Agência Brasil – Inflação na indústria desacelera para 1% em maio

Os preços da indústria, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor (IPP), tiveram alta de 1% na passagem de abril para maio. O resultado representa uma desaceleração, já que é menor do que a alta registrada de março para abril, quando a taxa subiu 2,19%. Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, essa foi a menor variação de preços em 2021 e a 22ª taxa positiva consecutiva na comparação mensal. O acumulado no ano soma 17,58% e nos últimos 12 meses está em 35,86%. Das 24 atividades incluídas na pesquisa, 16 tiveram variações positivas no mês, sendo que a maior influência veio dos alimentos, que contribuíram com 0,35 ponto percentual do total do índice, seguido por metalurgia (0,25 p.p.), refino de petróleo e produtos de álcool (0,18 ponto percentual) e produtos de metal (0,09 ponto percentual).

O gerente do IPP, Manuel Souza Neto, destaca que um dos motivos da desaceleração foi a considerável desvalorização do dólar no mês de maio em 4,9%. “Com isso, uma série de produtos cotados em dólar caíram de preço”, explicou. Os alimentos tiveram alta de 1,48% em maio, acumulando variação de 8,96% no ano e de 30,54% em 12 meses. Souza Neto disse que o resultado dos alimentos foi influenciado pelos preços praticados no mercado externo e pela estiagem no Brasil, que afetou a produção do leite. A maior variação em maio foi na metalurgia, que subiu 3,54%, acumulando 31,85% no ano e 49,89% em 12 meses, as maiores variações da série histórica, iniciada em 2014. O setor foi impactado pelo preço dos insumos, em especial o minério de ferro. O refino de petróleo e produtos de álcool subiram 1,80% e produtos de metal tiveram alta de 3,12%. Nas grandes categorias econômicas, o IPP registrou em maio uma queda de 0,36% em bens de capital, alta de 0,88% em bens intermediários e alta de 1,48% nos bens de consumo, sendo crescimento de 1,13% em bens de consumo duráveis e de 1,54% em bens de consumo semiduráveis e não duráveis.

O IPP pesquisa as indústrias extrativas e de transformação para medir a mudança média dos preços de venda recebidos pelos produtores domésticos de bens e serviços, sem considerar os impostos, tarifas e fretes.

2021-09-02T11:22:41-03:00junho 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Guedes diz que arrecadação recorde reflete retomada da economia

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse hoje (29) que o aumento da arrecadação registrado pela Receita Federal (RFB), mostra que a economia “voltou a ficar de pé”. “A economia brasileira continua surpreendendo favoravelmente”, disse o ministro ao anunciar a arrecadação de impostos e contribuições federais, de R$ 142,1 bilhões em maio. “É um recorde histórico esse crescimento de quase 70% em relação ao mesmo mês de maio do ano anterior. No acumulado de janeiro a maio, [a arrecadação] chegou a R$ 744 bilhões. É um acréscimo real de 21% sobre o mesmo período do ano passado”, disse o ministro. Segundo Guedes, todos os setores aumentaram a arrecadação. “É inequívoco que o Brasil já se levantou e a economia está caminhando com velocidade bem acima da que era esperada na virada do ano”. O ministro reiterou que o país está à beira de uma reforma tributária, que tem como compromisso não deixar que os impostos “sufoquem o empresariado brasileiro”. “Nesse segundo capítulo da reforma tributária, que já enviamos, mandamos sinal muito claro: nosso governo quer reduzir em termos reais a arrecadação sobre as empresas. Se a arrecadação vier acima do que esperávamos, temos de transformar isso em simplificação e redução de outros impostos. Anunciamos redução de 2,5% no Imposto de Renda de Pessoa Jurídica, mas queremos passar isso para 5% nos próximos anos. Estamos recalibrando nossos cálculos para ver se isso já é possível”, disse o ministro.

