Mercado & Consumo – Varejo e e-commerce lideram engajamento no Facebook e no Instagram

O alerta é de um estudo da plataforma de otimização para redes Socialbakers

As empresas de varejo, físico e virtual, devem estar atentas a redes sociais como o Facebook e o Instagram, que geram grande engajamento dos consumidores. É o que alerta o estudo mais recente da Socialbakers, plataforma de soluções para a otimização de performance corporativa em redes.

O levantamento mostra o setor de varejo como líder em engajamento no Facebook, com 19,6% do total de interações da rede. O varejo tomou o lugar da categoria e-commerce, que ocupava a primeira posição no ano passado e agora aparece na vice-liderança.

No Instagram, as coisas mudam pouco: o primeiro lugar ficou com o e-commerce, que contou com 23,4% das ações dos usuários. O setor havia ficado na segunda posição em 2019, quando a liderança da rede social em engajamento era do segmento de moda.

O setor de serviços alimentícios, que aparecia na quarta posição no ranking do Facebook no levantamento anterior, agora não está mais em destaque no top 5 da rede social, dando lugar para a indústria de beleza, que não aparecia no último estudo e agora conta com 8,5% das interações.

De acordo com Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, as redes sociais devem ter destaque na comunicação com os consumidores. “Este ano, devemos perceber oscilações ascendentes em uma série de áreas, incluindo comércio social, investimento em publicidade e o uso de micro influenciadores. Além disso, com tantos consumidores continuando a recorrer aos canais digitais, as redes sociais se tornarão cada vez mais um componente crucial da experiência do cliente”, comenta.

Confira os setores que se destacaram em cada uma das redes sociais em 2020:

Facebook
Varejo – 19,6% das interações;
E-commerce – 16,2% das interações;
Beleza – 8,5% das interações;
Serviços – 8,4% das interações;
Moda – 6,6% das interações.
Instagram
E-commerce – 24,5% das interações;
Moda – 22,5% das interações;
Varejo – 14% das interações;
Beleza – 11,6% das interações;
Serviços – 7,6% das interações.

Fonte: Mercado & Consumo

 

2021-03-30T10:16:37-03:00março 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Estadão – Sem auxílio emergencial e sem trabalho, consumo das classes C e D despenca quase 30%

Sem auxílio emergencial, ao mesmo tempo em que as medidas de restrição à circulação para o combate à pandemia se intensificam com a redução de atividades informais, as classes C e D cortaram forte o consumo. Pesquisa da Superdigital, fintech do Santander, aponta que os gastos dos dois grupos caíram 28% em relação a janeiro.

Exceto por combustíveis (+7%), todos os segmentos caíram, inclusive os de consumo mais básico. Supermercados, por exemplo, amargaram baixa de 18%. O Carnaval cancelado e o fim dos recursos do 13º e da última parcela do auxílio emergencial, pagos em dezembro, contribuíram para os resultados. No setor de serviços, motor do PIB, os gastos caíram pela metade.

Supermercados representaram um terço do gasto
Com a alta da inflação, os supermercados abocanharam uma fatia maior dos gastos – foram 33% do total, ante 30% em janeiro. Entre um mês e outro, o grupo de alimentação e bebidas, um dos componentes do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e um dos principais no carrinho de compras do brasileiro, subiu 0,27% em relação a janeiro.

Mais caros, os combustíveis também abocanharam uma fatia maior dos gastos. Passaram de 5% para 7% das despesas do mês. A alta da gasolina levou ao maior IPCA para fevereiro em cinco anos, e resultou na queda do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco. De todas as regiões pesquisadas, o gasto com combustível caiu em apenas duas – Rio de Janeiro (-10%) e Bahia (-1%).

Esta reportagem foi publicada no Broadcast+ no dia 29/03/2021, às 12:18:17 .

Fonte: Estadão

2021-03-30T10:14:17-03:00março 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Direct Selling News – Grupo Hinode anuncia planos de expansão internacional

O Grupo Hinode anunciou planos de futura expansão internacional, incluindo Chile e Paraguai, antes do fim de 2021. A empresa já possui uma forte presença na América Latina, com operações na Bolívia, Colômbia, Equador, México e Peru.

“Nosso plano é de estarmos presentes em 30 países até 2030, já que as vendas em nossos mercados internacionais cresceram 50% de 2019 para 2020, atingindo 27% da receita total no ano passado e fechando o ano em R$ 1,6 bilhão”, disse a CEO Marília Rocca. “Para 2021, a expectativa para os nossos mercados internacionais é atingir 35% da receita global, que deve ser R$ 1,9 bilhão.”

