O Povo –Saiba como começar a empreender com apenas R$ 200

Com investimento mínimo, consultoras Tupperware têm lucratividade a partir de 26,5%, acesso a treinamentos, marketing de produto pronto e plano de carreira. Saiba como ser uma empreendedora de sucesso

Por volta das 14 horas de uma quarta-feira, Jessyane Brito, 29, atende o telefone. Ela pede pra repórter do O POVO retornar após as 17h, até lá, ela “está no emprego” que começa às 8h. Consultora da Tupperware há cinco anos, ela concilia as vendas dos produtos para casa com o emprego formal de assistente administrativa, em Itapajé (CE). Depois das 17h até às 20 horas e aos fins de semana, ela se dedica ao empreendedorismo com a Tupperware. Assim, com praticamente metade do tempo dedicado à venda direta, dobra a renda mensal.

“Eu entrei na Tupperware com dúvidas se conseguiria vender os produtos. Mas decidi que iria vender de todo jeito. Comecei a fazer demonstração dos produtos nas minhas redes sociais. Cada vez que eu mostrava como usar algo, vendia. Criei um grupo de whatsapp e hoje vendo cerca de R$ 8 mil por mês”, conta Jessyane. E ela comemora outros ganhos. Em agosto de 2021 subiu no plano de carreira da Tupperware, é hoje líder de uma equipe de 10 consultoras ativas (aquelas que todo mês fazem pedidos), por isso, sua renda mensal também cresceu, já que acumula o ganho pelo resultado do time que ela mesma recrutou e também é premiada por isso.

Mesmo comemorando o crescente resultado, neste janeiro viu as próprias vendas e da equipe diminuírem. Foi quando teve a ideia de negociar com uma gráfica e vendeu garrafas Tupperware personalizadas com o nome do cliente. As compras para lancheira escolar foram um sucesso. “Me sinto uma empreendedora, eu amo o empreendedorismo. Hoje eu reconheço que todo mundo tem interesse em Tupperware. O custo benefício compensa, são produtos com garantia de 10 anos. São seguros para aquecer, conservam muito mais os alimentos. Depois que você conquista o cliente, ele quer todas as peças”, garante.

Com uns bons anos a mais de experiência com a Tupperware, Erika Norjosa, 44, conquistou o cargo de empresária da marca. No plano de carreira da Tupperware, é possível começar com um pedido mínimo de R$ 200 de produtos da vitrine. Além da da venda direta, a oportunidade é formar uma equipe de mais consultoras para alcançar mais clientes e ampliar os ganhos. Esse processo de recrutamento, forma uma líder. E quando você passa a transformar as consultoras recrutadas por você em líderes, você se torna empresária. É essa a trajetória de carreira da Erika, que deixou o trabalho de enfermeira para comandar a venda de Tupperware em toda região do Maciço de Baturité, Pacatuba, Guaiuba e Maranguape. “Com o plano de carreira da Tupperware você acumula ganhos. Tenho 1.600 mulheres na equipe total, são 37 equipes. Cada consultora iniciante, em média, vende R$ 700 por mês”, conta Erika, que comemora. “Durante os 12 anos de Tupperware, eu sempre cresci. Com premiações por metas batidas já conheci oito países e quase o Brasil todo. Hoje, 100% da minha renda familiar é da Tupperware, trouxe meu marido para trabalhar comigo, temos casa própria, carro, moto, tudo com dinheiro do empreendedorismo da Tupperware.”

Foi fácil? Nunca é. Erika conta que começou a prosperar quando foi demitida do cargo de enfermeira em um hospital. Só conseguia recolocações pelo salário de R$ 2.500, tinha um filho de dois anos. “Eu foquei 100% na Tupperware. Colocava meu filho no ônibus e ia panfletar, conversar com as pessoas. O meu foco era o recrutamento. Queria criar a minha equipe. Em seis meses, cheguei a um faturamento mensal de R$ 60 mil, com meu time. Recrutei 70 pessoas.”

Estar com a família, conciliar interesses pessoais com a vida profissional é outra vantagem de ser uma empreendedora Tupperware. Antes de contar sua história ao O POVO, Erika assistia a um dos treinamentos da empresa ao vivo pelo YouTube fazendo esteira, em casa. Muitas vezes as pessoas acham que não terão agenda, mas Erika ensina: “À noite você pega duas ou uma hora para se dedicar a vender ou recrutar, no sábado de 8h ao meio-dia. Você consegue vender e recrutar. Hoje, eu consigo fazer meu horário, incluir minha família na programação do meu trabalho.”

Você pode estar se perguntando: mas será que eu consigo vender? “É natural ter medo de ser empreendedora, nós não somos criadas para empreender, mas na Tupperware o investimento é quase zero. Você pode entrar só com a venda feita. Tem o desconto a partir de 26,5% e a lucratividade vai até 100%, em forma premiação”, conta Erika.

Além disso, a consultora recebe de quatro em quatro semanas uma nova revista com vitrine de ofertas trabalhadas para diferentes tickets de compra, e diversidade de usos, modelos e finalidades. Ainda tem acesso a materiais de disparo de whatsapp, treinamentos de estratégias de venda e desenvolvimento pessoal online e gratuitos semanais.

“A Tupperware é uma empresa de venda direta diferente de todas as outras do mercado porque ela é humana. Valorizamos o reconhecimento da força de venda. Temos como missão esclarecer, educar e encorajar a equipe. Trabalhamos com premiações e crescimento profissional, por isso, falamos que a lucratividade é maior do que 100%. Quem entra na Tupperware realiza sonhos. Até os sonhos que não sabia que existiam”, conta Ana Flávia Menezes, diretora comercial da Distribuidora Ciranda-Tupperware.

