Agência Brasil – Vendas do comércio eletrônico na Black Friday crescem 60%

Número de pedidos online cai 25%
A receita das vendas realizadas pelo comércio eletrônico no fim de semana da Black Friday, de 25 a 27 de novembro, aumentou 60% em comparação ao mesmo período de 2021. Os dados, divulgados hoje (8), em São Paulo, são da empresa de inteligência analítica Boa Vista, medidos pelo sistema antifraude Konduto.
Em contrapartida ao crescimento da receita, o número de pedidos online caiu 25% na comparação com a edição de 2021. Segundo a Boa Vista, os dados apontam que os consumidores optaram por adquirir menos produtos, mas de maior valor.
Acompanhando a redução do número de pedidos de compra online, as tentativas de fraudes nesta Black Friday também recuaram (-26%) em comparação com 2021. Mesmo assim, a empresa registrou tentativas de fraude que poderiam gerar prejuízo de R$ 71,5 milhões.
Celular
Os dados mostram, ainda, que as compras via celular têm aumentado ano a ano no país. Em 2020, as compras via mobile passaram de 50% do número total de aquisições online. Em 2022, esse número chegou a 74%. E as fraudes também acompanharam: 72% das tentativas de golpe foram originadas desses dispositivos.
Na análise por região, o Sudeste se destacou, registrando 62% das vendas e 59% das tentativas de fraude em todo o Brasil.
Edição: Kleber Sampaio
Fonte: Agência Brasil

2022-12-09T09:42:30-03:00dezembro 9th, 2022|Categories: Economia|

Gazeta do Povo – Consumo Phygital: a tendência do mercado que vem mudando o varejo e as jornadas de compra

É inegável que a maneira que compramos mudou e a grande palavra que define o novo momento de consumo do varejo é ‘experiência’. O consumidor hoje busca por uma jornada de compra híbrida, com sinergia entre o digital e o físico. No varejo, esse conceito tem se difundido como o phygital, termo da fusão das palavras em inglês physical e digital que, de forma simplista, representam a união entre o físico e o online.
Essa tendência no comportamento do consumidor muda a maneira como o varejo se organiza para vender e para unir o melhor dos dois mundos. Um estudo recente da MindTree já mostra que 60% dos consumidores reconhecem que gostam de combinar a compra online com a compra física.
O fato é que cada vez mais comprar em uma loja presencialmente está ficando parecido com comprar online – as pessoas veem valor em poder ver os produtos, experimentar e comparar, entretanto já estão habituadas com o acesso ao sortimento e inventário do e-commerce. Por isso, agora é possível realizar compras no site e retirar na loja, ter acesso ao site pelo celular enquanto está na loja física, ou ainda comprar na loja física e ser cobrado de forma virtual.
As possibilidades que o phygital oferece para o varejo são inúmeras, porque o foco está no consumidor e na liberdade de escolha de comprar onde e quando quiser. Nesse modelo, é possível uma loja operar como ‘Guide Shop’, por exemplo, quando os consumidores podem provar e escolher produtos em um estabelecimento físico que funciona como um ‘showroom’ e receber a compra em casa. Ou ainda por meio da estratégia ‘Omnichannel’, permitindo que o cliente utilize todos os canais de venda, intercalando entre eles.
A experiência tende a ser muito mais positiva, visto que o modelo phygital reduz as limitações impostas pelo estoque físico local. E isso acontece porque a logística avançou muito nos últimos anos – em geral as capitais já têm entregas em um ou, no máximo, dois dias.
Aqui no Brasil, muitos varejistas já estão adaptados a esse momento do mercado e investindo nesse novo modelo de negócio. Marcas conseguem levar o conceito digital da loja para o mundo presencial por meio, por exemplo, de guide shops; que funcionam como uma prateleira infinita de produtos, na qual os clientes podem provar o mostruário em todas as opções disponíveis e receber os produtos escolhidos em casa, sem custo adicional a partir de outros estoques. Assim, as marcas conseguem que seus consumidores nunca passem pela frustração da loja não ter o que eles desejam comprar e com isso garante suas vendas.
Proporcionar essa experiência phygital é uma tendência que deve ganhar ainda mais força nos próximos anos. Dessa forma, os varejistas devem estar atentos a essas inovações e soluções do mercado, buscando a hibridez nos modelos de negócio e convergindo as experiências online e offline. O objetivo é alavancar os resultados do negócios e atender a nova demanda do consumidor, que ganha mais autonomia e praticidade na jornada de compra, aspectos importantíssimos quando o assunto é experiência.
*Gustavo Reis é sócio da Vnda, startup do Grupo Olist, e um dos criadores da plataforma Direct.
Fonte: Gazeta do povo

