Valor Investe – Gastos das famílias devem cair neste ano, voltando aos patamares da recessão

A avaliação é de analistas das principais consultorias de consumo do país. Há indicadores desanimadores

O espaço para o consumo está se estreitando no Brasil e os gastos das famílias devem cair neste ano, voltando para os patamares de 2015 e 2016, quando o país enfrentava sua maior recessão. A avaliação é de analistas das principais consultorias de consumo do país.

Há indicadores desanimadores. O índice de desemprego é crescente, a inflação acelerou, a pandemia da covid-19 faz milhares de vítimas diariamente e leva a novos bloqueios de atividades, enquanto o auxílio emergencial não chega ao bolso de quem precisa.

Estudo da XP Investimentos, obtido pelo Valor, mostra que as vendas do varejo restrito, calculadas pelo IBGE, devem mostrar queda de 5,5% no primeiro trimestre em relação aos três últimos meses de 2020. Pelo conceito ampliado, que inclui automóveis e materiais de construção, a baixa deverá ser mais intensa, de 6,5%.

Fonte: Valor Investe

2021-03-31T17:18:21-03:00março 31st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Estudo mostra queda na renda dos idosos durante pandemia

Pesquisa é da Fiocruz e foi divulgada nesta quarta-feira

No Brasil, durante a pandemia de covid-19, houve diminuição de renda em quase metade dos domicílios dos idosos, principalmente entre os mais pobres, e o aumento de sentimentos relacionados à solidão e tristeza, sobretudo entre as mulheres. É o que mostra estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgado nesta quarta-feira (31).

Para investigar as condições de vida de idosos durante a pandemia, foram usados dados da Pesquisa de Comportamentos (ConVid), inquérito de saúde realizado pela Fiocruz em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A coleta de dados foi feita por meio de um questionário eletrônico, preenchido por 9.173 pessoas com idade igual ou superior a 60 anos, entre abril e maio de 2020.

A pesquisa mostrou que 50,5% dos idosos trabalhavam antes da pandemia, dos quais 42,1% sem vínculo empregatício. Durante o período analisado, foi registrada queda na renda em 47,1% dos domicílios, sendo que 23,6% relataram forte redução e até mesmo ausência de renda.

Entre aqueles que trabalhavam sem carteira assinada, a queda na renda ocorreu em 79,8% dos lares e a ausência de renda em 55,3%. A diminuição também afetou de forma mais intensa os que tinham renda per capita domiciliar menor que um salário mínimo. Apenas 12% citaram alguém do domicílio que recebeu algum benefício do governo relacionado à pandemia.

Segundo a principal autora do estudo, Dalia Elena Romero, a crise econômica, o desemprego e a perda de renda já vinham ocorrendo antes do início da pandemia no ano passado. “A pandemia veio somar os problemas para a saúde e o bem-estar da população idosa”.

A pesquisadora destaca que a perda de renda do idoso afeta muito toda a família. Ela defende a ampliação do Benefício de Prestação Continuada (BPC), do auxílio emergencial e de programas de renda mínima, além de políticas que aumentem a escolaridade e a inclusão digital, para proteger a população idosa e seus dependentes da vulnerabilidade social.

Isolamento social
A pesquisa mostrou ainda que o isolamento social total ou de modo intenso foi adotado por 87,8% dos idosos, enquanto 12,2% não aderiram ou aderiram pouco ao distanciamento, percentual que atingiu 66,6% entre os que continuaram trabalhando normalmente durante a pandemia.

Em relação às condições de saúde física, mais de 58% dos idosos indicaram ter pelo menos uma doença crônica não transmissível, como diabetes, hipertensão, doença respiratória, do coração e câncer. Se considerado o tabagismo, esse índice sobe para 64,1%.

Para a pesquisadora, a deterioração que o Sistema Único de Saúde (SUS) sofreu nos últimos anos, especialmente na atenção básica de saúde da família, causou impacto significativo na população idosa. Segundo Dalia, o fortalecimento da atenção básica pouparia muitos recursos em internações hospitalares.

O estudo revelou que a sensação de tristeza ou depressão recorrente foi maior em domicílios com menor renda (32,3%) e na população feminina (35,1%), em comparação com a masculina. O sentimento frequente de solidão pelo distanciamento dos amigos e familiares foi citado por metade dos idosos, sendo maior entre as mulheres (57,8%).

