Agência Brasil – Caged: Brasil cria 136 mil empregos com carteira assinada em março

No acumulado do ano, foram geradas mais de 615 mil novas vagas

O Brasil fechou o mês de março de 2022 com a criação de 136.189 empregos formais, segundo balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) apresentado nesta quinta-feira (28) pelo Ministério do Trabalho e Previdência. O número é menor do que os 153.431 empregos novos gerados em março do ano passado.

O saldo de março último foi resultado de 1.953.071 contratações menos 1.816.882 de demissões. O estoque de empregos formais, que é a quantidade total de vínculos celetistas ativos no país, encerrou março 41,2 milhões de empregados, variação de positiva de 0,33% em relação ao mês anterior. No acumulado do ano de 2022, foi registrado saldo de 615.173 empregos, decorrente de 5.820.897 admissões e de 5.205.724 desligamentos.

“Este é o terceiro mês consecutivo que verificamos um crescimento na criação de novos empregos”, destacou o ministro José Carlos Oliveira, durante apresentação do resultado. “Nos permite sonhar em um número acumulado no final de 2022 superior àquele que havíamos programado, que era cerca de um milhão de novos empregos”, acrescentou.

Os dados mostram que saldo positivo do nível de emprego em março foi registrado em quatro dos cinco grupos de atividades econômicas. A maior parte, no total de 111.513 novos empregos, foi gerada no setor de serviços, distribuído principalmente nas atividades de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas.

O setor de construção civil foi o segundo que gerou mais empregos em março, com saldo positivo de 25.059 postos de trabalho, seguido pela indústria (15.260 novos empregos) e comércio, com saldo de 352. O setor de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve saldo negativo de geração de empregos, com 15.995 desligamentos a mais do que contratações.

Regiões

Em termos regionais, o mês de março teve saldo positivo de empregos em quatro das cinco regiões geográficas do país. No Sudeste, foram 75.804 novos postos de trabalho, seguido pelo Sul, com 33.601 vagas; Centro-Oeste, que gerou 33.601 empregos e Norte, com saldo positivo de 9.357 vagas. No Nordeste, o saldo da geração de empregos ficou negativo, com desligamento de 4.963 postos em relação às contratações. A explicação do ministério para o saldo negativo no Nordeste é o período de desmobilização do setor de cana-de-açúcar, especialmente nos estados de Sergipe, Pernambuco e Alagoas, com demissão de trabalhadores temporários.

Em março, 23 das 27 registraram saldos positivos na geração de empregos. Os estados com melhor resultado foram São Paulo (34.010 postos), Minas Gerais (27.452 postos) e Rio Grande do Sul (13.744 postos). Já os estados com piores saldos, em que houve mais demissões do que contratações, foram justamente do Nordeste: Sergipe (-2.502 postos), Pernambuco (-6.091 postos) e Alagoas (-10.029 postos).

Salário

De acordo com os dados do Novo Caged, o salário médio de admissão em março de 2022 foi R$ 1.872,07. O valor é menor que o registrado em fevereiro, com um decréscimo de R$ 38,72, o que equivale a uma variação de -2,03%. É o terceiro mês seguido que o salário médio de admissão vem caindo no país.

Trabalho intermitente

Em março deste ano, o Novo Caged registrou 25.600 admissões e 18.658 desligamentos na modalidade de trabalho intermitente, gerando saldo de 6.942 empregos.

Um total de 5.382 estabelecimentos contratantes e 228 empregados celebraram mais de um contrato na condição de trabalhador intermitente.

Em termos de atividades econômicas, o saldo de emprego na modalidade de trabalho intermitente distribuiu-se por serviços (+4.842 postos), construção (+1.596 postos), indústria geral (+733 postos), agropecuária (-9 postos) e comércio (-220 postos).

Em relação ao trabalho em regime de tempo parcial, foram registradas 21.574 admissões e 16.581 desligamentos, um saldo de 4.993 empregos. Foram registrados 9.043 estabelecimentos contratantes e 107 empregados que celebraram mais de um contrato em regime de tempo parcial.

Do ponto de vista das atividades econômicas, o saldo de emprego em regime de tempo parcial distribuiu-se por serviços (+3.850 postos), comércio (+1.044 postos), indústria geral (+67 postos), construção (+38 postos) e agropecuária (-6 postos).

