Fashion Network – Avon conquista ‘Prêmio Sim à Igualdade Racial 2022’

Na noite do último sábado (28/05), a Avon foi reconhecida com o Prêmio Sim à Igualdade Racial 2022, na categoria ‘Destaque Publicitário e Representatividade Digital’, com a campanha #OlhaDeNovo. A premiação, realizada pelo Instituto Identidades do Brasil, é considerada uma das maiores no reconhecimento de pessoas, empresas, iniciativas e organizações que atuam em prol da igualdade racial no país, nas áreas de empregabilidade, educação e cultura

Para a Diretora de Comunicação da Avon Brasil, Viviane Pepe, o Olha de Novo reflete a história da empresa que sempre acompanhou as conquistas e desafios de grupos minorizados na sociedade:

“Em 2021, a Avon inaugurou uma nova fase histórica ao apresentar a campanha #OlhaDeNovo, que convida a sociedade a ampliar os olhares sobre a beleza e ver as pessoas além dos seus corpos e peles, celebrando suas trajetórias e conquistas. Acima de tudo, um chamado para mostrar o potencial subestimado das pessoas e para a revisão de preconceitos e reconsideração de opiniões.”

2022-05-31T11:37:20-03:00maio 31st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Terra – PIB: mercado estima crescimento de 1,2% no primeiro trimestre

De 45 instituições consultadas, 33 estimam um aumento acima de 1% nos primeiros três meses do ano; dados serão divulgados na quinta pelo IBGE

O desempenho sólido em indicadores de atividade no início do ano sugere um crescimento expressivo do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre, de acordo com economistas consultados pelo Projeções Broadcast. De 45 instituições, 33 esperam alta do PIB maior ou igual a 1% no período. Os dados da atividade econômica nos primeiros três meses do ano serão divulgados na quinta-feira, 2, pelo IBGE.

No primeiro trimestre, o volume de serviços prestados cresceu 1,8% e as vendas do varejo ampliado subiram 2,3%, na margem, segundo o IBGE. A produção industrial teve alta de 0,3%, após quatro quedas seguidas.

Desde a divulgação dos dados de atividade de março pelo IBGE, o mercado viu uma onda de aumentos das projeções para o PIB do primeiro trimestre tomar corpo. Entre os bancos que revisaram as projeções nas últimas semanas estão o UBS BB (0,5% para 1,0%), o Credit Suisse (0,4% para 1,1%) e o Santander Brasil (0,5% para 0,9%).

O economista-chefe da Greenbay Investimentos, Flávio Serrano, prevê expansão de 1,2% do PIB do primeiro trimestre, mesmo número da mediana da pesquisa. “Fomos surpreendidos pelo bom desempenho dos serviços neste início de ano”, resume o analista, que espera expansão de 1,1% da atividade do setor, o destaque pela ótica da oferta.

As projeções da Greenbay consideram ainda altas de 0,4% do PIB da indústria e de 0,5% do PIB agropecuário. Pela ótica da demanda, a expectativa é de expansão de 0,8% do consumo das famílias e de 0,5% do consumo do governo, contrabalançadas por uma queda de 0,2% da Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF).

“É interessante notar que, quando se agrega tudo isso, tem uma demanda doméstica que cresce 0,6%, bem abaixo do PIB total. Ou seja, o setor externo vai ter uma contribuição positiva de 0,5 a 0,6 ponto”, diz Serrano, que espera alta de 7% das exportações e queda de 3,5% das importações. “Isso mostra que, à frente, talvez esteja faltando um pouco de demanda, apesar dos efeitos positivos do curto prazo.”

O economista espera um PIB ainda positivo no segundo trimestre, com alta de 0,3%, devido ao impulso de medidas como a antecipação do décimo terceiro salário de aposentados e pensionistas e a autorização de saques do FGTS. Mas, no segundo semestre, com os impactos da política monetária, a tendência é de quedas da atividade na margem.

A XP Investimentos espera crescimento de 1,4% no PIB do primeiro trimestre, puxado por um avanço de 1,2% em serviços. Segundo o economista Rodolfo Margato, a expansão do setor está atrelada a atividades sensíveis à reabertura econômica, com foco em transporte, armazenagem e correio, outros serviços e comércio, para os quais projeta altas de 3,3%, 2,9% e 2,4%, respectivamente.

