Clipping – Agência Brasil – Mercado financeiro prevê crescimento econômico de 3,96% neste ano

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) elevaram a projeção para a expansão da economia brasileira pela sexta semana consecutiva. A previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 3,52% para 3,96%. Para o próximo ano, a estimativa de crescimento do PIB caiu de 2,30% para 2,25%, na segunda redução consecutiva. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 2,50%. As estimativas estão no boletim Focus de hoje (31), pesquisa divulgada semanalmente pelo BC, com a projeção para os principais indicadores econômicos. Inflação A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deste ano subiu de 5,24% para 5,31%, na oitava alta consecutiva. Para 2022, a estimativa de inflação foi ajustada de 3,67% para 3,68%. Tanto para 2023 como para 2024 a previsão para o índice é de 3,25%. A estimativa para 2021 está quase no limite superior da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. O centro da meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%. O centro da meta de inflação para 2022 é 3,50% e para 2023, 3,25%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos. Taxa de juros Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, fixada atualmente em 3,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic termine 2021 em 5,75% ao ano. Na semana passada, a previsão era 5,5% ao ano. Para o fim de 2022, 2023 e 2024, a estimativa é de que a taxa básica encerre estes períodos em 6,5% ao ano. Câmbio A expectativa para a cotação do dólar permaneceu em R$ 5,30 para o final deste ano e de 2022.

2021-05-31T15:47:55-03:00maio 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Confiança do comércio sobe 9,8 pontos, diz pesquisa da FGV

O Índice de Confiança do Comércio (Icom), do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), subiu 9,8 pontos em maio. O indicador passou de 84,1 para 93,9 pontos. Segundo o Ibre, é o nível mais elevado desde outubro de 2020, quando registrou 95,8 pontos. Nas médias móveis trimestrais, o Icom cresceu 1 ponto, acusando a primeira alta depois de seis meses de quedas consecutivas. O Ibre informou hoje (31), no Rio de Janeiro, que a confiança avançou em todos os seis principais segmentos do comércio e nos dois horizontes temporais em maio. O Índice de Situação Atual (Isa-com) avançou 13,3 pontos, alcançando 94,9 pontos, o maior valor desde novembro de 2020, quando tinha ficado em 99,7 pontos. O Índice de Expectativas (IE-com) também subiu (5,9 pontos) atingindo 93,2 pontos, o mais alto valor desde fevereiro de 2021, quando chegou a 95,9 pontos. Para o coordenador da Sondagem do Comércio do FGV Ibre, Rodolpho Tobler, a segunda alta consecutiva da confiança do comércio mais do que compensa a queda observada em março, retornando a patamar próximo ao observado em novembro do ano passado. “A melhora ocorreu tanto na percepção do ritmo de vendas no mês quanto nas expectativas, sugerindo que o impacto das medidas restritivas, na virada do primeiro para o segundo trimestre, ficou para trás. A continuidade desse cenário ainda depende de uma melhora mais expressiva da confiança dos consumidores, continuidade do plano de vacinação e consequentemente melhora da pandemia”, disse. Limitação As empresas do comércio respondem mensalmente sobre quais os principais fatores que limitam a evolução dos seus negócios. Desde março de 2020 uma parte das empresas reporta que a pandemia aumentou expressivamente e se manteve em patamar elevado no fim do ano passado. No final do primeiro trimestre de 2021, o relato voltou a subir com o recrudescimento da pandemia. No entanto, nos últimos dois meses, vem caindo. A avaliação é de que isso significa melhoria na percepção das empresas de que a pandemia está limitando a expansão dos negócios ao mesmo tempo que a parcela das empresas que mencionam demanda insuficiente recuou nos dados de maio, sugerindo uma melhora da demanda nesse último mês. Apesar disso, a parcela dos que reportam demanda insuficiente ainda se mantém em nível elevado historicamente.

2021-05-31T15:45:51-03:00maio 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Índice de Confiança Empresarial avança para 97,7 pontos

