Grupo Hinode chega ao Chile

País é o 6º mercado internacional que a marca alcança

O Grupo Hinode chegou ao Chile no dia 1º abril, sendo o 6º mercado internacional que a marca alcança, já estando presente no Peru, Bolívia, Colômbia, Equador e México.

Segundo Eduardo Frayha, CSMO do grupo, o mercado chileno foi escolhido por ser a 6ª economia da América Latina, ser considerado o melhor país do continente para se realizar negócio, está em constante crescimento desde 2014 e tem visto o segmento de venda direta crescer rapidamente nos últimos anos. “O Chile é um país promissor e dos 18,7 milhões que vivem no país, apenas 2% trabalham com venda direta, ou seja, temos um grande potencial de atuação”, informa Frayha.

Outro diferencial do Chile que inspira a Hinode é que as categorias de beleza e cuidados pessoais representam 68% da venda direta no país.

O escritório está montado desde 1º de março de 2021 e conta com 9 funcionários, sob a direção de Paulo Rocha, que também é o responsável pela operação do grupo no Peru. Foram feitas mais de 30 entrevistas com especialistas de mercado, mais de 50 com fornecedores, com o objetivo de selecionar os melhores e com maior aderência ao modelo de negócio Hinode, além de mais de 10 visitas de reconhecimento, para entender os principais produtos vendidos, preços e hábitos de consumo do chileno.

Entre as empresas parceiras estão Totvs de TI, KP de logística, ICarey de legislação, Santander e Mercado Pago, que com suas expertises garantem o desempenho que se espera da operação do Grupo Hinode em um país.

A marca fez uma live no dia 25 de março, direcionada aos possíveis empreendedores do país, contando com 3.700 pessoas online e 20 mil visualizações computadas em 15 horas após o evento digital.

O início das atividades conta com a entrega porta a porta, onde o consultor compra e recebe em casa, porém estão em avaliação, ainda sem data definida de implementação, o HND Center, franquia e pick up centers, de propriedade da empresa, onde o consultor passa para conhecer os produtos e, também, retirá-los.

O portfólio inicial conta com itens de cuidados pessoais e fragrâncias, começando com 27 produtos e no decorrer de um ano, serão adicionados mais 43, divididos em 2 ondas.

O kit para se tornar um consultor custa 35 mil pesos, com ganho de 50% sobre a venda direta, além de bônus oriundo da venda de produtos de equipe.

Fonte: Assessoria de Imprensa

2021-04-27T14:02:40-03:00abril 27th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Mais da metade dos brasileiros quer comprar presentes no Dia das Mães

A data será celebrada no próximo dia 9 de maio.

Pesquisa da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) aponta que 58,6% dos brasileiros pretendem dar presentes no Dia das Mães. A data será celebrada no próximo dia 9 de maio. Os itens mais citados são os de calçados e vestuários, com a preferência de 65,2% dos brasileiros. Os perfumes e cosméticos foram mencionados por 53,9%.

Os móveis e eletrodomésticos são uma opção para 49,5% dos consumidores brasileiros, mas o índice cai para 34,3% entre os residentes do estado de São Paulo. Para o economista da associação comercial, Marcel Solimeo, isso é um reflexo da quarentena contra o novo coronavírus. “Isso tudo é resultado do home office e da vida mais doméstica que a sociedade está vivendo nestes tempos”, destacou.

Ganharam espaço nas preferências as cestas de café da manhã (18,6%) e delivery de refeições (11,3%).

Esperança de recuperação
O Dia das Mães é uma das apostas do setor para recuperar parte das perdas dos últimos meses. Nos primeiros quinze dias de abril, o varejo da cidade de São Paulo registrou uma queda de 30,7% no movimento. Segundo Solimeo, a retração em comparação com março aconteceu devido ao aumento das restrições da quarentena no estado para conter a disseminação da covid-19.

“No começo de março o comércio funcionava. No início de abril estava fechado. A queda desta movimentação era inevitável. A esperança de uma melhora significativa da economia só virá com o aumento da oferta de vacinas”, avalia o economista.

Apesar do movimento na primeira metade de abril ser 60% maior do que o verificado no mesmo período de 2020, o resultado ainda é 40% abaixo de 2019.

