PANORAMA DA COVID-19

De acordo com os dados divulgados pelo consórcio de veículos de imprensa, houve 138 mortes pela COVID-19 e foram registrados 88.464 novos casos nas últimas 24 horas. O aumento dos casos de infectados representa a maior média de casos desde 1 de julho de 2021, o que representa um aumento de 614% na média comparado às últimas duas semanas. Entretanto, apesar do aumento exponencial de casos, a média de mortes pela doença segue estável. Atualmente, o Brasil tem um total de 22.718.606 casos confirmados e 620.419 mortes devido à doença. Segundo o consórcio de veículos de imprensa, quase 145 milhões de brasileiros, o que equivale a quase 67% da população, estão imunizados com duas doses ou vacinas de dose única contra a COVID-19. Além disso, mais de 161 milhões de pessoas tomaram pelo menos a primeira dose da vacina, o que representa 75% da população. Vale ressaltar que outras 31 milhões de pessoas, cerca de 14,65% da população, receberam a dose de reforço.

AVALIAÇÃO BMJ

É importante destacar que a variante Ômicron, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), já é a variante dominante no mundo, e que no Brasil prevaleceu em 98,7% das amostras analisadas. Apesar de ser mais contagiosa, estudos apontam que os pacientes infectados pela variante Ômicron se internam menos e por menos tempo. Desta forma, o estudo sugere que metade dos pacientes com Ômicron tem 74% menos de chance de precisar de cuidados intensivos (UTI) e 91% menos probabilidade de morrer. Portanto, a dose de reforço não é condicionada à variante, e sim ao controle da pandemia como ressaltam os epidemiologistas.

MINISTÉRIO DA SAÚDE REDUZ PERÍODO DE ISOLAMENTO PARA INFECTADOS COM COVID-19

Na segunda-feira (10), o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou a redução do período de isolamento para casos leves e moderados de COVID-19. A decisão foi tomada após Queiroga ter anunciado, em entrevista na manhã do dia 7, que o Ministério estava estudando essa possibilidade, que segundo ele é baseada em evidências científicas e no que é praticado em outros países. Com isso, a pasta passa a recomendar que, ao 5º dia, o paciente que não apresentar sintomas respiratórios e febre por um período de 24 horas, sem uso de antitérmico, pode fazer o teste (antígeno ou PCR). Se for negativo, ele pode sair do isolamento. Caso o paciente assintomático apresente teste positivo no 5º dia, deverá manter-se em isolamento até o 10º dia. Ademais, se ao 7º dia o paciente estiver assintomático, ele está liberado do isolamento, sem necessidade de fazer o teste. Após 10 dias, se o paciente estiver sem sintomas respiratórios, não precisa fazer o teste e pode sair do isolamento.

AVALIAÇÃO BMJ

O anúncio de Queiroga agrada principalmente o setor produtivo brasileiro, que vinha tendo dificuldades com o aumento de casos de COVID-19 causados pela variante Ômicron e a falta de trabalhadores. Sendo assim, a expectativa é que a medida seja bem recebida e ajude a manter os níveis de produção esperados. Vale destacar ainda que o Ministério da Saúde publicou em seu site oficial o Guia de Vigilância Epidemiológica Covid-19 atualizado, documento no qual fornece maiores detalhes sobre as medidas de isolamento recomendadas. Com isso, o setor produtivo brasileiro passa a ter maior segurança ao recomendar o retorno de funcionários ao trabalho com base naquilo que foi anunciado por Queiroga.

MINISTÉRIO DA SAÚDE SOLICITA A LIBERAÇÃO DE AUTOTESTE PARA DETECÇÃO DA COVID-19 NO BRASIL

A alta transmissibilidade da nova variante Ômicron e as aglomerações provocadas pelas festas de final de ano têm causado um aumento exponencial de casos da COVID-19 e, por consequência, um incremento na procura por testes diagnósticos e atendimento médico, gerando assim a necessidade da ampliação da capacidade de testagem do país. Como forma de evitar uma nova sobrecarga no sistema de saúde, especialistas e autoridades defendem a liberação do autoteste para detecção da COVID-19 no Brasil. Na terça-feira (11), o senador Randolfe Rodrigues (Rede/AP), vice-presidente da Frente Parlamentar do Observatório da Pandemia, enviou um ofício para Anvisa solicitando informações e uma avaliação quanto a possibilidade de liberação de autotestes. Assim, na quinta-feira (13), o Ministério da Saúde (MS) encaminhou para a Anvisa uma nota técnica solicitando a liberação desta modalidade de teste. Na nota, o MS destaca que o autoteste servirá como estratégia adicional ao plano de testagem brasileiro, servindo para triagem e interrupção da cadeia de contágio.