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre) avançou 7,9 pontos em maio e atingiu 97,7 pontos. É o maior nível desde março de 2014, que foi o último mês antes da recessão de 2014-2016. No ano passado, o índice chegou a 97,5 pontos em setembro, mas depois disso, até março, apresentou fase declinante. O ICE consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV/Ibre: Indústria, Serviços, Comércio e Construção. Segundo o Ibre, depois de perder 9,4 pontos de dezembro de 2020 a março de 2021, o Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) cresceu pela segunda vez consecutiva. Agora em 5,7 pontos, atingindo 94,9 pontos. Outra alta foi no Índice de Expectativas (IE-E), com elevação de 5,4 pontos, alcançando 95,5 pontos, o maior nível desde outubro de 2020. Também pela segunda vez seguida, os destaques setoriais foram as altas da confiança do Comércio e de Serviços, em maio, justamente os dois segmentos que mais foram impactados no bimestre março-abril. Conforme a FGV, nos dois casos o motivo dos avanços foi, principalmente, a melhora das avaliações sobre o estado atual dos negócios. A avaliação mostrou ainda que após quatro meses de queda, os índices de confiança da Indústria de Transformação e da Construção também subiram em maio. Nesses dois setores, o componente de expectativas contribuiu para a melhora. O setor com o maior nível de confiança continua sendo o da Indústria. “Apesar da acomodação do ISA-I, as avaliações sobre a situação atual continuam mais favoráveis que as expectativas para o futuro próximo. A mesma combinação foi registrada neste mês no Comércio”, apontou a avaliação. Na visão do superintendente de Estatísticas do FGV/Ibre, Aloisio Campelo, a confiança empresarial consolida em maio a recuperação esboçada no mês anterior, com destaque para a alta da confiança no Comércio e nos Serviços. “Dois segmentos que sofreram muito em março com a piora dos números da pandemia no Brasil e a adoção de medidas de restrição à circulação. A confiança dos Serviços atinge o maior nível desde o início da pandemia e pode continuar em rota ascendente com a evolução da campanha de vacinação, embora o risco de uma terceira onda de covid-19 continue no radar dos setores mais dependentes da circulação de clientes“, observou. Ainda conforme a FGV, “a confiança empresarial avançou em 82% dos 49 segmentos integrantes do ICE em maio, uma maior disseminação frente aos 49% do mês passado.Todos os grandes setores registram alta na maioria de seus segmentos, com destaque para Comércio e Serviços”.

2021-05-31T15:43:58-03:00maio 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Confiança dos empresários de serviços cresce 6,4 pontos

Índice de Confiança de Serviços, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 6,4 pontos na passagem de abril para maio. É a segunda alta consecutiva do indicador, que atingiu o maior patamar desde fevereiro de 2020 (94,4 pontos). Segundo a FGV, foi observada a alta da confiança em empresários brasileiros de 12 dos 13 segmentos de serviços pesquisados. O Índice de Situação Atual subiu 9,2 pontos e atingiu 84 pontos, maior nível desde março de 2020 (85,2). Já o Índice de Expectativas avançou 3,7 e chegou a 92,4 pontos, maior patamar desde outubro de 2020 (95,7 pontos). “A expectativa é que a expansão do programa de vacinação atingindo uma parcela maior da população contribua para a continuidade da recuperação no setor bastante afetado durante todo o período da pandemia”, disse Rodolpho Tobler, economista da FGV.

2021-05-31T15:40:59-03:00maio 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Direct Selling News – Jeunesse recebe mais de 10 prêmios no American Business Awards

Jeunesse recebeu 8 prêmios Stevie de ouro e 3 de prata no American Business Awards 2021.

Prêmios Gold Stevie Awards

  • Empresa do ano – Produtos de consumo
  • Equipe Fundadora do Ano – Indústrias de Produtos de Consumo
  • Conquista de Gestão: Produtos de Consumo
  • Randy Ray (fundador e CEO) – Conquista vitalícia – Produtos de consumo
  • Scott Lewis (CVO) – Maverick do ano – Produtos de consumo
  • Equipe de marketing do ano
  • Jeunesse EXPO Vision 2020 Global Event – Marca e Experiências – Ativação de Marca
  • Evento global Jeunesse EXPO Vision 2020 – Marca e experiências – Evento vivencial

Prêmios Silver Stevie

  • Empresa do ano: produtos e serviços de saúde
  • Wendy Lewis (fundadora e diretora de operações) – Mulher do ano – Produtos de consumo
  • Mark Patterson (CMO) – Executivo de Marketing do Ano

“O ano passado apresentou desafios para muitas empresas, exigindo vários ajustes e soluções inovadoras”, disse Scott Lewis, Chief Visionary Officer. “Talvez este ano, mais do que nunca, seja uma honra ser reconhecido no American Business Awards ao lado de diversas e aclamadas marcas como Estée Lauder, T-Mobile, John Hancock e State Farm. Celebramos essas conquistas com nossa família dedicada de distribuidores e funcionários Jeunesse, que fizeram ajustes rápidos, processos reinventados e trabalharam duro para nos ajudar a alcançar o sucesso.”

