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Akmos apresenta hidratante corporal Rénover, com nutrição prebiótica

Tecnologia que é tendência mundial em nutrição e cuidado agora disponível em todo o Brasil

A Akmos, uma das empresas de venda direta multinível que mais cresce no país, começa o ano de 2021 com mais uma novidade: o hidratante corporal Rénover. A partir de hoje (18), o produto já está disponível nas mais de 60 franquias da marca de Norte a Sul do Brasil, além de poder ser adquirido com milhares de empreendedores Akmos. Dessa forma, a marca pretende levar o que existe de mais atual em nutrição corporal para brasileiros com os mais diversos tipos de pele.

Com nutrição prebiótica, uma fórmula inteligente que se adapta às mudanças diárias da pele, o hidratante corporal Rénover oferece a combinação ideal entre tecnologia e ingredientes naturais. O lançamento vem para completar a linha Rénover, que conta com hidratante para os pés e esfoliante. Os três produtos, juntos, oferecem uma experiência única, renovando a rotina de cuidados com a pele. Com absorção instantânea e fragrância suave de óleo de andiroba, óleo de amêndoas doces e manteiga de Murumuru, o Rénover vem em uma embalagem de 150 gramas, ideal para levar para onde for e reaplicar ao longo do dia.

Clean label, hipoalergênica e vegana, a fórmula suave do Rénover se adapta às necessidades da pele, que é constantemente transformada por variações no sono, alimentação, hormônios, estresse e outros estímulos, podendo apresentar características distintas ao longo do mês, até mesmo do dia. Segundo Mythali Garcia, farmacêutica da Akmos, o hidratante atua não apenas na nutrição, mas também na proteção da pele. “Os prebióticos atuam como alimento para bactérias benéficas, estimulando as defesas da pele e combatendo microorganismos a partir da criação de uma barreira física protetora. Isso é muito importante, já que a cada banho removemos a proteção natural da pele”, explica.

Venda direta: empreendedorismo e fácil acesso aos produtos

Qualquer pessoa pode sem tornar um empreendedor Akmos, facilitando ainda mais a comercialização dos mais de 300 produtos inovadores da empresa, focados em beleza e bem-estar. As linhas de Nutrição, Suplementação, Cosmética, Vestuário Tecnológico, Perfumaria e Maquiagem são sucesso de venda tanto em franquias, presentes em 23 estados, quanto na venda direta.

Com este o modelo de negócio, os revendedores podem atuar sozinhos, no horário que tiverem disponibilidade, ou formar equipes de vendas, com margens de até a 100% de lucro. Além disso, a Akmos oferece treinamento on-line para todos os seus empreendedores, por meio da plataforma Universidade Akmos, para que eles alcancem resultados melhores, e disponibiliza toda a sua infraestrutura para treinamentos e aperfeiçoamento dos grupos de venda. Mais informações em www.akmos.com.br.

Fonte: Assessoria de comunicação

2021-01-20T09:39:04-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Direct Selling News – Documentário de conservação produzido por Mary Kay Inc. estreia no Bayou Film Festival

O documentário de conservação Guardians of the Gulf, produzido pela Mary Kay Inc. com a Media One, começará a ser exibido online no dia 20 de janeiro, como parte do 16º Festival de Cinema anual de Cinema no Bayou.
Filmado, dirigido e produzido por uma equipe feminina, Guardians of the Gulf explora os impactos de desastres naturais catastróficos, furacões, pesca predatória, escoamento agrícola e derramamento de óleo em um dos ecossistemas de maior biodiversidade da Terra.

O filme foi criado em parceria com The Nature Conservancy, que, junto com Mary Kay e Media One, visitou as costas do Texas, Alabama e México para contar as histórias frequentemente esquecidas sobre a preservação do Golfo. Por meio da resiliência de conservacionistas e de conversas com pescadores locais, operadores turísticos, chefs e líderes estudantis, o filme explora como aumentar a sustentabilidade e promover mudanças por meio da ação.

