Agência Brasil – Indicador de Incerteza da Economia da FGV cai sete pontos, em dezembro

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV), caiu sete pontos em dezembro, passando para 122,3 pontos. Com essa terceira queda consecutiva, o indicador está 7,2 pontos acima do nível de fevereiro de 2020 (115,1 pts), último mês antes da chegada da pandemia do novo coronavírus ao país.

A economista do Ibre-FGV Anna Carolina Gouveia explicou que a terceira queda consecutiva do IIE-Br foi impulsionada por seus dois componentes, de Mídia e de Expectativa, que desde julho deste ano não registravam queda simultânea. Segundo Anna Carolina, o resultado reflete a continuidade da melhora dos indicadores da covid-19 no Brasil, já levando em conta a disseminação, até o momento moderada, da variante Ômicron no país. Reflete, ainda, “a menor dispersão, se comparado ao mês anterior, das previsões de especialistas para os cenários de variáveis macroeconômicas em 2022”.

A economista apontou que o IIE-Br termina 2021 acima dos 120 pontos, nível ainda insatisfatório para o indicador. “Os próximos resultados de curto prazo dependerão da evolução, principalmente, da nova variante do coronavírus no Brasil”, afirmou.

Os dois componentes do Indicador de Incerteza caminharam no mesmo sentido em dezembro. O componente de Mídia caiu cinco pontos, para 117,6 pontos, menor nível desde maio de 2021 (117 pontos) e contribuiu de forma negativa em 4,4 pontos para o índice agregado. O IIE-Br Mídia se baseia na frequência de notícias com menção à incerteza nas mídias impressa e online, e é construído a partir das padronizações individuais de cada jornal.

O componente de Expectativa, que mede a dispersão nas previsões de especialistas para variáveis macroeconômicas, caiu 12,2 pontos, para 131,8 pontos, interrompendo a sequência de altas iniciada em agosto deste ano. Este componente contribuiu também negativamente em 2,6 pontos para a evolução na margem do IIE-Br.

2021-12-30T09:22:07-03:00dezembro 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

E-commerceBrasil – 2022 e os desafios para o e-commerce

Com a consolidação do e-commerce como um formato de compra seguro e eficiente, o ano de 2022 promete ser ainda mais ativo aos empreendedores online. À essa altura, o maior desafio é certamente manter a experiência de consumo do cliente e proporcionar experiências de compra cada vez mais integradas e orgânicas para o cliente.

Neste artigo, vou falar sobre o futuro breve do e-commerce e as tendências e os desafios esperados para o setor em 2022.

O que mudou no e-commerce nos últimos anos?
Essa é uma pergunta bastante ampla se pensarmos em cápsulas de tempo. Nos últimos anos, a transformação digital fez uma grande revolução e muitas pessoas passaram a fazer as suas primeiras compras online.

Com o passar do tempo e com a vinda da pandemia em 2020, o comportamento de consumo mais uma vez muda e o e-commerce passa a ser, por alguns períodos, a maneira mais segura de realizar uma compra.

As mudanças foram muitas, e a expansão dos lojistas, marketplaces, canais de venda e redes sociais criou um mundo completamente virtual de consumo, e que supre boa parte do desejo de compra dos clientes.

Os desafios e as oportunidades
Com tantas transformações, o ano de 2022 vem com grandes oportunidades para quem já está inserido no e-commerce. E o cliente passa a ter cada vez menos distinção da loja física e online e passa a ver o produto como uma experiência de compra única. A experiência passa da loja física à virtual sem alterar a experiência, sempre pensando qual o melhor formato para o cliente.

Conforme um estudo da Minsait, os brasileiros são os que mais usam cartão de crédito na América Latina, principalmente no e-commerce. Para o lojista, o desafio é também realizar a venda e receber o valor após o período do cartão.

As principais tendências de 2022
Você deve preparar os seus canais de venda para as tendências de mercado. Algumas das principais para 2022 são:

Apps
Conforme pesquisas, 90% do uso da internet é gasto em apps. Por conta da difusão dos smartphones e da popularização do mobile, boa parte do tráfego na web é gerada pelos apps. Por isso, é importante a loja ou canal de venda dispor de mecanismos que facilitem a jornada de compra — como chat, pagamentos, compras, serviço de delivery e jogos — em um mesmo canal.

Live Commerce
A pandemia também trouxe maior interação online, através de lives que aproximaram mais artistas e pessoas famosas do público. O comércio também aproveitou a onda para fazer as chamadas “live commerces”, que são apresentações online ao vivo que realizam vendas diretas.

