Hinode – DTX Week, da HND, é proposta para quem busca vida saudável e equilibrada

Programa da Hinode é focado em bem-estar e novos hábitos

Focada em oferecer produtos que proporcionam bem-estar e auxiliam na saúde e bom funcionamento do organismo, a HND, marca da Hinode, apresenta mais uma opção para quem deseja iniciar hábitos saudáveis ainda este ano.

O kit DTX Week chega com a proposta “Mais leve, do seu jeito”, sendo 1º passo para uma rotina equilibrada indo além de uma dieta para perder peso, se transformando em um verdadeiro estilo de vida.

O kit conta com uma unidade de Shake H-Control Baunilha de 300g, 5 sachês de Chá HND Frutas Vermelhas e 5 sachês de Chá HND Limão. Seja qual for o objetivo, o programa oferece uma experiência de 5 dias para quem busca retomar ou adotar um estilo de vida mais leve, com a sugestão de substituição do café da manhã e jantar pelo shake e os chás para complementar a hora do lanche, aliando sempre essa nova alimentação com refeições balanceadas, atividade física frequente e boa hidratação.

O DTX Week apresenta produtos zero açúcar, glúten free, além de ser rico em proteínas, ferro e vitamina C.

A linha de Shakes H-Control HND possui fórmula exclusiva, que combina alta densidade de nutrientes e 23 vitaminas e minerais, com um blend de proteínas e carboidratos de baixo índice glicêmico e alto valor biológico que promovem a saciedade por mais tempo. Além disso, o Shake HND é rico nas principais vitaminas e minerais que nosso corpo necessita.

Já os Chás HND possuem ingredientes com propriedades termogênicas, antioxidantes e diuréticas, como chá verde, gengibre e guaraná, que são capazes de promover maior queima de gordura, auxiliando no processo de emagrecimento.

O Kit DTX Week está disponível no e-commerce da marca, www.hinode.com.br e com os consultores oficinais, pelo valor de 99,90 reais.

Sobre HND

A marca do Grupo Hinode foi lançada em 2016 e é focada em produtos de suplementos nutricionais, performance e bem-estar, reunindo tecnologia para aqueles que buscam uma vida mais saudável e equilibrada. O portfólio conta com 36 produtos, divididos em categorias que abrangem controle de peso, chás, nutricosméticos e bebidas, todos necessários para manter uma vida saudável e uma dieta balanceada.
Hoje, a marca representa 15% nas vendas de todo o grupo, sendo que os itens são desenvolvidos em parceria com profissionais da saúde, laboratórios e empresas especializadas, tornando a HND referência no Brasil.

2021-11-30T11:17:49-03:00novembro 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Exame – Natura cresce portfólio vegano e chega a 90% dos produtos

A cera de abelha, por exemplo, já não é empregada em novas formulações, mas é o último componente não-vegano que ainda integra o portfólio da Natura; entenda o processo de inovação da marca de cosméticos

A fabricante de cosméticos Natura alcançou a marca de 90% de produtos veganos em todo seu portfólio, um aumento de seis pontos percentuais em comparação com 2020.

O resultado ocorre após um processo de revisão, conduzido ao longo do último ano, que abrangeu por completo a cadeia de fornecimento da empresa para garantir a não-utilização de ingredientes de origem animal no fornecimento ou no processo de obtenção das matérias-primas.

Para isto, toda a rede de parceiros da empresa foi mobilizada para buscar ingredientes que pudessem cumprir com todos os requisitos para serem considerados veganos.

“Esse movimento foi muito positivo e engajador porque estimulou todos os nossos parceiros a aprimorar seus próprios processos e cadeias, assegurando a não-utilização de nenhum ingrediente não-vegano”, diz Roseli Mello, líder global de pesquisa e desenvolvimento da Natura.

A cera de abelha, por exemplo, já não é empregada em novas formulações, mas é o último componente não-vegano que ainda integra o portfólio da marca em alguns itens como batons e máscaras de cílios, por exemplo.

