Valor Econômico – ESG altera as estratégias para resíduos

Agenda socioambiental gera iniciativas na área de gestão de pessoas e proteção ambiental

Empresas conhecidas pela atuação com critérios ESG (Ambiental, Social e Governança, da sigla em inglês) disparam iniciativas baseadas em gestão de pessoas, proteção ao meio ambiente e economia circular. Incluem remuneração variável de executivos atrelada à redução de emissões de gases de efeito estufa (GEE), comitês de especialistas que identificam embalagens mais sustentáveis e até ferramentas que calculam a pegada ambiental de cada item que sai da linha de produção.

Na operadora de telecomunicações Vivo, as principais ações ESG começaram em 2016, abrangendo o pilar G, da governança, com a criação de um comitê global de sustentabilidade e qualidade, segundo Renato Gasparetto, vice-presidente de relações institucionais. A partir daí, foram abertas frentes em políticas de remuneração, diversidade do quadro e geração de energia.

Desde 2019, 20% da remuneração variável dos executivos da operadora estão relacionados a temas como diversidade e redução de emissões de GEE. Este ano, a companhia decidiu ampliar em cinco vezes, de 1% para 5%, o peso da meta de corte de dióxido de carbono (CO2) aplicado no conjunto de bônus do quadro.

“Entre 2015 e 2020, reduzimos em 70% as emissões de CO2 ”, diz Gasparetto. Há dois anos, segundo o executivo, a Vivo se tornou a primeira operadora da América Latina considerada neutra em carbono em emissões diretas, com a aquisição de créditos em projetos de conservação ambiental na Floresta Amazônica.

Do ponto de vista social, a empresa de 33 mil colaboradores implantou em 2018 um programa de aumento da diversidade no quadro, que começa a apresentar os primeiros resultados. Entre os cargos de liderança, por exemplo, as mulheres já representam 33% do total. E 25% dos lugares do conselho de administração também são delas.

No quadro de trainees da operadora, 43% dos integrantes são negros, e a contratação de pessoas trans também ganha impulso – alcançou 25 profissionais, inclusive em iniciativas de apoio ao primeiro emprego, como o Programa Jovem Aprendiz. “Estimular um ambiente diverso favorece a inovação na companhia”, afirma o executivo.

O “mutirão” ESG deve ganhar mais corpo em 2021, segundo Gasparetto. No escaninho ambiental, há avanços programados na implantação de usinas próprias de geração distribuída. Até o início de 2022, serão mais de 70 unidades de fontes solar, hídrica e de biogás, com uma produção equivalente a 670 mil megawatts ano. “Isso vai contribuir para aliviar a carga na rede de energia e gerar desenvolvimento no entorno das operações”, garante.

Na opinião de Roseli Mello, líder global de pesquisa e desenvolvimento (P&D) da Natura &Co, é importante investir no estudo de novos materiais para dar força à onda ESG na indústria.

Considerada uma empresa carbono neutro desde 2007, a fabricante de cosméticos lançou, há 35 anos, refis para os produtos, de olho na baixa geração de resíduos. Atualmente, 27% do portfólio contam com a facilidade. Isso evita o descarte de três mil toneladas de resíduos ou o equivalente ao lixo gerado, diariamente, por 5,5 milhões de pessoas, afirma.

Para colocar em prática sua política, a Natura mantém um comitê multidisciplinar, do qual fazem parte profissionais de design, meio ambiente e experiência do consumidor. O grupo se reúne regularmente para identificar soluções de embalagens cada vez mais “circulares”.

Um dos programas de reciclagem recuperou, desde 2018, mais de 24,2 mil toneladas de material pós-consumo, com 10,2 mil toneladas resgatadas somente em 2020.

Maya Colombani, diretora de sustentabilidade e direitos humanos da L’Oréal Brasil, afirma que 100% do portfólio da marca são avaliados, desde 2015, por uma espécie de “calculadora” que permite identificar a pegada ambiental dos produtos.

