Folha de Londrina – O DNA binário dos novos influenciadores

Entenda o que são as personalidades virtuais, pessoas que não existem fora das telas

Lu do Magalu, Baianinho, Nat Natura… ao se deparar com esses nomes, rostos de pessoas familiares devem vir a mente. O irônico é pensar que esses rostos, na verdade, não pertencem a pessoa alguma. Esses são apenas alguns exemplos das personalidades virtuais, estratégia que se tornou tendência no marketing de empresas e entretenimento. Há muitos anos, marcas procuram formar uma conexão com os consumidores – seja por meio de slogans, jingles ou, neste caso, mascotes. O objetivo é que se associe a empresa à uma referência carismática que se torne amigável ao cliente. “O fato principal das mascotes é essa busca pela humanização da marca” – explica o professor Adalberto Belluomini, discente no departamento de mercadologia da FGV (Fundação Getúlio Vargas) e mestre em Comunicação e Semiótica. Mas o que faz dessas personalidades diferentes das mascotes de tantas marcas que já conhecemos? A palavra-chave para entender esse fenômeno é “interação”.

Até pouco tempo, a publicidade das companhias se dava nas plataformas tradicionais: outdoors, rádio, televisão. Nessas situações, a “cara” de uma empresa pode ser a de um garoto propaganda, que é uma figura convidativa, porém ainda muito distante do consumidor e que estabelece uma comunicação de mão única: a marca fala, o público apenas recebe. Porém, como conta Belluomini, agora nos encontramos em um “momento em que muita coisa está migrando para o mundo digital, então, para tornar a tela do e-commerce um pouco menos fria e chata, surge a figura dos avatares”. Avatares nada mais são que mascotes digitais capazes de agir de forma humanizada com as pessoas. Desse modo, não basta mais que a companhia tenha uma figura que a represente. É preciso uma personalidade que transmita um conjunto de seus valores e seja a ponte de relacionamento entre o consumidor e a empresa.

Essa dinâmica pode se dar de diferentes formas. De maneira simples, uma conta oficial nas redes sociais pode dialogar com seus seguidores por meio de curtidas e comentários sem nem mesmo ter um rosto que a dê vida, e ainda assim ser um sucesso. Esse é o caso da conta no Twitter do serviço de streaming Netflix, que já acumula mais de 12 milhões de seguidores. Porém, em casos mais refinados, a personalidade se une a uma imagem, criando um avatar que é a personificação completa da empresa. Nessas situações, a mimetização da mascote com uma pessoa real é tanta que passa a ser considerada uma “personalidade virtual”, que o professor enxerga como “mais humanizada. Parece que eu estou falando com uma pessoa, um ser humano, e não com uma marca, uma empresa, uma coisa fria”.

Um dos maiores exemplos de êxito no Brasil é certamente a Lu do Magalu, avatar do Magazine Luíza, que conta com cinco milhões de seguidores em seu Instagram. Além de conversar com a comunidade, Lu posta fotos, mostra sua casa, faz enquetes… enfim, tudo o que você espera ver de um influenciador. Mas essa influenciadora não tem carne nem osso. Sua identidade não existe fora das sequências de código binário da rede.

“Uma grande vantagem é conseguir que ele (o avatar) dê suporte no processo de compra, orientações” – observa Belluomini. Assim, mascotes como a Lu não se limitam a fazer propaganda, mas também fazem um acompanhamento assistencial do consumidor ao tirar suas dúvidas, registrar reclamações, dar sugestões e resolver problemas, livrando o consumidor da necessidade de discar um 0800, por exemplo. Mas ainda que o objetivo seja diminuir a frieza, Belluomini alerta que que esses sistemas não podem ser mostrar limitados a ponto de serem ineficazes. É preciso que o serviço seja o suficiente para atender a demanda do cliente sem que ele fique desamparado.

Quem disse que avatar precisa ser amigável?
A rede estadunidense de fast-food Wendy’s está na ativa desde os anos 60, mas passou por momentos complicados quanto às vendas. Foi em 2017 que a empresa retomou seu crescimento com uma estratégia pouco convencional: deixar para trás o comportamento educado.

Quem vê a garotinha ruiva no ícone do perfil oficial da lanchonete não imagina sua personalidade provocativa. Em suas interações na rede, Wendy geralmente demonstra atitude desbocada com seus clientes e ousa ao descaradamente tirar sarro da concorrência. Falta de profissionalismo? Pelo contrário, a mudança alavancou a marca que agora ostenta 8 milhões de seguidores no Facebook.

Você faz propaganda de quem?
Nem sempre as personalidades virtuais estão vinculadas à publicidade de uma marca específica. Outra tendência é a criação de personagens virtuais que atuam como pessoas comuns em vez de garotos-propaganda. O novo sucesso são os cantores virtuais, como a japonesa Hatsune Miku e a chinesa Luo Tianyi. Esses músicos lançam discos e até mesmo fazem shows. Eles são criados por meio de sintetizadores de voz criados na Espanha chamados Vocaloids e seus corpos ganham vida por meio de hologramas. Nas redes-sociais, influenciadores dão dicas de moda sem nem ao menos ter um corpo. A estadunidense Lil Miquela, por exemplo, entretém 3 milhões de seguidores em seu Instagram e ainda esbanja fotografias com personalidades famosas, como Maísa Silva.