Além da data comemorativa, o economista diz acreditar que o setor pode ganhar força com a liberação do auxílio emergencial e o adiantamento de metade do 13º salário para os aposentados.

Fonte: Agência Brasil

2021-04-26T17:10:19-03:00abril 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 5,01% em 2021

Previsão para expansão do PIB é de 3,09% em 2021

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 4,92% para 5,01%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (26), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2022, a estimativa de inflação é de 3,6%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para o indicador é de 3,25%.

O cálculo para 2021 está próximo do limite da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, fixada atualmente em 2,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic encerre 2021 em 5,5% ao ano. Para o fim de 2022, a estimativa é de que a taxa básica suba para 6,13% ao ano. E para o fim de 2023 e 2024, a previsão é de 6,5% ao ano.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Além disso, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

A taxa Selic mais alta dificulta a recuperação da economia. Ainda assim, ao elevar a Selic para 2,75% na última reunião, o Copom sinalizou que deve haver nova alta no indicador no encontro do próximo mês. Para o comitê, entretanto, os choques inflacionários devem ser temporários.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio
As instituições financeiras consultadas pelo BC elevaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 3,04% para 3,09%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 2,34%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,5%.

A expectativa para a cotação do dólar se mantém em R$ 5,40 ao final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é de que a moeda americana continue nesse patamar.

Fonte: Agência Brasil

 

2021-04-26T17:08:49-03:00abril 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Estadão – Marcas se põem contra censura à diversidade

O movimento de marcas do mercado brasileiro em apoio às causas da comunidade LGBTQIA+ vem crescendo na internet. O projeto de lei 504/20, atualmente em debate na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), que quer proibir peças publicitárias sobre diversidade sexual, fez emergir nas redes sociais inúmeras publicações de empresas que se posicionaram contra a iniciativa do Legislativo.

Grandes empresas aproveitaram o momento para levantar a bandeira da diversidade e reforçar seu posicionamento favorável a pautas sociais utilizando as hashtags “propaganda pela diversidade”, “LGBT não é má influência” e “abaixo o PL 504”. As campanhas fazem parte de uma iniciativa do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ em resposta ao PL da deputada estadual Marta Costa (PSD). O órgão é responsável por discutir os temas de diversidade em 108 companhias que atuam no Brasil.

“Nós, escritórios de advocacia signatários do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, manifestamos publicamente o nosso repúdio ao Projeto de Lei 504/20. Como defensores da pluralidade e da igualdade material das pessoas, repudiamos toda e qualquer tentativa de desclassificar e diminuir a população LGBTI+”, disse a entidade, em nota.

O movimento contra o preconceito ganhou força e envolveu marcas como Coca-Cola, Avon, Natura, Uber, Mercado Livre e O Boticário, entre outras. Todas usaram as redes sociais para cravar posicionamento em prol da diversidade.

A votação do PL foi adiada na semana passada e o retorno da discussão ainda não tem data para ocorrer. A justificativa da deputada para propor o projeto é que “o uso indiscriminado deste tipo de divulgação traria real desconforto emocional a inúmeras famílias, além de estabelecer prática não adequada a crianças que ainda sequer possuem, em razão da questão de aprimoramento da leitura (5 a 10 anos), capacidade de discernimento de tais questões”.

No Twitter, o Uber disse “celebrar o amor em todas as suas formas”. “Por isso, defendemos o papel das marcas de combater (…). Com mais amor, diversidade e celebrando o direito de existir. #PropagandaPelaDiversidade”, publicou o Uber com uma imagem de um carro acompanhado das cores do arco-íris, símbolo da comunidade LGBT+.

A rede social profissional LinkedIn também foi palco de discussões sobre o tema. Na sexta-feira, a diretora de vendas do LinkedIn na América Latina, Ana Moises, publicou em seu perfil uma mensagem de apoio à diversidade. “Representatividade importa sim, e as pessoas precisam poder se enxergar no mundo em que vivemos. Por isso defendemos que os anunciantes possam compartilhar conteúdos que sejam inclusivos para todos.”

