G1 – Desemprego cai para 9,8% em maio e atinge 10,6 milhões, diz IBGE

Trata-se da menor taxa registrada no país desde o trimestre encerrado em janeiro de 2016. Para trimestres encerrados em maio, é a mais baixa desde 2015, quando foi de 8,3%. Rendimento médio, porém, cai 7,2% no comparativo com 1 ano atrás.

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 9,8% no trimestre encerrado em maio, mas a falta de trabalho ainda atinge 10,6 milhões de brasileiros, segundo divulgou nesta quinta-feira (30) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

É a primeira vez em mais de 6 anos que o desemprego deixa de rodar na casa dos 2 dígitos. Trata-se da menor taxa registrada no país desde o trimestre encerrado em janeiro de 2016, quando ficou em 9,6%. Para trimestres encerrados em maio, é a menor desde 2015, quando foi de 8,3%.

O número de desempregados diminuiu 11,5% (menos 1,4 milhão de pessoas) frente ao trimestre anterior e 30,2% (menos 4,6 milhões de pessoas desocupadas) na comparação anual.

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). No levantamento anterior, referente ao trimestre encerrado em abril, a taxa de desemprego estava em 10,5%, atingindo 11,3 milhões de pessoas. Na mínima da série histórica, registrada em 2014, chegou a 6,5%.

O resultado veio melhor que o esperado. A mediana das previsões em pesquisa da Reuters era de que a taxa ficaria em 10,2% no período.

Número de ocupados recorde

O número de pessoas ocupadas atingiu 97,5 milhões, o maior da série histórica, iniciada em 2012, e mostrou alta de 2,4% na comparação com o trimestre anterior e de 10,6% na comparação anual. “Isso equivale a um aumento de 2,3 milhão de pessoas no trimestre e de 9,4 milhões de ocupados no ano”, destacou o IBGE.

“Trata-se de um processo de recuperação das perdas que ocorreram em 2020, com gradativa recuperação ao longo de 2021. No início de 2022, houve uma certa estabilidade da população ocupada, que retoma agora sua expansão em diversas atividades econômicas”, afirmou Adriana Beringuy, coordenadora de pesquisas por amostra de domicílios do IBGE.

Entre os setores, o destaque na criação de vagas foi o grupo Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (mais 466 mil pessoas ocupadas no trimestre), impulsionado pelo crescimento do segmento de educação.

“Com a melhoria no quadro da pandemia, ou seja, com o avanço da vacinação e o relaxamento das medidas de distanciamento social, os serviços mais presenciais, que tinham sido bastante afetados, começam a ter um processo de recuperação mais vigoroso, principalmente os outros serviços, alojamento e alimentação, serviços domésticos, transporte e alojamento.

Rendimento médio ainda é 7,2% menor que o de 1 ano atrás

Já o rendimento médio real do trabalhador foi de R$ 2.613, apresentando estabilidade estatística frente ao trimestre anterior (R$ 2.596), mas ainda é 7,2% menor do que o registrado no mesmo trimestre de 2021 (R$ 2.817).

“Essa queda do rendimento no anual é puxada, inclusive, por segmentos da ocupação formais, como o setor público e o empregador. Até mesmo dentre os trabalhadores formalizados há um processo de retração”, observa a porta-voz do IBGE. Segundo a pesquisadora, isso pode ser efeito da própria inflação, mas também da estrutura de rendimento atual dos trabalhadores, com um peso maior de trabalhadores com rendimentos menores.

A massa de rendimento real habitual (R$ 249,8 bilhões) cresceu 3,2% frente ao trimestre anterior e avançou 3% na comparação anual, mas segue distante do pico pré-pandemia, quando somou R$ 262,6 bilhões.

Perspectivas

A perspectiva de baixo crescimento da economia brasileira em um cenário de inflação nas alturas e juros ainda em trajetória de alta limitam o ritmo de melhora mercado de trabalho.

O Banco Central admitiu oficialmente nesta quinta-feira que a meta de inflação será descumprida pelo segundo ano seguido em 2022. O BC estimou em relatório um IPCA de 8,8% para 2022, de 4% para 2023 e de 2,7% para 2024.

Para tentar cumprir a meta do próximo ano, o BC elevou neste mês a taxa básica de juros para 13,25% ao ano, o maior patamar desde 2016. A instituição também indicou que a Selic ficará alta por um período maior de tempo.