Conheça algumas influencers artificiais famosas

Lu do Magalu

5 milhões de seguidores no Instagram

A influenciadora virtual brasileira do Magazine Luiza ganhou notoriedade própria e já foi convidada para estrelar campanhas de outras marcas.

Lil Miquela

3 Milhoes de seguidores no Instagram

Adolescente norte americana de origem brasileira briga com quem diz que ela não é real. Estrela campanhas, faz publis e já lançou singles autorais. O videoclipe de sua música “Hard feelings” teve 2,6 milhões de visualizações no Youtube.

Noonoouri

372 mil de seguidores no Instagram

Única da lista que não se assemelha a um humano real, a boneca virtual Noonoouri faz sucesso no universo da moda e estampa capas de revistas e editoriais de grandes marcas ao redor do mundo. Em 2019, se tornou agenciada oficial da IMG Models, uma das mais conceituadas agências de modelos do mundo.

Nat da Natura

163 mil seguidores no Twitter

Outra brasileira virtual que está ganhando fama nas redes sociais é a Nat. A porta voz da Natura no Twitter tem como bandeira a beleza real e diversidade.

Hatsune Miku

1,56 milhões de inscritos no canal do Youtube

Vocaloid japonês faz sucesso em todo o mundo e sua presença holográfica já foi destaque em shows com músicos reais.

Luo Tianyi

13 mil inscritos no Youtube

Perto dos números exorbitantes das anteriores a Luo parece nem tão famosa. Criada em 2012 ela é a primeira vocaloid chinesa e sua fama só cresce a cada dia.

Fonte: Folha de Londrina

 

2021-03-29T14:16:41-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Época Negócios – Consórcio de empresas lança plataforma baseada em blockchain para escalar soluções de economia circular

Iniciativa reciChain une grandes empresas e busca apoiar o aumento da capacidade instalada de reciclagem de resíduos, em especial o plástico

Aplicar a tecnologia para entregar melhores serviços para a sociedade e para o meio ambiente. Essa é a ideia por trás de um novo projeto de economia circular lançado neste mês. A iniciativa, chamada reciChain, une empresas e busca apoiar o aumento da capacidade instalada de reciclagem de resíduos, em especial o plástico, e incentivar a economia circular. Por enquanto, oito companhias participam da fase piloto do projeto: BASF, Natura, Henkel, Braskem, Bomix, Triciclos, Wise e Recicleiros.

Baseada em blockchain, a plataforma permitirá o compartilhamento de informações entre os integrantes da cadeia de reciclagem. “De maneira ampla, as grandes marcas estão em contato com cooperativas para solicitar notas fiscais a fim de comprovar ao governo que os materiais de embalagens descartadas não são destinados a aterros e lixões. O reciChain busca desenvolver, em um ambiente seguro e transparente, a geração de tokens para assegurar a validade dos certificados de logística reversa”, diz Rafael Viñas, gerente da Fundação Espaço ECO, criada e mantida pela BASF.

Segundo a BASF, nessa rede, as organizações trabalham de forma colaborativa, cada uma em seu campo de conhecimento, com recurso de pessoal ou financeiro. A missão é escalar projetos de impacto social positivo e soluções de reciclagem que visem fomentar a capacidade de reciclagem de materiais, como o plástico, bem como capacitar iniciativas de reciclagem de resíduos sólidos, possibilitar investimentos de proprietários de marcas e de seus fornecedores e buscar estudos que auxiliem no melhor desenho de embalagens a fim de elevar a reintrodução de materiais recicláveis em novos produtos.

Por meio do reciChain, a companhia indica que será viabilizada maior transparência junto aos programas e entidades que auditam ou assessoram as unidades de triagem. Além disso, a plataforma permite verificar se toda a cadeia envolvida está cumprindo com as obrigatoriedades. Assim, será criado um protocolo de requisitos mínimos sociais e ambientais que cada participante deverá atender – haverá, por exemplo, o monitoramento de como é realizada a gestão social das unidades de triagem, número de empregos formalizados e gestão financeira.

A implantação da iniciativa está prevista para ser feita no início de 2021 em cooperativas de triagem do programa Cidade+, da ONG Instituto Recicleiros. Na primeira etapa, o foco serão os plásticos, porém, a expansão prevê o monitoramento de outros tipos de materiais utilizados em embalagens de bens de consumo.

Fonte: Época Negócios

2021-03-29T14:07:51-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Folha de S. Paulo – Saiba quais são as habilidades esperadas de um líder inovador

Entender que trabalho é coletivo depende mais de um processo de construção social que da ideia de gênio

Inovar nunca depende de uma só cabeça, dizem os especialistas, em uma narrativa um pouco diferente daquela ilustrada por gênios contemporâneos como Mark Zuckerberg (Facebook) ou Elon Musk (Tesla).

