Scharlack Advogados – Governo assina MP 1.045/2021 sobre novo Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda

A edição 78 do diário oficial da união, publicada no dia 28 de abril, trouxe o texto da Medida Provisória n° 1.045 de 27 de abril de 2021. A medida instituiu um novo programa emergencial de manutenção do emprego e renda e irá vigorar por um período de 120 dias contados da data de publicação.

Neste programa, as empresas poderão retomar a suspensão dos contratos de trabalho de seus empregados, bem como reduzir proporcionalmente as jornadas de trabalho e salários em montantes de 25%, 50% e 75%. Os acordos para redução de jornada e trabalho, bem como para a suspensão dos contratos de trabalho, poderão ser celebrados de forma sucessiva, mas não poderão ultrapassar o período de até 120 dias.

As empresas poderão celebrar acordos individuais com seus trabalhadores ou utilizar de convenções coletivas e acordos coletivos de trabalho, esses dois últimos com a participação do sindicato da categoria.

Importante destacar que as empresas que auferiram receita bruta maior que R$ 4.8 milhões no ano-calendário de 2019 apenas poderão efetuar a suspensão dos contratos de trabalho mediante o pagamento de uma ajuda compensatória mensal de 30% do salário do empregado.

Outro ponto de destaque é que o prazo dos acordos, tanto de redução de jornada quanto de suspensão dos contratos, não poderá ultrapassar o período de vigência da Medida Provisória, ou seja, 26 de agosto de 2021.

O funcionário irá adquirir estabilidade temporária de emprego após a retomada do trabalho por período proporcional ao que vigorou o acordo entre empregado e empregador. Caso o empregado goze de estabilidade temporária prevista na Lei 14.020/2020, essa estabilidade estará suspensa e será retomada apenas após o término do novo período de estabilidade temporária.

Para os funcionários com salário igual ou inferior a R$ 3.300,00 ou para os funcionários que possuam diploma de nível superior e possuam salário igual ou superior a R$ 12.867,17, os acordos podem ser celebrados por escrito de forma individual ou por meio de negociação coletiva.

Já para os empregados fora desses critérios, para se adotar a suspensão ou redução dos contratos de trabalho será necessária a celebração de acordo ou convenção coletiva, exceto nas seguintes hipóteses, nas quais se admitirá a celebração de acordo individual:

a) Redução de jornada de trabalho e salário de 25%;

b) Quando a redução de jornada de trabalho e salário ou suspensão do contrato não resultar em diminuição do valor total recebido mensalmente pelo empregado. Nessa conta se somará: benefício emergencial + ajuda compensatória mensal + salário pago pelas horas trabalhadas, em caso de redução de jornada.

Por fim, a medida provisória admite que os atos praticados para a pactuação dos acordos individuais escritos poderão se dar tanto por meios físicos como eletrônicos. Dependendo do acordo celebrado, o empregado poderá ter direito ao recebimento do Benefício Emergencial de Proteção do Emprego e da Renda, que será pago em valor proporcional ao valor do seguro-desemprego que o funcionário teria direito em caso de dispensa imotivada pelo empregador.

Fonte: Scharlack Advogados

2021-04-30T11:48:37-03:00abril 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Uol – Varejo movimentará R$ 12,1 bi em vendas no Dia das Mães, diz CNC

Via Estadão Conteúdo

As vendas do comércio varejista para o Dia das Mães devem movimentar R$ 12,12 bilhões este ano, um avanço de 47% em relação à mesma data de 2020, já descontada a inflação do período, estima a CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).

Segundo o economista Fabio Bentes, responsável pelo levantamento da CNC, o resultado será beneficiado por ocorrer num momento de reabertura da economia, enquanto, no ano passado, parte significativa das lojas estava fechada no período, por conta da pandemia de covid-19. Apesar da melhora, o desempenho ainda será 2% mais modesto que o de 2019.

“Em 2020, as vendas do varejo com a data caíram 33%”, lembra Fabio Bentes. “O varejo não essencial estava fechado nesta época”, justificou.

