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Índices positivos mostram recuperação da economia brasileira

O ano de 2019 começa com boa expectativa no cenário econômico brasileiro. Após a forte recessão enfrentada em 2015 e 2016, o país voltou a apresentar crescimento nos anos seguintes, mesmo que em um ritmo menor do que o esperado.

De acordo com a previsão do relatório Focus, do Banco Central, realizado com mais de 100 instituições financeiras, o PIB brasileiro em 2019 deve ter alta de 2,5%, superando assim o índice registrado em 2018.

Alguns números divulgados recentemente dão base para esta visível retomada, como por exemplo, a intenção de consumo das famílias que de acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), atingiu 91.2 pontos, em dezembro, maior nível em 3 anos. Como sabemos, o índice de confiança das famílias é uma das variáveis que mais impactam o varejo.

Apesar destes índices favoráveis, o Brasil ainda tem 12,5 milhões de desempregados e este contingente de pessoas em busca de trabalho impacta diretamente na retomada da economia. A capacidade instalada da indústria, abaixo da média histórica, ainda evidencia que a economia está ociosa.

O mercado segue ansioso à espera das reformas estruturais, principalmente da Previdência, que devem ser apresentadas ainda no início deste ano pelo novo governo. Com o déficit constante nas contas públicas, é preciso equilibrar os gastos para que o país volte a ter um crescimento sustentável.

Ainda é cedo para saber se as projeções de 2019 se tornarão realidade. Basta lembrar que no início de 2018, os números indicavam crescimento superior a 2%, mas ações como a greve dos caminhoneiros e a indefinição eleitoral acabaram minimizando esta alta.

2019-12-20T14:37:15-03:00janeiro 15th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |

Receita Federal do Brasil edita Instrução Normativa sobre o procedimento de imputação de responsabilidade tributária

Foi publicada no Diário Oficial da União de 28/12/2018 a Instrução Normativa nº 1.862/2018, produzindo efeitos a partir da data de sua publicação, para dispor a respeito do procedimento administrativo para imputação de responsabilidade tributária no âmbito da Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB).

Anteriormente a essa Instrução Normativa, a imputação de responsabilidade tributária no âmbito da RFB somente era promovida no momento do lançamento de ofício, nos termos da Portaria RFB nº 2.284/2010.

Porém, com a edição da Instrução Normativa nº 1.862/2018, a RFB instituiu novos procedimentos de imputação, além de também dispor sobre aquela promovida no lançamento de ofício. Tanto é assim que, no mesmo dia em que foi publicada aquela Instrução Normativa, foi editada a Portaria RFB nº 2.123/2018, que revogou a Portaria RFB nº 2.284/2010.

Diante desse contexto, a partir da publicação da Instrução Normativa nº 1.862/2018, o procedimento administrativo de imputação da responsabilidade tributária pode ser feito:

a) no lançamento de ofício;
b) no despacho decisório em declaração de compensação;
c) antes do julgamento em primeira instância do processo administrativo fiscal e desde
que decorrente de fatos novos ou subtraídos do conhecimento da fiscalização; ou mesmo
d) quando o crédito tributário estiver definitivamente constituído.

Note-se que, a depender do momento em que será feita a imputação de responsabilidade tributária, as regras para a defesa administrativa contra este ato podem variar. Nos casos em que ela é realizada no lançamento de ofício, no despacho decisório em declaração de compensação, ou antes do julgamento em primeira instância, a defesa seguirá rito processual semelhante ao disposto no Decreto 70.235/1972 para o processo administrativo fiscal, com a possibilidade de interposição de Recurso Voluntário ao CARF.

Por outro lado, no caso de imputação feita depois de o crédito tributário estar definitivamente constituído, a defesa administrativa contra este ato possuirá rito distinto e mais restrito. Uma das principais diferenças reside no fato de que a defesa contra a imputação de responsabilidade somente poderá ser feita por meio de Recurso Hierárquico, nos termos do art. 56, da Lei nº 9.784/1999, no qual a última instância decisória é o titular da Superintendência Regional da Receita Federal do Brasil, e não o CARF.