AVALIAÇÃO BMJ

Tais movimentos ocorrem pois o autoteste tem sido observado como um exame mais ágil e que, por ser feito em casa, poderá diminuir a procura por unidades de saúde em casos leves da doença. Apesar de liberado e amplamente utilizado em países como Estados Unidos e Portugal, no Brasil, o autoexame para detecção da COVID-19 ainda necessita de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ser utilizado no país. A Anvisa já salientou, em nota, que antes da autorização é necessário a criação de uma política pública para utilização deste tipo de testagem, para assegurar a proteção a saúde da população e minimizar riscos. Ainda assim, após o envio de nota técnica do MS para a Agência, a expectativa é que o autoteste seja em breve liberado no país.

NOVA CPI DA PANDEMIA TERÁ DIFICULDADE DE AVANÇAR

O senador Randolfe Rodrigues (REDE/AP) protocolou um requerimento para instalar uma nova Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) sobre a atuação do Governo Federal em relação ao combate da COVID-19. A ideia do senador é que a nova CPI considere os eventos a partir de novembro de 2021, data de encerramento da última CPI sobre o tema. Esse requerimento precisará do apoio de um terço do Senado, o que representa a assinatura de 27 senadores. Rodrigues afirma que está trabalhando no recolhimento de assinaturas. Entre os temas que o senador quer discutir está o apagão de dados sobre a COVID-19 do portal do Ministério da Saúde, a imunização de crianças e a política de testagem.

AVALIAÇÃO BMJ

A instalação de uma nova CPI com o mesmo tema da que ocorreu no ano passado tem pouca chance de ocorrer. Primeiramente por ser uma repetição da que já ocorreu e por ter um recorte temporal menor de investigação, a partir novembro de 2021. Além disso, 2022 é um ano eleitoral, fato que impacta a agenda dos poderes Executivo e Legislativo ao longo do ano. É esperado que o atual ministro da saúde, Marcelo Queiroga, dispute algum cargo eletivo em outubro e, para isso, ele precisará sair do cargo até abril. Além disso, ambas as casas legislativas participarão do processo eleitoral, o que demanda tempo e articulação política. Nesse sentido, uma nova CPI é bem-vinda. Dessa forma, encontra um cenário mais adverso e, se chegar a ser instalada, tende a ter menos tração política.

GOVERNO DE SÃO PAULO RECOMENDA DIMINUIÇÃO EM GRANDES EVENTOS

Nesta semana (12), diante do aumento de número de casos, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), orientou um novo aumento nas medidas restritivas em grandes eventos. De acordo com o governador, eventos esportivos, shows e festivais devem ser realizados com 70% da capacidade do público, além da necessidade do comprovante de vacinação. A medida é uma orientação destinada aos municípios, ficando a critério das prefeituras, conforme a situação epidemiológica de cada local. O uso obrigatório de máscaras foi prorrogado até o dia 31 de março. Na mesma ocasião, Doria anunciou a abertura de pré-cadastro de vacinação para crianças entre 5 e 11 anos.

AVALIAÇÃO BMJ

A decisão quanto à recomendação de diminuição de público em grandes eventos e manutenção do uso de máscaras era algo indicado. Anteriormente, o governo de São Paulo já havia cancelado o Carnaval de rua diante do aumento nos casos de COVID-19 e influenza. A recomendação tem como intenção o controle de casos, além do preparo e reestruturação dos setores de saúde. O governo estadual deve acompanhar de perto a atuação dos municípios na vacinação, mas deixando a cargo das prefeituras a adoção de novas medidas sanitárias, conforme a realidade epidemiológica de cada município, ficando atento na proximidade e trânsito populacional entre as cidades de São Paulo neste período. Outros estados já apresentaram ou devem apresentar alternativas semelhantes. Vale ressaltar que, até o momento, estados e prefeituras ainda não adotaram novas medidas de restrição.

PASSAPORTE DE VACINAÇÃO É OBRIGATÓRIO EM EVENTOS PÚBLICOS E PRIVADOS NA CIDADE DE SÃO PAULO

Foi publicado, no Diário Oficial do município de São Paulo da última sexta-feira (7), o Decreto 60.989/2022, que alterou as exigências para apresentação do Passaporte da Vacina na capital. Com a mudança, a apresentação do passaporte passou a ser obrigatória para entrada em todos os eventos, públicos ou privados, a partir desta segunda-feira (10). Desde a implementação do passaporte sanitário, em setembro do ano passado, o comprovante era requisitado somente em eventos com público superior a 500 pessoas. A decisão foi orientada pelo aumento de casos de síndrome gripal e da variante Ômicron no município, que já havia motivado o cancelamento das festas de carnaval na capital. Pessoas infectadas com a variante Ômicron já representam 80% dos casos de COVID-19 na capital.

AVALIAÇÃO BMJ

Desde o último dia 5, a prefeitura disponibilizou cerca de 300 mil conjuntos de testes com dupla testagem para COVID-19 e influenza em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) da capital. Mesmo com o aumento simultâneo no número de casos das duas doenças, infectologistas afirmam que há baixa probabilidade de saturação dos hospitais nos próximos dias, já que boa parte da população tem alguma imunidade. Para frear o aumento de casos de COVID-19, que teve significativa participação epidemiológica das crianças após o Natal, a cidade irá começar a vacinar crianças de 11 anos a partir da próxima segunda-feira (17).