“Temos um pipeline previsto para substituir completamente a cera de abelha em todos os nossos produtos nos próximos anos. É um compromisso já assumido, que exige um trabalho de inovação e de pesquisa em todo o mundo para encontrar os ingredientes ideais que apresentem as mesmas propriedades estruturantes de forma a manter a qualidade”, diz Mello.

Inovações 

O movimento ocorre em um processo mais acelerado de inovações, conforme aponta o índice que mede a participação da venda de produtos lançados versus os produtos vigentes do portfólio, e chegou a 67,1% em 2020, o mais alto desde 2015. Somente no ano passado, a marca depositou 38 novas patentes no mercado e lançou mais de 200 produtos no Brasil.

Por conta disto, a Natura saltou de 84% do portfólio composto por produtos veganos em agosto, para 90% em novembro. A aceleração se dá também pela inauguração do mais moderno parque tecnológico da Natura da América Latina, em março do ano passado, em Cajamar, no interior de São Paulo.

“Assim há a melhor infraestrutura de dados, uso de inteligência artificial e mais. Além disto, foram intensificadas as práticas de gestão focadas em metodologias ágeis”, diz Mello.

Metodologias alternativas inéditas

Um dos atributos relevantes para a definição de vegano é a não realização de testes em animais. Nesse sentido, o avanço no índice de produtos veganos do portfólio da Natura vem acompanhado pelo desenvolvimento de metodologias substitutivas a testes em animais, algumas inéditas no Brasil.

Sendo que, a Natura não testa em animais desde 2006 e conta com a certificação do Programa Leaping Bunny, da Cruelty Free International, e da PETA (People for the Ethical Treatment of Animals). Além disso, toda a cadeia produtiva é certificada com verificação por partes terceiras independentes, como a Union for Ethical BioTrade (UEBT).

“Matérias-primas e ingredientes cosméticos já consagrados no mercado possuem uma bibliografia abundante de dados e histórico de uso. Mas, quando avaliamos ativos como a Ucuuba ou o Tucumã, por exemplo, que são manteigas e óleos para as quais não há literatura disponível, precisamos adaptar ou até mesmo criar metodologias em laboratório que, futuramente, poderão ser difundidas internacionalmente”, diz Kelen Fabiola Arroteia, gerente científica de segurança humana e métodos alternativos e responsável pela plataforma de testes in vitro e in silico da Natura.

Para cada matéria-prima, são usadas atualmente cerca de 14 metodologias in vitro diferentes em uma única bateria de avaliação de segurança. Hoje, o processo para cada novo ingrediente tem uma duração média de até oito meses — antes os processos eram de até dois anos.

Um dos modelos de avaliação de segurança mais disruptivos adaptados pela Natura se chama human-on-a-chip, no qual são combinados miniórgãos biofabricados em laboratório e que mimetizam tecidos de órgãos humanos, criando um sistema microfisiológico que reproduz o funcionamento do organismo.

O sistema miniaturizado é ativado por um fluxo de líquidos e soluções entre os miniórgãos que imita a circulação sanguínea e permite aos cientistas avaliar o efeito de um novo produto ou matéria-prima.

A novidade desenvolvida pela equipe de P&D da Natura é a adaptação desse modelo para avaliar a toxicidade sistêmica de um ingrediente cosmético – as cientistas conseguem avaliar seus efeitos tanto dentro do corpo (órgãos) quanto fora (pele) ao mesmo tempo.

Outra metodologia é o cultivo de folículos de cabelo em laboratório, que permite alcançar uma resposta dos efeitos e benefícios de novos ingredientes muito próxima daquela obtida em testes em voluntários. “Testamos os ingredientes ativos dos produtos no cabelo e no couro cabeludo, com foco em crescimento dos fios. Futuramente, queremos expandir para outras aplicações, como oleosidade e queda de cabelo”, afirma Carla Scavanez, gerente científica responsável pela aplicação do modelo.