Entenda o lucro Tupperware:

1 Eco Tupper Plus 2litros custa R$ 97,50

  • Você compra por R$ 71, 95 (26,5% de desconto na compra)
  • Ao vender no mínimo 1 Eco Tupper Plus 2L por dia durante 22 dias (um mês) você tem um lucro de pelo menos R$ 570, 90

Você sonha em viajar e conhecer novos lugares? Ao se tornar um Consultor Tupperware, você faz o seu horário, trabalha de qualquer lugar e ainda possui a flexibilidade que você precisa! Confira os principais benefícios em ser um Consultor:

  • Lucro de até 100%
  • Capacitação em vendas: acesso a cursos e ferramentas online gratuitas para você crescer o seu negócio
  • Sem investimento inicial: não cobramos nada para você entrar, nem para se desenvolver.
2022-01-31T11:39:45-03:00janeiro 31st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

DSN – Herbalife Classificado nº 1 em Health Shake pela Euromonitor International

A Herbalife Nutrition foi nomeada “O batido de saúde nº 1 do mundo” e “A marca nº 1 em nutrição ativa e estilo de vida” pela empresa independente de pesquisa de mercado Euromonitor International.

Este também é o quinto ano consecutivo em que a Herbalife foi classificada como a melhor marca do mundo em controle de peso, substitutos de refeição e substitutos de refeição e suplementos de proteína combinados.

“Criar os melhores produtos nutricionais com o melhor sabor e a mais alta qualidade que ajudam as pessoas a atingir seus objetivos de bem-estar está no centro do que fazemos, e a razão pela qual os consumidores confiam na Herbalife Nutrition para ajudá-los a melhorar sua nutrição”, disse John Agwunobi, Presidente e CEO da Herbalife. Nutrição.

2022-01-31T11:38:31-03:00janeiro 31st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Emprego com carteira cresce 4% no trimestre encerrado em novembro

Mercado formal de trabalho tem 1,3 milhão de pessoas a mais

A redução do desemprego para 11,6% no trimestre encerrado em novembro teve uma maior participação do mercado formal de trabalho, com o aumento de 4% no número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado, na comparação com o trimestre encerrado em agosto de 2021.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou hoje (28), no Rio de Janeiro, os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, essa categoria de ocupação teve 1,3 milhão de pessoas a mais e 838 mil pessoas sem carteira no setor privado, um aumento de 7,4%.

Na categoria por conta própria, o crescimento foi de 588 mil pessoas (2,3%), chegando a 25,8 milhões de pessoas. Os trabalhadores domésticos subiram 6,0% frente ao trimestre anterior, ou mais 315 mil pessoas, e 22,5% em relação ao mesmo trimestre de 2020, chegando a 5,6 milhões de pessoas.

A coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, disse que os dados positivos refletem a melhora no mercado de trabalho depois do cenário deprimido pela pandemia de covid-19, iniciada em março de 2020.

“Houve um pico [de desocupação] bastante acentuado lá em 2020, no trimestre encerrado em agosto, em função daquele cenário da expansão da pandemia, sem vacinação e com as medidas de restrições para o combate à pandemia sendo bastante fortes. Então, isso teve um impacto bastante grande no mercado de trabalho, com queda na ocupação e a não viabilidade de um processo mais intenso de busca por trabalho”, acentuou.

Informalidade

A taxa de informalidade no trimestre encerrado em novembro foi de 40,6% e se manteve estável frente ao trimestre anterior, mesmo com o aumento no número de trabalhadores informais, chegando a 38,6 milhões.

A informalidade está próxima ao pico de 41%, verificado em agosto de 2019, quando 38,8 milhões de trabalhadores estavam nessa condição. A menor taxa da série histórica, de 37,2%, ocorreu no início da pandemia, no trimestre encerrado em maio de 2020, com 31 milhões de pessoas.

Apesar do trabalho com carteira assinada ter tido uma expansão significativa, Beringuy destacou que a informalidade também teve um papel decisivo na recuperação da taxa de ocupação.

“A expansão da informalidade responde por 43% do crescimento da população ocupada total no trimestre. A informalidade tem um peso importante na série histórica da pesquisa, mas agora, durante a pandemia, teve um papel decisivo na recuperação da ocupação. Esses 43% de participação no processo de recuperação já chegaram a quase 80% em outros momentos. Agora, a gente percebe que há uma participação maior também do trabalhador com carteira”, afirmou Beringuy.

O IBGE informou, também, que a população fora da força de trabalho caiu 2,0% em novembro na comparação com o trimestre anterior, uma redução de 1,3 milhão de pessoas nessa situação. Na comparação anual, a diminuição foi de 4,6 milhões de pessoas.

As pessoas desalentadas, que não buscaram trabalho mas estavam disponíveis, foram estimadas em 4,9 milhões, uma queda de 6,8% em relação ao trimestre encerrado em agosto e de 14,4% na comparação com novembro de 2020. A taxa de subutilização ficou em 25%, com 29 milhões de pessoas disponíveis para trabalhar mais horas.

Rendimento

A massa de rendimento real habitual ficou estável em R$ 227 bilhões, com queda de 4,5% no rendimento real habitual, estimado em R$ 2.444, o menor já registrado pela série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. Na comparação com o mesmo trimestre de 2020, a redução do rendimento médio do brasileiro foi de 11,4%.

Segundo Beringuy, o resultado da Pnad Contínua demonstra um processo de consolidação da recuperação e um espalhamento pelas diversas atividades econômicas, mas não se reflete no crescimento de rendimentos, influenciado também pela inflação.

“A gente tem mais pessoas trabalhando do que antes, no entanto, com rendimentos menores. Associado a isso temos um processo inflacionário em curso, que é bastante negativo para os rendimentos reais. Há também uma dinâmica de inserção, a gente não sabe se em função das negociações entre a oferta da mão de obra do trabalhador e a demanda de quem está contratando; pode ser que nesse processo o trabalhador não está conseguindo obter remunerações maiores”, opinou.

Por setor econômico, a maior parte da expansão da ocupação veio do comércio, com 719 mil pessoas a mais, um aumento de 4,1%. A indústria teve crescimento de 3,7%, com acréscimo de 439 mil pessoas. O segmento de alojamento e alimentação, que foi um dos mais prejudicados desde o início da pandemia, teve aumento de 9,3%, com 438 mil empregados a mais.

