Agência Brasil – Atividade econômica cresce 0,6% em julho, diz FGV

Dados do Monitor PIB foram divulgados nesta segunda-feira

A atividade econômica cresceu 0,6% em julho, em relação a junho, de acordo com o Monitor do PIB (Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país), apurado pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado hoje (19).

Na comparação com julho de 2021, a economia evoluiu 3,1%, enquanto no trimestre móvel encerrado em julho a expansão foi de 3,3%. Em termos monetários, a estimativa é de que o acumulado do PIB até julho de 2022 tenha alcançado, em valores correntes, R$ 5,482 trilhões.

Na avaliação da coordenadora da pesquisa, Juliana Trece, o crescimento do PIB em julho refletiu, pelo lado da oferta, o desempenho positivo da indústria e do setor de serviços. “Serviços estão realmente puxando a economia. Mas quando a gente olha pelo lado da demanda, o consumo está mais ainda impositivo; de fato, o consumo de serviços”, informou Juliana à Agência Brasil.

No entanto, ainda há uma demanda reprimida, salientou. Esses dados indicam que o desempenho da economia em julho foi explicado principalmente pelo consumo, padrão que tem sido observado ao longo do ano.

Juliana lembrou que, no segundo semestre, já se esperava o início de uma desaceleração desse consumo, mas o número de julho sinaliza que a economia ainda está sendo aquecida por essa parte de serviços.

“Não sabemos em que momento isso vai desacelerar. A gente tem a expectativa de desaceleração, por causa do patamar elevado de juros, mas o número de julho ainda não mostrou essa expectativa se concretizando”.

Segundo a economista da FGV, a expectativa é de que essa desaceleração ocorra em algum momento do segundo semestre e, mais forte ainda, em 2023. “Já neste ano, a gente pode sentir essa desaceleração. Mas, por enquanto, os números não estão mostrando isso”.

Consumo e FBCF

O Monitor do PIB-FGV mostra que o consumo das famílias cresceu 0,5% em julho comparado ao mês anterior. Na comparação interanual, houve expansão de 3,6% em julho. No trimestre móvel findo em julho, a evolução foi de 4,3%.

Na comparação trimestral, a FGV esclareceu que o crescimento se deve ao desempenho do consumo de produtos não duráveis e, em especial, pelo consumo de serviços. Na mesma comparação, o consumo de duráveis tem contribuído negativamente durante todo o ano e o consumo de semiduráveis apresentou queda em julho, após quatro trimestres móveis consecutivos de crescimento.

Em relação à formação bruta de capital fixo (FBCF), que sinaliza a ampliação da capacidade produtiva da economia, o Monitor indica que após cinco trimestres de alta, ela se retraiu em julho (-0,8%), em comparação a junho.

Na comparação interanual, a retração foi de 0,7% em julho, enquanto no trimestre móvel encerrado em julho, houve aumento de 2,3%. Nessa comparação, o componente de máquinas e equipamentos foi o único a apresentar queda (-0,5%).

Apesar dessa retração, o Monitor destaca que desde o trimestre móvel encerrado em fevereiro, as quedas de máquinas e equipamentos têm sido menores do que as observadas nos trimestres móveis anteriores.

Exportação e importação

A exportação de bens e serviços avançou 1,6% em julho, comparado ao mês anterior. Na comparação interanual, foi registrado crescimento de 4,7% em julho, com retração de 0,7% no trimestre móvel findo em julho.

As maiores contribuições para esse resultado foram as quedas na exportação de produtos agropecuários e da extrativa mineral, embora tenha havido crescimento das exportações de serviços, bens intermediários, bens de capital e de consumo, explicou Juliana.

“Por mais que tenha havido crescimento em outros segmentos, a exportação desses grupos específicos de agropecuária e extrativa contribuiu mais para esse número negativo. Acabou sendo negativo nesse agregado, contabilizando o que perdeu e o que ganhou, sobressaindo essas quedas”, disse a economista. Chamou a atenção, porém, que em maio, as quedas desses dois grupos (agropecuários e extrativa mineral) estavam mais acentuadas do que em julho.

