Money Times – Natura inicia venda cruzada com a Avon e anuncia aumento de preços

A Natura (NTCO3) está ampliando as suas estratégias comerciais e de venda cruzada com a Avon para enfrentar as condições macroeconômicas adversas do consumo no Brasil, indica a XP Investimentos em um relatório enviado a clientes e obtido pelo Money Times.

“Apesar do momento desafiador de resultados no curto prazo, continuamos com uma visão construtiva com a reestruturação da Avon e a vemos como a principal alavanca de valor da tese de NTCO3, além disso acreditamos que as marcas TBS (The Body Shop) e Aesop devem também contribuir para o crescimento e rentabilidade nos próximos anos”, aponta o time de analistas liderado por Danniela Eiger.

A XP apontou três iniciativas anunciadas recentemente:

1ª – Redução de requisitos mínimos em 15% para o crescimento das consultoras: “A principio, essa deve ser uma medida temporária, mas acreditamos que a companhia analisará os resultados da iniciativa e, a depender do balanço de receita vs. rentabilidade, poderá estender a oferta para 2022. Além disso, a Natura também manteve a redução no requisito de pedidos mínimos (de 40 para 30 pontos) até o fim do primeiro ciclo de 2022”.

2ª – Aumento de preços em 2022:  “Apesar de a companhia não ter dado detalhes sobre o tamanho deste aumento, ela destacou que ele será menor do que inicialmente esperado devido à sua eficiência operacional”.

3ª – Venda cruzada: “A NTCO começou a disparar e-mails para os consultores e consultoras a fim de incentivar os mesmos a também se tornarem representantes Avon, destacando os benefícios do programa de fidelidade da marca (Meu Mundo Avon), descontos médicos e oportunidades na área de educação”.

A recomendação é de compra das ações, com preço-alvo de R$ 45.

 

2021-12-27T09:48:09-03:00dezembro 27th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Fashion Network – Natura & Co. Inaugura novo centro de distribuição no Peru

Natura & Co. inaugura oficialmente seu novo centro logístico no Peru, um armazém de mais de 16.000 metros quadrados localizado no bairro de Lurín, em Lima. A inauguração faz parte da estratégia de expansão do grupo brasileiro e sua aposta no canal digital no país e na região.

“Apresentamos o novo centro de distribuição da Natura & Co no Peru. Um espaço de mais de 16 mil metros quadrados que reduzirá até 744 toneladas de CO2 em cinco anos”, declarou a empresa em um comunicado.

A holding de beleza proprietária das marcas Natura, Avon, The Body Shop e Aesop tem grande interesse em todo o mercado latino, principalmente na Colômbia, devido ao seu alto volume, e no Peru, pela concorrência local. O país abriga grandes empresas de venda direta como a Belcorp, com suas marcas Ésika, L’Bel e Cyzone, além da Yanbal.

“Graças ao sistema semi-automatizado com tecnologia de ponta no processo de embalagem de alta velocidade, conseguiremos realizar até 34.000 pedidos por dia e otimizar os prazos de entrega para um melhor atendimento ao cliente”, concluiu a Natura.

No terceiro trimestre, o lucro líquido consolidado da empresa diminuiu 4,5% a taxas de câmbio constantes, para 9,5 bilhões de reais. Nos nove primeiros meses do ano, o lucro líquido foi de 28,5 bilhões de reais, 14,4% a mais que no mesmo período do ano passado.

2021-12-27T09:44:54-03:00dezembro 27th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Yahoo! – Transparência é fundamental para um pitch de mestre, diz João Appolinário, da Polishop

“O grande papel do CEO é o mesmo de um maestro: saber buscar os talentos e que eles possam conviver em harmonia”.

“Ninguém sabe fazer tudo. E se meter a fazer tudo vai fazer errado. Uma das características de um empreendedor de sucesso é saber reconhecer seus limites e ter humildade”, finalizou o CEO da Polishop.