“É um processo coletivo, construído socialmente”, afirma André Nardy, diretor do programa Innovation & Disruptive Strategy, em parceria com a Harvard Business School Online, na Escola de Negócios Saint Paul. Ele frisa que líderes considerados geniais contavam com redes de networking que iam bem além de suas empresas.

Ao apontar as “soft skills” (competências comportamentais) esperadas hoje de um profissional da inovação, o professor Mario Sérgio Salerno, da Fundação Vanzolini, enfatiza aquela ferramenta básica a qualquer gestor: a capacidade de coordenar equipes e de se comunicar bem.

Salerno, que coordena o laboratório de Gestão da Inovação da Escola Politécnica da USP, afirma que, embora muitas corporações apostem hoje em campanhas por meio de plataformas de sugestões e hackatons (maratonas de criatividade), o que define se uma empresa é ou não inovadora é sua estrutura interna.

“Para que a inovação ocorra, as etapas do trabalho precisam estar funcionando bem e ao mesmo tempo. O líder de inovação vai pensar nos critérios das etapas de desenvolvimento e coordenar equipes que atuam simultaneamente”.

Facilidade de atuar com equipes multidisciplinares é uma das capacidades essenciais. A interação entre o mercado e a universidade, por exemplo, depende de bom trânsito com grupos diversos.

A Natura, empresa entre as mais inovadoras segundo ranking da Forbes de 2019, aposta no no trabalho colaborativo com comunidade acadêmica e startups. “Essas iniciativas ampliam nosso modelo de inovação aberta desde uma perspectiva mais empreendedora, permitindo que a rede externa se conecte aos desafios da Natura”, diz Roseli Mello, líder global de pesquisa e desenvolvimento da marca.

A pesquisadora Helena Faccioli, líder inovadora que se define como ‘‘tradicional’’ no estilo de gestão, atua fazendo pontes entre dois mundos. Ela é a cabeça da Farmacore, empresa brasileira especializada em inovação com fármacos, que hoje estuda uma vacina para Covid-19.

Filha de professores da USP, Helena diz ter crescido acostumada ao trabalho de produção de conhecimento. “Meu mundo era a ciência.” Mas escolheu a indústria. “Sempre me interessei em pegar projetos que só geravam artigos e transformar em produtos.”

Conhecimentos técnicos e científicos, apenas, não são suficientes para gerar mudança, afirma. ‘‘O gestor de inovação precisa se envolver no dia a dia do trabalho, nas tarefas de cada pessoa da equipe. Não dá para ficar limitado ao que se executa no laboratório. É preciso entender que aquilo é parte de um processo, que as etapas geram um produto que vai chegar às prateleiras.”

Além de dominar as diferentes etapas de um projeto, o gestor da inovação precisa pensar na empresa como um todo. Para Nardy, da Escola de Negócios Saint Paul, ele precisa fazer a gestão do tempo.

“São tempos diferentes para entender como a organização lucra no curto prazo e no longo. O papel da liderança é coordenar diferentes equipes que olham para diferentes momentos da empresa.”

Salerno, da Fundação Vanzolini, acrescenta que o gestor da inovação deve ser capaz de trabalhar com a incerteza e ter perfil analítico.

A habilidade de destaque, porém, é a capacidade de errar. “É necessário se acostumar com o fracasso e aprender com ele”, afirma.

Competências comportamentais, assim como as técnicas, podem ser desenvolvidas. Nos cursos de administração do Centro Universitário da FEI, por exemplo, foram incorporadas, desde 2019, disciplinas específicas da área de inovação, ministradas por Patrícia Mari Matsuda.

A professora diz que características necessárias ao processo para se chegar ao novo, como análise e solução de problemas complexos, criatividade, empreendedorismo e colaboração, podem ser desenvolvidas na sala de aula. “Há técnicas para eliminar até bloqueios de criatividade “, diz .

Tão decisivo quanto o perfil do gestor para o processo de inovação é o investimento, apontam os especialistas.

Helena Faccioli diz que o mercado brasileiro tem dificuldade em fazer apostas. ‘‘Aqui, as empresas querem trabalhar a inovação só depois de passar da fase do risco.”

COMO É O GESTOR MODERNO

Resiliente
Flexível
Criativo
Comunicativo
Trabalha bem com equipes multidisciplinares
Lida bem com incerteza
Tem perfil analítico
É capaz de resolver problemas complexos
Sabe fazer gestão do tempo
Não tem medo de errar
Aprende com o fracasso

Fonte: Folha de S. Paulo

2021-03-29T14:05:11-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Revista Planeta – Natura amplia área de Floresta Amazônica que ajuda a conservar

São agora 2 milhões de hectares, aumento de 10% em dois anos

A Natura, parte do grupo Natura &Co (Natura, Avon, The Body Shop e Aesop), contribuiu para conservar 2 milhões de hectares na Amazônia, um aumento de 10% em dois anos, segundo nova análise realizada este ano. Em 2019, a empresa já havia contribuído para a conservação de 1,8 milhão de hectares de floresta em pé em mais de duas décadas de atuação na região. O novo marco foi divulgado por ocasião do Dia Internacional das Florestas, instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 21 de março para ampliar a conscientização da população sobre a importância dos ecossistemas florestais.