Para o e-commerce Mercado Livre, o projeto prega o oposto da sua política interna. “Está em nosso DNA sermos abertos a novas experiências, formas de trabalho, ferramentas e equipes. Buscamos ser uma empresa que espelha a sociedade e nossos milhares de usuários”, disse o vice-presidente Senior do Mercado Livre no Brasil, Fernando Yunes.

Segundo a Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), o projeto na Alesp seria inconstitucional, uma vez que a competência para legislações referentes à publicidade é exclusiva da União. O órgão ainda classificou como censura medidas propostas no projeto. “É importante destacar que a publicidade reflete a sociedade em que está inserida, e a vedação proposta pelo PL caracteriza-se por censura de conteúdo, abrindo um precedente perigosíssimo para a liberdade de expressão”, diz a Abap, em comunicado.

Engrossando o caldo das empresas contrárias ao PL 504/20, o grupo Natura fez diversas postagens pela diversidade. Em 2020, a Natura escalou Thammy Miranda, um homem trans, para sua campanha publicitária de Dia dos Pais. O grupo informou ainda que ações de apoio à diversidade e inclusão fazem parte dos valores internos da companhia. “Quando nos deparamos com uma tentativa de esconder pessoas LGBTQIA+ da publicidade, precisamos levantar a voz e dizer que não aceitaremos censura e retrocesso.”

O Boticário também endossou a campanha contra a proibição de conteúdo LGBT+. A empresa relembrou que desde 2015 veicula peças publicitárias protagonizadas por casais homossexuais. “O Boticário entende que sua comunicação precisa ser plural e abrangente para retratar toda a diversidade de um povo igualmente diverso como o brasileiro”, diz o diretor de comunicação e marca do Grupo Boticário, Gustavo Fruges.

Fonte: Estadão

2021-04-26T17:06:26-03:00abril 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Metrópoles – Marcas e assistentes virtuais juntas na luta contra o assédio virtual

Recentemente, o Bradesco lançou campanha com novas respostas da Bia. Movimento faz parte de campanha global liderada pela Unesco

Hoje em dia, várias marcas têm assistentes virtuais. Elas fazem parte da estratégia de comunicação das empresas para humanizar as relações com os clientes. Amaro, Casas Bahia, Ultragaz, Magazine Luiza, Bradesco são algumas que seguem essa tendência.

Mais recentemente, a Dailus lançou a Dai, com ajuda dos 2,9 milhões de seguidores. Eles escolheram o avatar vencedor. Outro case de sucesso é a Lu, do Magalu, que é fenômeno nas redes sociais. Só no Instagram a marca/assistente virtual contabiliza mais de 5 milhões se seguidores.

Diante do novo momento virtual, Bradesco se uniu a Magazine Luiza, Vivo, Natura e Ultragaz, em na campanha global “Hey, atualize minha voz”, da Unesco, para barrar o assédio nas redes e combater as mensagens agressivas, machistas e sexistas dirigidas às assistentes virtuais. A Conferência da Unesco sobre Inteligência Artificial de 2019 debateu, entre outras coisas, o papel das personagens na comunicação.

A Bradesco, por exemplo, anunciou no início deste mês que a Bia responderia às propostas indecentes e a xingamentos de maneira mais firme. Por exemplo: “Essas palavras não podem ser usadas comigo e com mais ninguém” ou “Para você pode ser uma brincadeira. Para mim, foi violento”. Só no ano passado foram registrados 95 mil tentativas de assédio.

De acordo com a plataforma Stilingue, especializada em monitoramento das redes sociais, houve um aumento de 40% nos últimos dois anos às menções de assédio nas redes sociais.