2022-01-14T20:02:48-03:00janeiro 14th, 2022|Categories: ABEVD News, Corona|

Exame – Em ano histórico, PMEs movimentam R$ 2,3 bilhões no e-commerce

No último ano, desempenho das pequenas e médias empresas no varejo digital registrou recordes, mostra estudo da Nuvemshop

Mais maduras no ambiente digital do que nunca, as pequenas e médias empresas (PMEs) tiveram um desempenho histórico no e-commerce em 2021. De acordo com um levantamento da startup Nuvemshop, que ajuda lojistas a migrarem para o online, esses negócios movimentaram cerca de 2,3 bilhões de reais me vendas digitais no último ano, uma alta de 77% em comparação ao volume de 2020.

Seguindo a tendência vista em 2020, muitos consumidores foram às compras pela internet pela primeira vez em 2021 — 5 milhões, de acordo com a startup. Nesse ritmo, o volume de pedidos saltou de 6 milhões para 10,5 milhões no último ano. Já o número de produtos comercializados por PMEs cresceu 59%, para 44,5 milhões de itens.

A Black Friday, importante data do varejo nacional, foi o ponto alto das pequenas empresas em 2021. O estudo mostra que esse foi o período com maior quantidade de lojistas realizando ações promocionais na internet — mais de 60% das PMEs foram ativas na data. Em seguida, as datas mais relevantes foram o Natal (29,5%) e o Dia das Mães (26,5%).

A Nuvemshop destaca o crescimento de alguns setores que, até pouco tempo, ocupavam uma pequena fatia do faturamento dos pequenos negócios na internet. Um deles é o segmento de bíquinis e roupas de banho, que teve uma alta de 154%, como consequência da retomada das viagens e pequenas reuniões. O avanço da vacinação, segundo a empresa, também foi crucial para o acréscimo nas vendas de materiais de escritório: o aumento foi de 156%.

Os 5 segmentos com maior faturamento no e-commerce em 2021

  • Moda (R$ 895,4 milhões)
  • Saúde & Beleza (R$ 146,5 milhões)
  • Acessórios (R$ 114 milhões)
  • Eletrônicos (R$ 82 milhões)
  • Casa & Jardim (R$ 79 milhões)

Em relação aos métodos de pagamento, o cartão de crédito concentrou a maior parte dos pedidos (54%). O destaque, no entanto, está nos pagamentos feitos com Pix (6%), que ultrapassaram os que foram pagos com boleto (5%).

O que esperar em 2022

O bom desempenho dos pequenos negócios no e-commerce, mesmo em paralelo à retomada do varejo físico, é um sinal de que o digital não perderá a relevância. Pelo contrário. A tendência é que sejam criados novos modelos de negócios, a partir da união dos dois modelos de venda — físico e online.

“Em 2021, ter uma loja online deixou de ser uma alternativa e passou a ser uma condição fundamental para as PMEs. Saímos de 2020, um ano marcado pela intensa transformação digital, e chegamos em 2021, época de consolidar a presença no mundo online”, explica Alejandro Vázquez, CCO e cofundador da Nuvemshop.

2022-01-14T10:12:07-03:00janeiro 14th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Venda de produtos de consumo em supermercados cresce 1,9% em novembro

Abras descarta ações para reduzir movimento de pessoas nas lojas

O consumo de produtos do setor supermercadista nos lares brasileiros cresceu 1,97% em novembro de 2021, na comparação com outubro. Na comparação com novembro de 2020, houve alta de 4,43% e, no acumulado de janeiro a novembro, de 2,88%. Os dados foram divulgados hoje (13) pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Segundo o vice-presidente Institucional da Abras, Marcio Milan, o crescimento de novembro ante o mesmo mês do ano anterior deve ser analisado pensando nas restrições existentes naquele período. “Havia uma restrição muito grande, diferente deste ano em que tivemos a economia e o comércio totalmente abertos, a volta ao normal do trabalho das pessoas, além do saldo positivo na empregabilidade.”

Milan disse que também contribuíram para o aumento do consumo no setor as ações promocionais dos supermercados em novembro, a diversidade de marcas como alternativas para os consumidores de menor poder aquisitivo e o pagamento do 13º terceiro aos trabalhadores assalariados.

Restrições pela covid-19

Mesmo com o anúncio de medidas restritivas por causa do aumento dos casos de influenza e covid-19 , feito ontem pelo governo paulista, o setor não tem intenção de implantar ações para reduzir o movimento de pessoas nos supermercados, disse o dirigente da Abras. “Até porque fomos o primeiro segmento da economia a estabelecer seus protocolos, que, ao longo do tempo, foram se aprimorando.”

