Agência Brasil – Dólar e bolsa ficam estáveis na última sessão antes do segundo turno

Moeda norte-americana sobe 2,97% na semana

No último pregão antes do segundo turno das eleições presidenciais, o dólar e a bolsa fecharam praticamente estáveis. Mesmo assim, na semana, o dólar acumulou alta de quase 3% e a bolsa, queda em torno de 4,5%.

O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (28) vendido a R$ 5,30, com queda de apenas 0,12%. A cotação oscilou bastante, chegando a R$ 5,36 por volta das 13h. No entanto, o alívio no cenário externo reequilibrou o câmbio, fazendo a moeda desacelerar ao longo da tarde.

Apesar da queda de hoje, o dólar fechou a semana com alta de 2,97%. A divisa, porém, acumula recuo de 1,76% em outubro e cai 4,95% em 2022.

No mercado de ações, o dia também foi marcado pela volatilidade. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 114.539 pontos, com leve queda de 0,09%. Pouco depois das 11h, o indicador chegou a cair 1,11%, mas reagiu ao longo do dia até fechar estável. A bolsa brasileira caiu 4,45% na semana, após avançar 7,01% na semana passada.

Dois fatores contribuíram para a instabilidade no mercado financeiro nesta sexta. O primeiro foi a proximidade do segundo turno das eleições. Tradicionalmente, a semana eleitoral é marcada pela volatilidade dos ativos. O segundo foi o fechamento da taxa Ptax, taxa média de câmbio que corrige a dívida externa. A definição da Ptax no fim de cada mês costuma provocar um vaivém na cotação do dólar.

A situação no mercado foi amenizada pelo cenário internacional. A divulgação de que o preço dos imóveis nos Estados Unidos teve forte queda nesta semana aumentou as expectativas de que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) alivie o ritmo de elevação dos juros a partir de dezembro.

Os investidores esperam uma alta de 0,75 ponto na reunião do Fed na próxima semana e uma subida de 0,5 ponto em dezembro. A melhoria das estimativas provocou a recuperação das bolsas norte-americanas, aliviando a pressão sobre a bolsa brasileira. O Dow Jones, das empresas industriais, subiu 2,59%. O Nasdaq, das empresas de tecnologia, avançou 2,87%. O S&P 500, das maiores empresas, ganhou 2,46%.

* Com informações da Reuters

Edição: Fábio Massalli

Fonte: Agência Brasil

2022-10-31T10:07:55-03:00outubro 31st, 2022|Categories: Economia|

Pequenas Empresas e Grandes Negócios – Grupo Boticário prepara exército digital com mais de 50 mil revendedoras-influenciadoras

Objetivo é ajudar revendedoras de O Boticário, Quem Disse, Berenice? e Eudora a levarem relacionamento com cliente para o digital. Empresa estima que profissionais consigam aumentar a venda em até cinco vezes

Tem quase um ano que o Grupo Boticário iniciou um projeto piloto para formar suas revendedoras e transformá-las em influenciadoras digitais para turbinar a venda direta. Na época, PEGN anunciou a novidade com exclusividade, e cerca de 600 profissionais já estavam utilizando as redes sociais para se relacionar com seu público. Agora, novamente em primeira mão falamos sobre a expansão do projeto: 50 mil revendedoras de O Boticário, Quem Disse, Berenice? e Eudora já estão inscritas nas formações oferecida pela empresa.

De acordo com o grupo, o objetivo é fazer com que as revendedoras não se limitem à produção de conteúdo para redes sociais. Por essa razão, a trilha oferecida dentro da plataforma da escola de negócios Conquer passa por soft skills, produção e edição de conteúdo e gestão financeira.

“Queremos que elas se tornem, de fato, influenciadoras digitais e sabemos que para isso é indispensável que tenham uma visão ampla do negócio, desenvolvendo melhores conexões no relacionamento com os seus clientes e, consequentemente, melhores resultados em vendas”, afirma Gustavo Fruges, diretor executivo de brand experience do Grupo Boticário.

O grupo diz que os resultados dependem da dedicação e do desempenho de cada profissional, mas que, em média, as vendas chegam a aumentar até cinco vezes depois que elas passam a aplicar as técnicas aprendidas.

Desde o piloto, a formação ganhou novas modalidades, que abordam também questões sociais e comportamentais, por demanda das próprias profissionais. “Nossas revendedoras levam muito mais que produtos, são mulheres que carregam também nossos valores e mensagens. E é justamente essa visão que nos motiva a pensar caminhos para amplificar suas vozes, criando condições para que sejam reconhecidas e valorizadas nas redes sociais, espaço extremamente relevante no cenário atual e onde os brasileiros gastam em média, mais de 3,5 horas por dia”, afirma Fruges.