Também como parte do esforço para ampliar os modelos substitutivos, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a Natura trouxe para seus laboratórios a tecnologia de impressão 3D de tecidos, chamada de bioimpressora, inaugurando uma plataforma própria com a qual produz modelos de peles com maior complexidade estrutural em condições mais padronizadas.

“São vários métodos que coexistem e se combinam para termos uma resposta em relação à eficácia e segurança. E agora fazemos isso em maior volume e em menos tempo com a adoção de metodologias computacionais”, acrescenta Kelen, em referência à equipe que aplica modelos preditivos há mais de uma década na Natura e que, desde o ano passado, se consolida em uma nova área.

Chamada Biodata Lab, a área reúne especialistas em ciência computacional, big data, machine learning e inteligência artificial para ampliar a capacidade de testes alternativos da empresa em ativos da sociobiodiversidade brasileira, hoje executados em larga escala com o auxílio de uma plataforma baseada em computação na nuvem.

A área detém ainda metodologias próprias para acelerar a inovação, reduzindo custos e tempo de testagem. A composição química de algumas matérias-primas é tão complexa que pode chegar a ter mais de cem compostos. Através da identificação da assinatura molecular de cada uma no computador, a Natura consegue predizer potenciais mecanismos, benefícios ou aspectos de segurança que esse ativo poderia induzir, reduzindo a necessidade de testes em laboratório.

2021-11-30T11:16:18-03:00novembro 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Contas públicas fecham outubro com saldo positivo de R$ 28,195 bilhões

Esse foi o maior superávit para o mês desde 2016

Com o crescimento da arrecadação e a redução das despesas geradas pela pandemia de covid-19, o Governo Central, formado por Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central, registrou superávit de R$ 28,195 bilhões, em outubro. Esse foi o maior resultado positivo para o mês desde outubro de 2016, quando foi registrado superávit primário de R$ 51,756 bilhões (valor corrigido pela inflação). A informação foi divulgada hoje (29) pela Secretaria do Tesouro Nacional.

O resultado primário é formado por receita menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

Em outubro do ano passado, o Governo Central registrou déficit de R$ 3,783 bilhões (valor corrigido pela inflação). De acordo com o Tesouro, em outubro de 2021 comparado a igual mês do ano passado, houve um aumento real (descontada a inflação) de 5,9% (crescimento de R$ 8,7 bilhões) da receita líquida e um decréscimo real de 15,4% (menos R$ 23,3 bilhões) das despesas totais.

“A diminuição nas despesas primárias em outubro de 2021 em comparação com o mesmo mês do ano anterior foi influenciada principalmente pela redução nos gastos em resposta aos efeitos socioeconômicos da crise provocada pela covid-19”, diz relatório do Tesouro Nacional.

Os créditos extraordinários e o apoio financeiro a estados e municípios apresentaram redução de R$ 22,8 bilhões e de R$ 4 bilhões, respectivamente, quando comparados a outubro de 2020. Por outro lado, naquele mês de 2020 houve devolução à União de R$ 6,8 bilhões destinados ao Programa Emergencial de Suporte a Empregos (Pese), evento sem equivalente em outubro de 2021, acrescentou o Tesouro.

Com o número de outubro, o resultado acumulado em dez meses totaliza um déficit primário de R$ 53,404 bilhões, ante saldo negativo de R$ 767,421 bilhões (valor corrigido pela inflação) no mesmo período de 2020. Esse foi menor resultado negativo acumulado de janeiro a outubro desde 2015, quando ficou em R$ 51,587 bilhões.

Meta

Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estabelece meta de déficit de R$ 247,1 bilhões para o Governo Central, mas projeto de lei aprovado no fim de abril permite o abatimento da meta de até R$ 40 bilhões de gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19.