2022-12-09T09:40:29-03:00dezembro 9th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Mercado e Consumo – Como levar a experiência de compra online para a loja física

Assunto foi tema de debate organizado pela Mercado&Consumo e que contou com a presença de executivos do varejo
Os acontecimentos dos últimos anos moldaram os novos hábitos de consumo e a experiência de compra do consumidor. Consequência direta da pandemia, que fez o cliente se acostumar com a facilidade e a conveniência do mundo online, a transformação também gerou impacto no varejo físico. A grande incógnita de agora é: como transportar a experiência do e-commerce para as lojas físicas e tornar o seu negócio omnicanal?
Este assunto foi tema de debate organizado pela Mercado&Consumo com oferecimento da Scandit, líder global em captura inteligente de dados. Para dialogar sobre essa questão, estiveram presentes Alexandre Gyurkovits, diretor de e-commerce do Carrefour, Fabiano Rustice, CIO da Pernambucanas, e Enzo Ebina, gerente de contas da Scandit Brasil. A apresentadora e mediadora da mesa foi a editora-chefe do portal, Aiana Freitas.
“Despois da pandemia, percebeu-se que há muita tecnologia que pode fazer o que o varejo físico não conseguia”, destaca Ebina. O executivo citou o exemplo da modalidade “clique e retire”, que permite que o cliente compre um produto online e retire na loja. Ela não era ofertada pelas empresas antes dessa transformação digital, mas agora é comum.
Ainda sobre alternativas inovadoras, Ebina comentou sobre o uso de Realidade Aumentada. A Scandit oferece a possibilidade de usar a RA para obter avaliações e informações sobre os produtos utilizando o celular, melhorando a experiência de compra também na loja física. “Com esse tipo de solução, a gente está possibilitando essa interação do cliente, que pode ter a informação de que necessita na hora que precisa”, complementa.
Na mesma linha, Alexandre Gyurkovits menciona o QR Code como uma ferramenta simples para informar o cliente e integrar os canais de venda físicos e digitais. “Ela permite dar informação para o cliente para que ele consiga tomar uma decisão de compra mais saudável, mais prática ou mais fácil”, comenta.
Debate Scandit Mercado&Consumo. Imagem ReproduçãoAiana Freitas, editora-chefe da Mercado&Consumo, Alexandre Gyurkovits, diretor de e-commerce do Carrefour, Fabiano Rustice, CIO da Pernambucanas, e Enzo Ebina, gerente de contas da Scandit Brasil
Aiana Freitas, editora-chefe da Mercado&Consumo, Alexandre Gyurkovits, diretor de e-commerce do Carrefour, Fabiano Rustice, CIO da Pernambucanas, e Enzo Ebina, gerente de contas da Scandit Brasil
O diretor do Carrefour ainda explicou ser necessário utilizar a loja física como uma extensão do online e oferecer as mesmas conveniências. “O cliente mais valioso para o varejista não é o que só compra no online e nem o que só compra no físico. O mais valioso é o que compra nos dois canais simultaneamente porque ele está explorando todo seu ecossistema.”
Para Fabiano Rustice é necessário que a conveniência que surgiu com o online esteja presente no físico. Mas ele faz um alerta. “O grande desafio na loja é dar essa fluidez também. Diminuir o atrito na hora do pagamento, na fila e na compra. Trazer essa comodidade que existe no online para o físico”, comentou.
Por fim, o CIO da Pernambucanas abordou a importância dos programas de fidelidade e destacou que eles têm uma função importante nas estratégias omnichannel. “Eles são uma forma de gerar recorrência de compra. É uma estratégia cruzada, tanto na hora de você gerar o gatilho que te traz o cashback, quanto na hora de usar. Nós também cruzamos isso nos dois mundos, físico e digital”, finaliza.
Fonte: Mercado e Consumo