Ao final, cumpre destacar que a responsabilidade tributária solidária, em regra, é tratada pelo art. 135, do Código Tributário Nacional. Além disso, em 12/12/2018, foi publicado no Diário Oficial da União o Parecer Normativo COSIT nº 4/2018, no qual a RFB expõe seu entendimento a respeito da atribuição de responsabilidade tributária solidária por interesse comum, que está disposta no art. 124, I, do Código Tributário Nacional.

Para mais informações, acesse o site:

Fonte: Machado Associados – Advogados e Consultores

2019-12-20T15:06:11-03:00janeiro 11th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: |

Akmos firma parceria com ONG de Matt Damon, a Water.org

Empresa de saúde e bem-estar irá doar 1 ano de água tratada e saneamento básico

A Akmos, empresa de nutrição, saúde e bem-estar lança a linha AK Water, desenvolvida para entregar água potável, alcalina e ionizada, tirando da água os resíduos de metais, como chumbo, mercúrio e cobre, através da tecnologia ativada pela turmalina negra e carvão ativado. Além de ajudar quem compra, a Akmos fez parceria com a ONG Water.org, fundada por Matt Damon e Gary White, e a cada kit de AK Water vendido, serão doados o equivalente a 1 ano de água tratada para quem mais precisa.

Para se aproximar do propósito empresarial de ajudar as pessoas a conquistarem saúde, o Vice-Presidente de Expansão da Akmos, William Miranda afirma: “Para conseguir nossas metas de melhoria de vida, é importante termos produtos de qualidade voltados as pessoas. Nós nos movemos por um único propósito, e ele é transformar a vida das pessoas. Os produtos foram cuidadosamente estudados e pesquisados para serem a diferença na vida de quem utiliza”.

Além da garrafa com a tecnologia, há também uma barra imantada que pode ser utilizada dentro de copos, jarras, squeezes e garrafas, levando de forma prática no dia a dia. Pensando em outro aspecto da saúde das pessoas, a empresa está com uma linha de produtos 100% veganos, com desodorante, por exemplo, sem dois dos componentes perigosos, os parabenos e o cloridrato de alumínio, ambos apontados com a possibilidade de serem cancerígenos.

A jarra purifica, alcaliniza e imanta a água que sai direto da torneira. A água tratada da linha Ak Water tem poder de hidratação três vezes maior do que águas não ionizadas. Outro benefício é que além de alcalinizar a água, também tem o mesmo efeito com a urina, o que facilita a eliminação de resíduos tóxicos do corpo humano. Ainda pode ser utilizada em cafés e sucos, preparo de alimentos, para animais e plantas, também aumenta a condutividade da água fazendo com que o sangue tenha melhor circulação.

No Brasil, 35 milhões de pessoas não recebem água tratada e 55% do esgoto não é tratado. “Foram meses incansáveis de dedicação para fazer a diferença na vida das pessoas e ajudar quem mais precisa de água é algo muito importante para nós. Esse lançamento está alinhado com nosso propósito de fazer o bem, de levar qualidade de vida e bem-estar ao mundo”, finaliza Miranda.

Fonte: Akmos

2019-12-20T15:06:12-03:00janeiro 10th, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , , , , |

Avon e Rappi se unem para delivery de beleza

Primeira loja de beleza com venda direta disponível no aplicativo de delivery de tudo oferecerá entrega de mais de 100 produtos de seu portfólio em até 2 horas

A Avon anuncia uma parceria inédita com o aplicativo de delivery de tudo Rappi. A partir do dia 21 de dezembro, consumidores da marca podem comprar seus produtos e recebê-los onde desejarem em poucas horas. Com o acordo, a Avon é a primeira loja do segmento de beleza com venda disponível na plataforma direto de seu revendedor.

Para adquirir os produtos que compõem o portfólio da Avon, basta que o usuário acesse a loja da empresa no app e selecione os itens que deseja. O pedido é encaminhado para a revendedora mais próxima com estoque disponível, onde o entregador parceiro da Rappi retira o pedido e o leva para o usuário. “Essa união da Rappi com a Avon vai ao encontro da inovação, tecnologia e experiência diferenciada que as duas empresas oferecem aos seus clientes. As consumidoras ficarão felizes ao receberem seus produtos com tamanha agilidade,” afirma Rosana Tepedino, revendedora da Avon.