Fonte: Direct Selling News

2021-01-20T09:32:12-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – “Melhor política econômica é a vacina”, diz Castelar

Para economista do Ibre, crescimento de 3,5% para este ano é “fraco” e viés é de alta, se o cenário positivo se concretizar

O crescimento na faixa de 3,5% esperado para o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil este ano é bastante fraco e o viés nessa projeção é para cima, mas para que um cenário mais positivo e com retomada mais forte se concretize, “a melhor política econômica é a da vacina”. A avaliação é de Armando Castelar, coordenador de Economia Aplicada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), que foi o convidado de ontem da Live do Valor.

Segundo Castelar, 2021 será um ano de duas metades bem marcadas para a economia brasileira, com um primeiro semestre “muito triste” e um segundo semestre “mais animado” por causa da vacina. Até lá o nível de atividade estará sob efeito de contração fiscal, devido ao fim do auxílio emergencial, e também das incertezas sobre o processo de vacinação.

“O quão triste o primeiro semestre vai ser depende de coisas que não dominamos: de quanta vacina vai ter, de quantas pessoas vão querer se vacinar. São coisas complicadas de prever”, disse Castelar, que destacou, também, o ponto de partida favorável deixado pelo ano passado para o crescimento de 2021. Dos cerca de 3,5% previstos para a expansão do PIB, 2,8% se deveriam somente ao carregamento estatístico do fim de 2020, estimou.

“Mas nem tudo são notícias ruins”, ponderou. Para ele, o setor externo será um impulso à atividade este ano. Commodities como soja, minério de ferro e petróleo, que o país exporta, estão em alta, o que atrairá investimentos. Além disso, segmentos que já mostraram recuperação, como a indústria de transformação e as vendas de alguns ramos do comércio, devem continuar com bom desempenho, avaliou. Do lado negativo, a fraqueza dos serviços pessoais e do setor de transportes continua “segurando” a economia, observou Castelar, e isso só vai mudar quando a pandemia estiver controlada.

“O que faz o PIB não estar crescendo são serviços do governo, particularmente aulas, e serviços pessoais. Para isso não adianta dar estímulos, porque não resolve o problema de contágio da covid. O que resolve é a imunidade.” Em sua visão, a melhor política econômica no momento seria “a da vacina”.

A relativa ineficiência dos estímulos ficou clara, na avaliação de Castelar, ao longo de 2020, quando houve forte aumento da poupança das famílias, apesar dos incentivos fiscais. Para ele, a geração de empregos vem se recuperando desde meados de 2020, mas de um patamar muito baixo. A tendência é que essa trajetória continue, mas ao mesmo tempo haverá alta da taxa de desemprego, porque muitas pessoas vão voltar a buscar ocupação após a retirada do auxílio.

Há muita discussão entre especialistas sobre qual será o destino da “poupança precaucional” feita na pandemia, lembrou o coordenador do Ibre/FGV. Em sua percepção, que, ponderou, é apenas uma especulação, “quando houver sintomas de imunidade coletiva, as pessoas vão tirar férias, vão a festas, vão sair e gastar como nunca na vida.”

Ele se disse pouco otimista com a aprovação de reformas estruturais. “Acho que vamos viver um congelamento dessas reformas.”

Fonte: Valor Econômico

2021-01-20T09:26:58-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – Vale-transporte gera créditos de PIS e Cofins

Entendimento está em solução de consulta publicada na segunda-feira pela Divisão de Tributação (Disit) da 7ª Região Fiscal

A Receita Federal passou a permitir créditos de PIS e Cofins sobre vale-transporte, e não só para as empresas de limpeza, conservação e manutenção – conforme previsão nas leis que tratam das contribuições sociais. Em solução de consulta publicada na segunda-feira, a Divisão de Tributação (Disit) da 7ª Região Fiscal (ES e RJ) afirma que o benefício vale também para indústrias e demais prestadores de serviços.

O entendimento da Receita sobre insumos, segundo advogados, vem sendo alterado depois de os contribuintes vencerem julgamento bilionário no Superior Tribunal de Justiça (STJ). Em recurso repetitivo, a 1ª Seção afastou, por maioria de votos, a interpretação restritiva adotada pelo órgão.