O nível da ocupação ficou em 55,1% no trimestre, recuperando após atingir o patamar mínimo de 48,5% no trimestre encerrado em agosto de 2020. O recorde da série histórica ocorreu em novembro de 2013, com 58,5% das pessoas em idade de trabalhar ocupadas. O número de pessoas ocupadas chegou a 94,9 milhões, próximo ao patamar pré-pandemia, de 95,4 milhões alcançado em novembro de 2019.

Edição: Kleber Sampaio

2022-01-31T11:36:55-03:00janeiro 31st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

PANORAMA COVID-19

Os dados da vacinação divulgados até quinta-feira (27) indicam que 148.856.782 brasileiros (equivalente a 69,29%) estão totalmente imunizados contra a COVID-19. Além disso, 163.707.234 pessoas tomaram ao menos a primeira dose da vacina, representando 76,2% da população. Ademais, a dose de reforço foi aplicada em 44.796.544 pessoas (21% da população), sendo a aplicação de maior avanço, comparativamente. Por outro lado, foram registrados 224.567 novos casos conhecidos, alcançando 24.535.884 contaminados confirmados desde o início da pandemia. Com o aumento do número de casos o país também registrou 570 mortes pela COVID-19 nas últimas 24 horas, totalizando 624.413 óbitos pela doença. Com isso, a média móvel nos últimos 7 dias é de 369 mortes.

AVALIAÇÃO BMJ

Os índices de casos e mortes nas primeiras quatro semanas de 2022 aumentaram sensivelmente se comparadas com as últimas quatro semanas de 2021. Nessa semana, o Brasil atingiu a maior média móvel de óbitos dos últimos três meses. Essa realidade se reflete na ocupação de leitos, com mais de 80% de ocupação de leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em dez capitais brasileiras. Com esse cenário, o Brasil segue a tendência global: nessa semana, o mundo atingiu a maior média diária de óbitos por COVID-19 dos últimos quatro meses.

CORONAVAC É INCLUÍDA NA VACINAÇÃO DE 6 A 17 ANOS

O Ministério da Saúde incluiu, na última sexta-feira (21), a Coronavac na campanha de vacinação contra a COVID-19 para a faixa etária de 6 a 17 anos. O ministério segue a mesma orientação anunciada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de que a vacina não seja aplicada em imunocomprometidos com um intervalo de 28 dias entre a primeira e a segunda aplicação. Entretanto, a recomendação do ministério é que a imunização ocorra com a autorização dos pais ou responsáveis e que um médico seja consultado previamente. A recomendação médica foi recebida com críticas por especialistas. Segundo a epidemiologista e ex-coordenadora do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Carla Domingues, a recomendação de um aval médico antes de levar o filho para a imunização não se justifica. Além disso, ressalta que só devem ter avaliação médica crianças que estão passando por algum tratamento médico ou têm alguma doença que exija tal avaliação.

AVALIAÇÃO BMJ

O aval médico para a imunização já havia sido defendido pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, após a Anvisa autorizar o uso do imunizante da Pfizer, em 16 de dezembro. Entretanto, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e vários secretários de saúde estaduais rejeitam a necessidade de prescrição médica para a aplicação dos imunizantes infantis. Marcelo Queiroga afirma que se trata de uma recomendação e não de uma imposição. Vale ressaltar que em consulta pública criada pelo ministério sobre o tema, entre dezembro/2021 e janeiro/2022, foi notada grande rejeição à exigência do aval médico.

ALTERAÇÃO DE PORTARIAS SOBRE TRANSMISSÃO DE COVID-19 EM AMBIENTES DE TRABALHO

O governo alterou medidas para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão de COVID-19 em ambientes de trabalho, ainda que tenham sido mantidas as recomendações de higiene e distanciamento social aprovadas em 2020. As principais alterações estão relacionadas à redução do tempo de isolamento social, recentemente alterado pelo Ministério da Saúde (MS). Além disso, as organizações devem fornecer máscaras PFF2 (N95), ou equivalentes, para os trabalhadores do grupo de risco quando não for adotado o teletrabalho ou trabalho remoto. As organizações também devem indicar as medidas de prevenção, controle e mitigação nos ambientes de trabalho e nas áreas comuns, como refeitórios, banheiros, vestiários, áreas de descanso e no transporte, quando fornecido pela empresa.

AVALIAÇÃO BMJ

Em um contexto de mudanças nas condições da pandemia de COVID-19, a alteração das portarias partiu do movimento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e de diversas associações com o intuito de reformular as práticas de proteção, prevenção e riscos relacionadas ao trabalho, para que estas fossem melhor adequados às novas recomendações do MS. No dia 10 de janeiro, a pasta reduziu para sete dias o isolamento de casos leves e moderados da COVID-19, desde que o indivíduo não apresente sintomas respiratórios e febre há pelo menos 24 horas, sem o uso de antitérmicos. Na ocasião, o Secretário de Vigilância em Saúde (SVS), Arnaldo Medeiros, informou que a decisão decorreu da atualização do guia epidemiológico, elaborado por especialistas. Outras alterações similares devem acontecer à medida que ocorra o arrefecimento da pandemia.

QUARTA ONDA DE CASOS SEGUE BATENDO RECORDES NOS ESTADOS

O número de casos de COVID-19 no país segue batendo recordes diários em todas as unidades da federação. Em São Paulo, a taxa de contágio é de 1,79 e poderá chegar a 1,86 até o fim do mês de janeiro. Além disso a ocupação dos leitos de UTI alcançou 67,4% no estado e 72,3% na região metropolitana da capital, um aumento de 194% no período. No Rio de Janeiro, a taxa de contágio está em 2,54 e só nas primeiras semanas do ano já se acumulou metade do volume de infecções confirmadas em todo o ano de 2021 na capital. Em Minas Gerais, os últimos dias do mês têm registrado cerca de 30 mil casos por dia. Cerca de seis estados têm a ocupação de leitos de UTI em estado crítico, sendo eles Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Distrito Federal, com taxa de pelo menos 80%.