2022-06-30T10:46:32-03:00junho 30th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Evento gratuito para prestigiar mulheres da Venda Direta reuniu executivas e empreendedoras do setor

ABEVD realizou o Elas Fazem a Diferença nas Vendas Diretas, proporcionando reflexão sobre as mudanças do setor e prestigiando a força feminina

A Associação Brasileira de Vendas Diretas (ABEVD) realizou mais uma edição do evento online “Elas Fazem a Diferença nas Vendas Diretas”. O encontro teve como objetivo prestigiar e proporcionar reflexão a essa parcela importante da economia brasileira – 34% dos negócios brasileiros são chefiados por mulheres, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e na Venda Direta, elas representam 57,8%, como aponta a ABEVD.

Gratuito e 100% online, o evento teve início com o intermédio da Cristina Goto, diretora de marketing da Tupperware Brands Brasil, entre Caroline Busatto, subsecretária de Desenvolvimento das Micro e Pequenas Empresas do Ministério da Economia – apresentando o programa Brasil Para Elas; e Gessica Lopes Xavier, consultora especialista do Sebrae – compartilhando dicas e experiências para se tornar protagonista da sua própria vida, com sabedoria e inteligência emocional.

Marcaram presença por meio de vídeos, a Camila Reis – coordenadora de projetos da Aliança Empreendedora, que desde 2005 apoia microempreendedores brasileiros formais e informais em vulnerabilidade econômica – e Caroline Aguiar, coordenadora de Projetos Educacionais da Rede Mulher Empreendedora, rede de apoio ao empreendedorismo feminino que já impactou mais de 750 mil pessoas desde 2010.

As executivas Ana Caroline Albuquerque, diretora de marketing de relacionamento da Avon; Liana Moreira, diretora de marketing do Hinode Group; Luci Silva, diretora comercial da Jequiti; e Rosana Bonazzi, vice-presidente de vendas da Mary Kay Brasil, também marcaram presença e debateram os diferentes papéis das mulheres e a importância da Venda Direta para a inclusão social, independência financeira e combate à violência.

“Mais que vender produtos, a missão da Avon é contribuir para autonomia financeira e transformar vidas. Então, desde quando alguém se une a Avon para empreender, são oferecidos suportes, ferramentas e cursos que auxiliem nessa transformação”, explica Ana Caroline, diretora de marketing de relacionamento da Avon.

A diretora de marketing da Hinode pontuou que o autoconhecimento e ter sonhos são pontos de muita importância para mudanças de vida. “Ter confiança no processo é essencial, cada um tem seu processo de evolução e mudança, não é sempre que estaremos plenas em todos aspectos das nossas vidas”, completa Liana Moreira.

“Ser mulher me ajudou em todo o processo, pois sempre tive muita vontade de estudar, obter conhecimento e, acredito que a vontade de aprender é uma característica das mulheres. Nesses mais de trinta anos trabalhando na área comercial, pude concluir que o que eu realmente gosto é de desenvolver pessoas”, relata a diretora comercial da Jequiti, Luci Silva.

“Se queremos um mundo em que todos sejamos iguais, temos que ensinar isso desde cedo”, fala a vice-presidente da Mary Kay Brasil, Rosana Bonazzi, sobre a criação dos filhos. “Como mães, devemos mostrar desde sempre que tarefas domésticas tem que ser compartilhadas entre todos, sem essa história que tal coisa é de menina e tal coisa de menino”, completa.

Empreendedoras independentes do setor, Alini Dalla Stella, Fabiana Carneiro e Marianna Meinberg, compartilharam suas experiências e transformações que o setor proporcionou nem suas vidas.

“A Venda Direta veio e me ergueu do chão, como muitas mulheres eu sou mãe solo e, quando passei pela separação, não podia arrumar outro emprego na enfermagem, pois precisava ficar com os meus filhos. Então, criei uma página no Instagram e me descobri como vendedora, e também como a minha história estava conectada com as de outras mulheres”, relata Alini Dalla Stella.