Fonte: Metrópoles

 

2021-04-26T17:04:51-03:00abril 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Exame – Com iniciativas sustentáveis, Natura é eleita preferida dos brasileiros

A Natura foi a empresa na categoria de Beleza mais admirada na Casual Brands, a pesquisa de marcas de estilo realizada entre os leitores da EXAME

Com mais de 1,8 milhão de consultoras, a Natura está no país desde 1969 e cresce a cada ano. Após um 2020 cercado de incertezas, a marca direcionou as fábricas para a produção de álcool em gel e notou o crescimento no consumo de produtos de higiene pessoal. Talvez a tradição, aliada à inovação, tenha sagrado a marca como a preferida entre nossos leitores na pesquisa das marcas mais admiradas em estilo de vida Casual Brands, promovida pela Casual com os leitores da EXAME.
Foram 932 votos. Desse total, 63% do público é masculino e 37%, feminino. A maior parte, 47,3%, está na faixa etária de 35 a 44 anos. Entre 25 e 34 estão 32,5% dos eleitores. E 9,8% estão entre 45 e 54 anos. A Natura recebeu 40,04% dos votos, enquanto o segundo e terceiro lugar ficaram com O Boticário (24,13%) e a L’Oréal (16,67%).

Ainda que com um ano de 2020 desafiador, a marca cresceu 21,8% em relação a 2019, e percebeu que os consumidores passaram a investir mais no autocuidado e nos rituais de beleza. Além disso, o distanciamento social impulsionou a digitalização da marca. “O consumidor passou a interagir cada vez mais com canais de vendas on-line, como as lojas digitais de consultoras e o e-commerce da empresa. Nossa principal aposta foi o social selling, uma combinação entre o modelo de vendas diretas com canais on-line, como os Espaços Digitais oferecidos para as nossas consultoras e o contato com os clientes via redes sociais, com revistas digitais interativas e ferramentas de personalização de anúncios”, comenta Erasmo Toledo, Vice-presidente de Negócios Brasil Natura.

A digitalização da Natura expandiu não só no país, como na América Latina, atingindo um milhão de Espaços Digitais para consultoras. Com vendas baseadas em catálogos e online, as consultoras aumentaram o compartilhamento de revistas digitais interativas e divulgação de anúncios personalizados em suas redes sociais. Para Toledo, “esse engajamento com as soluções digitais foi fundamental para garantir nossa resiliência durante a pandemia”.

Os compromissos sociais e de sustentabilidade da Natura também são pontos de destaque. “As pessoas estão mais conscientes sobre a importância e a força de suas escolhas. A Natura é uma empresa percebida como opção efetiva de consumo consciente”. A marca investiu ainda mais em iniciativas sustentáveis, lançando, por exemplo, o perfume Kaiak Oceano, com embalagem de plásticos retirados do litoral.

Os compromissos focados na proteção e conservação do meio ambiente, são muitos, como atingir zero emissões líquidas de carbono, contribuir com a conservação de 3 milhões de hectares da Amazônia, garantir o desmatamento zero da floresta, implementar um modelo econômico circular e garantir que 100% de seus materiais sejam reutilizáveis, recicláveis ou compostáveis.

Já os objetivos do pilar de direitos humanos incluem aumentar em 30% a diversidade entre colaboradores de todas as marcas do grupo. No ano passado a marca atingiu a meta de 50% de mulheres da liderança, com 51% de mulheres em cargos de diretoria.

Fonte: Exame

2021-04-26T17:01:56-03:00abril 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Diário Online – Isolamento social impulsiona negócios nos meios digitais

Para seguirem com atividade em meio a pandemia, Consultoras de Beleza apostam em soluções disponíveis em smartphones. Venda direta foi um dos setores mais resilientes em 2020, segundo ABEVD.

Não deixar se abater e se manter ativa profissionalmente são desafios, na pandemia foi mais que necessário não desistir. Descobrir novas habilidades e inovar inseriram pessoas no mercado de trabalho trouxe satisfação pessoal para muitas pessoas, além de deixar as contas em dia.

Em outubro passado, a paraense Priscila Bagata, de 36 anos, decidiu retomar um talento que estava adormecido desde os tempos de sua adolescência: ser uma Consultora de Beleza. Quando entrou na faculdade, Priscila conta que o ritmo dos estudos a deixou com pouco tempo para focar na atividade. Hoje, já formada, ela conta que voltar a apostar na venda direta a possibilitou ter acesso a renda extra e conta com mais tempo para ficar com suas duas filhas, de 4 e 8 anos.