Franquias no Instagram

Além dos perfis de revendedoras, O Boticário também tem apostado fortemente no empoderamento digital das mais de 3,6 mil lojas espalhadas pelo país. Em julho deste ano, a marca já acumulava 1,6 mil páginas no Instagram geridas diretamente pelos franqueados. Juntos, os perfis — alimentados diretamente pelas equipes de loja — somavam três milhões de seguidores.

ara justificar os investimentos, o grupo menciona um estudo conduzido pela empresa Cupom Válido, com dados da Statista e da HootSuite, divulgado em julho deste ano. O levantamento mostra a aderência do consumidor brasileiro às recomendações de influenciadores digitais. O Brasil, segundo a pesquisa, é líder neste quesito: 43% afirmaram já terem feito compras com base em indicações de influenciadores.

“Para nós, do Grupo Boticário, esse é um dado que mostra muito mais do que uma tendência, mas um comportamento coletivo que abre muitas oportunidades: não apenas para levarmos nossos produtos até onde os nossos consumidores estão, mas, principalmente, para entender o que as pessoas estão buscando e como elas querem se conectar com as marcas e seus representantes no ambiente virtual”, comenta Fruges.

Fonte: Pequenas empresas e grandes negócios

2022-11-04T11:10:51-03:00outubro 31st, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Infomoney – Como o Ibovespa e o dólar devem reagir à vitória de Lula? Ações de consumo e varejo aparecem no radar e estatais entram em “luz amarela”

Especialistas projetam susto inicial e aguardam nome do ministro da Fazenda do novo governo

Especialistas ouvidos pelo InfoMoney avaliam que o resultado da eleição presidencial aumenta a percepção de risco para parte dos investidores. O sentimento é estimulado, entre outros fatores, pela falta de sinalização de quem será o ministro da Fazenda do novo governo.

“Precisaríamos ter algo mais concreto do que vai ser feito [em relação ao ministro da Fazenda]”, pontua Felipe Simões, economista e diretor da WIT Asset. “Temos de esperar quem vai ser o ministro da Fazenda de um eventual governo Luiz Inácio Lula da Silva e isso vai ser bastante importante”, afirma.

Além disso, há um temor, ainda que tenha diminuído temporariamente, de contestação das urnas em meio a um resultado tão apertado: com 99,99% das urnas apuradas, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tinha 50,9% dos votos, ante 49,1% de Jair Bolsonaro (PL).

A equipe do JPMorgan, liderada por Cassiana Fernandez, destacou em relatório preocupações com a tensão política. “Com um resultado tão apertado, reconhecemos que a tensão política pode aumentar no curto prazo, e estaremos monitorando de perto este risco nos dias à frente. Ainda assim, como sinalizamos há algum tempo, não vemos razão para acreditar Lula não tomará posse em janeiro de 2023.”

Pensando já na abertura dos mercados nesta segunda-feira (31), a expectativa é de uma reação negativa dos investidores.

Para Flávio Conde, analista de ações da Levante Ideias de Investimentos, os mercados devem abrir nesta segunda-feira (31) na defensiva, ou seja, dólar subindo de R$ 5,30 para R$ 5,45 a R$ 5,50, juros futuros (DI Futuro) aumentando em torno de 0,50% a 1,00% ao ano na maioria dos vencimentos.

Em relação às estatais, Conde projeta que Petrobras (PETR4) e Banco do Brasil (BBAS3) sofram forte queda na retomada das negociações.

Fonte: Infomoney

2022-10-31T10:05:10-03:00outubro 31st, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Agência Brasil – Desemprego cai para 8,7% no terceiro trimestre, revela IBGE

A população ocupada somou 99,3 milhões de pessoas

A taxa de desemprego caiu 0,6 ponto percentual no trimestre móvel de julho a setembro de 2022 e ficou em 8,7% no período, em comparação com o trimestre de abril a junho, quando foi de 9,3%. Em relação ao mesmo período de 2021, quando o desemprego estava em 12,6%, a redução é de 3,9 pontos percentuais.

Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua e foram divulgados hoje (27), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o IBGE, é a menor taxa desde o trimestre fechado em junho de 2015, quando o desemprego estava em 8,4%. Os dados apontam para um total de 9,5 milhões de pessoas desocupadas, queda de 6,2% (menos 621 mil pessoas) no trimestre e 29,7% (menos 4 milhões) no ano.

Em números absolutos, a população ocupada somou 99,3 milhões de pessoas, um recorde da série iniciada em 2012. A alta na comparação trimestral foi de 1% ou mais um milhão de pessoas. Na comparação anual, a alta é de 6,8% ou mais 6,3 milhões.

Subutilização

O nível da ocupação ficou em 57,2% e a taxa composta de subutilização foi de 20,1%, a menor desde março de 2016. O contingente subutilizado somou 23,4 milhões de pessoas e o subocupado por insuficiência de horas trabalhadas estava em 6,2 milhões no trimestre encerrado em setembro, o menor total desde junho de 2017. Os desalentados ficaram estáveis em 4,3 milhões de pessoas frente ao trimestre anterior e caíram 17,2% na comparação anual.

