PANORAMA COVID-19

Conforme os dados da vacinação divulgados até quarta-feira (23), 171.814.461 pessoas já receberam ao menos uma dose da vacina, representando 85,84% da população acima de 5 anos que está apta à vacinação. Destes, 154.202.898 (cerca de 77,04% da população vacinável) estão totalmente imunizados contra a COVID-19. A dose de reforço foi aplicada em 61.962.233 pessoas (28,84% dos brasileiros). Ainda, vale mencionar que 8.016.997 crianças entre 5 e 11 anos tomaram a primeira dose (39,11% deste grupo). Por outro lado, nas últimas 24 horas, foram registrados 133.563 novos casos conhecidos, fazendo o Brasil alcançar a marca de 28.484.890 contaminados pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. O país também registrou 999 mortes pela COVID-19 nas últimas 24 horas, totalizando 646.419 óbitos pela doença. Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 803 mortes, variação de -8% em relação a 2 semanas, indicando tendência de estabilidade nos óbitos.

AVALIAÇÃO BMJ

Além desse panorama, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse na terça-feira (22) que pretende “acabar com o caráter pandêmico” da COVID-19. Segundo Queiroga, o governo avalia o cenário epidemiológico e o impacto da mudança de status da doença no Brasil, por exemplo, sobre vacinas e medicamentos que têm apenas autorização de uso emergencial. As vacinas Coronavac e Janssen, além de alguns medicamentos, perderiam aval de utilização quando o Ministério da Saúde declarar que “não se configura mais situação de Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional”, segundo a regra atual da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). No entanto, em boletim sobre a pandemia divulgado no último dia 9, o Observatório Covid-19 Fiocruz afirmou que a transição de pandemia para endemia não significa a eliminação do vírus. De forma geral, a doença se tornaria uma endemia quando não houvesse aumento inesperado de casos. De acordo com o Observatório, a classificação de “endemia” somente poderá ser pensada após a drástica redução da transmissão pelas novas variantes e por meio de uma campanha mundial de vacinação.

ANVISA REGISTRA AUTOTESTES DE COVID

NO PAÍS A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu autorização para a utilização do segundo autoteste de Covid-19 no Brasil na quarta-feira (23). O produto será fabricado pela empresa Eco Diagnostica Ltda no Brasil e se soma ao teste da empresa CPMH, autorizado para uso ainda em fevereiro de 2022.

AVALIAÇÃO BMJ

A aprovação do uso de tais produtos só foi possível após a Anvisa regulamentar a utilização de autotestes no país, o que ocorreu em janeiro de 2022. Com isso, a expectativa é que o Sistema Único de Saúde (SUS) seja desafogado e mais pessoas tenham acesso aos testes, contribuindo assim não somente para o controle da pandemia no país, mas também para que as autoridades sanitárias tenham acesso a dados mais confiáveis sobre o número de infectados no país. A expectativa é que a Anvisa siga priorizando a autorização para o uso desses testes no país, assim como outros produtos que possam ser considerados essenciais para o controle da pandemia.

GOVERNO DESTACA PRODUÇÃO TOTALMENTE NACIONAL DE VACINA DA FIOCRUZ

A semana foi marcada pelo enaltecimento da vacinação por parte do Ministério da Saúde. Neste caso específico, as atenções do governo se concentraram na produção nacional da vacina produzida pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em parceria com a Universidade de Oxford, que já estava sendo utilizada e produzida em partes no país desde o início da campanha vacinal contra COVID-19. Também nesta semana o infectologista Julio Croda, pesquisador da Fiocruz e presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical, destacou que “estamos caminhando para o fim da pandemia […] com períodos sazonais epidêmicos, como já acontece com a gripe”.

AVALIAÇÃO BMJ

O aumento da vacinação afeta diretamente um dos principais marcadores para se entender a redução ou aumento de uma pandemia: a letalidade. Com mais pessoas vacinadas, a quantidade de casos graves e de mutações mais potentes se reduz, o que tem trazido otimismo para o cenário nacional e internacional. Cabe destacar também que a grande necessidade de vacinas fez com que institutos como o Butantã e a Fiocruz, além do Complexo Industrial de Saúde como um todo, se ajustassem para absorver as novas tecnologias, e também aumentar a autonomia em relação a insumos internacionais, fortalecendo o parque industrial nacional.

ANVISA APROVA PRIMEIRO MEDICAMENTO PROFILÁTICO CONTRA COVID19

Na quinta-feira (24), durante a sua 5ª Reunião Extraordinária Pública da Diretoria Colegiada (Dicol), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou em decisão unanime a solicitação de autorização temporária do uso emergencial do medicamento Evusheld (cilgavimabe + tixagevimabe) da AstraZeneca do Brasil. A medicação monoclonal vai ser utilizada em caráter experimental para tratamento da COVID-19. Com isso, o remédio é o primeiro medicamento com indicação profilática autorizado no Brasil. O Evusheld não está autorizado para o tratamento da COVID-19 ou para a profilaxia pós-exposição em indivíduos que tenham sido expostos a sujeitos infectados com SARS-CoV-2. Vale destacar que a profilaxia com o medicamento antes da exposição ao vírus não substitui a vacina.