A importação de bens e serviços apresentou crescimento de 3,4% em julho comparado a junho. Na comparação interanual, cresceu 12,3% em julho e 4,6% no trimestre móvel findo em julho. De acordo com o Monitor do PIB-FGV, a importação de bens de capital e, principalmente, de serviços, explicam o resultado positivo das importações.

Matéria alterada às 12h38 do dia 20/9 para correção no segundo parágrafo. O valor corrente ficou em R$ 5,482 trilhões e não R$ 5.482.820 como publicado inicialmente.

Edição: Denise Griesinger

2022-09-21T11:50:09-03:00setembro 21st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

GKPB – Royal Prestige promove jantar surpresa para a ex-BBB Carol Peixinho

A marca promove experiência gastronômica conduzida pelo chef Youtuber Léo Abreu

Royal Prestige, em projeto desenvolvido pela agência Tastemakers Brasil, a companhia convocou o chef Youtuber e apresentador, Léo Abreu, para surpreender a ex-BBB Carol Peixinho preparando um jantar especial na casa da influenciadora, com um menu exclusivo.

Carol entra como nova integrante do squad de influenciadores da Royal Prestige, responsável por compartilhar conteúdos sobre os produtos da marca nas redes sociais. Os melhores momentos do encontro entre Abreu e Peixinho serão divulgados em seus perfis do Instagram e no perfil da marca.

A ideia da Royal Prestige, que também é patrocinadora do MasterChef Brasil, é atingir um público interessado em ter uma rotina alimentar de qualidade e saudável associada à correria do dia a dia, além de democratizar as informações sobre seus produtos premium, deixando-os mais acessíveis.

“A Carol compartilha do mesmo objetivo da Royal Prestige, que é estimular uma alimentação saudável, saborosa, que demonstre o cuidado com aqueles que amamos e o quanto isso impacta no nosso bem-estar. É muito gratificante tê-la conosco nesta ação”, destaca Cinthia Oliveira, Gerente Sênior de Marketing da companhia.

2022-09-19T11:40:18-03:00setembro 19th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Brazil Beauty News – Mahogany investe em loja conceito para reforçar seu posicionamento premium

As futuras unidades da marca já adotarão o modelo boutique e toda a rede passará por uma atualização gradativa para incorporar a nova identidade.

Fundada no início dos anos 1990, a Mahogany iniciou sua trajetória no mercado de cosméticos com vendas no varejo, com foco em lojas de departamento, como Mesbla e Mappin. Seus sabonetes líquidos, comercializados em embalagens grandes, de cores vivas e com válvulas pump – uma inovação para o Brasil na época –, chamaram a atenção do público, fazendo com que a empresa se tornasse líder da categoria por anos. Com o declínio dos grandes magazines no país, a marca precisou se reinventar, chegando a lojas especializadas, drogarias e, sobretudo, abrindo franquias a partir de 2006.

Novo modelo “boutique” da marca

Atualmente, a Mahogany contabiliza mais de 200 unidades em operação no Brasil. Todas elas passarão por um processo de renovação, seguindo o novo modelo “boutique” da marca, que foi apresentado do final do mês de julho com a inauguração de sua primeira loja conceito em um shopping de Alphaville, na Grande São Paulo.

Reunimos toda a qualidade, autenticidade e exuberância da Mahogany em uma loja sofisticada e convidativa ao mesmo tempo. Queremos proporcionar uma experiência única com os produtos e fazer com que o cliente se sinta em um lugar de prestígio”, afirma o gerente de marketing Brian Drummond.

Ele explica que o modelo foi criado para reforçar o posicionamento da empresa no mercado de cosméticos de alto padrão. “É um conceito completamente novo e que traz a melhor expressão da marca hoje. Somos reconhecidos como uma marca premium. Entendemos que este é o nosso verdadeiro espaço e que devemos nos consolidar aqui.

Além da atualização gradativa de toda a rede, o gerente de marketing conta que as futuras unidades – lojas e quiosques – da empresa já serão inauguradas com o modelo boutique, com adaptações para a arquitetura e instalações de cada local. “Queremos estar presentes em cidades e locais que reúnem um público ávido pelo melhor. O brasileiro tem se tornado cada vez mais exigente e estamos prontos para entregar isso”.