Na proposta de reforma entregue ao Congresso Nacional, a equipe econômica retoma tributos que incidem sobre rendimentos de capital e dividendos. A alíquota desses impostos foram zeradas durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. Guedes disse que a alíquota média que incide sobre dividendos em países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) é entre 25% ou 26% de cobrança, mas em alguns países ela chega a 40%. “Estamos colocando essa alíquota em 20%, o que ainda é pouco, além de ser menos do que paga um assalariado”, disse o ministro. Segundo ele, as empresas são um mecanismo de acumulação de recursos visando investimentos, inovação e a criação de emprego e renda. “Na medida em que as empresas acumulam capital e tecnologias, elas aumentam a produtividade do trabalho e os salários. Os impostos têm de ser cada vez mais baixos porque é uma engrenagem econômica. Quando o dinheiro sai da engrenagem e vai para os detentores de capital, aí sim é que se tem de pagar impostos”, argumentou. O ministro acrescentou que a tributação que historicamente o país faz sobre assalariados se deve às facilidades de tributação dos contracheques. “Como é fácil tributar no contracheque, o Brasil tributava excessivamente trabalhadores de baixa renda. Por isso aumentamos de R$ 1,9 mil para R$ 2,5 mil a margem isenta de tributação”. A expectativa da equipe econômica é a de que, nos próximos meses o país se aproxime dos níveis de arrecadação registrados em 2015. “Todos indicadores mostram que a economia se levantou vigorosamente. Continuamos com nosso compromisso de tirar o Estado do cangote do povo brasileiro. Esse aumento forte da arrecadação nos dá força para avançar nas reformas e desonerar empresas; reduzir impostos sobre trabalhadores de baixa renda; e tributar rendimentos de capital que estavam isentos”.

2021-09-02T11:25:33-03:00junho 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – FGTS teve lucro de R$ 8,46 bilhões em 2020

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) teve lucro de R$ 8,467 bilhões em 2020. O valor representa queda de 25,2% em relação ao lucro de 2019, que tinha somado R$ 11,324 bilhões. A queda deve-se principalmente à pandemia de covid-19, que resultou em aumento do desemprego e na realização de uma rodada de saque emergencial de até um salário mínimo por conta no ano passado. No ano passado, o FGTS teve receitas de R$ 33,4 bilhões e despesas de R$ 25 bilhões. Os ativos consolidados somaram R$ 33,4 bilhões e o patrimônio líquido (ativos menos as obrigações) atingiram R$ 113,1 bilhões. O Fundo de Investimento do FGTS (FI-FGTS), que financia projetos de infraestrutura, registrou patrimônio líquido de R$ 25,4 bilhões e rentabilidade de 4,6%. As contas e as demonstrações financeiras de 2020 foram aprovados hoje (29) pelo Conselho Curador do FGTS, órgão tripartite com representantes dos trabalhadores, dos empregadores e do governo. Parte do lucro do ano passado será distribuída nas contas de cada trabalhador, mas a fatia a ser repassada só será definida na próxima reunião do conselho, em julho. Resoluções O conselho curador aprovou mais duas resoluções na reunião de hoje. O órgão estabeleceu as condições de renegociação de dívidas com o extinto Banco Nacional de Habitação (BNH) e com o FGTS. A aprovação da medida facilitará o enquadramento de garantias de devedores que contraíram operações de crédito com recursos do FGTS e do BHN e tentam renegociar os débitos. Em outra resolução, o conselho curador aprovou a manutenção dos certificados de regularidade e dos parcelamentos já realizados por empresários que deixarem de depositar as parcelas do FGTS com vencimento entre abril e julho deste ano. No início da segunda onda da pandemia de covid-19, o governo editou a Medida Provisória 1.046/2021, que suspendeu o recolhimento das contribuições do FGTS por quatro meses.