O saldo de emprego em regime de tempo parcial ficou assim distribuído por setor: serviços (5.615 postos), indústria geral (2.286 postos), comércio (1.167 postos), construção (241 postos) e agropecuária (209 postos).

Em março de 2022, houve ainda 22.440 desligamentos mediante acordo entre empregador e empregado, conforme regras na Reforma Trabalhista. Essas demissões envolveram 14.963 estabelecimentos, em um universo de 13.881 empresas. Houve 44 empregados que realizaram mais de um desligamento mediante acordo com o empregador, informou o Ministério do Trabalho e Previdência.

Edição: Claudia Felczak

2022-04-29T11:53:36-03:00abril 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

G1 – Em fevereiro, investimentos estrangeiros diretos são os maiores em cinco anos

No mês retrasado, investimentos estrangeiros somaram US$ 11,8 bilhões. Já as contas externas registraram déficit de US$ 2,4 bilhões no mesmo período.

Os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 11,8 bilhões em fevereiro deste ano, informou nesta sexta-feira (29) o Banco Central.

Trata-se do maior valor desde janeiro de 2017, quando atingiram US$ 12,4 bilhões, segundo a série histórica da instituição. Ou seja, em pouco mais de cinco anos.

O ingresso de recursos no país, em um momento no qual os países desenvolvidos ainda apresentavam taxas de juros mais baixas, foi um dos fatores apontados por especialistas pela queda do dólar nos últimos meses.

No fim de fevereiro, mesmo em meio às tensões pela guerra na Ucrânia, a moeda norte-americana estava por volta de R$ 5,15, após fechar 2021 em R$ 5,60. Nesta quinta-feira (29), o dólar estava em R$ 4,94.

Nos dois primeiros meses deste ano, ainda segundo o Banco Central, os investimentos estrangeiros somaram US$ 16,6 bilhões, com alta de 34% na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 12,3 bilhões).

Contas externas

Ainda segundo o Banco Central, as contas externas registraram um rombo de US$ 2,4 bilhões em fevereiro deste ano. No mesmo período do ano passado, o déficit havia somado US$ 4 bilhões.

Já no primeiro bimestre deste ao, a conta de transações correntes registrou um resultado negativo de US$ 10,5 bilhões, com queda na comparação com o mesmo período de 2021 (-US$ 12,3 bilhões).

O resultado em transações correntes, um dos principais sobre o setor externo do país, é formado por balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior).

De acordo com o BC, a queda no déficit das contas externas neste ano está relacionada uma melhora na balança comercial, que teve superávit de US$ 2 bilhões no primeiro bimestre. Entretanto, a conta de serviços registrou um déficit de US$ 3,2 bilhões e as remessas de lucros e dividendos ao exterior totalizaram US$ 5,4 bilhões (contra US$ 2,1 bilhões no mesmo período de 2021).

Para todo ano de 2022, a expectativa do Banco Central é de uma melhora nas contas externas. A estimativa da instituição é de um superávit de US$ 5 bilhões. Se confirmado, será o primeiro saldo positivo desde 2007.

2022-04-29T11:51:29-03:00abril 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Mercado e Consumo – Mais de 80% dos varejistas usam redes sociais para fazer vendas

De acordo com pesquisa da IDC, realizada a pedido da Infobip, mais da metade da receita dos varejistas vem de plataformas digitais

Mais de 80% dos varejistas utilizam Facebook e Instagram para suas vendas, mostra pesquisa do IDC realizada a pedido da Infobip, empresa de comunicação em nuvem omnichannel. O resultado do estudo comprova o impacto da pandemia e de suas restrições nos hábitos de consumo e, consequentemente, na maneira como o varejo passou a atender o cliente.

Além desses aplicativos, os varejistas também têm explorado outras funcionalidades do marketplace e de meios de pagamento, como o WhatsApp Pay. Outra constatação do estudo diz respeito ao aumento da participação das plataformas digitais na receita. Hoje, elas são responsáveis por até 54% da receita dos varejistas no Brasil.

O acompanhamento do comportamento dos consumidores nas redes também é importante para as empresas. De acordo com o levantamento, 86% dos varejistas usam as informações geradas pelos clientes para criar comunicações e estratégias personalizadas.