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado subiu 1,3% no trimestre, para 36,3 milhões de pessoas, e os sem carteira assinada atingiram o maior nível da série histórica, apesar da estabilidade no trimestre: 13,2 milhões de pessoas. A taxa de informalidade caiu de 40% para 39,4% da população ocupada, com 39,1 milhões de trabalhadores informais.

Os trabalhadores por conta própria somaram 25,7 milhões de pessoas, os domésticos são 5,9 milhões e os empregadores ficaram em 4,4 milhões.

O setor público cresceu 2,5% no trimestre e atingiu 12,2 milhões de empregados, o recorde da série histórica. Outros 3,1 milhões de pessoas são empregados no setor público sem carteira assinada, apresentando alta de 11,6% no trimestre.

O IBGE apontou, também, aumento no trimestre no número de pessoas ocupadas nos setores da administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais. Na comparação anual, houve redução no grupamento de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura.

Rendimento

O rendimento real habitual subiu 3,7% na comparação trimestral, indo para R$ 2.737, somando R$ 266,7 bilhões na massa de rendimento.

Os aumentos no trimestre foram observados na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura; indústria, comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas; informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas; e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais.

Por tipo de ocupação, os empregados com carteira de trabalho assinada tiveram aumento de 2,8% no trimestre, os empregados no setor público 2,3%, e os empregadores estão ganhando 10% a mais. As demais categorias não apresentaram variação significativa.

Título alterado às 11h41 para corrigir informação.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: Agência Brasil

2022-10-28T10:16:16-03:00outubro 28th, 2022|Categories: Economia|

Isto é Dinhheiro – Kroton aprende com a Natura

Projeto da empresa de educação replica o modelo de vendas por meio de representantes autônomos e supera 100 mil matrículas no ensino superior.

Levar conhecimento e transformação a estudantes e, simultaneamente, oferecer oportunidade de renda à população. Em pouco mais de dois anos de atuação, a plataforma Consultoria Educação da Kroton, que conecta pessoas ao ensino superior, atingiu marca emblemática: 100 mil alunos. O sistema de vendas é semelhante ao já conhecido modelo de representantes de marcas como Natura, Mary Kay, Jequiti e Herbalife. Só que em vez de cosméticos e produtos naturais, o produto do catálogo é curso superior. “Para os mais de 1,3 mil consultores ativos inscritos, além de renda complementar, há todo um valor agregado de aprendizado envolvido nos treinamentos de gestão e de suporte”, disse Daniel Pillmann, sócio e diretor nacional da Consultoria Educação.

Por meio do app Consultoria Educação, profissionais autônomos podem se inscrever gratuitamente como consultores de educação e, a partir daí, recebem treinamento para que possam vender cursos de graduação e pós-graduação (presencial e a distância) de todas as marcas Kroton (Anhanguera, Pitágoras, Unic, Uniderp, Unime, Unopar) – além de cursos da edtech Ampli. “A cada matrícula efetivada, o consultor recebe uma comissão com valor equivalente ao de uma mensalidade do curso escolhido pelo candidato, limitada a R$ 300”, afirmou o executivo, ao destacar que não existe cota mensal de vendas. “Os ganhos são ilimitados para nossos consultores, ou seja, quanto maior a produção, maior os recebíveis. As comissões são pagas mensalmente.”

Agora com um time totalmente estruturado, o objetivo da Kroton é levar renda e educação a mais de 3 mil cidades do Brasil, segundo o executivo. Hoje, o projeto está disponível em 1,2 mil municípios. Todas as etapas do processo são realizadas diretamente pelo aplicativo, construído com foco na usabilidade e na experiência do usuário, o que permite aos consultores terem total autonomia sobre as suas vendas e comissões. O app oferece ainda materiais de comunicação e ofertas para venda dos cursos, geração de boletos e envio de notas fiscais, opções para a realização de vendas e inscrição de alunos no vestibular, extrato em tempo real para acompanhamento das vendas e canal de chatbot para dúvidas.

A parceria visa ampliar a oferta de cursos e capacitação para estudantes que vivem em cidades afastadas dos grandes centros e que antes precisavam se deslocar até outros municípios para terem acesso ao ensino superior. “Não há foco regional específico, pois estamos presentes em todo território nacional”, afirmou o diretor. “Para os cursos presenciais, são mais de 2 mil cidades e suas regiões, onde estão as marcas Kroton. Já para as modalidades EAD e cursinho digital, não há limite de território para amplificar a rede de educação.” A Consultoria Educação não divulga as regiões do País com maior número de vendas e de consultores, além do investimento já realizado – e a ser feito – no projeto.

“Para os mais de 1,3 mil consultores, além de renda complementar, há um valor agregado de aprendizado nos treinamentos de gestão” Daniel Pillmann, sócio e diretor nacional da Consultoria Educação.