2021-09-02T11:26:44-03:00junho 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Taxas de juros recuam em maio, diz Banco Central

A taxa média de juros paga pelas famílias no crédito livre caiu em maio para 39,9% ao ano. O número apresenta uma queda de 1,2 ponto percentual no mês, segundo as estatísticas monetárias e de crédito de maio, divulgadas hoje (28) pelo Banco Central. Na comparação com maio de 2020, o declínio da taxa é de 3,8 pontos percentuais. Segundo o BC, esse recuo nos juros foi influenciado pelo crédito pessoal, que teve queda de 5,3 pontos percentuais na taxa (83% ao ano). O rotativo do cartão de crédito chegou a 329,6% ao ano, com recuo de 6,5 pontos percentuais. A taxa de juros do cheque especial caiu 2,2 pontos percentuais para 122,1% ao ano. Os juros do crédito direcionado para as famílias chegou a 6,7% ao ano, em maio, estável em relação a abril. No caso das empresas, a taxa de juros do crédito livre chegou a 14,6%, com queda de 0,1 ponto percentual em relação a abril. No caso do crédito direcionado, a taxa para as empresas ficou em 7,6% ao ano, com recuo de 0,8 ponto percentual no mês. O crédito livre é aquele em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado tem regras definidas pelo governo, e é destinado, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito. Saldo Em maio, o saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) alcançou R$ 4,2 trilhões, o que configura aumento de 1,2% no mês, “com crescimento tanto na carteira de pessoas jurídicas (saldo de R$ 1,8 trilhão, expansão de 0,7%) quanto na de pessoas físicas (R$ 2,4 trilhões, 1,7%)”, informa o BC. De acordo com o BC, em 12 meses, o crescimento da carteira total (saldo de operações de crédito) acelerou de 15,1%, em abril, para 16,1%, em maio. No caso de pessoas físicas, observou-se uma variação de 14,5% para 16,5% nas operações de crédito, enquanto a de pessoas jurídicas permaneceu em desaceleração, de 16,0% para 15,7%. Inadimplência A inadimplência (situação em que o atraso para o pagamento da dívida supera 90 dias) total no SFN registrada no mês é 2,3% (variação de 0,1 ponto percentual), distribuída entre os segmentos de pessoas jurídicas (alta de 0,2 ponto percentual) e pessoas físicas (0,1 ponto percentual). No caso crédito livre, a inadimplência das pessoas físicas chegou a 4,1% (aumento de 0,1 ponto percentual na comparação com abril) e das empresas, 1,7%, estável em relação a abril.

2021-09-02T11:27:53-03:00junho 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Confiança de empresários da indústria cresceu em 29 de 30 setores

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) cresceu em 29 dos 30 setores industriais avaliados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A única queda ocorreu em Outros equipamentos de transporte (-1,1 ponto), que, mesmo assim, continua acima da linha de corte de 50 pontos. De acordo com o levantamento divulgado hoje (28) pela CNI, os setores com as maiores altas de confiança foram: Máquinas e materiais elétricos (7,9 pontos); Móveis (6,6 pontos); e Produtos de madeira (6,4 pontos). Os setores menos confiantes são Serviços especializados para a construção (55,8), Obras de infraestrutura (57), Produtos de limpeza, Perfumaria e Higiene pessoal (57), Calçados e suas partes (57,3) e Outros equipamentos de transporte (57,6). O Icei varia de 0 a 100 pontos. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário e quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminada é a confiança. Valores abaixo de 50 pontos indicam falta de confiança do empresário e quanto mais abaixo de 50 pontos, maior e mais disseminada é a falta de confiança. “Essa consolidação de uma confiança mais alta, disseminada por toda a indústria, é importante, pois aponta para um segundo semestre positivo. Empresários confiantes tendem a produzir, contratar e investir mais”, explica o gerente de Análise Econômica, Marcelo Azevedo. Foram pesquisadas em todo o país 2.397 empresas, sendo 943 de pequeno porte, 870 de médio porte e 584 de grande porte. O período de coleta foi de 1º a 14 de junho de 2021.