“Tivemos uma flexibilização adicional das restrições de mobilidade, como a não obrigatoriedade da máscara em locais de lazer e a volta de grandes eventos sociais e corporativos”, explica Margato, que estima um crescimento de 0,2% da indústria e uma queda de 0,5% da agropecuária.

Sob a ótica da demanda, o economista destaca o consumo das famílias, que deve crescer 1,5%. Ele cita a importância do aumento da massa de renda disponível, que impulsionou o consumo de bens e serviços. Apesar de prever uma queda de 0,3% na FBCF, Margato ressalta que os investimentos permanecem em nível bastante elevado, após expansão de 17,2% em 2021.

2022-05-31T11:32:04-03:00maio 31st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Folha de Alphaville – Aos 34 anos, Hinode planeja expansão internacional até 2025

Hoje, além do Brasil, a empresa está em 7 países, mas tenciona chegar com seu portfólio a 15 países 

Até 2025, a Hinode, empresa de marketing multinível e venda direta de cosméticos, com fábrica em Jandira e 350 franqueados no país, pretende triplicar de tamanho e buscar uma expansão internacional.

A meta da empresa, que existe há 34 anos, pode estar fundamentada no faturamento crescente, especialmente nos mercados internacionais, que mesmo no período mais duro da pandemia, em 2020, faturou R$1,6 bilhões, sendo 27% vindo do exterior, em 2021, o valor foi R$ 1,4 bilhões.

A busca por tornar-se uma marca global vem como uma oportunidade de empreender em novos mercados fora do território nacional, explica à reportagem Diego Dias, Diretor de Operações Internacionais do Hinode Group. “Iniciamos esse processo em 2018 e hoje já contamos com 7 países além do Brasil”, diz. A empresa está na Colômbia, Peru, Bolívia, Equador, México, Chile e Paraguai, mas o objetivo é alcançar 15 países.

Para isso, Dias ressalta o DNA do grupo, que segue presente nos novos mercados onde se iniciam as operações. “Temos uma cultura muito forte e solar dentro da nossa empresa, que é capitaneada pelo nosso propósito de oferecer às pessoas a oportunidade de transformar suas vidas”.

Unificação

A meta de expansão incluiu um reposicionamento da marca. “Anteriormente, nos mercados fora do Brasil, éramos conhecidos como HND, e agora após nosso lançamento oficial, em nossa convenção internacional de vendas, em março de 2022, passamos a ser denominados como Hinode Group em todos os países. Uma única empresa com um único plano de negócios e uma única marca”, ressalta.

Segundo Dias, um estudo sobre o mercado também ajudou a desenhar a melhor estratégia. “Nosso portfólio conta com produtos que fazem sentido para os novos mercados, um portfólio essencial de produtos de beleza e vida saudável que cuida de maneira integral, levando a beleza de dentro para fora e de fora para dentro”.

2022-05-30T11:49:36-03:00maio 30th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Índices de Confiança de Serviços e do Comércio sobem em maio, diz FGV

É o maior nível dos indicadores desde outubro de 2021

Os índices de Confiança de Serviços (ICS) e do Comércio (ICC) cresceram de abril para maio deste ano, segundo dados divulgados hoje (30) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O ICC subiu 7,4 pontos e atingiu 93,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o maior nível desde outubro de 2021 (94,2 pontos).

Já o ICS teve alta de 2,1 pontos e chegou a 98,3 pontos, o maior patamar também desde outubro de 2021 (99,1 pontos).

Os seis principais segmentos do ICC, que mede a confiança do empresariado do comércio do país, tiveram alta de abril para maio. O Índice da Situação Atual, que avalia a percepção dos empresários sobre o presente, subiu 8,2 pontos. O Índice de Expectativas, que avalia a confiança no futuro, avançou 6,1 pontos.

Já no ICS, que mede a confiança do empresariado de serviços, a alta atingiu 9 dos 13 segmentos pesquisados. O Índice de Situação Atual avançou 2,1 pontos, enquanto o Índice de Expectativas subiu 1,9 ponto.