AVALIAÇÃO BMJ

De acordo com a relatora do processo, a segunda diretora Meiruze Freitas, foi considerado que a resposta imunológica à vacina tende a ser menor em pessoas imunocomprometidas e que há pessoas que têm contraindicação para vacina contra a COVID-19. Nesse sentido, a aprovação de um medicamento profilático contra o vírus indica um avanço importante das tecnologias disponíveis. Conforme a vacinação avança e a pandemia é controlada, a atuação das autoridades sanitárias na pandemia passar a ser mais focada em grupos vulneráveis. Assim, um tratamento pré-exposição destinado a esse grupo é uma sinalização promissora para o controle da doença.

2022-02-25T18:20:49-03:00fevereiro 25th, 2022|Categories: ABEVD News, Corona|

PEGN – Franquias da Yes! Cosmetics passam a cadastrar autônomos e MEIs para venda direta

Objetivo é que nova frente represente 50% da venda das unidades franqueadas em até quatro anos. Marca espera cadastrar mais de 10 mil profissionais de revenda nos próximos 18 meses

Desde o início do mês, os franqueados da Yes! Cosmetics ganharam mais um canal para a distribuição de seus produtos: a venda direta. A prática já era realizada pela franqueadora desde a sua fundação, em 2000, mas foi estendida agora para as lojas, com o intuito de encorpar o faturamento dos franqueados. O objetivo é que o novo canal represente 15% do faturamento das lojas em 2022 e chegue a 50% em 2026. O plano já havia sido anunciado pela empresa a PEGN no início de 2020, mas foi adiado devido à pandemia.

Atualmente, mais de 10 mil revendedores autônomos e Microempreendedores Individuais (MEI) já vendem produtos da Yes! Cosmetics, sendo atendidos por mais de 30 distribuidores regionais, espalhados pelo país. Com a nova configuração, que prioriza as mais de 100 lojas franqueadas, a expectativa é dobrar essa força de venda em até 18 meses. De acordo com o sócio-fundador e CEO da marca, Cândido Espinheira, a empresa não vai mais inaugurar unidades exclusivas de distribuição.

A rede, fundada em Pernambuco, nasceu da experiência de uma das fundadoras com a venda direta. Ketty de Jesus era professora de educação física e começou a vender cosméticos para complementar a renda da família, ainda nos anos 1990. Com o tempo, a venda direta ultrapassou o que ela ganhava lecionando. A empreendedora chegou a se tornar distribuidora da marca, atendendo a milhares de revendedores. Quando conheceu Cândido Espinheira, seu marido, e o cunhado Felipe Espinheira, os três criaram a Yes! Cosmetics. O canal permaneceu no portfólio, mas restrito à franqueadora.

Venda direta

A venda direta se desenvolveu bastante nas últimas duas décadas. De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (Abevd), o canal gerou um volume de vendas de R$ 10,5 bilhões em 2020, 10,5% superior a 2019. Estima-se que quatro milhões de empreendedores atuem como comerciantes porta a porta. Cosméticos e cuidados pessoais correspondem a 52% do mercado.

Esses dados expressivos também atraíram outras redes de franquia nos últimos anos, com o intuito de ajudar a gerar mais faturamento para os franqueados. O Boticário, Quem Disse, Berenice? e Cacau Show são alguns exemplos. Espinheira, inclusive, admite que a maior parte dos revendedores atua com mais de uma marca — e que o plano é se tornar mais uma opção para autônomos e MEIs. “Temos uma base grande de revendedores que atuam com mais de um catálogo. A venda direta acaba gerando uma intersecção muito grande entre as marcas.”

Os revendedores têm acesso aos produtos da marca — são mais de 250 no portfólio — com 20% a 30% de desconto. Segundo Espinheira, perfumaria é a linha mais forte na revenda. O cadastro pode ser feito na franquia mais próxima ou no site da marca. Em seguida, o revendedor passa a ter acesso a eventos e treinamentos específicos e pode utilizar um escritório virtual montado nas lojas, com material de apoio e guia de produtos.

“Agora o franqueado vai fazer esses três canais: varejo, venda porta a porta e e-commerce. O papel dele passa a ser estruturar o canal de venda direta, contratar uma equipe específica para o canal, alinhar as ações de campo e políticas de remuneração da equipe”, afirma. De acordo com Espinheira, cada franqueado pode escolher a forma de lidar com o canal.

2022-02-25T10:51:07-03:00fevereiro 25th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

Exame – O plano da Natura para a equidade salarial entre homens e mulheres

A Natura &Co se comprometeu publicamente a eliminar até 2023, a diferença salarial residual que não se explica por variáveis legítimas e que pode constituir inequidade por gênero

Há décadas a fabricante de cosméticos Natura &Co trabalha para gerar oportunidade para homens e mulheres, seja por meio das vendas diretas, ou com benefícios para os funcionários, como o berçário dentro das sedes de São Paulo e Cajamar para pais e mães de crianças com até três anos.

Já na pandemia da covid-19, em plena crise sanitária, a companhia lançou a “Visão de Sustentabilidade 2030 — Compromisso com a Vida”, um documento com metas para a década. Ali, assumiu-se o compromisso de ter 50% de mulheres na alta liderança da empresa até 2030. Em outra frente, a empresa quer ter 30% de outros grupos pouco representados, como o de LGBTI+, em cargos de liderança daqui a nove anos.

