Clipping – Agência Brasil – Vendas nos supermercados crescem 4% no primeiro quadrimestre

As vendas nos supermercados registraram um crescimento de 4% no primeiro quadrimestre de 2021 na comparação com o mesmo período do ano passado. No mês de abril ante o mesmo mês de 2020, houve crescimento de 2,77%. Já em relação a março de 2021, a pesquisa aponta queda de 4,82%, devido a abril ter um dia a menos do que o mês anterior. Os dados são do Índice Nacional de Consumo dos Lares Brasileiros Abras, divulgado hoje (10) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras). De acordo com o vice-presidente Administrativo e Institucional da Abras, Marcio Milan, a alta das vendas já reflete a volta do auxílio emergencial pago às famílias, e está em linha com as projeções da associação. “Na comparação de abril de 2021 com abril do ano passado, a evolução de 2,77% é sólida porque é calculada sobre um movimento intenso das famílias que buscaram abastecer as casas diante dos primeiros reflexos da pandemia”, disse. Milan explicou que a queda das vendas no mês de abril está relacionada ao fato de uma volta gradativa à normalidade e à diminuição de pessoas ainda em trabalho remoto, o que aumenta o consumo de refeições fora de casa. “Os fechamentos temporários de lojas decretados por prefeituras também influenciaram o resultado, e levaram os supermercados a enfrentar o problema inclusive com ações na Justiça para garantir o funcionamento dos estabelecimentos, já que a alimentação é direito essencial e os supermercados estão trabalhando para garantir o acesso dos consumidores aos produtos com respeito aos protocolos de saúde e toda segurança”, disse Milan. Preços Segundo o Abrasmercado, levantamento de preços de uma cesta composta por 35 produtos mais vendidos nos supermercados, o conjunto desses itens apresentou aumento de 0,92% em abril ante março, passando a valer R$ 643,67, contra R$ 637,82 do mês de março. As maiores quedas nos preços da cesta em abril foram registradas na batata (7,92%), pernil (5,96%), extrato de tomate (2,16%), arroz (2,07%) e queijo prato (1,95%).  As maiores altas foram margarina cremosa (4,99%), tomate (4,50%), biscoito cream cracker (3,92%), cebola (3,05%) e papel higiênico (2,96%). De acordo com os dados, no acumulado do ano o tomate teve baixa de 20,88%, e o pernil baixou 8,91%. Já as altas de janeiro a abril ficaram por conta da cebola (46,10%), do ovo (11,43%) e do açúcar (9,66%). De acordo com Marcio Milan, o consumidor está mais atento aos preços, faz pesquisa e tem buscado substituir itens das compras que estejam mais caros por alternativas de qualidade. “É o caso da carne suína que, até pela baixa de preço, tem se apresentado como alternativa aos cortes bovinos. O frango congelado que agora teve nova baixa de 0,96%, também é opção”, disse Milan. As estimativas da Abras são que os supermercados devem crescer 4,5% ao final de 2021, entretanto esse percentual deve ser revisado no final de junho para o fechamento do ano. Entre os fatores que devem influenciar no índice, estão o pagamento antecipado da primeira parcela do décimo terceiro de aposentados e pensionistas e o primeiro lote de restituição do Imposto de Renda. “A possibilidade da prorrogação do auxílio emergencial até setembro é outro fator que irá influenciar os resultados”, ressaltou.

2021-06-11T16:10:41-03:00junho 11th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Serviços crescem 0,7% em abril no país, diz IBGE

O volume de serviços no país teve alta de 0,7% em abril deste ano, na comparação com o mês anterior. Com o resultado, o setor recuperou parte das perdas ocorridas em março (-3,1%). Os dados da Pesquisa Mensal de Serviços foram divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a pesquisa, em abril o setor cresceu 19,8% em relação ao mesmo período do ano passado e 3,7% no acumulado do ano. No acumulado de 12 meses, no entanto, os serviços tiveram queda de 5,4%. O setor ainda está 1,5% abaixo do patamar de fevereiro de 2020, ou seja, do período pré-pandemia de covid-19. A receita nominal teve variação de 0,1% na comparação com março e altas de 22,4% em relação a abril de 2020 e de 4,7% no acumulado do ano. No acumulado de 12 meses, a receita apresenta uma perda de 4,9%. Na passagem de março para abril, o crescimento foi puxado por duas das cinco atividades pesquisadas pelo IBGE: informação e comunicação (2,5%) e serviços prestados às famílias (9,3%). “O resultado dos serviços prestados às famílias deve ser relativizado, já que em março eles caíram 28%, no momento em que decretos estaduais e municipais restringiram o funcionamento de algumas atividades para controle da disseminação do vírus. Isso fez o consumo reduzir significativamente naquele mês. Então, em abril, houve um crescimento maior por conta da base de comparação muito baixa”, afirmou o gerente da pesquisa, Rodrigo Lobo. O setor de transportes, serviços auxiliares de transporte e correio mantiveram-se estáveis, enquanto os outros dois segmentos tiveram queda: profissionais, administrativos e complementares (-0,6%) e outros serviços (-0,9%).