Fonte: Agência Brasil

 

2021-03-31T17:14:18-03:00março 31st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Estadão – Taxa de desemprego sobe para 14,2% no trimestre até janeiro, aponta IBGE

A taxa de desemprego do País no trimestre até janeiro ficou em 14,2%, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados na manhã desta quarta-feira, 31, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A população desocupada soma 14,3 milhões de pessoas no período. Já as ocupadas somam 86,025 milhões, no trimestre finalizado no primeiro mês do ano.

O dado divulgado nesta quarta-feira é maior que a variação de 13,9% vista no trimestre encerrado em dezembro e superior aos 11,2% do trimestre finalizado em janeiro do ano passado.

De acordo com os dados do IBGE, a população desocupada teve um aumento de 19,8% no último dado divulgado na comparação com o mesmo período do ano anterior. São mais 2,4 milhões de pessoas sem ocupação. A população ocupada teve redução de 8,6% frente ao mesmo período do ano anterior (trimestre terminado em janeiro de 2020), com 8,1 milhões de pessoas a menos em postos de trabalho.

No trimestre terminado em janeiro faltou trabalho para 32,380 milhões de pessoas no País, segundo os dados do IBGE. A taxa composta de subutilização da força de trabalho caiu de 29,5% no trimestre até outubro para 29,0% no trimestre até janeiro. O indicador inclui a taxa de desocupação, a taxa de subocupação por insuficiência de horas e a taxa da força de trabalho potencial – pessoas que não estão em busca de emprego, mas que estariam disponíveis para trabalhar. No mesmo perído do ano anterior, a taxa de subutilização da força de trabalho estava em 23,2%.

A população subutilizada caiu 0,5% ante o trimestre até outubro, 168 mil pessoas a menos. Em relação ao trimestre até janeiro de 2020, houve um avanço de 22,7%, ou mais 5,990 milhões de pessoas.

A quantidade de desalentados, que são pessoas desempregadas que não procuram mais por trabalho, aumentou 25,6% na comparação com o mesmo período do ano anterior (trimestre terminado em janeiro de 2020), e ficou em 5,9 milhões de pessoas.

Fonte: Estadão

2021-03-31T17:12:49-03:00março 31st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Direct Selling News – Avon expande para o Quênia

A Avon anunciou recentemente que está expandindo suas operações para o Quênia. A empresa já tem uma forte presença no Sul e no Norte da África, bem como em partes da  África Subsaariana, incluindo países como Botswana, Moçambique, Suazilândia, Zâmbia e Zimbábue. O Quênia representa a maior economia da região da África Oriental.

“O Quênia sempre esteve na nossa lista dos sonhos, e como a África do Sul, acreditamos que será um mercado importante e uma porta de entrada para outros países da região como Etiópia e Ruanda”, disse a CEO do Grupo Avon, Angela Cretu. 

Fonte: Direct Selling News (https://www.directsellingnews.com/avon-expands-to-kenya/)

2021-03-31T17:10:41-03:00março 31st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Direct Selling News – Jeunesse integra lista de selecionados para o prêmio global Pure Beauty de 2021

Cinco produtos da Jeunesse foram anunciados como finalistas do prêmio global Pure Beauty de 2021. Veja os selecionados:

– E·VŌK™ Aqua Serene™ e E·VŌK Emerald Bliss™ para Melhor Nova Fragrância
– Jeunesse Spa™ Botanicals Duo Body Bar Scrubbing & Nourishing para Melhor Novo Produto para Banho

– Naära® Beauty Drink Green Apple Flavor para Melhor Novo Suplemento para Pele e Corpo

– DIMND™ Sensitive & Whitening Toothpaste para Melhor Novo Produto de Beleza Oral

“Nós estamos muito felizes de ver uma seleção dos nossos produtos no prêmio e agradecemos à equipe editorial pela consideração”, disse Scott Lewis, CVO da Jeunesse. “Ao longo de 2020, continuamos a investir no desenvolvimento de produtos inovadores, e 20 novos foram lançados. O fato de cinco deles serem homenageados em diversas categorias é um testemunho gratificante para nossa equipe de desenvolvimento e nosso compromisso em fornecer produtos de última geração para nossos clientes e distribuidores ao redor do mundo.”

A equipe editorial da Cosmetic Business recebe cerca de 800 produtos de 42 países para considerar para os prêmios. Os produtos finalistas da Jeunesse serão apresentados na edição de março da revista Pure Beauty e os vencedores serão anunciados em uma cerimônia virtual no dia 12 de maio.