2021-09-02T11:28:47-03:00junho 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Dólar abre semana em queda e fecha o dia vendido a R$ 4,92

Num dia de oscilações no mercado financeiro, o dólar teve pequena queda e a bolsa encerrou com pequena alta. Apesar de os investidores analisarem o impacto da proposta de reforma tributária, apresentada na sexta-feira (25), o dia favorável no mercado internacional contribuiu para consolidar os ganhos da bolsa e o recuo da moeda norte-americana. O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (28) vendido a R$ 4,928, com queda de 0,19%. A cotação iniciou o dia em alta, chegando a R$ 4,97 pouco após a abertura das negociações, mas recuou durante a tarde até encerrar próxima da mínima do dia. A divisa acumula queda de 5,68% em junho. No ano, o recuo é um pouco menor: 5,03%. No mercado de ações, o dia foi de ganhos, após um início tenso. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 127.419, com alta de 0,17%. O indicador começou a sessão em alta, passou a cair ainda durante a manhã e operou com valorização perto do fim das negociações. Na sexta-feira, o Ibovespa caiu 1,74% e o dólar subiu 0,67% após o anúncio da segunda fase da reforma tributária. Na avaliação dos investidores a tributação de dividendos e a mudança na alíquota de diversas aplicações, privilegiando os investimentos de curto prazo, podem reduzir o investimento no mercado financeiro. Em contrapartida, o recorde em dois índices do mercado norte-americano, o Nasdaq (das empresas de tecnologia) e o S&P 500 (das empresas industriais), e a queda nos rendimentos dos títulos públicos nos Estados Unidos impulsionaram o mercado financeiro. A queda nas taxas dos títulos do Tesouro norte-americano favorece países emergentes, como o Brasil

2021-09-02T11:29:53-03:00junho 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

O Maranhense – Natura amplia papéis de Consultoras e agora passam a treinar pares

Uma nova forma de atuação está gerando lucros extras para as Consultoras de Beleza Natura. A partir de agora, elas também podem se tornar treinadoras do modelo de negócios. Em fevereiro de 2020, um projeto piloto testou remunerar Consultoras que treinam seus pares. A iniciativa deu tão certo que, já no primeiro ano de operação, a nova modalidade de capacitação representou quase 1/3 de todas as pessoas treinadas pela Natura no Brasil, o que representa pouco mais de 10% de toda a base de consultoras no país. Consultoras de diferentes partes do Brasil foram selecionadas para atuar também como treinadoras em aulas ao vivo. Os conteúdos são veiculados em uma plataforma digital exclusiva da marca e dedicada para a finalidade. A expectativa é que o número de Consultoras Treinadoras triplique em 2021. A maranhense Patrícia Paiva é uma das Consultoras de Beleza Natura que foi selecionada para atuar como treinadora. O novo papel foi assumido em março de 2021. Formada em administração de empresas, ela conta que seus conhecimentos sobre técnicas de vendas contribuem para passar mais conhecimento para a audiência. “Entre outras coisas, explico que o atendimento é um grande diferencial da venda direta, porque o cliente busca comprar com alguém solícito e simpático. Sorrir não custa nada e, sem dúvidas, ajuda a conquistar pessoas”, explica. Patrícia também dá dicas de como ampliar a lista de clientes e aumentar as vendas imediatamente. “Sugiro que enumerem pessoas de círculos familiares, colegas da igreja ou da faculdade, amigos queridos. A partir daí, recomendo ligar para todos e se apresentar