Em 2020, 90% dos itens novos ou renovados no Brasil tiveram seu perfil melhorado por meio de inovações, afirma ela. A ideia é, com a ferramenta, alcançar 91% de biodegradabilidade média nas fórmulas de xampus e condicionadores.

Recentemente, a L’Oréal Brasil aderiu a uma solução de logística “verde”, com caminhões abastecidos com biometano, por meio de parceria com os fornecedores Jomed e RN Express e a montadora Scania. “Até 2030, reduziremos em 50% as emissões de GEE ligadas ao transporte de mercadorias”, diz.

Na Bosch, maior fabricante de autopeças do mundo, um plano de gestão hídrica na planta de Campinas (SP) garantiu a redução de 50% do consumo de água nas atividades industriais. “Além disso, o projeto contempla o reaproveitamento da água da chuva, canalizada até um lago artificial com capacidade de 65 milhões de litros”, afirma Carlos Abdalla, gerente de marketing, comunicação corporativa e relações institucionais da Bosch América Latina.

Fonte: Valor Econômico

 

2021-04-28T11:00:56-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

ABC do ABC – Natura &Co doa 10 mil cestas básicas para comunidades vulneráveis do Estado de SP

A distribuição será feita pelo Fundo Social do Estado de São Paulo. Além de doação de cestas básicas, mais de mil famílias de catadores de recicláveis receberão apoio da empresa

Como parte das medidas de enfrentamento à Covid-19, o grupo Natura &Co (Avon, Natura The Body Shop e Aesop) doará 10 mil cestas básicas para famílias em situação de insegurança alimentar no Estado de São Paulo.

A ação será viabilizada pelo Fundo Social de São Paulo – FUSSP, que será responsável pela distribuição das cestas para os municípios paulistas que apresentam maior vulnerabilidade social.

Além da doação das cestas, mais de 1.000 famílias de catadores de recicláveis receberão o equivalente a 200 reais para suprir necessidades imediatas, como alimentação. As famílias fazem parte do programa Natura Elos, iniciativa da marca para estruturar cadeias de logística reversa no Estado de São Paulo.

As ações integram uma série de medidas tomadas pela companhia para enfrentar a pandemia de Covid-19, visando cuidar das pessoas, barrar o contágio e manter a economia circulando.

Recentemente, o grupo Natura &Co anunciou a doação de R$ 30 milhões para a saúde pública, comunidades parceiras, consultoras e representantes para auxiliar no enfrentamento à pandemia. Deste valor, R$ 4 milhões foram destinados ao Conectar (Consórcio Nacional de Vacinas das Cidades Brasileiras), criado pela Frente Nacional de Prefeitos (FNP) para a compra de insumos hospitalares e vacinas, enquanto R$ 10 milhões serão dedicados ao fundo de auxílio para consultoras e representantes. A empresa também viabilizou, ao lado de outras 11 companhias, a doação de mais de 5 mil concentradores de oxigênio para o tratamento de pacientes atendidos pelo SUS.

Fonte: ABC do ABC

 

2021-04-28T10:58:36-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Money Times – Natura&Co prepara resgate antecipado de títulos que vencem em 2023

O conselho de administração da Natura&Co (NTCO3) autorizou a diretoria executiva a levar adiante o plano de resgatar antecipadamente todo o valor principal agregado em aberto das 5,375% notas seniores que vencem em 2023, e que foram emitidas em 2018.

O resgate, contudo, está condicionado à emissão bem-sucedida de novos títulos de dívida. A estimativa é que o resgate dos papéis ocorra em 21 de maio, ou ao redor desta data.

Fonte: Money Times

2021-04-28T10:56:19-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Propmark – Hinode convoca consultoras em homenagem às mães

Campanha é protagonizada por 18 consultoras da marca de cuidados pessoais fundada em 1988

A campanha Dias das Mães Hinode – Para quem desperta o nosso melhor, sempre! é protagonizada por 18 consultoras da marca de cuidados pessoais Hinode, que têm as suas histórias contadas em vídeo no Instagram, catálogo virtual e em peças para as redes sociais. Fotos e frases das participantes representam uma reflexão sobre o momento no qual o mundo enfrenta a Covid-19.