Mas, além de aumentar a representatividade, foi percebida a necessidade de fazer mais e promover a equidade salarial. Ou seja, mulheres e homens que exercem a mesma função e tempo de casa devem ter remuneração semelhante. Parece óbvio, mas, ainda não é uma realidade nas empresas, e as mulheres seguem ganhando cerca de 30% menos que os colegas homens nas mesmas profissões, de acordo com pesquisa da economista Laísa Rachter, pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Na contramão do mercado, a Natura &Co se comprometeu com equidade salarial eliminando qualquer diferença de gênero até 2023. Para isto, um detalhado trabalho vem sendo feito. “Fizemos um mapeamento, trabalhamos com consultoria e estamos criando mecanismos que nos ajudam a fazer a gestão durante o ano, para que as admissões e movimentações também tenham um impacto em eliminar essa diferença”, diz Lilian Ikeda, gerente de remuneração sênior para Natura &Co América Latina. Veja abaixo a entrevista completa à EXAME.

Quando começou de fato a análise de equidade salarial entre homens e mulheres?

Acreditamos que as empresas têm um importante rol como agentes de mudança, por isso, no Compromisso com a Vida, nossa visão de sustentabilidade a 2030, contém no segundo pilar metas específicas que orientam o grupo a atuar para defender os direitos humanos, garantindo a equidade e a inclusão.

Entre as metas e ações a serem executadas até o fim desta década, realizamos compromissos específicos relacionados com balanço de gênero, equidade de salário, inclusão e renda digna (living wage).

Nos comprometemos com equidade salarial eliminando qualquer diferença de gênero até 2023 e nos comprometemos a implementar as ações necessárias para a equidade salarial em todas as empresas do grupo Natura &Co.

Como isto está sendo desenvolvido?

Desenvolvemos com a Mercer, consultoria líder em consultoria de recursos humanos, um estudo sobre a equidade salarial no grupo. Esse estudo, realizado durante o último trimestre de 2020, nos permitiu conhecer o ponto de partida sobre equidade salarial em todas nossas unidades de negócios. Ele incluiu dados dos funcionários em mais de 70 países, abrangendo dados de salário, posição, nível de experiência, tempo no cargo, desempenho, localidade e gênero.

Para Natura &Co América Latina, realizamos a primeira medição e respectiva ação para redução em 2021. Estamos na segunda edição e vamos endereçar o tema no ciclo da revisão salarial anual. É importante comentar também que a análise de equidade salarial já acontecia na Avon antes da integração das empresas.

Já houve algum equilíbrio?

Realizamos um avanço importante ao entender aquilo que temos pela frente para alcançar nossas metas de equidade de gênero. O estudo providenciou informações relevantes sobre o ponto de partida, aprendemos muito sobre nós mesmos e sobre as melhores práticas para alcançar as metas. Estamos trabalhando na evolução do tema anualmente para que possamos eliminar as diferenças até 2023.

É importante levar em conta que ao falar de pessoas, há movimentos contínuos, por isso continuaremos monitorando e reportando os dados com transparência para garantir a equidade salarial e prevenir diferenças salariais.

Quais diferenças salarias foram percebidas durante a análise?

Ao falar de equidade salarial, é preciso esclarecer algumas definições como:

– “Diferença Salarial Pura”: A diferença entre o salário médio de homens e mulheres dentro do grupo independente da posição, nível de experiência, tempo no cargo, desempenho, país e gênero.

– “Diferença Salarial Explicável”: Como o pagamento difere porque homens e mulheres desempenham funções diversas, têm níveis diferentes de experiência e os fatores acima mencionados.

– “Diferença Salarial Inexplicável” reflete a diferença salarial residual que não se explica por variáveis legítimas e que pode constituir inequidade salarial por gênero, raça ou etnia.

O foco da nossa atuação está na “Diferença Salarial Inexplicável” porque acreditamos que nossa forma de fazer negócios não deve aceitar nenhum tipo de inequidade.

Estamos comprometidos com a eliminação de qualquer diferença, por pequena que ela seja, e para isso damos prioridade à criação de mecanismos de gestão da equidade de gênero ao longo do ano considerando as admissões e movimentos salariais que ocorrem além do ciclo de Revisão Salarial, mas não podemos comentar mais detalhes.

Por que investir na iniciativa?

Pode parecer óbvio, mas cabe lembrar que somos um dos principais grupos da indústria da beleza no mundo. Temos plena consciência de que quando as mulheres têm uma relação saudável com a beleza, elas se transformam e constróem melhor autoestima.

Então, nos preocupamos com as mulheres, criamos produtos para elas, e impulsionamos os empreendimentos de muitas delas a partir das nossas marcas. Além disto, a participação das mulheres em nossa força de trabalho é maioritária. Por isso, para nós, faz todo sentido garantir que elas possam evoluir em suas carreiras de forma justa.

Como a iniciativa está ligada às metas ESG da empresa?

Acreditamos que os negócios devem ser uma força para o bem e que temos um papel na transformação positiva da economia global. Nossa busca por soluções ambientais e sociais que gerem impacto positivo são parte fundamental dos negócios, pois a longevidade de uma empresa está ligada à sua capacidade de contribuir para a evolução da sociedade e de seu desenvolvimento sustentável.

Assim foi desenhada nossa visão estratégica, o Compromisso com a Vida, um plano um plano que reúne 31 metas com ações concretas para enfrentar alguns dos desafios globais mais urgentes: a crise climática e a proteção da Amazônia; a defesa dos direitos humanos, garantindo a equidade e inclusão em toda nossa rede; e abraçar a circularidade e a regeneração em nossos negócios até 2030.