Dívida pública

O Tesouro Nacional também divulgou hoje o Relatório de Projeções da Dívida Pública. Segundo o relatório, a Dívida Pública do Governo Geral (DBGG) deve fechar 2021 com uma queda superior a 8 pontos percentuais do PIB (Produto Interno Bruto – soma de todos os bens e serviços produzidos no país) em relação a 2020, “o que mostra reversão importante do aumento registrado no ano anterior em decorrência da queda de arrecadação e das medidas fiscais de enfrentamento à pandemia da covid-19”.

A previsão é que a DBGG termine 2021 em 80,6% do PIB. “De 2022 em diante, espera-se uma redução gradual nesse indicador, que atingiria um patamar de 76,6% do PIB em 2030. Essa trajetória é fruto, basicamente, do efeito do crescimento do PIB nominal e dos superávits primários esperados a partir de 2024”.

Edição: Valéria Aguiar

2021-11-30T11:14:20-03:00novembro 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – CNI: 82% das pequenas indústrias já inovaram pelo menos uma vez

Pesquisa foi feita com executivos de 500 indústrias de pequeno porte

As pequenas empresas consideram a inovação como uma estratégia para manterem-se no mercado, mas ainda encontram dificuldades para inovar. É o que revela pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), realizada pelo Instituto FSB Pesquisa com executivos de 500 indústrias de pequeno porte (de 10 a 49 empregados). De acordo com os dados, 82% dessas empresas inovaram pelo menos uma vez nos últimos três anos.

No entanto, segundo a CNI, apesar de a grande maioria ter inovado, em geral as pequenas empresas ainda não têm estrutura para tornar a inovação uma atividade contínua. Segundo a pesquisa, 68% não possuem uma área de inovação e 76% não têm orçamento específico para inovação nem profissionais dedicados exclusivamente a esse fim. Mas para 57% dos executivos, a importância que a empresa dá para a inovação é alta ou muito alta.

Pandemia

Os números mostram ainda que, durante a pandemia de covid-19, 68% das pequenas indústrias inovaram e tiveram ganhos de lucratividade, produtividade e competitividade.

De acordo com a pesquisa, 45% das empresas apontaram que aumentou a dificuldade para inovar no período de covid-19, enquanto 19% consideram que a dificuldade para inovar no período diminuiu. Para 36%, ficou igual.

Entre as principais dificuldades para inovar durante a pandemia destaca-se o acesso a recursos financeiros de fontes externas à empresa, o que foi declarado por 20%. Na sequência, aparecem a dificuldade para contratar profissionais (9%); para obter mão de obra qualificada (6%), de orçamento na empresa (6%); e de acesso à cadeia de fornecedores (5%).

Do universo de 500 pequenas indústrias entrevistadas, 78% sentiram impacto da pandemia sobre seus negócios, sendo que 27% disseram ter sido muito prejudicadas; 14% prejudicadas; 17% mais ou menos prejudicadas; e 20% um pouco prejudicadas. Para 55% dos executivos, a cadeia de fornecedores foi o primeiro ou segundo aspecto mais impactado pela pandemia, seguido pelas vendas (50%) e pela relação com os trabalhadores (19%).

Segundo a CNI, a pesquisa revela também que 45% das pequenas empresas tiveram mais dificuldades em inovar devido à pandemia. No entanto, para 19% que considerava difícil inovar, o processo melhorou na pandemia. Os executivos consideram as parcerias importantes para inovação em suas empresas. Para eles, os principais parceiros para inovar são: fornecedores (16%), bancos (15%) e outras empresas (11%).

A inovação é considerada essencial por 68% das pequenas empresas que não fizeram inovação nesse período. Pensando num mundo pós-pandemia, 80% afirmam que terão que investir em inovação para crescerem ou se manterem no mercado. As regiões Nordeste (93%) e Sul (81%) são as que mais acreditam na inovação para o futuro das empresas.

