Agência Brasil – Pequenos negócios geram 72% das vagas de emprego no primeiro semestre

Micro e pequenas empresas criam 961 mil postos no período no país

As micro e pequenas empresas (MPE) puxaram a criação de empregos formais no primeiro semestre. Dos cerca de 1,33 milhão de postos de trabalho formais criados no Brasil de janeiro a junho, 961,2 mil, o equivalente a 72,1% do total, originaram-se em pequenos negócios.

A conclusão consta de levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia. O desempenho das MPE é bastante superior ao das médias e grandes empresas, que abriram 279,1 mil vagas nos seis primeiros meses de 2022.

Apenas em junho, os negócios de menor porte foram responsáveis pela abertura de 63,6% das vagas formais no mês, com 176,8 mil de um total de 277,9 mil postos de trabalho criados no mês passado. As médias e grandes empresas abriram 73,9 mil vagas (26,6% do total).

Setores

Na divisão por setores da economia, os pequenos negócios apresentaram saldo positivo na criação de empregos em todos os segmentos no acumulado do ano. O destaque entre as micro e pequenas empresas é o setor de serviços, que gerou 533 mil vagas. Apenas em junho, o segmento abriu 78 mil postos.

A construção e a indústria da transformação aparecem na segunda e na terceira posições, com 168,8 mil e 126,3 mil empregos gerados, respectivamente. No comércio, as MPE criaram 90,6 mil postos de trabalho de janeiro a junho. As médias e grandes empresas, em contrapartida, fecharam 42,8 mil vagas no período.

Edição: Kleber Sampaio

2022-08-05T10:24:57-03:00agosto 5th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

upline.news – “Vamos reposicionar a Venda Direta no Brasil”, diz presidente da ABEVD

As novas tendências de consumo têm obrigado a Venda Direta a se modernizar para atender um consumidor cada vez mais atento, exigente e digital.

Essa adaptação passa não apenas pelo investimento em novas tecnologias para fomentar a venda social (termo utilizado para a venda pelas redes sociais).

É preciso, urgentemente, buscar um novo posicionamento, se não quiser perder espaço para outros canais como marketplaces, e-commerces e os próprios influenciadores digitais.

A avaliação é da presidente da ABEVD (Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas), Adriana Colloca, que falou em primeira mão ao upline.news sobre o estudo que está sendo realizado visando preparar a Venda Direta para o futuro.

“Estamos fazendo um grande estudo de reposicionamento da Venda Direta. O objetivo é dar uma nova narrativa ao nosso mercado e criar esse orgulho de pertencer ao setor”, afirma Adriana.

“Vamos mostrar também, para quem está fora, que não existe mercado mais forte e democrático que o nosso quando o assunto é oferecer uma oportunidade real de mudança de vida.”

DIVULGAÇÃO SERÁ NO CONGRESSO DA ABEVD

Para a realização desse estudo, segundo Adriana, estão sendo ouvidos executivos, empreendedores independentes, fornecedores e até mesmo representantes de outros setores.

Neste primeiro momento, será apresentado o diagnóstico inicial do mercado atual, bem como os caminhos para a construção desse reposicionamento.

Este promete ser um dos destaques do 3º Congresso da ABEVD, que será realizado nos dias 19 e 20 de outubro na capital paulista.

“Já numa segunda etapa vamos avançar mais sobre a forma de como divulgar esses argumentos e colocar em prática essa nova narrativa”, explica Adriana.

UM NOVO OLHAR PARA OS JOVENS

A presidente da ABEVD comemorou também o fato de a Venda Direta estar atraindo cada vez mais jovens, conforme pesquisa realizada pela própria Associação no início de 2020.

“Esse é um indício de que o mercado está pronto para essa renovação, e parte desse reposicionamento terá como objetivo se comunicar melhor com esses jovens.”

MUDANÇA NO PERFIL DAS EMPRESAS

Como parte desse desafio de preparar a Venda Direta para o futuro, segundo Adriana, a ABEVD também tem observado de perto as principais tendências do mercado global.

Além da digitalização, o que mais tem chamado a atenção é uma mudança no perfil dos produtos e das empresas que estão aderindo ao nosso setor.

“Empresas que eram tradicionalmente do Varejo estão recorrendo à Venda Direta, e você começa ter uma variedade de produtos ainda maior, como suplementos, equipamentos domésticos, artigos para casa e várias outras categorias. E isso vai se refletir no Brasil.”