O Dia das Mães é a segunda data mais importante para o varejo, atrás apenas do Natal. O segmento de vestuário, calçados e acessórios deve liderar o volume de vendas este ano, com previsão de faturamento de R$ 4,09 bilhões, seguido pelos ramos de móveis e eletrodomésticos (R$ 2,38 bilhões) e farmácias, perfumarias e cosméticos (R$ 1,52 bilhão).

Bentes pondera que as condições econômicas ainda difíceis para o consumo no curto prazo dificultam uma recuperação mais substancial das vendas para a data. Entre os empecilhos estão o mercado de trabalho ainda com elevado nível de desemprego, condições de crédito menos favoráveis e pressões inflacionárias.

A CNC aponta que dez dos 15 produtos mais populares para a data estão mais caros atualmente do que há um ano, com destaque para os aparelhos de TV, som e informática (com alta de 19,2% em 12 meses), joias e bijuterias (+14,4%), flores naturais (+13,3%) e itens de cama, mesa e banho (+12,0%).

Na média, a cesta completa de bens ou serviços mais consumidos na data registra a maior alta de preços desde 2016, um avanço de 4,7%, calcula a entidade com base na inflação em 12 meses até maio, apurada pelo IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo -15), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Pouco mais da metade do volume de vendas no varejo neste Dia das Mães ficará concentrado em São Paulo (R$ 4,46 bilhões), Minas Gerais (R$ 1,13 bilhão) e Rio de Janeiro (R$ 1,2 bilhão).

Fonte: Estadão Conteúdo/Uol

2021-04-30T10:58:04-03:00abril 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – IBGE estima que desempregados no Brasil são 14,4 milhões

É o que revela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua

O número de desempregados no Brasil foi estimado em 14,4 milhões no trimestre encerrado em fevereiro, o maior contingente desde 2012, início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada hoje (30), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado representa alta de 2,9%, ou de mais 400 mil pessoas desocupadas em relação ao trimestre anterior, de setembro a novembro de 2020, quando a desocupação foi calculada em 14 milhões de pessoas.

Mesmo assim, segundo o IBGE, a taxa de desocupação ficou estável em 14,4% em relação ao trimestre anterior (14,1%), mas apresentou alta de 2,7 pontos percentuais na comparação com igual trimestre do ano passado, quando foi estimada em 11,6%.

Segundo a analista da pesquisa, Adriana Beringuy, embora haja a estabilidade na taxa de ocupação, já é possível notar uma pressão maior com 14,4 milhões de pessoas procurando trabalho. A pesquisadora destacou que não houve, nesse trimestre, geração significativa de postos de trabalho, o que também foi observado na estabilidade de todas as atividades econômicas, muitas ainda retendo trabalhadores, mas outras já apontando um processo de dispensa como o comércio, a indústria e alojamentos e alimentação.

Trabalho informal
“O trimestre volta a repetir a preponderância do trabalho informal, reforçando movimentos que já vimos em outras divulgações – a importância do trabalhador por conta própria para a manutenção da ocupação”, disse Adriana, em nota.

De acordo com o IBGE, a estabilidade do contingente de pessoas ocupadas – aproximadamente 85,9 milhões no trimestre encerrado em fevereiro de 2021 – é decorrente da informalidade, com o aumento dos trabalhadores por conta própria. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, o contingente de pessoas ocupadas apresentou queda de 8,3%, representando uma redução de 7,8 milhões de empregados.

Apenas a categoria de trabalhadores por conta própria, que totaliza 23,7 milhões de pessoas, apresentou crescimento (3,1%) na comparação com o trimestre anterior (setembro a novembro de 2020), significando a adição de 716 mil pessoas neste contingente. Em relação ao mesmo período do ano anterior, o indicador apresentou uma redução de 824 mil postos.

As demais categorias apresentaram estabilidade em relação ao trimestre anterior. Os trabalhadores do setor privado com carteira de trabalho assinada foram calculados em 29,7 milhões de pessoas. Os empregadores e trabalhadores do setor privado sem carteira assinada somam 9,8 milhões de pessoas. E os empregadores são 3,9 milhões de pessoas.

Estabilidade
A população fora da força de trabalho – que não estava nem ocupada nem desocupada na semana de referência – manteve-se estável em 76,4 milhões, quando comparada com o trimestre de setembro a novembro de 2020. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve expansão de 15,9% com o acréscimo de 10,5 milhões de pessoas.