Com a iniciativa, a Avon implementa um modelo de negócios que permite a venda e entrega de seus itens para consumidores dentro de 2 horas, mantendo a revendedora no centro do negócio. “Acreditamos que parceria com a Rappi vai nos proporcionar um alcance ainda maior de consumidoras e demanda para revendedores, garantindo agilidade na entrega para quem quer desfrutar de sua compra praticamente na mesma hora”, afirma Danielle Bibas, VP de Marcas e Comunicação da Avon.

O novo modelo de loja oferecido pela Rappi permite que revendedores da marca utilizem a plataforma como mais um canal de vendas. “Queremos incentivar as pessoas a usarem nosso aplicativo para ampliar seus negócios. O acordo não só aumenta ainda mais o nosso portfólio de serviços levando praticidade para a vida de nossos usuários, como também permite que nosso parceiro ganhe mais um canal de vendas, ” afirma Diego Bonna, diretor de expansão e co-fundador da Rappi no Brasil.

Inicialmente, a loja da Avon estará disponível na Rappi para usuários de São Paulo e deve chegar às demais cidades atendidas pela plataforma em breve.

Fonte: Avon

2019-12-20T15:06:12-03:00janeiro 3rd, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , , |

Após queda, setor de venda direta espera fechar o ano com alta de até 3%

Marcas investem nos representantes de venda; expectativa é que consumidor volte a comprar

Após registrar queda no faturamento de 2016 e 2017, o setor de venda direta espera ter um aumento entre 2% e 3%, segundo dados da Abved (Associação Brasileira de Vendas Direta).

Em 2015, o setor movimentou como um todo R$ 46,3 bilhões. Nos anos seguintes, esse valo

Consultor da Hinode recebe passagens para um cruzeiro como prêmio por bater as metas de venda – Divulgação

r caiu para R$ R$ 45,8 bilhões (2016) e R$ 45,2 bilhões (2017). A Abved vê como estabilidade, devido à alta registrada em 2013 e 2014, e os valores estariam retornando aqueles vistos antes da crise.

“Assim como os demais setores da economia, a ABEVD acredita que o ano de 2019 será positivo para as vendas diretas. A tendência é de crescimento tanto em 2018 quanto em 2019, com o aumento da renda e da confiança do consumidor” explica Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD.

Nos últimos anos, o total de revendedores também ficou estabilizado. Ao contrário do que se pode imaginar, o forte aumento do desemprego nem sempre faz com que mais pessoas buscassem a venda direta.

Fonte: Folha de S. Paulo

Para ler a matéria completa, clique AQUI.

2019-12-20T14:47:23-03:00janeiro 3rd, 2019|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

Sistema agroflorestal desenvolvido pela Natura fomenta produção sustentável de dendê na Amazônia

Projeto SAF Dendê, resultado de parceria entre Natura, USAID, Camta, Embrapa e Icraf, traz tecnologia inovadora que permite cultivo de espécies vegetais em conjunto com a palmeira de dendê

Em 2005, quando optou por vegetalizar a fórmula de todos os seus sabonetes, a Natura passou a buscar inovações e tecnologias que pudessem reverter a lógica de produção da cadeia de óleo de dendê, conhecido também como óleo de palma, matéria-prima usada em uma série de produtos, de alimentos a cosméticos, produzida até então apenas em monocultura. Foi então que a empresa olhou para a própria natureza e apostou na biomimética para estabelecer o projeto SAF Dendê, com o objetivo de substituir a monocultura pelo sistema agroflorestal.

Mais sustentável sob diversos pontos de vista, o Sistema Agroflorestal (SAF) tem como premissa incluir árvores no sistema de produção, dessa forma gerando inúmeros serviços ambientais, entre eles a provisão de matérias-primas e alimentos. “A biomimética, quando nos inspiramos na natureza para inovar, foi muito relevante no desenvolvimento desse projeto, em um sistema de cultivo do dendê que copia a floresta, ao combiná-lo com outras culturas. Com isso, conseguimos um modelo mais resiliente, que mantém a diversidade da floresta em pé”, afirma Daniel Gonzaga, diretor de Inovação e Desenvolvimento de Produtos da Natura.