Avanços das tecnologias

Considerando os avanços da tecnologia no período da pandemia, 78% das empresas avançaram, em algum nível, na adoção de novas tecnologias digitais. Com isso, 49% das empresas ampliaram o volume de vendas durante a pandemia, 47% estão produzindo com mais eficiência e 46% ampliaram o volume de produção.

De acordo com a CNI, os executivos destacaram, ainda, que a relação com o cliente e o marketing são os itens prioritários para o pós-pandemia. Já para os próximos três anos, as prioridades serão a ampliação do volume de vendas, a produção com menos custos e mais eficiência, além do aumento do volume de produção.

Trabalho remoto

Na pandemia, 43% das empresas adotam o trabalho remoto. As regiões Nordeste e Sudeste foram as que mais tiveram empregados em trabalho remoto: 52% e 45% das empresas, respectivamente.

Das empresas que adotaram o home office, 35% vão manter esse modelo em definitivo no pós-pandemia, enquanto outras 65% dizem que não pretendem aderir a esse modelo de trabalho.

A pesquisa mostra que 45% das pequenas empresas tiveram que investir em ferramentas para condução de reuniões online, 43% investiram em serviços de armazenamento na nuvem e 42% em ferramentas de automação.

Edição: Maria Claudia

2021-11-30T11:12:22-03:00novembro 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Folha de S. Paulo – Natura eleva participação de produtos veganos no portfólio

Empresa diz que pesquisa para eliminar uso de cera de abelha avança

A Natura anuncia nesta semana que elevou em seis pontos percentuais a participação de produtos veganos no portfólio em relação ao ano passado, chegando ao patamar de 90%. A meta é alcançar 100% nos próximos anos.

A empresa diz que o avanço aconteceu após um processo de revisão colocado em prática no último ano em toda a cadeia de fornecimento, desde a obtenção da matéria-prima.

O último componente não vegano que ainda faz parte do portfólio da marca em alguns itens como batons e máscara para cílios é a cera de abelha, considerada um derivado. Segundo a empresa, o trabalho de inovação e pesquisa para a substituição tem avançado, e o insumo já deixou de ser usado em novas formulações.

A Natura afirma que um dos critérios para a definição de vegano é a eliminação do uso de testes em animais, prática que deixou de realizar desde 2006.

com Andressa Motter e Ana Paula Branco

2021-11-29T11:28:55-03:00novembro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Fashion Network – Mahogany e Scarf Me lançam coleção inédita de lenços

A marca de cosméticos Mahogany uniu-se a Scarf, especializada em lenços para o lançamento de uma coleção inédita. Intitulada ‘Exclusive Collection’, a colaboração é composta por três lenços com design inspirado nas embalagens da Mahogany. As estampas dos modelos, que podem ser utilizados como acessório no corpo ou na bolsa, apostam em flores, na mescla de poás e na imagem de um tigre branco.

Brian Drummond, gerente de marketing da Mahogany, conta que a inspiração para as estampas está na verdadeira essência da marca: “A Mahogany é mais do que uma empresa de cosméticos, é um estilo de vida. Nossa consumidora é amante deste universo de cores, alegria e intensidade. Isto a faz sonhar e se transportar para um mundo só seu. A collab com a Scarf Me reforça esta autenticidade, externando este jeito de Ser Mahogany”.

Com o lançamento, as empresas almejam agregar ainda mais valor às marcas. “Além da estética impecável dos lenços, acreditamos que moda e beleza estão mais unidas do que nunca e se mesclam de forma elegante. Além disso, o timing de lançamento é perfeito, dada a aproximação do Natal. Assim, trazemos opções de presentes perfeitas aos nossos consumidores”, destaca Daniel Rosset, sócio fundador da Scarf Me.

As peças da Exclusive Collection estão disponíveis em todas as lojas físicas da Mahogany ao redor do país, através dos consultores independentes de venda direta, e no e-commerce da marca, por R$ 110,00.