2022-12-09T09:37:10-03:00dezembro 9th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Comunique-se – Mary Kay protege lêmures e outros animais da fauna em perigo crítico de extinção em parceria com a Arbor Day Foundation

Hoje, a Mary Kay Inc., defensora global da sustentabilidade e gestão ambiental, anunciou a conclusão de um projeto de reflorestamento em Madagascar, em parceria com a Arbor Day Foundation, o Henry Doorly Zoo and Aquarium em Omaha, e a Madagascar Biodiversity Partnership. O anúncio vem quando representantes de todo o mundo se reúnem em Montreal na Convenção sobre Diversidade Biológica das Nações Unidas (COP 15) para tratar da crise mundial da biodiversidade.
Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: https://www.businesswire.com/news/home/20221208005705/pt/
O manejo sustentável das florestas é fundamental para a conservação da biodiversidade. O projeto de 42 mil árvores no sudeste de Madagascar concentrou-se em reverter décadas de destruição florestal. A floresta abriga lêmures e outras espécies silvestres que estão em risco crítico de extinção e que não são encontrados em nenhum outro lugar no planeta. Os esforços de plantação de árvores também se destinaram a melhorar a resiliência das comunidades da floresta e arredores.
A Arbor Day Foundation estima* que, ao longo dos próximos 40 anos, o projeto levará a resultados como:
10.562 toneladas métricas de dióxido de carbono líquido sequestrado (o equivalente a 2.296 menos carros na estrada)
125 toneladas de poluição de ar removida (o equivalente a oxigênio suficiente para 10.500 pessoas)
9.944.943 litros de água de escoamento superficial serão evitados (o equivalente a 29.854 pessoas com água mais limpa)
“O impacto dessa parceria permitiu que fizéssemos importantes avanços em uma das mais críticas terras florestais para a biodiversidade, com muitas espécies que dependem dessas árvores para sobreviver”, disse Katie Loos, CEO da Arbor Day Foundation. “A Mary Kay continua a demonstrar seu contínuo apoio ao fortalecimento das florestas mais necessitadas do nosso planeta. Proteger e preservar nossas espécies mais vulneráveis é essencial para resolver a atual crise de biodiversidade, e temos orgulho de trabalhar com parceiros que compartilham desse valor”.
Somente no mês passado, a Mary Kay anunciou a conclusão de um projeto de reflorestamento de 279.233 metros quadrados para a revitalização da área de manejo da vida selvagem do Econfina Creek, em parceria com a Arbor Day Foundation. Trabalhando juntamente com o Distrito de Gestão Hídrica do Noroeste da Flórida, a Fundação e a Mary Kay desenvolveram uma parceria para o plantio de 43.000 pinheiros Longleaf, que ajudarão a proteger recursos hídricos essenciais para o Condado de Bay, na Flórida. Entre os benefícios ambientais e de biodiversidade do projeto da Key estão: a restauração e preservação de fontes primárias de água potável para o Condado de Bay, na Flórida; o replantio de espécies nativas de árvores para que essa área volte a seu estado natural; e a melhoria do habitat para a vida selvagem da área, como cervos, codornizes, esquilos-raposa de Sherman e tartarugas Gopher.
No início deste ano, a Mary Kay também publicou um relatório com detalhes sobre sua antiga parceria com a Arbor Day Foundation. Juntas, a Mary Kay Inc. e a Fundação plantaram mais de 1,2 milhão de árvores em todo o mundo, criando um impacto positivo mensurável nos ecossistemas vitais das florestas.
Para ler mais sobre o compromisso da Mary Kay com a sustentabilidade, acesse marykayglobal.com/sustainability e baixe a estratégia global de sustentabilidade da Mary Kay: “Enriching Lives Today for a Sustainable Tomorrow” (Enriquecendo vidas hoje para um futuro sustentável).
*Estimativas de impacto feitas usando o i-Tre, um pacote de software de última geração, revisado por pares, do Serviço Florestal dos Estados Unidos que oferece análise de serviços florestais urbanos e rurais e ferramentas de avaliação de benefícios.
Sobre a Arbor Day Foundation
Fundada em 1972, a Arbor Day Foundation tornou-se a maior organização sem fins lucrativos dedicada ao plantio de árvores, com mais de um milhão de membros, apoiadores e parceiros importantes. No decorrer dos últimos 50 anos, quase 500 milhões de árvores foram plantadas pela Arbor Day Foundation em bairros, comunidades, cidades e florestas em todo o mundo. Nossa visão é ter um mundo onde as árvores sejam usadas para resolver questões críticasàsobrevivência.
Como uma das maiores fundações de conservação em operação, a Arbor Day Foundation, por meio de seus membros, parceiros e programas, educa e envolve partes interessadas e comunidades em todo o mundo em sua missão de plantar, cultivar e celebrar árvores. Mais informações estão disponíveis em arborday.org.
Sobre a Mary Kay Inc.
Originalmente, uma quebradora de barreiras, a Mary Kay Ash fundou sua empresa de beleza dos sonhos em 1963 com um único objetivo: enriquecer a vida das mulheres. Este sonho tornou-se em uma empresa multibilionária com milhões de membros independentes na equie de vendas em quase 40 países. Como uma empresa de desenvolvimento de empreendimentos, a Mary Kay está comprometida com o empoderamento das mulheres em sua jornada pela educação, mentoria, ativismo, networking e inovação. A Mary Kay dedica-se a investir na ciência por trás da beleza e fabricação de cuidados com a pele, maquiagens, suplementos nutricionais, e fragrâncias. A Mary Kay acredita em enriquecer vidas hoje para um futuro sustentável, realizando parcerias com organizações ao redor do mundo concentrando-se na promoção da excelência comercial, apoiando pesquisas de combate ao câncer, adiantando-se na igualdade de gênero, protegendo sobreviventes de abusos domésticos, embelezndo nossas comunidades, e incentivando crianças a seguirem seus sonhos. Saiba mais em marykayglobal.com, encontre-nos no Facebook, Instagram, e LinkedIn, ou siga-nos no Twitter.
Fonte: Comunique-se