Este sistema de produção permite o cultivo de várias espécies em uma mesma área, em uma ocupação semelhante à uma floresta, com diferentes estratos na estrutura vertical. “Esse sistema de produção gera três vezes mais valor ambiental do que a monocultura, além de ter o potencial de diversificar a renda para o agricultor e distribuir melhor a mão de obra ao longo do tempo. Além do dendê, o sistema agroflorestal permite a colheita de outros produtos, como o cacau, o açaí, a bacaba, a andiroba, o taperebá, entre outros”, afirma Debora Castellani, gerente científica da Natura.

O SAF Dendê também se mostrou um sistema resiliente frente às mudanças climáticas, contribuindo de maneira positiva no controle biológico natural de pragas e doenças. O manejo agroecológico e a manutenção dos processos biológicos favorecem o equilíbrio natural entre os componentes do sistema, promovendo a saúde do solo, das plantas e do sistema como um todo.

O óleo de dendê ou óleo de palma (como é conhecido no mercado) é um ingrediente utilizado em grande escala, principalmente pelas indústrias de alimentos, cosméticos e biodiesel. O ativo corresponde a um terço da venda de óleos no planeta e sempre é cultivado em monocultura, com o uso intensivo de recursos naturais.

O projeto do SAF Dendê partiu de uma discussão interna na Natura sobre um modo de produção mais sustentável, que incluísse mais agricultores familiares, com benefícios socioambientais. “Em 2008, a Natura decidiu substituir de forma experimental a técnica de monocultura pelo sistema agroflorestal para produção de dendê em 18 hectares, junto com agricultores da Cooperativa Agrícola Mista de Tomé-Açu (Camta), no Pará”, afirma Gonzaga.

A Camta é referência no mundo em sistemas agroflorestais, e já era fornecedora de maracujá, cupuaçu e cacau para a Natura. Além da Camta, a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) também contribuiu para o desenvolvimento desse sistema, que já teve apoio da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), mais recentemente conta com o fomento da USAID (United States Agency for International Development), e de um novo parceiro de pesquisa, o ICRAF (Centro Internacional de Pesquisa Agroflorestal).

Dez anos depois, a iniciativa trouxe resultados surpreendentes: alta produtividade do dendê e do cacau, maior sequestro de carbono, maior fertilidade do solo, melhor qualidade de vida para o agricultor e até maior rendimento de óleo nos frutos de dendê comparado com a monocultura. “O Sistema Agroflorestal é o melhor sistema de uso do solo para os trópicos, contribuindo para recuperação de áreas degradadas na Amazônia, mas nunca havia sido usado para a produção de uma commodity como o dendê. É um projeto complexo, do ponto de vista técnico e científico, mas que está funcionando bem e acreditamos que pode ser referência para encorajar sistemas sustentáveis de produção de óleo de dendê ou palma no mundo, garantindo o futuro da produção de um dos ingredientes mais usados no nosso negócio”, observa Castellani.

A Natura, junto com Embrapa, Camta e Icraf, reuniu recursos e competências científicas para realizar uma próxima e ambiciosa etapa do projeto, com aporte de US$ 2,4 milhões no projeto. Além desse valor, o projeto SAF Dendê recebeu o apoio de US$ 2,37 milhões da USAID (United States for International Development), fundo americano de desenvolvimento internacional, com o objetivo de contribuir para o fomento do cultivo de óleo de dendê em sistema agroflorestal em áreas tropicais. Trata-se do primeiro projeto de uma empresa privada brasileira a obter recursos financeiros da USAID. “Nossa intenção é fortalecer esse modelo e criar mecanismos para expansão do cultivo de dendê no sistema agroflorestal, o que poderá gerar emprego, renda e preservação ambiental em nível global, com impacto positivo”, complementa Gonzaga.

Para saber mais sobre o programa, clique aqui e assista ao vídeo.

Fonte: Natura

Evento gera oportunidades de negócios para startups da Amazônia

Um grupo de 13 startups passou os últimos meses desenvolvendo modelos de negócios em áreas como gastronomia, turismo, óleos naturais, açaí, mandioca, calçados, entre outros. O resultado foi apresentado no último dia 14, no DemoDay do AmazôniaUP, um programa criado pelo Centro de Empreendedorismo da Amazônia e Natura com objetivo de pré-acelerar protótipos e ideias de negócios na área rural com foco em floresta e biodiversidade. Na plateia, um público composto por empresários, investidores, universidades, instituições de fomento ao empreendedorismo, tomadores de decisão da área pública, entre outros.