Fonte: Direct Selling News (https://www.directsellingnews.com/jeunesse-included-in-shortlist-for-2021-pure-beauty-global-awards/

2021-03-31T17:08:27-03:00março 31st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Exame – Violência contra mulher: dado de atendimento do Instituto Avon é alarmante

Instituto Avon divulga saldo de um ano de lançamento da ferramenta Ângela, de apoio à mulher em situação de violência, e há mais a ser feito

E março do ano passado, poucos dias antes do distanciamento social ser iniciado no Brasil, o Instituto Avon, braço social da fabricante de cosméticos Avon, lançava a Ângela, uma assistente virtual que age contra a violência doméstica por meio de conversas inicialmente via WhatsApp. Um ano depois, a ferramenta recebeu mais de 12 mil acessos diretos, registrou mais de 5,9 mil atendimentos finalizados, com orientações sobre os tipos de violência, redes de apoio e encaminhamentos para orientação psicológica e jurídica. Além de mais de 3,3 mil atendimentos psicológicos concedidos e 550 mulheres abrigadas.

“Na pandemia vimos que o violência doméstica aumentou cerca de 40% em alguns meses, e que as mulheres tinham dificuldade de denunciar por estarem sempre próximas do agressor. No total, mais de 2 mil mulheres que usaram o aplicativo apresentaram um risco alto de violência doméstica. A ferramenta, por outro lado, foi uma possibilidade de receber esse atendimento de forma discreta sem precisar, por exemplo, usar comando de voz”, diz Daniela Grelin, diretora-executiva do Instituto Avon.

Na prática, a mulher cadastra o número em seu celular e passa a receber perguntar como “a violência física é frequente?”, “o agressor faz uso de álcool e/ou drogas?” “você tem filhos com seu agressor?”, sendo possível sempre responder sim ou não. Assim, a partir de parâmetros internacionais, a ferramenta consegue identificar o grau de risco daquela mulher. É possível também sugerir acompanhamento psicológico para ganhar autonomia e se sentir confortável para fazer a denúncia ou ainda ser acolhida em outro ambiente.

A ação é patrocinada pelo Instituto Avon, mas tem parceria com outras empresas, como a Uber para o transporte, o Grupo Pão de Açúcar para a doação de cestas básicas e Smarkio, de tecnologia. O poder público também é envolvido nos momentos de acolhimento, por exemplo.

“A situação é complexa e precisa de uma rede de apoio para a mulher. De modo geral, temos percebido a aceitação de quem usa, e podemos pensar em novas alternativas, como o atendimento em situações fora do convívio doméstico ou mesmo a expansão para outros países no futuro, como já vem sendo demandado”, diz Grelin. Até o momento, a avaliação de favorabilidade da ferramenta é de 4,5, sendo a nota máxima 5.

Os números cresceram exponencialmente neste último mês, graças à ação realizada no Dia Internacional da Mulher pelo Instituto Avon e mais de 30 empresas. Com o objetivo chamar a atenção à violência que as mulheres vêm sendo submetidas durante o isolamento social, organizações como a Dow, GE, GPA, Lojas Renner, Vivo, Uber e outras importantes empresas de diferentes setores, também signatárias da Coalizão Empresarial pelo Fim da Violência Contra Mulheres e Meninas, se juntaram ao Instituto Avon para anunciar a contratação da Ângela, profissional de recursos humanos, especializada em cuidar de casos de violência doméstica contra mulheres.

“A ação também reforçou o pacto que essas empresas assinaram para ampliar o enfrentamento à violência contra as mulheres e meninas e nos mostrou que falar deste tema durante o período de isolamento social é mais do que urgente: só nesta ação do Dia das Mulheres em parceria com a Coalizão nós tivemos um aumento de 3.233% na procura da Ângela, comparado ao que tínhamos antes. Esse número comprova a importância de fortalecermos ações de enfrentamento à violência doméstica e do engajamento de todos os setores da sociedade no avanço dessa causa”.

Fonte: Exame

 

2021-03-31T17:06:43-03:00março 31st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Cidade Marketing – Tupperware Brands apresenta novidades na área de comunicação

No ano em que completa 75 anos de atuação no mundo e 45 no Brasil, empresa vai ampliar a presença e a visibilidade da marca no país

Alinhada às estratégias globais e dando sequência ao seu plano de crescimento – com foco no fortalecimento e visibilidade da marca junto à força de vendas e consumidor final – a Tupperware Brands reforça a área de comunicação trazendo Mariana Garbin para atuar como gerente de Comunicação e Marca no Brasil e Amanda Salles como Supervisora de Comunicação para Força de Vendas.