Dentro do segundo pilar de Direitos Humanos, assegurar a equidade, inclusão e a diversidade é essencial para gerar impacto social positivo, é nossa fonte de inovação para o desenvolvimento sustentável, e está na base do compromisso com a promoção de um mundo mais democrático, justo e próspero.

Este ainda é um caminho em construção e para percorrê-lo garantindo os direitos humanos para todas as pessoas que compõem nossa sociedade, é preciso implementar estratégias claras. Por isso esse tema está presente no planejamento estratégico da empresa, começando por uma Política de Diversidade, Equidade e Inclusão integrada e acompanhamento das metas pelo Comitê Executivo e pela Vice-Presidência de Pessoas, Organização e Cultura.

2022-02-25T10:49:19-03:00fevereiro 25th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

DSN – Herbalife Nutrition relata as maiores vendas líquidas anuais da história da empresa em 2021

A Herbalife Nutrition divulgou seus resultados financeiros de 2021, relatando vendas líquidas de US$ 5,8 bilhões, um aumento de 4,7% em relação a 2020 e as maiores vendas líquidas anuais da história da empresa. EPS diluído (US$ 4,13), EPS diluído ajustado (US$ 4,79), lucro líquido reportado (US$ 447,2 milhões) e EBITDA ajustado (US$ 873,5 milhões) também bateram recordes anuais da empresa.

“As tendências globais continuam a impulsionar a demanda por nossos produtos de nutrição apoiados pela ciência, resultando em mais um ano recorde para a Herbalife Nutrition”, disse o presidente e CEO John Agwunobi.

As vendas líquidas do quarto trimestre de 2021 caíram 6,6%, para US$ 1,3 bilhão, em comparação com o quarto trimestre do ano passado, que a empresa atribui a um período de comparação desafiador. Em uma comparação de dois anos, a empresa cresceu 8% em comparação com o quarto trimestre de 2019. O lucro líquido do trimestre atingiu US$ 38,2 milhões com um EBITDA ajustado de US$ 131,6 milhões.

As três maiores regiões da empresa – Ásia-Pacífico, América do Norte e EMEA – estabeleceram recordes anuais de vendas líquidas. No quarto trimestre, os negócios indianos aumentaram as vendas líquidas em 33% ano a ano. Para apoiar esse crescimento contínuo, a empresa anunciou a abertura de um centro de excelência de 15.000 pés quadrados no mercado indiano que oferecerá um centro global de serviços comerciais, laboratório de qualidade, espaço de inovação para distribuidores e uma instalação de pesquisa e desenvolvimento.

“Investir no futuro de nossos negócios continua sendo uma prioridade fundamental, assim como identificar oportunidades de eficiência e melhorias na produtividade para gerar valor para os acionistas no longo prazo”, disse o CFO Alex Amezquita.

As previsões para 2022 incluem orientação para vendas líquidas na faixa de crescimento estável a 6% e EPS diluído ajustado entre US$ 4,25 e US$ 4,75. A estimativa de EBITDA ajustado deve ficar entre US$ 785 milhões e US$ 845 milhões. Esta orientação para o ano inteiro pressupõe uma recompra de ações de US$ 50 milhões por trimestre.

2022-02-25T12:27:16-03:00fevereiro 25th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Desemprego recua na maioria dos estados em 2021

Taxa de desemprego no país ainda é a segunda mais alta desde 2012

Dados do resultado trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) mostram que 19 das 27 unidades da federação apresentaram recuo na taxa média anual de desemprego, três apresentaram estabilidade e cinco alta. A taxa média anual de desemprego caiu de 13,8% em 2020 para 13,2% em 2021, e esse movimento de queda foi acompanhado pela maior parte das regiões.

Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A média anual de desemprego de 2021 ainda é a segunda mais alta desde o início da série em 2012, ficando atrás somente de 2020.

A exceção entre as regiões foi a Norte, que teve alta de 0,6 ponto porcentual, passando de 12,5% em 2020 para 13,1% em 2021. O Nordeste se manteve estável, mas ainda assinala a maior taxa do país, fechando 2021 em 17,1%.

A região Sul foi a única cuja média anual se equiparou ao índice pré-pandemia da covid-19, com 7,8%, a menor taxa de desocupação anual média do país, após registrar 8,7% em 2020. E o Centro-Oeste vem se aproximando do patamar de 2019 (10,3%), estando em 10,7% em 2021, após chegar a 12,1% em 2020.

“Todas as regiões mostraram expansão no contingente de trabalhadores, o que contribui para a redução da taxa de desocupação em 2021, mas apenas a Sul se encontra com esse indicador abaixo do de 2019, ano anterior ao da pandemia”, disse, em nota, a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy.

Entre as unidades da federação, três apresentaram estabilidade ou ficaram próximas dela na média anual da taxa de desocupação em 2021: Acre (15,3%), Paraíba (14,8%) e Ceará (13,4%). Já os que apresentaram alta foram Pernambuco (de 17,2% em 2020 para 19,9% em 2021), Amapá (de 15% para 16,6%), Piauí (de 13,2% para 13,6%), Tocantins (de 12,0% para 13,3%) e Pará (de 10,6% para 12,56%). Todos os demais estados tiveram queda em suas taxas.