2021-06-11T16:08:18-03:00junho 11th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

ABEVD conquista, pelo segundo ano consecutivo, título de Platinum da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA)

A World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) concedeu à Associação de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), pelo segundo ano consecutivo, o título de Platinum, nível mais alto que atende a todos os parâmetros de governança para uma associação de Venda Direta.

O Brasil é um dos principais mercados do setor, sendo líder do segmento na América Latina e estando em sexto colocado no ranking de venda direta no mundo (dados de 2019). A atuação e boas práticas desenvolvidas pela ABEVD concederam à associação o status máximo de certificação da federação.

O Status Platinum faz parte dos padrões organizacionais de desempenho e boas práticas da WFDSA, que equipararam características de governança das associações de venda direta. Desse modo, a federação busca o fortalecimento das entidades ao redor do mundo, levando em conta a excelência no trabalho desenvolvido e no enaltecimento da venda direta pelos países em que está presente.

Durante o ano de 2020, a ABEVD realizou diversas ações com as empresas associadas e empreendedores independente. Foram diversas lives, webinars, cursos, ações de comunicação e destaques na imprensa.

Com mais de quatro milhões de empreendedores independentes no Brasil e para assegurar a éticas das relações, a ABEVD tem um rigoroso critério para seus associados. Todos precisam seguir o Código de Ética para que exerçam seu trabalho em consonância e harmonia. Por conta das ações da ABEVD que tiveram destaque como o aumento no número de vagas para conselho diretor, os programas educacionais que continuaram no ambiente on-line em 2020, e sua representatividade e a segunda edição do curso sobre ética, concederam à ABEVD novamente o nível Platinum da WFDSA.

2021-06-11T09:50:09-03:00junho 10th, 2021|Categories: ABEVD News, Boletins, Newsletter, Notícias|

Clipping – Agência Brasil – Mesmo com queda, IBGE estima safra recorde para este ano