A área, que equivale a aproximadamente 2,7 milhões de campos de futebol, considera os espaços que integram as iniciativas relacionadas a uma das causas da Natura, Amazônia Viva, que tem como foco a bioeconomia da floresta, a pesquisa e o desenvolvimento de cadeias da sociobiodiversidade e o bem-estar das pessoas na Amazônia. As ações são baseadas em uma abordagem de desenvolvimento territorial que envolve projetos de carbono insetting, pagamento de repartição de benefícios e apoio a iniciativas com impacto social e ambiental. Esse modelo já movimentou na região R$ 2,1 bilhões entre 2011 e 2020, e impactou positivamente a vida de cerca de 28 mil pessoas.

Rede com parceiros públicos
O cálculo da área de conservação é feito a partir do cruzamento de dados de análise do projeto Prodes, sistema de monitoramento via satélite operado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), e de dados das áreas de atuação da Natura junto às comunidades agroextrativistas, capturados pelo sistema de geoprocessamento da empresa. Para se chegar ao total, foram somados os limites das unidades de conservação ambiental nos locais em que a Natura possui relacionamento com as comunidades da região e famílias fornecedoras de sociobiodiversidade há mais de cinco anos.

Alcançado com o apoio de uma atuação em rede com parceiros públicos, como o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e as Secretarias de Meio Ambiente dos estados do Amapá e do Amazonas, organizações da sociedade civil e comunidades, o marco contempla a soma da área de três unidades de conservação: duas reservas de desenvolvimento sustentável (Uacari e Rio Iratapuru) e uma reserva extrativista (Médio Juruá), assim como as áreas de relacionamento e fornecimento onde a Natura tem atuação na região.

Fonte: Revista Planeta

2021-03-29T14:00:56-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Revista Empreende – Social Selling: vendas por relacionamentos oferece perspectivas de renda em meio à pandemia

Setor de Vendas Diretas adota o formato digital, investe em redes sociais e oferece perspectivas de renda com crescimento de 5,5% no número de revendedores

Ao contrário de grande parte dos setores da economia, impactados negativamente pela pandemia da Covid-19, o segmento de vendas diretas se fortaleceu em 2020. De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) — entidade que representa as empresas do setor —, o segmento gerou um volume de negócios de mais de R$ 50 bilhões, ou seja, 10,5% maior do que em 2019. Já a força de vendas também cresceu em 2020, com um aumento 5,5% na comparação anual, ultrapassando o número de 4 milhões de empreendedores independentes no Brasil.

A razão para o resultado positivo em meio à crise de saúde pública é explicada por uma nova expressão: social selling. As empresas já vinham investindo em digitalização, mas caminhavam a um ritmo mais lento. Com o advento do isolamento social causado pelo novo coronavírus, a divulgação e venda de produtos com apoio da internet foi fundamental. Tendência para o ano de 2021, a digitalização veio para apoiar e marcar a inovação do processo da venda direta — divulgação, escolha e compra do produto — para a forma on-line, por meio de uma rede de relacionamento via redes sociais, que se conclui com a entrega do produto na casa do cliente, sem a necessidade de encontro físico.

“Já vínhamos investindo e incentivando a força de vendas para o uso de ferramentas digitais na divulgação e venda de produtos. Com a pandemia, o processo se acelerou e consolidou a possibilidade de se fazer a venda direta de forma digital. O relacionamento, o cuidado e a relação de confiança típicos da venda direta podem acontecer on-line, com conquista de mais clientes e divulgação mais ampla de produtos. Nossos revendedores passaram a ser influencers, recomendando e indicando produtos para o consumidor. Se as relações estão cada vez mais digitais, a venda direta segue esse caminho e encontrou solo fértil para crescimento, mostrando força e resiliência”, explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Com a inovação da venda direta, o setor se consolidou como gerador de renda e oportunidades de trabalho e empreendedorismo em um momento financeiro delicado. Com taxas crescentes de desemprego e diminuição da renda, as pessoas encontraram na venda direta a chance de empreender com baixo risco e sem barreiras, levando produtos de qualidade à grande parte da população, isolada em suas residências. Em 2021 é esperado que esse movimento de digitalização se intensifique e abra novas perspectivas de atuação para os empreendedores individuais.

“Nesse momento, de tanto desemprego e queda no poder aquisitivo, a venda direta é uma ótima oportunidade de empreender, com flexibilidade de horário, autonomia, com grande variedade de boas marcas e produtos e baixo custo de entrada. E agora ainda com a possibilidade de relacionamentos com clientes on-line”, completa Adriana.