No quarto trimestre de 2021, a desocupação ficou em 11,1% no país, caindo 1,5 ponto percentual em relação ao terceiro trimestre de 2021 (12,6%) e 3 pontos frente ao mesmo trimestre de 2020 (14,2%). Todas as regiões tiveram queda na taxa ante o trimestre anterior, sendo que a Nordeste (17,6%) se manteve com o maior índice. Além disso, houve queda no desemprego em 15 unidades da federação, sendo as maiores em Alagoas e Sergipe.

As maiores taxas de desocupação foram as do Amapá (17,5%), Bahia (17,3%) e Pernambuco (17,1%). As menores foram observadas em Santa Catarina (4,3%), Mato Grosso (5,9%) e Mato Grosso do Sul (6,4%).

Ainda no quarto trimestre de 2021, a distribuição dos desocupados nos grupos de idade de 25 a 39 anos (35,2%) e de 18 a 24 anos (30,8%) apresentou patamar superior ao estimado nos outros grupos etários.

População ocupada

A população ocupada, de 95,7 milhões de pessoas no quarto trimestre de 2021, era composta por 66,9% de empregados (incluindo empregados domésticos), 4% de empregadores, 27,1% de pessoas que trabalharam por conta própria e 2% de trabalhadores familiares auxiliares. Nas regiões Norte (33,9%) e Nordeste (30,5%), o percentual de trabalhadores por conta própria era superior ao verificado nas demais regiões.

No setor privado, 73,5% dos empregados tinham carteira de trabalho assinada, sendo que as regiões Norte (59,4%) e Nordeste (56,9%) apresentaram as menores estimativas desse indicador. Entre os trabalhadores domésticos, a pesquisa mostrou que 24,6% tinham carteira de trabalho assinada. No mesmo trimestre de 2020, essa proporção havia sido de 25,6%.

Dentre as unidades da federação, os maiores percentuais de empregados com carteira assinada no setor privado estavam em Santa Catarina (87,9%), São Paulo (81,5%), Rio Grande do Sul (80,9%) e os menores no Piauí (48,6%), Maranhão (50,0%) e Pará (51,1%).

O percentual da população ocupada do país trabalhando por conta própria foi de 27,1%. Os maiores percentuais ficaram com as regiões Norte (33,9%) e Nordeste (30,5%). As unidades da federação com os maiores percentuais foram o Amapá (38%), Amazonas (36,2%) e Pará (35,0%) e os menores o Distrito Federal (20,9%), Mato Grosso do Sul (23,6%) e São Paulo (23,7%).

A taxa de informalidade no quarto trimestre de 2021 ficou em 40,7% da população ocupada. As maiores taxas ficaram com Pará (62,7%), Maranhão (59,4%) e Amazonas (58,7%) e as menores, com Santa Catarina (27,3%), São Paulo (31,2%) e Rio Grande do Sul (33,0%).

Rendimentos

O rendimento médio real de todos os trabalhos, habitualmente recebido por mês, pelas pessoas de 14 anos de idade ou mais com rendimento de trabalho, foi estimado em R$ 2.447. Esse resultado apresentou redução de 3,6% em relação ao trimestre imediatamente anterior (R$ 2.538) e de 10,7% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior (R$ 2.742).

Na comparação entre o terceiro e o quarto trimestre de 2021, apenas a Região Centro-Oeste apresentou estabilidade e as demais tiveram queda. Em relação ao quarto trimestre de 2020, todas as regiões apresentaram queda do rendimento médio.

Edição: Fernando Fraga

2022-02-25T10:45:44-03:00fevereiro 25th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Fashion Network – DeMillus doa mais 12 mil peças para ajudar Petrópolis

Referência brasileira quando o assunto é lingerie, a DeMillus está empenhada em auxiliar a população de Petrópolis, no Rio de Janeiro, vítima dos alagamentos e deslizamentos de terra que deixaram mais de 100 mortos e cerca de 900 desabrigados.

Em parceria com a Firjan e com a CUFA, a grife que está no mercado há 75 anos, doou mais de 12 mil peças, entre roupas intimas e pijamas, além de estar ajudado pequenas instituições locais, como igrejas e ONGs.

A varejista Americanas S.A. também anunciou a doação de até 20 toneladas de água, alimentos e produtos essenciais para a cidade de Petrópolis. E a Ancar Ivanhoe mobilizou os shoppings do grupo no Rio para ajudar as vítimas dos temporais de Petrópolis junto com a ONG Ação da Cidadania.

2022-02-24T11:46:58-03:00fevereiro 24th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Notícias Agrícolas – Desemprego cai para 11,1% no quarto trimestre e taxa média anual é de 13,2%

A taxa de desocupação caiu para 11,1% no quarto trimestre, recuo de 1,5 ponto percentual na comparação com o trimestre anterior (12,6%). Já a taxa média anual foi de 13,2%, o que indica uma tendência de recuperação frente à de 2020 (13,8%), ano em que o mercado de trabalho sentiu os maiores impactos da pandemia causada pelo coronavírus. Embora o cenário tenha melhorado em 2021, o patamar pré-Covid ainda não foi recuperado. Em 2019, a taxa anual de desocupação havia sido de 12,0%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (24) pelo IBGE.

A coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, explica que a taxa média de desocupação de 13,2%, a segunda maior da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, reflete a situação do mercado de trabalho em um momento em que a ocupação voltou a crescer após um ano de perdas intensas.