O fundador da Polishop explica como começou sua carreira de empreendedor. O início da Polishop no Brasil foi importando uma dieta dos EUA, o Seven Day Diet. “Empreendedor precisa ter vocação e dedicação”, comentou.

Do varejo para a TV

O conglomerado hoje, que vende de artigos para nets a utensílios domésticos, tem faturamento estimado de R$ 1 bilhão anual.

Appolinário lembrou que quando começou a fazer comerciais informativos na TV foi bastante criticado. e hoje as lives comerciais são um sucesso. “Tem outro formato, mas é a mesma coisa”, explicou.

Para o empresário, o digital e o ponto físico são complementares. “Os canais não concorrem entre si. Essa sempre foi minha teoria”, pontuou. Para ele, o caminho sempre deverá ser o benefício máximo ao consumidor, com integração total entre as cadeias de produção.

Shark Tank

Appolinário está no reality desde a primeira temporada. Ele explicou que quis participar do programa para ficar mais em contato com o universo das startups e passar outra imagem da figura do empresário. “Ele é o pagador de impostos e o gerador de empregos”, analisa.

2021-12-23T10:47:55-03:00dezembro 23rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Veja – Público cresce nos shoppings em novembro elevando as vendas

Lojas físicas receberam 15% a mais de visitas na comparação com outubro e os shopping centers, por sua vez, cresceram 9% no fluxo

Tanto o Índice de Fluxo de Visitas quanto o Índice de Vendas registraram indicadores positivos na comparação mensal em novembro de 2021.

Shopping centers e lojas físicas tiveram aumento na quantidade de visitas em relação a outubro de 2021, enquanto o faturamento também avançou.

O Índices de Performance do Varejo, organizado pelo venture capital HiPartners Capital & Work em parceria com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo, mostra que as lojas físicas receberam 15% a mais de visitas na comparação com outubro e os shopping centers, por sua vez, cresceram 9% no fluxo.

Além disso, o faturamento avançou 12% nas lojas situadas em shopping centers e 20% nas lojas de rua. O fluxo de consumidores no varejo brasileiro manteve a tendência de crescimento na comparação mensal em novembro de 2021.

2021-12-23T10:43:44-03:00dezembro 23rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Confiança da construção atinge maior patamar em oito anos

Indicador subiu 1,4 ponto de novembro para dezembro

O Índice de Confiança da Construção (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 1,4 ponto de novembro para dezembro deste ano e atingiu 96,7, em uma escala de zero a 200 pontos. Esse é o maior patamar do indicador desde janeiro de 2014 (97,8 pontos).

A alta da confiança dos empresários brasileiros da construção foi puxada principalmente pelo Índice Expectativas, que mede a percepção sobre o futuro e que subiu 2,1 pontos e atingiu 100,8, o maior nível desde agosto deste ano.

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança do empresariado no presente, também cresceu: 0,8 ponto. Com isso, o subíndice atingiu 92,8, maior patamar desde agosto de 2014.

O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) da Construção recuou 0,9 ponto percentual, para 76,4%. O custo da matéria-prima foi, em dezembro deste ano, o fator de maior limitação para as empresas, segundo os empresários.

Edição: Graça Adjuto

2021-12-23T10:39:45-03:00dezembro 23rd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

DSN – Herbalife ganha prêmio por ferramentas interativas de educação e treinamento

A Herbalife Nutrition recebeu um prêmio de ouro do Brandon Hall Group HCM para o Melhor Avanço em Tecnologia de Aprendizagem Móvel e Melhor Avanço em Tecnologia de Gestão de Aprendizagem para Treinamento Externo, e um prêmio de prata para O Melhor Uso de Aprendizagem Móvel nos Prêmios de Tecnologias de Aprendizagem da eLearning Network.

Esses elogios reconhecem os esforços da empresa para projetar treinamentos e ferramentas que melhoram o conhecimento do produto e experiência de negócios, apoiando as habilidades dos distribuidores para construir organizações de uma maneira eficaz e eficiente.