De acordo com Milan, a orientação neste momento é que todas as lojas reforcem os cuidados com os consumidores, principalmente onde há mais contato, como nas áreas onde ficam as cestinhas e os carrinhos, intensificando a limpeza. Além disso, ele recomenda que continue a vigilância constante sobre o uso de máscaras de proteção, a oferta de álcool gel para limpeza das mãos e o respeito às marcações delimitadas na frente de caixas e áreas de serviço para que mantenha o distanciamento entre as pessoas.

Cesta Abrasmercado

Conforme boletim mensal do setor, a cesta Abrasmercado, composta por 35 produtos de largo consumo, teve discreto recuo (-0,32%) em novembro, na comparação com outubro e fechou o mês em R$ 697,80. Na comparação com novembro de 2020, o indicador cresceu 13,1%.

Os itens que mais subiram de outubro para novembro foram cebola (25,2%), extrato de tomate (22,3%), café torrado e moído (10,0%), biscoito de maisena (6,5%) e sabão em pó (5,8%). Os que tiveram maior queda de preço foram carne dianteiro (-4,6%), queijo muçarela (-3,1%), leite longa vida (-2,7%), batata (-2,6%) e queijo prato (-2,1%).

Entre as localidades que registraram maior queda no preço dos produtos da cesta em novembro, estão Brasília (-3,0%), Grande Porto Alegre (- 0,95%), interior do Rio Grande do Sul (-0,75%), Grande Rio de Janeiro (-0,70) e Grande Belo Horizonte (- 0,38). As maiores altas ocorreram em Natal (2,96%), Curitiba (2,61%), Fortaleza (1,79%), Goiânia e João Pessoa (1,39%).

Edição: Nádia Franco

2022-01-14T10:15:16-03:00janeiro 14th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Pop Cyber – Avon renova patrocínio para o Big Brother Brasil 22

A Avon fez história durante o BBB 21, quando foi a primeira marca de maquiagem a patrocinar o reality. Se este ano o objetivo era fazer um convite para que todos olhassem de novo para a marca sob uma nova perspectiva, em 2022, dando continuidade à parceria, a ideia é trazer ainda mais as Representantes da Beleza Avon e as consumidoras para o centro da estratégia, elevando sua experiência com a marca, que se reinventa e se adapta a cada geração, entregando produtos inovadores e acessíveis.

Com a campanha #AvonTáOn, criada pela Wunderman Thompson e lançada no BBB, a Avon esteve entre as três melhores anunciantes de 2021 no prêmio Caboré. Também foi considerada a melhor ação do ano por profissionais do mercado publicitário. Além disso, esse case se destacou com um ouro e um bronze no Effie Awards Brasil deste ano.

“No BBB21, a casa mais vigiada do Brasil apresentou uma nova Avon para as pessoas, contribuindo para um processo de renovação de imagem da marca de forma massiva. Colocamos os produtos do portfólio à prova, gerando uma mudança de percepção, construindo desejo de compra e conquistando impacto positivo em vendas. Para 2022, queremos consolidar ainda mais o nosso posicionamento, destacando a qualidade e a tecnologia dos nossos produtos e reconectando a Avon com todos e todas ao celebrar e valorizar a força, a autoestima e a diversidade da população brasileira”, explica Viviane Pepe, diretora de Comunicação da Avon Brasil.

Ao longo dos mais de 100 dias de programa em 2021, a Avon promoveu oito campanhas dentro da casa; triplicou as vendas no seu e-commerce e lojas Avon Conecta; liderou o engajamento entre marcas de beleza no Instagram e Twitter, plataforma em que foi trending topics por 10 vezes; teve 64% a mais de registros de novas Representantes e aumentou a intenção de compra e recomendação de marca. Além disso, a empresa também estimulou conversas relevantes sobre pilares importantes para a marca, como respeito, diálogo e impacto positivo na sociedade.

“Agora, com mais experiência em BBB, sabemos o caminho para superar esses recordes. Estamos animados para continuar escrevendo essa história de sucesso em 2022, aproveitando o reality para nos aproximarmos e conversarmos não apenas sobre produtos, mas também sobre temas relevantes com nossas Representantes, consumidoras e com a sociedade como um todo”, completa a executiva.

Como um dos maiores patrocinadores do programa, a Avon terá ativações importantes ao longo da programação, passando por datas comemorativas relevantes. Em breve, a marca trará mais detalhes sobre campanhas, ações e novidades que apresentará na casa. O BBB 22 começa em 17 de janeiro.

2022-01-13T10:08:37-03:00janeiro 13th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – América Latina e Caribe devem crescer 2,1% em 2022

Em 2021, a região cresceu 6,2%

A Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal) está prevendo para este ano um crescimento médio de 2,1% para a região, bem abaixo dos 6,2% registrados em 2021.

O relatório anual Balanço Preliminar das Economias da América Latina e do Caribe 2021, divulgado hoje (12), além da previsão de desaceleração do crescimento este ano, ainda analisa questões como as assimetrias no acesso à vacinação, as altas taxas de desemprego, principalmente entre as mulheres, e a inflação.