“Convidamos mulheres reais para prestar essa homenagem especial. E elas, nossas consultoras, são fonte de inspiração não só para seus filhos, mas também impulsionam a transformação na vida de milhares de pessoas”, afirma Erica Pagano, vice-presidente de inovação de produtos e branding do Grupo Hinode.

Fundada em 1988, Hinode tem hoje na perfumaria o equivalente a metade de suas vendas. Com linhas feminina, masculina e infantil, a empresa comercializa os seus produtos por meio de consultores no e-commerce da marca.

Fonte: Propmark

2021-04-28T10:54:19-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Fashion Network – DeMillus promove evento digital com Ludmilla

A DeMillus anuncia o seu primeiro evento digital: o DeMillus Fashion Show, que tem como atração musical a cantora Ludmilla. A transmissão será nesta quarta-feira (28), às 19h30 pelos canais da marca no YouTube e no Facebook. Dividido em três blocos – Lançamentos, Top de Vendas e Beleza e Conforto -, o evento conta com a participação de algumas modelos desfilando as peças selecionadas pela equipe de estilo da marca. A cada bloco, os produtos são apresentados, sempre dialogando com a temática central.

“Fiquei muito feliz com o convite para participar desse evento. A DeMillus é uma marca muito importante na vida das mulheres há anos, fazendo elas se sentirem ainda mais bonitas. A iniciativa de fazer um desfile para mostrar a nova coleção e ao mesmo tempo ajudar as mães das favelas, que estão passando por um momento tão delicado por conta dessa pandemia, mostra que a marca pensa muito além para o bem-estar dessas mulheres e isso a torna ainda maior. Ações como essa são extremamente necessárias”, diz Ludmila.

O evento conta ainda com apresentação da Superintende de Marketing da marca, Viviane Figueirôa e do DJ Tucho, especialista em black music e vencedor da ‘Batalha dos DJs’. A primeira edição do evento digital tem como diretora e produtora do projeto Francisca Abreia, da agência ECO MKT & COM, que também mediou toda a negociação com a Wainer Music.

Para o show, Ludmilla escolheu juntamente com o seu stylist Rodrigo Polack um look preto com peças da coleção Bijú – um conjunto de lingerie combinado a vestido transpassado e meia calça 7/8 da DeMillus.

“A pandemia vem mudando as formas de apresentação das marcas de moda e estamos muito felizes com o nosso evento, em versão totalmente online, e com todas as parcerias que conseguimos”, diz Viviane.

Um dos objetivos do DeMillus Fashion Show é também arrecadar doação para o “Mães da Favela”, projeto da CUFA que auxilia mulheres que chefiam seus lares. Para alavancar donativos, durante a programação vai ser distribuído um QR Code para que os espectadores possam fazer as suas doações. A parceria da DeMillus com a ONG começou em 2020 quando a marca doou com milhares de máscaras para a organização.

O link para assistir o DeMillus Fashion Show será divulgado pelos stories da página oficial da marca no Instagram.

Fonte: Fashion Network

2021-04-28T10:52:19-03:00abril 28th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Exame – Varejo digital cresce 72,2% no primeiro trimestre e fatura R$ 35,2 bilhões

Dados foram apurados pela Neotrust, consultoria que monitora o varejo digital; variação corresponde ao mesmo período de 2020

O varejo digital faturou R$ 35,2 bilhões no primeiro trimestre de 2021, aumento de 72,2% em relação ao mesmo período do ano passado. A conclusão é da Neotrust, consultoria que monitora o setor, e mostra que a alta está relacionada tanto ao maio volume de compras realizadas no período, quanto ao tíquete médio mais alto do que o registrado no ano passado.

Segundo a consultoria, foram realizadas 78,5 milhões de compras on-line no período (volume 57,4% maior do que o registrado em 2020), com tíquete médio de R$ 447,90, valor 9,4% maior do que o registrado no mesmo período do ano anterior.