A analista do IBGE disse, ainda, que esse é um indicador que cresceu muito em 2020, em função do afastamento das pessoas do mercado de trabalho, voltando a se retrair a partir de outubro e agora encontra-se estável.

“Essa população fora da força foi afetada pelas restrições de funcionamento das atividades econômicas e pelas medidas de proteção. Muitas deixaram de procurar trabalho, outras perderam o trabalho e não viam condições de se reinserir, parando de exercer pressão no mercado de trabalho. Quando confrontamos com fevereiro de 2020, a população fora da força de trabalho é muito maior em função da própria dinâmica que a pandemia trouxe para o mercado de trabalho”, afirmou.

Fonte: Agência Brasil

2021-04-30T10:39:33-03:00abril 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Fashion Network – Grupo Hinode inicia operação no Chile

O grupo brasileiro de cosméticos e bem-estar, Hinode, iniciou em abril sua operação no Chile. Com um escritório estabelecido em Las Condes, Santiago, a empresa especializada em venda direta está apostando no mercado chileno, em constante crescimento desde 2014.

O país é o sexto mercado internacional da companhia, que já está presente no Peru, Bolívia, Colômbia, Equador e México. No ano passado, o Grupo Hinode registrou faturamento de R$ 1,6 bilhão de reais, sendo 27% proveniente do exterior. Para 2021, o grupo aponta para R$ 1,9 bilhão.

A operação chilena é liderada por Paulo Rocha, responsável também pelo Peru, que conta com a ajuda de nove funcionários na sede de Las Condes, e o apoio dos parceiros Totvs de TI, KP de logística, ICarey de legislação, Santander e Mercado Pago.

O mercado chileno é visto como promissor para a empresa. Segundo Eduardo Frayha, CSMO do Grupo Hinode, ele foi escolhido por ser a 6ª economia da América Latina, por ser considerado o melhor país do continente para se realizar negócio, e pois tem visto o segmento de venda direta crescer rapidamente nos últimos anos, com as categorias de beleza e cuidados pessoais representando 68% da venda direta no país. “O Chile é um país promissor e dos 18,7 milhões que vivem no país, apenas 2% trabalham com venda direta, ou seja, temos um grande potencial de atuação”, informa Frayha.

O Grupo Hinode conta com um portfólio de 600 produtos distribuídos por suas duas marcas: Hinode, que oferece itens de higiene pessoal, cosméticos, perfumaria e maquiagem, e HND, focada em produtos funcionais ligados à performance e bem-estar. No Chile, inicialmente estarão disponíveis itens de cuidados pessoais e fragrâncias, começando com 27 produtos, e no decorrer de um ano serão adicionados mais 43, divididos em 2 ondas. Para se tornar consultor, os interessados deverão investir em um kit que custa 35 mil pesos. Os ganhos são de 50% sobre a venda direta, além de bônus da venda de produtos de equipe.

O Grupo Hinode foi fundado em 1988 por Francisco e Adelaide Rodrigues e atualmente tem três modelos de negócio: venda direta, marketing multinível e franquias. A empresa conta com uma fábrica de 12 mil metros quadrados em Jandira (SP), com capacidade instalada para 9 milhões de unidades por mês, podendo dobrar esse valor, e 450 franquias Hinode Center espalhadas pelo Brasil, onde é possível retirar e experimentar produtos, participar de treinamentos, fazer reuniões e se tornar consultor.

Além disso, companhia mantém ações para o treinamento e desenvolvimento de seus consultores, como a Universidade Hinode e o Projeto Pérolas, que visa fortalecer a liderança feminina não apenas no negócio, mas também no desenvolvimento pessoal.

