ABEVD apoia Semana do Brasil, iniciativa que une o poder público e a iniciativa privada para movimentar economia brasileira

27 de agosto de 2019

A Semana do Brasil acontece entre os dias 6 a 15 de setembro e tem como objetivo criar uma nova data significativa para o varejo nacional
A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) apoia a Semana do Brasil, iniciativa que tem como um dos objetivos aquecer um mês historicamente fraco no comércio e na economia como um todo. O papel do Governo Federal é apoiar a realização e a divulgação da Semana do Brasil. Já a iniciativa privada deve estimular o mercado e atrair consumidores durante o período com promoções especiais, descontos exclusivos, produtos e serviços temáticos, ambientação de espaços físicos e virtuais e muito mais.


O setor de vendas diretas no País movimentou R$ 45 bilhões em 2018 e envolveu mais de 4 milhões de empreendedores independentes, que atuam como revendedores de produtos de saúde, beleza, utilidades domésticas, vestuário, alimentos, joalheria, entre muitos outros. Ou seja, o ambiente perfeito para fomentação do projeto já que oferece produtos de maneira direta ao consumidor e alcança grande parte dos consumidores brasileiros chegando a locais de difícil acesso e baixo volume de comércio.


“Setembro é um mês de baixo apelo promocional, mas importante por ser um termômetro de confiança que antecede o último trimestre de cada ano. Queremos criar um evento para aquecer a economia, juntamente com o resgate do patriotismo, como acontece em outros países”, afirmou Marcelo Silva, presidente do IDV – Instituto para Desenvolvimento do Varejo, durante reunião com a Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (SECOM) para definição do projeto.


A iniciativa teve como inspiração o grande movimento do comércio americano que acontece durante a semana que comemora a Independência Americana (4 de julho) e outros feriados históricos. Com a iniciativa, o governo também pretende aumentar o período para que os brasileiros possam celebrar a semana da pátria.


“As empresas de vendas diretas são grandes parceiras da economia brasileira e está sendo uma honra apoiar a Semana do Brasil. Além da representatividade nacional, o Brasil ocupa a 6ª posição global e a 2ª nas Américas (Norte, Sul e Central), com 5% de participação nas vendas diretas de todo o mundo”, declara Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.
O que é venda direta?


A venda direta é um modelo de negócios utilizado tanto pelas grandes marcas como por pequenas empresas para vender seus produtos e serviços diretamente aos consumidores finais, sem a necessidade de um estabelecimento comercial fixo e eliminando, assim, uma cadeia de intermediários e de custos. O contato com os potenciais clientes é feito por meio de empreendedores independentes, que são chamados de revendedores, consultores, distribuidores, agentes, entre outros.


Nesta modalidade de vendas, há dois principais modelos de lucros para os revendedores.


Marketing mononível: o revendedor compra o produto e o revende com uma margem de lucro média de 30%.


Marketing multinível (MMN): Também conhecido como marketing de rede. Trata-se de modelo de negócio legal em que o empreendedor obtém lucro tanto com a revenda de produtos e serviços como também com a formação de sua própria equipe de vendas, indicando outras pessoas para a sua rede. Nesse caso, seu faturamento será proporcional à receita gerada pelas vendas dos revendedores do seu time. Este modelo aumenta a capilaridade dos produtos e serviços oferecidos pelas empresas e tem papel importante no fomento de novos empreendedores.


A ABEVD
A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) é uma entidade sem fins lucrativos, criada, em 1980, para promover e desenvolver a venda direta no Brasil, bem como representar e apoiar empresas que comercializam produtos e serviços diretamente aos consumidores finais.


A ABEVD é membro da World Federation of Direct Selling Associations (WFDSA), organização que congrega as associações internacionais de vendas diretas existentes no mundo. Por isso, segue os códigos de ética implantados por suas filiadas, que representam mais de 70 países.

Fonte: Assessoria de Imprensa