Em apenas seis meses, Priscila já se tornou Consultora de Beleza do nível prata da Natura. A empresa mantém cinco níveis de progressão na atividade conforme o desempenho em vendas, as profissionais sobem de nível e a porcentagem de ganho com as vendas também aumenta, além de terem benefícios e incentivos diferentes a cada migração de nível, como treinamentos e campanhas. O segredo do sucesso de Priscila está nas divulgações. “Tenho grupo de contatos em meu celular e indico os itens ideais para atender cada perfil de cliente. Além disso, faço promoções diferenciadas e realizo sorteios nas minhas redes sociais”, conta.

Arlisson Freitas, de 25 anos, mora na cidade de Monte Alegre (PA). Cresceu vendo a mãe revendendo produtos de beleza. Quando precisou juntar dinheiro, não teve dúvidas de que gostaria de seguir a mesma atividade. Após quatro meses de seu cadastro no site da Natura, já chegou a nível máximo da carreira, o Diamante.

Ele explica que prefere trabalhar com estoque para pronta entrega, mas a maior parte das divulgações são feitas apenas com o uso do celular. “A cada três meses, faço um mega bazar. Gosto também de manter meu status do whatsapp sempre atualizado com as novidades e divulgo ofertas nos grupos de vendas pelo Facebook”. O jovem garante que o sucesso não foi apenas resultado de seu esforço pessoal, mas de todos que o incentivaram, como sua líder de negócios, profissional responsável por orientar um grupo de consultores da marca que atuam na sua região. “A líder de negócios me ajudou a fazer cadastro, deu dicas de divulgação, ela me incentiva demais”, diz.

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD), o setor se mostrou um dos mais resistentes à crise da pandemia. Segundo dados da organização, internet, whatsapp e outras mídias sociais já somam mais de 53% dos canais com maior atuação da atividade. Isso possibilitou um aumento de 10% no faturamento do setor em 2020, quando comparado ao ano anterior.

A Natura é uma das empresas mais atuantes na digitalização do seu modelo de negócios e já estava inserida em uma verdadeira jornada nesta frente muito antes da pandemia. Com a chegada do vírus e a necessidade de distanciamento social, os projetos aceleraram. “Hoje a digitalização da atividade da consultora atende necessidades urgentes como barrar o contágio do vírus, apoiar as pessoas e manter a economia circulando”, explica Cida Franco, diretora de vendas da Natura. Ela afirma ainda que a empresa tem apostado em cursos de letramento digital para ampliar a base de Consultoras que também atuam no online.

A marca lançou soluções digitais não apenas para apoiar a atividade comercial, mas também ferramentas de suporte social às Consultoras de Beleza e familiares. Entre os serviços oferecidos estão telemedicina e apoio psicológico. “Com o avanço pandemia, temos ampliado os investimentos na área da saúde. Além de manter um programa que oferece serviços de saúde a custos subsidiados para as consultoras do Brasil e que é extensivo a um membro de sua família. A iniciativa inclui descontos de até 60% em consultas médicas, exames e medicamentos.

Fonte: Diário Online

 

2021-04-26T16:59:23-03:00abril 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Folha de Pernambuco – Vendas porta a porta migram para as redes sociais devido à pandemia

Para evitar o contato direto com os clientes, as vendas on-line tornaram-se um diferencial para os consultores

Na pandemia, muitos serviços tiveram que se adaptar ao “novo normal”, respeitando medidas de restrição, como o distanciamento social, para evitar o contágio com o novo Coronavírus. As tradicionais vendas porta a porta não podiam ser diferentes, também precisaram de uma nova forma de se apresentar, evitando ao máximo o contato direto entre consultor e consumidor.

As famosas revistas com produtos de beleza agora migram para as redes sociais e o pedido escolhido pelo cliente que, normalmente era circulado na revista, virou uma conversa no Instagram ou no WhatsApp. O mundo virtual entrou de vez no trabalho dos consultores de diversas empresas, como a Natura, que tem uma plataforma específica para vendas on-line e incentiva os seus consultores a venderem através das redes sociais.