PAPEL DA ABEVD NO FUTURO DO MERCADO

Segundo Adriana, este estudo deve ser um divisor de águas para o posicionamento da Venda Direta e faz parte do papel da ABEVD em contribuir com a evolução do mercado.

“Nós temos três pilares, que são a defesa do setor, a parte ética das empresas e a capacitação. Temos atuado com bastante força nessas áreas, sempre com o objetivo de criar um ambiente produtivo para que nosso mercado siga cumprindo seu papel de levar oportunidade de mudança de vida para as pessoas”, conclui Adriana Colloca.

Fonte: upline.news

2022-08-04T11:04:15-03:00agosto 4th, 2022|Categories: ABEVD na mídia|

DSN – Herbalife Nutrition fará investimento de US$ 400 milhões na plataforma Herbalife One

A Herbalife Nutrition anunciou planos para uma nova iniciativa de transformação digital que inclui o lançamento do Herbalife One, uma plataforma única com uma experiência simplificada e integrada para seus distribuidores e clientes. Espera-se que a nova abordagem de arquitetura flexível da plataforma, que integra análise de dados profunda com insights, forneça implantação em alta velocidade de futuras atualizações e melhor desempenho. 

Como parte dessa nova iniciativa de transformação digital, a Herbalife planeja investir US$ 400 milhões, incluindo um gasto incremental de até US$ 250 milhões ao longo de três anos, para desenvolver novas tecnologias e processos simplificados que aumentarão a produtividade e a eficiência. 

“Estamos entusiasmados em anunciar a aprovação do conselho para prosseguir com nossa nova plataforma de transformação digital, o maior investimento individual na história da empresa”, disse John Agwunobi, presidente e CEO da Herbalife Nutrition. “O design desta nova experiência de plataforma perfeita é resultado de uma extensa colaboração com nossos distribuidores para identificar uma tecnologia que permitirá nosso crescimento futuro, oferecendo a melhor experiência digital da categoria para todos os distribuidores e seus clientes.” 

2022-08-04T11:02:58-03:00agosto 4th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

PEGN – Hinode se reestrutura, monta franquia mais barata e avança em internacionalização

Empresa faturou R$ 1,4 bilhão em 2021 e pretende reduzir tamanho de lojas e trazer experiências de varejo para aumentar receita dos franqueados

Com 34 anos de história no mercado da beleza e cosméticos, o Grupo Hinode passou por uma intensa repaginação nos últimos anos. Após rever processos internos, se reaproximar de franqueados e ajustar questões logísticas, passou a atender pelo nome internacional Hinode Group e estendeu a atuação para países da América Latina. No ano passado, a empresa faturou R$ 1,4 bilhão — e projeta repetir o feito neste ano. Agora, com lojas menores e mais rentáveis. A informação foi adiantada em primeira mão a PEGN.

Hoje, a Hinode tem 354 lojas no Brasil. Quase 10% a menos do que tinha antes da pandemia. O número de revendedores também diminuiu, passando de 850 mil em 2019 para cerca de 600 mil (um recuro de 30%). Segundo a companha, o momento agora é de consolidação, e o primeiro passo é uma revisão das lojas.

As estruturas de cerca de 200 metros quadrados devem dar lugar ao novo modelo de franquia da marca, chamado de Fit, com no máximo 80 metros quadrados. Isso diminuirá a necessidade de investimento inicial de R$ 400 mil para cerca de R$ 300 mil — já inclusos taxa de franquia, suporte, primeiro estoque e capital de giro.

Uma das soluções para ajudar no processo foi identificada na pandemia. As franquias da Hinode comercializam apenas para consultores, responsáveis pela venda direta dos produtos ao consumidor final. Nas unidades, existiam salas de treinamento que podem comportar até 150 pessoas. Como muitas dessas reuniões passaram a ser virtuais, os espaços se tornaram dispensáveis. Além disso, a rede entende que pode ser mais lucrativo para o franqueado alugar salas na região quando for aplicar as capacitações. “Reduz o custo com ocupação, que hoje é um dos mais altos”, diz Eduardo Frayha, CSMO do Hinode Group.