Para Fabrício Dantas, CEO da Neotrust, o aumento ainda é consequência da volta das medidas de restrição em diferentes regiões no país, o que contribuiu para impulsionar o hábito pelas compras digitais. “É um movimento global de crescimento do e-commerce, que tem consequências visíveis no Brasil. Desde o começo da pandemia, a internet tem se tornado uma ferramenta importantíssima para as compras, um hábito que deve continuar mesmo após a volta das atividades presenciais”, diz.

Varejistas se movimentam para capturar oportunidades
O crescimento do varejo digital e a consequente necessidade de inovação — agravada pela pandemia — se reflete de forma clara no varejo brasileiro. Nas últimas semanas, o Magazine Luiza anunciou aquisições como a plataforma digital Jovem Nerd, o site de notícias políticas Poder360 e a compra de startups relacionadas à gestão de restaurantes, o que pode ser visto como uma estratégia para ampliar sua presença on-line e aumentar vendas.

A reboque, vieram outros movimentos de consolidação do setor, como a compra do grupo Uni.Co pela Americanas e, recentemente, o acordo entre Hering e Grupo Soma, dono das marcas Animale, Farm e Maria Filó, que agitou o mercado nesta segunda-feira, com a alta de 26% nos papéis da varejista de moda básica.

A pandemia tem mostrado, cada vez mais, que o mundo digital é o caminho para crescer. Parece que as gigantes do setor começaram a se movimentar com isso — resta ver qual a fatia que devem conseguir em meio ao crescimento expressivo das compras on-line gerado pela pandemia.

Fonte: Exame

2021-04-27T14:12:21-03:00abril 27th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Prévia da inflação pelo IPCA-15 cai para 0,6% em abril

Pesquisa foi feita pelo IBGE em 11 capitais

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial, ficou em 0,6% em abril, 0,33 ponto percentual abaixo do índice de março: 0,93%. A informação foi divulgada hoje (27), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,82% e, em 12 meses, de 6,17%, acima dos 5,52% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores. Em abril de 2020, a taxa foi de -0,01%.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete apresentaram alta em abril. O maior impacto (0,36 ponto percentual) e a maior variação (1,76%) vieram dos transportes, que desacelerou em relação a março (3,79%). A segunda maior contribuição (0,08 ponto percentual) veio de alimentação e bebidas (0,36%) e, na sequência, vieram habitação (0,45%) e saúde e cuidados pessoais (0,44%), com impactos de 0,07 ponto percentual e 0,06 ponto percentual, respectivamente.

“A gasolina (5,49%) permanece como o produto com o principal impacto no índice (0,30 ponto percentual), ainda que com uma variação menor do que o mês anterior (11,18%). óleo diesel (2,54%) e o etanol (1,46%) tiveram altas, mas também inferiores às de março -10,66% e 16,38%, respectivamente”, informou o IBGE.

A alimentação no domicílio passou de queda de 0,03% em março para 0,19% em abril. O café da manhã ficou mais caro com a alta do pão francês (1,73%) e do leite longa vida (1,75%), cujos preços haviam recuado no mês anterior (-0,11% e -4,50%, respectivamente). As carnes continuam em alta (0,61%), embora com variação menor do que a de março (1,72%).

Reajuste causa impacto nos remédios
Segundo o IBGE, no grupo de saúde e cuidados pessoais, o reajuste, em 1º de abril, de até 10,08%, dependendo da classe terapêutica, acabou impactando o preço dos produtos farmacêuticos, que subiram 0,53%, após terem apresentado queda de 0,29% em março.

Todas as regiões pesquisadas apresentaram variação positiva em abril. O maior resultado foi observado em Brasília (0,98%), especialmente em função da alta no preço da gasolina (8,37%). A menor variação foi verificada na região metropolitana de Belém (0,39%), influenciada pela queda no preço do arroz (-5,25%).

Os preços do IPCA-15 foram coletados no período de 16 de março a 13 de abril de 2021 (referência) e comparados com aqueles vigentes de 12 de fevereiro a 15 de março de 2021 (base).