“Quando eu transformei meu corpo, vi a oportunidade de ajudar outras mulheres que também não estavam felizes com o próprio corpo, só não sabia que essa oportunidade era tão grande. Através da empresa que empreendo, tenho milhares de clientes em mais de 40 países, e posso dizer que conquistei a vida que eu sempre sonhei”, declara Marianna Meinberg,

A empreendedora Fabiana também compartilhou sua experiência. “Quando conheci a Venda Direta Multinível, olhei e pensei: legal, é isso que eu quero fazer. Não vou dizer que foi fácil, e como amante de artes maciais, digo que sei como é começar com uma faixa branca, sem competência naquilo que está fazendo, mas com esforço diário evoluir e começar usufruir dos meus ganhos”.

A presidente da ABEVD, Adriana Colloca, relembrou que as mulheres na Venda Direta sempre foram destaque e a força motriz do setor, desde a época que revendiam produtos de beleza para complementar a renda do lar.

“Observar de perto mulheres empoderadas, assumindo o controle da própria vida, é inspirador. Espero encontrar a todas e muitas outras em 2023 para mais capacitação, atualização, inspiração e engrandecimento das mulheres do setor!”, conclui Adriana.

Clique aqui para assistir ao evento.

2022-06-29T17:11:02-03:00junho 29th, 2022|Categories: ABEVD News|

Valor Econômico – Empresas do setor de cosméticos lideram ranking de Responsabilidade ESG

Natura, Grupo Boticário e Avon se destacam no levantamento da espanhola Merco, que mapeou como as empresas com presença no Brasil são avaliadas perante seu público e sociedade

Qual organização não gosta de ser bem avaliada pelo seu público e pela população em geral? Medir como uma companhia é vista em relação à sustentabilidade é justamente o objetivo da pesquisa Responsabilidade ESG, feita desde 2013 no país pela espanhola Mercor, que realiza levantamentos sobre reputação de empresas. E quem tem se saído melhor na foto é a companhia de cosméticos e beleza Natura, que alcançou pela oitava vez o topo do ranking, no qual estão listadas 100 corporações de vários setores com presença no Brasil, incluindo multinacionais. Neste ano, a pesquisa obtida e divulgada com exclusividade pelo Prática ESG trouxe uma novidade: apresenta como as analisadas performam em questões ambientais, sociais e de governança separadamente. E, em cada um desses três quesitos, a Natura também ficou no topo do pódio.

No ranking geral, os cinco primeiros lugares são ocupados, além da Natura, pelo Grupo Boticário, em segundo, com a empresa de bebidas Ambev logo atrás, seguida pela varejista Magazine Luiza e Avon, que faz parte do grupo Natura&Co. Boticário e Avon também são focadas no segmento de cosméticos e beleza. São essas mesmas organizações que ocupam as cinco primeiras posições, mas não necessariamente na mesma ordem, nas listas das mais responsáveis com o Meio Ambiente (o “E” de ESG), público interno, clientes e sociedade (o “S”), e em nível ético e de governança (o “G”).

Quando se considera o top 5, o setor de cosméticos e perfumaria faz bonito: está em três das cinco posições. “Além da liderança da Natura, está na segunda posição o Grupo Boticário e na 5ª, a Avon. No ranking aberto pelas três variáveis, o que torna a medição ainda mais abrangente, o setor também está no top 5, nos rankings E – Environmental, S – Social e G – Governance, o que demonstra um resultado consistente do setor e o reconhecimento pelos diferentes stakholders”, diz Lylian Brandão, CEO da Merco no Brasil.

Para a Natura, seu desempenho é um reconhecimento às suas práticas para fazer valer seus compromissos socioambientais. “A Natura foi pioneira ao desenvolver um modelo de negócios que busca a valorização da economia da floresta em pé a partir da união entre ciência, natureza e conhecimento tradicional, estabelecendo assim um círculo virtuoso baseado na sociobiodiversidade”, afirma Denise Hills, diretora de Sustentabilidade da Natura &Co América Latina. “E, nas últimas décadas, evoluímos em nossos compromissos com a conservação e regeneração ambiental, com a diversidade e com a educação”, diz.

Um exemplo vem da Linha Ekos, com a qual a empresa promove, há mais de 20 anos, o desenvolvimento de negócios sustentáveis, valorizando a conservação do meio ambiente e apoiando populações da Amazônia, com a criação de produtos que priorizam em suas fórmulas o uso de bioingredientes, de fontes renováveis. “Com esse modelo pioneiro, desde 2011 a Natura já movimentou R$ 2,55 bilhões em volume de negócios na região”, diz Hills. “Temos a convicção de que a reputação de uma empresa está diretamente conectada à sua capacidade de contribuir para o desenvolvimento sustentável da sociedade”, acrescenta.