A produção brasileira de grãos, cereais e leguminosas deve render uma safra recorde de 262,8 milhões de toneladas em 2021. Apesar do resultado apresentar a segunda queda consecutiva na estimativa mensal, o volume representa aumento de 3,4% em relação à safra do ano passado, que alcançou 254,1 milhões de toneladas. É o que revela a estimativa de maio do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA), divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A queda na comparação com a estimativa de abril foi de 0,6%, ou 1,7 milhão de toneladas. Segundo o IBGE, a retração ocorreu por causa do atraso na colheita da soja, que levou à redução da janela de plantio do milho, além da baixa ocorrência de chuvas em estados produtores, como Paraná e Mato Grosso. A área total a ser colhida teve alta de 3,9% em relação ao ano passado e chegou a 68 milhões de hectares. Na comparação com abril, a estimativa da área a ser colhida cresceu 119,7 mil hectares, o que representa acréscimo de 0,2%. Milho O instituto ressalta que a segunda safra do milho representa 73,9% da produção total desse grão e a estimativa da produção para essa safra caiu 4,4% em relação a abril – 3,4 milhões de toneladas a menos. A queda em relação à produção de maio de 2020 é de 4,3%. Somadas, as duas safras de milho devem chegar a 99,2 milhões de toneladas, o que é 3,2% a menos do que a estimativa de abril. Na comparação anual, a produção total deve ser 3,9% menor, mesmo com os aumentos de 6% na área plantada e de 6,2% na área a ser colhida. Soja A soja, principal cultura do país, deve ter uma safra recorde este ano, com 132,9 milhões de toneladas, um aumento de 9,4% frente ao ano passado. Na comparação com abril, o aumento na estimativa é de 0,7%. De acordo com o IBGE, o crescimento se deve ao preço do grão no mercado internacional, que está vantajoso para o produtor brasileiro. Arroz A estimativa para a produção do arroz também cresceu, um aumento de 2,4% na comparação com abril, e deve chegar a 11,4 milhões de toneladas. Para o instituto, a produção é suficiente para abastecer o mercado interno, depois da alta no preço visto em 2020 devido ao aumento do consumo interno e ao crescimento das exportações. Em 2021, a produção do arroz deve ficar 2,8% acima da do ano passado, beneficiado pela seca no sul, que facilita a colheita. Feijão A produção de feijão deve chegar a 2,9 milhões de toneladas este ano, o suficiente para atender ao consumo interno. Na comparação com abril, a estimativa caiu 2,3%, mas está praticamente estável em relação ao que foi produzido no ano anterior, com 577 toneladas a menos. As estimativas para o feijão são de queda de 0,3% na primeira safra, com total de 1,3 milhão de toneladas. A segunda safra foi estimada em 1 milhão de toneladas, 7,2% frente à estimativa do mês anterior. E a estimativa para a terceira safra de feijão é de produzir 578,4 mil toneladas, aumento de 2,7% frente à previsão de abril. Café Para o café, o crescimento previsto é de 4,3% frente a abril, mas houve queda de 21% na comparação anual. O café arábica deve chegar a 2 milhões de toneladas, um aumento de 6% em relação a abril e queda de 29,3% frente a produção de 2020. Para o IBGE, a queda é esperada, depois da safra recorde no ano passado, devido ao fato de o café ser uma cultura com bienalidade negativa, ou seja, produz muito em um ano e produz menos no ano seguinte. Para o café canephora, também chamado de conillon, a produção deve alcançar 919,8 mil toneladas, um aumento de 0,9% em relação à estimativa de abril e de 6,3% em relação a 2020. Outros Houve redução também na estimativa da produção do algodão herbáceo em relação a abril, com -3,4% e 5,7 milhões de toneladas. Com relação à área plantada, a queda foi de 16%. O cacau também apresentou queda, com estimativa de -1,5% e total de 269,1 mil toneladas. Por outro lado, a estimativa de maio apresentou variações positivas na comparação mensal para a produção do trigo (7,2% ou 527,2 mil toneladas), castanha-de-caju (7,2% ou 8,3 mil toneladas), aveia (4% ou 39,2 mil toneladas) e cevada (1,9% ou 8,2 mil toneladas). Produção regional Entre as regiões do país, quatro tiveram aumento em suas estimativas de produção de grãos, leguminosas e oleaginosas em relação à safra de 2020. O Sul deve crescer 10,8% e alcançar 81 milhões de toneladas, o Sudeste teve aumento de 6% na estimativa e deve produzir 27,3 milhões de toneladas, o Nordeste cresceu 5,3% e deve chegar a 23,8 milhões de toneladas e a Região Norte teve aumento na estimativa de 1,4%, com total de 11,1 milhões de toneladas. O Centro-Oeste, que responde por 45,5% da produção nacional, apresentou queda de 1,8% na estimativa para o ano e deve colher 119,5 milhões de toneladas.

2021-06-10T13:12:43-03:00junho 10th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Valor Econômico – Natura Cosméticos elege Silvia Vilas Boas para diretora financeira

Em 19 de março deste ano, a empresa anunciou que a executiva assumiria o cargo de vice-presidente de finanças da Natura &Co América Latina

A Natura Cosméticos, subsidiária integral da Natura &Co Holding, informou que Silvia Vilas Boas Magalhães foi eleita diretora financeira da companhia.

Em 19 de março deste ano, a empresa anunciou que a executiva assumiria o cargo de vice-presidente de finanças da Natura &Co América Latina.

Silvia tem mais de 20 anos de experiência em empresas multinacionais, como Banco Santander, Telefónica e Grupo Pão de Açúcar, e contribuirá, segundo a companhia, para a consolidação da Natura &Co América Latina como uma ampla plataforma omnicanal.

2021-06-10T13:09:04-03:00junho 10th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – UOL – Economia brasileira crescerá 4,5% em 2021, projeta Banco Mundial

Washington, 8 jun (EFE).- A economia da América Latina crescerá 5,2% neste ano, acima dos 3,2% previstos em janeiro, e a do Brasil registrará uma expansão de 4,5%, segundo as projeções divulgadas nesta terça-feira pelo Banco Mundial (BM). A organização multilateral destacou que o crescimento da economia na região dependerá “do moderado progresso na vacinação, do relaxamento das medidas de restrição e de um aumento no preço das matérias-primas”. No entanto, o BM também projeta que o produto interno bruto (PIB) da América Latina cairá 2,9% em 2022. “A região continua severamente afetada pela pandemia de covid-19 e os casos aumentaram de forma abrupta após terem diminuído no início de 2021”, indicou a análise.