Para os ministros, deve-se levar em consideração a importância – essencialidade e relevância – do insumo para a atividade do empresário. Como o uso de créditos pode reduzir o valor das contribuições, o tema é de grande relevância para os contribuintes e a Fazenda Nacional.

Na Solução de Consulta nº 7.081, a Receita Federal levou em consideração o fato de o vale-transporte, fornecido aos funcionários que trabalham diretamente na produção de bens ou na prestação de serviços, ser uma “despesa decorrente de imposição legal”.

“É uma imposição da legislação trabalhista e, por esse motivo, deve ser considerado insumo para fins de créditos de PIS e Cofins”, diz Douglas Rogério Campanini, sócio-diretor da Athros Auditoria e Consultoria.

Ele lembra que nos últimos anos, por meio de um parecer técnico (nº 5, de 2018) e uma solução de consulta (nº 45, de 2020), a Receita tratou do assunto. Na primeira norma, manteve sua posição contra a tomada de créditos de PIS e Cofins sobre gastos com vale-transporte.

Na outra, porém, a Coordenação-Geral de Tributação (Cosit) abriu a possibilidade de abatimento dos gastos com pessoa jurídica para o transporte de empregados. Como no texto o órgão, além do setor de limpeza, trata de forma geral de “produção de bens ou de prestação de serviço”, o consultor tributário considera que o entendimento valeria para todos os contribuintes.

Para a advogada Luciana Aguiar, sócia do Bocater Advogados e professora da FGV-SP, a solução de consulta da 7ª Região Fiscal é positiva ao tratar do vale-transporte, mas está equivocada em relação aos demais itens abordados – vale-refeição, vale-alimentação e uniformes. Pelo entendimento da Receita, o benefício só valeria para o setor de limpeza, conservação e manutenção.

“Os vales [refeição e alimentação] não estão em lei, mas podem ser exigidos em acordos ou convenções coletivas, o que obriga o empregador a fornecê-los”, diz a advogada. “Então, o entendimento deveria ser o mesmo.”

João Cipriano, sócio da área tributária do Miguel Neto Advogados, afirma que a solução de consulta “trata de forma desigual alguns gastos que são equivalentes”. “Se quem trabalha na produção de alimentos não estiver vestido adequadamente, a atividade pode ser paralisada pelos órgãos reguladores. Equivale dizer que gastos com uniforme são essenciais.”

Fonte: Valor Econômico

2021-01-20T09:22:55-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Confiança do empresário do comércio cai 2,2% em janeiro, diz CNC

Efeitos da pandemia influenciam desempenho do setor

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) caiu 2,2% em janeiro de 2021 e passou para 105,8 pontos. Segundo explicou a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que mede o indicador, ainda que tenha registrado a segunda queda mensal consecutiva, o índice permanece no patamar de otimismo, que é acima de 100 pontos pelo quarto mês consecutivo. Na comparação anual houve variação negativa de 16,4%.

O presidente da CNC, José Roberto Tadros, destacou que os efeitos da pandemia ainda influenciam a confiança dos comerciantes. Ele disse que, tradicionalmente, janeiro é um mês mais modesto para o consumo. “Passado o período natalino e diminuído o efeito do aumento da renda com o 13º salário, as famílias estão mais dispostas a realizar gastos nos serviços de lazer, por força das férias escolares”, comentou.

O índice referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais e o que avalia as expectativas no curto prazo registraram quedas e, por serem dois dos principais índices do Icec, impactaram o resultado negativo do indicador principal.

Enquanto o referente à satisfação dos comerciantes com as condições atuais passou para 80,5 pontos com o recuo de 5,8%, o indicador que avalia as expectativas no curto prazo apresentou retração pela segunda vez consecutiva, agora de 2,3% e atingiu 142,1 pontos. Mesmo assim, é o único dos indicadores do Icec acima dos 100 pontos.