2022-12-09T09:36:14-03:00dezembro 9th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Forbes – Royal Prestige investe em expansão no Brasil

Paulo Moledo, CEO da marca de utensílios de cozinha, participou do ForbesCast e detalhou as ações da companhia no país
A Royal Prestige, marca norte-americana de utensílios de cozinha, está no mercado há mais de seis décadas. No Brasil chegou há 12 anos, mas vive agora seu auge no país. Paulo Moledo, CEO e presidente da Hy Cite Enterprises, detentora da Royal Prestige, participou do ForbesCast, podcast da Forbes Brasil, e falou sobre o bom momento da companhia.
“Agora é o momento em que a gente decidiu fazer um investimento mais agressivo aqui. Nós tivemos uma expansão geográfica muito interessante na América do Sul nos últimos sete anos, conseguimos crescer em vários países, e agora chegou o momento do Brasil”, afirmou o executivo em entrevista a José Vicente Bernardo, editor-chefe da Forbes.
Com 1400 funcionários na operação mundial, a Royal Prestige vai encerrar 2022 com um faturamento global acima dos US$ 500 milhões. E qual é o segredo do sucesso? Confira a entrevista completa.

Fonte: Forbes

2022-12-09T09:34:39-03:00dezembro 9th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Forever Living promove campanha Natal Solidário

Empresa recebe doações de alimentos não perecíveis, que serão encaminhados a instituições filantrópicas em 12 cidades pelo país

Até 19 de dezembro, a Forever Living promove campanha solidária para o Natal e receberá, em suas unidades espalhadas pelo Brasil, doações de alimentos não perecíveis que serão encaminhados para instituições filantrópicas parceiras da empresa. Algumas das organizações beneficiadas serão Lar Moisés em Curitiba, G10 Favelas em São Paulo, Amigos Solidários em Belo Horizonte e Criança Maranata em Fortaleza.

Pelo segundo ano seguido, 12 unidades da empresa participam da arrecadação: Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, São Luís, Belo Horizonte, Recife, Arapiraca, Brasília, Natal, Teresina, Porto Alegre e Curitiba. As caixas de coleta das doações estão localizadas na entrada da matriz, na capital carioca, e de cada uma das filiais. Em 2021, a Forever Living arrecadou mais de 380 kg de alimentos.

Em outubro, a companhia também realizou uma campanha de arrecadação de brinquedos em razão do Dia das Crianças em 10 lojas do país e angariou mais de 500 brinquedos.