A instituição financeira enfatizou que, no primeiro semestre de 2021, as restrições de circulação endureceram em países como Brasil, Argentina, Barbados, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai, o que “prejudicou a atividade econômica”.

Apesar dessas circunstâncias, as duas grandes economias regionais deverão apresentar expansões sólidas: o Brasil crescerá 4,5% neste ano, graças a uma nova rodada do auxílio emergencial; enquanto que o México crescerá 5%, impulsionado pelo esperado ‘boom’ da demanda dos EUA nos setores de manufatura e serviços. Por sua vez, a expectativa é que a economia na Argentina se recupere 6,4% em 2021, já a da Colômbia deverá se expandir 5,9% neste ano. O Chile crescerá 6,1% e o Peru, 10,3%, tornando-se o país com a maior taxa de crescimento da região.

A economia mundial, segundo as novas projeções, crescerá 5,6% neste ano, acima dos 4% previstos em janeiro, mas de forma desigual, com uma forte expansão em Estados Unidos (6,8%) e China (8,5%), em plena recuperação da pandemia de covid-19.

2021-06-09T13:29:57-03:00junho 9th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Governo libera R$ 3,1 bilhões para gastos dos ministérios

O Ministério da Economia publicou, hoje (9), a Portaria nº 6.518, que libera R$ 3,1 bilhões das dotações orçamentárias de ministérios e autarquias federais. O valor corresponde a 33,7% dos R$ 9,2 bilhões das dotações primárias discricionárias (o governo pode definir onde aplicar os recursos) dos órgãos que haviam sido bloqueadas pelo Decreto nº 10.686, de 22 de abril de 2021. Segundo o ministério, o desbloqueio foi possível em razão da redução na projeção de gastos com despesas obrigatórias, apresentada no final de maio pelo no Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas do 2º Bimestre. “Observada a melhora nas projeções e o atendimento aos limites estabelecidos pelo teto de gastos, a Junta de Execução Orçamentária aprovou os valores para o desbloqueio em 2 de junho”, diz o Ministério da Economia. O ministério que teve o maior desbloqueio foi o da Educação, que teve bloqueio inicial total de R$ 2,7 bilhões. Hoje, foram liberados R$ 900 milhões. Ainda há 1,5 bilhão de bloqueio remanescentes. O Ministério da Infraestrutura teve liberação de R$ 700,6 milhões hoje e o da Economia, R$ 436,3 milhões.

Desbloqueios O governo pode desbloquear até R$ 4,8 bilhões, segundo informou ao divulgar o Relatório de Avaliação de Despesas e Receitas, em maio deste ano. Além dos 3,1 bilhões de hoje, já haviam sido disponibilizados R$ 921,9 milhões para gastos na última segunda-feira (7), totalizando R$ 4,055 bilhões. O restante do valor que pode ser desbloqueado (cerca de R$ 745 milhões) está em processo de avaliação, segundo informou o Ministério da Economia. Entenda o bloqueio O Ministério da Economia explica que em atendimento à Lei de Diretrizes Orçamentárias deste ano, o Poder Executivo pode realizar o bloqueio de dotações orçamentárias discricionárias em montante correspondente à necessidade de recursos para atendimento das despesas obrigatórias. “Ao longo do exercício, no entanto, ocorrem revisões nas projeções das despesas obrigatórias, o que pode possibilitar o desbloqueio. Identificada a possibilidade do desbloqueio, o art. 10 do Decreto nº 10.699/2021 permite que a revisão dos valores bloqueados pelo normativo se dê por ato do Secretário de Fazenda do Ministério da Economia”, acrescentou.