A competição de 2021 recebeu mais de 3.800 indicações, um número recorde, de empresas e organizações vencedoras de todos os tamanhos e setores.

2021-06-01T17:27:54-03:00maio 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – ABC – Criadora da venda direta, Avon celebra novo Dia da Representante da Beleza

A partir deste ano, a Avon passa a adotar o dia 30 de maio como o novo Dia da Representante da Beleza. A data é uma homenagem ao aniversário de Mrs. Albee – a primeira Representante da marca, que em 1886, deu origem ao modelo de venda por relações. A nova data visa celebrar cada uma das 1,3 milhão de pessoas, que representam os valores, produtos e a história da Avon no Brasil.
Para a companhia, o novo Dia da Representante da Beleza Avon busca reconhecer exemplos de mulheres que, assim como Mrs. Albee, encontraram na revenda de produtos da Avon o meio para a independência financeira, a autonomia e a transformação de suas vidas. A nova data faz parte de um movimento de renovação vivido pela marca que envolve – entre inúmeras mudanças que vão desde um novo plano de crescimento e benefícios até um intenso processo de digitalização -, a atualização no nome da sua força de vendas: as tradicionais Revendedoras agora são reconhecidas como Representantes da Beleza Avon.
“Essa data reforça o nosso reconhecimento às mulheres que fazem muito mais do que revender os nossos produtos, mas representam a nossa essência, história da marca, valores e causas e que nos inspiraram a chegar até aqui, uma empresa diversa, inclusiva e que quer gerar cada vez mais impactos positivos na sociedade”, conta Daniel Silveira, presidente da Avon no Brasil.
Para celebrar a nova data, os colaboradores Avon foram convidados a enviar mensagens para homenagear as Representantes. A cada mensagem enviada por colaborador, será doado R$ 1 ao Instituto Avon, que atua em causas voltadas às mulheres no Brasil.
Além da mudança para as Representantes no novo modelo comercial, a Avon revisou o papel das Executivas de Vendas (EVAs), que, a partir desse mês, passam a ser chamadas de Empresárias da Beleza Avon. No novo modelo comercial da companhia, elas terão como foco principal manter as Representantes da Beleza Avon ativas e desenvolvê-las no plano de crescimento.
Sobre Mrs. Albee
Persis Foster Eames Albee iniciou a sua trajetória na Avon em 1886, quando a marca foi fundada, nos Estados Unidos. Com 50 anos, mãe de dois filhos e família endividada, viveu em uma época em que praticamente não havia oportunidades de trabalho para mulheres, em que sequer tinham direito ao voto. Quando foi convidada pelo fundador da Avon, David McConnell, para integrar seu time, Mrs. Albee agarrou a oportunidade, mudou sua vida e transformou o modelo de negócios da marca que atravessaria fronteiras e gerações, tornando-se fonte de renda e concedendo autonomia e liberdade de escolha para mulheres em todo o mundo. Segundo o próprio McConnel, ela tinha o título de “Mãe da Avon” por colocar em prática e desenvolver o modelo de vendas por relações. Com a ajuda dela, o modelo cresceu rapidamente entre as mulheres nos EUA e se expandiu para outros países. Só no Brasil, em 2020, a venda direta, criada pela Avon, cresceu 5,5%, e hoje ultrapassa a marca de 4 milhões de empreendedores – segundo dados da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas).
“Mrs. Albee começou há 135 anos oferecendo cosméticos de porta em porta e, em poucos meses, tornou-se fundamental para a Avon. Mulher independente, empreendedora e à frente de seu tempo, passou a liderar centenas de outras mulheres, para as quais ensinou sobre abordagem, estratégia e treinamento. Ela criou o que conhecemos hoje como venda direta por relações e inspira milhões de mulheres. Por isso, Mrs. Albee é um importante marco da nossa história e representa a Avon até os dias de hoje”, comenta Daniel Silveira. “Entre as inúmeras novidades que preparamos para celebrar a nova data, lançaremos um portal especial para contar a história da Mrs. Albee e que poderá ser acessado em https://www.avon.com.br”, completa.
O modelo de venda direta na era da transformação digital
Para fortalecer a venda por relações no Brasil, a Avon realizou um intenso movimento interno para a construção de um novo modelo comercial, mais ágil e eficiente, que amplia as possibilidades de desenvolvimento de suas Representantes e também seus ganhos e benefícios à medida em que avançam nas vendas. Como parte da estratégia de renovação da marca, o novo modelo também passou por um processo de transformação digital, que permite que a força de vendas atue com segurança e mais possibilidades de crescimento, por meio de um ambiente online e de novas ferramentas digitais.
“A Avon tem uma das maiores forças de vendas do mundo e, em 2020, obteve resultado recorde de satisfação das Representantes. Nosso principal objetivo é tornar a experiência das Representantes cada vez melhor e, para isso, temos um plano de cinco estágios, que proporcionam mais lucros, prazos de pagamentos e descontos para elas, além de novas parcerias com empresas dos ramos de Educação, Saúde e Soluções Financeiras. Essas parcerias oferecerão vantagens exclusivas para todas as Representantes da Beleza Avon, como descontos especiais em faculdades, escolas de idiomas, medicamentos, exames, consultas médicas e odontológicas. “, afirma Abel Filho, diretor executivo de vendas da Avon no Brasil.
Esse processo foi acelerado pela sinergia entre marcas do grupo Natura &Co – formado por Natura, Avon, The Body Shop e Aesop – e está de acordo com o processo de digitalização da marca, que começou em 2018, mas ganhou força em 2020. Com novas ferramentas digitais, a companhia busca expandir as possibilidades de vendas por relações para o formato remoto e para múltiplas localidades, com o aplicativo Minha Avon para gerenciar negócios, a plataforma Avon Conecta para criação de lojas virtuais, as revistas digitais e o Avon Desenvolve, plataforma que conta com mais de 600 treinamentos virtuais com foco em empreendedorismo, técnicas de vendas, marketing digital e produtos.