Farmácias

A CEO da Merco chama a atenção para a forte presença brasileira no ranking, rivalizando com multinacionais. Segundo Brandão, metade é composta por empresas nacionais. “É uma participação importante”, afirma. Ela avalia que a proximidade com a comunidade, a preocupação com o meio ambiente que essas empresas transmitem, bem como em relação a stakeholders, além do conhecimento do mercado contribuem para o bom posicionamento delas.

O Brasil, aliás, apresenta uma peculiaridade em relação a outras nações, a presença de farmácias no ranking. “É um reflexo da dinâmica de cada local”, observa a executiva. Fazem parte da lista Ultrafarma, Raia Drogasil e Grupo DPSP, dono da Drogaria São Paulo e Drogaria Pacheco.

O diretor comercial da Ultrafarma, Mário César, avalia que o varejo farmacêutico é muito presente na vida do brasileiro, o que leva a uma relação de proximidade com o consumidor. Ele calcula que existam 80.000 farmácias no país e alcance maior do que a Europa, onde esse comércio é mais restrito a medicamentos. As lojas aqui vendem também cosméticos, produtos de bem-estar e nutrição funcional, entre outros. Segundo ele, a pandemia fortaleceu essa ligação, com a intensificação da busca por cuidados com a saúde. “O varejo farmacêutico no Brasil tem a agilidade de estar presente em vários momentos da jornada da pessoa, desde bebê até o idoso”, diz César.

Segundo ele, a Ultrafarma tem a proximidade com as comunidades em seu DNA. “Quando se fala na nessas três letras, o E, o S e o G, a Ultrafarma de fato é bem atuante na área social, com projetos com entidades assistenciais e religiosas”, declara. E cita a parceria com o projeto Seleção do Bem, desenvolvido no Rio Grande do Sul pelo ex-jogador e ex-capitão da seleção brasileira de futebol Dunga. Durante a pandemia, o projeto social organizou em Porto Alegre mutirões de doação, reformas e voluntariado.

Mas a atuação da empresa nessa área vem desde o início de suas atividades, de acordo com César. Cita um centro social para desenvolver ações para o público idoso ainda no início das atividades da Ultrafarma. “Existem várias iniciativas que a Ultrafarma faz de longa data, que foram construindo na cabeça do consumidor a percepção de que é uma empresa com responsabilidade social.”

Para além das 100 primeiras empresas do ranking de responsabilidade da Merco, quando se amplia a mostra para 200 organizações de um total de 500 analisadas, é possível perceber quais setores estão melhorando a performance, de acordo com a CEO da Merco. É o caso do agronegócio, que tem duas representantes na listagem com a primeira centena, mas somam 12 companhias na representação maior. “É um setor que está sendo lembrado. E é um crescimento exponencial”, afirma.

Metodologia

Realizado pela Merco, que produz levantamentos sobre reputação de empresas, o Ranking Responsabilidade ESG busca fazer uma avaliação global a partir de 14 fontes de informação, segundo a empresa. Nesta edição, foram feitas 2.311 entrevistas.

A pesquisa: O ranking Responsabilidade ESG foi compilado a partir de uma pesquisa de campo realizada entre julho de 2021 e abril deste ano.

O pontapé inicial: Entrevistas com membros da alta direção de empresas com faturamento superior a R$ 40 milhões. Nesta oitava edição foram ouvidos 374 diretores, que escolheram as 10 empresas que consideram as mais responsáveis, excetuando as deles próprios.

Lista inicial: A partir dessas indicações foram selecionadas 500 empresas, a partir de filtros como a quantidade de vezes que são mencionadas e o lugar que ocupam nas 10 menções de cada um dos diretores

Stakeholders: Em seguida, 393 stakeholders avaliam, com notas de 0 a 100, cada uma das empresas nas variáveis em que são especialistas, a partir de questões diversas como compromissos com o meio ambiente e mudanças climáticas, responsabilidade com funcionários, contribuições à sociedade, transparência e ética, por exemplo.

O time: O grupo de stakeholders foi composto por 42 pessoas com conhecimento em RSC (responsabilidade social corporativa), 58 analistas financeiros, 40 jornalistas de economia, 50 membros do governo, 61 representantes de ONGs, 51 participantes de sindicatos, 38 membros de associação de consumidores e 53 social media managers.