Edição: Maria Claudia

2022-05-30T11:47:35-03:00maio 30th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

PANORAMA COVID-19

Conforme os dados da vacinação divulgados até quarta-feira (25), 165.639.167 pessoas (cerca de 82,76% da população vacinável) estão totalmente imunizadas contra a COVID-19. A dose de reforço foi aplicada em 91.218.006 pessoas (56,39% da população vacinável). Ainda, vale mencionar que 6.435.992 crianças entre 5 e 11 anos estão imunizadas (31,39 % deste grupo). Adicionalmente, nas últimas 24 horas, foram registrados 6.000 novos casos conhecidos, fazendo o Brasil alcançar a marca de 30.838.912 contaminados pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia. O país também registrou 157 mortes pela COVID-19 nas últimas 24 horas, totalizando 666.112 óbitos pela doença. Com isso, a média móvel nos últimos 7 dias é de 105 mortes, a mesma variação em relação há 2 semanas, indicando tendência de estabilidade nos óbitos.

AVALIAÇÃO BMJ

Com esse panorama, apesar de um aumento pouco significativo no número de casos, o Brasil encontra-se em um patamar estável referente à pandemia de coronavirus. Com isso, o presidente Jair Bolsonaro revogou, nesta segunda-feira (23), decretos que continham medidas de combate à pandemia de COVID-19 editados em 2021 e 2020. Entre eles está o decreto que deu origem ao Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia, colegiado criado um ano depois da chegada do vírus ao Brasil. O grupo discutia não só medidas contra a doença, mas também contra os “problemas econômicos, fiscais, sociais e de saúde decorrentes”. Depois da primeira reunião do grupo, o governo se posicionou contra as medidas de lockdown adotadas pela maioria dos estados no auge da pandemia. Além dessas revogações, Marcelo Queiroga assinou o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional (Espin) causada pela pandemia, confirmando a desmobilização completa das medidas emergenciais adotadas pelo governo e o controle da pandemia de COVID-19 no Brasil. As revogações foram publicadas no Diário Oficial da União.

2022-05-30T09:33:22-03:00maio 30th, 2022|Categories: ABEVD News, Corona|

Bosisio Advogados – MP 1.108 / TELETRABALHO. ABORDAGEM SINTÉTICA

1- PRINCIPAIS MUDANÇAS

A medida provisória, neste particular:

– Equipara, para os efeitos da Lei, o teletrabalho (espécie) ao trabalho remoto (gênero), de modo geral, desde que utilizados meios tecnológicos de informação e comunicação.

– A preponderância de trabalho fora do estabelecimento do empregador deixa de ser um requisito para o teletrabalho ou trabalho remoto, que estará caracterizado mesmo quando atividades específicas presenciais forem preponderantes e habituais.

– Estabelece, em regra, a necessidade de controle de jornada, salvo para os contratos “por produção ou tarefa” (que, conforme tradicional definição, são os que estabelecem atividades remuneradas pela produção de peças ou pela realização de atividades específicas, sem relação com o horário trabalhado).

– Prevê, expressamente, que o teletrabalhador, contratado no Brasil, possa prestar suas atividades no exterior (trabalho nômade ou anywhere office).

– Prioriza a ocupação de vagas de teletrabalho ou trabalho remoto nas empresas, para os empregados portadores de deficiência e para os empregados e empregadas com filhos ou crianças sob guarda judicial até os 4 anos de idade.

– Distingue o teletrabalho ou trabalho remoto das atividades de teleatendimento e telemarketing.

– Inclui, expressamente, estagiários e aprendizes como elegíveis ao teletrabalho ou trabalho remoto.

2- CONTROLE DE JORNADA

A MP, como visto, exclui do regime de isenção ou controle de ponto, apenas os teletralhadores contratados por produção ou tarefas.

Em relação àqueles contratados mediante remuneração não vinculada à produção ou tarefa – a MP intitula tais contratos, que representam a grande maioria dos contratos de trabalho, de “por jornada”-  haverá a necessidade de controle.

A MP não determina a forma como deverão ser formalizados e efetivados os sistemas de controles de jornada, apenas sugere a utilização dos mesmos meios tecnológicos, de informação e comunicação, adotados durante a execução do trabalho.