“Nós temos uma estratégia de digitalização que executamos nos últimos anos e vimos a nossa rede adotando mais o ferramental digital para fazer a consultoria. A pandemia intensificou isso e o digital se tornou um veículo importante para que o consultor pudesse manter o seu negócio ativo. A gente percebe um acréscimo da adoção das ferramentas, mas nos últimos anos temos números bem expressivos de digitalização da nossa atividade. A gente fala bastante que o nosso modelo de venda direta sempre foi uma grande rede social, e o ferramental técnico, a tecnologia que a gente tem abordado para essa rede, tem facilitado os relacionamentos e a venda através do digital. A tecnologia é o meio para que o consultor encontre outras formas de fazer a sua atividade”, explica a diretora de vendas da Natura, Cida Franco.

Ferramentas como a plataforma “Espaço Digital”, “Minha Divulgação” e a revista digital interativa, são opções para que os consultores façam as suas vendas sem precisar ter um contato direto com o cliente. No final de 2020, 1,1 milhão de consultores estavam com as suas lojas online na plataforma da empresa, um aumento de 49% comparado a 2019.

De acordo com dados da Natura &Co que reúne Natura, The Body Shop, Avon e Aesop, a migração para digitalização e as vendas on-line durante a pandemia resultaram em um aumento de 107% em social selling e vendas por e-commerce em todo o grupo.

“Durante a pandemia, a gente aumentou a oferta de treinamentos em cima da necessidade que a época traz. Sempre tivemos um volume grande de conteúdo para a rede e a gente direcionou mais os assuntos para a necessidade atual, com muitos treinamentos sobre como vender pela internet, como fazer negócios pelas redes sociais e vimos o quanto o número de acessos a esses treinamentos tem aumentado. A gente tem usado a parte da própria rede para fazer os treinamentos, com os próprios consultores treinando outras pessoas da rede”, complementa a diretora da Natura.

Sempre muito interessado em perfumaria e cosmética, José Deividy Campos, 33 anos, conheceu o mundo das vendas diretas a partir da compra do seu primeiro perfume na Natura e resolveu investir no ramo em João Alfredo, sua cidade natal, no Agreste pernambucano. Com o irmão desempregado, Deividy o incentivou a começar as vendas dos produtos da Natura como uma fonte de renda. Após o irmão de Deividy parar com as vendas, o mesmo continuou no ramo. Formado em Ciências Biológicas pela Universidade de Pernambuco (UPE), o consultor conciliava as vendas diretas com os trabalhos de professor e servidor público.

“Eu olhei para a plataforma da Natura e resolvi vender de um jeito diferente, eu fazia as imagens no Photoshop para divulgar os produtos e compartilhava entre amigos e parentes. A minha irmã e o meu irmão eram praticamente os meus vendedores, encaminhavam as imagens nos grupos em que eles trabalhavam e levavam esses produtos. De certa forma, eu sempre trabalhei digitalmente”, esclarece o consultor.

Com o passar dos anos, Deividy mudou-se para o bairro de Boa Viagem, no Recife, e a venda direta tornou-se sua principal fonte de renda. Em 2019 criou o Instagram @bazarboaviagem e hoje em dia realiza todas as suas vendas via aplicativo e WhatsApp e segue criando todos os designers das suas postagens. Além da Natura, o consultor oferece produtos de outras empresas como Avon, Eudora, O Boticário e Mary Kay. Atualmente, Deividy cursa Design Industrial na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

“Quando fui morar em Boa Viagem, um bairro extremamente populoso, com vários vizinhos, resolvi criar um Instagram para vendas em 2019 e comecei a fazer as imagens dos produtos no formato do Instagram. Comecei a postar e com o tempo fui aumentando as vendas. Em dezembro do mesmo ano falei que se eu conseguisse viver disso até maio de 2020, tornava as vendas a minha renda principal”, destaca Deividy.

“Não tenha medo de abrir o Instagram e não saber usar, você vai aprender a usar, você tem que ter consciência de que ninguém sabe de tudo. Além disso, você não precisa postar em tudo, é trabalhoso utilizar todas as ferramentas como Facebook, Instagram e WhatsApp. Se você é uma pessoa que tem muitos contatos, o WhatsApp é o lugar perfeito para você começar. E cuidado com esse pensamento de que você vai conquistar o mundo, comece pelo seu prédio e questione se os seus vizinhos sabem que você está vendendo aquilo. A rede social permite que você comece agora”, ressalta o consultor.

