Agência Brasil – Quase metade de quem atua em venda direta tem até 29 anos no Brasil

Mais de 48% dos empreendedores que atuam na área de venda direta no Brasil são jovens de 18 a 29 anos. É o que aponta um estudo Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas. De acordo com a pesquisa, os jovens aproveitaram o boom de aplicativos e internet para a venda dos mais diversos produtos.

Adriana Cólloca, presidente executiva da associação, diz que durante a pandemia a prática acabou ganhando força, muito devido ao isolamento social que incentivou o setor. Segundo ela, empresa que já tinham canais de tecnologia fizeram maior divulgação de seus serviços por redes sociais, principalmente, no período de isolamento social.

Os dados são referentes a empreendedores independentes que atuam com Vendas Diretas e são seus próprios chefes. Esses jovens não trabalham com carteira assinada, logo não tem direito a benefícios como férias, 13°, FGTS e eventual seguro-desemprego. A pesquisa aponta ainda o crescimento de homens nesse mercado em 42% em relação ao mesmo período do ano passado.

Também houve mudanças nos meios de divulgação dos produtos, aplicativos como WhatsApp e as redes sociais hoje são os mais utilizados. Adriana Cólloca afirma que a facilidade com a tecnologia acabou contribuindo para o aumento dos jovens nesse setor.

A venda direta é uma forma de driblar a falta de vagas formais de trabalho. A pesquisa mais recente do IBGE concluiu que o país tem 14,8 milhões de desempregados. Na faixa etária de 14 a 17 anos, 46% estão em busca de trabalho. E, de 18 a 24 anos, o desemprego afeta 31% das pessoas. Hoje no Brasil, os jovens são a maior parcela das pessoas que vivem o chamado desemprego de longo prazo. É quando a pessoa passa mais de dois anos direto procurando uma colocação no mercado.

Edição: Roberto Marques Piza / Guilherme Strozi

https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/economia/audio/2021-08/quase-metade-de-quem-atua-em-venda-direta-tem-ate-29-anos-no-brasil

2021-08-31T10:51:40-03:00agosto 31st, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Flexibilização na pandemia ajuda na recuperação do setor de serviços

O Índice de Confiança de Serviços, divulgado hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV/Ibre), subiu 1,3 ponto, ficando em 99,3 pontos em agosto, no maior nível desde setembro de 2013, quando o indicador estava em 101,5 pontos. Na comparação com agosto de 2020, a alta foi de 14 pontos e em médias móveis trimestrais o índice avançou 3,7 pontos, a quarta alta consecutiva.

O economista do FGV/Ibre Rodolpho Tobler explicou que esse é o quinto avanço seguido. Com isso, a confiança dos serviços se consolida em patamar acima do nível pré-pandemia e próximo ao nível neutro.

“Ao contrário do que foi observado nos últimos meses, a alta foi mais influenciada pela melhora no volume de serviços no mês, enquanto as expectativas ficaram estáveis. A combinação sugere que a recuperação do setor vem avançando em paralelo às flexibilizações na pandemia. Vale ressaltar que o cenário para os próximos meses ainda depende da recuperação da confiança do consumidor e carrega muita incerteza, especialmente associados aos riscos da variante delta”, destacou Tobler.

Segundo o Instituto, o resultado da confiança dos serviços do mês foi influenciado principalmente pelo Índice de Situação Atual, que subiu 2,6 pontos, para 93,0 pontos, ficando no maior nível desde junho de 2014, quando o indicador alcançou 94,3 pontos. Já o Índice de Expectativas cresceu 0,1 ponto, para 105,7 pontos, patamar mais alto desde novembro de 2012 (106,2 pontos).

Seguindo a tendência positiva, o saldo do emprego previsto tem demonstrado recuperação contínua, com médias móveis trimestrais em alta pelo terceiro mês consecutivo, ficando em 10,4 pontos em agosto, maior resultado desde maio de 2014. O saldo se refere ao percentual de empresas que planejam aumentar seu quadro de funcionários nos próximos meses, menos o percentual que planejam reduzir. No pico da pandemia, em junho do ano passado, no pico da pandemia, o indicador ficou negativo em 35 pontos.