AVALIAÇÃO BMJ

O aumento de casos em decorrência da nova variante mais transmissível da COVID-19, Ômicron, tem retomado debates sobre reestabelecimento de medidas de restrição nos estados. As discussões ainda são incipientes, devido aos números de óbitos controlados – porém em ascensão – e a reabertura de leitos, que podem reduzir o impacto das novas internações nas próximas semanas. Especialistas argumentam que a taxa de transmissão não é suficiente para retomar medidas drásticas como lockdowns, sendo necessário analisar outros fatores como ocupação dos leitos, profissionais de saúde e outros recursos médicos. Porém, a curva crescente em alguns desses indicadores podem reforçar iniciativas como a vacinação infantil e a adoção do passaporte sanitário em circunstâncias de aglomeração, como em grandes eventos.

PROFISSIONAIS COM SINTOMAS GRIPAIS E DESAFIOS DO SETOR INDUSTRIAL DO ESPÍRITO SANTO

A 4ª onda da COVID-19, somada ao surto de influenza, trouxe impactos ao setor industrial do Espírito Santo. Segundo estudo da Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes), 81% das empresas do setor industrial registraram funcionários com sintomas gripais. Das 152 indústrias do estado, 57% declararam que menos de 10% dos funcionários foram afastados, já 5% de outras empresas informaram um índice de mais de 40% de afastamento durante o mês de janeiro. Outro problema enfrentado envolve a falta de recursos, queda de produção e atraso na entrega de produtos. De acordo com o mesmo estudo, 45% das empresas enfrentaram falta de recursos e 40% a diminuição na produção.

AVALIAÇÃO BMJ

Apesar de cenário semelhante ao começo da pandemia, relativo à instabilidade na produção e disponibilidade de recursos, alguns aspectos se diferenciam daquele momento, entre eles, o aumento na vacinação e adaptação às medidas sanitárias por parte das empresas. Ocorre que ainda existem alguns desafios a serem superados pelo setor produtivo como, por exemplo, o fato de parte da cadeia produtiva necessitar de mão de obra presencial para exercer as atividades, diferentes graus de medidas sanitárias entre estados e países e, por fim, a readaptação de recursos ao consumo. Apesar das dificuldades, entretanto, a expectativa é de um aumento produtivo para 2022 e, consequentemente, uma recuperação da indústria.

2022-01-28T18:42:58-03:00janeiro 28th, 2022|Categories: ABEVD News, Corona|

Draft – A Pormade nasceu como uma marcenaria. Hoje, é uma das maiores indústrias de portas do Brasil (e está presente até no BBB)

Em União da Vitória (PR), na divisa com Santa Catarina, a Pormade tem fama de ser uma das melhores empresas para trabalhar na região: há 20 anos, figura na lista da Great Place to Work. O reconhecimento ajudou a se tornar uma das maiores indústrias de portas do Brasil. Só em 2021, foram 420 mil unidades fabricadas.

A Pormade surgiu em 1939, como uma marcenaria. Ao longo das décadas, cresceu e foi dividida entre as dez famílias que a tocavam. Tomado pela vontade de inovar o negócio, o engenheiro civil Cláudio Zini (um dos herdeiros) assumiu a empresa de 25 funcionários, em 1976, com 9% das ações.

Hoje, Zini, 74, é o diretor-presidente e detém 100% da Pormade, que comercializa portas para todo o Brasil. Para ele, o segredo do sucesso é dar liberdade total – inclusive para errar – aos atuais 900 colaboradores atuais.

A partir das proposições de 29 grupos de melhorias e outras iniciativas que envolvem os funcionários, a empresa está avançando na digitalização dos negócios para se aproximar do consumidor final.

A Pormade começou o ano com uma sacada de marketing: seus produtos estão expostos na casa do Big Brother Brasil 2022 (e à venda para os fãs do programa).

UMA VIAGEM AO JAPÃO NOS ANOS 1980 ABRIU OS OLHOS DO EMPREENDEDOR PARA O VALOR DO ERRO E DA INOVAÇÃO

De olho nas possibilidades do mundo digital, sem deixar de lado os pontos de venda físicos, a empresa aposta no phygital (união de physical com digital) para escalar novas experiências de relacionamento com o consumidor.

Para Zini, tratar o consumidor com respeito é estar próximo e entregar um produto de qualidade e instalado. De olho na aproximação com os clientes, a empresa atua com showrooms, e-commerce, franquias e lojas autônomas. Neles, comercializa portas, rodapés, biombos, papéis de parede, fechaduras e outros acessórios.

As oportunidades muitas vezes passam “batidas”, diz o executivo, por falta de ousadia, e lembra como a guinada na forma de pensar ocorreu em uma viagem ao Japão, em 1988.

A visita, naquele ano, se deu junto a uma comitiva de empresários. Foi lá, no Japão, que Zini ouviu de um palestrante que “erros eram tesouros”. Acreditou que essa percepção seria uma boa forma de gestão, e desde a década de 1990 passou a aplicá-la valorizando a tomada de riscos.

De volta ao Brasil, ele elaborou os dez “mandamentos” internos da Pormade, que incentivam os funcionários a promoverem a tão esperada inovação.

“Erros provenientes de tentativas e inovação são bons erros. Se quisermos aumentar nosso índice de sucesso, temos que dobrar nosso número de fracassos. Nunca se deve punir pelos erros e sim aprender com os erros dos outros”

Seu objetivo era derrubar as barreiras entre o chão de fábrica e a direção da empresa. As decisões da Pormade, com o tempo, passaram a ser horizontais e não mais de cima para baixo.

A EMPRESA INVESTIU 10 MILHÕES DE REAIS NUM NOVO PROJETO DE LOJAS AUTÔNOMAS

Em 2021, a Pormade planejou a implementação de lojas autônomas, que funcionam como espaços de autoatendimento. O projeto teve seu start em dezembro passado, servindo à estratégia de investir em inovação e na diversificação dos canais de venda.

A empresa investiu 10 milhões de reais no projeto. As primeiras 14 lojas autônomas estão localizadas em cidades de Minas Gerais e dos três estados da Região Sul. A meta é implantar 200 lojas até o fim de 2022, em todo Brasil.