O fenômeno veio pra ficar e a previsão é que até 2023 o formato persista e impulsione as compras online em tempo real. No Brasil, a Black Friday trouxe live commerces de grandes marcas, movimentando o comércio online de forma explosiva. Neste caso, mesclou entretenimento e consumo de maneira fluida, aumentando assim o engajamento do público com a marca.

Entrega imediata
A velocidade na entrega da mercadoria é um dos diferenciais mais disputados pelos lojistas virtuais. Isso porque a experiência de consumo está diretamente associada à agilidade da entrega. Grandes players como Mercado Livre e Amazon estão aumentando investimentos em fulfilment para tornar o processo cada vez mais rápido.

Isso ocorre porque os espaços de estoque, preparação dos pedidos, emissão de nota fiscal e entrega parte de pontos dissociados no país, a fim de estar mais próximo das regiões (e não centralizados). A entrega mais rápida aumenta e fideliza os consumidores.

Comando de voz
Essa é uma tendência que vem se falando bastante nos últimos anos e tem aumentado conforme a tecnologia vai evoluindo. O chamado voice commerce já representa 40% das transações de e-commerce, seja em uma parte de pesquisa ou finalização de compras. Trata-se de uma tecnologia que complementa a estratégia omnichannel.

Marketing de influência
Os influenciadores digitais se fortalecem a cada ano, com milhões de seguidores ou com públicos mais restritos, porém fidelizados. O marketing de influência continua sendo uma tendência importante para o ano de 2022. Isso porque promove engajamento, cliques nos produtos, interação com as marcas e, por consequência, aumento de vendas. A produção de conteúdo online aumenta os números de conversão da marca e transmite maior confiança ao público.

Sem dúvida, 2022 virá com mais tecnologia e experiências de consumo voltadas ao e-commerce. É preciso estar preparado para que as vendas ocorram em múltiplos canais. Para tanto, uma alternativa é conar com um sistema de gestão ERP online. Afinal, com uma única plataforma é possível cadastrar produtos, integrar aos canais de venda, emitir notas fiscais e boletos e promover uma logística de entrega integrada.

2021-12-30T09:19:38-03:00dezembro 30th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Folha de SP – Renda média do trabalho atinge menor patamar em quase uma década no Brasil

Após a destruição de empregos na fase inicial da pandemia, a reabertura de vagas vem sendo marcada por salários mais baixos no Brasil. Sinal disso é que, no trimestre encerrado em outubro de 2021, quando a taxa de desemprego recuou para 12,1%, a renda média do trabalho voltou a cair e atingiu o menor nível em quase dez anos no país.

Essa é uma das conclusões da Pnad Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), cujos dados foram divulgados nesta terça-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No trimestre até outubro, a renda média real, habitualmente recebida pelos trabalhadores ocupados, foi estimada em R$ 2.449 por mês. É o valor mais baixo de todos os trimestres da série histórica do IBGE, iniciada em 2012.

Na comparação com o trimestre anterior, finalizado em julho de 2021, a queda no rendimento foi de 4,6%. Em relação a igual intervalo de 2020 (agosto a outubro), a retração foi ainda maior, de 11,1%.

Os dados do instituto levam em conta a inflação, que ganhou força ao longo de 2021, rompendo a barreira de dois dígitos no acumulado de 12 meses.

A disparada dos preços é justamente um dos fatores que reduzem a renda média e o poder de compra da população ocupada, indicou a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

Além da pressão inflacionária, a criação de vagas com salários mais baixos, em grande parte associada ao mercado informal, também ajuda a explicar o rendimento inferior, de acordo com a analista.

“A expansão da ocupação não tem sido acompanhada pelo crescimento do rendimento”, afirmou Adriana.

O economista Daniel Duque, pesquisador do FGV Ibre (Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas), classifica como “bem ruim” o cenário para a renda dos trabalhadores.

“Isso vem tanto pela inflação mais alta quanto pela recuperação de postos de trabalho como os por conta própria e informais”, observa.

Pela série do IBGE, o maior rendimento médio foi registrado no país entre maio e julho de 2020: R$ 2.799. À época, a fase inicial da crise sanitária afastou do mercado principalmente os trabalhadores com menor remuneração, dizem analistas.

Assim, a renda de quem conseguiu permanecer empregado subiu na média. Além disso, a inflação estava em nível inferior ao atual, impactando menos o bolso dos brasileiros.

“A mistura de atividade econômica fraca e inflação persistente jogou a renda para baixo. O rendimento é o menor da série, um problema seríssimo. Desde 2012, o brasileiro não ganha tão pouco”, analisa o economista-chefe da Necton Investimentos, André Perfeito.