Além da redução de espaço físico, as lojas devem ganhar nova roupagem, inspirada em redes varejistas de perfumaria. Uma operação piloto do novo modelo Shop iniciou as atividades em maio, na Barra Funda, em São Paulo. A loja tem sido testada com gôndolas e experiências de varejo para estimular o consultor a levar mais itens. A operação conseguiu elevar o tíquete médio em 12%, chegando a R$ 233,38. “Antes o produto ficava escondido no estoque e agora está lá, pronto para experimentar. É uma experiência de varejo mesmo”, diz Daniele Nascimento, gerente de franquias do Hinode Group.

O objetivo é testar a operação piloto por mais quatro ou cinco meses, ajustar arestas e então fazer o rollout para as outras franquias. “Primeiro a gente controla essa modalidade, testa a rentabilidade das franquias físicas e aí cascateia”, afirma Frayha. A previsão é que todas já estejam funcionando no novo modelo, que será menor e com cara de varejo, em até cinco anos (prazo médio de vencimento do contrato de franquia). O investimento de cada franqueado para essas alterações é estimado em torno de R$ 100 mil.

Hoje, as lojas próprias que a Hinode opera no Peru, Bolívia, Equador, Colômbia e México já são no modelo Shop. A ideia é crescer internacionalmente já com esse formato. O grupo também trabalha com representações nesses países, conhecidas localmente como “mayoristas”.

O objetivo no momento é ajudar a aumentar a rentabilidade das franquias existentes, mas a empresa não descarta a abertura de novas unidades, especialmente em lugares em que ainda não tenham presença. “Tenho praças em que o consultor precisa se deslocar até 200 km para ir até uma franquia. Pode ter uma oportunidade de expansão ali”, diz o executivo.

2022-08-04T10:57:29-03:00agosto 4th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Intenção de consumo avança, com destaque para renda atual

Percepção positiva do mercado de trabalho segue em crescimento

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF) continuou avançando em julho. Com alta de 1,2%, o índice apurado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) alcançou 80,7 pontos, superando mais uma vez os resultados do mesmo mês nos 2 anos anteriores, durante o auge da pandemia da covid-19.

Segundo a CNC, todos os indicadores da pesquisa apresentaram aumento, porém, a maioria registrou desaceleração em relação a junho.

O destaque ficou por conta do indicador Renda Atual, que apresentou o aumento mensal mais relevante da ICF, de 2,4%, e o segundo maior anual, de 23,5%. O presidente da CNC, José Roberto Tadros, avalia que o avanço foi impulsionado especialmente pelas famílias que ganham até dez salários mínimos, grupo que apresentou avanço de 2,6% nesse índice.

“Os crescimentos sucessivos do rendimento real das famílias, apoiados pelas medidas de auxílio à renda, levaram à melhoria dessa percepção”, disse Tadros, em nota.

O indicador Nível de Consumo Atual teve o segundo maior crescimento mensal, de 2,1%, um avanço mais significativo do que o 1,2% registrado no mês anterior. Segundo a pesquisa, esse incremento foi puxado pelas famílias com ganhos acima de dez salários mínimos, que, pelo fato de terem mais recursos para compras não essenciais, contaram com um avanço de 2,9%.

O menor crescimento do mês ficou por conta do Índice Perspectiva de Consumo, que avançou apenas 0,2% em relação a junho. A economista da CNC responsável pela análise, Catarina Carneiro, estima que as famílias devem seguir mais cautelosas em suas compras nos próximos meses, principalmente a parcela com renda abaixo de dez salários mínimos, grupo que obteve a única queda mensal (0,1%) nesse item.

“Mesmo com o consumo atual avançando, o ambiente econômico com preços e juros mais altos motivou um cenário de moderação”, disse.

Mercado de trabalho

De acordo com a CNC, os indicadores relacionados ao mercado de trabalho se destacaram positivamente em julho. O indicador de emprego apresentou a maior pontuação do mês, com 108,4 pontos, e Perspectiva Profissional apareceu em seguida, em nível satisfatório, algo que não ocorria desde abril de 2020, registrando 100,3 pontos. Segundo a análise, os números também indicaram que a maioria dos consumidores (45,3%) apresentou perspectiva positiva para o mercado de trabalho no próximo trimestre, fato também inédito desde abril de 2020.

Ainda segundo a pesquisa, a maior parte das oportunidades de emprego está sendo direcionada para os mais jovens, fornecendo novos rendimentos para esse grupo de consumidores. Com isso, a parcela de pessoas na faixa de idade abaixo dos 35 anos apresentou satisfação no indicador Renda Atual, levando o indicador a alcançar 102 pontos, enquanto o grupo acima dos 35 anos de idade registrou 84,1 pontos.