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD), as mídias sociais já somam mais de 53% dos canais com maior atuação na venda direta, tornando-se resistente à crise da pandemia. Isso possibilitou um aumento de 10% no faturamento do setor de venda direta em 2020 comparado a 2019.

“As Vendas Diretas são uma oportunidade bastante sólida de empreender com baixo investimento inicial, sem risco e com flexibilidade de horário e autonomia. Por isso, são uma boa alternativa para complementar a renda neste período financeiro delicado. Além disso, com o uso das ferramentas digitais, os empreendedores podem continuar vendendo mesmo com o isolamento social. Em 2020, a força de vendas cresceu 5,5%, são mais de 4 milhões de empreendedores independentes no Brasil. O segmento gerou um volume de negócios de mais de R$50 bilhões, 10,5% maior do que em 2019”, detalha Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

A consultora Dora Souza, do município de Boa Nova, na Bahia, tem 28 anos e também é um exemplo de como as redes sociais podem facilitar o contato com os clientes e aumentar as vendas diretas. Em 2014, Dora começou as suas vendas com os produtos cosméticos, já realizando a divulgação através das suas próprias redes sociais. Além da Natura, a consultora também vende produtos de outras empresas, como O Boticário, Avon, além de moda íntima, através do seu Instagram @dora_moda_intima_bn e do WhatsApp.

“Eu trabalhava em uma determinada empresa e por um problema de saúde tive que sair e comecei a trabalhar de sacoleira com lingerie. A partir de uma visita a uma cliente, ela me apresentou a Natura e comecei a vender. No começo foi bem difícil, mas depois eu aprendi a trabalhar e assim estou até hoje”, relata Dora Souza.

“Desde antes da pandemia eu divulgava os produtos nas minhas páginas do Facebook e do Instagram e com os meus contatos do WhatsApp. Com o início da pandemia, eu desmembrei meu perfil pessoal e o perfil da loja e comecei a divulgar mais, aproveitando que as pessoas estão mais em casa e ficam mais nas redes sociais. Essa é a maneira que a gente tem de divulgar o nosso produto e fazer a nossa venda. Com isso, as minhas vendas foram aumentando. Além das vendas virtuais, também tenho o meu ponto físico na minha cidade para expor os produtos”, complementa Dora. Hoje, a consultora também tem clientes fora da sua cidade, como São Paulo, Belo Horizonte e municípios vizinhos. As vendas são a sua única forma de sustento.

Fonte: Folha de Pernambuco

 

2021-04-26T16:55:38-03:00abril 26th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Investe – Varejo começa 2º trimestre com fraco desempenho, diz indicador do Santander

Segundo economistas, alta em abril é ‘discreta’ e reflete medidas restritivas impostas até meados do mês

Como reflexo da extensão das medidas de isolamento social para combate à pandemia de março até meados de abril, o setor varejista deve ter iniciado o segundo trimestre deste ano com desempenho fraco, segundo apontam indicadores prévios levantados por bancos.

A prévia do IGet para abril, indicador desenvolvido pelo Santander em parceria com a maquininha de pagamentos GetNet, mostra alta de 3% nas vendas do varejo restrito neste mês, ante março, feitos os ajustes sazonais. Na comparação com igual mês de 2020, a alta indicada é de 6,9%.

No conceito ampliado, que inclui as vendas de material de construção e de veículos, a prévia aponta alta de 1,4% em abril, na margem, e de 11,5% na comparação interanual. Em boletim divulgado hoje os economistas Lucas Manynard e Fabiana Oliveira consideram que a alta em abril é “discreta” e reflete medidas restritivas impostas até meados do mês. Mesmo com a recuperação, ainda há forte contração acumulada, ressaltam.

A pesquisa do IGet levanta transações em 150 mil estabelecimentos, seguindo o conceito “mesmas lojas”. A prévia de abril foi construída com base em dados de proprietários de vendas de varejo até a primeira quinzena de 2021.

Com base no indicador, o Santander monta projeções para a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indicando alta “discreta” de 0,7% no varejo restrito em abril contra março, na série com ajuste sazonal. Para o varejo ampliado, o crescimento estimado é de 7,9%, também na margem. As projeções das vendas do ampliado utilizam dados da Fenabrave.