2021-06-09T13:27:02-03:00junho 9th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Campos Neto espera maior abertura da economia no segundo semestre

O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse hoje (8) esperar uma maior abertura da economia no segundo semestre deste ano, bem como uma recuperação maior do setor de serviços, amplamente afetado pela pandemia de covid-19. Contribui para esse cenário o avanço “significativo” da vacinação no Brasil e também uma resiliência maior das economias que, de alguma maneira, se adaptaram e sofrem impactos cada vez mais suaves das medidas restritivas provocadas pelas diferentes ondas de contaminação. “A economia de alguma maneira se adaptou a essa nova maneira de fazer as coisas, e acho que em grande parte [essas mudanças] serão permanentes”, disse Campos, que fez também uma exposição dos planos do banco para a modernização da economia e dos pagamentos. Com o avanço da vacinação, Campos Neto disse que pode acontecer no Brasil a mesma espécie de “euforia” no setor de serviços que se observa em países com vacinação mais avançada. Ele citou como exemplo os Estados Unidos, onde já há dificuldade para se reservar um quarto de hotel ou reservar um carro para viagens próximas. As declarações foram dadas em inglês em uma apresentação, por videoconferência, para economistas do banco JP Morgan. Campos Neto apresentou dados que são acompanhados pelo BC sobre a pandemia e a reação das economias em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Campos Neto reconheceu a existência de uma pressão inflacionária em todo o mundo e que os preços de insumos encontram-se em elevação, acompanhando a alta das commodities, mas disse ver que começa a se desenhar uma curva de estabilização nos gráficos. No Brasil, as projeção de inflação seguem pressionadas, contudo, pela expectativa de alta no preço da energia provocada pela crise hídrica, observou o presidente do BC. Essa foi a última manifestação de Campos Neto antes da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que está marcada para 15 e 16 de junho. Na ata da reunião anterior, o colegiado sinalizou nova alta da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 3,5% ao ano.

2021-06-09T13:24:51-03:00junho 9th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Embalagem Marca – Natura prevê reciclar 7 toneladas de plástico em um ano com embalagens de Kaiak Oceano

A Natura anunciou que espera empregar em um ano cerca de 7 toneladas de plástico reciclado nas embalagens da linha de fragrâncias Kaiak Oceano, evitando que alcancem o destino mais comum: os mares. Ao se inspirar no universo aquático e marinho desde 1996, Kaiak, marca da Casa de Perfumaria do Brasil, faz um convite ao chamado do oceano, propondo um olhar mais consciente sobre o lixo gerado no meio ambiente e o impacto que tem sobre águas. Lançadas, respectivamente, em setembro de 2020 e em janeiro de 2021, as fragrâncias, em versão masculina e feminina, seguem os preceitos de circularidade e possuem até 50% de plástico reciclado na composição de suas tampas. Desse total, cerca de 8% advém da costa brasileira. “A sustentabilidade está no centro da estratégia da Natura. Acreditamos que um produto ou serviço só é inovador se gerar impacto positivo para as pessoas e para o planeta. Por isso, buscamos continuamente soluções que contemplem as questões socioambientais. Nesse sentido, as embalagens são um tema central para a organização, e entendemos que é nosso papel, como empresa de bens de consumo, garantir a sustentabilidade no processo de produção de nossas embalagens, de ponta a ponta. Com o lançamento de Kaiak Oceano, damos continuidade às ações de circularidade, que dão vida a uma das nossas principais causas, ‘Mais Beleza, Menos Lixo’, ao reaproveitar o plástico e o vidro que seriam descartados para oferecer o máximo, usando o mínimo e reduzindo os excessos”, diz Fernanda Rol, diretora de Marketing Brasil da Natura. Antes do lançamento de Kaiak Oceano, a Natura já havia trabalhado esse insumo em outros produtos, como o lançamento do desodorante corporal Deo Spray Corporal Humor, por exemplo, cujas tampas foram produzidas a partir de 2,5 milhões de copos plásticos descartados durante os sete dias do festival Rock in Rio, em 2019. No entanto, os desafios para o lançamento das fragrâncias de Kaiak Oceano eram ainda maiores: a tampa é uma peça complexa, composta por diversas partes distintas, e a cadeia de resina PP ainda é incipiente no Brasil em comparação com outras já estruturadas, como as de alumínio e PET. A solução foi apostar na capacitação de cooperativas parceiras de reciclagem e na obtenção do restante do material por meio de aterros sanitários. A Natura também promoveu a limpeza de uma área de cerca de cinco quilômetros na estação ecológica Juréia-Itatins, no litoral Sul de São Paulo, em parceria com o Instituto Ecosurf. Os dois dias de coleta na unidade de conservação resultaram na retirada de mais de 300 sacos contendo 100 litros de resíduos. Todo o material coletado ganhou a destinação adequada: os recicláveis foram enviados para recicladores e os não-recicláveis foram encaminhados para aterros sanitários. A operação demandou dez dias de preparação e cerca de 30 pessoas envolvidas. Outra decisão pioneira no lançamento de Kaiak Oceano foi eliminar um emblemático item da perfumaria: o celofane envolto nas embalagens. Embora seja usado por apenas alguns minutos, o famoso filme plástico – assim como qualquer outro plástico de uso único, como sacolinhas, garrafas PET, copos e canudos – pode levar centenas de anos para se decompor. Alinhada aos preceitos de economia circular, a Natura decidiu eliminá-lo da embalagem das duas versões de Kaiak Oceano, passando a usar, no lugar, um cartão mais resistente nas caixas e a lacrá-las com cola. Para isso, investiu na aquisição de máquinas para aplicar pegamento nas abas superior e inferior das embalagens, que são utilizadas no lugar dos tradicionais equipamentos para aplicação do celofane após a etapa de encartuchamento (colocação do perfume no cartucho). A adaptação foi feita na fábrica da Natura em Cajamar (SP) e em outras três fábricas de produção da empresa na Argentina, México e Colômbia. Segundo a Natura, a inovação valeu a pena. Em pesquisa realizada, 25% dos consumidores compraram Kaiak Oceano atraídos pela causa e 96% dos consumidores concordam que usando Kaiak Oceano cuidam de si e da natureza ao mesmo tempo. Entre a força de vendas, o produto também gerou impacto positivo: 88% das Consultoras consideraram a retirada do celofane da embalagem como algo positivo e 79% delas falaram sobre o produto para seus clientes, com destaque para as causas defendidas pela Natura. As metas da Natura incluem ainda inovar para garantir que 100% das embalagens plásticas de Kaiak possam ser reutilizadas, recicladas ou compostadas com facilidade e segurança, e circular o plástico produzido, aumentando consideravelmente a quantidade de plásticos reutilizados ou reciclados e transformados em novas embalagens ou produtos. Todos os frascos de perfumaria da Casa de Perfumaria do Brasil já são feitos com até 30% de vidro reciclado e as formulações das fragrâncias utilizam álcool 100% orgânico, medida que colabora contra a emissão de gases do efeito estufa. Além disso, a cada ano, a Natura utiliza 1,9 mil toneladas de plástico reciclado em suas embalagens, o que equivale a 62 milhões de garrafas PET de 1 litro que deixam de ir para o lixo.