Fonte: Fashion Network

2021-04-30T10:35:50-03:00abril 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Época Negócios – Falta de conhecimento sobre finanças, renda menor e trabalhos domésticos prejudicam o bem-estar financeiro das mulheres, analisa estudo

Com base em 130 artigos científicos, pesquisadores brasileiros indicam os fatores que aumentam a desigualdade de gênero

A crise deflagrada pelo novo coronavírus escancarou desigualdades seculares. Entre as quais, a de gênero. Neste segundo ano de pandemia, as conquistas femininas no mercado de trabalho devem retroceder quatro anos, de acordo com um relatório da consultoria PwC. É a chamada “Shecession” (recessão feminina, em português).
Embora novo, o termo envidencia dificuldades enfrentadas pelas mulheres desde sempre, mas que, em meio à crise sanitária, ficaram ainda maiores. No ano passado, o risco de desemprego foi 80% maior entre elas, em comparação ao sexo masculino, segundo informações da McKinsey. E, se antes da pandemia, elas já gastavam em torno de 6 horas semanais a mais do que os homens nos afazeres domésticos ; com as restrições impostas pelo SARS-CoV-2, essa diferença subiu para 7,7 horas. O dado é da ONU Mulheres.

Para entender os principais fatores que impactam o bem-estar financeiro do sexo feminino, pesquisadores da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), de São Paulo, realizaram o estudo Women’s financial well-being: a systematic literature review and directions for future research. Para o levantamento, eles avaliaram quatro aspectos –individual, familiar, comunitário e social

Publicado no International Journal of Consumer Studies, o trabalho faz uma compilação de 130 artigos científicos, divulgados entre 1990 e 2020. Menor conhecimento financeiro, menor renda, empregos de qualdade inferior e o papel de cuidadora principal da família contribuem para uma redução do bem-estar financeiro feminino. Há de se levar em conta ainda, segundo a pesquisa, que as finanças da mulher sofrem influência das relações socioafetivas e familiares.

Como Virgínia Nicolau Gonçalves, uma das autoras do estudo, explica o conceito de bem-estar financeiro é amplo. “É a percepção do indivíduo sobre a sua própria vida financeira. O quanto alguém está satisfeito e seguro em relação à ela. Existe também a mensuração objetiva, na qual são considerados os indicadores de salário, renda e gastos”, diz ela.

Em relação às mulheres negras, os obstáculos são ainda maiores. Com menor escolaridade, socioeconomica e geograficamente mais vulneráveis, elas têm menos acesso às oportunidades de estudo e trabalho na comparação com as mulheres brancas.

A mulher como “cuidadora”
Já os elementos de nível doméstico, como o cuidado da casa, de crianças e da família, são tidos como pontos críticos, assim como a violência doméstica e a disparidade financeira. Para Virgínia, o papel social da mulher de dedicação à família e dos filhos diminui o engajamento dela no mercado de trabalho, o que também diminui sua renda, como consequência. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres brasileiras dedicam 21 horas semanais à família. Os homens, apenas 11 horas.

“Em muitos casos, a mulher não cuida apenas dos filhos, mas também dos pais e dos idosos. Isso toma um grande tempo produtivo, que poderia ser gasto com estudos e trabalho”, ressalta a pesquisadora Virgínia. Há ainda fatores como regimes de pensões, licenças parentais, disponibilidade de creches e casas de cuidados para idosos, leis de herança e serviços financeiros, complementa.

Outros fatores de níveis comunitários e sociais apontam o trabalho informal, empregos de qualidade inferior e trajetórias de trabalho irregulares. Para Mateus Canniatti Ponchio, outro autor do estudo, as políticas públicas, iniciativas de instituições financeiras e as próprias mulheres desempenham um papel fundamental para mudar essa realidade. “Estudos como esse podem ajudar governos, ONGs e empresas sobre políticas futuras, até mesmo por meio de outros países mais desenvolvidos, para a redução da desigualdade de gênero”, diz Mateus. .

Para as empresas, a mudança na cultura organizacional também é bem-vinda. “As companhias podem adotar políticas mais inclusivas e que diminuam estereótipos de gênero. Na igualdade de gênero, o Brasil ainda engatinha”, argumenta ele.

Fonte: Época Negócios

2021-04-29T12:03:51-03:00abril 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Estado de Minas – Avon doará US$ 1 para instituições que apoiam mulheres a cada novo relato

Plataforma on-line criada pela empresa já reúne mais de 400 mil depoimentos de superação de mulheres de mais de 90 países diferentes

A Avon, em parceria com o Instituto Avon e Avon Foudantion, criou uma plataforma on-line para incentivar mulheres a compartilharem histórias inspiradoras. A iniciativa, intitulada “1 milhão de histórias” doará 1 dolár a cada novo depoimento para instituições que apoiam causas ligadas à mulher.