O IPCA-15 abrange as famílias com rendimentos de um a 40 salários mínimos, qualquer que seja a fonte, residentes em 11 áreas urbanas: regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza, Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Porto Alegre, além do Distrito Federal e do município de Goiânia.

Fonte: Agência Brasil

 

2021-04-27T14:10:49-03:00abril 27th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Econômico – Natura fecha emissão de US$ 1 bi em notas com metas sustentáveis

Operação prevê penalidade em taxa se empresa não cumprir compromissos

A Natura concluiu ontem a captação de US$ 1 bilhão no mercado internacional com a emissão de bônus sustentáveis com prazo de sete anos. Os papéis foram colocados com (“yield”) de 4,125%, dentro da sinalização inicial dada ao mercado. Conforme fontes, a demanda foi de quatro vezes o valor ofertado.

Nesse tipo de operação, a empresa emite os chamados “sustainability-linked notes” e, em vez de captar recursos para projetos específicos, se compromete com metas de sustentabilidade em seu negócio. Se esses compromissos não forem alcançados, a taxa do papel sofre um acréscimo.

A Natura assumiu o compromisso de reduzir a intensidade de emissões de gases de efeito estufa em 13%, calculada para o exercício encerrado em 31 de dezembro de 2026. Além disso, pretende que o uso de embalagem reciclada pós-consumo alcance pelo menos 25% na mesma data. Se a empresa não atingir os parâmetros, a penalização da taxa será de 65 pontos-base a partir de outubro de 2027, já perto do fim do prazo da emissão.

O acréscimo da taxa ficou acima do que se viu em emissões desse tipo feitas recentemente por companhias brasileiras, que saíram com penalização de 25 ponto-base. Porém, no caso dessas operações, a verificação do cumprimento das metas está programada para acontecer mais ao redor de metade do prazo da emissão.

De acordo com uma fonte, como da data de verificação da Natura é bem próxima do vencimento, a penalidade acabou tendo de ser maior para ter relevância.

A gestora de recursos JGP, que lançou no fim do ano passado um fundo de crédito com critérios de responsabilidade ambiental, social e de governança (ESG, na sigla em inglês), avaliou que o compromisso de redução de emissões de gases é pouco ambicioso, pois não leva em conta emissões absolutas. Mas a meta de utilização de plásticos reciclados pós-consumo foi considerada relevante, já que é um indicador importante para o setor – plástico é o material mais usado em embalagens da companhia.

Para Alexandre Muller, sócio da JGP, metas que façam sentido para as companhias são mais importantes que o “timing” da medição dos compromissos. “A empresa pode colocar uma meta menos ambiciosa e um timing anterior. Preferimos uma meta mais ambiciosa com um pouco mais de flexibilidade de prazo”, afirmou.

A Natura usará os recursos para refinanciamento de dívidas de curto e médio prazos. A operação foi coordenada por Bank of America (BofA) e HSBC, com participação também de Bradesco BBI, Citigroup, Itaú BBA e Morgan Stanley.

Fonte: Valor Econômico

2021-04-27T14:09:30-03:00abril 27th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Uol – “A autonomia feminina retrocedeu na pandemia”, diz Ana Paula Padrão

Habituada a viver cercada de uma grande equipe nos estúdios de televisão, a jornalista Ana Paula Padrão sentiu o baque na rotina ao se ver sozinha e diante de uma tela para se comunicar com seu público. As primeiras semanas de pandemia foram de readequação. “Senti muita aflição, ansiedade além da conta. Acalmei esse sentimento estabelecendo uma rotina para colocar essa energia da incapacidade de planejar, que todo mundo viveu, para não deixar que se transformasse em algo ruim, ansiedade da depressão, sabe?”, conta.