Para saber onde doar, acesse https://www.foreverliving.com.br/sobre/nossas-filiais

Sobre a Forever Living

A Forever Living Products é a maior fabricante de produtos à base de Aloe Vera do mundo. Fundada em 1978 pelo americano Rex Maughan, a empresa teve como inspiração a busca por uma saúde melhor, produtos de qualidade e liberdade financeira. Com mais de 40 anos de história e atuação em mais de 160 países, a Forever Living chegou ao Brasil em 1996 e desde então contribui para melhorar a vida de milhões de pessoas através de um modelo de negócio estável e de produtos que comprovadamente promovem bem-estar e saúde.

www.foreverliving.com.br

 

2022-12-08T10:02:25-03:00dezembro 8th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

InfoMoney – Vendas no varejo sobem 0,4% em outubro, diz IBGE; consenso era de alta de 0,3%

Nos últimos 12 meses, o setor acumula crescimento de 0,1%, voltando ao campo positivo pela primeiro vez em cinco meses

O volume de vendas do comércio varejista no Brasil avançou 0,4% em outubro na comparação com setembro, em dados ajustados sazonalmente. No acumulado de 2022, o varejo registra alta de 1,0%. Já nos últimos 12 meses, o setor acumula crescimento de 0,1%, voltando ao campo positivo pela primeiro vez em cinco meses. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quinta-feira (8) pelo IBGE.

Na comparação com outubro de 2021, houve alta de 2,7%.

O resultado mensal ficou pouco acima do esperado, uma vez que o consenso Refinitiv projetava alta de 0,3% na base mensal e de 2,3% na anual.

A média móvel trimestral em outubro foi de +0,6%.

No comércio varejista ampliado – que inclui as atividades de Veículos, motos, partes e peças e Material de construção – o volume de vendas avançou 0,5% frente a setembro. A média móvel trimestral foi de 0,7% no trimestre encerrado em outubro.

O volume de vendas frente a outubro de 2021 cresceu 0,3%. O acumulado no ano foi de -0,5% e o nos últimos 12 meses, de -1,0%.

Cinco das oito atividades pesquisadas ficaram no campo positivo em outubro: Móveis e eletrodomésticos (2,5%), Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,0%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (2,0%), Combustíveis e lubrificantes (0,4%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (0,2%).

Por outro lado, os três grupos de atividade que mostraram queda foram: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-0,4%), Tecidos, vestuário e calçados (-3,4%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-3,8%).

Já as atividades do comércio varejista ampliado apresentaram resultados negativos: Veículos e motos, partes e peças, com -1,7% e Material de construção, com -3,5%.

Comparação com 2021

Em relação a outubro de 2021, cinco atividades cresceram: Combustíveis e lubrificantes (34,2%), Livros, jornais, revistas e papelaria (13,6%), Equipamentos e material para escritório informática e comunicação (8,1%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (5,2%) e Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,6%).

Por outro lado, três setores tiveram queda: Móveis e eletrodomésticos (-0,5%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (-8,5%) e Tecidos, vestuário e calçados (-14,8%).

No âmbito do varejo ampliado, ambas as atividades caíram: Veículos e motos, partes e peças (-0,7%) e Material de construção (-12,7%).

Fonte: InfoMoney

2022-12-08T10:01:46-03:00dezembro 8th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

CNN Brasil – A importância da logística para o varejo virtual

Mais de dois anos após o início da pandemia e da onda de digitalização, o comércio eletrônico atingiu e consolidou um novo patamar em vendas, especialmente com a entrada de 36,7 milhões de novos consumidores apenas entre 2019 e 2021, no Brasil.

Em um cenário turbulento composto não só pela pandemia, mas também por guerras, inflação, incertezas políticas e econômicas, crises energéticas, problemas na cadeia de suprimentos e escassez de mão de obra, é natural que o e-commerce não cresça no mesmo ritmo que vinha crescendo. Ainda assim, os players que atuam neste mercado permanecem atentos e otimistas, pois a tendência é de fortalecimento das vendas, uma vez que os consumidores estão cada vez mais acostumados a adquirir produtos pela internet.