Cidadãos: A população em geral, representada por 1.500 pessoas, avaliou a ética, os compromissos ecológico e social, além da atratividade para trabalhar.

Varredura: Nesta etapa, técnicos e usuários varrem mídias digitais para verificar a presença e a conversação sobre as empresas avaliadas nas dimensões ética, social e ambiental. Verificam se as menções são positivas, negativas ou neutras. O trabalho é feito em conjunto com a empresa Nethodology

Informações: Por último, as empresas fornecem dados reais sobre elas envolvendo o universo de práticas ESG.

Méritos: Técnicos da Merco é que avaliaram os méritos de responsabilidade das 500 empresas do ranking provisório.

Resultados: A pontuação final resulta da soma das notas e da ponderação feita a partir do peso de cada público. Assim, a avaliação dos diretores tem peso de 20%, a dos especialistas, 50%, população e Merco Digital, 16% cada, e avaliação de méritos, 14%.

2022-06-29T10:27:40-03:00junho 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

DSN – Mary Kay concede subsídios educacionais para apoiar pesquisas sobre a saúde da pele 

A Mary Kay Inc. anunciou os vencedores de suas Bolsas de Pesquisa em Saúde da Pele/Doenças da Pele na Reunião Anual da Sociedade de Dermatologia Investigativa de 2022. As bolsas de US $ 25.000 foram concedidas a quatro pesquisadores:

  • Allison C. Billi, MD, Ph.D., e professora assistente no Departamento de Dermatologia da Universidade de Michigan. A doação financiará pesquisas para descobrir como prevenir e reverter o fotoenvelhecimento.
  • Angel S. Byrd, MD, Ph.D., e Professor Assistente da Howard University School of Medicine e Professor Assistente Adjunto do JHUSOM (Departamentos de Dermatologia). A bolsa será usada para encontrar causas genéticas desconhecidas de melasma.
  • Mae Alexandra Carpenter, Ph.D. e estagiário na Wright State University. A doação financiará estudos sobre as novas abordagens terapêuticas para reduzir a fotossensibilidade UVB em doenças autoinflamatórias.
  • Jennifer Powers, MD, Professora Clínica Associada do Departamento de Dermatologia da Universidade de Iowa. O dinheiro do subsídio será usado para ajudar a entender como o sistema imunológico e a microbiota interagem na formação de cicatrizes de úlceras e feridas cirúrgicas.

“Como líder de décadas em cosméticos globais e inovação em cuidados com a pele, a Mary Kay continua comprometida em enriquecer a vida das mulheres em todo o mundo”, disse a Dra. Lucy Gildea, Diretora de Inovação, Produtos e Ciência da Mary Kay. “Também temos um compromisso inabalável de fabricar produtos da mais alta qualidade e avançar na pesquisa científica da pele. Reconhecemos que a colaboração é crucial para novas descobertas e as parcerias com as comunidades científica, médica e acadêmica são colaborações vitais, e é por isso que temos o prazer de conceder essas bolsas científicas”.

2022-06-29T10:25:43-03:00junho 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Confiança do comércio tem maior nível desde março de 2020, diz CNC

Índice subiu 5,1% de maio para junho deste ano e atingiu 122,4 pontos

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC) subiu 5,1% de maio para junho deste ano e atingiu 122,4 pontos, em uma escala de 0 a 200 pontos. É o maior nível do indicador desde março de 2020 (128,4 pontos), segundo dados divulgados hoje (28) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

A confiança do empresário na situação atual subiu 9,9%, principalmente pelo aumento de 12,4% da avaliação sobre o momento atual da economia. As expectativas também cresceram (3,5%), puxadas pela melhor avaliação em relação à economia (4,5%).

As intenções de investimentos tiveram alta de 3,6%, puxada pelos investimentos na empresa (6%) e pela contratação de funcionários (4,2%).

Na comparação com junho de 2021, o Icec teve alta de 24,4%, com crescimentos de 57,2% na situação atual, 10,5% nas expectativas e 21,3% nas intenções de investimentos.

Edição: Maria Claudia

2022-06-29T10:23:38-03:00junho 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Confiança de serviços sobe 0,4 ponto em junho

É o maior patamar desde outubro de 2021

O Índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu 0,4 ponto de maio para junho deste ano. O ICS atingiu 98,7 pontos, em uma escala de 0 a 200, o maior patamar desde outubro de 2021 (99,1 pontos).