Além de facilitar o acesso ao ensino superior, a Consultoria Educação disponibiliza aos alunos atendimento personalizado. “Os consultores ajudam os estudantes em relação a dúvidas sobre cursos, mercado de trabalho, além de dar assistência em todas as etapas do processo, desde a inscrição no vestibular à efetivação da matrícula.”

Apesar do curto tempo de criação, o projeto Consultoria Educação passa por constantes melhoramentos e adaptações. Exemplo disso são os cursos de pós-graduação incluídos no portfólio de produtos do app em 2022. Até então, os consultores só vendiam cursos de graduação. “Temos em andamento para os próximos meses novos projetos de inclusão de produtos no app e um time de experiência do cliente e inovação atento a todas as necessidades dos nossos consultores, trabalhando constantemente em melhorias e novas oportunidades.”

Fonte: Istoé Dinheiro

2022-10-28T10:13:45-03:00outubro 28th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Dois terços – Avon reforça importância da visibilidade à saúde das pessoas trans

De acordo com a Faculdade de Medicina de Botucatu (UNESP), as pessoas trans representam 2% da população adulta brasileira. O grupo possui expectativa de vida de 35 anos, em média. Além disso, 60% das pessoas transgênero sofrem de depressão, segundo dados divulgados pela revista The Lancet, em 2018. Para mobilizar empresas e a sociedade pela atenção e o cuidado à saúde dessa população, a Avon realiza, pelo segundo ano consecutivo, o Mês Violeta, um movimento criado pela companhia em parceria com a agência Wunderman Thompson com a proposta de divulgar informações especializadas sobre o assunto, prestar acolhimento e oferecer apoio médico gratuito para a comunidade.

Entre os dias 15 de outubro e 15 de novembro, a marca realizará diversas ações para trazer visibilidade para a saúde das pessoas trans e não-bináries. Em parceria da AVUS, plataforma voltada para a democratização da saúde, a empresa viabilizará teleconsultas gratuitas com profissionais de psicologia, cardiologia, dermatologia, ginecologia, ortopedia, otorrinolaringologia, pediatria, psiquiatria, urologia, vascular e clínico geral. Também serão oferecidos atendimentos com fonoaudiólogo e nutricionista com valores mais acessíveis, bem como descontos em medicamentos e um clínico geral disponível 24 horas por dia via vídeo chamada ou chat. Os interessados podem realizar o cadastro por meio do site Mês Violeta e das redes sociais da própria Avon.

“Em uma sociedade em que corpos transgêneros são invisibilizados, o acesso a direitos básicos, como à saúde, se torna mais difícil. Queremos fazer parte da mudança desse cenário, fornecendo acolhimento, apoio médico e informações relevantes e seguras para essa população, além de promover a conscientização de profissionais da saúde sobre o assunto para desmistificar preconceitos e combater condutas discriminatórias”, explica Viviane Pepe, diretora de comunicação da Avon Brasil.

Ao longo do mês, também serão disponibilizadas nos canais oficiais e redes sociais da marca informações e conteúdos educativos sobre acesso à saúde em redes públicas e direitos previstos na legislação brasileira específicos para pessoas trans, e respostas as suas dúvidas mais frequentes. Assim como o Outubro Rosa e o Novembro Azul, o objetivo é conscientizar a população e profissionais da saúde sobre a importância da realização de exames periódicos de prevenção ao câncer e do cuidado médico especializado, mas com foco na comunidade LGBTQIAP+ que não se sente representada por essas campanhas que falam mais diretamente com mulheres e homens cis.

Além do apoio médico especializado, a marca também busca oferecer um portfólio de produtos democráticos, que atende às necessidades de todas as pessoas, de maneira acessível e com alta qualidade. Um exemplo é o relato de Eva Pires, uma Representante da Beleza e mulher trans, que destacou a importância da maquiagem e de itens de cuidado com a pele para externalizar a sua verdadeira identidade. “Os cosméticos ajudaram a me enxergar como realmente sou e a me sentir mais feminina, mais mulher. Também me auxiliaram a passar por esse momento de maneira mais suave, especialmente durante procedimentos voltados para a transição de gênero, que impactam diretamente na saúde da nossa pele”, explica Eva.

“A criação do Mês Violeta é um convite para olhar de novo para essa comunidade e vem para fortalecer o senso de pertencimento da população trans, mostrando, na prática, a importância do acolhimento da diversidade. Afinal, o período foi criado para eles, que tem corpos com demandas específicas. Inclusive, a campanha também tem como objetivo expandir o olhar da sociedade sobre a beleza, que, para a Avon, vai muito além da estética. Envolve saúde, autoestima e dignidade”, finaliza a executiva.