A mais recente pesquisa Global Consumer Insights, sobre os hábitos do consumidor, realizada pela PWC globalmente e divulgada em junho passado, informa que 60% dos entrevistados elevaram suas compras no ambiente online durante a pandemia; cerca de 50% previam aumentar ainda mais a frequência de compras nos seis meses seguintes (ou seja, até dezembro) e 39% previam permanecer nos níveis atuais.

Fica claro nesse cenário, como a própria pesquisa concluiu, que os consumidores continuam com forte expectativa de escolher bons produtos pela internet, de ter opções de lojas virtuais e qualidade nos serviços prestados pela cadeia do e-commerce. Dessa forma, tendem a se beneficiar os varejistas que fornecerem uma boa experiência de compra, incluindo a eficiência nos serviços logísticos de coletas e entregas.

É importante pontuar que a logística possui um papel essencial nesta experiência positiva do e-commerce, já que é o momento em que todo o processo de compra pela internet se torna tangível, com o recebimento do produto em mãos. E eventuais falhas na entrega podem comprometer excelentes serviços prestados durante toda a navegação nas plataformas do varejo, e até serem determinantes para a não conversão das vendas do comércio eletrônico.

A própria pesquisa da PWC aponta que, entre os três principais obstáculos que os consumidores enfrentam nas compras online e que causam descontentamento, está a demora na entrega do produto adquirido, segundo indicaram 42% dos entrevistados, atrás apenas do aumento de preços e da impossibilidade de compra por falta de estoque, citados por 56% e 43% dos respondentes, respectivamente.

Então, trabalhar no aprimoramento contínuo da eficiência logística é mandatório, exigindo uma operação minuciosamente ajustada, com o mínimo de erros e o máximo em termos de qualidade de serviços para embarcadores e consumidores. Isto inclui o cumprimento de prazos estipulados, a entrega dos produtos intactos, uma comunicação cada vez mais assertiva e processos padronizados.

Contar com transportadoras e operadores logísticos efetivamente preocupados em aperfeiçoar a eficiência de suas operações – por meio de investimentos pesados em automação, mecanização, tecnologia da informação, capilaridade, novas soluções e opções de entrega, aumento e atualização de frota, entre outros pontos -, contribui com a experiência positiva de compra no e-commerce.

Com consumidores cada vez mais assíduos e exigentes, também é fundamental que as plataformas de varejo e as transportadoras mantenham um tráfego constante de informações em tempo real em seus sistemas, a fim de garantir tanto a eficiência nas operações quanto na comunicação com seus clientes.

Adicionalmente, é necessário oferecer alternativas ao home delivery, para que o consumidor possa escolher pontos para retirada diretamente dos produtos, como as soluções OOH (Out of Home, ou Fora de Casa), que englobam PUDOS (os pontos de Pick up e Drop off) e os lockers, e que também contribuem significativamente para a eficiência nas operações logísticas.

A partir desse novo patamar atingido pelo e-commerce, os desafios são vários, mas o principal é o posicionamento correto dos players da cadeia, a fim de aproveitarem as oportunidades oferecidas e, ao mesmo tempo, atuarem em prol do crescimento deste mercado, especialmente com soluções logísticas que melhorem a experiência de compra dos consumidores.

Fórum CNN

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Fonte: CNN Brasil

2022-12-08T10:00:41-03:00dezembro 8th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

A encruzilhada no caminho: ainda existe diferença entre o varejo, online e físico?

Em março de 2020, o e-commerce já tinha evoluído bastante – só no Brasil, foram aproximadamente 13 milhões de novos consumidores online, um aumento de 41% em relação a 2019. Nos anos seguintes, a onda de crescimento permaneceu. Mas, afinal, o e-commerce realmente vai substituir as lojas físicas?

O e-commerce ganhou força nos últimos anos, especialmente com as medidas de isolamento social durante a pandemia de Covid-19. Quem já tinha tendência a consumir online passou a fazer suas compras exclusivamente em plataformas digitais. Ao mesmo tempo, por necessidade, pessoas que evitavam as lojas eletrônicas descobriram como é fazer uma compra sem sair de casa. Como resultado, em março de 2020, segundo pesquisa da Ebit/Nielsen, o e-commerce já tinha evoluído bastante – só no Brasil, foram aproximadamente 13 milhões de novos consumidores online, um aumento de 41% em relação a 2019. E, nos anos seguintes, a onda de crescimento permaneceria. Mas, afinal, o e-commerce realmente vai substituir as lojas físicas?