“O consumidor está em busca de facilidade e conveniência, e a loja autônoma atende essa demanda e agiliza todo o processo. Outras 16 unidades estão em estudo em lojas de móveis planejados, marcenarias e lojas de materiais de construção”

A jornada do cliente na loja autônoma é iniciada por meio de um totem expositor (que forma um cubo de quatro portas, que abrem e fecham). É estrategicamente localizado em uma loja parceira, onde são dispostos QR Codes direcionados para alguns serviços.

Pelo terminal, é possível passear pela fábrica, conhecer os diversos tipos de porta, comprar ou solicitar para falar com o vendedor de um showroom da região. O cliente também pode pedir atendimento presencial – basta combinar com o vendedor.

Na loja autônoma dá para visualizar, manusear e sentir a textura e material da porta com fechaduras, dobradiças e guarnições.

Os comércios que hospedam uma loja autônoma recebem um aluguel de 500 reais pelo espaço. Com o objetivo de expandir o formato, o modelo “store in store” também terá remuneração com bônus e comissão, em torno de 5%.

O E-COMMERCE JÁ PERMITE SIMULAR AMBIENTES COM PRODUTOS (E A META É DIRECIONAR CADA VEZ MAIS O FOCO PARA O B2C)

Atualmente, das 35 mil portas vendidas todo mês pela Pormade, um terço se destina ao consumidor final, e os outros dois terços para empresas de construção.

A tendência para 2022, conta, é equilibrar meio-a-meio esses dois públicos – e mais à frente aumentar as vendas para a frente B2C. As lojas autônomas já são parte dessa estratégia de fortalecer o foco no consumidor final.

O e-commerce também vem passando por mudanças, e com o mesmo foco. Buscando melhorar a experiência do cliente, o site agora oferece um simulador de ambientes. O usuário escolhe o modelo da porta ou outro produto; em seguida, indica o ambiente a ser instalado (quarto, cozinha e sala). Em alguns cliques, visualiza o ambiente de acordo com suas escolhas.

“Muitas empresas vão à falência por fazer a mesma coisa por tempo demais… Aqui, a inovação é super bem-vinda. Entre os planos para o futuro está a maior utilização de inteligência artificial – e neste ano aumentaremos nossa capacidade em 10 mil portas ao mês”.

Segundo Zini, ter uma “alma digital” é estar mais perto do consumidor. No longo prazo, o sonho da Pormade é lançar seu próprio marketplace de construção civil (e virar uma “Amazonzinha”, brinca o executivo).

Enquanto isso, a primeira fábrica, no centro de União da Vitória, está sendo reformulada para se tornar apenas escritório administrativo. O espaço deverá abrigar o setor de tecnologia da informação e o time de marketing para facilitar a ampliação digital.

Em outro terreno do município fica o parque industrial, com 102 mil m². A empresa ainda possui um reflorestamento de 520 hectares. O manejo da área é feito para a venda da madeira; o valor arrecadado é investido em chapas industrializadas para a produção de portas.

AS PORTAS E PISOS DA PORMADE HOJE ESTÃO NA CASA DO BIG BROTHER BRASIL (E À VENDA PARA OS FÃS DO REALITY SHOW)

Estar perto do consumidor é um dos lemas do negócio. Nesse sentido, o time de marketing da Pormade marcou um golaço ao emplacar suas portas, papéis de paredes e pisos vinílicos no Big Brother Brasil 22.

Com a parceria, a empresa abre ao público a opção de adquirir produtos (portas, pisos e papéis de parede) licenciados do programa, que são utilizados nos quartos, sala, confessionário e outros ambientes da casa. Basta preencher os dados para comprar direto com a Pormade.

Em União da Vitória, um caminhão-showroom apresenta o universo do programa para o consumidor, que reconhece portas e réplicas de ambientes usados na casa que acompanham na televisão.

Os caminhões-showroom também estarão na cidade-natal de cada participante, durante os “paredões” do programa, que deve se encerrar em abril.

“Meu sonho não é ser a maior fábrica de portas do mundo, e sim a mais divertida. No mundo dos negócios, nos dias de hoje, felicidade e bem-estar equivalem a lucro”.

Com cada nova iniciativa, a empresa busca aumentar sua participação no mercado. Em 2021, o faturamento foi de 301 milhões de reais.

De acordo com Zini, a fase atual é de investir em pessoas e nos produtos como estratégia competitiva (a companhia não divulga o valor desse investimento). Para 2022, a expectativa é seguir crescendo e faturar 380 milhões de reais.

COM SHOWROOMS SOBRE RODAS E MODELO DE FRANQUIAS, A PORMADE VEM AMPLIANDO A CAPILARIDADE E AS VENDAS

Em São Paulo, a Pormade está presente no Shopping D&D, pioneiro no setor da decoração. Em 2017, a Pormade ampliou sua capilaridade inaugurando dezenas de showrooms pelo país.

A estratégia vem se intensificando, agora sobre rodas, com os caminhões-showroom. Hoje, são 20, e até o fim do ano a empresa quer chegar a 50 – além de 200 carretas que puxam um modelo de cubo de quatro portas (semelhante ao das lojas autônomas) para visitar edifícios em construção.

“Com os caminhões e as carretas queremos ir não só para as obras, mas mostrar para o pedreiro e o mestre de obra”, diz Zini. “À noite, se o proprietário quiser, a carreta vai até a casa dele!”

Em 2018, a marca entrou para o segmento de franchising; já são 40 unidades em todo o Brasil. O investimento para a abertura de uma franquia da Pormade é de 40 mil reais. No valor está incluso a taxa de franquia e o showroom dos produtos.

“A vantagem da franquia é que o dono mesmo é quem resolve os problemas – mas não é fácil encontrar um empreendedor nato”.

O perfil sugerido é de gente com experiência no mercado de construção civil. Os franqueados passam por um treinamento de uma semana na Pormade, conhecendo a fábrica, o processo de produção e as especificações dos produtos.