O economista da CNC responsável pela pesquisa, Antonio Everton, considerou entre os motivos para a influência que levou ao resultado negativo podem estar o aumento do dólar, o endividamento das empresas, o reajuste dos aluguéis e a cautela do consumidor nas compras.

“A predominância das percepções adversas também pode ter relação com a necessidade de se fazer investimentos em tecnologia e logística para avançar no e-commerce”, acrescentou.

Investimentos
O único a apresentar resultado positivo (1%) foi o índice que mede as intenções de investimento. Com isso, alcançou 94,9 pontos, voltando a crescer após ligeiro recuo em dezembro. Um outro destaque também foi a intenção de contratação de pessoal. Esse índice teve alta de 2,1% e fechou o mês com 121 pontos.

O economista informou que, nos últimos quatro anos, a intenção de aumentar o quadro de funcionários tem registrado variações positivas em janeiro.

“O planejamento dos empresários pode incluir aumento do número de pessoal para os próximos meses se a recuperação do emprego, consumo e da geração de renda permanecer em um ritmo satisfatório”, finalizou.

Fonte: Agência Brasil

2021-01-20T09:20:07-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – Copom deve manter juros básicos em 2% ao ano

Resultado da reunião será divulgado no fim da tarde

Apesar da alta na inflação nos últimos meses, as instituições financeiras apostam na manutenção da taxa Selic (juros básicos da economia) em 2% ao ano, no menor nível da história. A taxa que vigorará nos próximos 45 dias será divulgada hoje (20), no fim da tarde, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC).

A estimativa de manutenção da taxa consta do boletim Focus, pesquisa com instituições financeiras divulgada toda semana pelo Banco Central (BC).

O Copom reúne-se a cada 45 dias. O anúncio da Selic ocorre após a segunda parte do encontro, em que os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a taxa. Ontem (19), no primeiro dia da reunião, foram feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro.

Meta de inflação
A Selic representa o principal instrumento do governo para controlar a inflação, garantindo que ela fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para 2021, a meta está em 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,25% e o superior, 5,25%.

Para 2022, a meta é 3,5%, também com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Até alguns meses atrás, as instituições financeiras projetavam inflação abaixo do centro de meta. A situação, no entanto, mudou com a recente alta no preço dos alimentos. Os analistas consultados no boletim Focus agora projetam que a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terminará o ano em 3,43%. Para 2022, a estimativa está em 3,5%.

Controle da demanda
O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia.

Ao manter a Selic no mesmo patamar, o Copom considera que as alterações anteriores nos juros básicos foram suficientes para chegar à meta de inflação, objetivo que deve ser perseguido pelo BC.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Fonte: Agência Brasil

2021-01-20T09:18:09-03:00janeiro 20th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

A Crítica (Manaus/AM) – Projeto de Djuena Tikuna é contemplado pelo Natura Musical

O álbum “Torü Wiyaegü” será gravado com o apoio do edital nacional, um dos mais importantes do Brasil

Cantora do povo Tikuna, a maior nação indígena do País, Djuena é uma artista da Amazônia, mais especificamente da região do Alto Solimões. Mas, no que depender do Natura Musical, sua música é do Brasil. Recentemente contemplada pelo projeto nacional, Djuena anuncia o trabalho “Torü Wiyaegü”, que na língua de seu povo significa ‘Nosso canto’.

De acordo com a artista, o trabalho será um registro da música tradicional Tikuna. “As canções tradicionais serão interpretadas por mim e serão registradas em livro e CD”, explicou ela, ressaltando que, contudo, o projeto ainda está no começo, em fase de pré-produção e pesquisa, e, portanto, não tem uma data de lançamento definida.

“Torü Wiyaegü” foi um dos 43 projetos selecionados entre os mais de 3,3 mil inscritos no Natura Musical. A seleção foi feita por uma curadoria de 29 profissionais do mercado musical. Vale ressaltar, ainda, que em 2020 o Natura Musical disponibilizou R$ 5,5 milhões em patrocínio via edital.

