento constante.

Marcas que investem em cosméticos naturais

Embora os cosméticos naturais e sustentáveis tenham se popularizado somente nos últimos tempos, algumas marcas já investem nesse tipo de produto há anos, como é o caso da marca brasileira Natura.

A fabricante conta com uma linha de cosméticos Natura sustentáveis, em que a proposta de um consumo mais consciente vem tanto nas embalagens quanto na escolha dos fornecedores.

Além de contar com refil para a maior parte de seus produtos, a marca desenvolveu tecnologia de embalagens que são menos agressivas ao meio ambiente, quando descartadas.

Suas famosas revistas também ganharam versões digitais, com um catálogo Natura disponível em plataformas online. Na revista mais recente, o Creme para o Corpo Sou, que tem sustentabilidade da embalagem à escolha de ingredientes, tem o preço de R$16,90 – o que mostra que cosméticos com propostas naturais não precisam ser caros.

Ainda que a Natura seja pioneira em questões ambientais e até sociais, várias outras marcas surgiram no segmento, elaborando cosméticos com propostas semelhantes, seja com embalagens sustentáveis ou com uma formulação totalmente natural. Veja abaixo, a tabela com sugestões de cosméticos naturais de 6 marcas.

Natura
Creme para o corpo Sou: composição natural e embalagem sustentável.
R$ 16,90

Boticário
Sabonete Nativa Spa: produto vegano, com combinação de ingredientes naturais.
R$ 11,90

Alva
Desodorante Stick Kristall: um desodorante em pedra feito de mineral natural.
R$ 89,90

Terral Natural
Creme facial Patchouli Dark: feito com base em óleos essenciais, tem composição 100% natural.
R$ 48,00

Auna Mineral
Óleo Capilar Finalizador: Mistura componentes naturais, sem petrolatos.
R$ 21,00

Cativa Natureza
Serum Facial Maria da Selva: Mais de 10 extratos naturais na composição desse serum.
R$ 62,90

Essa produção vem no atendimento de uma demanda específica: a busca dos consumidores por cosméticos que sejam saudáveis, que tenham uma cadeia produtiva que respeite os envolvidos e que pensa em todo o ciclo de compra.

Um mercado em crescimento

Ainda em 2018, pesquisas realizadas pelo site Use Orgânico afirmavam que 80% dos consumidores estavam avaliando os componentes de um cosmético antes de fazer uma compra. Outros 74,4% priorizavam ingredientes naturais na hora de fazer uma escolha.

É importante compreender que pesquisas como esta levaram em conta somente o comportamento do público de uma plataforma que já estava envolvida em questões ambientes e escolhas mais saudáveis.

Porém, não é preciso ir longe para identificar uma mudança no comportamento dos consumidores que, não necessariamente, estão conectados a causas ambientais.

Em uma passagem por mercados e farmácias, é fácil encontrar prateleiras com dezenas de opções de cosméticos naturais e sustentáveis, que contam com princípios que seguem os conceitos de respeito ao meio ambiente e a utilização de ingredientes menos agressivos.

É claro que muitos desses produtos não são, de fato, cosméticos naturais e sustentáveis – eles apenas se aproveitam da terminologia como forma de marketing. Por isso, o consumidor ainda precisa fazer uma boa pesquisa, antes de tomar uma decisão de compra.

A explicação para o sucesso

Um dos principais motivos que justificam o sucesso dos cosméticos naturais e sustentáveis está na conscientização dos consumidores. Com o acesso facilitado à informação, as pessoas passaram a realizar pesquisas antes de fazer uma compra.

Esse momento de pesquisa foi impulsionado pelo isolamento social da pandemia do novo coronavírus. Com mais tempo para avaliar suas escolhas em casa, as pessoas puderam realizar compras baseadas em diferentes critérios.

Por fim, em nenhum período da história questões ambientais e de saúde foram tão discutidas. Naturalmente, quem está interessado em proteger os recursos do meio ambiente acabam reavaliando outros setores da vida, como o uso de cosméticos.

Mas ainda existem barreiras

Apesar da mudança no pensamento de milhares de consumidores brasileiros, o segmento de cosméticos naturais e sustentáveis ainda encontra barreiras. De acordo com o Instituto Akatu, em pesquisa de 2018, a principal dificuldade para hábitos saudáveis de consumo é a necessidade de esforço pessoal.

Uma parte considerável da população entende que, ao optar por produtos com focos ambientais, haverá a necessidade de mudanças nos hábitos da família, além de precisar pagar mais por esses produtos que, devido à tecnologia específica, tem alto custo de produção.

Por mais que a tendência seja um consumo cada vez mais consciente, ainda há uma curva de aprendizado considerável e a criação de tecnologias que popularizem esses produtos, para que os cosméticos naturais e sustentáveis tenham maior nível de sucesso.