Jornalista com mais de 15 anos de experiência, Mariana é formada pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) e pós-graduada em Comunicação Corporativa e Marketing – Corporate Affairs – pela FGV. Com vasta experiência no mercado de comunicação e varejo, Mariana já trabalhou em empresas como Avianca Brasil, McDonald’s, HSBC e Schneider Electric. Também passou pela Ideal H+K Strategies e foi colunista da revista IstoÉ Dinheiro.

Amanda é Relações Públicas, graduada pela Faculdade Cásper Líbero, com MBA pela Fundação Getúlio Vargas. Com mais de 15 anos de carreira, acumula expressiva atuação em Comunicação Corporativa em grandes empresas, como Tupperware Brands, KPMG, Grupo Boticário e Fast Shop.

Completam o time liderado por Mariana, a jornalista Mariana Roth e a publicitária Gabriela Salvador, supervisoras à frente das estratégias de Marca e Consumidor final há 8 e 7 anos, respectivamente. A área também conta com a atuação de mais sete profissionais.

“A Tupperware® é uma marca icônica, sinônimo de categoria e muito querida pelos brasileiros. A empresa vem se reestruturando e se modernizando fortemente para alcançar e recrutar novos consumidores e trazer um portfólio cada vez mais inovador, diversificado e surpreendente para fidelizar seus clientes.”, afirma Mariana Garbin.

Mariana responde diretamente para Cristina Goto, Diretora de Marketing, que chegou à companhia no início de 2020 e vem liderando projetos estratégicos nas áreas de Produtos, Canais e Inovação, com foco no fortalecimento da força de vendas e na visibilidade da marca paro o consumidor final.

Fonte: Cidade Marketing

2021-03-31T17:04:51-03:00março 31st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Terra – Mercado da beleza apresenta novas tendências para 2021

Produtos que ajudam a promover o bem-estar e marcas que proporcionam boa experiência do cliente na compra online são tendências que guiarão o setor

O mercado da beleza é uma das categorias de maior e mais rápido crescimento no varejo global. De acordo com o Ranking Mundial de Consumo de HPPC da Abihpec/Euromonitor, o Brasil é o quarto maior mercado de beleza e cuidados pessoais do mundo, ficando atrás apenas para os Estados Unidos, China e Japão.

A pandemia impulsionou ainda mais a busca por produtos para cuidados com a pele, principalmente os comprados pela internet. Segundo estudo feito pela agência Corebiz, de São Paulo, o faturamento do comércio eletrônico de cosméticos, a nível nacional, cresceu 68%, entre 1º de março e 14 de junho de 2020. Outro levantamento, feito pelo GetNinjas, aplicativo de contratação de serviços na América Latina, apontou que a demanda pela categoria Moda e Beleza contabilizou mais de 200 mil solicitações em 2020. O número representa um aumento de 54% nas buscas em comparação com 2019.

Mas quais são as razões responsáveis pelo crescimento desse mercado mesmo em meio à crise global? E quais serão as tendências do mercado da beleza em 2021? Uma conversa entre José Paulo Pereira Silva, CEO do Grupo Ideal Trends, e Liliane Oliveira, química e diretora técnica da Anne Caroline Global, empresa de dermocosméticos do Grupo Ideal Trends, abordou o futuro do mercado da beleza e sobre os novos hábitos trazidos pela pandemia que devem continuar em alta mesmo após a crise.

Para os especialistas, claramente, o impacto da Covid-19 trouxe enormes mudanças, mais significativamente no crescente interesse em saúde e bem-estar. Conforme Liliane, o ano de 2020 desencadeou uma readaptação do comportamento do consumidor e da indústria também. “O setor de cosméticos tradicionalmente cresce na crise. No ano passado, mesmo em meio ao isolamento, os serviços de beleza apresentaram aumento, deixando o setor no azul. Os consumidores são movidos agora por novos hábitos de consumo, como o de comprar online, que devem continuar mesmo depois que a pandemia acabar”, afirma.