Natura Musical

Criado em 2005, com a proposta de ser uma plataforma para artistas, bandas e coletivos lançarem novos trabalhos, com uma casa de show que recebe o Brasil inteiro e festivais que mostram nossa diversidade cultural, o Natura Musical resolveu inovar neste último edital.

Além da criação artística, o edital selecionou propostas a partir de um olhar mais inclusivo, buscando aumentar a proporcionalidade de grupos historicamente sub-representados. Entre os selecionados, foram contemplados quatro projetos de povos originários, nove projetos da comunidade LGBTQIA+, 18 projetos em que mulheres são protagonistas e outros 17 que valorizam a cultura negra.

Essa nova visão também abriu espaço para mais iniciativas de fomento de cenas e redes, que movimentam a cadeia da economia criativa em diferentes formatos e para diferentes públicos. Além de mostras, festivais e residências artísticas, Natura Musical vai contemplar projetos educativos, de inclusão de PCDs e que atende pessoas com autismo.

Crias de Curupira

Outro projeto amazonense contemplado pelo Natura Musical foi o “Crias de Curupira”, que reúne diversos estilos, identidades e facetas artísticas, com a proposta cultural de levar diversão, conhecimento e diversidade, seja no palco, cabines ou em encontros e debates sobre produções artísticas.

O “Crias de Curupira” inclui o novo disco de Anne Jezini, uma turnê por cidades do País ao lado de Pimenta Com Sal e Merm.Ade e mais um projeto chamado LabCurupira, um evento de formação, painéis e oficina. O nome do projeto é uma homenagem ao Curupira Mãe do Mato, espaço cultural de Manaus onde as participantes do projeto se apresentavam com regularidade antes da pandemia do coronavírus.

Fonte: A Crítica (Manaus/AM)

2021-01-19T10:16:30-03:00janeiro 19th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Jornal de Jundiaí – Empresárias focam nas vendas de porta em porta para driblar a crise

Jundiaí tem 28.292 Microempreendedores Individuais e, deste total, 11 mil tem como forma de atuação postos móveis, ambulantes e o ‘porta a porta’

A venda direta, também conhecida como venda ‘porta a porta’, foi um dos poucos segmentos que teve crescimento durante a pandemia. A entrada de novos revendedores em busca de recolocação profissional ou complemento de renda, o fácil acesso a plataformas digitais e o baixo investimento incentivaram as pessoas a investirem cada vez em seu próprio negócio.

Em Jundiaí, segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), dos 28.292 Microempreendedores Individuais (MEIs), 11 mil tem como forma de atuação o sistema porta a porta, postos móveis ou ambulantes.

Para José Augusto Simi, analista de negócios do Sebrae-SP, é preciso planejamento antes de começar qualquer negócio. “O primeiro passo para quem quer empreender é formalizar seu negócio, abrir sua MEI. O segundo é escolher um produto que tenha boa aceitação na região, que seja transportável, a pessoa tem que entender sobre o produto. É preciso também ter atenção especial com o atendimento ao cliente, se organizar para não se perder nas conversas de WhatsApp e chats. O ideal é ter um número exclusivo para o negócio, é preciso ter disciplina.”

OUTROS DADOS

Segundo levantamento da Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) feito em 2020, o número de empreendedores no país que atuava na venda direta chega a quatro milhões. Deste número, 48% eram jovens entre 18 e 29 anos e 58% são mulheres. Do total de micro empreendedores, 75% exercem as vendas diretas como renda complementar na família, 46% utilizam meios físicos para vender seus produtos e 54% utilizam ambientes digitais.

Para a empreendedora Rosana Piceli, que começou a trabalhar com vendas diretas em 2017, a proximidade com as clientes e o baixo custo fixo a fez escolher essa modalidade. “O atendimento direto gera uma satisfação maior tanto para elas quanto para mim. É mais personalizado e mais confortável. As clientes podem experimentar as roupas em suas casas, podem escolher as peças através das fotos postadas nas redes sociais e tirar dúvidas. Além disso, eu não tenho o custo fixo de aluguel, luz, água. Então consigo ter uma rentabilidade melhor e preços mais competitivos.”