Não é bem assim. Na verdade, essas duas modalidades estão cada vez mais unidas. E, em conjunto, essas duas frentes podem criar o ambiente de compras ideal para os consumidores.

Hoje em dia, o comprador está mais conectado e acostumado com o mundo online. Por causa disso, o perfil desses indivíduos também está mudando. As pessoas estão cada vez mais atentas e, acima de tudo, mais exigentes. O e-commerce precisa se ajustar a essas novas tendências. Portanto, acredito que oferecer uma boa experiência online é um dos maiores desafios que as lojas virtuais enfrentam atualmente.

Entendo também outra contradição. Se o cliente está tão acostumado com o digital, por que cada vez mais marcas exclusivamente virtuais estão se posicionando no mundo físico? O que está causando essa mudança no cenário?

Antes disso, precisamos falar de um fenômeno que aconteceu há alguns anos. O “from bricks to clicks”, em tradução livre, “dos tijolos ao digital”. Nesse primeiro momento, as grandes empresas sentiram uma certa pressão para se posicionar nas redes, a fim de não perder espaço no mercado. Essa onda migrando para o digital durou alguns anos. Nos dias de hoje, já consolidou-se a importância dessa conexão. Inclusive, grandes referências no mercado nasceram diretamente na internet – como Digital Native Brands.

Agora, estamos vivendo o movimento reverso. Esses empreendimentos – que antes eram exclusivamente digitais – perceberam que ter uma presença física é bom para o posicionamento da marca e para alcançar novos públicos. Ter um ambiente físico também ajuda a proporcionar uma experiência de compra mais bem desenvolvida e permite que o cliente se conecte com a marca num nível mais profundo.

É aí que está a grande mina de ouro para uma marca: fazer o cliente se conectar com você.

Para muita gente, nada supera a sensação de ir a uma loja física. Sair de casa, ver os produtos pessoalmente, interagir com os vendedores e representantes da marca, bater um papo com outros clientes – tudo isso faz parte da experiência. Para ilustrar, em alguns nichos específicos, como o de produtos para beleza, por exemplo, é importante ter uma loja presencial, pois, assim, o cliente vai poder experimentar e interagir com o seu produto, eliminando uma das maiores objeções dos compradores online que buscam um perfume novo, por exemplo.

Ainda assim, esse cliente nem sempre vai estar disposto a fazer isso tudo. Às vezes, ele só quer fazer uma compra rápida pelo celular. É mais rápido e prático.

Diante disso, percebo que, cada vez mais, o mercado está caminhando para essa encruzilhada, em que o digital e o offline vão se tornar um só. Mais uma vez, as empresas vão enfrentar novos desafios para se adaptar a esse modelo híbrido, no entanto, os resultados a longo prazo serão mais do que uma tendência, serão o futuro do varejo – uma revolução completa.

Fonte: Suno

2022-12-08T09:59:44-03:00dezembro 8th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Mobile Time – Bot do Instituto Avon ganha voz de centenas de mulheres

A assistente virtual do Instituto Avon ganhou voz a partir de uma série de sons emprestados. Mais de 500 mulheres – entre representantes de beleza da empresa, colaboradoras, parceiras e seguidoras do Instituto Avon nas redes sociais – foram convidadas a doarem suas vozes para a construção da voz da robô Ângela. A iniciativa faz parte da campanha 21 Dias pelo fim da violência contra as mulheres.

Ângela foi criada para apoiar o enfrentamento à violência doméstica.

O deep voice construído pela produtora Bolha. Os sons passaram por um sistema de voz que ensina máquinas como pessoas reais falam. Foram necessárias 5 horas de áudio das vozes doadas e uma adequação desses áudios para chegar a um áudio guia. A partir daí, foi desenvolvida a voz de Ângela. Para sua versão final – com boa entonação e timbre próximo do humano –, foi preciso 35 minutos de áudio guia, treinando em cerca de 300 horas.

A voz de Ângela será usada nas redes sociais do Instituto Avon em pautas relevantes para as mulheres, como liderança e igualdade, política e espaços femininos.

Fonte: Mobile Time

2022-12-08T09:58:23-03:00dezembro 8th, 2022|Categories: Notícias do Setor|
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