Edição: Fernando Fraga

2022-08-04T10:52:07-03:00agosto 4th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Época Negócios – Como a Natura criou uma metodologia pioneira para medir impacto

Segundo a companhia, a cada R$ 1 de receita criado foi gerado R$ 1,50 de impacto em 2021. Objetivo é que esta divulgação, que começa anual, torne-se trimestral, como a dos dados financeiros

Quem não mede não gerencia. Com esse desafio em mente, a Natura resolveu desenvolver, ao longo dos últimos anos, uma metodologia para mensurar em valores financeiros seu impacto social e ambiental ao longo de toda a cadeia. O chamado IP&L (Integrated Profit & Loss) foi lançado em maio deste ano e trazendo um dado novo: em 2021, a empresa gerou R$ 1,50 em benefícios para a sociedade para cada R$ 1 de receita da marca.

A Natura não divulga quanto investiu em recursos financeiros ou em capital humano para desenvolver a ferramenta. Mas, segundo Silvia Vilas Boas, CFO da Natura &Co América Latina, foi uma jornada longa e complexa porque não havia no mercado nem na academia uma referência que pudesse ser copiada. “A opção por uma metodologia interna foi por ausência de qualquer outra que pudesse endereçar o tema”, diz a executiva.

A saída foi associar-se ao máximo possível de organizações que estavam falando sobre esse assunto, para ajudar no processo de construção da metodologia.

A jornada começou entre 2014 e 2016, buscando esmiuçar o impacto ambiental da cadeia de fornecimento do óleo de palma, um ingrediente importante para produtos da Natura. “Isso nos permitiu começar a fazer boas escolhas em relação a quais eram os fornecedores que a gente queria manter e quais não estavam gerando o impacto esperado, mas podiam ser melhor desenvolvidos”, diz Silvia.

A partir de 2017, a empresa foi ampliando essa metodologia para poder medir o impacto social. Em 2020, conseguiu fazer uma combinação, mensurando cada um desses impactos da mesma forma que mede os impactos financeiros.

O desafio de não parar no meio do caminho

Silvia dá alguns exemplos para ilustrar a complexidade do trabalho que foi desenvolvido. Um deles envolve a jornada das consultoras de venda, um pilar importante da companhia em relação a capital humano – e, em geral, mulheres que não tinham uma renda formal. A empresa não calculou apenas quanto cada consultora recebe por mês, mas comparou também essa informação com padrões internacionais de renda digna no Brasil ou  no México, por exemplo.

“Se a renda da consultora é igual ou superior à renda mínima digna, ela impacta positivamente no IP&L integrado. Se esta renda é abaixo da renda digna, ela subtrai valor do IP&L integrado”, afirma Silvia.

Dentro da rede, segundo ela, há as consultoras mais engajadas, que estão na empresa há mais tempo e acima do patamar de renda digna. Por outro lado, entre as que estão começando, a grande maioria está abaixo desse patamar. Com esses dados, a empresa busca entender como acelerar a migração das consultoras para as jornadas superiores, e oferece insumos como treinamento, plataforma digital de relacionamento com os clientes e crédito.

“Se eu pensasse :‘a Natura está gerando de R$ 2 bilhões de renda para essas mulheres’, eu poderia ficar bastante feliz, concorda? E a maioria das empresas para aí. A gente quer melhorar o bem-estar dessa consultora. Essa é a diferença”, diz Silvia.

O IP&L integrado é composto por diversos indicadores, e cada um deles é medido com determinada periodicidade – mensal, trimestral, anual etc. Atualmente, a ideia é ter uma medição anual do impacto da empresa. Porém, o plano é avançar ao longo do tempo.

“O nosso objetivo é evoluir para que consigamos mensurar esses impactos a cada trimestre, como fazemos com nossos resultados financeiros”, afirma Silvia.

Processo de inovação aberta

Com a metodologia debaixo do braço, a empresa agora quer agora divulgá-la o máximo possível para ajudar outras empresas a evoluírem nesse processo. Silvia conta que têm sido feitos webinars com membros da academia e do meio corporativo – sem citar nomes de empresas -, do Brasil e de outros países onde a empresa atua, respondendo perguntas e dando dicas de como começar. Também foi desenvolvido um documento técnico com detalhes da metodologia.