Portanto, a MP encarrega os empregadores – ao menos os que tenham mais de 20 empregados – a investirem em meios de controle remoto de horário, à distância, que, a exemplo de qualquer ferramenta de fiscalização de jornada, deverão ser fidedignos, de modo a registrarem o efetivo tempo em que o empregado permaneceu à disposição do empregador.

A exigência, em regra, de controle de jornada, não impede que as partes estabeleçam contratualmente horários flexíveis e compensáveis.

Embora não explicite a forma dos controles, a MP esclarece que o mero uso pelo empregado, não relacionado ao trabalho, das mesmas ferramentas tecnológicas, após o término da jornada ajustada, não implicará prestação de trabalho, não gerando o direito a horas extras.

3- MODELO HÍBRIDO 

Pode se admitir que a MP reforça a inclusão do regime híbrido no sistema legal vigente.

Mas é pertinente esclarecer que uma coisa é o trabalho presencial do empregado submetido ao teletrabalho ou trabalho remoto, para a realização de atividades específicas (ou seja, diversas das atividades de rotina) –  o que não descaracterizará o regime de trabalho remoto ajustado, mesmo quando essas tarefas específicas forem habituais ou até preponderantes -,  outra é o estabelecimento de um regime genuinamente híbrido de trabalho, no qual se pré-determina os dias de trabalho presencial e os dias de trabalho remoto, para o exercício comum das atividades contratadas.

A estipulação, como regra, do controle de jornada, mesmo no teletrabalho ou trabalho remoto, diminui as dúvidas e os receios até então existentes acerca da fiscalização de horário no modelo híbrido. Certo é, de todo modo, que o trabalho presencial, no regime híbrido, deverá ser controlado na forma da lei.

4- AS LACUNAS SUBSISTENTES

OBSERVAÇÕES FINAIS

O teletrabalho ou trabalho remoto será benéfico à medida que atenda a interesses de ambas as partes.

Se o interesse da empresa, consentido pelo empregado, for o de utilizar o trabalho remoto como um meio de economia financeira, demandando-se, remotamente, o mesmo padrão (meios e fins) de atividades afeto ao trabalho presencial, então a MP, estipulando, como regra, salvo para contratos por produção ou tarefas, o controle de jornada, acaba sendo justa e positiva para os empregados.

De outra parte, se a empresa visava a adotar o regime de teletrabalho na sua essência, selecionando perfis de empregados e lhes entregando funções voltadas exclusivamente a resultados ( em projetos, ações, produtos, desempenhos, lucratividade etc.), sem nenhuma correlação com o cumprimento de horários ou com o local da prestação de serviços ( na empresa, na residência do empregado, em outros ambientes, no Brasil , no exterior….), a delimitação dos tipos de contratos e a imposição dos controles de jornada, poderá prejudicar, tanto as políticas estudadas e empregadas pelas empresas, quanto a um melhor aproveitamento de profissionais qualificados, que buscam no mercado, de forma cada vez mais exigente, esse ambiente flexível e descentralizado, que a MP, a despeito de admitir o teletrabalho transnacional ( a partir da contratação no Brasil), não privilegiou.

Não obstante, há relevantes lacunas, e mesmo impropriedades no texto da MP, que possivelmente provocarão emendas no curso do processo legislativo.

Em relação, por exemplo, à dificuldade imposta às empresas que, a partir da pandemia, já organizaram as suas políticas de trabalho remoto, considerando a isenção de controle de horário disposta na redação original do art. 62, III, CLT; à mal explicada “opção” do empregado de exercer suas funções no exterior, sem nenhum esclarecimento, nessa hipótese, quanto à previsão legal, que se mantém, de o empregador determinar unilateralmente o retorno ao trabalho presencial, e, a partir da MP, sem se responsabilizar pelos custos da mudança; à não estipulação de regras mais claras acerca dos custos de infraestrutura para o trabalho em Home Office; à justificável e louvável, porém genérica previsão de prioridade para deficientes e responsáveis por filhos naturais ou legalmente reconhecidos, condição essa que não se amoldará a qualquer situação e que, sem uma delimitação objetiva, causará controvérsia pela potencial interferência em  prerrogativa do empregador; à não contemplação do típico perfil de teletrabalhador e de trabalhador nômade, que não se harmoniza com a fiscalização de horário; à, no mínimo, duvidosa distinção entre contratos por jornada e contratos por produção ou tarefa no tocante ao controle de jornada, tendo em vista, de plano, a possibilidade de fiscalização em ambas as modalidades e, ademais, que a principal ressalva ou preocupação sobre o regime de trabalho remoto, envolvendo saúde e segurança do trabalho, era a de garantir o direito do empregado à desconexão, aparentemente não harmônico com a isenção de controle justo nos contratos de teletrabalho que, vinculando o salário à produção, estimulam a demanda e o sobre trabalho.