2021-05-31T15:33:56-03:00maio 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Avon muda dia da Revendedora para 30 de maio

O dia do revendedor é tradicionalmente celebrado em 20 de junho. Este ano, porém, a Avon, empresa de cosméticos do grupo Natura & Co, mudou a comemoração para o dia 30 de maio. Historicamente, as revendedoras representam grande parte do faturamento da marca e nova data foi selecionada em homenagem ao aniversário da primeira revendedora Avon, Mrs. Albee.

“Mrs. Albee criou em 1886 o que conhecemos hoje como venda direta por relações. Começou oferecendo cosméticos de porta em porta e, em poucos meses, tornou-se fundamental para a Avon. Mulher independente, empreendedora e à frente de seu tempo, passou a liderar centenas de outras mulheres, para as quais ensinou sobre abordagem, estratégia e treinamento”, comenta Daniel Silveira, presidente da Avon no Brasil.

Atualmente, existem mais de 2 milhões de pessoas registradas na força de vendas da Avon no Brasil, sendo que, 1,3 milhão destas são consideradas revendedoras ativas, ou seja, que não ficam mais de 3 meses sem faturar. Outra novidade é que, a partir de agora, as revendedoras serão conhecidas como “Representantes da Beleza Avon”.

Para potencializar as vendas desse grupo durante a pandemia foram criadas ferramentas digitais como o aplicativo Minha Avon para gerenciar negócios, a plataforma Avon Conecta para criação de lojas virtuais e o Avon Desenvolve, plataforma que conta com mais de 600 treinamentos virtuais com foco em empreendedorismo, técnicas de vendas, marketing digital e produtos.

Estas mudanças fazem parte de um quadro maior de alterações da marca, que pretende aprimorar a experiência das revendedoras a partir de novas parcerias para descontos especiais em faculdades, escolas de idiomas, medicamentos, exames, consultas médicas e odontológicas”, afirma Abel Filho, diretor executivo de vendas da Avon no Brasil.

“Essa data reforça o nosso reconhecimento às mulheres que fazem muito mais do que revender os nossos produtos, mas representam a nossa essência, história da marca, valores e causas e que nos inspiraram a chegar até aqui, uma empresa diversa, inclusiva e que quer gerar cada vez mais impactos positivos na sociedade”, conta Daniel Silveira.

Para celebrar a nova data, a Avon realizará uma live para todas as Representantes da Beleza no Brasil. Além disso, os colaboradores Avon foram convidados a enviar mensagens para homenagear as Representantes, sendo que, a cada mensagem enviada, será doado R$ 1 ao Instituto Avon, que atua em causas voltadas às mulheres no Brasil.

2021-05-31T15:27:23-03:00maio 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Correio 24h – Grana extra: 15 empresas de venda direta para ganhar em média R$ 3 mil por mês

Revendas ou programas de afiliados podem dar lucro de até 100%, a depender da marca

Aquela venda de porta em porta não é mais igual a antes, mas continua como uma alternativa de ganho extra, sobretudo, na crise. Os catálogos se digitalizaram, cada um pode montar sua própria lojinha virtual. As vendas acontecem até mesmo via redes sociais como o Whastapp. Mesmo que esse revendedor não precise entrar mais na sua casa, com certeza, algum cliente já recebeu uma mensagem com uma boa oferta ou promoção hoje. E já passam de 230 mil o número de pessoas que trabalham com venda direta na Bahia. Esse valor representa um crescimento de 5,8% no último ano, comparado ao ano anterior, conforme o levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) — entidade que representa empresas do setor como Natura, Avon, Herbalife, Mary Kay, Tupperware, por exemplo.