Segundo os dados divulgados pelo IBGE, a taxa de desemprego caiu para 12,1%, no trimestre até outubro, em razão do aumento da população ocupada com algum tipo de trabalho no país. Mesmo assim, 12,9 milhões de profissionais ainda estavam desempregados no período.

Pelas estatísticas oficiais, uma pessoa é considerada desocupada quando não tem trabalho e segue à procura de novas oportunidades. O levantamento do IBGE considera tanto o setor formal quanto o informal.

No trimestre anterior, finalizado em julho de 2021, a taxa de desocupação estava em 13,7%. Um ano antes, entre agosto e outubro de 2020, era de 14,6%.

A taxa de desemprego estimada pelo instituto até outubro de 2021 (12,1%) ficou abaixo das expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam indicador de 12,3%.

Nesse período, a população ocupada com algum tipo de trabalho chegou a 94 milhões de pessoas no país. O crescimento foi de 3,6% (3,3 milhões) frente ao trimestre anterior, até julho.

O setor informal respondeu por mais da metade das novas vagas. Dos 3,3 milhões a mais de ocupados até outubro, frente aos três meses anteriores, 54,1% (1,8 milhão) atuavam sem carteira assinada ou CNPJ.

“Houve momentos em que essa variação da informalidade foi bem maior. Mesmo assim, ainda responde por mais da metade da recuperação da ocupação”, apontou a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

Até outubro, o Brasil tinha 38,2 milhões de informais. O número correspondia a 40,7% da população ocupada (94 milhões) com algum tipo de trabalho. A maior taxa de informalidade da série histórica, iniciada em 2012, foi registrada de maio a julho de 2019 (40,9%).

O IBGE indicou que também houve aumento na população ocupada com algum tipo de vínculo formal. O emprego com carteira assinada, por exemplo, chegou a 33,9 milhões, crescimento de 4,1% frente ao trimestre anterior. Isso significa 1,3 milhão de pessoas a mais —ou cerca de 40% do total de 3,3 milhões a mais de ocupados.

Para Daniel Duque, do FGV Ibre, o desemprego tende a seguir em baixa pelo menos até o primeiro trimestre de 2022. Porém, em seguida, o cenário deve ficar mais complicado, diz o pesquisador. É que, segundo ele, os recentes sinais de fragilidade da economia tendem a atingir o mercado de trabalho com o passar dos meses.

“Há uma demora para os efeitos da economia serem sentidos no mercado de trabalho”, comenta Duque.

No terceiro trimestre de 2021, período com os dados mais recentes à disposição, o PIB (Produto Interno Bruto) recuou 0,1% no Brasil, renovando os sinais de estagnação. Foi a segunda baixa consecutiva.

Em meio a esse cenário, as previsões para o desempenho da atividade econômica em 2022 vêm sendo revisadas para baixo.

Analistas do mercado financeiro passaram a projetar crescimento inferior a 0,5% para o PIB do próximo ano, conforme o boletim Focus, divulgado pelo BC (Banco Central) na segunda-feira (27). A estimativa é de avanço de 0,42%.

 

2021-12-29T08:27:36-03:00dezembro 29th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Confiança do comércio tem queda de 2,7 pontos em dezembro, diz FGV

O Índice de Confiança do Comércio (Icom) caiu 2,7 pontos em dezembro deste ano, na comparação com o mês anterior. Com isso, o indicador, que mede a confiança dos empresários brasileiros do setor, chegou a 85,3 pontos, o menor patamar desde abril deste ano (84,1 pontos), segundo dados divulgados hoje (28) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Em dezembro, cinco dos seis principais segmentos do setor tiveram queda. O Índice da Situação Atual, que mede a confiança no presente, foi o principal responsável pelo recuo do Icom no mês, ao ceder 4,3 pontos e chegar a 84 pontos. O indicador vai de zero a 200.

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, caiu 0,9 ponto e passou para 87,3 pontos. “Apesar da melhora da pandemia, o setor continuando sentindo os efeitos negativos da baixa confiança do consumidor, lenta recuperação do mercado de trabalho, alta inflação e juros em alta”, avalia o economista da FGV Rodolpho Tobler.

2021-12-28T11:37:47-03:00dezembro 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Prejuízo do comércio com feriados será menor em 2022, diz CNC

O comércio varejista brasileiro deve ter, em 2022, um menor prejuízo causado por feriados nacionais, analisou pesquisa divulgada hoje (27) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Dos nove feriados nacionais, dois vão cair em domingos: Dia do Trabalhador (1º de maio) e Natal (25 de dezembro). “Isso faz com que o comércio não incorra em um custo de operação maior”, disse à Agência Brasil o economista da CNC, Fabio Bentes, responsável pelo levantamento. A projeção é que as perdas no comércio com feriados sejam 22% menores em 2022, em comparação a 2021.