Perfil dos empreendedores individuais

Em pesquisa realizada pela ABEVD em março de 2020, sobre o perfil dos empreendedores independentes da venda direta, constatou-se que 68,2% dos empreendedores revendem produtos do mercado de cosméticos e cuidados pessoais e 20,6% do mercado de saúde e nutrição. O levantamento também mostrou que 57,8% dos empreendedores se identificam como do sexo feminino e 42,2% do sexo masculino, e cerca de 51% da força de vendas tem renda familiar de até R$ 3.135,00. A renda proveniente da venda direta é, em média, 33% do orçamento familiar e 66% alegam que a atividade é uma fonte complementar de renda.

A atividade oferece oportunidades para todos, desde aqueles com nível universitário — parcela crescente de vendedores — até quem tem menos estudo. Atualmente, 41% dos empreendedores já completaram o Ensino Superior e alguns são pós-graduados. Esse modelo de negócio também oferece oportunidades de empreendedorismo para todas as faixas etárias acima de 18 anos: hoje, a média de idade do empreendedor independente é de 31,9 anos.

Fonte: Revista Empreende

2021-03-29T16:09:55-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Revista Economia S/A – Social Selling: vendas por relacionamentos oferece perspectivas de renda em meio à pandemia

Setor de Vendas Diretas adota o formato digital, investe em redes sociais e oferece perspectivas de renda com crescimento de 5,5% no número de revendedores

Ao contrário de grande parte dos setores da economia, impactados negativamente pela pandemia da Covid-19, o segmento de vendas diretas se fortaleceu em 2020. De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) — entidade que representa as empresas do setor —, o segmento gerou um volume de negócios de mais de R$ 50 bilhões, ou seja, 10,5% maior do que em 2019. Já a força de vendas também cresceu em 2020, com um aumento 5,5% na comparação anual, ultrapassando o número de 4 milhões de empreendedores independentes no Brasil.

A razão para o resultado positivo em meio à crise de saúde pública é explicada por uma nova expressão: social selling. As empresas já vinham investindo em digitalização, mas caminhavam a um ritmo mais lento. Com o advento do isolamento social causado pelo novo coronavírus, a divulgação e venda de produtos com apoio da internet foi fundamental. Tendência para o ano de 2021, a digitalização veio para apoiar e marcar a inovação do processo da venda direta — divulgação, escolha e compra do produto — para a forma on-line, por meio de uma rede de relacionamento via redes sociais, que se conclui com a entrega do produto na casa do cliente, sem a necessidade de encontro físico.

“Já vínhamos investindo e incentivando a força de vendas para o uso de ferramentas digitais na divulgação e venda de produtos. Com a pandemia, o processo se acelerou e consolidou a possibilidade de se fazer a venda direta de forma digital. O relacionamento, o cuidado e a relação de confiança típicos da venda direta podem acontecer on-line, com conquista de mais clientes e divulgação mais ampla de produtos. Nossos revendedores passaram a ser influencers, recomendando e indicando produtos para o consumidor. Se as relações estão cada vez mais digitais, a venda direta segue esse caminho e encontrou solo fértil para crescimento, mostrando força e resiliência”, explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Com a inovação da venda direta, o setor se consolidou como gerador de renda e oportunidades de trabalho e empreendedorismo em um momento financeiro delicado. Com taxas crescentes de desemprego e diminuição da renda, as pessoas encontraram na venda direta a chance de empreender com baixo risco e sem barreiras, levando produtos de qualidade à grande parte da população, isolada em suas residências. Em 2021 é esperado que esse movimento de digitalização se intensifique e abra novas perspectivas de atuação para os empreendedores individuais.

“Nesse momento, de tanto desemprego e queda no poder aquisitivo, a venda direta é uma ótima oportunidade de empreender, com flexibilidade de horário, autonomia, com grande variedade de boas marcas e produtos e baixo custo de entrada. E agora ainda com a possibilidade de relacionamentos com clientes on-line”, completa Adriana.

Perfil dos empreendedores individuais

Em pesquisa realizada pela ABEVD em março de 2020, sobre o perfil dos empreendedores independentes da venda direta, constatou-se que 68,2% dos empreendedores revendem produtos do mercado de cosméticos e cuidados pessoais e 20,6% do mercado de saúde e nutrição. O levantamento também mostrou que 57,8% dos empreendedores se identificam como do sexo feminino e 42,2% do sexo masculino, e cerca de 51% da força de vendas tem renda familiar de até R$ 3.135,00. A renda proveniente da venda direta é, em média, 33% do orçamento familiar e 66% alegam que a atividade é uma fonte complementar de renda.

A atividade oferece oportunidades para todos, desde aqueles com nível universitário — parcela crescente de vendedores — até quem tem menos estudo. Atualmente, 41% dos empreendedores já completaram o Ensino Superior e alguns são pós-graduados. Esse modelo de negócio também oferece oportunidades de empreendedorismo para todas as faixas etárias acima de 18 anos: hoje, a média de idade do empreendedor independente é de 31,9 anos.

Sobre a ABEVD

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1980, para promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços diretamente aos consumidores finais. A ABEVD é membro da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações internacionais de vendas diretas existentes no mundo. Por isso, segue os códigos de ética implantados por suas filiadas, que representam mais de 70 países.