“Essa jornada é uma jornada que a gente precisa que mais gente embarque. Os problemas que temos são muito complexos e não vamos conseguir resolver sozinhos”, diz a executiva.

“A grande beleza dessa metodologia é conseguirmos entender o valor das companhias como agentes de transformação. Quando você coloca valor, o mercado entende.”

 

2022-08-02T11:31:20-03:00agosto 2nd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Portal Comunique-se – Iniciativa da Mary Kay convida mulheres a deixarem sua marca

A Mary Kay promove um convite às mulheres com a iniciativa #DeixeSuaMarcaMk. “Acreditamos que um batom pode mudar o mundo”. Inspirada na frase de sua fundadora, Mary Kay Ash, a marca convida as mulheres a deixarem sua marca começando por um item presente em muitos nécessaires: o batom.

A ação representa o quanto a marca busca caminhar ao lado de suas consumidoras. Além disso, também está alinhada à campanha global da companhia para 2022, “Seu Potencial é o Nosso Propósito”, que visa estimular as mulheres a conquistarem seus objetivos por meio do empreendedorismo feminino. As ações da empresa em relação a essa causa podem ser vistas no documento “Enriquecendo Vidas Hoje para Um Amanhã Sustentável”, o primeiro relatório de sustentabilidade e impacto social da Mary Kay Inc. que inclui os objetivos da marca até 2030. O material traz, entre diversas propostas, o compromisso de capacitar 5 milhões de mulheres em todo o mundo por meio do desenvolvimento de habilidades de empreendedorismo.

A Mary Kay também é parceira da ONU Mulheres através do Women’s Entrepreneurship Accelerator, iniciativa que incentiva o trabalho de mulheres empreendedoras em todo o mundo. O projeto oferece formação digital para mulheres que tocam suas próprias empresas, com currículo disponível em seis línguas (entre elas o português), além de treinamento presencial e mentoria.Para marcar o início da ação #DeixeSuaMarcaMk, a Mary Kay divulga também o Festival de Batons, como forma de tangibilizar o convite para que todas as mulheres possam deixar sua marca nos mais diversos momentos da vida.

Para saber mais, basta acessar: https://www.marykay.com.br/pt-br/locator
2022-08-02T11:22:39-03:00agosto 2nd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Mercado financeiro reduz projeção da inflação de 7,30% para 7,15%

É a 5ª redução consecutiva da projeção

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerada a inflação oficial do país, caiu de 7,30% para 7,15% neste ano. É a 5ª redução consecutiva da projeção. A estimativa está no Boletim Focus de hoje (1º), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), com a expectativa de instituições para os principais indicadores econômicos.

Para 2023, a estimativa de inflação ficou em 5,33%. Para 2024 e 2025, as previsões são de 3,3% e 3%, respectivamente.

A previsão para 2022 está acima da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3,5% para este ano, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é de 2,25% e o superior de 5,25%.

Em junho, a inflação subiu 0,67%, após a variação de 0,47% registrada em maio. Com o resultado, o IPCA acumula alta de 5,49%, no ano, e 11,89%, em 12 meses.

Os dados de julho devem ser divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística no próximo dia 9, mas o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), a prévia da inflação oficial, registrou inflação de 0,13% no mês passado, menor que a de junho (0,69%).

Taxa de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 13,25% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Para a próxima reunião do órgão, que acontece amanhã (2) e quarta-feira (3), o Copom já sinalizou que pode elevar a Selic em mais 0,5 ponto percentual.

Para o mercado financeiro, a expectativa é de que a Selic suba, neste mês, para 13,75% ao ano, em linha com a sinalização do BC, e encerre o ano nesse patamar. Para o fim de 2023, a estimativa é de que a taxa básica caia para 11% ao ano. E para 2024 e 2025, a previsão é de Selic em 8% ao ano e 7,5% ao ano, respectivamente.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. Além da taxa Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

PIB e câmbio

As instituições financeiras consultadas pelo BC elevaram a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano de 1,93% para 1,97%. Para 2023, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 0,4%. Em 2024 e 2025, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,7% e 2%, respectivamente.

A expectativa para a cotação do dólar manteve-se em R$ 5,20 para o final deste ano. Para o fim de 2023, a previsão é de que a moeda americana também fique nesse mesmo patamar.