Fabio Bentes explicou que custo é esse: “Se houver uma compensação pelo trabalho no feriado, na semana subsequente, o comércio é obrigado a pagar hora trabalhada em dobro”. No caso do comércio, Bentes afirmou que, exceto o Natal, não vale a pena fazer esse regime de compensação na maioria dos feriados. Com sete feriados caindo em dias úteis e em sábados, dia de meio expediente no setor, o peso vai ser menor.

“Deve ser o menor prejuízo com feriados desde 2014, quando o comércio teve seis feriados caindo em dias úteis. Então, a principal razão para esse prejuízo menor é o custo menor da folha no dia trabalhado durante o feriado e a perda daquelas vendas casuais que, de alguma forma, acaba atrapalhando um pouco. Quanto mais feriados você tem caindo de segunda-feira a sábado, maior tende a ser o prejuízo do varejo”, informou o economista.

Efeito calendário

De acordo com a pesquisa, o comércio varejista sofreu um prejuízo de R$ 22,11 bilhões em 2021, com os nove feriados nacionais caindo em dias úteis ou em dias ponte, como terça-feira e quinta-feira. “Isso foi muito ruim para o comércio, que sofreu uma das maiores perdas da série histórica”. Para 2022, a previsão é que as perdas fiquem em torno de R$ 17,25 bilhões. “No ano que vem, acontece o inverso. O efeito calendário vai jogar alguns feriados para domingo, onde o comércio em sua maioria está fechado, e alguns aos sábados, onde o expediente é mais reduzido”.

Fabio Bentes explicou que esse prejuízo, geralmente, é maior nos segmentos altamente empregadores, como hiper e supermercados, que terão R$ 3,33 bilhões de prejuízo, do total de R$ 17,25 bilhões projetados. “Esse é o maior empregador do comércio”. Em segundo lugar, vem o segmento de vestuário e calçados, cuja perda deverá atingir R$ 2,83 bilhões. O terceiro maior prejuízo deve ser observado no comércio automotivo que, embora não seja tão grande empregador, tem o salário médio maior do que a média do varejo. O prejuízo nesse segmento deverá alcançar R$ 2,63 bilhões. “O trabalho durante um feriado ali acaba impactando a rentabilidade, a lucratividade do comércio”. Juntos, esses três segmentos concentram 55% das folhas de pagamento do comércio varejista brasileiro, respondendo por mais da metade (51%) das perdas.

Feriados

Atualmente, o calendário conta com nove feriados nacionais: Dia da Confraternização Universal (1º de janeiro), Paixão de Cristo (Sexta-feira Santa), Tiradentes (21 de abril), Dia do Trabalhador (1º de maio), Independência do Brasil (7 de setembro), Nossa Senhora Aparecida (12 de outubro), Dia de Finados (2 de novembro), Proclamação da República (15 de novembro) e Natal (25 de dezembro). Carnaval e Corpus Christi são considerados dias de ponto facultativo.

Em 2021, excetuando o Dia do Trabalhador e Natal (ambos celebrados em sábados, dia de expediente reduzido no varejo), os demais feriados nacionais ocorreram em dias úteis para o comércio, impactando a rentabilidade do setor. Em 2022, as duas datas cairão em domingos e o Dia da Confraternização Universal será em um sábado, reduzindo a sete o número de feriados em dias úteis.

De acordo com a CNC, cada feriado em dia útil gera um prejuízo R$ 2,46 bilhões ao varejo, reduzindo a rentabilidade anual média do setor comercial como um todo em 1,29%. Considerando todas as atividades econômicas, o feriado nacional provoca impacto de R$ 10,12 bilhões na geração do Produto Interno Bruto (PIB), ou o equivalente a 0,12% do PIB anualizado. Desse modo, a CNC avaliou que os feriados de 2022 deverão impactar o excedente operacional do comércio (lucro líquido) em 9%.

2021-12-28T11:00:17-03:00dezembro 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Folha de SP – Desemprego recua para 12,1% e ainda atinge 12,9 milhões

A taxa de desemprego no Brasil recuou para 12,1% no trimestre encerrado em outubro de 2021. Mesmo com a queda, o país ainda registrou 12,9 milhões de desempregados no período.

Os dados foram divulgados nesta terça-feira (28) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

No trimestre anterior, finalizado em julho de 2021, a taxa de desemprego estava em 13,7%. Entre agosto e outubro de 2020, era de 14,6%.