A empresa superou os 40 milhões de produtos vendidos em 2020 e tem investido muito em tecnologia, otimização de processos, expansão do e-commerce e catálogo digital interativo. Ainda em 2020, a empresa contratou seis executivos com o plano de contratar 100 novos profissionais no primeiro semestre de 2021.

Fonte: Direct Selling News (https://www.directsellingnews.com/hinode-group-announces-plans-for-international-expansion/)

2021-03-30T10:11:59-03:00março 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Brazil Beauty News – The Body Shop adota sistema de estações de refil em sua rede mundial de lojas

Resgatando a militância ambiental que caracterizou seus primeiros passos no mercado, a marca inglesa decidiu ampliar a oferta de soluções de refil em suas lojas. A iniciativa, que tem como objetivo reduzir o consumo de embalagens descartáveis, reflete a herança ativista da marca, hoje manifestada de diversas formas. Confira, a seguir, as explicações de Hugues Laurençon, diretor-geral na França e na região Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo.

A partir de abril de 2021, 47 lojas na França colocarão à disposição estações de refil para diversos produtos, como gel de ducha, sabonete líquido para as mãos, shampoo e condicionador. No plano mundial, a previsão é que 400 estações sejam instaladas até o final do ano e que todas as lojas da The Body Shop estejam equipadas com o sistema daqui a cinco anos. Na França, a novidade chega em breve a 47 estabelecimentos, ou seja, à maioria das lojas da rede. O leque de produtos disponíveis dependerá do tamanho da loja, podendo ter entre seis e até doze referências.

Refil ilimitado em frascos de alumínio
Concretamente, um frasco de alumínio reciclável com capacidade de 300 ml estará à venda nas lojas por 2,50 euros, e é nele que será acondicionado o produto escolhido, que por sua vez custará 7 euros. No caixa, o preço total será inferior ao do produto vendido na embalagem tradicional. Em seguida, o frasco de alumínio poderá ser recarregado na loja quantas vezes o cliente desejar. A higienização do frasco fica por conta do consumidor. Na hora da compra, as conselheiras colam no frasco uma etiqueta que indica a data de validade e o número do lote.

“Com esse projeto, a rede The Body Shop mostra-se fiel à herança ativista lançada por Anita Roddick, fundadora da empresa. Estamos muito orgulhosos em ser a primeira marca de cosméticos a dar tamanha dimensão a esse tipo de sistema, tanto pelo número de lojas como pela variedade de referências disponíveis. Como a The Body Shop conquistou a certificação B Corp, temos uma responsabilidade em relação às embalagens que acompanham os produtos comercializados pela marca. Todos os nossos produtos são recicláveis e fabricados com plásticos provenientes do comércio justo e solidário”, explica Hugues Laurençon.

Em 2019, a marca estabeleceu uma parceria inédita com uma startup indiana que oferece assistência aos catadores de resíduos plásticos que trabalham nas ruas. Graças à parceria, esses trabalhadores, que muitas vezes são marginalizados, recebem uma remuneração justa e fixa e contribuem para reduzir o volume de lixo na natureza. O plástico reciclado proveniente dessa atividade é atualmente usado, em maior ou menor proporção, em todos os produtos da The Body Shop.

Herança ativista
Além das estações de refil, a marca está lançando a “Activist Maker Workshop”, novo conceito de loja em que a decoração inclui móveis de segunda mão. “Todos os elementos já trazem uma história passada e são fruto de reciclagem industrial. Eles formam um conjunto, compondo uma loja diferente, com produtos diferentes”, continua Hugues Laurençon. A primeira loja desse tipo foi inaugurada na Oxford Street, em Londres, em 2019. Na França, o conceito chegará em Dijon no mês de junho e em Carré Sénart em setembro.

Em relação aos produtos, os conceituados body butter, responsáveis pelo sucesso da marca, foram retrabalhados para que suas fórmulas contenham entre 95% e 99% de ingredientes de origem natural, proporcionando 96 horas de hidratação. A antiga tampa de plástico preto, difícil de reciclar, foi substituída por uma nova tampa de alumínio.