Dentre as 13 startups, cinco foram selecionados para receber suporte para estruturarem seus negócios no ecossistema empreendedor amazônico. “A Amazônia tem um potencial enorme e vocação para gerar uma cadeia da biodiversidade e floresta em pé, e projetos neste sentido são sempre apoiados pela Natura”, ressaltou Priscilla Matta, gerente de sustentabilidade da Natura.

Os selecionados foram as startups Ararinha Calçados, ID.A, Madtech, Flora Amazônia e Amuara. “Eu vim de Porto Alegre para conhecer a Amazônia verdadeiramente. A indústria da moda está entre as cinco mais poluentes e criar o ID.A, uma marca de calçados e acessórios que utiliza fibras naturais, foi uma forma de não compactuar com esta indústria e mostrar que podemos produzir sem destruir. Meu calçado é um instrumento para trazer este olhar de preservação da floresta”, destaca Joice Trindade, gerente de marketing de uma empresa de fast fashion e criadora da startup ID.A.

Outro projeto selecionado que conquistou os presentes foi da startup Ararinha Calçados, de Rosemeire Silva e José Cazuza, do Acre, da tribo Arara Shawãdawa. O calçado produzido por eles é 100% orgânico, feito com látex natural da Amazônia e confeccionado de forma justa pelo grupo indígena. “O projeto envolve capacitação de indígenas na produção de artesanatos utilizando as folhas semi-artefato, além da fabricação de sandálias de látex”, afirma Rosemeire, conhecida na tribo como Daosha.

O projeto da startup Amuara, de Lorena Silva, estudante de Publicidade, tem como foco o veganismo. “Foi a inexistência de produtos veganos de origem amazônica e a pouca conexão socioambiental que me fizeram desenvolver esta linha, começando com leite condensado, doce de leite e brigadeiro, a partir das castanhas de caju e do Pará”, analisa Lorena.

Já a Flora Amazônia, do Baixo Tocantins, utiliza espécies oleaginosas existentes na região, como a palmeira Buçu e Pracaxi, para a produção de sabonetes artesanais a partir de óleos essenciais de alta qualidade. A Madtech encontrou uma solução bem prática para destinação dos resíduos de origem vegetal, com o desenvolvimento de uma madeira biosintética composta por polímeros plásticos recicláveis, caroços de açaí e resíduos da indústria madeireira, que serão disponibilizados para o mercado de móveis planejados.

Fonte: Natura

2019-12-20T15:06:13-03:00dezembro 19th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , , , |

4º Cruzeiro dos Diamantes da Forever Living Brasil

A Forever Living Brasil realiza a quarta edição do Cruzeiro dos Diamantes, de 23 a 27 de março de 2019. O Incentivo premia os FBOs (Forever Business Owner) que cumprem as metas da companhia de Aloe Vera com uma viagem com direito a acompanhante e passará por Santos, Balneário de Camboriú e Angra dos Reis. O período de qualificação dos FBOs vai até dezembro de 2018.

Fonte: Forever Living Brasil

2019-12-20T15:06:13-03:00dezembro 18th, 2018|Categories: ABEVD Clipping|Tags: , |

Atualizações jurídicas: PL 4747, Selo Multinível no DF, tabelamento do frete e MVA/PI

PL 4747 é alterado e vendas diretas não serão impactadas

Após ampla atuação da ABEVD, o PL 4747/2018, que regulamenta a atividade do agente cultural em atividade de moda e beleza foi alterado, excluindo as vendas diretas.

Inicialmente, a redação do projeto de lei não deixava claro se as empresas de vendas diretas teriam que se adequar a essa norma, que previa, dentre outras coisas, a sindicalização da força de vendas e a obrigatoriedade de inscrição municipal e responsabilidade por tributos federais.

A atuação da ABEVD junto aos parlamentares tem como objetivo fortalecer o setor e buscar  melhores condições para empresas e empreendedores independentes.

Lei distrital que instituiu Selo Multinível no DF é questionada pela ABEVD

A ABEVD ingressou com Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) contra a Lei nº 6.200 que instituiu o Selo Multinível Legal no Distrito Federal.