Enquanto isso, um movimento enxuto, mas muito importante, propõe uma nova forma de pensar o nosso consumo, desde o quanto afetamos o meio ambiente até o impacto em nossa própria saúde. É a conscientização provocando grandes mudanças.

Fonte: Bem Paraná

2021-02-26T13:14:23-03:00fevereiro 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

iBahia – As oito maravilhas da saúde: veja dicas para recarregar energias

Nunca é tarde para começar uma nova rotina saudável, ou pelo menos inserir atividades e costumes que possam ajudar na própria melhora de estilo de vida. O esgotamento com o ano atípico de 2020, e com a continuação da pandemia em 2021, foram bastante comuns. Ainda que o período de restrições siga ativo, é importante que sejam investigadas as possíveis causas e principalmente corrigi-las, para adotar um estilo de vida saudável e ativo.

O médico nutrólogo especialista em obesidade Nataniel Viuniski, Membro do Conselho para Assuntos de Nutrição da Herbalife Nutrition, separou algumas mudanças simples de hábitos para ajudar a elevar o nível de energia. Confira:

1) Regule o sono

De acordo com a Fundação Royal Phillips, 56% dos casos de cansaço são causados por noites mal dormidas. “É muito importante definir um horário fixo para dormir considerando um mínimo de seis horas de descanso por noite. Se você demora a pegar no sono, uma dica é desligar os aparelhos eletrônicos (televisão, celular e computador) uma hora antes de se deitar. É que a luz emitida pela tela desses equipamentos prejudica a produção do hormônio melatonina, responsável pelo sono”, explica Nataniel.

2) Consuma alimentos mais leves

Pratos ricos em gorduras, por exemplo, costumam “roubar” nossa energia. “Isso acontece porque o organismo precisa dispender de muito mais energia para processá-los. Por isso, opte por carnes magras, peixe, frango, ovos ou um shake proteico corretamente preparado nas refeições, e combine com vegetais e frutas. Também prefira carboidratos de baixo índice glicêmico, como mandioca e batata-doce, que liberam energia aos poucos garantindo pique por mais tempo”, indica o médico.

3) Pratique exercícios

A atividade física faz com que o corpo libere vários hormônios e neurotransmissores relacionados ao bem-estar. Entre eles, a adrenalina, que nos impulsiona durante os exercícios e tem efeito por várias horas, e a serotonina, que oferece uma gostosa sensação de relaxamento. Uma boa opção são os aplicativos para treinar em casa.

4) Fique de olho na Vitamina D 

“Ela contribui para o bom funcionamento do metabolismo, o que afeta diretamente os níveis de energia”, explica Dr. Nataniel. A Vitamina D também está associada à melhora do humor, o que explicaria porque tendemos a ficar mais cansados no inverno, época em que temos menos exposição ao sol.

5) Faça uma pausa a cada hora 

De acordo com um estudo da Universidade de Illinois, pessoas que fazem pequenas pausas durante tarefas que levam mais de 50 minutos trabalham melhor. “Aproveite para se levantar e caminhar para buscar água. Mudar de ambiente ajuda a evitar a estafa mental”, diz o médico.

6) Aposte em pequenas doses de cafeína 

Chás e cápsulas produzidos a partir de plantas que possuem cafeína, como o chá-mate, chá preto e o guaraná, podem contribuir para fornecer mais disposição e energia. “Também é comprovado que a substância contribui para um melhor rendimento no esporte”, comenta Nataniel. Só não vale exagerar na dose: a recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é não ultrapassar os 400 mg de cafeína por dia, já que os efeitos adversos podem superar os benefícios da substância. Também evite consumir após as 16h para não atrapalhar o sono da noite.

7) Cuide da saúde do intestino 

Pouca gente sabe, mas cerca de 90% do hormônio do bem-estar (serotonina) é produzido no intestino. Para isso, é importante que o órgão esteja em pleno funcionamento, o que é possível por meio de uma dieta saudável rica em fibras e vegetais, além de um consumo de água adequado.

8) Não faça dietas muito restritivas 

Eliminar alimentos do cardápio pode contribuir para uma baixa na energia e impactar inclusive na sua disposição pela falta de nutrientes importantes para as funções do organismo. Portanto, evite tirar os carboidratos do prato! Nesse caso, prefira as versões integrais que oferecem energia gradativa ao longo do dia e saciam por mais tempo por conta das fibras. Também não deixe de variar os alimentos para ter diferentes fontes de vitaminas e minerais.