A expectativa é de aprofundamento dos debates, abrangendo os próprios requisitos de validade das medidas provisórias – do que não se propôs a presente abordagem – não se recomendando, no momento, sobretudo às empresas, alterações drásticas nas suas políticas vigentes, ao menos até que amadureça o trâmite da MP no Congresso Nacional.

Fonte: Bosisio Advogados.

2022-05-27T14:44:59-03:00maio 27th, 2022|Categories: ABEVD News|

Paraná Shop – 2W Energia foca nas 12,5 mil empresas da Região Sul que já poderiam reduzir sua conta no mercado de livre energia

Aproximadamente 12,5 mil empresas da Região Sul já poderiam migrar para o mercado livre de energia, segundo um estudo da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Os benefícios deste ambiente de contratação incluem potencial economia na tarifa, migração para energia renovável, maior controle e uso mais eficiente do recurso. Gráficas, faculdades, hospitais, clubes e pequenas indústrias são exemplos de setores para os quais a migração é bastante vantajosa.

Para chegar a este público, a 2W Energia (uma das principais empresas geradoras de energia limpa no país ) realizou neste mês de maio, em Florianópolis, o evento “Expedição Economia Verde”, com presença do navegador Amyr Klink para falar sobre planejamento futuro e oportunidades no mercado de energia livre. “A Região Sul é uma região-chave para avançarmos na popularização da opção pelo mercado livre de energia em todo país. Com mais informação, as pequenas e médias empresas terão acesso a um modelo que promove maior economia e sustentabilidade e que até hoje só estava disponível para as grandes organizações”, afirma Claudio Ribeiro, CEO da 2W Energia (foto).

A 2W Energia também realizou em maio, nas suas sedes em Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis, o 1º Encontro dos Consultores e Líderes do Sul. A empresa está reforçando o canal de venda direta “2W e VC”, em que coloca consultores de energia para fazer a abordagem direta. Atualmente, a 2W dispõe de 1.500 consultores em âmbito nacional, a maior rede do setor. Além do canal de venda direta, a empresa também atua com canal próprio, digital e televendas.

A 2W Energia também fechou neste mês contrato com a FIESC (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina) para fornecimento de energia para oito unidades do SENAI e para a sede, em Florianópolis. O contrato prevê a oferta de 7,14 MW médios até 2026. Com isso, as unidades passam a se beneficiar de tarifas mais baixas na conta de luz, maior controle e a oportunidade de escolher pelo uso de energia renovável em suas operações. Além disso, a migração para matrizes mais sustentáveis contribui para a redução de emissões de CO2 e com o reflorestamento.

Segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), o número de migrações para o mercado livre de energia bateu recorde no ano passado no Brasil, com 5.563 novas Unidades Consumidoras (UCs). Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina (gráfico anexo) estão entre os seis estados com maior volume migrado nos últimos três anos.

2022-05-27T11:47:06-03:00maio 27th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Número de empresas abertas em São Paulo sobe 6,19%

Dados referem-se ao período de agosto de 2021 até abril de 2022

Desde a retomada econômica em agosto do ano passado, após o período mais agudo da pandemia de covid-19, a Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp), registrou mais de 213 mil novas empresas, até abril de 2022.

O resultado representa alta de 6,19% no número de novos CNPJs, na comparação com mesmo período do ano anterior – de agosto de 2020 a abril de 2021 -, quando foram registradas 200.691 constituições. A Jucesp é vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Econômico.

Os segmentos que mais abriram empresas foram os de saúde, educação e comunicação. O destaque fica com a educação que teve a abertura de 6.462 empreendimentos contra 5.726, entre agosto de 2020 e abril de 2021, um aumento de 12,8%.