Edição: Maria Claudia

2021-08-31T10:48:11-03:00agosto 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

G1 – Confiança empresarial tem 5ª alta seguida, mostra FGV

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) subiu 0,5 ponto em agosto, para 102,4 pontos, o maior nível desde junho de 2013, segundo divulgou nesta terça-feira (31) a Fundação Getulio Vargas. Esta foi a quinta alta consecutiva do índice.

O Índice de Confiança Empresarial (ICE) consolida os índices de confiança dos quatro setores cobertos pelas Sondagens Empresariais produzidas pela FGV IBRE: Indústria, Serviços, Comércio e Construção.

O Índice de Expectativas (IE-E) recuou 0,2 ponto, para 103,7 pontos, em um movimento de acomodação. O Índice de Situação Atual Empresarial (ISA-E) avançou 0,8 ponto, para 100,5 pontos.

Expectativas por setores

Segundo o levantamento, os setores de serviços e construção registraram alta da confiança em agosto, enquanto a indústria e o comércio caminharam em sentido oposto.

Em todos os setores, os movimentos da confiança foram determinados principalmente pelas oscilações dos índices que refletem a percepção sobre o momento atual. As expectativas em relação aos próximos meses pioraram na indústria e na construção e mantiveram tendência de alta no comércio e nos serviços.

2021-08-31T10:46:42-03:00agosto 31st, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Mercado e Consumo – Jovens são quase metade dos empreendedores de vendas diretas

Mesmo antes de o desemprego ser agravado pela pandemia de covid-19, os jovens brasileiros já buscavam uma alternativa para empreender. Dados levantados pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) indicam que, desde o início de 2020, os brasileiros de 18 a 29 anos representam 48,1% dos empreendedores independentes que atuam com vendas diretas.

Com base na pesquisa realizada em 2020 pela entidade, outra diferença no cenário atual é o crescimento de homens que atuam no setor, chegando a 42,2%, e a mudança dos meios de divulgação dos produtos, sendo que o aplicativo de comunicação WhatsApp (84,7%) e as mídias sociais (79,8%) tomaram à frente e hoje são os mais utilizados.

Muitos jovens viram na familiaridade com a internet e no alcance da rede, juntamente com o baixo investimento para iniciar nas vendas diretas, a oportunidade de se tornar empreendedores independentes, ser seu próprio chefe e dedicar a quantidade de horas que desejar para o trabalho.

Internet, WhatsApp e redes sociais

A pesquisa da associação mostra, ainda, que aqueles que inovaram na maneira de vender e não permaneceram somente no estilo clássico de porta em porta e sua própria casa – 29,1% das vendas totais – obtiveram resultados assertivos, pois internet, WhatsApp e mídias sociais alcançaram o percentual de 53,5% das vendas.

“Com o uso da tecnologia e mídias sociais para divulgar e vender os seus produtos e serviços, trabalhar com vendas diretas é uma excelente oportunidade para esse público, que sonha em empreender, mas não quer ter risco ou investimento inicial. Além disso, a atividade oferece flexibilidade de horário e autonomia, como almeja grande parte da nova geração de brasileiros”, afirma a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

6º maior mercado do mundo

A Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas anunciou, em julho, os números globais de 2020. O mercado brasileiro de vendas diretas consolidou sua posição como o sexto maior do mundo em 2020. Os números também mostram que o Brasil segue como líder latino-americano com volume de vendas apresentando um crescimento de 10,5% em relação ao ano de 2019.

Os dados foram divulgados nesta semana pela World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA) – Federação Mundial das Associações de Vendas Diretas que representa o setor global de venda direta em mais de 170 países, por meio de mais de 60 associações regionais e locais, incluindo a ABEVD.