Cinco dos 13 segmentos dos serviços pesquisados pela FGV apresentaram alta na confiança.

O Índice de Expectativas, que mede a confiança do empresariado de serviços no futuro, subiu 0,8 ponto e atingiu 99,3. O Índice da Situação Atual, que mede a percepção dos empresários sobre o presente, ficou estável em 98,1 pontos.

Edição: Graça Adjuto

2022-06-29T10:21:35-03:00junho 29th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Confiança do empresário da indústria sobe 1,5 ponto em junho

Índice de Expectativas cresce e atinge 100,2 pontos

O Índice de Confiança da Indústria (ICI), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), cresceu 1,5 ponto na passagem de maio para junho. Essa é a terceira alta consecutivo do indicador, que atingiu 101,2 pontos em uma escala de 0 a 200 pontos, o maior nível desde novembro de 2021 (102,1 pontos).

Treze dos 19 segmentos da indústria brasileira analisados pela pesquisa apresentaram aumento da confiança em junho, na comparação com maio.

Melhor desempenho

O Índice da Situação Atual, que mede a confiança do empresário da indústria no presente, cresceu 1,9 ponto e chegou a 102,3 pontos. O melhor desempenho ocorreu na satisfação com o nível de demanda por produtos industriais.

O Índice de Expectativas, que mede a confiança no futuro, subiu 1,2 ponto e atingiu 100,2 pontos, principalmente devido ao desempenho do componente de otimismo com a evolução da produção física nos três meses seguintes.

Edição: Kleber Sampaio

2022-06-28T10:38:02-03:00junho 28th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Programa Brasil Mais quer aumentar digitalização de pequenos negócios

Também serão escolhidos projetos de tecnologia 4.0

As micro e pequenas empresas terão à disposição ferramentas para se digitalizar e ajuda para desenvolver projetos de tecnologia 4.0. A Secretaria Especial de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia lançou hoje (27) duas modalidades do Programa Brasil Mais, que pretende melhorar a competitividade das empresas brasileiras.

Chamada de Transformação Digital, a primeira modalidade consiste na adoção de ferramentas plug and play (com reconhecimento e instalação automática pelo computador) de baixo custo por um pequeno negócio para resolver problemas previamente diagnosticados decorrentes da falta de digitalização. O processo terá acompanhamento técnico do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

A segunda nova modalidade, Smart Factory, é destinada às indústrias de micro, pequeno e médio porte. O processo prevê a seleção de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). Os projetos deverão seguir a tecnologia 4.0, que prevê a melhoria de processos industriais e o aumento de produtividade decorrente da modernização.

Além do Senai, o Smart Factory terá o apoio do Ministério da Economia, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Ampliação

Com a ampliação, o Programa Brasil Mais passa a contar com três modalidades de atendimento. Até agora, o programa era estruturado no Brasil Mais Produtividade, que tem 90 mil empresas atendidas ou em atendimento desde que foi lançado, no primeiro semestre de 2020.

O Brasil Mais Produtividade é dividido em dois eixos: um com apoio do Sebrae e outro com apoio do Senai. O eixo do Sebrae prevê consultorias de inovação e de melhorias de práticas gerenciais, para aumentar o faturamento e reduzir custo de micro e pequenas empresas. O pequeno negócio não paga nada.

O eixo do Senai é voltado para a aplicação de princípios de manufatura enxuta a indústrias de até 499 funcionários. Os atendimentos são feitos pela entidade a um custo de R$2,4 milhões para a empresa.

Edição: Aline Leal

2022-06-28T10:34:31-03:00junho 28th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

IP News – Redes Sociais ampliam o potencial da Venda por Relacionamento

Avon investe em ferramentas digitais para suas Representantes da Beleza, com treinamentos gratuitos de marketing digital e redes sociais

O social selling, ou venda social, é a utilização das redes sociais em conjunto com ferramentas digitais para a realização de vendas, potencializando a comercialização de produtos e a comunicação com os clientes. Desde o início da pandemia da Covid-19, canais como Instagram, Tik Tok, Facebook e especialmente o WhatsApp passaram a ter ainda mais importância nas relações seja para captar, ou fidelizar os consumidores. Os aplicativos, lojas e revistas virtuais passaram a ter ampla importância para aqueles consumidores que abrem mão do tradicional ‘porta a porta’.