Pelas estatísticas oficiais, uma pessoa está desempregada quando não tem trabalho e segue à procura de novas oportunidades profissionais. O levantamento do IBGE considera tanto o setor formal quanto o informal.

A taxa de desocupação estimada pelo instituto (12,1%) ficou abaixo das expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam indicador de 12,3% no trimestre encerrado em outubro de 2021.

No período, a população ocupada com algum tipo de trabalho chegou a 94 milhões de pessoas no país. O crescimento foi de 3,6% (3,3 milhões) frente ao trimestre anterior e de 10,2% (8,7 milhões) ante o mesmo intervalo de 2020.

“Essa queda na taxa de desocupação está relacionada ao crescimento da ocupação, como já vinha acontecendo nos meses anteriores. O aumento no número de ocupados ocorreu em seis dos dez grupamentos de atividades, a exemplo do comércio, da indústria e dos serviços de alojamento e alimentação”, afirmou a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

O desemprego em patamar ainda elevado preocupa analistas, especialmente em um contexto de inflação alta, como é o caso atual.

Em conjunto, as dificuldades no mercado de trabalho e a escalada dos preços afetam o consumo das famílias, um dos motores do crescimento do país.

Não à toa, as previsões para o desempenho da atividade econômica em 2022 vêm sendo revisadas para baixo.

Analistas do mercado financeiro passaram a projetar crescimento inferior a 0,5% para o PIB (Produto Interno Bruto) do próximo ano, conforme o boletim Focus, divulgado pelo BC (Banco Central) na segunda-feira (27). A estimativa é de avanço de 0,42%.

Segundo analistas, a fragilidade da economia como um todo coloca em xeque a incipiente melhora do mercado de trabalho.​

 

2021-12-28T10:51:05-03:00dezembro 28th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Mercado volta a diminuir projeção para crescimento da economia em 2021

A previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira neste ano caiu de 4,58% na semana passada para 4,51%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (27), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos. Há quatro semanas a previsão era de um crescimento de 4,78%.

Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – também diminuiu passando de 0,50% na semana passada para 0,42%. Em 2023 e 2024, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,8% e 2%, respectivamente.

A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, também variou para baixo, de 10,04% para 10,02% neste ano. É a terceira redução depois de 35 semanas consecutivas de alta da projeção.

Para 2022, a estimativa de inflação ficou em 5,03%, a mesma da semana passada. Para 2023 e 2024, as previsões são de 3,38% e 3%, respectivamente.

Em novembro, puxada principalmente pelo aumento de preços de combustíveis, a inflação foi de 0,95%, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com isso, o indicador acumula altas de 9,26% no ano e de 10,74%, nos últimos 12 meses. A inflação acumulada em 12 meses é a maior desde novembro de 2003.

A previsão para 2021 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 3,75% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior de 5,25%. Para 2022 e 2023, as metas são 3,5% e 3,25%, respectivamente, com o mesmo intervalo de tolerância.

Taxa de juros
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 9,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para a próxima reunião do órgão, em fevereiro, o Copom já sinalizou que deve elevar a Selic em mais 1,5 ponto percentual.

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic seja elevada para 10,75% na primeira reunião do Copom de 2022, em linha com a sinalização do BC, e termine o ano em 11,5%. Para o fim de 2023, a estimativa é de que a taxa básica caia para 8% ao ano. Para 2024, a previsão é de Selic em 7% ao ano.

A expectativa do mercado para a cotação do dólar é R$ 5,63 para o final deste ano. Para o fim de 2022, a previsão é de que a moeda americana também fique em R$ 5,60. Para 2023, a previsão é de que o dólar fique em R$ 5,40 e, em 2024, em R$ 5,30.

2021-12-27T10:49:33-03:00dezembro 27th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Folha de SP – Valorização do real deverá contribuir para inflação menor em 2022, preveem economistas

Após a alta de preços alcançar 10,42% em 2021, a maior variação dos últimos seis anos, segundo a divulgação mais recente do IPCA-15 (prévia da inflação), a expectativa de economistas do mercado é por alguma descompressão nos níveis de preços para o próximo ano.

Grupos com peso relevante na composição do índice que vêm em níveis bastante elevados já começaram a dar alguns sinais importantes de desaceleração, como alimentos, habitação e transportes, afirma André Perfeito, economista-chefe da Necton.

“Vamos observar nos próximos dados uma melhora na margem dos principais grupos, o que não quer dizer que eles estejam em patamares baixos, longe disso”, diz Perfeito, que prevê que o arrefecimento na pressão inflacionária pode ajudar no humor do mercado de forma geral em relação aos ativos brasileiros.