Das angústias do início do isolamento e das trocas que vieram depois, nas lives e redes sociais, é que a jornalista começou a desenhar o Mulheres Pós 2020, que acontece a partir das 18h30 desta terça-feira, 27, até 29 de abril, com transmissão ao vivo de Universa. O evento contará com a participação de lideranças femininas globais, como a escritora italiana Silvia Federici, a cientista política chilena Pamela Figueroa, a pesquisadora brasileira Alessandra Devulsky em debates sobre os impactos da pandemia na vida das mulheres, passando por questões como saúde mental, racismo, equidade salarial, entre outros temas. (Confira a programação completa abaixo)

“Já fiz muitos eventos. De 2011 a 2015, fazia de dois a três por ano. Resolvi retomá-los neste ano de 2021, porque acredito em usar todos os espaços que posso para falar das mulheres que perderam muito. A autonomia feminina retrocedeu na pandemia”, diz Ana Paula. “Todas nós perdemos muito, mas acho que os avanços com relação ao feminismo negro retrocederam, os avanços em relação à independência e à autonomia feminina retrocederam também.”

O fato de todas nós precisarmos retomar o trabalho doméstico e focar as energias na economia do cuidado, que é um trabalho não-remunerado, faz com que tenhamos muito menos tempo e fôlego para carreira, lazer, projetos. Além disso, ainda temos o desemprego. As mais afetadas somos nós e precisamos olhar pelas mulheres que ficaram pelo caminho na pandemia.

As várias inquietações que permearam todos os pensamentos de Ana Paula encontraram acolhimento e identificação em outras mulheres. Aquela sensação de “estamo juntas”, “também tenho me preocupado com isso”, bateu nos contatos que fez, na companhia da jornalista Lia Rizzo e do publicitário Cristiano Diniz, com as mais de 20 de líderes pensadoras que fazem parte do evento. “Não recebi nenhum não para os convites. Acho que as pessoas se entusiasmam com a possibilidade de verbalizar uma série de coisas que têm sentido. Tem uma questão técnica de agenda, então a negociação antecedência foi uma questão”, relata.

O tema de cada mesa foi proposto de acordo com os assuntos mais urgentes, segundo a opinião dos curadores. Entre eles, desigualdade racial, educação, sustentabilidade, consumo e saúde mental estão no ordem do dia. “A ideia inicial era ter algum público presencial, com acompanhantes e outros convidados na plateia, mas rapidamente entendemos que seria inviável em razão da pandemia. Essa foi a parte mais difícil: não trabalhamos com um modelo pronto, pelo contrário, precisamos entender semana a semana em que fase estaríamos do plano de contingência para desenhar os próximos passos”, revela Ana.

Ana Paula destaca ainda a parceria de Universa que fará a transmissão ao vivo do Mulheres Pós 2020. “Era um caminho óbvio, pois se trata de um canal que se dispõe a discutir questões que são muito urgentes para a mulher e de uma maneira muito plural. Em Universa você lê sobre política, sexo, beleza para todas as idades. Tem discussões sobre urgências no mercado de trabalho. É um posicionamento muito próximo ao nosso, no evento. Quando conversamos, não teve arestas. Foi muito bem fluido. Deu match”, lembra.

Passado o Mulheres Pós 2020, Ana Paula voltará a se concentrar nas gravações do MasterChef, que vai ao ar no segundo semestre. As dinâmicas devem começar entre o final de maio e o começo de junho. “Será uma edição como a dos anos anteriores ao isolamento. Começamos com um monte de gente e através da triagem, eliminamos um por episódio, até termos um grande vencedor no final do programa. Desta vez, temos uma chefe nova no pedaço [a gaúcha Helena Rizzo]. Acredito que vai ter química! Nos testes, já teve, mas vou esperar gravar para ver como vai ser”, finaliza.