Fonte: Revista Economia S/A

2021-03-29T16:09:26-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

SEGS – Social Selling: vendas por relacionamentos oferece perspectivas de renda em meio à pandemia

Setor de Vendas Diretas adota o formato digital, investe em redes sociais e oferece perspectivas de renda com crescimento de 5,5% no número de revendedores

Ao contrário de grande parte dos setores da economia, impactados negativamente pela pandemia da Covid-19, o segmento de vendas diretas se fortaleceu em 2020. De acordo com levantamento realizado pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) — entidade que representa as empresas do setor —, o segmento gerou um volume de negócios de mais de R$ 50 bilhões, ou seja, 10,5% maior do que em 2019. Já a força de vendas também cresceu em 2020, com um aumento 5,5% na comparação anual, ultrapassando o número de 4 milhões de empreendedores independentes no Brasil.

A razão para o resultado positivo em meio à crise de saúde pública é explicada por uma nova expressão: social selling. As empresas já vinham investindo em digitalização, mas caminhavam a um ritmo mais lento. Com o advento do isolamento social causado pelo novo coronavírus, a divulgação e venda de produtos com apoio da internet foi fundamental. Tendência para o ano de 2021, a digitalização veio para apoiar e marcar a inovação do processo da venda direta — divulgação, escolha e compra do produto — para a forma on-line, por meio de uma rede de relacionamento via redes sociais, que se conclui com a entrega do produto na casa do cliente, sem a necessidade de encontro físico.

“Já vínhamos investindo e incentivando a força de vendas para o uso de ferramentas digitais na divulgação e venda de produtos. Com a pandemia, o processo se acelerou e consolidou a possibilidade de se fazer a venda direta de forma digital. O relacionamento, o cuidado e a relação de confiança típicos da venda direta podem acontecer on-line, com conquista de mais clientes e divulgação mais ampla de produtos. Nossos revendedores passaram a ser influencers, recomendando e indicando produtos para o consumidor. Se as relações estão cada vez mais digitais, a venda direta segue esse caminho e encontrou solo fértil para crescimento, mostrando força e resiliência”, explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Com a inovação da venda direta, o setor se consolidou como gerador de renda e oportunidades de trabalho e empreendedorismo em um momento financeiro delicado. Com taxas crescentes de desemprego e diminuição da renda, as pessoas encontraram na venda direta a chance de empreender com baixo risco e sem barreiras, levando produtos de qualidade à grande parte da população, isolada em suas residências. Em 2021 é esperado que esse movimento de digitalização se intensifique e abra novas perspectivas de atuação para os empreendedores individuais.

“Nesse momento, de tanto desemprego e queda no poder aquisitivo, a venda direta é uma ótima oportunidade de empreender, com flexibilidade de horário, autonomia, com grande variedade de boas marcas e produtos e baixo custo de entrada. E agora ainda com a possibilidade de relacionamentos com clientes on-line”, completa Adriana.

Perfil dos empreendedores individuais

Em pesquisa realizada pela ABEVD em março de 2020, sobre o perfil dos empreendedores independentes da venda direta, constatou-se que 68,2% dos empreendedores revendem produtos do mercado de cosméticos e cuidados pessoais e 20,6% do mercado de saúde e nutrição. O levantamento também mostrou que 57,8% dos empreendedores se identificam como do sexo feminino e 42,2% do sexo masculino, e cerca de 51% da força de vendas tem renda familiar de até R$ 3.135,00. A renda proveniente da venda direta é, em média, 33% do orçamento familiar e 66% alegam que a atividade é uma fonte complementar de renda.

A atividade oferece oportunidades para todos, desde aqueles com nível universitário — parcela crescente de vendedores — até quem tem menos estudo. Atualmente, 41% dos empreendedores já completaram o Ensino Superior e alguns são pós-graduados. Esse modelo de negócio também oferece oportunidades de empreendedorismo para todas as faixas etárias acima de 18 anos: hoje, a média de idade do empreendedor independente é de 31,9 anos.

Sobre a ABEVD

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1980, para promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços diretamente aos consumidores finais. A ABEVD é membro da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações internacionais de vendas diretas existentes no mundo. Por isso, segue os códigos de ética implantados por suas filiadas, que representam mais de 70 países.

Fonte: SEGS/Portal Nacional de Seguros

2021-03-29T16:08:18-03:00março 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Investe – BC indica que Selic não subirá a ponto de deixar de estimular a economia

Além disso, de acordo com Campos Neto, só “alguma coisa muito fora do nosso cenário” pode forçar um ajuste de mais de 0,75 ponto no próximo encontro dos membros da autoridade monetária

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira (25) que segue trabalhando com um cenário de “normalização parcial” da política monetária. Trocando um miúdos, que o início do ciclo de alta de juros de dias atrás deve terminar antes de a taxa de referência perder seu poder de estimular a atividade econômica.

“Dissemos que é parcial porque [a Selic] não vai para o neutro”, afirmou, destacando que o BC considera “que esse movimento não prejudica o crescimento em 2022, que está no nosso cenário básico”.