A crise econômica passou distante do setor, que viu o crescimento das vendas pelo e-commerce como aliado para levantar ainda mais esses números. Segundo a associação, a remuneração média da maioria das pessoas que trabalham com venda direta (51%) é de até R $3.135. Em 31% dos casos, a atividade é a principal renda do orçamento familiar. O desemprego, é outro fator que contribuiu para o aumento de vendedores, diante da necessidade desse incremento na renda.

Isto porque, a Bahia atingiu o triste recorde para o período na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), desenvolvida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No trimestre encerrado em janeiro, a taxa chegava aos 20%. No total, são 1,272 milhão de desempregados no estado.

“A venda direta se tornou Social Selling – ou seja, a compra por indicação e relacionamento – o que se tornou uma oportunidade para empreender ou complementar renda, especialmente nesse período financeiro complicado. Inclusive, a digitalização foi um dos grandes focos de investimento do setor durante a pandemia e tornou-se uma grande ferramenta para que esses representantes possam continuar vendendo e gerando renda mesmo durante o isolamento”, destaca a presidente da associação, Adriana Colloca.

Em pesquisa realizada pela ABEVD em março de 2020, sobre o perfil dos empreendedores independentes da venda direta, constatou-se que 52% dos empreendedores revendem produtos do mercado de cosméticos e cuidados pessoais e 22% do mercado de roupas e acessórios. O levantamento também mostrou que 58% dos empreendedores se identificam como do sexo feminino e 42% do sexo masculino, e cerca de 51% da força de vendas tem renda familiar de até R$ 3.135,00. A renda proveniente da venda direta é, em média, 31,3% do orçamento familiar.

É o caso de Caren Dallarosa que trabalha com vendas na Magalu, Natura, Clube Santuu (seguros de bikes). Todos de forma online. Durante a pandemia, ela conta que conseguiu vender R$ 17 mil no e-commerce da Magalu, em apenas um mês.

“Comecei em agosto do ano passado. Utilizo Instagram e lista de transmissão no Whatsapp. Meu foco são pessoas conhecidas ou grupos afins em redes sociais para divulgação. Vendo muito itens para casa, como eletrodomésticos, eletroeletrônicos e televisores”.

Há quase três anos, Eliziane Caldas, também buscou uma oportunidade de ganho com as vendas diretas quando se tornou consultora de beleza da Natura. Antes da pandemia, ela tirava R$ 2 mil por mês. Atualmente, essa renda dobrou e, a depender do mês ela chega a tirar R$ 5 mil. Nove em cada dez vendas que ela faz são através de redes sociais.

“Eu tive ganhos que não imaginava. As pessoas que não compravam de maneira digital, passaram a comprar. Hoje, 90% das minhas vendas são por meios digitais. Como tenho um canal no Youtube, eu resolvi vender e era uma forma de adquirir os produtos com um desconto e fazer resenha. Quando comecei a ter esse espaço, decidi agregar e comecei a divulgar meu link da Natura e disponibilizar cupons de desconto. Fui ter sucesso nas vendas a partir disso. Em seguida, parti para o Instagram”, diz.

Já  a consultora Fernanda Figueiredo, migrou do físico para o online, onde faz venda direta de pacotes de viagens na  Agência Escolhi Turismo. Ela faz vendas ainda, em uma plataforma de cursos online.  “Trabalhava em uma loja física. Um pouco antes da pandemia eu resolvi fazer carreira solo. As pessoas que fecham comigo são trazidas para o Whatsapp. E é tudo por via digital, até mesmo a assinatura do contrato. Como gosto de trabalhar com consultoria, acabo utilizando muito as plataformas de reunião Meet, Google para vender os pacotes e me aproximar mais do cliente durante o atendimento online. Quem trabalha com vendas, vende qualquer coisa”.