O estudo apontou também que a maioria das empresas está se preparando para oferecer produtos e serviços digitais ao consumidor final. Desse mercado, 33% das empresas buscam ofertar esse tipo de serviço porque os clientes exigem e 23% porque querem ser inovadores.

Desafios

Apesar de a pesquisa revelar resultados positivos da relação entre varejistas e plataformas digitais, o estudo mostrou que a integração entre as plataformas ainda é um problema. Neste sentido, os varejistas apontaram os maiores desafios de comunicação e engajamento com os clientes durante a pandemia.

O ponto mais citado foi a necessidade de inovação para manter as vendas e operação, seguida do suporte e atendimento ao cliente de forma virtual. Também é mencionado o processo de entender as necessidades do negócio e as demandas do cliente; por último, aparece a criação de uma boa experiência de compra nos canais online.

“Sem dúvida, os varejistas devem construir alianças e buscar plataformas integradas para criar uma estratégia omnicanal que integre espaços físicos e virtuais (e-commerce, redes sociais, chamadas ou aplicativos)”, afirmou Yuri Fiaschi, VP Global de vendas da Infobip. O executivo também reforçou a importância dos cuidados com dados para gerar confiança digital entre empresa e consumidor.

2022-04-28T12:01:13-03:00abril 28th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Confiança da indústria volta a subir de março para abril

Foi a primeira alta, depois de oito quedas consecutivas

O Índice de Confiança da Indústria (ICI), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 2,4 pontos de março para abril deste ano. Esta foi a primeira alta, depois de oito quedas consecutivas do indicador, que atingiu 97,4 pontos, em uma escala de zero a 200.

A confiança aumentou entre empresários de 11 dos 19 segmentos pesquisados pela FGV. A alta foi puxada principalmente pelo Índice de Expectativas, que avalia a percepção do empresariado em relação ao futuro e que subiu 3,2 pontos, atingindo 96 pontos.

O componente que mais contribuiu para o crescimento do Índice de Expectativas foi a produção prevista para os três meses seguintes.

O Índice Situação Atual, que mede a confiança em relação ao presente, avançou 1,4 ponto e chegou a 98,4. O componente com melhor desempenho foi a situação atual dos negócios.

O Nível de Utilização da Capacidade Instalada da indústria recuou 0,4 ponto percentual em março, para 79,8%.

Edição: Graça Adjuto

2022-04-27T10:24:08-03:00abril 27th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

ABC do ABC – Dia das Mães deve movimentar 12 bilhões em SP

Segundo FCDLESP, sem as restrições da pandemia, o crescimento está relacionado ao bom desempenho do varejo na data

Segunda data mais importante para o varejo, o Dia das Mães deve aquecer as vendas em São Paulo. Segundo a pesquisa realizada pela FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo), com a participação das principais CDLs do estado, o aumento deve movimentar cerca de 12 bilhões de reais em todo o estado.

Após dois anos celebrando a data com as restrições do plano São Paulo, os lojistas estão otimistas para a retomada. Segundo eles, a data servirá de termômetro para as próximas datas sazonais e para o fechamento do balanço semestral do varejo, já que, pelo terceiro mês consecutivo, o setor demonstra aumento no volume de vendas.

“Em 2021, tivemos um forte crescimento nas vendas na semana do Dia das Mães em relação ao ano de 2020, período que o comércio passava por restrições do Plano SP, porém, neste ano, apesar da inflação e o desemprego, que deverão influir no desempenho das vendas, o varejo se mostra otimista. A liberação do FGTS e a primeira parcela do 13° dos aposentados devem potencializar as vendas”, explica o presidente da FCDLESP, Maurício Stainoff.

Mesmo com o bom desempenho do e-commerce nos últimos anos, a FCDLESP afirma que a maior parte da demanda deve permanecer nas lojas físicas. Isso deve proporcionar um cenário positivo para os shoppings centers e comércios de rua. Os segmentos mais procurados devem ser os de uso pessoal, como calçados, roupas e acessórios.

A entidade afirma que alimentar e investir nas estratégias do ambiente digital colabora para o crescimento da demanda. Além disso, no atual cenário econômico do país, o consumidor busca por variedade boas promoções e descontos, que podem impactar diretamente na decisão de compra.