2021-06-09T13:22:44-03:00junho 9th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Clipping – Agência Brasil – Sociedades limitadas impulsionam abertura de empresas, mostra pesquisa

O segundo mês de 2021 registrou a criação de 343.811 empresas no país, um aumento de 27,2% na comparação com igual período de 2020. A abertura das empresas em fevereiro, último mês com dados consolidados, foi impulsionada pelo crescimento das sociedades limitadas, formadas por dois ou mais sócios, com elevação de 71,7%. Os dados, divulgados hoje (7), são do Indicador Nascimento de Empresas Serasa Experian. Segundo o levantamento, o número de microempresas individuais (MEIs) criadas em fevereiro cresceu 30,1% e o de empresas individuais, 1,7%. Das 343.811 empresas abertas em fevereiro deste ano, 276,2 mil foram MEIs; 41,4 mil, sociedades limitadas; 12,5 mil, empresas individuais; e 13,6 mil, outros tipos. “Abrir o próprio negócio no Brasil acabou se tornando um dos meios mais viáveis para geração de renda. Mesmo com um cenário delicado para muitas empresas do país, a estagnação negativa dos níveis de desemprego e o tempo mais curto da burocracia de abertura de empresas criam um ambiente que favorece a ideia de começar um empreendimento”, destacou o economista Luiz Rabi, da Serasa Experian. Dentre as mais de 300 mil empresas abertas em fevereiro de 2021, o segmento que mais cresceu foi o do comércio, com alta com 37,8%, seguido da indústria, com 35,1%, e serviços, com 23%. No segundo mês do ano, foram criadas 231,8 mil empresas do setor de serviços; 81,3 mil do comércio; 26,6 mil da indústria; e 3,9 mil de outros tipos. Por regiões, o Sudeste registrou o maior número de empresas abertas em fevereiro, 179,2 mil, seguido pelo, com 60,3 mil, Nordeste, com 57,2 mil, Centro-Oeste, com 30,8 mil, e Norte, com 16,1 mil.

2021-06-08T14:31:00-03:00junho 8th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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