Dados da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) comprovam esse novo comportamento, mostrando que, desde 2020, mais de 48% de empreendedores independentes com a atuação na venda por relacionamento utilizam as mídias sociais para a comercialização de produtos. No total, 54% dos profissionais do setor revendem de forma on-line atualmente.

Camila Lorrane, que atua como Representante da Beleza Avon desde 2011, conta que, no início da pandemia passou a atuar com as vendas pelas redes sociais, principalmente WhatsApp e Instagram, onde possui aproximadamente 3 mil seguidores. “Foco muito no pós-venda. Busco explicar para minhas clientes como podem usar os produtos depois que comprou e estou sempre em contato com elas para entender como estão sendo suas experiências. Assim, elas compram todos os meses comigo”.

A tendência, no entanto, não se resume aos empreendedores. Consumidores, cada vez mais, migram para o mundo virtual com o objetivo de adquirir novos produtos e serviços. Segundo a pesquisa Olha de Novo, realizada pela Avon em 2021, 67% das brasileiras consideram o e-commerce como seu principal canal de compras atualmente. Além disso, a 17ª edição do relatório Social Index, produzido pela Sprout Social, identificou que 90% das pessoas estão mais propensas a comprar de uma marca após começarem a segui-la em redes sociais.

Um levantamento da Consumoteca, revela que o WhatsApp é considerado o novo marketplace. Advindo no momento crítico da pandemia, se manteve estável como e-commerce mesmo com o avanço da flexibilização. O estudo demonstrou que o uso da ferramenta para fins de negócios cresceu 251% em 2021.

A prática otimiza a interação com os clientes graças as facilidades do online, incluindo a ampliação das possibilidades de vendas para outras localidades, e mantém a interação humana. Além disso, contribui para a democratização do e-commerce por meio de uma pessoa física, que envia para o cliente um link de sua loja virtual. No entanto, o relacionamento com o consumidor ainda é essencial. Sem esse engajamento, não há venda.

Por meio de uma proposta inovadora de operação, que tem caráter estratégico e visa um modelo de negócios mais digital, ágil e eficiente, a Avon foca cada vez mais no social selling. A marca oferece plataformas online — como o app Minha Avon, a loja virtual personalizada da representante, Avon Conecta e Revista Digital — que permitem que as Representantes da Beleza Avon gerenciem suas atividades online de forma segura, foquem em ampliar sua carteira de clientes nacionalmente, sem sair de casa e se preocupar com logística de entrega dos produtos. Além disso, a marca oferece treinamentos gratuitos sendo 14 deles destinados ao marketing digital e as vendas em redes sociais. Diante desse contexto, as profissionais também estão se destacando como influenciadoras da beleza, engajando a audiência por meio da criação de conteúdos sobre os produtos que revendem, como vídeos e tutoriais, para a publicação em suas redes sociais e WhatsApp.

Geizy Carla de Sousa, de Parnamirim (RN), compreendeu que a digitalização do negócio abriu novas oportunidades e possibilidades de vendas, alcançando um número maior de clientes. Com atuação há mais de cinco anos como Representante da Beleza, Geizy faz a prospecção no formato online. “Peço indicações para as integrantes da minha equipe e faço publicações nas redes sociais, como stories do Instagram, status do WhatsApp e em grupos do Facebook. O contato com as clientes é, na maior parte do tempo, totalmente digital. Isso facilita e agiliza muito o processo de compra e venda”. Nas redes sociais, Geisy publica promoções e vídeos da própria marca ou produzidos por ela, em que usa os próprios produtos para atrair e incentivar consumidores a adquirirem os itens.

Fonte: IP News.

2022-06-27T11:32:53-03:00junho 27th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

O Dia – Venda Direta: tradicional método de comércio se reinventou com o uso das redes sociais

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), 57,8% do setor é formado por mulheres

Com o avanço da tecnologia e das redes sociais, o conhecido método da venda de porta em porta, ou a venda direta, ganhou novos rumos para conectar o cliente a produtos e serviços. Esse tipo de demanda é baseada na ligação entre o vendedor e o comprador, sem a necessidade de um estabelecimento para intermediar a relação — como as vendas de cosméticos por meio de revistas. Por conta da pandemia, o social selling — que é o comércio direto feito pelas mídias sociais, whatsapp, aplicativos e sites — se tornou a principal frente desse mercado.