Perfume Bar

Um dos destaques da loja conceito é o Perfume Bar, uma estação dedicada a fragrâncias, que permite o contato do cliente com todo o portfólio da empresa, que conta com mais 50 fragrâncias masculinas e femininas – além de produtos corporais, soluções capilares e linha de dermocosméticos. “Já somos associados por muitos à perfumaria. Com a Mahogany Boutique queremos aumentar esta percepção para todo o nosso público, proporcionando uma viagem sensorial por nossas elaboradas criações”, diz Drummond.

Com forte presença no ambiente digital, a companhia também pretende ampliar sua força de venda direta, canal com que trabalha há cerca de oito anos. No início de 2022, a Mahogany informou que as lojas físicas representavam 21,4%, e as consultoras de venda 66,3% do retorno anual da marca.

Nova fragrância

Junto da loja boutique, a marca apresentou a fragrância Make Me Fever Off White, “com notas de limão primofiore e pimenta rosa, que traduzem a personalidade e elegância da mulher brasileira”, afirma o gerente de marketing. Outra novidade da Mahogany é sua primeira investida no ramo de licenciamento, com o lançamento de uma linha inspirada na série “Emily in Paris”, exibida pela Netflix.

A coleção traz cinco itens de beleza – incluindo Eau de Toilette, hidratante corporal, spray iluminador, creme para as mãos e sabonete facial – e dois acessórios. “Somos fãs desta série e acreditamos que a moda, a sofisticação e a descontração presentes nesta história são pontos tangentes com nossa marca. Desenvolvemos produtos autênticos e de alta qualidade, pensando exclusivamente na personagem que tanto representa a mulher jovem e elegante, que deseja conquistar o mundo“, finaliza Drummond.

2022-09-19T11:36:25-03:00setembro 19th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Faturamento do turismo brasileiro cresce 32% em julho

Dados foram divulgados pela FecomercioSP

O turismo brasileiro faturou R$ 18,3 bilhões em julho, informou hoje (16) o Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Segundo a federação, isso significou crescimento de 32,1% em relação ao mesmo período do ano passado e o resultado foi impulsionado pelas férias escolares. 

Em comparação a julho de 2019, antes da pandemia de covid-19, o faturamento foi 2% inferior.

O segmento que mais contribuiu para a alta do turismo no mês de julho foi o do transporte aéreo, que cresceu 86,8% no comparativo anual, seguido pelos serviços de alojamento e alimentação (22%) e pelas atividades culturais, recreativas e esportivas (18,8%).

Em valores absolutos, o setor de transporte aéreo contribuiu com R$ 6,2 bilhões desse total de faturamento do setor. Já os serviços de alojamento e alimentação faturaram R$ 5,2 bilhões. O setor de transporte terrestre, composto por ônibus intermunicipal, interestadual e internacional, além de trens turísticos, somou R$ 2,9 bilhões.

Em seguida apareceram os segmentos de locação de veículos, agências e operadoras de turismo (faturamento de R$ 2,7 bilhões em julho); de atividades culturais, recreativas e esportivas (R$ 1,27 bilhão); e de transporte aquaviário (R$ 49 milhões).

Edição: Lílian Beraldo

2022-09-19T11:33:08-03:00setembro 19th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

DSN – Mary Kay estuda o impacto do microbioma da pele no antienvelhecimento

A Mary Kay Inc. anunciou uma nova parceria com o Dr. Jack Gilbert, professor de pediatria da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia em San Diego e professor de oceanografia microbiana na UC San Diego Scripps Institution of Oceanography, enquanto estuda o microbioma da pele. Através desta colaboração, Mary Kay espera explorar como as mudanças microbianas influenciam os atributos da pele.

Dr. Gilbert recentemente tornou-se co-diretor do Centro de Microbioma e Metagenômica da UC San Diego, parte do programa Nutrição para Saúde de Precisão do National Institutes of Health, de US$ 175 milhões. A pesquisa já está deixando claro que a pele humana, como o intestino, tem seu próprio ecossistema complexo de bactérias e microorganismos. Pouco se sabe, no entanto, sobre quais fatores contribuem para a variação nas comunidades bacterianas e seu impacto no processo de envelhecimento.