O recrudescimento da pandemia, com suas implicações para as medidas mais restritivas de mobilidade, deve impactar majoritariamente os segmentos do setor terciário mais relacionados com interação social, dizem os economistas do banco no boletim. Os dados do IGet de serviços e de varejo corroboram essa visão, ressaltam.

O banco tem no cenário base uma variação de PIB positiva no primeiro trimestre de 2021, porém com retração da atividade em março. O forte carrego estatístico deixado pelos dados de atividade em fevereiro devem sustentar o PIB positivo, sustentam os economistas, mesmo com uma contração em março. O banco projeta alta de 0,2% no PIB de janeiro a março de 2021 contra o trimestre anterior, com ajuste sazonal.

Por outro lado, aponta o boletim, a forte queda da atividade contemplada para março deixará um sólido carrego negativo para o segundo trimestre de 2021. “Nesse contexto, concomitante a um fraco começo da atividade em abril, devemos ter uma contração sequencial do PIB”, destacam.

O banco projeta queda do PIB de 0,6% no segundo trimestre deste ano contra os três meses anteriores, sempre com ajuste sazonal. Dessa forma, diz o banco, contempla-se no cenário uma contração da atividade no primeiro semestre de 2021.

Fonte: Valor Investe

2021-04-23T11:22:20-03:00abril 23rd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

CNN Brasil – Comportamento das elites com meio ambiente está mudando, diz sócio da Natura

Para Guilherme Leal, consequências de um possível boicote ao país por conta do desmatamento pode chegar à população

As consequências econômicas se o Brasil não reverter o desmatamento podem chegar à população, alerta o sócio-fundador da Natura, Guilherme Leal, ao analisar em entrevista à CNN a posição do país na Cúpula do Clima. Ele aponta um maior envolvimento das elites com o tema e o crescente interesse de políticos na pauta ambiental.

“A imagem brasileira vem se deteriorando bastante com o aumento do desmatamento dia após dia. Não estamos invertendo isso nesse momento, o que tem prejudicado a imagem na diplomacia como um todo e junto a empresas, países específicos, investidores, podendo chegar nos consumidores. O dia que chegar nos consumidores esse boicote, pode ter consequências muito importantes para a economia brasileira”, explica.

Ele avalia o discurso do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na Cúpula. “O discurso foi positivo, mas não está escorado na realidade, então a credibilidade continua em jogo. Para eliminar o risco e voltar a ter um protagonismo, aproveitando as oportunidades que toda essa agenda traz, temos que agir. Você pode não zerar com o desmatamento ilegal de um ano para o outro, mas pode reduzir, inverter a tendência de alta. Com isso vamos reconquistar uma credibilidade”, afirma.

O tema está em pauta não é de hoje, mas agora vem ganhando mais importância. “Há mais de 30 anos estamos falando isso, desde a Rio-92, mas parece que o momento chegou. Até pouco tempo atrás, com a liderança de Trump, essa agenda caminhava com muita dificuldade. No Brasil, a consciência também está ampliando, o tema entrou na agenda”.

Leal aponta mudanças. “O comportamento das elites está mudando, começaram a perceber que não existe desenvolvimento que não contemple uma preservação ambiental. Boa parte dela se engaja em discutir as diversas visões do que significa, acredito que quem não entrar nessa agenda será superado, seja política ou economicamente”.

O assunto, de acordo com ele, também ganha espaço na política. “Os políticos estão crescentemente abertos a perceber essa relevância. Há um espaço grande para os políticos se envolverem, vejo crescer o interesse em conhecer melhor as oportunidades e riscos que enfrentamos. O Congresso tem representações dos mais diversos setores, alguns não muito simpáticos à causa”.

Leal também afirma que é necessário que diferentes setores da sociedade caminhem juntos. “Tem um longo processo, tenho certeza que sem a política não há solução. Defendo a responsabilidade social das empresas, mas isso em absoluto substitui um papel relevante do Estado”.

Fonte: CNN Brasil

2021-04-23T11:19:50-03:00abril 23rd, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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