Ele acrescenta que alguma apreciação do real frente ao dólar também poderá contribuir para manter a inflação em patamares mais comportados em comparação ao observado em boa parte de 2021.

O processo de aperto monetário em curso pelo BC (Banco Central), que deve levar a taxa Selic até perto de 11,5% pelos cálculos do economista-chefe da Necton, irá aumentar a atratividade dos rendimentos dos ativos locais sob a ótica do estrangeiro, aponta Perfeito. Ele prevê o real oscilando próximo a R$ 5,40 durante o ano que vem.

No relatório Focus da semana passada, a mediana das projeções dos economistas consultados pela autoridade monetária aponta para um dólar em R$ 5,57 no final de 2022, com uma inflação de 5,03% no período.

“Vale notar que não importa tanto o patamar em que o dólar está, mas a velocidade com que ele se desloca. E acho que, a partir de agora, a velocidade vai ficar mais sob controle”, afirma o economista-chefe da Necton.

Na quinta-feira (23), em sessão marcada pela menor liquidez de final de ano, a divisa americana operou próxima da estabilidade frente ao real, cotada a R$ R$ 5,6610 para venda. Quando chegou a ensaiar alguma pressão altista, o BC (Banco Central) entrou no mercado com o anúncio de dois leilões de venda de dólar à vista, com a colocação de um montante de US$ 965 milhões (R$ 5,5 bilhões).

“A gente acredita que a maior parte do impacto da depreciação cambial para o IPCA já foi”, afirma Rafaela Vitória, economista-chefe do Banco Inter.

Mesmo que seguisse oscilando próximo ao nível atual de R$ 5,70, o impacto do câmbio para a inflação seria residual, ao redor de 0,05 ponto percentual, calcula a especialista.

A projeção do Banco Inter, no entanto, aponta para um fortalecimento da moeda brasileira nos próximos 12 meses, com a cotação em R$ 5,50 em dezembro, pela influência dos juros mais altos.

Nesse sentido, a valorização do real, diz Rafaela, deve contribuir para a provável descompressão a ser observada no nível dos preços, em especial no caso da gasolina, exposta às variações do petróleo no mercado internacional.

“O câmbio contribuiu para uma pressão adicional na inflação ao depreciar quase 9% no ano. Felizmente, as commodities agrícolas em reais parecem estar estabilizando e o petróleo em reais já mostra uma queda na janela pós-ômicron, ou seja, a inflação externa não deve pressionar o IPCA nos próximos meses”, endossa Rafael Ihara, economista-chefe da Mauá Capital.

Ihara acrescenta ainda estar vendo uma normalização na cesta de consumo com o arrefecimento da pandemia, com uma redução nos gastos com bens e um aumento no consumo de serviços. Isso representa um alívio para a inflação de bens, que ficou bastante pressionada durante a pandemia no mundo todo, aponta o especialista.

“Para 2022, temos uma estimativa de 5% para a inflação. Naturalmente, uma atividade mais fraca —projetamos um PIB de 0,5%— sinaliza um ambiente baixista para a inflação. Além disso, a supersafra de grãos também representa cenário baixista na nossa projeção”, afirma o economista-chefe da Mauá Capital, que prevê a cotação da moeda em R$ 5,60 para o ano que vem.

Já Rachel Sá, chefe de economia da Rico, aponta que, embora os fundamentos macroeconômicos indiquem uma maior atração de capital para o país no próximo ano, as incertezas relativas às eleições irão pesar como uma força contrária para o câmbio.

A especialista prevê que o dólar estará sob intensa volatilidade ao longo dos próximos meses, com a disputa política bastante presente no dia a dia dos agentes econômicos, mas que, ao final de dezembro de 2022, a cotação será de R$ 5,70, próxima ao nível em que se encontra atualmente.

“Vai entrar mais dinheiro por conta dos juros altos, mas a incerteza política vai afastar parte desse capital”, afirma a especialista.

2021-12-27T10:24:05-03:00dezembro 27th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Marie Claire – Eco Feminino: a potência das mulheres para tratar do aquecimento global

Andrea Alvares, vice-presidente de Marca, Inovação, Internacionalização e Sustentabilidade da Natura, conta o que viu in loco em Glasgow durante a COP26 e ressalta a potência das mulheres no encontro de líderes mundiais para tratar do aquecimento global

Foram 14 dias de Conferência das Partes em Glasgow, na Escócia, evento que ocorre há 26 anos, onde praticamente todos os países no planeta se reúnem para debater a questão climática. Além das COPs, a Conferência de Estocolmo em 1972 – que fará 50 anos em 2022 – e a Rio-92 compõem momentos históricos que deram tração à agenda climática global. É indiscutível, para quem esteve em Glasgow e para quem a acompanhou pela cobertura massiva do evento, ver como esses temas, que até pouco tempo eram considerados marginais nas pautas dos governos e da sociedade, hoje ocupam um lugar central nas mesmas.