2022-04-27T10:21:23-03:00abril 27th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Venda Direta soma quatro milhões de revendedores individuais no Brasil

O antigo perfil da Venda Direta, com donas de casa e suas revistinhas indo de porta em porta para vender cosméticos, está diferente. Mas, esse tipo de comércio ainda é forte no Brasil, somando quatro milhões de revendedores individuais.

E por ser um empreendimento que requer baixo investimento, a venda direta tem atraído muitos jovens, com quase 50% desses profissionais entre 18 e 29 anos. E também já não é mais uma atividade feminina: 42% dos vendedores são homens.

Os dados são da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas. Segundo a presidente-executiva da instituição, Adriana Cólloca, a pandemia e a digitalização ajudaram a impulsionar a venda direta. Ela fala sobre o diferencial que faz da venda individual um sucesso.

Nayara Beatriz, de São Paulo, que trabalha há cinco anos com venda direta, afirma que está satisfeita com a escolha profissional.

Quando optou por trabalhar com venda direta, o Cristiano Araújo não levava muita fé. Hoje, ele está realizado e cita os motivos:

Outra característica da venda direta é que já não se limita ao comércio de porta em porta, como no passado. Segundo a Abevd, agora os empreendedores individuais procuram clientes em academias de ginástica, escolas, faculdades e também condomínios.

Edição: Nádia Faggiani / Guilherme Strozi

Fonte: Agência Brasil / RadioAgência

2022-04-26T10:23:58-03:00abril 26th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

DSN – Mary Kay incentiva jovens empreendedores a buscar igualdade de gênero no local de trabalho 

A Mary Kay, em sua segunda World Series of Innovation (WSI) e em parceria com a Network for Teaching Entrepreneurship (NFTE), convidou pessoas de 13 a 24 anos a encontrar soluções para alguns dos maiores desafios do mundo, ao mesmo tempo em que promovem uma mentalidade empreendedora.

Especificamente, este desafio pediu aos alunos que promovessem a igualdade no local de trabalho para mulheres e meninas, abordando o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 5 da ONU: Igualdade de Gênero. Mais de 3.000 alunos de diversas origens enviaram ideias e mais de 400 alunos participaram do desafio patrocinado pela Mary Kay. Os três vencedores do Desafio Mary Kay 2021 são:

  • Primeiro lugar: STEMinists Esses alunos criaram um portal online que conecta profissionais do sexo feminino a jovens estudantes de STEM como mentoras para reforçar o sucesso feminino nas áreas de STEM. Desenvolvido por Misaki Nguyen, de 15 anos, da Silver Creek High School, em San Jose, Califórnia.
  • Segundo lugar: Pads for PeaceO serviço de caixa de assinatura de produtos femininos doa uma caixa para abrigos de sem-teto para cada caixa comprada. Desenvolvido por Ashley Cohen, Olivia Mooney e Ashley Simonian, de 14 anos, da Brentwood School, em Los Angeles.
  • Terceiro lugar: Black Girls Mean Business Um programa virtual de negócios de verão para meninas negras do ensino médio, que combina jovens profissionais com mentores de empresas líderes do setor. Desenvolvido por Brianna Holmes, de 17 anos, Alyssa Torres, Rachel Holmes e Cherry Zhang, de 18 anos, da Silver Creek High School em San Jose, Califórnia.

“Parabéns aos vencedores do World Series of Innovation Challenge deste ano!” disse Deborah Gibbins, diretora de operações da Mary Kay Inc..“Mary Kay sabe a importância do empreendedorismo e o papel que ele desempenha no mundo hoje e no futuro, e é por isso que investimos anualmente em programas e iniciativas para ajudar a empoderar mulheres e meninas em todo o mundo. Estamos muito empolgados com os concorrentes e vencedores que enfrentaram esse desafio e demonstraram um pensamento inovador e identificaram grandes oportunidades para alcançar a igualdade de gênero no local de trabalho.”

2022-04-26T10:20:04-03:00abril 26th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Confiança dos consumidores avança 3,8 pontos em abril, diz FGV

Maior nível registrado desde agosto de 2021

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) avançou 3,8 pontos em abril, para 78,6 pontos, o maior nível desde agosto de 2021 (81,8 pontos). Em médias móveis trimestrais, o índice variou 1,5 ponto, para 77,1 pontos.