Fonte: portal iBahia

2021-02-26T13:07:24-03:00fevereiro 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Uol – Skincare de cannabis: maconha agora faz parte da rotina da beleza

Extraído da maconha, o óleo de canabidiol agora é tratado como o novo superingrediente das fórmulas de skincare graças às propriedades que prometem hidratar, reduzir a acne e até retardar o aparecimento de linhas finas e rugas.

Não é de hoje que os benefícios medicinais da maconha são conhecidos: amenizar crises epiléticas, aliviar dores de enxaqueca severa e auxiliar no tratamento de pacientes com câncer, estão entre os principais. Mas, após a legalização da maconha para uso medicinal e recreativo em várias partes dos Estados Unidos, universidades no mundo todo têm investido em pesquisas que mostram também seus efeitos na saúde da pele.

O principal componente utilizado na indústria da beleza é o CBD (canabidiol), uma molécula natural extraída da maconha que não tem propriedades recreativas, como o THC. “Para uso tópico só se utiliza o canabidiol, que tem demonstrado ação na modulação [a regulação e fortalecimento da barreira da pele] diante de processos inflamatórios como acne, rosácea e alguns casos de queda capilar”, explica Fernanda Chauvin, farmacêutica bioquímica especialista em dermocosmética.

Fora o efeito anti-inflamatório, um estudo recente realizado pelas universidades de Córdoba, na Argentina, e de Dundee, no Reino Unido, demonstrou que essa molécula também apresenta ação antioxidante nas principais células da camada superior da pele, podendo atuar no retardamento do processo de envelhecimento.

Ainda faltam pesquisas clínicas para embasar esses efeitos promissores, mas a previsão é que o ativo extraído da maconha movimente 22 bilhões de dólares no próximo ano, segundo relatório do Brightfield, grupo especializada em levantamento de dados sobre o negócio da cannabis. E parte desse valor refere-se à indústria da beleza.

Óleo de CBD ainda é proibido no Brasil
No Brasil, o óleo de CBD ainda não está autorizado para uso dermatológico. Mas, o primeiro passo para se chegar lá foi dado há cinco anos, quando a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) liberou a importação de medicamentos à base de canabidiol mediante sua autorização obrigatória. No início do ano passado, a agência liberou a utilização do ativo sob prescrição médica e, com isso, a substância voltou ao debate, gerando interesse de investidores nesse mercado.

Embora produtos para a pele formulados com o canabidiol ainda não estejam liberados no país, é possível encontrar mulheres que testaram essas fórmulas compradas no exterior e dizem sentir os benefícios na pele.

A médica paulistana Paula Stella, 40, pioneira na prescrição de cannabis medicinal no Brasil, é uma das entusiastas do efeito cosmético do CBD. Aqui, ela explica:

Aplico para tratar queimaduras e alergias, mas também para uso estético no dia a dia, acho que a pele fica linda e superhidratada

Outra fã do ativo na rotina de cuidados com a pele é a stylist Kika Cabrera, 34, de São Paulo, que começou a utilizar no ano passado os produtos de skincare com CBD também trazidos de outros países. Ela sentiu a pele muito hidratada, mas precisou parar o uso por causa de um tratamento com toxina botulínica.

Para a farmacêutica Fernanda, além das pesquisas, o motivo do hype em torno do CBD também tem a ver com a curiosidade. “Como é uma novidade, muitos estão ansiosos para saber como funciona. Além disso, uma das principais tendências na beleza hoje e para os próximos anos é a procura por produtos e ativos mais naturais que reforcem essa ligação entre natureza, corpo, beleza e bem-estar.”

Vitaminas C e E têm efeito antioxidante similar
Enquanto não é possível encontrar itens de cuidado com a pele com CBD no mercado brasileiro, dermatologistas recomendam apostar em outros ativos clinicamente testados.

Segundo eles, existem outras moléculas e ativos que, quando aplicadas topicamente, conferem também o máximo efeito antioxidante, evitando danos aos radicais livres e ao DNA celular, como vitamina C, niacinamida e resveratrol.

“Existem diversos imunomoduladores já usados para tratamento de condições inflamatórias da pele como psoríase, rosácea e dermatite atópica. Se pensarmos na ação antioxidante/anti-inflamatória da pele, por exemplo, pode-se considerar o uso de produtos à base de vitamina C e E”, diz Vivien Yamada, membro da SBD (Sociedade Brasileira de Dermatologia)

Embora as pesquisas sejam promissoras, elas ainda são iniciais e carecem de evidências científicas, por isso não há um consenso nas sociedades de dermatologia tanto aqui quanto nos Estados Unidos a respeito do uso tópico de produtos formulados com CBD.