Aline Martins Dias percebeu um nicho a ser explorado ouvindo pessoas conhecidas. “Sempre ouvia que a pessoa se sentia melhor provando em casa, com isso tive essa ideia. Muitas clientes têm filhos pequenos e não tem muito tempo de ir até o Centro ou ao shopping. Faço uma mala com as peças que tenho do tamanho e gosto da cliente e deixo com elas por um prazo de 48 horas. Elas amam.”

Kátia Aparecida Marcondes Santos acredita que a praticidade faz com que as pessoas prefiram receber os produtos em casa. “No começo eu até cogitei em abrir uma loja física, mas por conta do gasto que eu teria, decidi começar com as entregas com meu carro. E minha intenção era depois abrir a loja. Eu vi que as entregas eram mais práticas, tanto para mim quanto para as clientes, porque eu conseguiria atender pessoas de toda a região de Jundiaí e cidades próximas. Quando a cliente tinha que vir até mim, eu acabava perdendo muitas vendas. Quando eu comecei a fazer entregas, as vendas expandiram e então eu decidi abrir uma loja móvel”, declara.

Fonte: Jornal de Jundiaí

2021-01-19T10:13:24-03:00janeiro 19th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – Para presidente do Ipea, crescimento em 2021 pode chegar a 4%

Carlos Von Doellinger acredita que economia pode ter expansão nesse ritmo, com perspectiva de vacinação

A perspectiva de início mais rápido do que se previa da vacinação para combater a covid-19 no Brasil melhora as perspectivas de desempenho da economia brasileira neste ano. E já colocam uma expansão de até 4% para o PIB de 2021 no cenário, ritmo acima do esperado por governo e mercado. A avaliação é do presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Carlos Von Doellinger.

Segundo ele, o Ministério da Saúde demorou a agir no que diz respeito à vacina, mas se ajustou e, por isso, ele agora está mais otimista com a retomada da economia, já que o processo de imunização vai dar mais confiança a famílias, empresários e investidores.

Um dos integrantes da área econômica com mais afinidade com o ministro Paulo Guedes, Doellinger é defensor do liberalismo e da adoção de medidas fortes para resolver o problema fiscal brasileiro. A principal delas, segundo ele, é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) do Pacto Federativo, em suas linhas originais, da qual participou da elaboração e prevê medidas como redução de salários e desindexação, desvinculação e desobrigação das despesas públicas, os “3 Ds” sempre citados por Guedes.

Para ele, o Brasil não vive uma segunda onda da covid-19, mas sim um “repique” temporário, que já seria previsível diante da “maluquice” do fim do ano, quando muita gente abandonou as restrições de contato. “Estamos chegamos aqui ao pico da irresponsabilidade que foi a maluquice no fim de ano”, disse Doellinger.

De olho no fiscal, ele disse considerar temerária uma renovação do auxílio emergencial neste ano como vem defendendo parlamentares devido à situação fiscal frágil do governo brasileiro.

Retomando o conceito de “vantagens comparativas”, o presidente do Ipea defendeu que o Brasil centre foco em setores econômicos em que é mais competitivo, como produção de alimentos, mineral e energia e deixe de fomentar a indústria manufatureira, como a automotiva, mirando nos exemplos de Austrália, Chile e Canadá. A seguir os principais pontos da entrevista que ele concedeu ao Valor.

Crescimento em 2021– No nosso cenário já temos uma expectativa de um crescimento para este ano entre 3,5% e 4%. Isso de certa forma repõe o nível de atividade, de produção de atividade que a gente estava em 2019. A gente zera ao longo deste ano, com a perspectiva de normalização gradativa ao longo do ano. Quando começar a vacinação, você vai ter um ambiente de maior otimismo. O investidor vai começar a voltar a fazer planos, o consumidor começa retornar.