como Consultora de Beleza Natura, mostrando-se disponível para pedidos. Muitos vão achar o gesto atencioso e passarão a comprar de você. Mas reforço que o fundamental é ligar, não mandar mensagem”, indica. A cearense Lupércia Silva é professora do ensino médio e também faz parte das selecionadas para oferecer treinamentos à rede. Ela ensina desde técnicas de inteligência emocional, planejamento financeiro e até formas de utilizar as redes sociais. “Eu busco fazer conexões com os desafios que o público possa ter com as vivências que eu já consegui superar. Já tive problemas de gestão financeira, por exemplo. Sei que é possível superar esses obstáculos e tento contribuir para que mais pessoas se sintam felizes e prósperas”, afirma. Penélope Uiehara, diretora de marketing de relacionamento da Natura, explica que engajar pessoas que já fazem parte da rede para treinar seus pares gera inspiração, empoderamento e identificação, facilitando a aprendizagem e fortalecendo os elos dentro do modelo comercial. O potencial de ganho médio com a atividade de Consultora Treinadora representa aproximadamente 50% adicional em relação à atividade de Consultoria de Beleza. “As Consultoras Treinadoras se sentem reconhecidas, gerando um comprometimento ímpar. Desenvolvimento da rede é um tema central do nosso modelo, por isso, apostamos na horizontalização da educação e do conhecimento”, afirma a executiva. Além da venda de cosméticos, a Natura tem buscado oferecer oportunidades diferenciadas de negócio para as Consultoras. Além de se tornar Consultora Treinadora, a Natura já oferece outras oportunidades profissionais para sua rede de Consultoras, como a se tornar Empresária de Beleza, que são as donas das lojas franqueadas “Aqui Tem Natura”, e Líder de Negócios, cuja função é orientar um grupo de consultoras, apoiando-as nas atividades do dia a dia para desenvolverem os seus negócios. “Esses novos papéis contribuem para aumentar os caminhos de desenvolvimento do negócio e profissionalização de toda a rede”, argumenta Penélope. Na Natura, as Consultoras têm sido cada vez mais estimuladas a desenvolverem suas habilidades no uso de ferramentas digitais e os treinamentos têm contribuído para essa finalidade. A estratégia de capacitação no modelo “Rede treina Rede” foi fundamental para atingir elevados índices de digitalização do negócio e de performance em vendas. “Quando uma Consultora ensina a outra, a conversa é baseada em experiências vividas, e essa interação aumenta a autoconfiança – uma barreira considerável para acessar as possibilidades do mundo digital. De um lado, a consultora treinadora tem uma nova possibilidade de renda. De outro, a consultora treinada passa a lucrar mais, passando a entregar conteúdos e ofertas cada vez mais personalizadas para a base de clientes. É um modelo sustentável que prioriza as relações humanas”, reforça Karen Midorii Guskuma, Gerente de Treinamento para os Canais Comerciais. Em 2020, no Brasil, a marca chegou a uma adoção de quase 50% da base de consultoras ativas no modelo digital. Atualmente a marca conta com mais de 1.2 milhão de consultoras atuando em território nacional. A venda direta tem se mostrado um dos modelos comerciais mais resilientes durante a crise gerada pela pandemia. Dados da Associação Brasileira de Empresas de Venda Direta (ABEVD) mostram que o setor cresceu 10,5% em 2020 em relação a 2019. Neste cenário, as ferramentas digitais foram fundamentais para gerar fluxo para o negócio de milhares de empreendedores, incluindo Consultoras de Beleza.