Com 5% do total de volume de negócios do mundo, o Brasil fica atrás apenas de Estados Unidos (20%), China (13%), Alemanha (10%), Coréia do Sul (10%) e Japão (9%). Esse setor inclui grandes empresas que atuam no modelo de venda por relacionamento, como Natura, Avon, Herbalife, Amway, Jeunesse, Mary Kay e muitas outras.

https://mercadoeconsumo.com.br/2021/08/28/jovens-sao-quase-metade-dos-empreendedores-de-vendas-diretas/

2021-08-30T15:51:30-03:00agosto 30th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Isto É – Confiança de serviços melhora em agosto para máxima em quase 8 anos, diz FGV

SÃO PAULO (Reuters) – O setor de serviços do Brasil registrou em agosto alta da confiança para o nível mais alto em quase oito anos, diante da melhora no volume de trabalho conforme a economia reabre.

A Fundação Getulio Vargas (FGV) informou nesta segunda-feira que seu Índice de Confiança de Serviços (ICS) subiu 1,3 ponto e chegou a 99,3 pontos, maior patamar desde setembro de 2013 (101,5 pontos). Foi a quinta alta mensal seguida, com o indicador consolidando-se acima do nível pré-pandemia.

“Ao contrário do que foi observado nos últimos meses, a alta foi mais influenciada pela melhora no volume de serviços no mês, enquanto as expectativas ficaram estáveis. Essa combinação sugere que a recuperação do setor vem avançando em paralelo às flexibilizações na pandemia”, disse em nota Rodolpho Tobler, economista da FGV Ibre.

Os dados da FGV mostram que o Índice de Situação Atual (ISA-S), indicador da percepção sobre o momento presente do setor de serviços, subiu 2,6 pontos, a 93,0 pontos, patamar mais alto desde junho de 2014.

No mês, o Índice de Expectativas (IE-S), que reflete as perspectivas para os próximos meses, ganhou 0,1 ponto, a 105,7 pontos, mantendo-se no patamar mais alto desde novembro de 2012.

“Vale ressaltar que o cenário para os próximos meses ainda depende da recuperação da confiança do consumidor e carrega muita incerteza, especialmente associados aos riscos da variante Delta”, completou Tobler.

A FGV ainda informou que o saldo do emprego previsto, que corresponde ao percentual das empresas que planejam aumentar seu quadro de funcionários nos próximos meses descontado do percentual de empresários que planejam reduzir, chegou em agosto a 10,4 pontos, maior resultado desde maio de 2014.

A atividade do setor de serviços do Brasil registrou ganhos em junho pelo terceiro mês seguido e bem acima do esperado, com alta de 1,7% sobre o mês anterior, encerrando o segundo trimestre 2,4% acima do patamar pré-pandemia e no maior nível em cinco anos, segundo dados do IBGE.

2021-08-30T15:50:38-03:00agosto 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Semana Brasil visa incentivar consumo e aquecer comércio

Incentivar o consumo e aquecer a economia. Esses são alguns dos objetivos da Semana Brasil, que está na sua terceira edição. As ações acontecem, entre 3 a 13 de setembro, em todo o país. Nesse período o comércio varejista oferece aos clientes muitas promoções e descontos especiais.

A Semana Brasil é uma iniciativa do governo federal, coordenada pelo IDV (Instituto para Desenvolvimento do Varejo) e a Associação Comercial de São Paulo.

Marcelo Silva, presidente do IDV, explica que a ideia é aumentar o sentimento de brasilidade, além de movimentar as vendas no varejo, em um mês que, historicamente, é muito parado para o comércio.

Para ele, o impacto da pandemia foi sentido em todos os setores da economia brasileira e o comércio não ficou fora dessa lista. Mas as vendas vêm crescendo desde junho deste ano e a expectativa é que essa tendência continue.

Marcelo destaca ainda que a Semana Brasil traz vantagens para todos os eixos da economia: indústria, comerciantes, consumidores e governo.

Já na primeira edição da campanha foi percebido um crescimento nas vendas. No ano passado, o comércio tradicional aumentou 10% e o online 20%, se comparado ao que vinha crescendo antes da ação. Para o IDV, a edição deste ano deve superar em números as duas anteriores e se consolidar como parte do calendário promocional do comércio do país.

Edição: Sâmia Mendes/Edgard Matsuki

2021-08-30T15:49:52-03:00agosto 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Ipea mantém previsões de crescimento do PIB para 2021 e 2022

O desempenho recente dos indicadores econômicos de atividade levou o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a manter em 4,8% e 2% a previsão feita em junho deste ano para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) para 2021 e 2022, respectivamente.