Alguns elementos levam a isso, a meu ver. A covid-19, que evidenciou o impacto de nosso modo de vida sobre o planeta visto pelas imagens da NASA, ou mesmo o retorno de animais às zonas urbanas quando o mundo “parou”.

A evidência científica é há muito tempo irrefutável, e suas projeções sobre os efeitos do aquecimento global agora são sentidas de forma contundente nos crescentes e cada vez mais intensos desastres ambientais. Tudo isso, turbinado pela voz de uma juventude que cobra ações que remedeiem as escolhas equivocadas do passado e que provocaram essa crise climática, nos fez entender que não há mais como adiar as decisões que podem assegurar um futuro onde a vida humana sobreviva na Terra.

Todos os sistemas estruturantes terão que mudar para chegarmos a uma emissão de carbono líquida zero, preservando a temperatura do planeta abaixo dos 1,5 °C de aquecimento. E, quando digo todos, quero dizer todos. Nosso sistema alimentar, energético, de transporte, de infraestrutura, de armazenamento e processamento de informação… tudo isso, e mais, precisará se adaptar.

Os negócios terão que se reinventar, nós teremos que modificar nossos hábitos de consumo, o sistema financeiro e o mercado terão que mudar a maneira como precificam, remuneram e investem direcionando recursos desproporcionais àqueles ativos que promovem melhor e menor impacto. E os governos terão que desenhar as políticas públicas viabilizadoras dessas mudanças a um ritmo acelerado, assegurando que ninguém será abandonado no processo. Tarefa hercúlea? Sim. Mas teremos que empreendê-la.

Acredito que é possível. Por um lado, porque vejo espaço para a criatividade e a inovação. Mas também e, principalmente, por algo que vi em Glasgow mais importante do que qualquer meta nacionalmente determinada, ou do que a própria regulamentação do mercado de carbono, ou dos acordos de saída de combustíveis fósseis, ou os compromissos de zerar o desmatamento e proteger as florestas e os povos que as preservam. Eu vi e ouvi, em alto e bom som, algo muito mais poderoso: o eco feminino.

De ativistas extraordinárias como a ugandense Vanessa Nakate e Greta Thunberg, à secretária executiva da UNFCCC, Patricia Espinosa, à ex-presidente da Irlanda e ‘Elder’ Mary Robinson, à primeira-ministra da Escócia, às lideranças indígenas brasileiras formidáveis como Txai Suruí, Samela Sateré-Mawé e Juma Xipaia – para mencionar algumas – e até mesmo a rainha Elizabeth, todas foram contundentes sobre a necessidade de agir.

E o fizeram de maneira diferente da narrativa que o mundo vem usando há tanto tempo e que simplesmente não serve mais. Colocaram outras prioridades à mesa. Trouxeram a cosmovisão necessária para o enfrentamento desse desafio que é o maior que a humanidade já viveu até aqui. Os saberes e habilidades do feminino são mais capazes de produzir as soluções sistêmicas de que precisamos. Escutemos o eco feminino – a julgar pelo que vi em Glasgow, ele veio para ficar.

 

2021-12-27T09:57:23-03:00dezembro 27th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Exame Invest – Natura lança Biōme, marca de produtos em barra e zero plástico

Após seis anos de pesquisas e desenvolvimento, Natura lança linha com shampoo de uso diário, shampoo de hidratação, condicionador, sabonete cremoso e sabonete esfoliante em barra; novidade foca em sustentabilidade

Após seis anos de pesquisas e desenvolvimento de tecnologia, a fabricante de cosméticos Natura lança no mercado a Natura Biōme, uma marca de produtos de beleza e cuidados pessoais em barra, e zero plástico.

A primeira linha de produtos sólidos da Natura com fórmulas naturais e veganas busca mostrar como esse tipo de produto também pode ser bastante sensorial e com performance. Para o desenvolvimento, a marca utilizou ingredientes derivados de soluções baseadas na natureza, produzido em sistema agroflorestal pioneiro, e o uso de bioresina, feita a partir de captura de gás metano e aplicada no desenvolvimento de acessório para armazenamento das barras.