Os dados adquiridos do aplicativo HN Grow ilustram que, ao longo de três meses, os distribuidores que usaram o aplicativo superaram os não usuários em vendas nos países onde o aplicativo foi lançado.

“Nossos distribuidores confiam em nós para equipá-los com as ferramentas e o conhecimento para ajudá-los a construir e expandir seus negócios e, com informações literalmente na ponta dos dedos, nossos distribuidores são capazes de fornecer suporte especializado e personalizado a seus clientes, aprimorando seu papel como bem-estar confiável treinadores ”, disse o Dr. Kent Bradley, Diretor de Saúde e Nutrição da Herbalife Nutrition.

2021-12-22T11:19:01-03:00dezembro 22nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Auxílio Brasil: beneficiários podem fazer curso de empreendedorismo

Aulas serão oferecidas em Alagoas, Piauí e Minas Gerais

Beneficiários do programa Auxílio Brasil poderão fazer o curso de Microempreendedor Individual (MEI), oferecido pelo Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Cidadania, em instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Serão oferecidas 39 mil vagas presenciais.

Segundo informou o MEC, as inscrições já estão abertas nos institutos federais de Alagoas (IFAL) e do Piauí (IFPI). Em Maceió, 800 vagas foram disponibilizadas. As inscrições para o curso vão até quinta-feira (23). Já em Teresina há 300 vagas disponíveis na capital e outras 50 vagas no Campus Teresina Dirceu Arcoverde.

O Instituto Federal do Norte de Minas Gerais (IFNMG) realiza, até 2 de janeiro de 2022, seleção para instrutores do curso de MEI e também para o curso de eletricista de sistemas renováveis, do programa Qualifica Mais Energia.

Estão aptos a participar servidores da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. Caso as vagas não sejam preenchidas por servidores, elas poderão ser ofertadas a outros membros da comunidade.

Documentos

Para concorrer a uma das vagas, é necessário ter 18 anos ou mais; ensino fundamental completo e preencher corretamente o formulário online.

A escolha para as vagas será feita aleatoriamente por meio de um sistema matemático.

Todas as instituições pedem comprovante de residência, de estudos e de recebimento do Auxílio Brasil. Os documentos deverão ser apresentados no ato de efetivação da matrícula.

Edição: Kleber Sampaio

2021-12-22T11:17:42-03:00dezembro 22nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

DOL – Trabalho informal cresce mais do que o com carteira assinada

Segundo análise feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada, em 10 das 13 atividades econômicas onde houve alta no emprego com carteira assinada, a variação foi mais branda que a do emprego sem carteira

assinada) cresceu mais do que o trabalho com carteira em todas as atividades econômicas que abriram vagas em relação ao ano anterior. A análise foi feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) com base nos microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged).

O levantamento mostra que, no 3º trimestre de 2021, quase 30% dos cerca de 13,5 milhões de desempregados estavam em busca de uma vaga há mais de dois anos, maior porcentual de pessoas nessa situação em toda a série histórica iniciada em 2012.

O Ipea observou que, apesar da taxa de desemprego se manter alta, a ocupação nesse mercado informal (sem carteira assinada) no setor privado aumentou 18,5%, enquanto o estoque de trabalhadores atuando por contra própria teve elevação de 18,4%.

Em 10 das 13 atividades econômicas onde houve alta no emprego com carteira assinada, a variação foi mais branda que a do emprego sem carteira.

O segmento de serviços domésticos teve a maior diferença registrada entre o crescimento anual do emprego formal, ou seja, com carteira assinada, (+4,0%) e do emprego informal, sem carteira assinada (+28,1%).

O segmento de alojamento e alimentação teve um salto de 22,0% no emprego com carteira assinada, mas a variação do emprego sem carteira foi quase o dobro, 39,2%.

Na indústria de transformação, a alta no estoque de vagas com carteira foi de 8,7%, enquanto o de sem carteira subiu 22,6%. Na indústria extrativa, o emprego com carteira aumentou 6,3%, e o sem carteira cresceu 22,5%. No comércio, o emprego com carteira aumentou 8,8%, e o emprego sem carteira, 26,8%.