Os dados foram divulgados hoje (25) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

Segundo a coordenadora das Sondagens, Viviane Seda Bittencourt, os resultados positivos deste mês parecem estar relacionados ao fim do surto da variante Ômicron e ao anúncio de um pacote de medidas para aliviar a pressão da inflação e dos juros sobre as finanças familiares com a liberação de saques do FGTS, antecipação do décimo terceiro salário de aposentados e facilitação de acesso ao crédito.

“Houve diminuição do pessimismo com relação ao mercado de trabalho, mas a alta da inflação e os juros elevados ainda preocupem as famílias, que continuam cautelosas com relação à realização de compras de alto valor”, disse, em nota, a pesquisadora.

Em abril, a alta do ICC foi influenciada tanto pela melhora das avaliações sobre a situação atual quanto das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) subiu 3,8 pontos, para 69,1 pontos e o Índice de Expectativas (IE) avançou 3,6 pontos, para 86,1 pontos, ambos alcançam os melhores resultados desde agosto de 2021 (69,8 e 90,9 pontos, respectivamente).

Segundo o Ibre/FGV, nas avaliações sobre o momento, o destaque foi a melhora das avaliações dos consumidores com relação à situação financeira das famílias, cujo indicador subiu 5,5 pontos, para 62,4 pontos, maior nível desde outubro de 2021 (63,8 pontos). Houve melhora também da percepção o estado geral da economia. Neste caso, o indicador aumentou dois pontos, para 76,4 pontos.

Entre os quesitos que compõem o ICC, o indicador que mede a perspectiva sobre a situação econômica geral nos próximos meses foi o que mais influenciou a alta da confiança no mês ao variar 8,3 pontos, para 101,6 pontos. Pelo terceiro mês houve melhora das expectativas para as finanças familiares, com alta de 1,2 ponto no indicador, para 90,9 pontos.

De acordo com a pesquisa, apesar do resultado positivo das perspectivas sobre economia e finanças familiares, a intenção de compras de bens duráveis segue fraca e com tendência indefinida.

Edição: Valéria Aguiar

2022-04-26T10:16:34-03:00abril 26th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

DSN – PRINCIPAIS EMPRESAS DE VENDAS DIRETAS DO MUNDO

A lista DSN Global 100 oferece uma perspectiva única sobre o impacto global da indústria nas esferas econômica e social. Ele fornece uma gama de aprendizado mútuo não apenas para membros da indústria, mas também para pesquisadores, investidores e – mais importante – aqueles que buscam oportunidades dentro da indústria.

A lista DSN Global 100 deste ano reconhece 64 empresas que alcançaram mais de US$ 100 milhões em receita em 2020. O objetivo da lista Global 100 continua sendo mostrar o verdadeiro impacto desse canal na vida das pessoas, bem como o impacto econômico que as empresas de venda direta causam no mercado comunidades que atendem.

Em nossa lista de 64, um total de 18 empresas cresceu US$ 100 milhões ou mais entre 2019 e 2020. Nove das 10 maiores empresas estão incluídas nesse grupo.

A DSN agradece a todas as empresas que participaram voluntariamente do Global 100, bem como à dedicada equipe de pesquisadores que ajudaram a apresentar as notáveis ​​conquistas dos vendedores diretos em todo o mundo.

Rank Company Revenue 2021
1 Amway $8.9B
2 Natura &Co $7.2B
3 Herbalife $5.8B
4 Vorwerk $4.6B
5 eXp Realty $3.8B
6 Coway $3.2B
7 Primerica $2.71B
8 Nu Skin $2.7B
9 PM-International $2.38B
10 Atomy $1.83B
11 Tupperware $1.6B
12 Medifast / OPTAVIA $1.53B
13 Oriflame $1.26B
14 USANA $1.19B
15 Telecom Plus $1.13B
16 Ambit $1.04B
17 Scentsy $1.02B
18 Belcorp $1B
19 Beachbody $873M
20 POLA $691M
21 Prüvit $598M
22 Omnilife $563M
23 RIMAN KOREA CO $550M
24 LegalShield $523M
25 Plexus Worldwide $505M
26 MIKI $502M
27 Betterware Mexico $491M
28 Farmasi $459M
29 Nature’s Sunshine $444M
30 New Image International $434M
31 Hy Cite Enterprises $423M
32 Faberlic $418M
33 LR Health & Beauty Systems GmbH $325M
34 For Days $301M
35 Best World Lifestyle $289M
36 Princess House $286M
37 Pro-Partners $279M
38 Vestige Marketing $269M
38 Grupo Hinode $260M
40 Noevir $240M
41 Naturally Plus $230M
42 LifeVantage $220M
43 Immunotec $217M
44 APL Go $211M
45 BearCereju $206M
46 ASEA $188M
47 Giffarine $184M
48 Menard $182M
49 KK Assuran $171M
50 Mannatech $160M
51 Xyngular $153M
52 Zinzino $143M
53 MARUKO $138M
54 DIANA $137M
55 Usborne Books & More $130M
56 NARIS $127M
57 Charle $118M
58 inCruises $109M
2022-04-25T11:25:26-03:00abril 25th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Valor Econômico – CEO da Pernambucanas: não há transformação digital sem requalificação