2021-11-29T11:26:07-03:00novembro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Revista PEGN – Na semana da Black Friday, visitas às lojas virtuais crescem 42%, mostra pesquisa

O levantamento da Black Friday foi feito com base no tráfego dos principais sites de comércio eletrônico no Brasil

As visitas às principais lojas virtuais do Brasil cresceram 42,24% na semana da Black Friday em comparação aos sete dias anteriores, de acordo com levantamento feito pela Conversion e divulgado neste domingo, 28.

De acordo com a análise, o grande volume de audiência deste ano reflete, na verdade, um movimento de alta do comércio eletrônico brasileiro que vem ocorrendo nos últimos meses.

Somente no mês de outubro, os principais sites brasileiros de comercialização de produtos e serviços receberam um total 1,69 bilhão de acessos, aumento de 1,58% em relação ao mês anterior, segundo a pesquisa da Conversion.

O levantamento da Black Friday foi feito com base no tráfego dos principais sites de comércio eletrônico no Brasil, por meio da ferramenta de análise SimilarWeb. O período analisado foi de 20 a 26 deste mês, comparados aos sete dias imediatamente anteriores.

2021-11-29T11:21:56-03:00novembro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Turismo nacional deve encerrar o ano com crescimento de 16%

A estimativa de faturamento é de R$ 130 bilhões, diz FecomercioSP

O turismo brasileiro deve terminar o ano com crescimento de 16% e faturamento de R$ 130 bilhões, 22% inferior ao registrado no período pré-pandemia, de acordo com dados do levantamento do Conselho de Turismo (CT) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

Os segmentos que registraram os resultados mais expressivos, a partir do quarto mês do ano, foram os de transporte aéreo, com alta anual de 83,9% e serviços de alojamento e alimentação, que teve elevação de 61,9%. “No entanto, a base de comparação explica o resultado, pois, esses foram os setores que mais sofreram o impacto da crise em 2020, estando, também, abaixo do patamar de abril de 2019”, diz a FecomercioSP.

Segundo os dados, a demanda dos passageiros aéreos atingiu nível superior a 6 milhões em julho, mantendo-se no mesmo nível nos meses seguintes. Até junho esses números estavam menores do que 5 milhões de pessoas. A perspectiva da Fecomercio é a de que o transporte aéreo encerre o ano com faturamento de R$ 37,8 bilhões, o que representa um crescimento anual de 30,5%. “Porém, ainda 36% abaixo do nível de 2019. Já o resultado projetado do último trimestre deve ser 12% menor em relação ao mesmo período do ano pré-pandemia”, estima a entidade.

O transporte rodoviário (intermunicipal, interestadual e internacional), que apresentou quedas relativamente modestas no início do ano, deve encerrar 2021 com alta de 9% e faturamento de R$ 17,7 bilhões (5,1% abaixo do patamar de 2019). Para o transporte aquaviário, a projeção de alta é 8,4% (R$ 467 milhões em valores absolutos).

Para o grupo de locação de veículos, agência e operadoras de turismo, a expectativa é que haja aumento no faturamento de 4,2%, chegando a R$ 29 bilhões. Na comparação com 2019, o nível ainda é 8,5% abaixo do obtido. Embora negativo, é um dos resultados relativos mais favoráveis entre os setores analisados pelo levantamento. O último trimestre deve registrar um ritmo de crescimento de 7%.

Os dados indicam ainda que o grupo de alimentação e alojamento deve registrar alta de 15,9%, com faturamento de R$ 25 bilhões, um quadro ainda negativo quando comparado ao ano de 2019, quando a alta foi de 26%.

Para as atividades culturais, recreativas e esportivas, a projeção para a segunda metade do ano é aumento de 11,7%, encerrando 2021 com alta de 1,9%. No primeiro semestre de 2021 houve queda de 7,4% nesse grupo. “Como este grupo depende, essencialmente, do número de pessoas completamente imunizadas, com o ritmo de vacinação bem estabelecido, a tendência é que haja cada vez mais aumento de público e atividades no próximo ano, dando condições para uma recuperação mais robusta”, diz a FecomercioSP.