O projeto, com ação em todas partes do mundo, tem como objetivo central, segundo a empresa, “estimular o empoderamento das mulheres e mostrar que elas não estão sozinhas diante dos desafios diários”.

A ação “1 milhão de histórias” também segue o propósito da Avon de construir diálogos e estimular mulheres a olharem para suas vivências e buscarem acontecimentos que as tornaram fortes e corajosas frente aos obstáculos, aponta a empresa.

“A plataforma chega para mostrar que cada história pode ajudar a eliminar as barreiras que limitam as mulheres. Histórias reescrevem o futuro como inspiração para outras pessoas deixarem de se sentir sozinhas no mundo. Na Avon, acreditamos que um mundo melhor para as mulheres é um mundo melhor para todos”, afirma Viviane Pepe, diretora de comunicação da Avon Brasil.

Até o momento, o canal já conta com mais de 400 mil relatos de mais de 90 países diferentes. E a diretora de comunicação da Avon convida mais mulheres a se juntarem em uma corrente positiva.

“Convidamos as mulheres, incluindo nossas consumidoras, representantes e colaboradoras, para que se juntem a essa corrente de histórias, escritas por mulheres de lugares, culturas e idades diferentes. Acreditamos que essa ação tem o poder de nos conectar com outras mulheres e transformar a forma como enxergamos a nós mesmas. Além disso, quanto mais mulheres participarem, maior será a doação para instituições que apoiam as mulheres.”

Para compartilhar um relato, basta entrar pelo celular no site: https://watchmenow.avon.com/. Para isso, é preciso tirar uma selfie e escrever um breve relato pessoal.

O Instituto Avon há 18 anos apoia e desenvolve ações que geram impactos positivos na vida de milhares de mulheres. “Neste ano em que estamos vivenciando uma pandemia sem precedentes e acompanhamos também o aumento do número de casos de abusos e violência doméstica, aproveitamos para destacar a responsabilidade intransferível de cada um de nós, como indivíduos ou organizações, no acolhimento à mulher em situação de vulnerabilidade e no apoio de ações que favoreçam à causa”, diz Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon.

Fonte: Estado de Minas

 

2021-04-29T12:00:28-03:00abril 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Uol – Ações da Natura são destaque entre as recomendações desta semana

A Natura &Co, dona das marcas Natura, Avon, The Body Shop e Aesop, integra esta semana a lista de ações mais recomendadas por analistas, segundo pesquisa realizada pelo UOL Economia+. A empresa recebeu duas indicações, entre sete carteiras divulgadas por corretoras.

Os papéis da companhia de cosméticos passaram a fazer parte dos portfólios elaborados nesta semana pela Elite Investimentos e pela MyCap.

Fonte: Uol

2021-04-29T11:57:05-03:00abril 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Diário do Estado GO – 10 marcas de cosméticos que não fazem testes em animais

Essas marcas vendem no Brasil e o melhor não realizam testes em animais

A campanha “Salve Ralph” está famosa no mundo inteiro, a campanha mostra o sofrimento do coelho Ralph e como são cruéis os testes de vários produtos realizado em animais, o que abalou muitas pessoas, mobilizando-as a escolherem cosméticos que não são testados em animais.

10 – Eudora
A Eudora é uma das marcas Brasileiras que mais tem faturado no mercado nos ultimos tempos. A marca é conhecida pela qualidade de suas maquiagens, perfumes e cremes. Mas o melhor da Eudora é saber que a marca não realiza testes em animais, com selo de certificação pela (PEA/ Projeto Esperança Animal).

9 – Impala

A Impala , uma das marcas de esmaltes mais conhecidas do Brasil, a marca não realiza testes em animais, assim como seus fornecedores, e proporciona vários produtos sem componentes animais, mas se você é vegano é bom prestar um pouco de atenção nos rótulos. Para completar, eles não utilizam produtos importados da China, país conhecido por ser a favor de testes em animais.