“Compreender como nosso processo normal de envelhecimento influencia a microbiota da pele pode fornecer novas descobertas surpreendentes que moldam o futuro no design de produtos cosméticos”, disse a Dra. Lucy Gildea, Diretora de Inovação, Produto e Ciência da Mary Kay Inc. “Estamos entusiasmados fazer parceria com o Dr. Gilbert para entender melhor o impacto do microbioma na saúde geral da pele.”

2022-09-16T11:15:50-03:00setembro 16th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Governo eleva previsão de crescimento da economia para 2,7%

Projeção para inflação recuou de 7,2% para 6,3%

A Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia elevou a projeção para o crescimento da economia este ano, enquanto a estimativa para a inflação teve recuo. As projeções estão no Boletim MacroFiscal divulgado hoje (15).

A estimativa para o aumento do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos no país) foi de 2% para 2,7%, em relação ao boletim divulgado em julho, reflexo do aumento do emprego, do desempenho do setor de serviços e da elevação da taxa de investimento.

“A revisão altista para a atividade econômica em 2022 se deve principalmente ao resultado do PIB do segundo trimestre – crescimento de 1,2% na margem – superior ao estimado e à tendência positiva dos indicadores já divulgados para o terceiro trimestre de 2022”, informou a SPE.

No primeiro semestre, o indicador acumula alta de 2,5%. Em 2021, o PIB do Brasil cresceu 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões.

De acordo com o Ministério da Economia, houve expansão no mercado de trabalho, com a taxa de desocupação caindo para 9,1% no trimestre encerrado em julho e o contingente de pessoas ocupadas chegando a quase 100 milhões, um recorde na série histórica, iniciada em 2012. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No âmbito dos investimentos, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) cresceu 4,8% em relação ao trimestre anterior na última divulgação das contas nacionais. E, segundo dados do IBGE, os indicadores do setor de serviços tiveram expansão anualizada de quase 4,5% nos últimos três trimestres.

Perspectivas

O Ministério da Economia espera a continuidade do crescimento da atividade ao longo deste segundo semestre. “As primeiras divulgações para o mês de julho sugerem que indústria, serviços e mercado de trabalho continuam crescendo. As séries de confiança confirmam as expectativas positivas para o terceiro trimestre de 2022, com expansão disseminada nos diversos setores”, diz a SPE.

Entretanto, as estimativas pressupõem alguma desaceleração da economia ao longo desse período em razão de riscos externos, como a desaceleração do crescimento global e os impactos da guerra na Ucrânia. Nesse contexto adverso, houve uma revisão das taxas de crescimento dos países desenvolvidos e emergentes que ajudam a compor o cenário básico para as projeções.

“O cenário básico para a projeção da atividade nesta grade de parâmetros pressupõe, como hipótese importante, um crescimento moderado para 2023 das economias desenvolvidas e emergentes de 1,1% e 4,4%, respectivamente. Isso indica que, segundo o consenso de mercado, deverá ocorrer uma desaceleração da atividade econômica nos países desenvolvidos, mas uma aceleração do crescimento para os emergentes, quando comparado às últimas estimativas para 2022. Deve-se destacar que o cenário básico não considera uma recessão global, com efeitos negativos nos termos de troca e nas condições financeiras locais”, diz o boletim.

Para os próximos anos, de 2023 a 2026, a estimativa de crescimento do PIB brasileiro se manteve em 2,5%.

Inflação

A projeção de inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para 2022 recuou de 7,2% para 6,3%. Mas ainda está acima da meta de inflação para o ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional em 3,5%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2% e o superior é 5%.

No ano, o IPCA já acumula alta de 4,39% e, em 12 meses, o índice total está em 8,73%.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), utilizado para estabelecer o valor do salário mínimo, deverá encerrar este ano com variação de 6,54%, segundo a previsão da SPE, queda de 0,87 ponto percentual em relação ao boletim anterior. A projeção para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), que inclui também o setor atacadista e o custo da construção civil, além do consumidor final, é de 9,44%, abaixo da variação verificada na grade anterior, de 11,51%, e inferior à taxa registrada em 2021, de 17,74%.