Segundo a subsecretária do Ensino Técnico e Profissionalizante da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Natalia Vido, o aumento representa a soma de esforços do setor para a retomada do ensino, já que no período mais crítico da pandemia muitas escolas fecharam.

“Acredito que esse período mostrou a importância de novas metodologias educacionais, como o uso de tecnologia para aprendizagem e a convivência entre os estudantes. A recuperação da aprendizagem e os avanços em longo prazo para apoiar a juventude são necessariamente um esforço conjunto, que envolve diferentes atores mais a sociedade”, analisou Natalia.

De acordo com a Jucesp, o setor de tecnologia também registrou impactos positivos durante essa retomada, já que as novas tecnologias serão fundamentais para que organizações e empresas mantenham-se competitivas nos próximos anos.

“Um dos reflexos da pandemia da covid-19 foi a aceleração na transformação digital das empresas. Isso abriu espaço para aqueles negócios que buscam desenvolver e ofertar soluções tecnológicas inovadoras e eficientes”, disse o subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Andery.

Edição: Denise Griesinger

2022-05-27T11:44:45-03:00maio 27th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

UOL – Empresas de cosméticos investem em refil para diminuir impacto no ambiente

A produção de cerca de 11,3 milhões de toneladas de lixo plástico por ano no Brasil o coloca no 4° lugar no ranking de países responsáveis pela poluição de resíduos sólidos. O impacto ambiental, como mostra pesquisa realizada pelo WWF Brasil, de 2019, acontece tanto no mar, prejudicando as florestas submarinas, quanto com emissões de CO2 com a queima dos resíduos. A fim de diminuir esse impacto negativo no meio ambiente, empresas de cosméticos investem em produtos com refil.

As embalagens refiláveis são produzidas com material menos nocivo, como o polietileno (PE) e o polipropileno (PP), mais facilmente recicláveis. Além disso, o consumidor gasta menos com produtos em refil, geralmente mais baratos devido ao menor custo deste tipo de embalagem.

Como resultado do crescimento de um perfil de consumo mais preocupado com a origem dos produtos e quais resíduos são utilizados na fabricação, as marcas gradualmente se inserem neste contexto, inovando seus catálogos. Gigantes internacionais como Fenty Beauty, Lancôme e Mary Kay já investem no uso de refil em seus cosméticos. No Brasil, a Baims Natural Makeup, dois anos após o lançamento da marca, e a Natura, desde 1983, aderiram ao uso do refil.

A Baims optou por utilizar o bambu nas embalagens, com redução de 75% do uso de plástico, inclusive nos refis. Com isso, a marca estima uma redução de 40% de lixo ao ano. Apenas 25% do catálogo não utiliza refil.

Mariana Maduro, gerente de produto da empresa, afirma que os clientes da marca “podem ser chamados de consumidores sustentáveis”, pois são eles “que fazem suas escolhas de compra e consumo levando em consideração não somente preço e qualidade, mas o fato de a marca ser ambiental”.

Para ela, a atitude da empresa une a intenção de ser uma marca “positiva para o planeta” com a busca crescente de consumidores, que são “agentes transformadores desde que as soluções sejam oferecidas pelas marcas que eles consomem”.

A escolha pelo bambu se deu devido ao fato de que ele cresce rapidamente após o corte. Aliado a isso, a marca busca confeccionar embalagens “com um design elegante”.

A Natura, por sua vez, relata que o uso do refil utiliza menos material do que a embalagem tradicional. “Por exemplo, os refis do Creme Desodorante Nutritivo para o Corpo, de Natura Tododia, levam 86% menos plástico do que a versão regular.” O uso do refil está presente em 30% do portfólio da marca. Com isso, “evitamos o descarte de, aproximadamente, 2,6 mil toneladas de resíduos, o equivalente ao lixo gerado por 4,7 milhões de pessoas diariamente”.

Na busca por produtos com impacto positivo ao meio ambiente, o formato das embalagens, as cores e as texturas são atrativos bastante importantes na hora da compra. Por esse motivo, a Natura acredita que as embalagens não são apenas “o veículo responsável por transportar o conteúdo até o consumidor”.