Programa de divulgadores é uma alternativa voltada aos empreendedores independentes. O divulgador atua levantando obras (construções) ou divulgando para clientes, oferece o produto e ganha comissão por indicação de novo franqueado ou por venda.

O ESTÍMULO ÀS NOVAS IDEIAS RENDEU À PORMADE O PRÊMIO DE “AMBIENTE DE INOVAÇÃO MAIS INCRÍVEL”

Na “tábua dos 10 mandamentos” da Pormade, escrita por Zini após aquela viagem pelo Japão, um dos valores que melhor se encaixam na sua filosofia é: “Inovar é errar sem perder as esperanças”.

Uma das iniciativas para promover essa ideia é o “Café com o Presidente”, semanal. Todos os empregados têm autonomia para interagir diretamente com Zini, propondo novas ideias e apontando melhorias. “E ninguém precisa me chamar de presidente!”

Outra iniciativa, sistematizada pelo setor de RH, são os 29 Grupos de Melhorias, presentes do setor administrativo ao chão de fábrica. Os integrantes se reúnem semanalmente ou quinzenalmente para discutir metas e propostas de novas ideias.

Essas propostas são encorajadas em toda a empresa. A filosofia da Pormade que se nada está dando errado no momento é porque ainda não se tentou inovar o suficiente.

“O grande segredo é inovar sem perder a essência. Trabalhamos constantemente as mudanças e inovações, tendo uma gestão totalmente participativa. Costumo dizer que o funcionário que tem futuro é aquele que é desobediente, desde que com boas intenções”

Essa visão levou a Pormade a vencer o Prêmio Lugares Incríveis para Trabalhar 2020, na categoria “Ambiente de Inovação Mais Incrível”.

A premiação é uma iniciativa da Fundação Instituto de Administração (FIA), com base em uma pesquisa realizada entre 150 mil funcionários de mais de 300 empresas brasileiras.

Na pesquisa, cerca de 43% dos funcionários identificaram que a principal característica cultural da empresa era o estímulo à criatividade. Entre eles, 52% afirmaram que já fizeram propostas de mudanças à chefia; destes, 80% tiveram uma sugestão implementada.

BOAS SACADAS QUE AJUDAM A EMPRESA A ECONOMIZAR GERAM PREMIAÇÕES EM DINHEIRO PARA OS COLABORADORES

Outra iniciativa que chama atenção é o “Programa dos 5 Dias”, que recompensa o propositor de uma inovação bem-sucedida com o equivalente a cinco dias do resultado financeiro gerado pela ideia.

“Toda inovação é celebrada e incentivada, inclusive financeiramente, às equipes que a desenvolvem”, diz Zini.

Um exemplo simples foi um funcionário que propôs o uso de um solvente para a higienização de uma passadeira de cola usada na linha de produção. Após quinze dias de experiência e a mensuração de economia de 50 reais por dia, a iniciativa lhe rendeu 250 reais.

“Para nós, está bem claro: felicidade traz retorno financeiro. E vamos seguir nesse caminho para abraçar cada vez mais a inovação corporativa”

Zini conta que o programa também funciona em escalas maiores. Tendo em vista que uma organização de sucesso funciona como um organismo vivo e descentralizado, sua ideia sugere que quem está mais perto do trabalho é quem mais o entende.

“Temos outra filosofia: só não leva quem não faz. O nosso diferencial é que não pressionamos ninguém a dar resultados. É um processo natural porque valorizamos o capital humano.”

2022-01-28T11:03:49-03:00janeiro 28th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Bolsa sobe pelo terceiro dia e atinge maior nível desde outubro

Dólar cai para R$ 5,42, apesar de pressões externas

Beneficiada pelo fluxo estrangeiro, a bolsa de valores subiu pelo terceiro dia seguido e atingiu o maior nível desde outubro. O dólar iniciou a quinta-feira em forte baixa, mas fechou com pequena queda, perto da estabilidade, com a piora do mercado de câmbio durante a tarde.

O índice Ibovespa, da B3, fechou hoje (27) aos 112.612 pontos, com alta de 1,19%. Os investidores estrangeiros entraram hoje no mercado comprando ações de empresas brasileiras, fazendo o indicador caminhar na contramão das bolsas norte-americanas, que fecharam em queda.

O Ibovespa acumula alta de 7,43% em janeiro. No último dia 5, o indicador chegou a acumular queda de 3,64%, iniciando uma trajetória de recuperação desde então.

Após subir ontem (26), o dólar comercial encerrou o dia vendido a R$ 5,424, com leve recuo de 0,32%. Na mínima do dia, por volta das 11h15, a moeda norte-americana chegou a cair para R$ 5,35, à medida que investidores aproveitavam a cotação abaixo de R$ 5,40 para vender dólares. No entanto, as pressões externas durante a tarde fizeram a divisa aproximar-se da estabilidade.

Com o desempenho de hoje, o dólar comercial acumula queda de 2,73% em 2022. Em 5 de janeiro, a divisa fechou em R$ 5,71, no maior nível do ano.

Ontem, o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) confirmou que aumentará os juros básicos nos Estados Unidos em março e que deverá promover reajustes em pelo menos quatro reuniões neste ano. O Fed também indicou que poderá encerrar o programa de compra de dívidas, em vigor desde o início da pandemia de covid-19, mais cedo que o esperado.

Apesar de juros mais altos em economias avançadas estimularem a fuga de recursos de países emergentes, parte dos investidores entende que os efeitos do aperto monetário nos Estados Unidos já estão precificados (incorporados ao preço dos ativos). Isso tem aumentado o interesse dos investidores internacionais em países emergentes, atraídos pelos ativos financeiros baratos.

Edição: Nádia Franco

2022-01-28T11:02:04-03:00janeiro 28th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Pequenas empresas são responsáveis por 76% dos novos empregos

Pesquisa, referente a novembro de 2021, é do Sebrae

Uma pesquisa do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) mostra que as micro e pequenas empresas seguem como as principais geradoras de novas vagas de emprego. De acordo com levantamento, feito com base no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o setor foi responsável por 76% das vagas de emprego no país. Os dados correspondem ao mês de novembro de 2021.