O relatório da Cepal aponta como as estimativas de crescimento e outros indicadores econômicos refletem o impacto sofrido pelos países da região em decorrência da crise da covid-19.

“A América Latina e o Caribe cresceram, em média, 6,2% (em 2021), mas quando vamos analisar América Central e México estamos em 6%, e quando vemos América Central sem o México estamos em 6,7%, um crescimento muito importante, tendo Panamá como uma das economias mais importantes. No caso da América do Sul, o Peru, com 13,5%; também Chile, com 11,8%; e Argentina, com 6,8%, crescimentos muito importantes nessas economias”, explicou Alicia Bárcena, secretária-executiva da Comissão Regional das Nações Unidas. O Brasil apresentou um crescimento 4,7% no ano passado.

De acordo com a Cepal, o crescimento médio esperado de 2,1% para este ano reflete uma alta heterogeneidade entre países e sub-regiões: o Caribe crescerá 6,1% (excluindo a Guiana), a América Central crescerá 4,5%, enquanto a América do Sul crescerá 1,4%. “A desaceleração esperada na região em 2022, juntamente com os problemas estruturais de baixo investimento e produtividade, pobreza e desigualdade, requerem que o fortalecimento do crescimento seja um elemento central das políticas, ao mesmo tempo em que são consideradas as pressões inflacionárias e os riscos macrofinanceiros”, disse Bárcena.

Em relação ao acesso à vacinação, o relatório aponta que os 33 países da América Latina e Caribe têm 60,1% da população com esquema vacinal completo. O país mais adiantado é o Chile (86,6%), seguido de Cuba (85,9%), Uruguai (76,9%) e Argentina (73,2%). O Brasil aparece em sétimo no ranking, com 67,6% das pessoas com esquema de vacinação completo.

Inflação

De acordo com a Cepal, no ano passado foram registradas altas inflacionárias na maioria dos países da região, lideradas por aumentos nos alimentos e na energia (a inflação atingiu a média de 7,1% em novembro, excluindo a Argentina, Haiti, Suriname e Venezuela), e espera-se que essas altas persistam em 2022.

Em outro âmbito, o relatório aponta que o financiamento para o desenvolvimento também é fundamental para apoiar os espaços de política e de investimento. E que é necessário ampliar e redistribuir a liquidez desde os países desenvolvidos até os países em desenvolvimento; fortalecer os bancos de desenvolvimento; reformar a arquitetura da dívida internacional; proporcionar aos países um conjunto de instrumentos inovadores destinados a aumentar a capacidade de pagamento da dívida e evitar o endividamento excessivo.

Trabalho e Emprego

Em relação às ocupações, em 2021, a Cepal mostra que 30% dos empregos perdidos em 2020 não foram recuperados. Além disso, a desigualdade entre homens e mulheres se acentuou, o que reflete a sobrecarga do cuidado sobre as mulheres e o menor dinamismo de setores que concentram o emprego feminino, como os serviços.

“As mulheres realmente ficam de fora e em 2021 mais de 38% dos trabalhos ocupados por mulheres acabaram durante a crise e não se recuperam. No caso dos homens, este número é de 21%, que é, como vocês podem ver, uma cifra um pouco menor. Não é bom, mas é um número menor do que o das mulheres. E entre 2020 e 2021 a queda na participação laboral afetou mais as mulheres, que deixaram de buscar emprego e, com certeza, nos lares com menores de 5 anos, ocasionou mais impacto sobre os cuidados no caso das mulheres”, ressaltou Bárcena.

Para 2022, a Cepal projeta uma taxa de desocupação de 11,5% para as mulheres – levemente inferior aos 11,8% registrados em 2021, mas ainda muito superior aos 9,5% existentes antes da pandemia em 2019 -, enquanto para os homens a desocupação seria de 8,0% este ano, quase igual à de 2021 (8,1%), mas ainda bem acima dos 6,8% registrados em 2019.

Edição: Fernando Fraga

2022-01-13T10:05:41-03:00janeiro 13th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Com quase 40 anos de DeMillus, Eva Goldman fala com exclusividade para a ABEVD

A vice-presidente da líder de produção e venda de lingerie do Brasil abordou os desafios da sua carreira, sua relação com a Venda Direta e o período de pandemia

Nos mais de 70 anos de existência, a qualidade dos produtos da DeMillus – que está no mercado desde 1947 – é indiscutível. Por isso, em pouco tempo, conquistou e manteve a liderança, sendo a empresa que mais vende lingerie do Brasil.

Desde 1984 atuando na DeMillus, Eva Goldman, a vice-presidente da empresa referência em moda íntima feminina e associada da ABEVD, considera os maiores desafios de sua carreira as mudanças frequentes de moeda do país e o início da pandemia por Covid-19.

Com exclusividade, Eva falou com a ABEVD sobre sua relação com a Venda Direta, a pandemia e empreendedores independentes.

ABEVD – Pode nos contar um pouco da sua história pessoal e sua vida acadêmica? 