Na categoria de perfumes, o clássico White Musk, lançado em 1981, passará a ser comercializado com um novo frasco fabricado à base de 42% de vidro reciclado e equipado com uma válvula que pode ser retirada. Para completar, a marca eliminou todos os elementos desnecessários das embalagens.

Campanha Audocuidado – Autoamor
A marca The Body Shop deseja também promover o movimento de transformação da noção de beleza, de forma a torná-la mais inclusiva. Um estudo mundial encomendado à Ipsos e realizado em diversos países revelou que o amor das mulheres por si mesmas está em baixa. As francesas, particularmente afetadas por esse problema, ficaram em último lugar nesse Self Love Index, empatando com as mulheres sauditas. Como resposta, a marca lançou o movimento #SelfLoveUprising #AmourdeSoi em parceria com diversas celebridades, entre as quais a cantora Lous and the Yakuza (para a França e a Bélgica) e Jameela Jamil, atriz e ativista Body Positive (para a Inglaterra). Essas artistas são as porta-vozes de uma campanha lançada em 16 de março nas redes sociais e nas lojas.

“Lous and the Yakuza personifica o amor da mulher por si mesma. Com sua participação na campanha, ela passa a mensagem de que, para amar os outros, primeiro é preciso amar a si mesma. Pedimos a ela que escolhesse uma associação para a qual vamos angariar fundos”, declara o diretor-geral.

Rumo à Ásia e à China
Manifestando publicamente suas ideias, a marca, que agora é parte integrante do grupo Natura &Co, deseja ampliar sua presença graças a lojas físicas na França e em outros países. “A conexão humana é essencial, e não é porque a situação está difícil que vamos desistir das vendas no varejo. Queremos veicular e compartilhar nossos valores, e para tanto precisamos de contato humano. Acreditamos no poder das relações”, afirma Hugues Laurençon.

Segundo o diretor-geral, a Ásia é hoje a nova fronteira a conquistar. “Até agora, a marca excluiu voluntariamente a China de seus planos de expansão, apesar do grande potencial que esse mercado oferece, por não aceitar a política adotada pelo país em relação aos testes com animais. Mas, em breve, será possível rever essa decisão, em virtude das recentes medidas tomadas pelo governo chinês para eliminar a crueldade com os animais”. Na França, a previsão é que a rede estabelecimentos seja otimizada, com a abertura de novas lojas e a relocalização de outras.

Sobre a fusão com o grupo Natura &Co, Hugues Laurençon comemora a união de duas marcas que defendem valores em comum e pretendem resgatar tudo o que sempre fez o diferencial da The Body Shop. “O objetivo é devolver à marca sua voz. A The Body Shop não é uma marca de cosméticos como as outras. É uma marca que tem um firme compromisso com as causas que defende. A venda de produtos é o vetor, mas o que importa realmente é a mensagem que veiculamos”, conclui ele.

Fonte: Brazil Beauty News

2021-03-30T10:09:57-03:00março 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Folha de S. Paulo: Natura doa R$ 4 milhões para compra de vacina e insumo hospitalar

Presidente da Natura diz que empresa é contra privilégios de grupos econômicos

A Natura&Co vai dar a largada no apoio empresarial para a compra de vacinas contra a Covid no Brasil. A multinacional de cosméticos brasileira assina nesta terça-feira (30) um acordo com a FNP (Frente Nacional de Prefeitos) para doar R$ 4 milhões que devem ser usados na compra de imunizantes, quando houver disponíveis para venda, e insumos hospitalares. A Natura não vai comprar doses para vacinar seus funcionários. O objetivo da doação é atender a saúde pública.​

João Paulo Ferreira, presidente da Natura&Co América Latina, diz que a empresa é contra privilégios de grupos econômicos. “Não conseguiremos avançar como nação se pensarmos só em interesses individuais. Sem a universalização da vacina, condições básicas de atendimento médico e segurança alimentar, ampliaremos o fosso social e as divisões que tornam o país tão desigual e injusto.”

Fonte: Folha de S. Paulo

 

2021-03-30T10:06:46-03:00março 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Simples Nacional | CGSN Prorroga Prazos de Recolhimento

Foi publicada, no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (25), a Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) 158/2021, que dispõe sobre a prorrogação de prazos de pagamento de tributos no âmbito do Simples Nacional. Desta forma, as parcelas referentes aos meses de abril, maio e junho poderão ser pagas até julho, setembro e novembro, respectivamente. Ademais, a Resolução estabelece que, a partir do vencimento de cada período de apuração, o pagamento poderá ocorrer em até duas quotas mensais, iguais e sucessivas, devendo a primeira ser paga até o vencimento do período de apuração correspondente e a segunda até o dia 20 do mês seguinte.