Na avaliação do Sebrae, há 15 meses seguidos os pequenos empresários geram a maioria das vagas de emprego no Brasil. A média mensal do período é superior a 70% de participação na criação de novas vagas.

O comércio foi responsável pela abertura de 116,7 mil postos, seguido pelos setores de serviços (98,7 mil), construção (16,7 mil) e indústria (15,2 mil).

No caso das empresas de médio e grande porte, o maior número de postos de trabalho foi gerado nas firmas do setor de serviços (80,8 mil vagas), seguido pelo comércio (21,3 mil). A agropecuária, indústria e a construção apresentaram saldo negativo de criação de novas oportunidades.

Título alterado às 16h09 para corrigir informação. As pequenas empresas são responsáveis por 76% dos novos empregos, e não por 70%, como havia sido informado.

Edição: Fernando Fraga

2022-01-27T10:12:12-03:00janeiro 27th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

BRASIL | ALTERAÇÃO DE PORTARIAS SOBRE TRANSMISSÃO DA COVID-19 EM AMBIENTES DE TRABALHO

Foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU) de hoje (25) duas portarias que promovem alterações às Portarias Conjuntas 19 e 20/2020. São essas:

Portaria Interministerial 13/2022: Altera o Anexo I da Portaria Conjunta nº 19/2020, que versa sobre medidas para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da covid-19 em ambientes de trabalho no setor de abate e processamento de carnes e derivados destinados ao consumo humano e de laticínios.

·        Portaria Interministerial 14/2022: Altera o Anexo I da Portaria Conjunta nº 20/2020, que versa sobre medidas para prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da covid-19 em ambientes de trabalho.

Foram mantidas as mesmas recomendações de higiene e distanciamento social aprovadas em 2020. As principais alterações estão relacionadas a redução do tempo de isolamento social, recentemente alterados pelo Ministério da Saúde. Nesse sentido, destaca-se:

Sobre a conduta em relação aos casos suspeitos e confirmados da Covid-19 e seus contatantes, considera-se caso confirmado o trabalhador nas seguintes situações:

a) Síndrome Gripal (SG) ou Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), e para o qual não foi possível confirmar Covid-19 por outro critério;

b) SG ou SRAG com histórico de contato próximo ou domiciliar de caso confirmado de Covid-19, nos 14 dias anteriores ao aparecimento dos sinais e sintomas;

c) SG ou SRAG com resultado de exame laboratorial que confirme Covid-19;

d) indivíduo assintomático com resultado de exame laboratorial que confirme Covid-19; ou

e) SG ou SRAG ou óbito por SRAG para o qual não foi possível confirmar Covid-19 por critério laboratorial, mas que apresente alterações nos exames de imagem de pulmão sugestivas de Covid-19.

É considerado trabalhador com quadro de SG aquele com pelo menos dois dos seguintes sinais e sintomas: febre (mesmo que referida); tosse; dificuldade respiratória; distúrbios olfativos e gustativos; calafrios; dor de garganta e de cabeça; coriza; ou diarreia.

Já os trabalhadores considerados em SRAG são aqueles que além da SG apresente: dispneia e/ou desconforto respiratório ou pressão ou dor persistente no tórax; ou saturação de oxigênio menor que 95% em ar ambiente ou coloração azulada (cianose) dos lábios ou no rosto.

Considera-se contatante próximo de caso confirmado ou suspeito da Covid-19 o trabalhador assintomático que esteve próximo de caso confirmado de Covid-19, entre dois dias antes e dez dias após o início dos sinais ou sintomas ou a data da coleta do exame de confirmação laboratorial (caso confirmado assintomático) do caso, em uma das situações:

a) teve contato durante mais de quinze minutos a menos de um metro de distância, com um caso confirmado, sem ambos utilizarem máscara facial ou a utilizarem de forma incorreta;

b) teve um contato físico direto, como aperto de mãos, abraços ou outros tipos de contato com pessoa com caso confirmado;

c) permaneceu a menos de um metro de distância durante transporte por mais de quinze minutos; ou

d) compartilhou o mesmo ambiente domiciliar com um caso confirmado, incluídos dormitórios e alojamentos.

Nesses casos, a organização deve afastar das atividades laborais presenciais, por dez dias, os trabalhadores considerados casos confirmados ou contatante de Covid-19. A organização pode reduzir o afastamento desses trabalhadores das atividades laborais presenciais para sete dias desde que estejam sem febre há 24 horas, sem o uso de medicamento antitérmicos, e com remissão dos sinais e sintomas respiratórios.

A organização deve considerar como primeiro dia de isolamento de caso confirmado ou o contatante o dia seguinte ao dia do início dos sintomas ou da coleta do teste por método molecular (RT-PCR ou RT-LAMP) ou do teste de antígeno. Ou, no caso do contatante, a partir do último dia de contato com o caso confirmado.

Nesse sentido, organização deve orientar seus empregados afastados do trabalho a permanecer em suas residências, assegurada a manutenção da remuneração durante o afastamento.

A respeito dos trabalhadores do grupo de risco, a organização deve fornecer a esses trabalhadores máscaras cirúrgicas ou máscaras do tipo PFF2 (N95) ou equivalentes, quando não adotado o teletrabalho ou trabalho remoto. Assim como os profissionais do serviço médico da organização, quando houver, devem receber EPI ou outros equipamentos de proteção, de acordo com os riscos, incluindo proteção respiratória tipo máscara PFF2 (N95).

Em relação ao transporte de trabalhadores, a organização deve obedecer a capacidade máxima de lotação de passageiros, limitada ao número de assentos do veículo.

AVALIAÇÃO E PRÓXIMOS PASSOS

Em um contexto de mudanças nas condições da pandemia de covid-19, a alteração das portarias partiu de movimento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e de diversas associações com o intuito de reformular as práticas de proteção, prevenção e riscos relacionadas ao trabalho, para que estes fossem melhor adequados às novas recomendações do Ministério da Saúde.