Cenário favorável
O setor não tem mesmo do que reclamar: no ano passado foram comercializados bilhões de itens (produtos e serviços) por venda direta no Brasil, que geraram um volume de negócios cerca de R$ 50 bilhões, ou seja, 10,5% maior que 2019. Empresas como a Natura registraram um aumento de 63% nas vendas por plataformas digitais na Bahia, no período da pandemia.  No final de 2020, a marca de cosméticos chegou a quase 1,1 milhão de lojas online de consultores Natura – 49% a mais do que no ano anterior – com um aumento significativo no número de pedidos (mais de 40%) e de visitas (acima de 50%) no mesmo período.

“Nesse processo de venda direta, o nosso maior desafio foi a digitalização. As mídias digitais amplificam a relação da consultora com os consumidores. E percebemos esse movimento. A Natura já vinha fazendo o movimento de construção do digital, mas a pandemia exigiu que a gente acelerasse o processo. Criamos uma série de ferramentas, uma revista digital, mais eventos e treinamentos online”, ressalta o diretor de vendas regional da Natura, Ithamar Guerra.

A consultora ou consultor pode personalizar a postagem, ou mandar uma promoção personalizada. “É uma forma direta de empreender, uma venda simples, que gera uma renda rápida. A gente lançou algumas ferramentas, e a principal delas é a revista interativa, em que a consumidora escolhe e o produto já vai para uma sacola. Isso facilitou muito, já que, até então, a venda direta era muito baseada na revista impressa. Com isso, decidimos igualar a comissão do digital e do presencial”, complementa.

Como começar?
Outros segmentos também estão se rendendo ao recrutamento de vendedores diretos ou consultores de e-commerce. Listamos, pelo menos, 15 opções de empresas que cadastram vendedores e afiliados online com lucros e comissões variam de 5,92% a 100%, a depender da marca e da loja (confira abaixo).

Tiago Santa Bárbara é consultor vendas da Natura há seis anos. Antes a venda porta em porta respondia pela maior parte das vendas. Atualmente, o faturamento de Tiago cresceu em 80% com as vendas via Whatsapp. “Eu conseguia tirar, em média, por volta de dois salários mínimos. Hoje, esse valor é dobrado. Para ser sincero, eu não trocaria isso por um trabalho tradicional, só quero crescer. Antes de começar a vender eu ouvia histórias de pessoas que falavam que pagava faculdade, comprava casa com venda direta. Eu não acreditava e hoje eu vejo que é verdade”.

Para quem quer buscar apostar nessa alternativa de renda, o consultor e especialista em Empreendedorismo, Marcos Suel, destaca a importância de fazer um bom planejamento:

“Quanto mais vendas positivas, maior o lucro. No entanto, é necessário ter um plano de negócios. Ou seja, pensar as ações de marketing, definir quem é o público alvo que eu quero atingir e atender. Essa marca é interessante? Qual a sua presença mercado?”, aconselha.

Observar, assim, as necessidades, preferências, interesses desse cliente e, principalmente dominar as estratégias de digitalização de vendas diretas. “Entender a plataforma, como vai controlar o estoque e de gestão financeira também. O planejamento é essencial para ter sucesso nesse cenário”, completa Suel.

Venda direta através das mídias digitais impulsiona pequenos negócios

Pequenos empreendedores também estão apostando nas redes sociais para incrementarem suas vendas na pandemia. Whatsapp, Reels e IGTV do Instagram, grupos de Facebook. Tudo vira canal principal de venda. Negócios como a Loja 071 Sex Shop, não perderam tempo em pensar estratégias e gerar conteúdo para atrair esses clientes que circulam nas mídias digitais.

“Começamos a vender para amigos, mas quando melhoramos nosso Instagram, nossa loja virtual, conseguimos clientela.  A gente fala sobre pautas como machismo, tira as dúvidas e isso tem feito crescer o número de clientes. Em quase um ano, conseguimos aumentar as nossas vendas em 80%”, afirma um dos sócios da 071, João Monteiro, que abriu a loja ano passado, junto com a namorada Paula Valente.

No Ateliê Bolo Bom, as vendas ganharam um reforço com as redes sociais, como pontua a proprietária da marca, Arlene Oliveira. O forte é o delivery. “A pandemia foi terrível para todo mundo e não podia ficar de braços cruzados, então, essa foi a forma que achei de divulgar o que eu fazia. Uma professora minha, me deu a ideia de colocar a foto dos bolos no status do Whatsapp e assim começou, parentes foram olhando, gostando e fui conquistando mais clientes. Hoje, eu não penso em ter uma loja física, mas em modernizar o meu negócio, mas mantendo a operação virtual”.