No fim de setembro, pesquisadores do Ipea analisarão de novo o cenário para ver o que há de mais relevante e farão a revisão dos números para o PIB e previsão para o terceiro trimestre. Para essa divulgação agora, viu-se que não havia motivos para mexer no que se previu há três meses, disse hoje (27) à Agência Brasil o economista Leonardo Mello de Carvalho, pesquisador do Ipea e um dos autores do estudo.

Carvalho ressaltou, porém, que há um pequeno viés de baixa para 2022. “Existe a possibilidade de trabalhar com um número menor quando se soltar a nova revisão, no mês que vem.” Segundo o pesquisador, identificaram-se alguns sinais de risco para o cenário econômico, como, por exemplo, a inflação, que “está um pouco pior do que o previsto anteriormente”. Carvalho disse que, com os aumentos da taxa básica de juros, já existe um aperto este ano, embora haja uma defasagem para que tais efeitos ocorram na atividade econômica. Espera-se que esse efeito negativo ocorra em 2022, um pouquinho acima do que se tinha calculado há três meses. “Em grande medida, por isso, foi colocado esse viés de baixa”, explicou Carvalho. Daí, o Ipea trabalhar com crescimento menor do que 2% para o próximo ano. “Mas ainda está valendo o crescimento de 2%, por enquanto.”

Para o segundo trimestre do ano, o Ipea trabalha com a perspectiva de o PIB apresentar resultado próximo da estabilidade, em comparação com o trimestre anterior, mostrando alta em torno de 0,1%.

Serviços

Por indicadores econômicos, Carvalho destacou que o setor de serviços, especialmente o segmento de serviços prestados às famílias, que tem sido muito prejudicado pela crise sanitária, ainda se encontra em nível 22,8% abaixo do de fevereiro de 2020, um mês antes do início da pandemia de covid-19. “Ainda existe um espaço muito grande para a recuperação desse segmento, e isso puxaria o setor de serviços como um todo. Por sua vez, este é o setor que mais pesa no PIB e que mais emprega na economia. Por isso, acreditamos que ele seja um driver importante para a evolução do PIB ao longo do segundo semestre”. A previsão é de alta de 0,7% para o PIB de serviços no segundo trimestre, em comparação ao trimestre anterior dessazonalizado, com alta de 4,8% no ano.

Sobre a pandemia, Leonardo de Carvalho afirmou que houve um retrocesso reduzido, com total ainda pequeno da população vacinada com a segunda dose da vacina contra a covid-19. De qualquer modo, o pesquisador disse esperar que, ao longo do segundo semestre, a mobilidade continue no processo positivo e que isso abra espaço para recuperação dos segmentos de serviços que ainda estão muito abaixo dos níveis pré-pandemia, acarretando efeitos positivos também no mercado de trabalho.

De acordo com a Carta de Conjuntura divulgada hoje pelo Ipea, a recuperação do setor de serviços deve continuar a ser estimulada pelo avanço da vacinação. A Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que a alta de junho para o setor (1,7%) foi a décima segunda variação positiva em 13 meses.

A expansão foi generalizada entre os segmentos, com destaque para os serviços prestados às famílias, (+ 8,1% na margem e 72,7% sobre junho de 2020). No entanto, esse segmento ainda se encontra em patamar 22,8% inferior ao de fevereiro de 2020, antes da pandemia. Para o mês de julho, os pesquisadores estimam que a receita de serviços apresente acomodação, com queda de 1% na série sem efeitos sazonais, atingindo patamar de 14,2% acima do mesmo período do ano passado.

Indústria

Dados divulgados pela Pesquisa Industrial Mensal (PIM-PF) do IBGE indicam que a produção física do setor recuou 2,5% no segundo trimestre deste ano. O destaque positivo foi o segmento das indústrias extrativas, que cresceu 4,8%, estimulado pela alta nos preços internacionais de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado exterior) e pelo crescimento das importações mundiais. Em contrapartida, a indústria de transformação recuou 3,8%, devido à escassez de matéria-prima e ao aumento de custos.