Eva Goldman – Sou engenheira elétrica, formada pela PUC RJ. Iniciei trabalhando na área de sistemas, em Furnas e Dataprev. Iniciei um pequeno negócio de Vendas pelo Reembolso Postal, com meu marido e cunhados, mas com a maternidade e com a mudança dos cunhados para São Paulo, fiquei sobrecarregada e desisti da carreira de “empresária”. Mas já havia me apaixonado por vendas remotas.

ABEVD – Como era o mercado de venda direta quando iniciou neste segmento?

Eva Goldman – A Avon reinava soberana no Brasil, a Natura fazia um lindo trabalho, e muitas outras existiam buscando seu espaço.

ABEVD – O que mais te atrai no mercado de venda direta? 

Eva Goldman – Despertar nas pessoas o talento que nem sabiam que tinham. Descobrem que podem mudar sua vida, concretizando sonhos e alcançando seus objetivos.

ABEVD – Qual seu conselho para as pessoas que estão pensando em ingressar no
segmento de Vendas Diretas como empreendedor independente? 

Eva Goldman – Sugiro que escolham a linha de produtos com que se identificam (seja lingerie, cosméticos, alimentos, etc), pois é mais gratificante e verdadeiro comercializarmos itens que usamos e gostamos.

ABEVD – Qual a importância dos empreendedores independentes (revendedores) para a DeMillus? 

Eva Goldman – Os revendedores são a maior riqueza para a DeMillus, são os embaixadores da marca, testemunhando a qualidade e oferecendo o produto adequado ao consumidor.

ABEVD – O que a DeMillus faz para educar e capacitar seus empreendedores?

Eva Goldman – Além de oferecer reuniões presenciais, a cada campanha, passamos a oferecer lives muito estimuladas pelo período de afastamento que vivemos em 2020/2021 – e que abriu novas perspectivas, pois aproximou milhares de pessoas às ferramentas digitais.

ABEVD – A venda direta digital foi essencial na pandemia?

Eva Goldman – Sim, de início possibilitou a manutenção das vendas, e no período onde estamos mais liberados, deu grande alavancagem aos negócios. Todos aprendemos, no mínimo, a usar o poder da divulgação via WhatsApp.

ABEVD – Como a pandemia alterou sua forma de trabalho? 

Eva Goldman – As reuniões gerenciais com a equipe própria passaram a ser feitas de forma remota, o que possibilitou o contato com mais frequência. E economia nos custos e no tempo de deslocamento.  Passamos a preparar mais material para a equipe de vendas usar com os revendedores e estes com suas clientes.

ABEVD – Acredita que o pós-pandemia será benéfico para as vendas diretas? 

Eva Goldman – Sim, apesar da concorrência do varejo físico com a venda direta, pelo “bolso” do consumidor, a Venda Direta se fortalece com o contato físico, característico da nossa operação.

ABEVD – Quais foram os principais desafios de sua carreira? 

Eva Goldman – Como os planos econômicos que nosso país passou, com congelamentos, desabastecimentos, etc.   Como manter ativa a empresa no início da pandemia.

ABEVD – Qual a principal contribuição você espera deixar como vice-presidente da
DeMillus? 

Eva Goldman – Espero deixar na equipe a crença na importância da qualidade do produto que comercializamos e o carinho com a equipe de campo.

ABEVD – Como vê o desempenho da DeMillus durante o período da pandemia e quais os planos para o período pós-pandemia? 

Eva Goldman – Na realidade, apesar da tristeza com as perdas pessoais que enfrentamos no país, da situação econômica que se agravou, da dificuldade com os insumos e do grande aumento de custos destes itens, para a DeMillus, e para todo o setor, o período foi de grandes resultados.  O desafio agora é maior e estamos buscando soluções.

ABEVD – A economia brasileira caiu com a pandemia, mas a venda direta cresceu. Você acredita que adicionar a venda direta nos canais de vendas é o caminho para as empresas se manterem no mercado? 

Eva Goldman – A venda direta tem suas peculiaridades e enorme custo em estoque, pois faltar itens no atendimento é um empecilho à sobrevivência do negócio.

ABEVD – Nos momentos livres, o que gosta de fazer? 

Eva Goldman – Jogo golfe com meu marido e amigos, e me entretenho com os netos.

2022-01-12T17:29:00-03:00janeiro 12th, 2022|Categories: ABEVD News|

Agência Brasil – Índice da Construção Civil registra alta de 18,65% em 2021

Em dezembro, o índice foi 0,52% – a menor taxa mensal do ano

O Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) registrou uma alta de 18,65% em 2021. O resultado foi divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em comparação a 2020, o índice subiu 8,49 pontos. É a maior taxa anual desde 2013.

Em dezembro, o Sinapi foi 0,52%, a menor taxa mensal de 2021. Em dezembro, o custo nacional da construção por metro quadrado ficou em R$ 1.514,52, sendo R$ 910,06 relativos aos materiais e R$ 604,46 à mão de obra. Em novembro, o custo havia sido R$ 1.506,76.