8 – The Beauty Box
Quem gosta de comprar de tudo um pouco sabe que o lugar certo é a The Beauty Box, além de fornecer os principais produtos de beleza de marcas nacionais e internacionais, a marca possui uma linha própria com cremes hidratantes, Shampoos, Condicionadores, Sabonetes e Pinceis de Maquiagem. A melhor parte é que os produtos não são testados em animais, mesmo existindo alguns ingredientes de origem animal em suas composições, o que a empresa deixa claro e que tentam buscar componentes alternativos para a substituição dos componentes animais.

7 – Granado

Quando o assunto é beleza e cuidados com o corpo, a Granado é a marca queridinha do brasileiro. Por lá, encontramos produtos para o cuidado com as unhas, pele, cabelo ou seja de tudo um pouco. A marca não realiza testes em animais e evita comprar produtos de quem testa, embora na composição de seus produtos tenham componentes de origem animal.

6 – Vult Cosméticas

A vult é uma marca de maquiagens com um ótimo custo beneficio, e não realiza testes em animais, assim como seus fornecedores, eles ainda possuem alguns produtos sem o uso de componentes animais, como as sombras, pós-compactos, demaquilantes entre outros.

5 – Phytoervas
A Phytoervas é uma marca famosa por quem busca Shampoos mais naturais, porque além de sua fórmula ser mais fitoterápica, seus produtos são superacessíveis e costumam ser encontrados em mercados, perfumarias e lojas de cosméticos. A marca não realiza testes em animais, mas é possível encontrar elementos animais em suas composições, por isso vale a pena ler os rótulos para saber os detalhes.

4 – Natura

Desde Dezembro de 2006 a Natura não realiza testes em animais para aliviar a eficácia e seguranças de seus produtos e dos ingredientes usados em sua composição.

3 – Quem Disse Berenice

A marca Quem Disse Berenice não realiza testes em animais, assim como procura ao máximo não utilizar produtos de origem animal em suas formulas. Os veganos conseguem encontrar maquiagens 100% de origem vegetal nas lojas. Os testes são realizados “In Vitro”, ou seja, as formulas são testadas em pessoas cadastradas e autorizadas pela ANVISA.

2 – Mahogany

Mahogany é uma marca famosa por produzir, cremes, hidratantes, sabonetes, perfumes e velas de qualidade. Um dos pontos fortes da marca é que os produtos não são testados em animais , embora, ainda usem componentes vegetais em suas fórmulas

1 – Lola Cosmetics

Pra quem sempre está procurando o produto ideal para cuidar dos cabelos, a Lola Cosmetics é a marca da vez. Com diversas opções de tratamentos, para diversos tipos de fios, a marca ainda consegue brincar com os nomes dos produtos, deixando tudo mais divertido. A boa notícia é que todos os produtos fabricados pela marca não passam por testes em animais e eles compram produtos que testa. Além disso, eles tentam não usar componentes de origem animal, embora ainda utilizam o mel da Abelha, por exemplo.

Fonte: Diário do Estado GO

 

2021-04-29T11:55:38-03:00abril 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Marie Claire – Que tipo de ruga você tem?

Veja como identificar a origem e a intensidade desses sinais e as medidas recomendadas para suavizar de sulcos a linhas de expressão. No final, confira o que as colaboradoras de Beauty Tudo comentam sobre os cremes que testaram

Nem sempre queremos saber que rugas temos. Queremos mais é acabar com elas. Mas não é bem assim. Atenuar as marcas é saudável porém eliminá-las não é necessário. O rosto precisa de histórias e esses sinais contam narrativas, atestam experiências. A dermatologista Fernanda Porphirio, especialista em Dermatologia e Estética pelo New York Cosmetic, da Clínica Vanité, explica como essas linhas foram parar nos nossos rostos e indica o melhor caminho para suavizá-las. Mas, antes, é preciso olhar bem para elas e tentar identificar de que tipo são. Assim, fica mais fácil acertar no plano de ação. Conheça, a seguir, os tipos de rugas, como lidar com elas e os dermocosméticos que as colaboradoras de Beauty Tudo testaram com esse fim.

Mapeamento
Os sinais podem ser classificados de diversas formas. Uma delas é pelo agente causador, ou seja, pelo fator que a fez surgir. Essa abordagem é interessante porque ajuda a definir um procedimento e a evitar os causadores. Acompanhe.