Carvalho disse, entretanto, que as pesquisas de confiança têm mostrado melhora generalizada em termos setoriais ao longo de 2021, de maneira significativa, em patamares que já denotam otimismo. “É uma coisa boa, porque, apesar das restrições que ainda existem no cenário, como a possibilidade de crise hídrica, escassez de matérias-primas para indústria, ainda assim, consegue-se ver uma melhora da confiança dos agentes de maneira geral, sejam empresários ou famílias. O setor de construção é um deles”, afirmou.

O pesquisador lembrou que houve crescimento relevante de crédito imobiliário para pessoa física e jurídica, o que é um bom termômetro para medir como anda a demanda nesse mercado. “São indícios de que o segmento está dando sinais de melhor desempenho”. O Ipea estima que a produção industrial de julho tenha recuado 1% na série sem efeitos sazonais, com alta de 1,4% na comparação com o mesmo período de 2020. Para o segundo trimestre de 2021, o Ipea prevê retração de 0,7% para o setor da indústria, em razão do problema de insumos.

Comércio

A retomada de alguns programas de transferência de renda pelo governo central, que resultam em impacto positivo nas vendas, e a melhora da dinâmica epidemiológica da covid-19 no Brasil em maio e junho ajudam a explicar o crescimento do comércio varejista no segundo trimestre do ano. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do IBGE, as vendas no varejo encerraram o segundo trimestre com alta de 3%. Para julho, a estimativa do Ipea é que o resultado ficará próximo da estabilidade, com pequeno recuo de 0,4%.

Carvalho ponderou que, embora o comércio tenha lidado melhor com as restrições impostas pela pandemia, a migração do consumo que seria gasto em serviços para o comércio de bens pode tirar um pouco o ímpeto do comércio. “Com o setor de serviços se recuperando e voltando às suas atividades normais, esperamos que esse processo se reverta um pouco. Talvez, por esse lado, o comércio de bens perca um pouquinho do seu ímpeto, pela volta do consumo de serviços”. A previsão do Ipea para o consumo de bens e serviços aumentou, passando de 11,7% para 12,5% sobre o segundo trimestre de 2020. Para o resultado anual, o incremento esperado evoluiu de 3,9% para 4,1%.

Agricultura

Para o setor agropecuário, o estudo do Ipea usa as novas previsões de crescimento do PIB agropecuário, que foram divulgadas ontem (26) e mostram redução de 2,6% para 1,7% em 2021. A queda da previsão de crescimento deve-se, principalmente, a uma estimativa menor do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) para a safra de milho, cuja queda evoluiu de -3,9% para -11,3%.

Edição: Nádia Franco

2021-08-30T15:48:43-03:00agosto 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Jornal Floripa – Avon lança central de apoio social para representantes de vendas

Em 2020, o Instituto Avon levantou R$ 1,7 milhão para apoiar mulheres durante a pandemia, atendendo cerca de 5,7 mil representantes ao longo do ano. Em 2021, com os impactos emocionais, físicos, sociais e econômicos causados pela Covid-19, a empresa decidiu lançar sua primeira central de apoio social para suas representantes de venda. A iniciativa, integrada à estratégia da Natura &Co – grupo do qual a Avon faz parte, junto com as empresas Natura, The Body Shop e Aesop -, visa expandir a assistência oferecida a essas mulheres desde o ano passado.

Segundo Ana Carolina Albuquerque, diretora de marketing de relacionamento, a central irá expandir benefícios como o fundo emergencial criado para apoiar financeiramente as representantes com problemas econômicos em decorrência da crise. “Faz parte da essência da Avon cuidar das representantes todos os dias. Ainda mais diante dessa crise humanitária que vivemos. Este ano, reestruturamos e ampliamos nossos serviços assistenciais, estendidos até dezembro, para garantir apoio rápido as profissionais que precisam de suporte.”