A variação da mão de obra permaneceu praticamente estável em relação ao mês anterior: 0,15% em dezembro, contra 0,18% em novembro. A parcela dos materiais foi 0,76%, registrando uma queda de 0,9 pontos em relação a novembro.

Na regionalização dos índices, o Norte do país registrou as maiores altas: 0,81%. Seguido de Nordeste (0,66%), Sudeste (0,32%), Sul (0,53%) e Centro-Oeste (0,61%).

Edição: Fernando Fraga

2022-01-12T10:31:13-03:00janeiro 12th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Mais de 195 mil empresários já pediram adesão ao Simples Nacional

Resultado final será divulgado em 15 de fevereiro

O Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte de 2022, conhecido como Simples Nacional, já recebeu, desde 3 de janeiro, pedido de adesão de 195,25 mil empresários, segundo informação da Receita Federal. O resultado final será divulgado no dia 15 de fevereiro.

As microempresas e empresas de pequeno porte podem fazer opção pelo Simples Nacional até 31 de janeiro.

Para as empresas em atividade, a solicitação pode ser feita até o último dia útil (31). Se for aceita, valerá a partir de 1° de janeiro deste ano (em caráter retroativo).

Para as empresas em início de atividade, o prazo para pedido de adesão é de 30 dias do último deferimento de inscrição (municipal ou estadual), desde que não tenham decorridos 60 dias da data de abertura do CNPJ. Quando aprovada, a opção produz efeitos a partir da data da abertura do CNPJ. Segundo a Receita, após esse prazo, a opção somente será possível no mês de janeiro do ano-calendário seguinte, produzindo efeitos a partir de então.

O acesso ao sistema para adesão é feito por meio do Portal do Simples Nacional: em Simples – Serviços > Opção > Solicitação de Opção pelo Simples Nacional. A Receita ressalta que os solicitantes não podem fazer parte das vedações previstas na Lei Complementar nº 123, de 2006.

*Com informações da Receita Federal

Edição: Graça Adjuto

2022-01-12T10:24:50-03:00janeiro 12th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Em 100 palavras: Olhando para o futuro para 2022 

2021 chega ao fim. Assim como o anterior, este também não foi um ano fácil e as adversidades ainda não acabaram.

Ao chegarmos ao final de mais um ano, perguntei a alguns dos nomes proeminentes da comunidade global de vendas diretas o que eles esperam em 2022.

“Qual será a questão mais importante, seja uma oportunidade ou uma ameaça, no setor de vendas diretas que precisará de um foco mais próximo no próximo ano?” foi a pergunta.

Você lerá suas respostas em um artigo de duas partes. A parte desta semana compreende oito opiniões perspicazes.

Laure Alexandre, Diretora Executiva da Seldia (The European Direct Selling Association)

“Na UE, a transição ‘Gêmea’ Verde e Digital é o principal foco de política ao qual as empresas de venda direta terão que se adaptar. As Leis de Serviços/Mercados Digitais regularão o conteúdo ilegal online, seja discurso, produtos ou práticas. A diretiva relativa aos trabalhadores de plataformas pode definir os direitos futuros dos trabalhadores independentes. O Regulamento de Isenção por Bloco Vertical revisado e as diretrizes estabelecerão requisitos para proibições de mercado online e acordos de agência. E sob o ‘Plano de Ação da Economia Circular’, a Iniciativa de Produtos Sustentáveis ​​promete estabelecer um Passaporte de Produto Digital reunindo dados ambientais e materiais de um produto ao longo de toda a sua cadeia de valor e ciclo de vida.”

Mona Ameli, fundadora e sócia-gerente da Ameli Global Partnerships

“Enquanto 2021 foi um ano de ajuste, 2022 será um ano de evolução para nossa indústria. Dados todos os desafios regulatórios, operacionais, de justiça social e relações públicas vivenciados por praticamente todas as empresas de venda direta este ano, para 2022 a capacidade de evoluir com sucesso nosso modelo de negócios será a verdadeira chave para o sucesso e a sustentabilidade. Esta seria uma evolução em três frentes para: Ter um verdadeiro plano de negócios e comp centrado no cliente e no produto omnicanal, criando uma marca autenticamente transparente que reflita confiança e promovendo uma cultura e comunidade inclusivas reais para funcionários, campo e clientes igualmente. Nossa agilidade para evoluir será essencial.”

Oscar Cano Arias, Diretor Geral de Venda Direta Europa

“2022 será um ano intenso para o setor na UE do ponto de vista regulatório. Em primeiro lugar, a Comissão da UE publicará em breve uma nova lei que altera o estatuto dos trabalhadores independentes. Certamente, isso impactará em empresas como Uber, Deliveroo etc. A DSE já está trabalhando para garantir que os interesses de nossos vendedores sejam devidamente levados em consideração. Além disso, a DSE continuará trabalhando para alterar a proposta de uma nova Diretiva de Crédito ao Consumidor da UE, para que os créditos não solicitados para vendas diretas continuem sendo possíveis. Por último, mas não menos importante, alguns países da UE terão novas disposições sobre vendas não solicitadas a partir de junho de 2022; vamos monitorizar os diferentes mercados para que as novas disposições estejam em conformidade com a legislação da UE.”