Compostos vegetais como óleo de copaíba são alternativa
Marcas gringas já usam os ativos derivados da maconha faz tempo. Entre elas, a The Body Shop que, desde os anos 90 conta com a linha Hemp feita com semente de cânhamo (ainda não disponível nas lojas no Brasil); a Herbivore Botanicals, da modelo australiana Miranda Kerr, tem a linha Emerald toda desenvolvida com CBD; e, mais recentemente, a Avon anunciou o lançamento da Green Godess, sua primeira linha com produtos à base desse ativo, que inclui óleo facial e hidratante para diminuir a irritação da pele (também sem previsão de chegada ao país).

Enquanto o canabidiol para uso cosmético não é de fato liberado em terras brasileiras, a farmacêutica Fernanda Chauvin recomenda produtos com a potência de outros compostos vegetais com efetividade comprovada, como o óleo de copaíba, árvore natural da América do Sul, ou do Green Leaf Complex, um composto exclusivo da Ellementti Dermocosméticos. “Ele apresenta as mesmas funções do CBD, com ação na modulação do processo inflamatório. Também acalma e restaura a barreira cutânea, purifica os poros e refina a textura da pele.”

Para encontrar o tratamento específico para cada condição o ideal é consultar o seu dermatologista.

Fonte: Universa/Uol

2021-02-26T13:02:59-03:00fevereiro 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Confiança do comércio tem leve alta em fevereiro, informa FGV

Trata-se da primeira alta depois de quatro quedas consecutivas

O Índice de Confiança do Comércio, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,2 ponto de janeiro para fevereiro e chegou a 91 pontos, em uma escala que vai de zero a 200 pontos. Essa foi a primeira alta depois de quatro quedas consecutivas do indicador.

Empresários de três dos seis principais segmentos do comércio aumentaram sua confiança. O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, cresceu 3,8 pontos e atingiu 95,9 pontos, maior valor desde fevereiro do ano passado, último mês antes da pandemia.

O Índice de Situação Atual, que mede a confiança no momento presente, no entanto, caiu 3,5 pontos, para 86,5 pontos, menor nível desde junho de 2020 (82,0 pontos).

“Ainda é preciso cautela na análise do resultado, pois os empresários do setor avaliam piora no ritmo de vendas pelo quinto mês seguido. Por outro lado, há uma melhora nas expectativas, mas que podem ser interpretados como redução do pessimismo, dado que o índice ainda está abaixo do nível neutro de 100 pontos”, explica o pesquisador da FGV Rodolpho Tobler.

Tobler acrescenta que o cenário neste início do ano “não é muito animador para o setor, mas expectativas sobre novos programas de auxílio do governo, avanço da vacinação e melhora na confiança do consumidor podem contribuir para recuperação das vendas ao longo do ano”.

Fonte: Agência Brasil

 

2021-02-25T11:09:40-03:00fevereiro 25th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Investe – Jovem vê renda cair mais que a média e teme ‘efeito cicatriz’

Efeitos negativos da entrada no mercado de trabalho em período de recessão tendem a ser duradouros

Tradicionalmente, os jovens já são os que têm maior dificuldade de inserção no mercado de trabalho. Numa crise, a situação piora, diante da concorrência de profissionais mais experientes e dispostos a ganhar menos. Na pandemia, a condição é ainda mais crítica, já que o setor de serviços, um dos grandes empregadores, foi profundamente atingido.

Os números mostram que os jovens tiveram avanço expressivo no desemprego e a maior perda de renda entre as faixas etárias no ano passado, situação que ainda deve se agravar neste início de 2021.

Mais do que o impacto no curto e no médio prazos, no entanto, o que preocupa os especialistas são as marcas que esta geração carregará ao longo de sua vida profissional, o chamado “efeito cicatriz”. Um detalhe que complica o cenário é o fato de que a pandemia veio quando a atividade econômica no país pouco tinha se recuperado da recessão recente, o que já afetava a busca por trabalho.

“O jovem não é uma grande vítima da pandemia do ponto de vista sanitário, mas é do mercado de trabalho. Ele sentirá o impacto na sua vida profissional. Eles começam a trajetória em um ponto mais baixo e a curva de ascensão profissional fica comprometida”, afirma Marcelo Neri, diretor do FGV Social.

Levantamento feito pelo economista mostra que a renda dos adolescentes (15 a 19 anos) e dos jovens (tanto os mais novos, entre 20 e 24 anos, quanto os mais velhos, entre 25 e 29 anos) caiu 34%, 25% e 22%, respectivamente entre o primeiro e o terceiro trimestres de 2020. O ritmo é bem superior ao da média dos trabalhadores (18%). “A desigualdade da renda do trabalho aumentou. O grande medo da pandemia era com o desemprego, mas a renda dos ocupados caiu muito”, aponta Neri.

Fonte: Valor Investe

2021-02-25T11:07:30-03:00fevereiro 25th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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