Por outro lado, o setor de construção civil registrou uma das menores diferenças entre o crescimento do emprego formal (+19,2%) e do emprego informal (+22,5%). Na agricultura, o emprego com carteira subiu 7,2% em um ano, e os sem carteira, 8,8%.

“Apesar de expressivo, esse crescimento do emprego informal já era esperado, tendo em vista que, com o controle da pandemia, os setores mais intensivos neste tipo de mão de obra (comércio e serviços) estão retomando suas atividades e gerando, por conseguinte, novos postos de trabalho. Em contrapartida, como o emprego formal foi menos atingido, o seu ritmo de expansão tende a ser mais ameno, mesmo em um contexto de recuperação econômica”, apontaram os técnicos no estudo do Ipea.

Ainda segundo o estudo, a expectativa para os próximos meses é “de um crescimento menos acentuado da ocupação em 2022, refletindo um desempenho mais moderado da atividade econômica”.

Por outro lado, os empregos com carteira assinada apresentaram um desempenho mais moderado (8,6%). Essa melhora das condições do mercado de trabalho, impactada pela aceleração do ritmo de criação de empregos nos últimos meses, segundo o Ipea, pode ser apontada como o principal fator de redução do desalento no país, cujo contingente passou de 5,8 milhões para 5,1 milhões entre 2020 e 2021.

2021-12-22T11:10:16-03:00dezembro 22nd, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Bem Paraná – Yakult está entre as 100 melhores empresas em Satisfação do Cliente de 2021

A multinacional japonesa Yakult – que atua no Brasil há 53 anos – está entre as 100 Melhores Empresas em Satisfação do Cliente de 2021. A empresa ficou em 2º lugar no segmento Bebidas Sucos e em 32º lugar no ranking geral. O prêmio, organizado pelo Instituto MESC, envolveu mais de 11 mil empresas em nível Brasil, e 117 empresas no segmento de atuação foram premiadas. O Instituto colheu mais de 18 milhões de opiniões e ouviu 1.764 clientes ocultos através do seu canal de atendimento.

No segmento de Sucos e Bebidas, a pesquisa ouviu 13.746 clientes, 98% das empresas foram citadas com amostras válidas e apenas 10 tiveram média maior que 70% no Índice de Satisfação Cliente, passando para a segunda fase da pesquisa. O Instituto premiou apenas sete destas empresas – entre as quais a Yakult, que foi a segunda colocada neste ranking.

A pesquisa do Instituto MESC segue rigorosos padrões internacionais do Framework International Privacy Shield e avalia 22 dimensões comportamentais do consumidor, entre as quais atendimento, poder de execução, valor, adaptabilidade, infraestrutura, cordialidade, fidelização, solução de problemas e ética. Em parceria com o Google, mais de 18 milhões de clientes participaram da pesquisa e responderam a um questionário composto por 21 perguntas, 5 questões demográficas e 2 questões dissertativas abertas.

O questionário se divide em três dimensões: Valor, Atendimento e Execução. “As perguntas são cuidadosamente criadas para avaliar cada detalhe dentro de cada dimensão. Lemos e classificamos todos os comentários de acordo com a variedade, especificidade, intensidade e calor humano”, afirma Eliane Gaspar, diretora de pesquisas do Instituto MESC. As duas questões abertas completam o estudo qualitativo para detalhar o sentimento do consumidor em relação às marcas.

Além da avaliação dos consumidores, cada empresa aprovada nas duas fases eliminatórias passa por uma análise rigorosa de reputação realizada por um auditor MESC, e por um processo de Cliente Oculto nos canais de atendimento ao consumidor. O Instituto MESC, especializado em comportamento do consumidor, patenteou a metodologia que engloba e amplia as principais práticas de mercado para obter o ISC (Índice de Satisfação do Cliente), entre elas o NPS (Net Promoter Score), C-SAT, CES, Share of Wallet, ACSI, BCSI e todas as diretivas ISO.