2021-09-02T11:30:40-03:00junho 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Confiança da indústria sobe 3,4 pontos em junho

O Índice de Confiança da Indústria, calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 3,4 pontos na passagem de maio para junho deste ano. Essa foi a segunda alta consecutiva. O indicador atingiu 107,6 pontos, o maior patamar desde fevereiro deste ano (107,9 pontos). O Índice de Expectativas, que mede a confiança do empresariado da indústria no futuro, subiu 5 pontos e atingiu 104 pontos. Já o Índice Situação Atual (ISA), que mede a percepção sobre as condições do presente, subiu menos: 1,8 ponto e chegou a 111,3 pontos. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada subiu 1,6 ponto percentual, para 79,4%, maior valor desde janeiro (79,9%). “A recuperação das economias externas e o avanço do processo de vacinação no país contribuem para o aumento do otimismo das empresas. Apesar disso, é preciso cautela considerando que o setor ainda enfrenta dificuldades ainda com a escassez de insumos, aumento dos custos que incluem a mudança de bandeira para a energia elétrica, podendo ser fatores limitadores para uma recuperação mais robusta no segundo semestre”, afirma a economista da FGV Claudia Perdigão.

2021-09-02T11:32:40-03:00junho 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Presidente do BC prevê crescimento no segundo semestre com vacinação

O presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, disse hoje (25) que, apesar das incertezas decorrentes da pandemia de covid-19, o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) do país deverá continuar a crescer no segundo semestre do ano. Segundo ele, com o avanço da vacinação contra a doença, o Brasil deverá seguir o mesmo caminho de países onde a imunização já é massiva. “O que gente está vendo em alguns países onde a vacinação foi efetiva é que o número de óbitos caiu barbaramente, e as pessoas estão voltando a viver uma vida muito próxima da normalidade. Então, nós entendemos que isso é um processo que vai acontecer [aqui], uma vez que o Brasil está acelerando na vacinação de forma considerável agora”, disse, em evento virtual da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Em relatório divulgado ontem, o BC aumentou a projeção para o crescimento da economia do país em 2021. A estimativa para a expansão do PIB passou de 3,6% para 4,6%. Segundo o órgão, apesar da intensidade da segunda onda da pandemia de covid-19, os indicadores recentes da atividade econômica interna continuam mostrando evolução mais positiva do que o esperado. A despeito do aumento da projeção, o presidente do BC ressalvou que o processo de crescimento ainda não pode ser previsto com exatidão. “Existe muita incerteza em relação ao segundo semestre, nós entendemos que o avanço da vacinação e essa reabertura vai ser um processo contínuo, entendendo que, obviamente, existe um elemento de incerteza em relação a essa reabertura, em como esse processo vai se dar”, acrescentou Campos Neto.

2021-09-02T11:33:37-03:00junho 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Taxas de juros recuam em maio, diz Banco Central

A taxa média de juros paga pelas famílias no crédito livre caiu em maio para 39,9% ao ano. O número apresenta uma queda de 1,2 ponto percentual no mês, segundo as estatísticas monetárias e de crédito de maio, divulgadas hoje (28) pelo Banco Central. Na comparação com maio de 2020, o declínio da taxa é de 3,8 pontos percentuais. Segundo o BC, esse recuo no crédito às famílias foi influenciado pelo crédito pessoal, que teve queda de 5,3 pontos percentuais na taxa (83% ao ano). O rotativo do cartão de crédito chegou a 329,6% ao ano, com recuo de 6,5 pontos percentuais. A taxa de juros do cheque especial caiu 2,2 pontos percentuais para 122,1% ao ano. Os juros do crédito direcionado para as famílias chegou a 6,7% ao ano, em maio, estável em relação a abril. No caso das empresas, a taxa de juros do crédito livre chegou a 14,6%, com queda de 0,1 ponto percentual em relação a abril. No caso do crédito direcionado, a taxa para as empresas ficou em 7,6% ao ano, com recuo de 0,8 ponto percentual no mês. O crédito livre é aquele em que os bancos têm autonomia para emprestar o dinheiro captado no mercado e definir as taxas de juros cobradas dos clientes. Já o crédito direcionado tem regras definidas pelo governo, e é destinado, basicamente, aos setores habitacional, rural, de infraestrutura e ao microcrédito. Saldo Em maio, o saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) alcançou R$ 4,2 trilhões, o que configura aumento de 1,2% no mês, “com crescimento tanto na carteira de pessoas jurídicas (saldo de R$ 1,8 trilhão, expansão de 0,7%) quanto na de pessoas físicas (R$ 2,4 trilhões, 1,7%)”, informa o BC. De acordo com o BC, em 12 meses, o crescimento da carteira total (saldo de operações de crédito) acelerou de 15,1%, em abril, para 16,1%, em maio. No caso de pessoas físicas, observou-se uma variação de 14,5% para 16,5% nas operações de crédito, enquanto a de pessoas jurídicas permaneceu em desaceleração, de 16,0% para 15,7%. Inadimplência A inadimplência (situação em que o atraso para o pagamento da dívida supera 90 dias) total no SFN registrada no mês é 2,3% (variação de 0,1 ponto percentual), distribuída entre os segmentos de pessoas jurídicas (alta de 0,2 ponto percentual) e pessoas físicas (0,1 ponto percentual). No caso crédito livre, a inadimplência das pessoas físicas chegou a 4,1% (aumento de 0,1 ponto percentual na comparação com abril) e das empresas, 1,7%, estável em relação a abril.

2021-09-02T11:34:15-03:00junho 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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