Essa previsão maior está relacionada ao cronograma mais concreto da vacinação. Isso influência diretamente nas expectativas. Ainda não publicamos, mas pelas discussões que tivemos, já deu para estimar esse retorno da atividade entre 3,5% talvez até um pouco mais, chegando próximo de 4%. A última estimativa que fizemos estava mais próxima de 4%. Não trabalhamos juntos mas coincide em grande parte com a projeção da SPE [Secretária de Política Econômica].

De qualquer maneira isso já configura um V, não um vezão, mas um v com perninha um pouco [gesticula como se a segunda perna do v fosse mais para baixo]. Para frente tem um conjunto de medidas que precisa ser tomada para reativar investimentos e fazer as tais reformas prometidas, sempre prometidas, e que precisam sair.

Renovação do auxílio – O auxílio emergencial já deu o que tinha que dar. Tivemos um período muito difícil do setor público. Toda encrenca está centrada no setor público com um déficit que chegou R$ 840 bilhões. Eu acredito que não haja necessidade [de renovação do auxílio], a não ser que haja uma catástrofe, uma segunda onda devastadora.

Esse é um cenário, que até pode acontecer, é de horror. Acho que não vai ser necessário insistir nessa história de auxílio. Até porque já está se vendo a luz no fim do túnel [referindo-se à vacinação]. Acho isso [renovar auxílio] um pouco temerário pelo menos no momento. É claro que o que estamos vendo agora [aumento do número de casos e mortes por covid-19] é consequência óbvia, lógica e previsível dos 15 dias atrás. Acho que seria um pouco temerário fazer novo auxílio porque vai agravar a situação fiscal, vai trazer uma incerteza quanto ao rumo que a gente já estava seguindo e, de certa forma, fazer isso é que o governo não está acreditando muito que vai ter uma campanha permanente de vacinação. Enquanto não tivermos a vacina, nós não vamos superar isso.

Acho preferível dar um susto [refere-se ao fim do auxílio] e mostrar que agora estamos numa solução que é a desejada por todos e que vai levar a bom termo. É possível que o governo tenha, eventualmente se os números continuarem nesse horror, pode ser até que o governo resolva [fazer de novo o auxílio]. Se eu tivesse lá, segurava um pouco. Tudo está muito sujeito as chuvas e trovoadas.

Vacinação e segunda onda do coronavírus – Enquanto não estiver resolvida essa questão da vacinação, indicando um caminho para a saída desse inferno que a gente tem vivido, tudo fica precário. A própria economia fica em compasso de espera, mas não é só aqui é no mundo inteiro. Estou achando que agora está saindo. Acho que o aumento de casos e mortes já era uma coisa mais ou menos previsível. Todos viram a maluquice do final de ano. Quando vi isso, já pensei: janeiro vai ser um terror. Estamos chegando aqui ao pico da irresponsabilidade que foi a maluquice do fim do ano. Não sei o que deu na cabeça das pessoas que fizeram um carnaval total. Mas, acho que isso é uma corcova [aumento de casos e mortes] que tem que ser enfrentada.

Estou querendo olhar um pouco mais a frente diante da perspectiva mais concreta, que a gente já tem, de iniciar o processo de vacinação, mesmo que todos os cuidados tenham que continuar. Não tenho dados quantitativos. Eu acredito que estamos com essas corcovas que é a consequência dessa irresponsabilidade total que tivemos no final do ano. Não sei se poderia chamar de segunda onda. A meu ver, pelo menos aqui no Brasil, as coisas foram muito em cima de desregramento total que ocorreu no final do ano, que aliás também aconteceu em outros países. Acho que agora vai ter uma retranca, já está tendo inclusive.

Ministério da Saúde – Eu acho que o governo, o Ministério da Saúde principalmente, está agindo, um pouco empurrado pelas circunstâncias, mas está agindo. Já há um cronograma, com datas e providências já bem delineadas. Demorou um pouco, meio que ficou assim no córner, mas está agindo. Eu estou animado. Nessas duas últimas semanas as coisas estão acontecendo num ritmo bem mais célere. Por forças das circunstâncias, as coisas estão evoluindo mais favoravelmente. Por isso, eu pessoalmente estou mais otimista. Já disse que serei um dos primeiros da fila.