Movimentos repetitivos = rugas de expressão
Costumam aparecer ao redor dos olhos (pés de galinha), no entorno dos lábios (código de barras), na testa, na glabela (entre as sobrancelhas), na linha nasal (bunny Lines), ou seja, em todas as partes do corpo onde há movimentação tecidual pela contração dos músculos faciais de expressão. Surgem inicialmente de forma dinâmica pelos movimentos repetidos do rosto, mas com o passar do tempo, há a quebra das fibras de colágeno por repetição desses movimentos e as rugas vão se aprofundando e se tornando estáticas.
Elas são visíveis a partir dos 20-25 anos e começam a ficar marcadas em torno dos 30-35 anos, por isso hoje se fala muito na toxina botulínica preventiva.

Flacidez = rugas gravitacionais
Se instalam, principalmente, nas partes de rosto mais suscetíveis à flacidez e à perda da volumetria, como no contorno da face. Em especial, nas regiões do maxilar e da mandibular, no pescoço e nas pálpebras. Tornam-se mais evidentes a partir dos 60 anos.

Envelhecimento genético -= rugas atróficas
São sinais do processo de envelhecimento genético da pele e se caracterizam pela consequente atrofia da pele. São estáticas, portanto, não estão relacionadas com a movimentação muscular do rosto. Aparecem em torno de 50 anos e podem ser mais precoces em fumantes, já que o cigarro acelera do envelhecimento do organismo.

Fotoenvelhecimento = Elastótica
Provocadas principalmente pelo fotoenvelhecimento. O excesso da exposição solar, sem a devida proteção contra os raios solares, prejudica o colágeno e a elastina, reduzindo a elasticidade e a sustentação da pele. Como resultado, podem surgir essas rugas, que são estáticas (ou seja, visíveis independentemente da expressão facial), geralmente nas regiões mais expostas ao sol.

Essas rugas podem apresentar-se em intensidade diferentes. São superficiais quando você estica a pele e elas desaparecem. Ou são profundas, quando mesmo com a pele esticada, elas continuam lá (os sulcos estão nessa categoria também).

Agora que você já sabe o tipo e a intensidade desses sinais, é hora de entender o que é indicado para suavizá-las.

Os tratamentos
Além de seguir a rotina de skincare, outros procedimentos podem ser indicados. Para as rugas dinâmicas, as opções são a aplicação de toxina botulínica para paralisar temporariamente a contração muscular, que marca a pele, evitando que a ruga se pronuncie. Também são indicados os preenchimentos com ácido hialurônico.

Já para rugas estáticas já instaladas e visíveis independentemente da movimentação muscular, o recomendado são tratamentos que estimulem o colágeno, na tentativa de preencher essas quebras que formaram as rugas e os sulcos. Mas, enquanto o isolamento social se faz necessário, o mais prudente é reforçar o skincare em casa. Confira alguns produtos que auxiliam no rejuvenescimento da pele, testados pelas colaboradoras de Beauty Tudo.

OS CREMES TESTADOS

Creme Rejuvenescedor Facial Gold Lift Noturno, Cicatricure, R$ 89,99

Promete recuperar a densidade e a elasticidade da pele, atuando nas zonas mais marcadas pela idade. Veja resenha completa do produto.

Creme Facial Antissinais Dia Q10 Plus C FPS15, Nivea, R$ 51,90

De acordo com a marca, reduz as linhas de expressão e protege a pele contra os sinais de envelhecimento precoce.

Loção Facial Capture Totale Cell Energy, Dior, R$ 639

Desenvolvido com base em pesquisa da marca em células-mãe. Promete reduzir, após 7 dias de uso, as rugas salientes, deixando a pele mais firme.

Hidratante Facial Diurno Anti-Aging Restore FPS 15, Nutrimetics, R$ 161,90

O produto promete proteção contra o envelhecimento prematuro da pele. Testes conduzidos pela marca dizem que após 14 dias de uso há redução na profundidade das rugas.

Instantly Ageless, Jeunesse, R$ 149

Trata-se de um produto para efeito imediato, não é um creme de tratamento. Promete esticar a pele e alisar linhas finas imediatamente. Após retirar o creme, a pele volta ao original.