Impacto da inflação no turismo

Apesar de os números apontarem para um bom desempenho no início de 2022, o processo inflacionário, que impacta tantos as famílias como as empresas, pode limitar um crescimento mais expressivo do setor no próximo ano, embora o dólar alto ainda mantenha a atratividade do turismo doméstico, que passou a ser “descoberto” por muitos brasileiros.

Segundo a presidente do CT da FecomercioSP, Mariana Aldrigui, a pressão da inflação no orçamento das famílias é, e continuará sendo, o fator mais importante a ser observado no próximo ano, principalmente a partir de março, quando a demanda começa a diminuir. “Infelizmente, como em outros momentos relevantes para o turismo, fez-se muito pouco em termos de investimentos, oferta de crédito e estímulo à inovação, o que deixa o Brasil ainda mais dependente de seu mercado interno”, analisou.

O levantamento, com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aponta que o setor tem enfrentado inflação de 16,75% nos últimos 12 meses. Esta variação é superior à média do Índice de Preços do Consumidor Amplo (IPCA), de 10,67%. Isto é, há um avanço real de preços do turismo de 5,49%. As passagens aéreas são as principais responsáveis pela alta. Em 12 meses, o preço aumentou 50,11%, resultado da demanda reprimida pela pandemia e do aumento de custos, sobretudo do querosene (QAV), que subiu 90%, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo (ANP).

Segundo as análises da FecomercioSP, a alta do combustível e da energia elétrica deve impactar outras atividades importantes do setor, como hotéis e translados, que repassarão os custos aos consumidores e aos pacotes turísticos, pressionando os valores nos próximos meses. Embora algumas atividades ainda não repassem a inflação para o preço final (caso da hospedagem, que teve aumento médio de preços de 4,44%), como o processo inflacionário atual é estrutural, o ajuste é questão de tempo e deve continuar, pelo menos, até metade do próximo ano.

“O resultado não surpreende, uma vez que já se previa um aumento considerável da demanda, que esteve reprimida ao longo dos últimos 18 meses. Os aumentos generalizados nos insumos de todos os setores também colaboram com a elevação dos preços, e é provável que a curva de aumento siga ascendente nos próximos meses (pelo menos até o carnaval), podendo ser revertida somente em caso de queda acentuada na demanda”, disse Aldrigui.

Edição: Valéria Aguiar

2021-11-29T11:16:28-03:00novembro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Atividade econômica cresceu 2% em outubro, mostra novo indicador

Ministério da Economia passará a divulgar estimativa todos os meses

A atividade econômica cresceu 2% em outubro na comparação com o mesmo mês do ano passado. A estimativa consta do Indicador de Atividade Econômica (IAE), lançado hoje (25) pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Economia.

A expansão foi puxada pelos serviços de informação, cuja atividade cresceu 8,4% em relação a outubro do ano passado. Em seguida, vieram os transportes, com expansão de 7,2%, e a categoria outros serviços, com alta de 6,5%. Em contrapartida, a indústria de transformação registrou contração de 4,9%, e o comércio encolheu 3,3% na mesma comparação.

Com a previsão de ser divulgado todos os meses, o IAE compara alguns dados econômicos divulgados diariamente para traçar uma estimativa de quanto a atividade cresceu ou contraiu em cinco setores da economia em relação ao mesmo mês do ano anterior. Entre os dados usados no indicador, estão os valores de notas fiscais da Receita Federal e das Receitas Estaduais, a variação do consumo de energia elétrica e estatísticas de mobilidade no trânsito urbano, em estradas e aeroportos.