Edição: Fernando Fraga

2022-09-16T11:13:36-03:00setembro 16th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – IGP-10 tem deflação de 0,90% em setembro

Queda foi mais acentuada do que no mês anterior

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou deflação (queda de preços) de 0,90% em setembro deste ano. A queda foi mais acentuada do que a observada no mês anterior (-0,69%).

O dado foi divulgado hoje (16) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com esse resultado, o índice acumula taxas de inflação de 7,45% no ano e de 8,24% em 12 meses. Em setembro do ano passado, o índice havia tido deflação de 0,37% no mês e inflação de 26,84% em 12 meses.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, teve queda de 1,18% em setembro, deflação superior à registrada no mês anterior (-0,65%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, também continuou registrando deflação, mas com taxa maior, ao passar de -1,56% em agosto para -0,14% em setembro.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) passou de uma inflação de 0,74% em agosto para deflação de 0,02% em setembro.

Edição: Graça Adjuto

2022-09-16T11:09:54-03:00setembro 16th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

PEGN – O segredo do sucesso tem três palavras-chave, segundo o empresário João Appolinário

O dono da Polishop falou sobre a lição de empreendedorismo que recebeu de seu pai durante o Latam Retail Show 2022

Como você pavimentaria a estrada para o sucesso? De quais instrumentos lançaria mão? A pergunta de US$ 1 milhão tem muitas respostas, várias delas inspiradoras. Para o empresário João Appolinário, fundador da Polishop — varejista com faturamento de cerca de R$ 1 bilhão —, o segredo não é complicado e foi ensinado pelo pai, que também era empreendedor.

“Não existe empreendedorismo sem liderança, não existe liderança sem conhecimento e não existe conhecimento sem dedicação”, explicou ele, ressaltando as palavras “liderança”, “conhecimento” e “dedicação”. “Empreendedorismo tem a ver com atitude. Liderança é mais do que vocação, é dedicação. Não adianta ter vocação, se não tiver ação”, disse Appolinário durante a palestra “Liderança no Admirável Mundo Novo, de Novo”, no segundo dia do evento Latam Retail Show 2022, nesta quarta-feira (14/9), em São Paulo.

Ao lado do também empresário Mário Gazin, do Grupo Gazin, e do mediador Marcos Gouvêa de Souza, o empreendedor frisou que o aprendizado por tentativa e erro também é parte fundamental do empreendedorismo. “Tive a opção de ser herdeiro da empresa do meu pai, mas resolvi empreender. Errei e acertei. Faz parte do empreendedorismo apanhar”, afirmou.

A dica que ele dá a quem quer começar o próprio negócio é não esperar sair do emprego em que está para dar o pontapé inicial. “Comece onde você está trabalhando hoje. Veja a oportunidade: você pode errar com o dinheiro do patrão”, brincou. “Apreenda lá [na empresa em que trabalha] e depois crie o seu próprio negócio. Não adianta sair do trabalho porque não aguenta mais o patrão, pois em um empreendimento os clientes, os parceiros e os fornecedores serão todos seus chefes”, finalizou.

2022-09-15T10:40:00-03:00setembro 15th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Com VC – O papel do eixo cérebro-intestino na depressão

Dia nacional de prevenção e combate à enfermidade, celebrado em 15 de setembro, visa alertar para o problema que atinge milhões de pessoas no planeta

A depressão é o transtorno mental mais comum e uma das principais causas de incapacidade no mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) estimam que mais de 300 milhões de pessoas sofram de depressão no planeta e que, em 20 anos, a doença deverá se tornar a mais comum em nível global. A entidade também calcula que aproximadamente 5,8% da população brasileira é portadora da enfermidade, o que significa um total de 11,5 milhões de indivíduos. De acordo com o Ministério da Saúde, a prevalência de depressão ao longo da vida no Brasil está em torno de 15,5% da população.

Instituído em 2019, o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Depressão tem como finalidade alertar para os riscos relativos ao problema que, além de diminuir a qualidade de vida, é um dos motivos dos altos índices de suicídio. Aproximadamente 800 mil pessoas acabam com a própria vida a cada ano no mundo, e o suicídio já é a segunda causa de morte entre indivíduos de 15 a 29 anos de idade. A doença aparece, em geral, no final da terceira década da vida, e estudos mostram prevalência em até 20% nas mulheres e 12% nos homens.