De acordo com o último Relatório da Inflação do Banco Central, o patamar dos “juros neutros”, ou seja, que nem estimulam nem desestimulam a atividade econômica, está por volta dos 6% ao ano. Abaixo disso, portanto, juros dão gás à economia brasileira. Acima, incentivam um pé no freio do consumo.

Campos Neto ainda disse que será necessária “alguma coisa muito fora do nosso cenário” para que suba a Selic acima ou abaixo de 0,75 ponto percentual na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom).
“Nós deixamos bem claro que precisa ser alguma coisa bastante atípica”, disse, em entrevista coletiva, ao ser questionado sobre o fato de parte do mercado estar precificando uma alta de 1 ponto percentual na próxima reunião.
Segundo o diretor de política econômica, Fabio Kanczuk, o hiato do produto negativo em 3,2%, presente no cenário base do BC, segue as projeções para a Selic do Boletim Focus. “O BC não segue o juros do Focus obrigatoriamente”, afirmou, lembrando que a alta de 0,75 da última reunião foi “acima do que tinha o Focus”. Essa elevação mais forte, segundo ele, gera “um pouco mais de abertura do hiato e posterga um pouco do fechamento”.

“Hiato do produto”, em linhas gerais, é a medida em que uma economia está operando abaixo de seu potencial.
Questionado sobre os gastos deste ano com a pandemia, Campos afirmou que não houve ruptura do regime fiscal. Ele elogiou a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) Emergencial, que tem “ganhos institucionais olhando para a frente”, como as medidas de ajustes para Estados e municípios.
Por fim, destacou que o BC se baseia no cronograma do Ministério da Saúde para a vacinação, que projeta crescimento dos imunizantes a partir de maio e junho. “Mas o BC não tem capacidade de prever logística de vacinação”, afirmou.

Fonte: Valor Investe

 

2021-03-26T11:53:49-03:00março 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

O Globo – Congresso aprova Orçamento de 2021, com cortes na Previdência e no Censo

Proposta foi analisada com atraso devido à pandemia. Congressistas engordaram verba para emendas

BRASÍLIA — Com mais de três meses de atraso, o Congresso Nacional aprovou na noite desta quinta-feira o Orçamento de 2021. Agora, a proposta segue para sanção presidencial.

O texto aprovado prevê R$ 26 bilhões a mais para emendas parlamentares destinadas a obras e ações de interesse de deputados e senadores. Os recursos foram viabilizados por meio de cortes em áreas como a Previdência e gastos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) com seguro-desemprego e abono salarial.

O Orçamento aprovado também reduziu de R$ 2 bilhões para R$ 71 milhões os recursos previstos para o Censo Demográfico deste ano, o que inviabiliza a pesquisa, sendo o IBGE.

Além disso, o Orçamento condiciona R$ 4 bilhões em gastos deste ano a aprovação de novas regras para o auxílio-doença. A proposta, que será enviada dentro de um mês, é transferir o pagamento de auxílio-doença de trabalhadores para as empresas, que serão compensadas com dedução da contribuição previdenciária patronal.

No Senado, a oposição registrou posição contrária ao projeto. A senadora Leila Barros (DF), líder do PSB, orientou voto contrário à proposta por retirar recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) para pagar emendas. O senador Jean Paul Prates (PT-RN), líder da minoria, disse que o Orçamento é “constrangedor”.

As mudanças no Orçamento para aumentar o poder dos parlamentares foram incluídas de última hora, nesta quinta-feira, em uma complementação ao parecer dlo relator do projeto, senador Márcio Bittar (MDB-AC). O relatório estava pronto desde domingo.

O objetivo foi destravar a votação, que estava emperrada porque deputados e senadores estavam insatisfeitos com o volume de emendas, recursos normalmente destinados às bases eleitorais.

Do total de emendas ampliadas, R$ 11 bilhões são recursos destinados a áreas ligadas aos ministérios comandados por Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) e Tarcísio de Freitas (Infraestrutura), que pressionaram por mais recursos ao longo de 2020.

Nos cortes, R$ 10 bilhões serão no FAT, sendo R$ 7,4 bilhões do abono salarial e R$ 2,6 bilhões do seguro-desemprego. Há ainda a redução de R$ 13,5 bilhões nos gastos com a Previdência. Outro alvo da tesourada foi o programa de subvenção a créditos do setor agropecuário.

O corte na despesa do FAT será possível porque o governo conseguiu aprovar no Conselho Deliberativo do Fundo (Codefat) o adiamento do calendário do abono salarial do Pis/Pasep, previsto para iniciar no segundo semestre deste ano para janeiro de 2022.

O problema de usar os recursos da Previdência é que a conta não bate com as previsões do governo para pagar as aposentadorias. Para acomodar os gastos, o governo pode contingenciar (bloquear) o pagamento das emendas.

Ou seja, cortar da Previdência para aumentar as emendas pode criar um problema político já que grande parte do que deputados e senadores apontaram pode não ser executado.