Os serviços da central de apoio, oferecidos 24 horas por dia, incluem auxílio câncer, auxílio funerário, auxílio alimentação em casos de vulnerabilidade social e ferramentas de suporte e orientação para mulheres em situação de violência, como a assistente virtual Ângela, um canal de atendimento e denúncia via WhatsApp. Além disso, a plataforma também disponibiliza serviços de assistência social, telemedicina para casos de suspeita ou confirmação de Covid-19 e assistência psicológica – que foi ampliada de quatro para seis sessões gratuitas.

A novidade conversa perfeitamente com as últimas ações da empresa. Ano passado, o Instituto Avon lançou a campanha #IsoladasSimSozinhasNão devido ao aumento do número de casos de violência doméstica durante o isolamento social. Nesse projeto, apoiado por todas as marcas do grupo Natura &Co, o objetivo era auxiliar vítimas de violência, conscientizar a população e promover a doação de auxílio financeiro para abrigos.

Outro pilar da atuação do grupo Natura &Co foi manter a economia circulando da maneira mais segura possível. Para auxiliar suas representantes, a Avon fez um forte investimento em digitalização, visando manter as atividades de forma remota, segura e eficiente. Com novas ferramentas digitais, também foi possível expandir oportunidades de vendas por meio de canais online, como a plataforma de lojas virtuais Avon Conecta.

A digitalização, no geral, foi um ponto forte do avanço da empresa nos últimos meses. Além das plataformas de vendas, foram lançados serviços como a Avon Desenvolve – plataforma com mais de 600 treinamentos virtuais com foco em empreendedorismo, técnicas de vendas, marketing digital e produtos – e o aplicativo Minha Avon, que auxilia representantes no gerenciamento de seus negócios.

As mudanças também facilitam a ingressão de novas representantes, com diminuição do investimento inicial necessário, além de benefícios exclusivos que podem ser estendidos às suas famílias, como descontos especiais em universidades, escolas de idiomas, medicamentos, exames e consultas médicas.

O post Avon lança central de apoio social para representantes de vendas apareceu primeiro em Forbes Brasil.

2021-08-27T11:13:05-03:00agosto 27th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Direct Selling News – Tupperware expande parceria com National Park Foundation por meio de designs inspirados em parques

A Tupperware lançou recentemente quatro produtos por tempo limitado com arte inspirada no Grand Canyon e Arches, Yosemite, Sequoia e Kings Canyon, Shenandoah, Montanhas Rochosas, Blue Ridge Parkway e Olympic.

Nessa parceria ampliada, a Tupperware e a National Park Foundation esperam proteger todos os parques dos Estados Unidos e fornecer aos visitantes opções tangíveis para reduzir o desperdício.

“Na Tupperware, a saúde do nosso planeta é importante para nós”, disse Willevaldo Rodriguez, vice-presidente de marketing da Tupperware Brands. “Essa linha de produtos reutilizáveis ​​foi concebida com nossos parques nacionais em mente e serve como um dos muitos esforços que estamos empreendendo para ajudar a criar um futuro melhor. Acreditamos que o design e a inovação vivem em harmonia com a gestão ambiental, e esses novos produtos são uma demonstração desse compromisso. ”

A Tupperware Brands Charitable Foundation é uma parceira importante da National Park Foundation, prometendo US $ 1 milhão para apoiar o Programa de Resiliência e Sustentabilidade da Fundação. Até o momento, a Tupperware já apoiou a instalação de novas estações de reabastecimento de água, um projeto que desvia cerca de 10 milhões de garrafas plásticas descartáveis ​​de aterros sanitários anualmente, infraestrutura de compostagem e reciclagem e educação para redução de resíduos em todo o Sistema de Parques Nacionais.

“Desde o seu café da manhã até se manter hidratado e energizado durante toda a sua visita, esses novos produtos com o tema do parque inspiram as pessoas a fazerem escolhas mais sustentáveis ​​que ajudam a preservar nossos parques nacionais”, disse Stefanie Mathew, vice-presidente sênior de parcerias corporativas da National Park Foundation . “A National Park Foundation agradece o apoio contínuo e o compromisso compartilhado da Tupperware com soluções ecologicamente corretas.”

2021-08-27T11:02:31-03:00agosto 27th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|
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