Compromisso com a diversidade

A Avon vem fortalecendo sua atuação pela diversidade e inclusão desde 2016, com a criação da Rede pela Diversidade – um grupo formado por colaboradores voluntários que, em parceria com a área de Recursos Humanos e comitê executivo da empresa, viabiliza ações e projetos voltados para o incentivo à equidade de gênero, étnico-racial, pessoas com deficiência e população LGBTQIAP+ dentro e fora da companhia.

A companhia também é signatária do compromisso da ONU de combate à discriminação contra a comunidade LGBTQIAP+ e aderiu aos Padrões de Conduta Empresarial, voltados para engajar o setor privado no enfrentamento à LGBTQIAP+fobia. Além disso, é reconhecida pela ONU, Fórum LGBTQ+ e APOLBGT como marca que abraça à diversidade sexual. Já patrocinou duas edições do Contaí Summit, evento voltado para fomentar o empreendedorismo LGBTQIAP+. E apoia manifestações públicas pela defesa do tema como a Parada do Orgulho LGBT+.

Fonte: Dois terços

2022-10-28T10:11:00-03:00outubro 28th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Mercado e Consumo – Plataformas digitais, o motor de transformação consumo e do varejo

Não é novidade para ninguém que o ambiente de negócios está passando por uma profunda transformação e disrupção. O setor de mídia e comunicação foi profundamente impactado por empresas como TikTok, Instagram e WhatsApp. O segmento de entretenimento, por empresas como Spotify, YouTube e Netflix. Já no segmento de serviços temos Uber, Airbnb e iFood. E claro que o segmento de consumo e o varejo também está nessa lista.

O que une essas empresas e faz com que elas tenham esse potencial de transformação é que todas são plataformas digitais.

O que são plataformas digitais

Os modelo tradicionais se baseiam no conceito “um para muitos”. Uma loja de um varejista é um ótimo exemplo, no qual há a oferta de um único agente para um grande número de consumidores.

Já uma plataforma permite a facilitação e o encontro da oferta e da demanda no conceito “muitos para muitos”. No mundo físico, poderíamos usar como exemplo uma feira livre, com muitos agentes ofertando para muitos consumidores.

A digitalização da nossa sociedade e das nossas economias permitiu a aplicação do conceito de plataforma em todos os segmentos do nosso cotidiano, inclusive em muitos nos quais nem imaginávamos ser possível há pouquíssimo tempo.

Plataformas digitais valem-se das fortalezas do digital para escalar o modelo e derrubar as fronteiras de sua aplicação. Nesses negócios não há estoque. O principal ativo é a plataforma, as interações e os dados dentro dela.

Performance

É um modelo de negócio desenhado para performance e escala. Atualmente, das 500 maiores empresas nos EUA, 21 delas são negócios digitais (4% do índice), mas representam incríveis 20% do faturamento.

Esse modelo de negócio que privilegia a escalabilidade e margens superiores também é demonstrado pela valorização dessas empresas na bolsa americana. Nos últimos 5 anos, mesmo com a queda recente das bolsas e das companhias de tecnologia, essas empresas apresentaram valorização cinco vezes superior à média do índice e 20% superior à das empresas de tecnologia.

Fortalezas

O que torna essas plataformas digitais tão poderosas são 3 fatores-chave:

São empresas leves em ativos, que não precisam empregar capital para crescer as suas operações nem construir mais lojas para entrar em outras regiões, por exemplo.

Possuem custo marginal baixo. O crescimento do seu faturamento não depende de um aumento de custo proporcional.

Usam o efeito de rede para crescer exponencialmente. Quanto mais clientes na plataforma, mais negócios são atraídos para ela, o que por consequência atrai mais clientes e mantém o crescimento acelerado dela.

Exemplos de plataformas digitais no consumo e no varejo

Urbanic:

Sediada na Inglaterra e fundada em 2018, a empresa se posiciona como uma retailtech e tem como público-alvo as consumidoras da geração Z de países emergentes, como Brasil e Índia. A jovem empresa já tem faturamento global anualizado superior ao das maiores varejistas de moda do Brasil (Renner, Riachuelo, C&A, etc.). Sua proposta de valor é usar a tecnologia para antecipar tendências, reduzir custos na cadeia e oferecer moda com qualidade superior a preços extremamente competitivos. Recomendo a visita no site ou app da empresa para conferir.

Por meio do seu algoritmo, conseguem fazer gestão e recomendação correta dos produtos para seus consumidores, além de usar os padrões de busca para antecipar a demanda, que se conecta pela plataforma de tecnologia com a rede de fábricas e fornecedores no sudeste asiático, que passam a produzir as peças “sob demanda”.

O CEO da empresa, em palestra para o Latam Retail Show, em setembro de 2022, em São Paulo, reforçou que a empresa simplesmente não tem estoque, o que reduz dramaticamente os custos de operação e rebaixa de preços. Esse fator também permite com que a empresa trabalhe com uma gama muito maior de peças e tamanhos que gradam e fidelizam o público-alvo.