“Muitas pessoas ao longo dos dois anos perderam suas ocupações e várias delas interromperam a busca por trabalho no início de 2020 por causa da pandemia. Depois houve uma retomada dessa busca, ainda que o panorama econômico estivesse bastante desfavorável, ou seja, não havia uma resposta elevada na geração de ocupação. Em 2021, com o avanço da vacinação e a melhora no cenário, houve crescimento do número de trabalhadores, mas ainda persiste um elevado contingente de pessoas em busca de ocupação”, diz.

Essa taxa média de desocupação equivale a 13,9 milhões de desempregados no país, contingente que ficou estável frente ao ano anterior. Por outro lado, a força de trabalho, soma dos ocupados e desocupados, aumentou 4,3% no mesmo período. Esse crescimento foi impactado pelo aumento de 5,0% na ocupação ou de 4,3 milhões de pessoas. Em 2021, os ocupados foram estimados em 91,3 milhões.

“É um ano de recuperação para alguns indicadores, mas não é o ano de superação das perdas, até porque a pandemia não acabou, e seus impactos, ainda em curso, afetam diversas atividades econômicas e o rendimento do trabalhador. Há um processo de recuperação, mas ainda estamos distantes dos patamares de antes da pandemia”, afirma a pesquisadora.

O aumento na ocupação foi disseminado por diversas atividades econômicas. O maior crescimento percentual veio da construção (13,8%), que ocupou 845 mil pessoas a mais. O comércio, setor bastante impactado pela pandemia, teve ganho de 5,4% na comparação com 2020, o que representa um acréscimo de 881 mil pessoas. Mesmo assim, o contingente de trabalhadores desse segmento permaneceu menor que o de 2019, quando havia 18,1 milhões de pessoas ocupadas.

A indústria foi outra atividade que não conseguiu recuperar as perdas de 2020. Em um ano, houve aumento de 3,9% ou de 446 mil pessoas trabalhando no setor. Mas na comparação com 2019, o número de trabalhadores caiu 3,1%.

O ano de 2021 foi marcado também pelo início de recuperação da ocupação dos setores de serviços, que, assim como o comércio, foram muito prejudicados pela pandemia. Dentre eles, o destaque ficou com os serviços domésticos, que tiveram o maior aumento percentual (6,7% ou 327 mil pessoas). Também houve avanço no segmento de alojamento e alimentação, que cresceu a sua ocupação em 5,4% ou 238 mil pessoas.

Taxa de informalidade avança para 40,1%

De forma geral, com o aumento da ocupação, a informalidade também se expandiu. No ano passado, os trabalhadores informais somavam 36,6 milhões, um aumento de 9,9% frente a 2020. Isso levou a taxa de informalidade a subir de 38,3% para 40,1% nesse período. Representantes desse mercado informal, os empregados sem carteira assinada no setor privado aumentaram em 11,1% e passaram a ser 11,2 milhões de pessoas.

“O crescimento da informalidade nos mostra a forma de recuperação da ocupação no país, baseada principalmente no trabalho por conta própria. Tanto no segundo semestre de 2020 quanto no decorrer de 2021, a população informal foi a que mais avançou”, afirma a coordenadora da pesquisa.

Mas o trabalho formal também cresceu. Entre os empregados do setor privado com carteira, houve expansão de 2,6%, chegando a 32,9 milhões de pessoas. Em 2020, essa categoria sofreu a maior queda da série histórica (-6,9%).

“Foi um ano em que muitas empresas fecharam e demitiram seus funcionários e há mais dificuldade em recuperar esse tipo de vínculo de trabalho do que o informal. Mas vale ressaltar que, dentre o trabalho formal, houve crescimento do número de trabalhadores por conta própria com CNPJ, que atingiu um recorde na série histórica da pesquisa, iniciada em 2016 para esse indicador”. A soma dos trabalhadores por conta própria (com e sem CNPJ) também atingiu o maior número da série (24,9 milhões).

Acompanhando o crescimento do número de ocupados, o nível da ocupação subiu para 53,2%. Em 2020, essa proporção havia sido de 51,2%, a menor desde 2012, quando a série histórica foi iniciada. O nível da ocupação indica o percentual de pessoas em idade de trabalhar que efetivamente estavam ocupados no período. “Houve um incremento em relação ao ano anterior, mas é um nível inferior ao de 2019 (56,0%). Isso acontece porque naquele ano tínhamos uma população ocupada de 94,3 milhões e houve um declínio de quase 3 milhões de trabalhadores nesse período (de 2019 para 2021)”, destaca Beringuy.

Em 2021, a força de trabalho potencial caiu 13,5% frente ao ano anterior. Nesse grupo estão as pessoas que não estavam ocupadas nem desocupadas, mas que tinham potencial para conseguir uma vaga no mercado de trabalho. Elas somavam, em 2021, 10 milhões. Dentro desse grupo estão os desalentados, pessoas que estavam disponíveis e gostariam de conseguir um trabalho, mas não o procuraram. Nesse contingente houve queda de 3,1%, totalizando 5,3 milhões.  No ano anterior, o número de desalentados foi o maior da série histórica: 5,5 milhões.