Fonte: Marie Claire

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2021-04-29T11:46:06-03:00abril 29th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

IstoÉ Dinheiro – Para 71% da população, recuperação da economia só virá a partir de 2022, diz CNI

Via Estadão Conteúdo

O ritmo da vacinação no País e a percepção dos impactos da pandemia da covid-19 na economia aumentam o pessimismo do brasileiro e a maioria da população acredita que uma recuperação econômica só virá a partir do próximo ano. A pesquisa “Os brasileiros, a pandemia e o consumo”, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), encomendada ao Instituto FSB Pesquisa, mostra que 71% das pessoas consideram que a economia levará, pelo menos, um ano para se recuperar. O levantamento aponta ainda um aumento de dez pontos porcentuais no pessimismo do brasileiro em um intervalo de nove meses.

Na avaliação da CNI, esse sentimento tem reflexos sobre os hábitos de consumo e foi influenciado pela vacinação no País. De acordo com a pesquisa, 83% dos entrevistados consideram o ritmo da vacinação no Brasil lento e 35% das pessoas que ainda não foram imunizadas não têm expectativa de serem vacinadas este ano.

Segundo dados reunidos pelo consórcio de veículos de imprensa junto a secretarias de 25 Estados, até segunda-feira, dia 26, 13,96% da população total do País tinha sido vacinada ao menos com a primeira dose do imunizante contra a covid-19, e apenas 6,2% tinham recebido a segunda dose.

“Só a imunização em massa da população contra a doença recolocará o Brasil no caminho da retomada da economia, do dinamismo do mercado consumidor e na rota dos investimentos. Mais importante, a rápida execução do Plano Nacional de Imunização – respeitando a ordem dos grupos prioritários – permitirá que a população brasileira possa, enfim, contar com a proteção contra essa doença que tem trazido enorme custo humano para o País e o mundo”, afirma o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade.

Apesar do pessimismo com a recuperação econômica, a pesquisa mostrou um medo menor da população em perder o emprego do que em 2020. Em abril deste ano, 41% dos entrevistados disseram ter um medo grande ou muito grande de perder o emprego. Em julho de 2020, esse porcentual era de 45% e, em maio de 2020, 48%.

A renda, no entanto, diminuiu para 32% dos trabalhadores e 14% disseram que perderam totalmente a renda, nos últimos 12 meses. Para outros 41%, a renda ficou estável e 10% tiveram aumento. Ao serem questionados sobre as expectativas sobre sua renda para os próximos seis meses, 3% acreditam que perderão totalmente, 9% veem redução parcial e 83% consideram que não terão mudanças.

Com relação aos gastos, o levantamento aponta que, diante da crise e da pandemia, 71% afirmam que reduziram os gastos desde o início da pandemia. Os motivos apontados são: 30% perderam parte ou toda renda; 38% se dizem inseguros quanto ao futuro; 27% alegam o fechamento do comércio e; 5% não responderam. A CNI chama atenção para o fato de que cresceu a parcela da população que afirma que a redução de gastos será permanente. Entre os que disseram ter diminuído os gastos, 37% afirmam que o movimento é permanente. Há um ano, esse porcentual era de 29%.

A pesquisa revela também que a maior parcela da população vê necessidade de manutenção de alguns serviços abertos. A abertura do comércio de rua tem o apoio de 61% dos entrevistados. Em julho de 2020, o porcentual era de 49%.

Caiu de 72% para 49%, na comparação entre abril de 2021 e maio do ano passado, o porcentual de pessoas contrárias à abertura de escolas e universidades. Com relação a salões de beleza, 51% não aprovam (ante 57% de julho de 2020). No caso dos shoppings, 57% apoiam o fechamento ante 69% da edição anterior.

A pesquisa foi feita com 2.010 brasileiros, por telefone, entre os dias 16 e 20 de abril. A margem de erro do estudo é de 2 pontos porcentuais, com intervalo de confiança de 95%. A pesquisa teve outras duas rodadas, em maio e julho do ano passado.

Fonte: IstoÉ Dinheiro/Estadão Conteúdo

2021-04-28T11:03:18-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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