“Esse produto olhou para diversos desafios, um deles é a lógica de sistemas agroflorestais de modo que não haja uso de agrotóxico e as famílias do cultivo tenham renda sempre, independente do tempo de amadurecimento da cultura. Além disso, pensamos no menor uso de água, na sustentabilidade na cadeia e transporte”, diz Andrea Álvares, vice-presidente de marca, inovação, internacionalização e sustentabilidade da Natura.

Um dos principais ingredientes de Natura Biōme é o óleo de dendê, produzido no primeiro sistema agroflorestal de dendê do mundo, o SAF Dendê. Liderado pela Natura há mais de 12 anos em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e a Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (Camta), o projeto contrapõe a lógica da monocultura e cultiva dendê no Pará de maneira sustentável, aproximando a cultura da oleaginosa do seu ambiente original na floresta por meio da associação de diversas plantas no sistema de produção, como mandioca, banana, pimenta, ingá, cacau, açaí, bacaba e madeiras.

Os tratos culturais nas áreas do SAF Dendê se baseiam no manejo agroecológico sem o uso de agrotóxicos, com adubação orgânica, adubação verde, cobertura viva e uso de biocaldas.

“O SAF Dendê revolucionou a maneira de produzir essa oleaginosa, pois é um sistema inteligente ao mimetizar a floresta e as relações benéficas de seus componentes, gerando diversos serviços ambientais, como a conservação do solo, da água e da biodiversidade da natureza”, explica Álvares.

As embalagens produtos de Natura Biōme são feitas com de papel reciclado e reciclável pós-consumo. Internamente, os produtos são protegidos por filme celulósico biodegradável, obtido a partir de fontes renováveis e compostáveis.

A executiva conta ainda que pesquisas foram feitas para entender o perfil do consumidor disposto a usar produtos em barra, como shampoos. “Vimos que há uma inclinação dos consumidores para serem mais sustentáveis, especialmente nas gerações mais novas, preocupadas com o clima e o impacto da indústria. De todo modo, as pessoas querem um produto que tenha espumação, hidratação, fragrância e outros atributos de Natura”.

Vendas

Na fase de lançamento, serão comercializados cinco produtos em barra: shampoo de uso diário, shampoo de hidratação, condicionador, sabonete cremoso e sabonete esfoliante. Futuramente, o portfólio deve ser expandido para mais de 20 produtos, também em formato sólido, em diversas categorias.

O portfólio da marca também inclui um suporte exclusivo para uso das barras produzido a partir de uma tecnologia inédita que captura gás metano e o transforma em bioresina, tornando um gás potencialmente nocivo ao meio ambiente em material compostável e biodegradável.

O acessório é fruto de uma parceria da Natura com a startup californiana Mango Materials, pioneira no desenvolvimento de novos materiais de impacto positivo para o planeta. Outro destaque é a fragrância, criada especialmente para a linha: uma nota amadeirada marcante a partir do coração de Copaíba, óleo essencial da biodiversidade brasileira, que se entrelaça com a pureza verde do Vetiver.

Atualmente, Natura Biōme está à venda na loja-conceito da marca na Oscar Freire, em São Paulo, rua que marcou o primeiro endereço da Natura, em produtos unitários e, futuramente, a granel, um novo formato que permite a customização da compra. A marca, em breve, também estará disponível no e-commerce próprio.

“Queremos dar escala na linha, mas dependemos também da capacidade tecnológica e da natureza para fazermos isto de modo consciente. Levar a novidade para a Oscar Freire e voltar às origens, onde começamos, e aprender ao ouvir diretamente o consumidor na loja”, diz Álvares.

A executiva destaca que o desenvolvimento sustentável não deve ser uma alternativa, mas uma solução adotada de maneira cada vez mais ampla e constante em toda a cadeia produtiva das empresas.

“Natura Biōme é mais uma prova de que as pessoas não têm que abrir mão de qualidade e alto desempenho nos produtos para gerar impacto positivo no planeta. É possível fazer as duas coisas, ao mesmo tempo”, finaliza.

Os produtos

O Shampoo em Barra de Biōme (90g) tem um rendimento de quase 2 vezes mais do que um shampoo líquido de 200ml. O shampoo em barra Biōme rende 24 lavagens versus 13 lavagens com shampoo líquido de 200ml.

O Condicionador de Biōme (90g) tem um rendimento de mais de 7 vezes versus um condicionador líquido. O Condicionador em barra Biōme rende 111 lavagens enquanto um condicionador líquido de 200ml rende 15 lavagens.

Shampoo Uso Diário: R$51,90

Shampoo Hidratação: R$56,90

Condicionador: R$61,90

Sabonete Cremoso: R$19,90

Sabonete Esfoliante: R$21,90

2021-12-27T09:51:58-03:00dezembro 27th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|
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