No dia 10 de janeiro, o Ministério da Saúde reduziu para sete dias o isolamento de casos leves e moderados da Covid-19, desde que o indivíduo não apresente sintomas respiratórios e febre, há pelo menos 24 horas e sem o uso de antitérmicos.

Aqueles que realizarem testagem (RT-PCR ou teste rápido de antígeno) para Covid-19 com resultado negativo no 5º dia, poderão sair do isolamento, antes do prazo de 7 dias, desde que não apresente sintomas respiratórios e febre, há pelo menos 24 horas, e sem o uso de antitérmicos. Se o resultado for positivo, é necessário permanecer em isolamento por 10 dias a contar do início dos sintomas.

Na ocasião, o secretário de Vigilância em Saúde (SVS), Arnaldo Medeiros, informou que a decisão da Pasta decorreu da atualização do guia epidemiológico, elaborado por especialistas. Outras alterações similares devem acontecer à medida que ocorra o arrefecimento da pandemia.

2022-01-26T14:49:22-03:00janeiro 26th, 2022|Categories: ABEVD News, Corona|

Hinode – Hands está de cara nova e ganha mais uma versão

Livre de parabenos e com embalagem mais sustentável, a linha Hands aposta na importância do cuidado das mãos

Ganhando o título de ‘best-seller’ da Hinode, a luva de silicone Hands sempre foi um sucesso de vendas. Um dos produtos mais amados e parte da história da marca, acaba de ganhar uma nova versão e fórmulas livres de parabenos. O Lançamento dos Hands em nova embalagem, nas versões Hands Aloe Vera (tradicional) e Hands Romã, ressalta a importância do cuidado com as mãos e o seu poder de comunicação e expressão.

A tecnologia que sempre esteve por trás desse grande sucesso, a “Silicon Tech-Care”, exclusividade Hinode, ajuda a proteger e hidratar as mãos por meio de uma camada protetora que se forma após a aplicação do produto. Tudo isso sem a adição de parabenos, com efeito antioxidante e os deliciosos aromas de Aloe Vera e Romã.

Renovando, evoluindo e trazendo os mesmos benefícios e atributos do produto original, o lançamento mantém o diferencial de promover toque aveludado, além de fragrância suave e desodorização, que fazem deste o segundo produto mais vendido pela marca.

Fortalecendo sua conduta ESG, prezando o compromisso de inclusão e cuidado com o meio ambiente, a linha Hands ainda conta com selo I´m green, com embalagens produzidas em PE verde e redução de plástico. Outro diferencial do lançamento está na campanha desenvolvida pela Hinode, que investiu em representatividade e convidou a belíssima modelo Betina Korbes, que é deficiente auditiva e inspira milhares de pessoas no Brasil, se comunicando em libras, para estrelar as peças de comunicação.

O produto chega ao mercado por 25,90 reais e promoção de lançamento em que, na compra de um Hands Aloe Vera, o Hands Romã sai pela metade do preço. Os lançamentos podem ser encontrados no e-commerce da marca  hinode.com.br ou com os consultores oficiais.

SOBRE HINODE

Fundado em 5 de outubro de 1988, o Grupo Hinode nasceu como uma empresa de cosméticos de venda direta. Em 2008, transformou-se numa das primeiras companhias nacionais a investir no modelo de marketing de rede. Uma marca feita para pessoas que assumem o rumo de suas vidas, orientados pela paixão por desenvolver produtos e criar oportunidades. A categoria fragrâncias é o carro-chefe, com itens premiados. A Hinode conta com linhas feminina, masculina e infantil, oferecendo aos consumidores um portfólio de produtos essenciais e a beleza integral, que cuida de dentro para fora e de fora para dentro. Os itens da marca podem ser encontrados com consultores oficiais Hinode e no e-commerce da marca.

2022-01-26T11:32:59-03:00janeiro 26th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Exame – A aposta da Avon para atrair novas empreendedoras é o BBB22

Campanha que vai ao ar até fevereiro quer atrair novas representantes a partir da visibilidade do programa global

Na última semana, a Avon entrou para a lista de empresas interessadas em aproveitar o BBB22 para alavancar as vendas. Durante a exibição do reality na quinta-feira, 20, a empresa de cosméticos lançou a campanha #VemdeAvon, na qual convida os telespectadores a escanearem um QR Code com a intenção de atrair novas representantes e estimular o empreendedorismo. A ação aconteceu enquanto os participantes do programa conheciam os produtos e eram orientados por uma representante da marca.

Em outra frente, a ação também busca incentivar a compra de produtos pelos e-commerces de representantes, num esforço para digitalizar as vendas diretas – um importante canal de vendas para o grupo Natura&Co, do qual a Avon faz parte.

A ação no Big Brother Brasil visa aproveitar a visibilidade do programa, que em 2021 teve audiência de 40 milhões de pessoas, para atrair novas representantes de venda, que muitas vezes têm na comercialização dos produtos uma fonte importante de renda, explica Viviane Pepe, diretora de comunicação da Avon Brasil. “Queremos que as pessoas que estão em busca de novas possibilidades de renda vejam na Avon uma oportunidade de negócio e consigam enxergar as vantagens oferecidas às profissionais e as facilidades em iniciar a revenda de produtos da marca. E, com isso, aumentar o número de representantes em todo o território nacional”.

A campanha para atrair novas representantes continua no ar até o dia 15 de fevereiro. As pessoas interessadas podem acessar a página para o cadastro online e gratuito.

Segundo a Avon, as representantes da beleza, como são chamadas as revendedoras, terão acesso a benefícios e descontos em serviços de saúde e educação, como faculdades, escolas de idiomas, medicamentos, exames e consultas médicas e odontológicas. Além disso, a empresa disponibiliza ferramentas digitais para auxiliar essas empreendedoras no dia a dia das vendas. Entre elas estão uma loja virtual, revistas digitais interativas e um aplicativo para o gerenciamento de negócios.

2022-01-26T11:31:25-03:00janeiro 26th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|
Ir ao Topo