Especialista em vendas e marketing digital, Diogo Hudson explica que o sistema de venda porta em porta foi abalado nos dois últimos anos por conta de lockdowns e quarentenas causados pela covid-19. “A pandemia impactou muito esse tipo de negócio, porque o calor humano é fundamental para que ele aconteça”, explica. A saída encontrada pelos empreendedores foi buscar novas estratégias para chegar até o consumidor. O social selling foi uma delas.

Segundo um levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), 57,8% do setor é formado por mulheres. Mayra Carvalho, de 28 anos, faz parte desse grupo de comerciantes. Dona de um brechó on-line, a assistente social administra uma conta no Instagram, por meio da qual vende peças usadas

“Eu comecei o brechó porque estava na faculdade e precisava de dinheiro para passagem, porque meu gasto com transporte era alto. Até hoje lembro do dia que eu fiz a primeira venda: foi uma blusa de R$ 5, que entreguei na rodoviária de Campo Grande. Quando a cliente me pagou, eu já peguei o ônibus com aquele dinheiro”, lembra.

Mayra conta que passou a usar o Instagram como ferramenta para atingir um público mais amplo e converter seguidores em clientes. “Notei que era bom ter horário certo para postar, que era horário de pico. Vi que eu podia comprar uma sacola diferente [pra entrega das encomendas], escrever um recadinho para as clientes. Comecei com um preço bem baixo, mas depois consegui aumentar. Investi em detalhes que fazem a diferença. Por exemplo, comprei essência para lavar e passar as roupas. Elas ficam quase novas”, explica.

A empreendedora diz que o uso da plataforma, o relacionamento direto com o cliente e a possibilidade de administrar a conta na rede social abriram-lhe novas perspectivas em um momento de dificuldade financeira. “Por causa do brechó, conheci várias pessoas. Conseguia pagar minha passagem para a faculdade e ia para o estágio, que não era remunerado”, conta. Ela hoje mantém o negócio como fonte de renda extra. “Mas, durante muito tempo, foi o brecho a minha principal forma de ganhar dinheiro”, ressalta.

Uma pesquisa do Sebrae, divulgada no último dia 20, aponta que cerca de 67% dos pequenos negócios do Rio de Janeiro seguem com o faturamento reduzido, se comparado ao período anterior a pandemia. Michael Lopes D’Ávila, especialista em vendas e negociação da Universidade de Negócios Tânia Zambon, explica que a melhor maneira de atingir o público nessa nova realidade é entender como tirar proveito de ferramentas virtuais.

“As principais dicas para o empreendedor nesse novo cenário são melhorar seu material visual, entender o seu cliente para enviar textos melhores sobre o seu produto e usar as ferramentas on-line a seu favor. Utilize vídeos para as plataformas virtuais e entenda como elas funcionam”, explica D’Ávila.

D’Ávila explica que um dos maiores atrativos da venda direta é a economia de tempo, já que o vendedor vai até o cliente. O mundo digital apenas sofisticou essa relação.  Independentemente do porte da empresa, as estratégias de venda por meio das redes sociais precisam ser avaliadas com atenção.  “As empresas precisam de uma pessoa que fique nas redes sociais, entrando em contato com os clientes por essas plataformas. Com certeza, esse é o profissional do futuro”, detalha o especialista.

Capacitação

Para estimular o empreendedorismo feminino neste nicho de negócios, a ABEVD promoverá o evento on-line e gratuito “Elas Fazem a Diferença nas Vendas Diretas”, voltado para a capacitação de mulheres que atuam no setor. Ele acontece na próxima terça-feira, 28, a partir das 18h, e contará com palestrantes, executivas de grandes empresas e empreendedoras de sucesso, que compartilharão suas experiências. Para fazer a inscrição e conhecer a programação completa, a interessada deverá acessar o site https://www.abevd.org.br/elas-fazem-a-diferenca/.

“A ABEVD e a venda direta possuem um compromisso com as mulheres, que sempre foram a inspiração e a força motriz do setor, desde quando revendiam produtos de beleza para complementar a renda do lar. Hoje, a venda direta se modernizou e quebrou barreiras, com os mais diversos produtos sendo revendidos pelo canal de forma presencial e/ou digital”, explica a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca.

Fonte: O Dia.

2022-06-30T15:56:02-03:00junho 27th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|
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