Liliane também diz que o fato de as pessoas passarem mais tempo em casa foi um fator impulsionador desse mercado. “O ato de cuidar de nós mesmos traz conforto e é importante para manter a saúde mental em tempos desafiadores. Por estar em casa e ter mais tempo, o comportamento do consumidor do setor da beleza está cada vez mais interligado ao bem-estar e ao autocuidado. Por isso, marcas como a Anne Caroline Global prezam cada vez mais por produtos com fórmulas inovadoras e naturais que protegem e combatem o estresse. Isso inspira confiança e agrega valor para os consumidores”, revela.

Para José Paulo, presidente da Anne Caroline Global, o cenário da beleza é bastante positivo. “As pessoas estão buscando se cuidar mais, e os dermocosméticos se destacam, pois são tratamentos de beleza e saúde, trazendo mais resultados que os cosméticos comuns”, afirma.

O bem-estar se tornou uma parte importante da beleza e a pandemia impulsionou o conceito de saúde holística, com foco no bem-estar mental. Uma pesquisa desenvolvida pela empresa americana Mintel descobriu que 38% das mulheres nos Estados Unidos, com idades entre 25 e 34 anos, estão interessadas em produtos de beleza que reduzem o estresse e a ansiedade.

Tendências online em ação

Em meio a um cenário de compras quase que exclusivamente feitas por meio online, o caminho do sucesso é proporcionar ao consumidor uma boa experiência. Conforme José Paulo, os consumidores estão mais confortáveis comprando produtos de beleza online do que nos últimos anos, e isso está preparando o terreno para as marcas criarem novas estratégias robustas para envolver o consumidor no e-commerce.

“A Covid-19 acelerou uma mudança na forma como os consumidores descobrem e compram produtos, o que criou a necessidade de uma “experiência de beleza” e conexão com a marca. As novas estratégias de canal estimulam diferentes maneiras de se envolver com o consumidor, abordar os pontos problemáticos do comércio eletrônico, direcionar negócios para sites de marca própria e fornecer acesso fácil por meio de uma boa automação. Prover uma boa experiência de compra online faz você se conectar fortemente com o cliente. Além disso, os consumidores que se conectam emocionalmente vão além do preço ao tomar uma decisão de compra. Esses clientes são fiéis e não se importam de gastar mais com seu produto. Eles também fornecem referências excelentes para amigos e familiares. É por isso que mais que nunca vale a pena entender o que move seu cliente”, afirma.

Anne Caroline Global

A Anne Caroline Global é uma empresa brasileira de produtos dermocosméticos inovadores desenvolvidos com ativos e substâncias nanotecnológicos que podem ser usados em diferentes tratamentos dermatológicos, e com canal de distribuição através de Vendas Diretas, que possui ferramentas digitais 100% automatizadas.

A empresa desenvolve produtos inovadores com nanotecnologia, oferecendo todo o suporte aos vendedores para o uso do marketing de relacionamento e ferramentas digitais, que alavancam o sucesso do empreendedor. A empresa trabalha com marketing multinível e está dentro das estatísticas de empresas que estão em expansão, mesmo em períodos atípicos como a pandemia.

A Anne Caroline Global é associada à Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), entidade que regulamenta o setor. Mais informações no site: http://brz.annecarolineglobal.com/

Fonte: Terra

2021-03-31T16:39:34-03:00março 31st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Investe – Inflação medida pelo IGP-M acumula alta de 31% em 12 meses até março

Em março, índice ficou em 2,94%, resultado pouco abaixo das estimativas de 3,02%, com intervalo das projeções indo de 2,8% a 3,47%

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) registrou inflação de 2,94% em março, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). A variação de preços ficou levemente abaixo da mediana das estimativas de 27 consultorias e instituições financeiras ouvidas pelo Valor Data, de 3,02%, com intervalo das projeções indo de 2,8% a 3,47%.
Com esse resultado, o índice acumula alta de 8,26% no ano e de 31,10% em 12 meses. Em março de 2020, o índice havia subido 1,24% e acumulava alta de 6,81% em 12 meses.

“Todos os índices componentes do IGP-M registraram aceleração. No índice ao produtor, os aumentos recentes dos preços das matérias-primas continuam a influenciar a aceleração de bens intermediários (4,67% para 6,33%) e de bens finais (1,25% para 2,50%). Além disso, os aumentos dos combustíveis também contribuíram para o avanço da inflação ao produtor e ao consumidor. Na construção civil, os materiais para a construção seguem em aceleração impulsionados pela alta dos preços dos insumos básicos”, afirma André Braz, coordenador dos Índices de Preços da FGV, em comentário no relatório.