O rendimento médio recebido pelas pessoas foi estimado em R$2.587, uma retração de 7,0% frente ao de 2020, ou um decréscimo de R$195. A massa de rendimento também sofreu queda (-2,4% ou R$5,6 bilhões) nesse período, sendo estimada em R$230,6 bilhões. “Esse comportamento da massa de rendimento é explicado pela queda de rendimento médio real e pelo avanço do processo inflacionário. Embora a população ocupada tenha crescido, esse aumento não foi acompanhado pelo rendimento, ou seja, as pessoas que estão ocupadas no mercado de trabalho têm remunerações menores, em média”, explica

Taxa de desocupação recua para 11,1% no quarto trimestre

Com o recuo de 1,5 p.p. no quarto trimestre, a taxa de desocupação chegou a 11,1%, o que corresponde a 12 milhões de pessoas em busca de trabalho. Frente ao trimestre encerrado em setembro, esse número caiu 10,7%, ou 1,4 milhão de pessoas desempregadas a menos. Já na comparação com o mesmo período de 2020, a queda foi de 16,7%, uma redução de 2,4 milhões de pessoas.

“Essa queda no quarto trimestre foi bastante expressiva. Nos últimos meses do ano, há uma tendência de redução desse indicador por causa da sazonalidade. Nesse período, costuma haver redução da desocupação devido à maior absorção de trabalhadores em atividades como comércio e alojamento e alimentação. Somado a isso, há um processo de recuperação da ocupação em curso desde agosto do ano passado”, ressalta.

Na comparação com o trimestre anterior, o número de pessoas ocupadas cresceu 3,0%, o que representa um acréscimo de 2,8 milhões de pessoas no mercado de trabalho. Quando comparado ao mesmo período do ano anterior, o aumento foi de 8,5 milhões. Com isso, o nível de ocupação subiu para 55,6%.

Uma parte do aumento da ocupação no quarto trimestre veio do emprego formal no setor privado. Nele, o número de empregados com carteira de trabalho assinada subiu 2,9% em relação ao trimestre anterior, o que significa 987 mil pessoas a mais. Já entre os trabalhadores sem carteira assinada, o aumento foi de 6,4% ou de 753 mil pessoas.

Entre os trabalhadores por conta própria, houve adição de 483 mil pessoas (1,9%), enquanto os trabalhadores domésticos aumentaram em 341 mil (6,4%).

Houve aumento na ocupação na maioria das atividades, com destaque para o comércio (3,4%, ou acréscimo de 602 mil pessoas), os outros serviços (11,8%, ou mais 521 mil pessoas) e informação e comunicação (3,3%, ou mais 367 mil pessoas). A indústria, um dos segmentos com maior número de ocupados (12,4 milhões), ficou estável no quarto trimestre.

Mais sobre a pesquisa

A PNAD Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil corresponde a 211 mil domicílios pesquisados. Cerca de dois mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

Em função da pandemia de Covid-19, o IBGE implementou a coleta de informações da pesquisa por telefone desde 17 de março de 2020. É possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE ou via Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, RG ou CPF do entrevistador, dados que podem ser solicitados pelo informante.

2022-02-24T11:41:07-03:00fevereiro 24th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Yahoo! – A decoração da casa do ‘BBB 22’ tem portas que chamam a atenção pelas suas diferentes cores e formas

A casa mais vigiada do Brasil ganha um novo destaque aqui na nossa coluna. Hoje vamos falar de portas incríveis e superdiferentes, com cores e formas fortes. Assinados pela Pormade Portas, esses modelos ousados com impressão HD estão dando o que falar no quesito personalidade na decoração dos ambientes.

E já que o assunto é personalidade, assim como as portas, as estampas dos papéis de parede e outros detalhes dão toques especiais aos cômodos. Quando pensamos no projeto de um espaço, a combinação de cores e texturas é um dos fatores que mais levamos em consideração. Na casa do “BBB 22”, essa regra foi “o mais é mais”. Macroestampas e cores fortes foram as eleitas como destaques.

Ousadia é sempre bem-vinda por aqui, que tal apostar nessas portas e em outros produtos com muita originalidade? A seguir, veremos que dar visibilidade às portas, ou aos elementos com estampas, tem o seu valor e dita uma tendência. Bora dar uma espiadinha?

Aberto para as cores

Um casal de empresários na faixa dos 50 anos (com dois filhos jovens) costuma passar metade do ano no exterior e buscava um imóvel bem localizado no Rio de Janeiro para curtir as temporadas no Brasil. Eles encontraram este apartamento de 160m², em Ipanema, e chamaram a designer de interiores Roberta Devisate para assinar o projeto de reforma e decoração de todos os cômodos. O cimento queimado foi o revestimento escolhido para as paredes do setor social, separado da área íntima por uma porta deslizante com acabamento em laca na cor azul klein. “A porta azul provoca surpresa e traduz com exatidão a ousadia comedida em meio a uma decoração essencialmente urbana e despojada, de base neutra. Ela virou o ponto focal da sala”, explica a designer.

Já este outro apartamento de 80m², no Leblon, foi alugado por uma advogada de 56 anos. Ele ganhou novo visual hipercolorido em um projeto assinado pelos arquitetos Richard de Mattos e Maria Clara de Carvalho, sócios do escritório Pílula Arquitetura. Um dos destaques é o visual do home office, com estampa de zebra nos armários e detalhes em rosa, que surgiu de uma brincadeira inusitada. “A cliente tinha pedido um plano de fundo para suas lives, mas ali ficava um armário antigo. Demos a ideia de adesivar o armário e, ao mesmo tempo, avistamos uma blusa de zebrinha pendurada na porta. Propusemos a zebra como quem não quer nada e ela adorou a ideia! Para fechar, continuamos com o rosa do corredor no escritório, marcando o rodapé, os alisares e o teto”, diverte-se a arquiteta Maria Clara.