Elas também são vistas como parte fundamental da experiência de uso do produto, “muitas vezes contribuindo de forma decisiva para a sua performance”. Por esse motivo, a marca aposta na importância da responsabilidade em “projetar soluções pensando em toda a cadeia, desde a sua concepção até o descarte”. Como um exemplo do quanto a intenção do consumidor pode mobilizar empresas a ter atitudes sustentáveis, a Natura afirma que é guiada tanto pela inovação quanto pela experiência do cliente.

Atitude individual também conta

Se por um lado os dados de produção de lixo ainda são elevados, por outro, a atitude individual nas buscas por empresas com políticas ambientalmente positivas é um fator determinante para mobilizar novos comportamentos na fabricação de produtos.

Em 2019, a plataforma Mercado Livre criou uma seção de Produtos Sustentáveis em seu site. No período de um ano, mais de 1 milhão de consumidores brasileiros compraram produtos neste departamento, segundo levantamento realizado pela plataforma.

Já em 2021, uma pesquisa realizada pela Economist Intelligence Unit (EIU), Instituto de Inteligência do “The Economist”, a pedido do World Wide Fund for Nature (WWF), demonstrou crescimento, nos últimos cinco anos, de 71% nas buscas na internet por produtos sustentáveis, em 54 países. O estudo apontou que no Brasil tuítes relacionados ao assunto aumentaram 82% e o volume de notícias cresceu 60%.

Neste contexto, novas empresas nascem com a proposta ecológica no centro de suas produções e as que atuam no mercado há mais tempo se adaptam, substituindo produtos com o objetivo de diminuir a produção de lixo, emissão de gases poluentes e, com isso, contribuir positivamente para a saúde do planeta.

2022-05-26T10:18:04-03:00maio 26th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

O Liberal – Fluxo no varejo físico sobe 11% em abril ante março, mostra IPV

O fluxo de consumidores no varejo brasileiro cresceu no comparativo mensal em abril de 2022. Em shopping centers a movimentação subiu 6% na comparação com março. As lojas físicas, por sua vez, cresceram dois dígitos no período: 11% no total. As lojas localizadas em centros de compras tiveram melhor desempenho, com 11%, enquanto as situadas nas ruas subiram 6%. É o que aponta o levantamento do IPV – Índice de Performance do Varejo, organizado pelo venture capital HiPartners Capital & Work, em parceria com a Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC).

No comparativo anual, o crescimento foi alto, pois, em abril de 2021, o varejo se recuperava da segunda onda de covid-19. A presença de consumidores subiu 120% nas lojas físicas e 103% nos shopping centers nessa base de comparação. Nos centros de compras, as lojas tiveram aumento de 131% e os estabelecimentos em ruas cresceram 60%. No acumulado do ano, o crescimento do fluxo também é positivo: 70% em lojas físicas e 47% nos shoppings do país.

“Ainda que os indicadores continuem abaixo do período pré-pandêmico, observa-se que essa distância está reduzindo ao longo de 2022. O aumento considerável no comparativo anual já era esperado, uma vez que os lojistas começavam a se recuperar da segunda onda de covid-19. O ponto positivo foi o aumento no comparativo mensal, impulsionado, possivelmente, pelo Carnaval fora de época, visto que os segmentos de Moda e Beleza foram positivamente os mais impactados”, afirma Flávia Pini, sócia da HiPartners Capital & Work.

A movimentação positiva de consumidores se refletiu no caixa. A quantidade de cupons, ou seja, o número de vendas, cresceu 5% nas lojas de rua e 14% nas lojas de shopping centers no comparativo mensal. Em relação a abril de 2021, os indicadores subiram 41% e 87%, respectivamente.

No faturamento, o mês de abril de 2022 mostra que as lojas de shopping centers tiveram aumento de 17%, ao passo que as de rua cresceram 7% no comparativo mensal. Já no levantamento anual, houve crescimento de 54% nos estabelecimentos em shopping centers e de 33% nas lojas de rua – o acumulado do ano mostra aumento de 30% e 27%, respectivamente.

Os dados são provenientes das empresas FX Data Intelligence, F360º e Harmo, todas investidas da HiPartners. O estudo é chancelado pela 4intelligence, empresa que desenvolve plataformas de inteligência para o mercado B2B.

2022-05-26T10:14:16-03:00maio 26th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
Ir ao Topo