Já na loja de acessórios personalizados Alagbedé, a procura cresceu 80% depois das redes sociais. “Vendemos em torno de R$ 5 mil a R$ 6 mil por mês. As nossas joias são de cunho religioso, de religiões de matriz africana. Temos um público bem específico. Mas conseguimos sim, perceber um crescimento especialmente do público masculino”, ressalta a atendente da loja, Evelin Oliveira.

Quanto mais stories, maior o alcance. É o que destaca a empreendedora e proprietária da marca Aribrigs, Arielle Reis. Ela é mais uma que reforça o ganho dos pequenos negócios com o fortalecimento das suas redes sociais.  “Faço enquetes para instigar a curiosidade e divulgar novos produtos. Com a pandemia, como tudo parou, passei a focar 100% nisso. E com as redes sociais meu público se ampliou bastante”.

CONFIRA 15 LOJAS COM VENDA DIRETA OU PROGRAMAS DE AFILIADOS NO E-COMMERCE

1.Avon 
O lucro pode chegara a 38%. www.avon.com.br/institucional/seja-uma-revendedora

2. Eudora
A margem de ganho é de até 40%. Ou seja, a cada R$ 100 vendidos, a revendedora pode tirar R$ 40.  cadastro.eudora.com.br 

3. Tupperware 
A marca promete lucros de até 100% nas vendas. www.distribuicaotupperware.com.br/

4. Natura
As consultoras contam com um plano de crescimento de até cinco níveis com lucros que de até 35%.  accounts.natura.com/queroserconsultora/

5. Mahogany 
As revendedoras podem adquirir os produtos da marca com 30% de desconto e revender pelo preço que desejar.  mahogany.com.br/mahogany-em-casa/seja-uma-revendedora 

6. DeMillus
O lucro na Demillus é de 30% em cima dos pedidos.  demillus.vestemuitomelhor.com.br/seja-revendedor/

7. Jequiti
Os lucros variam de 30% a 100%, a depender do produto vendido. institucional.jequiti.com.br/seja-uma-consultora

8. Mary Kay
Antes de começar a vender é necessário ser indicada por uma consultora da marca. Na página da Mary Kay na internet, não constam informações sobre a margem de lucro. www.marykay.com.br/pt-br/be-a-beauty-consultant

9. Magalu
Com o  Parceiro Magalu é possível criar uma loja no e-commerce e divulgar as ofertas para os seus contatos. A partir daí, a loja paga uma comissão por cada uma dessas vendas. https://www.magazinevoce.com.br/

10. Renner
O programa de afiliados também paga comissões na divulgação de produtos da loja. O percentual é de 5,92%.  www.lomadee.com/anunciante/lojasrenner 

11. O Boticário
O padrão de lucro é de 15%. Mas as ações e promoções podem fazer os lucros chegaram a mais de 30%. revenda.boticario.com.br/

12. Reserva
A marca de roupa masculinas desenvolveu a plataforma Reserva Ink, que permite a criação da sua própria loja online. O empreendedor cria, divulga e a Reserva faz a produção, cuida da logística, estoque e entrega para o cliente final. A assinatura mensal custa R$ 99. https://www.reserva.ink/

13. Cacau Show
A margem de lucro mínima é de 15%. incentivo.cacaushow.com.br/ 

14. Polishop
As comissões variam de 15% a 50%. www.polishop.vc/seja-um-empreendedor/porque

15. C&A
O empreendedor pode abrir sua loja online para vender produtos da marca e ganhar uma porcentagem em cima dessas vendas. A comissão máxima é 8,88%. minha.cea.com.br

Fonte: Correio 24h (https://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/grana-extra-15-empresas-de-venda-direta-para-ganhar-em-media-r-3-mil-por-mes/?utm_source=INFOGRAPHYA&utm_campaign=31e7de2bd0-EMAIL_CAMPAIGN_2019_07_25_05_53_COPY_01&utm_medium=email&utm_term=0_d3230ddfb7-31e7de2bd0-86993924)

 

 

2021-05-31T12:01:21-03:00maio 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Manutenção e Relaxamento das Medidas de Isolamento nos Estados

Preocupada com os avanços e desdobramentos da pandemia (COVID) em nosso país, a ABEVD informa que continua o monitoramento constante da legislação federal e estadual em relação às regras que impactam diretamente o setor e, consequentemente, as pessoas (colaboradores e a força de vendas).

Abaixo, apresentamos atualização das principais manifestações e medidas adotadas pelas autoridades estaduais, para contenção do avanço da pandemia.

Além disso, a ABEVD coloca-se à inteira disposição de seus associados na evidência de qualquer constrição ao desenvolvimento das atividades do setor.