A coluna “Casa de Novela” é assinada pelo arquiteto e urbanista Guilherme Galvão e pelo engenheiro Douglas Alexandre.

2022-02-23T10:28:18-03:00fevereiro 23rd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Hinode – De olho no e-commerce, Hinode atualiza seu catálogo virtual

Ação tem expectativa de dobrar o faturamento da marca no online

A experiência de compra na Hinode ganha mais um atrativo: a venda online por meio do catálogo virtual, que permite ao cliente a escolha dos produtos e a conclusão da sua compra em um ambiente 100% digital. A novidade garante que todo o processo seja realizado de forma simplificada em qualquer dispositivo, inclusive smartphones.

Mesmo sem precisar da participação ativa do consultor, que é a maior força de vendas da marca, a Hinode destina a comissão para toda a rede de consultores de cada venda gerada por meio desta ferramenta, sendo 30% para os consultores que divulgam com seu link próprio e 10% de comissionamento via geolocalização, para o consultor que estiver mais próximo do endereço de entrega do cliente.

Para Ronie Piovezan, Diretor Comercial do Grupo Hinode, todas as iniciativas digitais feitas pela empresa, visam o aumento nas vendas dos consultores. “Queremos deixar cada vez mais ágil a forma de compra dos nossos produtos para o consumidor final e ao mesmo tempo, impulsionar os ganhos de nossos consultores, oferecendo a eles tecnologia de ponta e diversos canais de vendas”.

A movimentação da transformação digital do grupo se iniciou em 2020 com contratações de executivos, como a chegada de Ronie na direção comercial e Emerson Cordeiro, que assume a cadeira de Canais Digitais da companhia, ambos executivos somam vasta expertise em desenvolvimento e execução de canais digitais e de vendas.

Atualmente a marca ocupa a 7ª posição no ranking dos 10 maiores e-commerces do segmento de cosméticos, divulgado pela Agência Conversion. “Cada vez mais investimos em tecnologia para nos consolidar no ambiente digital e chegar mais rápido ao topo, disputando a liderança com outros players do segmento”, finaliza o Diretor Comercial.

No ano passado, o volume médio de transações no mundo físico, vindas do catálogo virtual, foi de mais de um milhão de reais mensais. “Somente com o investimento nesse novo projeto a Hinode planeja ter um crescimento de 50% no faturamento de suas vendas online para este ano”, comenta Piovezan.

Já para Emerson Cordeiro, gerente responsável pela implantação do projeto, a gestão é tão importante quanto a utilização da ferramenta pela rede de consultores: “Contamos hoje com o acompanhamento de KPI’s ao longo de toda a jornada de compra online e com dashboards em tempo real, que nos permite identificar gaps e implantar melhorias em um curto período de tempo, aumentando a taxa de conversão em vendas em todos os canais”.

O desenvolvimento foi feito pela agência Enext e o gerente destaca que a utilização correta de tecnologias e integração entre diferentes plataformas foram importantes para o sucesso do catálogo virtual. “Utilizando a Amazon AWS para construir a ponte, foi possível ligar o catálogo virtual, hoje na plataforma iPaper com a Vtex, nossa plataforma de comércio eletrônico, sem perder nenhum dado”. Emerson também informa que todo o processo alimenta a SalesForce para ações de CRM e engajamento com clientes e consultores, promovendo um verdadeiro ecossistema digital.

Além do catálogo virtual, a Hinode conta também com o e-commerce que possui páginas personalizadas para cada um de seus consultores e com o formato tradicional porta a porta.

2022-02-23T10:25:26-03:00fevereiro 23rd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Mercado&Consumo – Brasil possui 85% das empresas de varejo digitalizadas

Necessidade pela digitalização foi impulsionada pela pandemia

A chegada da pandemia impactou de maneira direta os diversos setores do varejo. E uma das principais mudanças foi a necessidade de digitalização e transformação. De acordo com levantamento feito pela ClearSale, empresa de soluções antifraude, 85% dos empresários brasileiros são digitalizados.

Outro ponto levantado pelo estudo é de que a digitalização dos processos traz maior autonomia e agilidade na compra de produtos e serviços. Essa dinâmica facilita o processo de criação de negócios pelos empresários.

“O movimento é crescente e ainda em ascensão, como os lançamentos das carteiras digitais para empresas. Hoje, por exemplo, um empresário pode abrir a sua conta ou de sua empresa digitalmente, sem a necessidade de ir até uma agência. Isso torna a vida dessas pessoas muito mais fluida e menos burocrática”, destaca Henrique Braga Martins, head de Fraude empresarial na ClearSale.

A pesquisa ainda que a necessidade de digitalização, impulsionada pela pandemia, acelerou a evolução de diversos processos que antes eram mais lentos, tanto para as pessoas físicas, como as jurídicas.

Apesar de todos os benefícios que surgiram com esse processo, a empresa alerta para os pontos negativos da migração digital. As tentativas de fraudes junto aos empresários, por exemplo, aumentaram 172% em 2021, em comparação ao ano anterior. O principal motivo está relacionado aos dados cadastrais ficarem disponíveis publicamente em sites do governo, fato que facilita a tentativa de golpe.

2022-02-23T10:23:05-03:00fevereiro 23rd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
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