Edição: Kelly Oliveira

2022-08-02T11:07:06-03:00agosto 2nd, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – IBGE aponta aumento da ocupação na atividade econômica no 2º trimestre

Desempenho do comércio e da indústria foi destaque, revela pesquisa

A expansão da ocupação no segundo trimestre deste ano foi disseminada entre diversas atividades econômicas como indicam os dados da Pnad Contínua, divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os destaques foram comércio (3,4%), indústria (2,7%), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,5%).

Segundo a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, no último grupo de atividades, a expansão de 739 mil pessoas foi influenciada pela educação básica, especialmente o ensino fundamental. Além do comportamento sazonal de expansão desse grupamento, a intensificação das atividades presenciais levou à absorção de profissionais no segmento da educação com contribuição ainda das contratações na área de saúde.

Adriana Beringuy informou que, de maneira geral, a série histórica mostra que tal grupamento costuma começar o ano com retração e apresentar crescimento a partir do segundo trimestre. Esse comportamento só não foi notado nos anos de 2020 e 2021, e embora tenha havido variação positiva da população ocupada no grupamento, não foi estatisticamente significativa. Mas, no segundo trimestre deste. ano voltou a ocorrer a sazonalidade.

De acordo com Adriana, esse grupamento inclui vários segmentos, entre os quais, educação pública e privada e saúde, que mais tiveram expansão. “Pode ser que, em função desses dois anos [2020 e 2021], devido a uma certa suspensão parcial de atividades presenciais de educação, a expansão tenha sido mais tímida. Com a intensificação do retorno das atividades presenciais de educação, foi necessário mobilizar ou remontar a estrutura ou a infraestrutura dos estabelecimentos de ensino.”

Ela ressaltou que o avanço na educação não se restringiu aos professores, mas também aos profissionais de serviços auxiliares ao setor, além da movimentação dos serviços hospitalares. “Como a educação básica, fundamental, é provida essencialmente pela rede pública, são as prefeituras que provêm este serviço. E acaba sendo o setor público da educação um dos maiores responsáveis pelo crescimento da população ocupada nesta atividade.”

Indústria

Adriana destacou que a indústria teve participação importante na ocupação de mais 332 mil pessoas, com crescimento de 2,7% no trimestre e de 10% no ano. “A expansão vem da indústria de alimentos, da parte de confecções, e teve um pouco de indústria de máquinas e equipamentos. Foi um processo de absorção importante de trabalhadores ocupados na indústria, que tem como uma das suas características absorver trabalhadores por meio da carteira. Parte do crescimento da carteira de trabalho é puxada por essa expansão na indústria”, acrescentou.

Na comparação com o trimestre anterior, o comércio absorveu mais 617 mil pessoas, o que, segundo Adriana, também foi uma expansão significativa. “O comércio contribuiu tanto para absorção com carteira como sem carteira. Tivemos muito a parte do comércio tanto de hipermercados, supermercados, vestuário, então, o comércio também está aportando expansão de trabalhadores tanto no trimestre quanto no ano.”

A pesquisa revelou que houve crescimento significativo nos setores de construção (3,8%), com mais 274 mil pessoas; informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3%), mais 336 mil pessoas; outros serviços (3,2%), mais 158 mil pessoas, e serviços domésticos (4%), ou mais 227 mil pessoas.

A coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE lembrou que o setor de construção tinha recuado no primeiro trimestre e voltou a crescer, desta vez, 3,8%. “A construção tem o emprego sem carteira e por conta própria como característica mais marcada para esta atividade, que vem crescendo no trimestre e no ano.”

Força de trabalho

A força de trabalho, que reúne pessoas ocupadas e desocupadas, alcançou 108,3 milhões de pessoas, maior contingente da série histórica da pesquisa. A alta é de 1% ou 1,1 milhão de pessoas, frente ao último trimestre. Na comparação com o mesmo período do ano passado, cresceu 4% ou 4,1 milhões de pessoas.

Na contribuição para Instituto de Previdência Social, a Pnad do segundo trimestre identificou o maior contingente de contribuintes, com 62,1 milhões de pessoas ocupadas. “Em termos de percentual de contribuintes, embora seja o maior contingente, o percentual ainda não é. A gente está com 63% de pessoas ocupadas que contribuem para a previdência entre todos os ocupados.”

Pesquisa

De acordo com o IBGE, a Pnad Contínua é o principal instrumento para monitoramento da força de trabalho no país. A amostra da pesquisa por trimestre no Brasil é referente a 211 mil domicílios pesquisados. Ao todo, cerca de 2 mil entrevistadores trabalham na pesquisa, em 26 estados e no Distrito Federal, integrados à rede de coleta de mais de 500 agências do IBGE.