Adriana Colloca, Presidente da Brazil Direct Selling Association

“Acredito que o próximo ano será super para a venda direta, pois a atividade econômica está se recuperando gradativamente e a venda direta é uma excelente oportunidade de empreendedorismo. Para manter sua competitividade e relevância, a digitalização ainda é fundamental para o setor. Investimentos e foco devem ser direcionados para tornar a operação o mais digital possível e conquistar novos clientes.”

Brett Duncan, cofundador e diretor administrativo da Strategic Choice Partners

“As ameaças regulatórias são legítimas e forçarão grandes transições, especialmente para os modelos tradicionais de MLM, de uma forma ou de outra. Estou surpreso com a lentidão com que a maioria das empresas está respondendo a essas mudanças. As oportunidades existem para empresas que adotam a transição de forma proativa e rápida. O oceano azul espera!”

Sean Eggert, CEO da Hanna Shea Executive Search

“Os funcionários dos EUA estão deixando seus empregos em taxas recordes em busca de empregos que ofereçam maior flexibilidade de trabalho, incluindo não ter que trabalhar em um escritório. Nosso setor está perfeitamente posicionado para aproveitar essa mudança e oferecer a esses funcionários a liberdade que eles procuram. Temos uma grande oportunidade à nossa frente se conseguirmos entrar nesse mercado e mostrar a esses recém-chegados resultados positivos de forma ética e sustentável. Agora, mais do que nunca, é vital melhorar a experiência de integração e consultoria para garantir o máximo de sucesso possível para qualquer pessoa que decida ingressar em uma organização de venda direta.”

Tamuna Gabilaia, Diretora Executiva e COO da WFDSA (World Federation of Direct Selling Associations)

“À medida que 2021 chega ao fim e estamos ansiosos por um novo ano, vemos que, em geral, o crescimento global da indústria durante a pandemia ressalta a força e a adaptabilidade da indústria. As vendas globais de varejo totalizaram 179,3 bilhões de dólares, apresentando um aumento de 5,8% em relação ao ano anterior e o número de representantes independentes totalizou 125,4 milhões, o que representa um aumento de 4,3%. Apesar dos fatores universais que impactaram a maioria dos setores, incluindo bloqueios prolongados da comunidade, deslocamentos de empregos, interrupções na cadeia de suprimentos global, vimos muitas empresas de vendas diretas e seus representantes independentes se adaptarem e encontrarem novas maneiras de permanecer conectados com seus clientes e expandir seus negócios. positivo, esta tendência continuará no futuro.”

Jonathan Gilliam, fundador e presidente da Momentum Factor

“Inegavelmente, nossa ameaça mais significativa no momento é o ataque regulatório em andamento nos EUA. A Comissão Federal de Comércio tornou conhecido através da criação de regras, ações judiciais e novas táticas de fiscalização que tem pouca tolerância para o que percebe como deturpações por vendedores diretos e pelo campo. Suas iniciativas mais recentes, a Penalty Offense Authority e a Business Opportunity Rule, são particularmente onerosas, e qualquer executivo de vendas diretas deve se familiarizar com essas novas regras e aprender a adaptar a política da empresa, conformidade e métodos de treinamento a elas.”

https://worldofdirectselling.com/looking-ahead-to-2022-part-1/

 

2022-01-11T16:40:02-03:00janeiro 11th, 2022|Categories: ABEVD News|

DSN – Inovações digitais da Mary Kay para melhorar a experiência do cliente em 2022

Em seus destaques de fim de ano, divulgados esta semana, a Mary Kay Inc. compartilhou as realizações de 2021 que ajudarão a empresa a aumentar seu impacto global e continuar enriquecendo a vida das mulheres. Incluído nesta lista estava uma reflexão sobre suas inovações revolucionárias de realidade digital e virtual – ferramentas que agora estão prontas para construir à medida que se aproxima do novo ano.

Em 2021, o Mary Kay Global Design Studio e a Glamhive da empresa adotaram novas campanhas de mídia social criando o primeiro reality show global TikTok, envolvendo o público por meio de uma vitrine de talentos em guarda-roupa, maquiagem e cabelo. A empresa também lançou o Suite 13, que permite aos usuários experimentar produtos por meio de realidade virtual e oferecer o primeiro showroom virtual pop-up da empresa. Mary Kay MirrorMe cria reformas de realidade aumentada, enquanto o aplicativo Mary Kay Skin Analyzer escaneia o rosto de um cliente para fornecer uma rotina de cuidados com a pele personalizada.

2022-01-11T09:53:19-03:00janeiro 11th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
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