Para acessar o cronograma, clique aqui.

2021-03-29T14:59:07-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Auxílio Emergencial de São Paulo

A nova rodada de pagamentos do auxílio emergencial da Prefeitura de São Paulo foi iniciada no dia de hoje (25). Os quase 1,3 milhão de beneficiários receberão parcelas de R$ 100 ou R$ 200 em março, abril e maio. A estimativa da Prefeitura é de que sejam gastos R$ 398 milhões com a nova rodada, valor similar ao gasto em 2020 quando o pagamento foi realizado na forma de uma única parcela em dezembro com o acumulado de outubro e novembro. 

Os beneficiários das parcelas no valor de R$ 200 são pessoas com deficiência, independentemente de idade. Já o auxílio no valor de R$ 100 deverá ser pago a cerca de 480 mil famílias inscritas no Bolsa Família até 30 de setembro de 2020 e famílias de trabalhadores ambulantes que atendam aos critérios do próprio Bolsa Família e que possuam TPU (Termo de Permissão de Uso) vigente ou que estejam cadastrados no Sistema “Tô Legal”. 

Não poderão receber o auxílio da Prefeitura quem recebe o BPC (Benefício de Prestação Continuada) do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). 

CALENDÁRIO PARA PAGAMENTO 

Final do NIS Data do crédito
1 e 2 25/03 (quinta-feira)
3 e 4 26/03 (sexta-feira)
5 e 6 29/03 (segunda-feira)
7 e 8 30/03 (terça-feira)
9 e 0 31/03 (quarta-feira

 

http://www.capital.sp.gov.br

2021-03-29T14:26:22-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Secretaria da Fazenda edita norma alterando as regras relativas aos procedimentos de Regimes Especiais de Contribuintes

Por meio de publicação no Diário Oficial do Estado de São Paulo (Seção I), de 24 de março, a Secretaria da Fazenda e Planejamento editou a Portaria CAT 18, de 2021, para dispor sobre os procedimentos relativos aos pedidos de regimes especiais previstos nos artigos 479-A e 489 do Regulamento do ICMS.

As novas diretrizes passam a vigorar deste a data da publicação, revogando-se as disposições da Portaria CAT nº 43, de 2017.

Para conhecer o inteiro teor da norma, clique aqui.

2021-03-29T14:22:37-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

iG Economia – Pandemia: 71% das famílias que vivem em favelas perderam metade da renda

Na pandemia de Covid-19 , 71% das famílias que moram em brasileiras estão sobrevivendo com menos da metade de sua renda original. A informação é de uma pesquisa do Data Favela, em parceria com o Instituto Locomotiva e com a Central Única das Favelas.

“Ficou muito claro que a realidade de fome das favelas atingiu níveis alarmantes, chegando ao pior nível da pandemia até agora”, diz Renato Meirelles, fundador do Data Favela, à CNN.

O estudo também revelou que quase 70% dos moradores de favelas tiveram falta de dinheiro para comprar comida em 2020. Por isso, 90% das pessoas receberam algum tipo de doação no período, sobretudo de alimentos.

Sem as doações, 80% das famílias afirmam que não teriam tido condições de pagar contas básicas, comprar produtos de higiene ou se alimentar durante a pandemia de Covid-19 . Quase todos os moradores de favelas não têm dinheiro guardado, e 76% pediram o auxílio emergencial . Atualmente, 16 milhões de pessoas vivem em favelas no Brasil.

Fonte: iG Economia

2021-03-29T14:20:55-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 4,81% este ano

Previsão para expansão do PIB cai para 3,18% em 2021

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 4,71% para 4,81%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (29), pesquisa divulgada semanalmente, em Brasília, pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,51%. Tanto para 2023 como para 2024 as previsões são de 3,25%.

O cálculo para 2021 está acima do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2021 em 5% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é que a taxa básica suba para 6% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é 6,50% ao ano e 6,38% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas podem dificultar a recuperação da economia. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
As instituições financeiras consultadas pelo BC reduziram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,22% para 3,18%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,34%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%.

A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 5,30 para R$ 5,33 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é que a moeda americana fique em R$ 5,26.

Fonte: Agência Brasil

2021-03-29T14:18:31-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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