Zé Delivery:

Esse exemplo é particularmente interessante, pois coloca a indústria no centro da transformação do varejo. Nascida como uma startup dentro da operação brasileira da gigante Ambev, a plataforma digital conecta milhares de bares em todo o Brasil diretamente com os consumidores.

Com a proposta de valor de entregar bebida gelada em questão de minutos diretamente na casa dos consumidores com o mesmo preço do supermercado, a plataforma rapidamente cresceu, atingindo o patamar de 61 milhões de pedidos em 2021 (crescimento de 125% versus 2020), 4,1 milhões de consumidores e 4.300 bares parceiros.

Já presente em 13 países, o principal diferencial da plataforma é o seu modelo de negócio único.

A Ambev usa sua estrutura já instalada e acessos aos melhores bares para convertê-los em parceiros (têm exclusividade em um raio de 5km). Tal estrutura mantém os bares abastecidos com o sortimento e estoque corretos, já contemplada a demanda da plataforma.

Ao receber um pedido do consumidor, o Zé Delivery repassa a demanda para o bar parceiro que prepara o pedido e que também é responsável pela entrega, remunerada pela taxa paga pelo consumidor. Todo o valor da compra – incluindo a taxa de entrega – é pago direta e integramente para o estabelecimento. Não há nenhuma taxa de serviço ou comissão para a plataforma.

O preço dos produtos é estabelecido pela Ambev dentro da plataforma e condiz com aquele praticado nos supermercados. A Ambev, por sua vez, recompõe a margem do bar que atendeu ao pedido, garantindo, assim, uma margem mínima previamente acordada.

A plataforma, por sua vez, é remunerada internamente pela própria margem da indústria.

Futuro do consumo através das plataformas

As plataformas digitais estão transformando o ambiente de negócios, pois jogam um jogo diferente, com regras e modelos de negócios não usuais, permitindo assim diferenciais competitivos impossíveis de serem alcançados pelos modelos tradicionais.

A proliferação e aumento da presença das plataformas digitais acelerando o ritmo da transformação do ambiente de negócios é inexorável. Cabe aos players tradicionais acompanharem o passo da mudança com o risco de perderem mercado ou até mesmo com a pena de serem forçados para fora do jogo.

Fonte: Mercado e Consumo

2022-10-28T10:09:20-03:00outubro 28th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Mercado e Consumo – Saiba quais são as marcas de varejo mais lembradas pelos brasileiros

Datafolha anunciou na noite desta terça-feira (25) os vencedores da 32ª edição do Prêmio Folha Top of Mind

O Datafolha anunciou na noite desta terça-feira (25) os vencedores da 32ª edição do Prêmio Folha Top of Mind nas marcas ligadas ao varejo. No total, a premiação englobou mais de 80 categorias entre produtos e prestação de serviços.

Considerando-se as categorias ligadas ao varejo, as marcas mais lembradas em “Supermercado” foram Assaí, Atacadão, Carrefour e Extra; em “Atacadista”, o ganhador foi o Assaí; em “Lojas de Móveis e Eletrodomésticos”, Casas Bahia; e, em “Site de Compras”, Mercado Livre.

A lista completa com as marcas ganhadoras de todas as categorias do Prêmio Folha Top of Mind está disponível na internet (clique aqui).

Top do Top

O Prêmio Folha Top of Mind traz, ainda, outras categorias especiais. Samsung, Coca-Cola, Omo e Nike foram as vencedoras entre as marcas na categoria especial “Top do Top”. A gigante sul-coreana dos eletrônicos foi protagonista durante a celebração ao conquistar outros prêmios nas categorias “Aparelho de TV”, “Computador e Notebook” e “Smartphone e Tablet”, além das categorias especiais “Top Confiança” e “Top Inovação”.

As categorias regionais contemplaram as marcas Cristal, no “Destaque Região Centro-Oeste”; Pitú e Primor, no “Destaque Região Nordeste”; Havaianas, no “Destaque Região Norte”; União, no “Destaque Região Sudeste”; e Melitta, no “Destaque Região Sul”.

Adidas, Nike e Samsung foram contempladas no “Top Confiança”; Risqué, no “Top Feminino”; Havaianas, no “Top Masculino”; e Natura e Ypê, no “Top Preservação do Meio Ambiente” e “Top Sustentabilidade”. A Ypê também levou o “Top Performance”, categoria vencida pela empresa com o maior crescimento em percentual em relação à pesquisa anterior.

Desde 1991 no mercado, quando começou aferindo 12 categorias, a pesquisa de lembrança de marcas feita pelo Datafolha é a principal do País. Segundo Luciana Chong, diretora do instituto, o Prêmio Folha Top of Mind se mantém relevante em 32 anos de trajetória por identificar mudanças de comportamento dos consumidores, bem como transformações no ambiente mercadológico.