Hoje, a partir das 18h30

Painel 1: “Estamos finalmente falando sobre justiça racial”
Convidadas: Alessandra Devulsky (advogada e pesquisadora), Júlia Rocha (médica e escritora), Marta Rodriguez de Assis (Prof da FGV Direito SP e pesquisadora do Afro/Cebrap)
Mediadora: Cynthia Martins (jornalista)

Painel 2: “Justiça Racial nas empresas: caminhos necessários e efetivos”
Convidadas: Jandaraci Araújo (Gerente de desenvolvimento sustentável do Santander Brasil), Sheila de Oliveira (advogada de Direitos Humanos) e Mafoane Odara (psicóloga e consultora de Diversidade & Inclusão)
Mediadora: Luciana Barreto (jornalista)

Palestra: Luiza Helena Trajano (Pres do Conselho de Administração do Magazine Luiza e Presidente do Mulheres do Brasil )

Show: Ju Moraes

Quarta, 28/04

Entrevista: Stefania Giannini (Diretora-Geral da Unesco para Educação), por Joice Berth

Painel 1: “Pandemia, um colapso na educação e por que as principais vítimas são as mulheres”
Convidadas: Luanda Moraes (Reitora da UEZO – Universidade Estadual da Zona Oeste do RJ) Lourdes Atié (socióloga) e Priscila Cruz (Presidente do Todos pela Educação)
Mediadora: Deh Bastos (comunicadora)

Entrevista: Grazielle Parenti (VP Global de Rel. Inst. e Sust. – BRF), por Ana Paula Padrão

Painel 2: “A saudável pressão por investimentos mais sustentáveis e diversos” com Andrea Quintana (Ger de Mkt e Inovação – Irani), Grazielle Parenti (VP Global de Rel. Inst. e Sust. – BRF) e Mariana Oiticica (Head ESG – BTG Pactual)
Mediadora: Tatiana Schibuola (Gerente-geral de marcas editoriais do UOL)

Painel 3: “Mudanças no consumo: uma janela para um mundo mais sustentável”
Convidadas: Erica Migales (Dir Mkt e Trade Mkt – Danone), Cintia Gonçalves (Founder da Wiz&Watchers) e Marcella Kanner (Dir Mkt – Riachuelo)
Mediadora: Claudia Lima (jornalista)

Quinta, 29/04

Painel 1: “Um burnout mundial: como evitar a epidemia do esgotamento mental”
Convidadas: Camila Almeida (Dir Pessoas – Azul), Mariana Holanda (Dir Saúde Mental – AMBEV) e Viviane Elias Moreira (Ger Resiliência Corporativa – United Health)
Mediadora: Maíra Liguori (jornalista)

Entrevista: Marília Rocca (CEO Grupo Hinode), por Ana Paula Padrão

Painel 2: “O Papel Decisivo das Empresas para Devolver Oportunidades e Autonomia às Mulheres”
Convidadas: Ana Fontes (CEO da Rede Mulher Empreendedora), Crisciane Rodrigues (Pres Comitê Líderes Grupo Hinode) e Flavia Schlesinger (VP Finanças Pepsico)
Mediadora: Dolores Orosco (Editora-chefe de Universa)

Palestra: Pamela Figueroa (cientista política – Chile)

Painel 3: “Mulheres pós 2020: como resgatar aquelas que estão ficando pelo caminho”
Convidadas: Flavia Rodrigues (Pres Comitê Mulheres Paraisópolis), Ilona Szabó (Pres Instituto Igarapé) e Paula Tavares (Advogada e Especialista Banco Mundial)
Mediadora: Joyce Ribeiro (jornalista)

Entrevista: Silvia Federici (escritora e filósofa), por Lia Rizzo (jornalista)

Fonte: Uol

2021-04-27T14:06:43-03:00abril 27th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Mercado & Consumo – Natura & Co é segunda maior empresa de venda direta do mundo

Elaborado pela Direct Selling News, ranking tem a americana Amway no topo

Após fusão com a gigante Avon, o grupo brasileiro Natura & Co alcança o segundo lugar entre as maiores empresas de venda direta do mundo. A primeira colocação se mantém com a americana Amway, líder no mercado mundial desde 2013.

O ranking internacional é elaborado pela agência Direct Selling News e reconhece outras cinco empresas de vendas diretas com operações no mercado brasileiro: Herbalife (3º lugar), Vorwerk/Jafra (4º lugar), Young Living (7º), Tupperware (11ª) e Omnilife (25ª).