O presidente da Yakult do Brasil, Atsushi Nemoto, afirma que estar entre as 100 Maiores Empresas em Satisfação do Cliente em um país continental como o Brasil é uma grande honra e aumenta ainda mais a responsabilidade da empresa em atender o consumidor com cada vez mais atenção e qualidade de serviços e produtos. “Em nome do Grupo Yakult, agradeço a todos os clientes que nos prestigiaram e reafirmo nosso compromisso com o desenvolvimento de alimentos que garantam a saúde e o bem-estar dos consumidores. Seguimos firmes em nossa missão de contribuir para uma vida saudável e alegre das pessoas do mundo inteiro, com base em pesquisas contínuas da Ciência da Vida”, ressalta.

2021-12-21T10:45:42-03:00dezembro 21st, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Diário do Comércio – Varejo paulistano cresce 6,2% na 1ª quinzena de dezembro

Prévia do Balanço de Vendas da ACSP aponta que movimentação sobre novembro teve forte avanço, chegando a 32%, mantendo a expectativa positiva para o mês como um todo

O movimento no varejo paulistano cresceu 6,2%, em média, na primeira quinzena de dezembro em comparação a igual período de 2020, segundo dados do Balanço de Vendas elaborado pelo Instituto de Economia Gastão Vidigal (IEGV), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

A prévia do indicador apontou também um forte avanço sobre novembro deste ano de 32%. Já com relação aos mesmos quinze dias de dezembro de 2019, antes da pandemia, a movimentação ficou estável em -0,4%.

“A elevação sobre novembro está dentro da normalidade. Com a retomada das atividades, o desempenho tende a aumentar. Quanto ao aumento sobre o mesmo período do ano passado, deve-se lembrar que o comércio estava sob restrições de funcionamento”, explica Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Segundo ele, a expectativa para o mês se mantém positiva, principalmente pela injeção de recursos do Auxílio Brasil, e de parte do 13º salário. “Nós estimamos que chegaremos aos 2% sobre 2019, o que significa recuperação do patamar das vendas, e cerca de 10% sobre o ano passado nos próximos meses”.

AUMENTAM AS TRANSAÇÕES SEM DINHEIRO EM ESPÉCIE  

Uma pesquisa da FIS, empresa global de tecnologia para o mercado financeiro, apresentada recentemente à equipe técnica do Conselho do Varejo (CDV), da ACSP, mostra uma mudança de comportamento do consumidor acelerada pela pandemia. Atualmente, 47% dos brasileiros afirmam ter reduzido a utilização do dinheiro em espécie.

De acordo com o levantamento, em outubro de 2020, 36% das pessoas consultadas relataram que diminuíram os pagamentos em dinheiro ou cheques. Em agosto de 2021, esse percentual subiu para 47%.

Entre os períodos avaliados, a mudança mais significativa nos pagamentos digitais foi a dos pagamentos sem contato (por aproximação), que apresentou crescimento de 12% entre um ano e outro, saindo de 28% para 40%.

Os pagamentos online e via aplicativos móveis também cresceram, mas em ritmo menor, de 46%, em 2020, para 52%, em 2021. Outros 31% dos consumidores brasileiros passaram a usar QR Codes com mais frequência.

Com o avanço da tecnologia para meios de pagamento, a tendência de deixar o dinheiro em espécie de lado para as compras é inevitável, diz Roseli Garcia, vice-presidente da ACSP e coordenadora geral do Conselho do Varejo.

“Mas a pandemia acelerou o processo pois, além de as pessoas se tornarem mais ‘tecnológicas’ com naturalidade, também passaram a evitar o contato com notas e moedas e uma possível transmissão do coronavírus.”

O relatório “Pace Pulse 2021” ouviu cerca de 2.000 adultos brasileiros entre 18 e 74 anos de idade. Houve um comparativo de comportamento do consumidor brasileiro entre outubro de 2020 e agosto de 2021.

2021-12-21T10:37:42-03:00dezembro 21st, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
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