Emendas parlamentares são obras e serviços indicados pelos políticos para atender suas bases eleitorais.

Fonte: O Globo

2021-03-26T11:51:56-03:00março 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Jornal O Semanário – Nova animação da Yakult no YouTube destaca importância da atividade física

Personagem mostra que os exercícios são fundamentais para a saúde e, alinhados a uma boa alimentação e ao consumo de Leite Fermentado Yakult 40 light, contribuem para manter a microbiota mais saudável

São Paulo,25/03/2021 – Em novembro de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) lançou novas diretrizes sobre atividade física e comportamento sedentário. A entidade lembrou que até 5 milhões de mortes por ano poderiam ser evitadas se a população, em todo o mundo, fosse mais ativa fisicamente.

Preocupada em disseminar a importância da prática regular de atividade física para diminuir o sedentarismo, a Yakult acaba de lançar um novo vídeo animado sobre o tema no canal www.youtube.com/yakultbrasil. A animação lembra que os exercícios físicos são indispensáveis para manter a saúde e devem ser um hábito presente no dia a dia de pessoas de todas as idades.

O personagem reforça que os exercícios físicos auxiliam no fortalecimento dos músculos e ossos, na prevenção de doenças cardiovasculares e metabólicas, além de fazerem bem para a saúde mental e intestinal. Para isso, é preciso aliar atividade física a uma dieta equilibrada, composta de frutas, legumes, verduras, grãos e outros alimentos saudáveis.

Além disso, o consumo diário de probióticos – como o exclusivo Lactobacillus casei Shirota presente nos leites fermentados da Yakult – vai colaborar para manter a microbiota intestinal com um número elevado de bactérias boas. Para quem gosta de atividade física aliada ao consumo menor de calorias, a opção é o Yakult 40 light.

A animação também destaca que a escolha correta da atividade física é fundamental, pois o exercício deve transmitir sensação de prazer, estar adaptado à rotina da pessoa e ser praticado com equilíbrio e respeito às limitações do próprio corpo. Por isso, antes de iniciar qualquer atividade física é fundamental procurar um profissional para avaliar a saúde e condição física.

Mais informações
O sedentarismo está associado a inúmeros problemas de saúde, como obesidade, diabetes e hipertensão, entre outras doenças crônicas, e pode custar até US$ 54 bilhões em assistência médica direta e outros US$ 14 bilhões em perda de produtividade no mundo, segundo a OMS.

As novas diretrizes recomendam pelo menos de 150 a 300 minutos de atividade aeróbica moderada a vigorosa por semana para todos os adultos, incluindo quem vive com doenças crônicas ou incapacidades, e uma média de 60 minutos por dia para crianças e adolescentes.

Link para o YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=VVdbSjjT3OY

Outras animações
Visando orientar o internauta que se preocupa em ter uma vida mais saudável, a Yakult mantém outras animações disponíveis no canal www.youtube.com/yakultbrasil. Uma delas lembra que ‘Prevenir é melhor que remediar’, pois, quando a doença se instala, leva a gastos elevados com medicamentos, traz perda de qualidade de vida e causa prejuízos pessoais e profissionais. A animação também reforça que, além de os nutrientes indispensáveis à vida serem absorvidos pelo intestino, é no órgão que se concentram aproximadamente 70% das células de defesa do corpo humano. Assim, o bom funcionamento do intestino permite desfrutar uma vida mais longa e saudável.

O vídeo ‘Probióticos e idade avançada’ mostra que os idosos apresentam um declínio natural de diversas funções do sistema digestivo como, por exemplo, a alteração na motilidade intestinal, que são os movimentos realizados pelos intestinos com o objetivo de expelir o bolo fecal. O filme também explica que o sistema digestivo dos idosos precisa de atenção e cuidados, pois as alterações naturais que ocorrem ao longo da vida podem ocasionar a proliferação de bactérias nocivas causando um desequilíbrio da microbiota intestinal, reduzindo a capacidade de absorção de nutrientes e, consequentemente, levando à carência de vitaminas. Além disso, essas alterações naturais facilitam o surgimento de doenças do trato gastrointestinal, entre as quais a constipação.

Outra animação mostra que, para preservar o funcionamento do sistema imunológico, é importante manter a microbiota intestinal em equilíbrio. O vídeo também explica que o frasco de Yakult tem a quantidade ideal – 80 gramas – porque os probióticos colonizam temporariamente os intestinos, deixando de serem detectados alguns dias depois de o consumo ser interrompido e, por esse motivo, o Leite Fermentado Yakult deve ser consumido diariamente. Isso ocorre porque, da mesma forma que a pele é renovada e o cabelo e as unhas crescem, a camada de proteção dos intestinos sofre um processo de descamação e renovação periódica. Assim, quando essa camada é eliminada pelas fezes, as bactérias que compõem a microbiota intestinal também são eliminadas, inclusive os probióticos.

Website: https://www.youtube.com/watch?v=VVdbSjjT3OY

Fonte: Dino/Jornal O Semanário

 

2021-03-26T11:49:46-03:00março 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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