Paraná

– Curitiba retorna para a fase vermelha a partir de sábado (29).
– Lanchonetes também só podem atender por delivery, drive thru e take away, das 6h às 22h, em todos os dias da semana.
– Em relação ao transporte público, segundo o decreto, os ônibus devem circular com até 50% da capacidade de passageiros.
– Suspensa a circulação de pessoas, no período das 21 às 5 horas, em espaços e vias públicas, salvo em razão de atividades ou serviços essenciais e casos de urgência;
– Podem funcionar com restrições: restaurantes de rua: das 10h às 22h, em todos os dias da semana, apenas no atendimento nas modalidades delivery, drive thru e a retirada em balcão (take away), vedado o consumo no local;

Bahia
– Restrição da locomoção noturna de pessoas, das 21h às 5h até o dia 1º de junho. A medida abrange todo o estado, com ressalva para as regiões da Chapada, Oeste, Sudoeste e Extremo-Sul, onde as medidas de restrição de locomoção valem das 20h às 5h.
– Bares e restaurantes deve funcionar até as 19h todos os dias. No final de semana, o funcionamento desses estabelecimentos ficarão restritos à comercialização de alimentos e bebidas não alcoólicas, das 18h do dia 28 maio até as 5h de 31 de maio.

São Paulo
– Prorrogada a fase de transição do Plano São Paulo para todo o Estado até o dia 14 de junho, com as mesmas regras atuais – funcionamento das atividades econômicas até as 21 horas e permissão de 40% de ocupação nos estabelecimentos.
– O funcionamento das atividades comerciais seguirá até as 21 horas, com a permissão de 40% de ocupação no local, seja restaurante, café, comércio e demais serviços.
– Assim, estabelecimentos comerciais, galerias e shoppings podem funcionar das 6h às 21h. O mesmo expediente é seguido por serviços como restaurantes e similares, salões de beleza, barbearias, academias, clubes e espaços culturais como cinemas, teatros e museus.
– O toque de recolher continua nas 645 cidades do Estado, das 21h às 5h.

Rio de Janeiro
– Prorrogou, até o dia 14 de junho, medidas restritivas.
– Não há mais restrição de fechamento até as 23h para bares com música ao vivo.
– As boates, danceterias e salões de dança seguem suspensos na cidade. Já as atividades de museu, biblioteca, cinema, teatro, casa de festa e parque de diversões continuam permitidos desde que não promovam aglomerações e filas de espera; a capacidade de lotação máxima de: 40% em locais fechados e 60% em locais abertos.

2021-05-31T09:19:24-03:00maio 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Dólar cai mais de 1% e volta a ficar abaixo de R$ 5,30

Em um dia de otimismo externo e de entrada de divisas de exportações, o dólar caiu mais de 1% e voltou a ficar abaixo de R$ 5,30, no nível mais baixo em duas semanas. A bolsa de valores chegou a cair durante a tarde, mas reverteu a trajetória e fechou com pequena alta. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (27) vendido a R$ 5,255, com recuo de R$ 0,058 (-1,09%). Esse é o menor valor desde 11 de maio, quando a divisa era vendida a R4 5,224. A cotação iniciou o dia próxima da estabilidade, mas consolidou a tendência de queda ainda durante a manhã. No mercado de ações, o dia foi marcado pela volatilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 124.366 pontos, com alta de 0,3%. Apesar de ter se recuperado de quedas recentes, o indicador não conseguiu superar o recorde de 125.077 pontos, registrado em 8 de janeiro. O dólar caiu em todo o planeta, com o real tendo o melhor desempenho entre as moedas dos países emergentes. No fator externo, a expectativa de que o governo do presidente Joe Biden apresente amanhã (28) o orçamento dos Estados Unidos para 2022 puxou para baixo a moeda norte-americana. Com US$ 6 trilhões reservados, o orçamento representa o maior gasto público desde a Segunda Guerra Mundial. A injeção de dólares no mercado global puxa para baixo a cotação internacional da divisa. Paralelamente, os investidores aguardam para manhã (28) o anúncio de um dos índices de inflação nos Estados Unidos, o que pode reverter o otimismo de hoje nos mercados financeiros. No Brasil, a entrada de dólares decorrente das exportações e a recuperação do preço das commodities (bens primários com cotação internacional) animou o mercado financeiro. A expectativa de que o Banco Central continue a aumentar a taxa Selic (juros básicos da economia) nas próximas reuniões também contribuiu para a queda da moeda norte-americana. O anúncio de superávit primário em abril , melhor que o previsto, também foi bem recebido pelos investidores.

2021-05-28T12:33:27-03:00maio 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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