A Natura figura entre as dez maiores companhias de vendas diretas do mundo desde 2013. Em 2020, ocupava a quinta colocação e, neste ano, após reportar receita de US$ 7,16 bilhões, obteve o segundo lugar.

O rápido crescimento veio após a compra das operações da Avon Products, que compõe o portfólio do grupo Natura & Co – que hoje inclui, também, a australiana Aesop e a britânica The Body Shop. Criada em 1969, a empresa é cotada na bolsa brasileira desde 2004. A líder do mercado, a americana Amway, reportou receita de US$ 8,5 bilhões no ano passado.

Digitalização do setor
A presidente-executiva da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), Adriana Colloca, destaca que o segmento, neste período de pandemia, foi uma opção para muitos brasileiros que perderam seus empregos e tiveram suas rendas diminuídas. O setor se inovou por meio da digitalização, permitindo que as vendas continuassem a acontecer sem desrespeitar as regras de isolamento social.

“Notamos a entrada de muitos jovens na força de vendas, que hoje representam 48,1% do total de empreendedores independentes no Brasil (18 a 29 anos), com o uso da tecnologia e mídias sociais para divulgar e vender os produtos e serviços”, diz a executiva. “Atualmente, trabalhar com vendas diretas é uma oportunidade para quem quer empreender com baixo investimento inicial, sem risco e com flexibilidade de horário e autonomia, como almeja grande parte dos jovens brasileiros”, completa.

Hoje, o setor conta com aproximadamente 4 milhões de empreendedores independentes no Brasil e movimentou cerca de R$ 50 bilhões no ano passado, de acordo com a entidade.

Veja a lista das maiores empresas de vendas diretas do mundo, segundo a Direct Selling News, por ordem de receita:

50 maiores empresas – Receita 2020
1- Amway: US$ 8.5B
2- Natura & Co: US$ 7.16B
3- Herbalife: US$ 5.5B
4- Vorwerk (Jafra): U S$4.48B
5- Coway: US$ 2.8B
6- NU Skin: US$ 2.5B
7- (empate) Primerica: US$ 2.2B
7- (empate) Young Living: US$ 2.2B
9- EXP Realty: US$ 1.8B
10- PM International: US$ 1.71B
11- Tupperware: US$ 1.7B
12- Atomy: US$ 1.48B
13- Oriflame: US$ 1.38B
14- USANA: US$ 1.14B
15- Ambit Energy: US$ 1.12B
16- Telecom Plus: US$ 1.09B
17- POLA: US$ 969M
18- Medifast/OPTAVIA: US$ 935M
19- Scentsy: US$ 893M
20- (empate) Beachbody: US$ 880M
20- (empate) Belcorp: US$ 880M
22- Arbonne: US$ 847M
23- MONAT Global: US$ 804M
24- Color Street: US$ 597M
25- Omnilife: US$ 573M
26- Yanbal: US$ 536M
27- MIKI: US$ 515M
28- Plexus Worldwide: US$ 509M
29- NewAge Inc.: US$ 480M
30- Farmasi: US$ 447M
31- Faberlic: US$ 409M
32- New Image International: US$ 403M
33- Nature’s Sunshine Products, Inc.: US$ 385M
34- Prüvit: US$ 363M
35- Hy Cite Enterprises (Royal Prestige): US$ 341M
36- (empate) Pure Romance: US$ 312M
36- (empate) Vestige Marketing: US$ 312M
38- (empate) Fordays: US$ 302M
38- (empate) Menard: US$ 302M
40- New U Life: US$ 272M
41- Pro-Partners: US$ 269M
42- Noevir: US$ 253M
43- Naturally Plus: US$ 234M
44- LifeVantage: US$ 230M
45- Immunotec: US$ 220M
46- Gifarine: US$ 208M
47- BearCereju: US$ 196M
48- (empate) Best World Lifestyle (BWL): US$ 195M
48- (empate) Princess House: US$ 195M
50- Usborne Books and More: US$ 192M

Fonte: Mercado & Consumo

2021-04-27T14:04:31-03:00abril 27th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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