Por causa da pandemia de covid-19, a partir de 17 de março de 2020, o IBGE adotou a coleta de informações da pesquisa por telefone. O retorno da coleta de forma presencial foi em julho de 2021.

Segundo o IBGE, é possível confirmar a identidade do entrevistador no site Respondendo ao IBGE, ou por meio da Central de atendimento (0800 721 8181), conferindo a matrícula, documento de identidade ou CPF, dados que podem ser solicitados pelo informante.

Edição: Nádia Franco

2022-08-01T10:23:26-03:00agosto 1st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Hinode – Hinode lança Espelho Virtual para experimentação de seu portfólio de maquiagem

Marca já registra mais de 1 milhão e 400 mil acessos em outros dispositivos on-line que disponibiliza para os consumidores

A indústria da beleza tem cada vez mais investido em tecnologia para aprimorar processos e produtos. A Hinode, também presente no segmento digital, lança mais uma ferramenta on-line para auxiliar na escolha e experimentação dos seus produtos.

A novidade é o Espelho Virtual Dazzle, uma ferramenta digital de experimentação das maquiagens da linha Dazzle, que promove uma verdadeira autoconsultoria para quem compra, como também uma excelente ferramenta de vendas para os consultores da marca. A ferramenta oferece uma experiência completa para os clientes, antes mesmo de adquirir o produto, mostrando o efeito na pele em realidade aumentada.

Em pouco menos de 20 dias do lançamento, o Espelho Virtual Dazzle já teve 15 mil usuários únicos e 64 mil views. “Esses números são resultado de um grande engajamento dos nossos públicos, pois são orgânicos, o que ressalta ainda mais que as ferramentas são úteis”, comenta Erica Pagano, VP de Inovação e Branding do Hinode Group.
Os números da Hinode comprovam o sucesso da tecnologia. A ferramenta de análise de pele Routine Dermo, lançada em maio, oferece um diagnóstico da pele e, com base nele, sugere os produtos mais indicados para atender à necessidade de cada pele. “Ter uma ferramenta de análise da necessidade de cada pele é o caminho ideal para entregarmos a melhor rotina de cuidados, facilitando a escolha dos produtos e uma rotina personalizada. Com isso, ajudamos nossos consultores a prestarem uma consultoria mais adequada aos consumidores e esses a terem a conveniência da melhor escolha e experiência de compra”, explica Pagano.

Desde seu lançamento, a ferramenta Routine Dermo já registra 806 mil pageviews e 63 mil usuários únicos, contando com tempo médio de interação de 3 minutos e 35 segundos. Parte do sucesso se dá pela facilidade de uso da ferramenta, basta apenas fazer uma foto do rosto, responder ao questionário e receber a análise e indicação dos produtos.

A primeira ferramenta de beleza digital lançada pela marca foi o Filtro de Batons Dazzle, onde os usuários podem testar online a cor que mais agrada. O filtro, lançado em 1º de julho de 2021, recebeu recentemente o prêmio Trendsetter do Instagram, com números significativos: 765 mil impressões, 769 mil aberturas e 112 mil capturas, quando o usuário fez foto ou vídeo usando o app.

Ferramenta de análise de pele Routine Dermo: routinedermo.hinode.com.br

Espelho Virtual Dazzle: espelhodazzle.hinode.com.br

Filtro de batons Dazzle: acessar ícone de filtros no Instagram @hinodeoficial pelo celular

SOBRE HINODE
Fundado em 5 de outubro de 1988, o Hinode Group nasceu como uma empresa de cosméticos de venda direta. Em 2008, transformou-se numa das primeiras companhias nacionais a investir no modelo de marketing de rede. Uma marca feita para pessoas que assumem o rumo de suas vidas, orientados pela paixão por desenvolver produtos e criar oportunidades. A categoria fragrâncias é o carro-chefe, com itens premiados. A Hinode conta com linhas feminina, masculina, infantil e de bem-estar, oferecendo aos consumidores um portfólio de produtos essenciais e a beleza integral, que cuida de dentro para fora e de fora para dentro. Os itens da marca podem ser encontrados com consultores oficiais Hinode e no e-commerce da marca.

2022-08-01T10:16:50-03:00agosto 1st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|
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