De acordo com o Ministério da Economia, o indicador pretende antecipar, de um a dois meses, a divulgação de indicadores relacionados ao desempenho da economia. Até agora, o indicador mais confiável para traçar previsões para o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos) se baseava em pesquisas mensais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e só fornecia dados com três meses de defasagem.

Segundo a SPE, o indicador pretende fornecer um termômetro para o PIB, mas sem traçar previsões para o comportamento da economia. A ideia é apenas mostrar se a atividade econômica está crescendo ou encolhendo para basear a tomada de decisões pelo Ministério da Economia.

O IAE será o segundo indicador oficial a fornecer dados sobre a atividade econômica. Desde 2003, o Banco Central divulga todos os meses o Índice de Atividade Econômica (IBC-Br), que reúne dados de produção, de importações, de impostos e de subsídios sobre os produtos para estimar o desempenho mensal da agropecuária, da indústria e dos serviços. Para eliminar oscilações típicas na atividade econômica em determinadas épocas do ano, o IBC-Br tem ajuste sazonal dos dados.

Edição: Maria Claudia

2021-11-26T11:30:07-03:00novembro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Banco Central regulamenta Pix Saque e Pix Troco

Novas modalidades estarão disponíveis na próxima segunda-feira

O Banco Central (BC) alterou o regulamento do Pix, sistema de pagamentos instantâneos, para incluir as modalidades de saque e de troco. A resolução foi publicada hoje (26) no Diário Oficial da União.

As modalidades estarão disponíveis a partir da próxima segunda-feira (29). Segundo o BC, a oferta dos dois novos produtos aos usuários da ferramenta é opcional, cabendo a decisão final aos estabelecimentos comerciais, às empresas proprietárias de redes de autoatendimento e às instituições financeiras.

Pix Saque

O Pix Saque permitirá que os clientes de qualquer instituição participante do sistema realizem saque em um dos pontos que ofertar o serviço.

Estabelecimentos comerciais, redes de caixas eletrônicos compartilhados e participantes do Pix, por meio de seus serviços de autoatendimento próprios, poderão ofertar o serviço. Para ter acesso aos recursos em espécie, o cliente fará um Pix para o agente de saque, em dinâmica similar à de um Pix normal, a partir da leitura de um QR Code ou a partir do aplicativo do prestador do serviço.

Pix Troco

No Pix Troco, a dinâmica é praticamente idêntica. A diferença é que o saque de recursos em espécie pode ser feito durante o pagamento de uma compra ao estabelecimento. Nesse caso, o Pix é feito pelo valor total, ou seja, da compra mais o saque. No extrato do cliente aparecerá o valor correspondente ao saque e à compra.

Limite

O limite máximo das transações do Pix Saque e do Pix Troco será de R$ 500,00 durante o dia, e de R$ 100,00 no período noturno (das 20h às 6h). De acordo com o BC, haverá, no entanto, liberdade para que os ofertantes dos novos produtos do Pix trabalhem com limites inferiores a esses valores caso considerem mais adequado aos seus fins.

Tarifas

De acordo com o BC, não haverá cobrança de tarifas para clientes pessoas naturais (pessoas físicas e microempreendedores individuais) por parte da instituição detentora da conta de depósitos ou da conta de pagamento pré-paga para a realização do Pix Saque ou do Pix Troco para até oito transações mensais.

Para o comércio que disponibilizar o serviço, as operações do Pix Saque e do Pix Troco representarão o recebimento de uma tarifa que pode variar de R$ 0,25 a R$ 0,95 por transação, a depender da negociação com a sua instituição de relacionamento.

“A oferta do serviço diminuirá os custos dos estabelecimentos com gestão de numerário, como aqueles relacionados à segurança e aos depósitos, além de possibilitar que os estabelecimentos ganhem mais visibilidade para seus produtos e serviços (‘efeito vitrine’)”, diz o BC.

Edição: Graça Adjuto

2021-11-26T11:28:17-03:00novembro 26th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
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