Embora já exista um grande número de pesquisas sobre a doença, os mecanismos precisos da fisiopatologia da depressão permanecem indefinidos. A enfermidade tem característica multifatorial e pode ser causada pela genética, com estimativa de 40% na suscetibilidade; devido à deficiência na bioquímica cerebral, com destaque para a ação de neurotransmissores como noradrenalina, serotonina e dopamina; e em razão de eventos estressantes que podem desencadear episódios depressivos em indivíduos com predisposição genética.

Nos últimos anos, a ciência também descobriu uma correlação importante no eixo cérebro-intestino-microbiota para o desencadeamento de transtornos neuropsiquiátricos como a depressão, com destaque para a ação de algumas espécies de microrganismos que compõem a microbiota intestinal.

Um dos estudos, desenvolvido por pesquisadores dos Estados Unidos e da Irlanda, mostrou como as alterações nesse eixo podem ser determinantes na fisiopatologia de diversas doenças, com destaque para a importante função dos neurotransmissores, em especial a serotonina. Em outra pesquisa, cientistas sugerem que alterações na composição da microbiota intestinal e na função metabólica podem ser relevantes, inclusive, para a resposta do organismo aos antidepressivos, fornecendo informações sobre os mecanismos responsáveis ??pela eficácia desses medicamentos.

Em um artigo de revisão, pesquisadores japoneses e chineses analisaram o acúmulo de evidências de estudos pré-clínicos e clínicos sugerindo que as alterações na microbiota intestinal, nos ácidos graxos de cadeia curta e nos metabólitos derivados de microrganismos intestinais desempenham um papel fundamental na fisiopatologia da depressão através do eixo cérebro-intestino-microbiota, incluindo os sistemas neurais e imunológicos. No artigo, os cientistas revisaram as descobertas recentes sobre o eixo cérebro-intestino-microbiota na depressão e discutiram o potencial desse eixo como alvo terapêutico para tratar a doença.

Probióticos

Um dos caminhos avaliados pelos cientistas para ajudar no tratamento da depressão envolve a ingestão de cepas probióticas específicas. Nesse sentido, pesquisadores chineses desenvolveram um estudo clínico com participantes de 18 a 60 anos com depressão que ingeriram uma bebida com o probiótico L. casei Shirota – presente nos leites fermentados da Yakult – diariamente, por nove semanas. Ao final do experimento, os cientistas concluíram que a ingestão do probiótico melhorou significativamente a constipação (comum na enfermidade) e os sintomas depressivos. Além disso, a intervenção com o probiótico aumentou os níveis de bactérias intestinais benéficas e diminuiu as bactérias relacionadas à doença mental, sugerindo que esse tipo de probiótico poderia contribuir para melhorar os sintomas comuns em indivíduos com depressão.

2022-09-15T10:35:38-03:00setembro 15th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Atividade econômica tem alta de 1,17% em julho, diz Banco Central

No acumulado em 12 meses, o indicador ficou positivo em 2,09%

A atividade econômica brasileira registrou alta em julho deste ano, de acordo com dados divulgados hoje (15) pelo Banco Central (BC). O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) apresentou aumento de 1,17% em julho de 2022 em relação ao mês anterior, de acordo com os dados dessazonalizados (ajustados para o período).

Desde o ano passado, os resultados do IBC-Br vêm oscilando. Em abril e maio teve queda, em junho apresentou crescimento de 0,69% e, agora, mais uma alta.

Em julho, o IBC-Br atingiu 145,55 pontos. Na comparação com julho de 2021, houve crescimento de 3,87% (sem ajuste para o período, já que a comparação é entre meses iguais). No acumulado em 12 meses, o indicador também ficou positivo, em 2,09%.

O índice é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic, definida atualmente em 13,75% ao ano. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia, a indústria, o comércio e os serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo Banco Central para tentar antecipar a evolução da atividade econômica. Entretanto, o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em 2021, o PIB do Brasil cresceu 4,6%, totalizando R$ 8,7 trilhões. No primeiro semestre de 2022, o indicador já avançou 2,5%.

Edição: Denise Griesinger

2022-09-15T10:29:45-03:00setembro 15th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
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