Com peso de 60%, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 3,56% em março, ante 3,28% em fevereiro. Na análise por estágios de processamento, a taxa do grupo Bens Finais subiu 2,50% em março. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 1,25%.

A principal contribuição para esse resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de -0,86% para 0,72%, no mesmo período. O índice relativo a Bens Finais “ex”, que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, subiu 1,28% em março, ante 0,75% no mês anterior.

A taxa do grupo Bens Intermediários passou de 4,67% em fevereiro para 6,33% em março. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cujo percentual passou de 6,77% para 18,33%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, subiu 4,65% em março, contra 4,38% em fevereiro.

O estágio das Matérias-Primas Brutas variou 2,11% em março, após subir 3,72% em fevereiro. Contribuíram para o recuo da taxa do grupo os seguintes itens: bovinos (9,86% para 1,40%), soja em grão (5,41% para 1,93%) e milho em grão (6,14% para 2,66%). Em sentido oposto, destacam-se os itens suínos (-8,32% para 4,94%), aves (-0,05% para 4,14%) e laranja (-5,29% para -2,18%).

Com peso de 30%, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,98% em março, ante 0,35% em fevereiro. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação.
A principal contribuição partiu do grupo Transportes (1,45% para 3,97%). Nessa classe de despesa, a FGV destaca o comportamento do item gasolina, cuja taxa passou de 4,42% em fevereiro para 11,33% em março.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos Habitação (-0,29% para 0,53%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,18% para 0,41%) e Vestuário (-0,33% para 0,18%). Nessas classes de despesa, a FGV sublinha os seguintes itens: tarifa de eletricidade residencial (-3,03% para 0,31%), artigos de higiene e cuidado pessoal (-0,42% para 0,61%) e acessórios do vestuário (-1,78% para 1,34%).

Em contrapartida, os grupos Educação, Leitura e Recreação (0,78% para 0,02%), Alimentação (0,18% para 0,10%), Comunicação (0,00% para -0,10%) e Despesas Diversas (0,23% para 0,21%) registraram decréscimo em suas taxas de variação.

Nessas classes de despesa, destacam-se os seguintes itens: cursos formais (2,41% para 0,00%), hortaliças e legumes (-1,77% para -3,70%), combo de telefonia, internet e TV por assinatura (0,15% para -0,13%) e serviço religioso e funerário (0,44% para 0,08%).

Com os 10% restantes, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 2,00% em março, ante 1,07% no mês anterior. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de fevereiro para março: Materiais e Equipamentos (2,39% para 4,44%), Serviços (1,05% para 0,69%) e Mão de Obra (0,03% para 0,28%).

Apesar de ser considerado o indicador do mês fechado, para o cálculo do IGP-M, são comparados os preços coletados do dia 21 do mês anterior ao dia 20 do atual (o de referência) com os do ciclo de 30 dias imediatamente anterior.

(Conteúdo publicado originalmente no Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor)

Fonte: Valor Investe

2021-03-30T10:21:27-03:00março 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Câmara de Notícias – Proposta prevê pena maior para esquema de pirâmide financeira

O texto prevê pena de reclusão e multa. Atualmente, a pirâmide financeira é enquadrada como crime contra a economia popular, que prevê apenas detenção e multa

O Projeto de Lei 744/21 altera a legislação econômica para prever penas maiores para o crime de pirâmide financeira, esquema fraudulento que recruta as pessoas com a promessa de ganhos rápidos e retornos altos. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

Conforme a proposta, quando o crime ficar circunscrito a uma localidade, a pena será de reclusão de 2 a 5 anos, e multa. Quando tiver repercussão interestadual, ou for cometido pela internet, a pena será reclusão de 4 a 8 anos, e multa.

O projeto altera a Lei dos Crimes contra a Ordem Tributária e a Lei dos Crimes Financeiros. Atualmente, a pirâmide financeira é enquadrada como crime contra a economia popular (Lei 1.521/51), que prevê apenas detenção e multa.

Autor da proposta, o deputado Celso Russomanno (Republicanos-SP) afirma que as regras atuais são brandas e não dão a devida punição para os condenados pelo crime. “Nossa legislação vigente carece de efetividade na repressão e na prevenção dessa prática delituosa”, disse.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

 

2021-03-30T10:19:01-03:00março 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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