“Mais do que uma referência em recall sobre produtos e prestadores de serviços, o reconhecimento evidencia percepções e sentimentos de um público com demandas cada vez mais desafiadoras às empresas. Esse movimento que inclui questões ambientais, bem como de inclusão e diversidade, exigindo das organizações propósito claro, bem comunicado e conectado às práticas, para manterem-se relevantes no dia a dia das pessoas”, ressalta.

Nesta edição, 84 categorias de marcas foram pesquisadas, sendo 16 inéditas. As novidades na premiação são: “Alívio de Azia e Má Digestão”; “Amaciante de Roupa”; “Aplicativo de Turismo”; “Atacadista”; “Bicicleta”; “Cera e Lustra Móveis”; “Chocolate”; “Coloração para os Cabelos”; “Conexão 5G”; “Fralda Descartável”; “Linguiça Calabresa”; “Máquina de Café em Cápsula”; “Maquininha de Pagamento”; “Posto de Gasolina”; “Sandália”; e “Sensibilidade dos Dentes”.

A pesquisa do Prêmio Folha Top of Mind realizou 7.701 entrevistas nesta edição, entre 2 e 13 de agosto de 2022, considerando a população a partir dos 16 anos, de todos os sexos e classes sociais, em 197 municípios de todos os Estados e do Distrito Federal. Nesse processo, os pesquisadores utilizam avião, carro, moto, ônibus e, até mesmo, barco para representar a pluralidade regional do Brasil.

Fonte: Mercado e Consumo

2022-10-27T10:42:05-03:00outubro 27th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

O Fuxico – Paolla Oliveira lança nova coleção em parceria com Pernambucanas

Nesta quarta-feira, 26 de outubro, a atriz Paolla Oliveira, embaixadora das lojas Pernambucanas há oito anos, irá lançar a sua primeira coleção exclusiva de roupas, em parceria com a empresa. As peças valorizam a brasilidade e feminilidade, a partir de itens versáteis do dia a dia.

A atriz de “Cara e Coragem”, da TV Globo, investiu em peso nos looks jeans, sendo essa a sua principal aposta na linha de roupas. Existirão opções de vestidos sem manga inspirados nos anos 90, com versões de cintura marcada, disponíveis nas cores preto e off-white. Além disso, também será possível encontrar macacões longos jeans, seguindo a mesma paleta dos vestidos; calça com shape wide leg; calça jeans reta com recortes contrastantes em formatos geométricos; short clochard de cintura alta e costura artesanal; top cropped com amarração e saia transpassada em jeans estonado preto.

A coleção possui um foco especial no verão, que está chegando. Ao todo, são 17 peças para a estação, que traduzem a autenticidade, determinação, feminilidade, versatilidade e o poder da mulher brasileira. “Para mim, moda e atitude estão sempre conectadas. Para esta coleção, eu quis dar às peças um toque de feminilidade, irreverência e conforto. São itens versáteis e que funcionam para diferentes personalidades e estilos”, contou a atriz.

Para a produção da coleção, a atriz participou de diversas etapas de criação junto com o time de estilo da Pernambucanas, resultando em looks versáteis e modernos, que refletem toda a sua personalidade. Com tamanhos de 36 ao 46 e preços que de R$ 99 a R$ 249, as peças se enquadram tanto em situações mais casuais quanto festivas. Os shapes e modelagens das peças também são democráticos, atingindo diferentes públicos e possibilitando muitas combinações.

Para as fãs de sarja, a coleção possui opções fashionistas inspiradas nos anos 60, como os conjuntinhos de jaqueta-blazer, top e shorts-saia assimétricos nas cores rosa pink e verde bandeira, considerados como tendência para a próxima estação.

Sobre os seus favoritos, Paolla contou: “a calça wide leg é uma das minhas modelagens favoritas, por isso fiz questão de termos um modelo na coleção. Também sou fã dos macacões de cintura marcada e com detalhamento nos cintos. A paleta de cores também é destaque, pois há opções em tons mais sóbrios e em cores mais vibrantes.”

A coleção estará disponível em 62 lojas e também no e-commerce, por meio do site e aplicativo. Também será possível comprar por meio dos revendedores da marca, WhatsApp e Live Commerce. Nas demais lojas do país, o público poderá adquirir as peças por meio dos tablets, junto aos colaboradores das lojas. Já a loja no Shopping West Plaza, em São Paulo, terá uma experiência diferente. O local funcionará como guide shop, em que os clientes terão a oportunidade de conhecer de perto a nova coleção e experimentar as peças para, em seguida, fazer a compra de forma online, com a opção de retirada na loja ou recebimento em casa.