Numa primeira leitura parece que estamos diante de uma mera premiação, mas, na verdade, trata-se de uma certificação de empresas de vendas diretas sem qualquer critério no texto legal, gerando grande insegurança jurídica para o setor. Isso porque, uma Portaria ou Decreto estadual determinaria o que é certo ou errado para uma empresa de vendas diretas.

Outro ponto que merece destaque é a insegurança trazida por uma norma estadual definindo os contornos legais das vendas diretas. Imaginem o que seria se cada Estado e/ou Município publicasse sua própria norma? Apenas para conhecimento, já há Projeto de Lei similar, com premissas diferentes, no Estado da Bahia e no Município de São Paulo.

A ABEVD requereu medida liminar para suspender a eficácia dessa lei e, no mérito, que seja declarada sua inconstitucionalidade. O Ministro Luiz Fux foi designado relator da ADI.

ABEVD atua pelo fim do tabelamento do frete

Juntamente com outras 74 entidades, a ABEVD assinou uma carta endereçada ao futuro presidente Jair Bolsonaro mostrando o impacto negativo do tabelamento do frete na economia brasileira.

O tabelamento do frete representa aumento nos custos de transporte, inflacionando o valor dos produtos comercializados.

A carta endereçada ao novo governo espera mostrar a importância do assunto para a economia nacional e que é preciso convidar todos os agentes envolvidos para o diálogo em busca da melhor solução.

MVA/PI – Alteração e aumento significativo para perfumaria e cosméticos

No dia 22 de agosto, foi publicado o Decreto nº 17.903 no Diário Oficial do Estado do Piauí, estabelecendo MVA Ajustada de 20% para perfumaria e cosméticos e 40% para os demais produtos. Vale lembrar que a categoria de perfumaria e cosméticos está sujeita à alíquota de ICMS de 25%.

Ao se comparar as MVAs, percebe-se que há um aumento significativo para perfumaria e cosméticos, mantendo-se o mesmo patamar para as outras mercadorias (pequeno ajuste decorrente do aumento da alíquota de ICMS de 17% para 18%).

Ficou entendido, ainda, que essa alteração seria retroativa a 1º de janeiro de 2018. Sabe-se que lei tributária não pode ser retroativa e, adicionalmente, há de se lembrar que o princípio da anterioridade se aplica ao ICMS, havendo, portanto, sólidos argumentos para sustentar que o aumento da MVA somente seria exigível a partir de janeiro de 2019.

Para melhor visualização, compartilhamos quadro comparativo com MVA anterior :

Operação / Mercadorias sujeitas à alíquota de 25% (perfumes e cosméticos) MVA Decreto 2016 MVA Decreto 2018
Interna 20% 20%
Alíquota interestadual 12% 25% 40,80%
Alíquota interestadual 7% 29% 48,80%
Alíquota interestadual 4% 31% 53,60%

 

Operação / Mercadorias sujeitas à alíquota de 18% MVA Decreto 2016 MVA Decreto 2018
Interna 40%  40%
Alíquota interestadual 12% 50% 50,24%
Alíquota interestadual 7% 57% 58,78%
Alíquota interestadual 4% 62% 63,90%

Mídias sociais da ABEVD: fortalecendo a reputação do setor no ambiente online

Durante o ano de 2018, a ABEVD fortaleceu sua presença nas redes sociais e compartilhou informações e dados relevantes ao setor, com ótimo retorno do público impactado pelos conteúdos.

Em uma breve retrospectiva: a publicação de melhor desempenho do ano abordou o mercado de produtos de beleza e higiene pessoal. Publicada em 23 de abril, no Facebook, foi vista por cerca de 12 mil pessoas e gerou, aproximadamente, mil envolvimentos.

Outros 2 posts sobre Marketing de Rede e Marketing Multinível tiveram grande interesse do público, assim como a visita da ABEVD à Polishop.

Com mais de 33 mil seguidores, a página da associação no Facebook oferece conteúdo e informação com credibilidade. A associação também está presente no LinkedIn. Ainda não acompanha a ABEVD nas mídias sociais? Siga as páginas agora mesmo!

2020-07-21T15:16:53-03:00dezembro 17th, 2018|Categories: ABEVD News|Tags: , , |
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