Sérgio Borriello conta como a empresa investiu em programas de formação para preparar os funcionários para o futuro do varejo e pós impacto da pandemia

O principal fator que pode limitar a expansão da Pernambucanas é a formação dos funcionários. “Não [será] por dinheiro ou por falta de pontos de venda”. Quem garante é Sérgio Borriello, CEO do grupo de varejo com 114 anos de mercado e 467 lojas no Brasil. A fim de acelerar a capacitação das equipes para acompanhar o crescimento da empresa – que obteve um salto de 1.700% no e-commerce durante os dois primeiros anos de pandemia -, o planejamento inclui uma universidade corporativa on-line, intercâmbio com uma faculdade e mais contratações.

A universidade digital da varejista agrega 190 cursos em quatro linhas de treinamento, sendo três voltadas para as chefias. Há programas para a liderança, supervisores de lojas, gerentes e executivos de varejo. m média, oferece 1,3 milhão de horas aula, ao ano. “As pessoas seguem os líderes, mas é o exemplo que ‘arrasta’ mais gente”, explicou Borriello no novo episódio do CBN Professional, podcast realizado pelo Valor e a rádio “CBN”.

A Pernambucanas também fez um acordo com uma instituição de ensino superior. A ideia é que os funcionários que fazem os cursos da universidade corporativa possam utilizar as disciplinas como “créditos” nas grades curriculares da faculdade. “Além de termos mais colaboradores graduados em administração ou contabilidade, é uma forma de reter mais talentos.”

A empresa tem como regra não contratar executivos no mercado para postos de comando. “Formamos os líderes dentro ‘de casa’”, diz. O tempo médio para qualificar um gestor na companhia é de quatro a cinco anos, segundo Borriello. O avanço no treinamento dos times nunca saiu do radar, segundo o CEO, mas ganhou urgência com a pandemia, que acelerou a transformação digital do grupo. “A digitalização [dos negócios] não é espontânea, não acontece sozinha. Vem por meio do cliente que determina se quer usar a loja física, os canais digitais ou os dois.”

A empresa fechou todas as lojas no dia 22 de março de 2020, por conta da crise sanitária. Para não deixar os clientes na mão, instalou totens com rede wi-fi em frente às unidades ou em comércios vizinhos. Os equipamentos podem realizar pagamentos, vendas e consultas ao saldo do cartão da marca. Foi o primeiro passo para apoiar o consumidor que não tinha mais lojas para ir, afirma Borriello, que depois de uma carreira sólida no mercado financeiro, com passagens pelos bancos Citibank e ABN Amro, chegou à varejista em 2016 como diretor financeiro (CFO) e, dez meses depois, estava na cadeira de CEO.

O executivo lembra que novas formas de contato com o cliente foram encampadas durante o distanciamento social obrigatório, desde simples ligações telefônicas a mensagens via WhatsApp. A próxima etapa seria aderir ao “figital”, que corresponde à cooperação entre lojas físicas e as vendas on-line. A modalidade garante descontos de 4% a 10% e fila especial para retirada. No ano passado, a empresa abriu 56 lojas, com a geração de 1,4 mil empregos diretos. “Além do digital, são as lojas que ampliam o nosso relacionamento com o consumidor”. O episódio está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify e Apple Podcasts, e no site da CBN.

2022-04-25T11:22:54-03:00abril 25th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|
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