Fonte: O Fuxico

2022-10-27T10:40:31-03:00outubro 27th, 2022|Categories: Notícias do Setor|

Agência Brasil – Dívida Pública cai 0,51% em setembro e fica em R$ 5,75 trilhões

Vencimento de títulos vinculados à Selic contribui para queda

O alto volume de vencimentos de títulos vinculados à taxa Selic (juros básicos da economia) fez a Dívida Pública Federal (DPF) cair em setembro. Segundo números divulgados hoje (26) pelo Tesouro Nacional, a DPF passou de R$ 5,781 trilhões em agosto para R$ 5,752 trilhões no mês passado, recuo de 0,51%.

O Tesouro prevê que a DPF subirá nos próximos meses. De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), apresentado no fim de janeiro, o estoque da DPF deve encerrar 2022 entre R$ 6 trilhões e R$ 6,4 trilhões.

A Dívida Pública Mobiliária (em títulos) interna (DPMFi) caiu 0,72%, passando de R$ 5,536 trilhões em agosto para R$ 5,496 trilhões em setembro. No mês passado, o Tesouro resgatou R$ 76,07 bilhões em títulos a mais do que resgatou, principalmente em papéis prefixados (com juros fixos) e em papéis corrigidos pela taxa Selic (juros básicos da economia).

O resgate líquido foi parcialmente compensado pela apropriação de R$ 36,28 bilhões em juros. Por meio da apropriação de juros, o governo reconhece, mês a mês, a correção dos juros que incide sobre os títulos e incorpora o valor ao estoque da dívida pública. Com a taxa Selic subindo desde agosto do ano passado, a apropriação de juros aumenta.

No mês passado, o Tesouro emitiu R$ 109,95 bilhões em títulos da DPMFi. Com o alto volume de vencimentos em setembro, os resgates somaram R$ 186,02 bilhões.

Diferentemente dos meses anteriores, a disparada do dólar em setembro não ajudou a reduzir o endividamento do governo. A Dívida Pública Federal externa (DPFe) subiu 4,32%, passando de R$ 245,85 bilhões em agosto para R$ 256,47 bilhões em setembro. O principal fator foi a alta de 4,39% do dólar no mês passado.

Colchão

Pelo terceiro mês seguido, o colchão da dívida pública (reserva financeira usada em momentos de turbulência ou de forte concentração de vencimentos) caiu. Essa reserva passou de R$ 1,146 trilhão em agosto para R$ 1,031 trilhão no mês passado. O principal motivo, segundo o Tesouro Nacional, foi a concentração de vencimentos em setembro.

Atualmente, o colchão cobre 9,55 meses de vencimentos da dívida pública. Nos próximos 12 meses, está previsto o vencimento de R$ 1,432 trilhão em títulos federais.

Composição

O alto volume de vencimentos mudou a composição da DPF. A proporção dos papéis corrigidos pelos juros básicos caiu, de 39,16% em agosto para 37,11% em setembro. O PAF prevê que o indicador feche 2022 entre 38% e 42%. Como esse tipo de papel voltou a atrair o interesse dos compradores por causa das recentes altas da Selic, a previsão é que o percentual volte a subir nos próximos meses.

A fatia de títulos prefixados (com rendimento definido no momento da emissão) subiu, passando de 27,06% para 28,23%. O PAF prevê que a parcela da Dívida Pública Federal corrigida por esse indicador terminará o ano entre 24% e 28%.

O Tesouro tem lançado menos papéis prefixados, por causa da turbulência no mercado financeiro nos últimos meses. Esses títulos têm demanda maior em momento de estabilidade econômica.

A fatia de títulos corrigidos pela inflação na DPF subiu, passando de 29,28% para 29,93%. O PAF prevê que os títulos vinculados à inflação encerrarão o ano entre 27% e 31%.

Composto por antigos títulos da dívida interna corrigidos em dólar e pela dívida externa, o peso do câmbio na dívida pública passou de 4,5% para 4,73%. A dívida pública vinculada ao câmbio está dentro dos limites estabelecidos pelo PAF para o fim de 2022, entre 3% e 7%.

Detentores

As instituições financeiras seguem como principais detentoras da Dívida Pública Federal interna, com 29,4% de participação no estoque. Os fundos de investimento, com 24,2%, e os fundos de pensão, com 22,7%, aparecem em seguida na lista de detentores da dívida.

Após meses de queda, a participação dos não residentes (estrangeiros) subiu, passando de 8,8% em agosto para 9,2% em setembro. A alta ocorreu, apesar da turbulência nos mercados externos. Os demais grupos somam 14,5% de participação, segundo os dados apurados no mês.

Por meio da dívida pública, o governo pega dinheiro emprestado dos investidores para honrar compromissos financeiros. Em troca, compromete-se a devolver os recursos depois de alguns anos, com alguma correção, que pode seguir a taxa Selic, a inflação, o dólar ou ser prefixada (definida com antecedência).

Edição: Nádia Franco

Fonte: Agência Brasil

2022-10-27T10:39:38-03:00outubro 27th, 2022|Categories: Economia|
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