Eu vejo realmente uma luz no fim do túnel que não é de uma locomotiva no sentido contrário. Ao longo do ano, acredito que a tendência é de que a economia possa reagir. As próprias expectativas dos agentes econômicos, investidores, consumidores, no momento em que o processo [vacinação] se iniciar, já vai animar um pouco mais, já vai dar um certo gás para a recuperação seja no consumo.

Reformas – A minha favorita é o Pacto Federativo, em que temos que agir cirurgicamente é no ajuste do setor público principalmente nas medidas que foram anunciadas, lançadas em dezembro de 2019. São os “três D”: desindexação, desvinculação e desobrigação. São coisas para conseguir um manejo mais adequado no setor público, para tornar mais flexível e maleável o orçamento. Enfim, temos que voltar as medidas do Pacto Federativo original para desatar o nó nas contas do setor público. Está tudo amarrado, indexado, preso por gastos obrigatórios, não tem como remanejar despesas, não tem como abrir espaço para mínima recuperação de investimentos públicos.

O setor privado acredito que já vai começar a reagir à medida que houver realmente uma perspectiva mais segura da saída dessa situação. O setor público é o grande vilão da história e ao meu ver a providência mais direta, na veia é as medidas que estão no pacto federativo. Tem que frisar bem: A nossa grande encrenca está no setor público, no ajuste fiscal. Precisava um pouco mais de colaboração do Congresso. Minha avaliação é de um técnico que está observando o que deve ser feito e o que ser precisa ser feito. A avaliação política é uma grande incógnita agora.

Obviamente, que precisamos ter reformas. Além do Pacto federativo, a reforma administrativa e tributária. Mas, o que vai ter efeito mais imediato são as medidas do pacto federativo. Tanto a administrativa quanto a tributária, absolutamente necessárias, vão maturar ao longo do tempo.

Teto de gasto – Tem que manter. É condição absolutamente necessária.

Revisão de políticas – Nós fizemos nossas propostas há uns quatro meses. O Brasil pós covid-19 tem todas nossas sugestões de como fazer inclusive para conciliar a recuperação do investimento sem aumentar o endividamento ou ter com pouco impacto sob o endividamento público. Priorizamos instrumentos como a concessões, parcerias, investimento externo. Mas uma coisa é escrever, outra coisa é fazer aquilo. Não somos órgãos executor. Temos a obrigação de propor e mostrar caminhos e minimamente mostrar a viabilidade das coisa. Isso foi o que fizemos. Tudo ali continua válido. Só que infelizmente houve um agravamento da situação social e o governo teve que sair atrás de outros socorros, outras prioridades, a outras urgências. Mas acredito que a gente tem condições de voltar à nossa agenda.

Desemprego – Creio que agora está estacionada [taxa de desemprego] e aos poucos pode se prever uma melhoria. O pessoal do Ipea e lá do Ministério da Economia estão fazendo cenários de medidas para aumentar o emprego formal. Uma medida de estímulo basicamente tem a ver com redução de custo. Está tudo muito apertado [contas públicas]. Pela lógica da economia você tem dois efeitos para melhorar o emprego: crescimento da renda ou a redução do custo da mão de obra. Pode ter crescimento do emprego, mesmo sem mexer no custo da mão de obra. Com a retomada do investimento, o emprego vai naturalmente pelo efeito renda.

Agora do ponto de vista do preço da mão de obra, a discussão seria em torno de alguma redução de encargos, alguma forma de aliviar um pouco seu custo. Tem havido discussão sobre alternativas para ter medidas de melhoria de emprego formal. Acredito mais num efeito renda, da retomada do nível de atividade, do que preço em termos de emprego justamente pelo esse pouco espaço fiscal para reduzir os encargos. No setor privado nacional há muito recurso represado. Há recursos que podem ser mobilizados e estão aguardando uma melhoria de expectativa.

Brasil quebrado – A fala do presidente obviamente se referia ao setor público, que obviamente está quebrado. Quebrado no sentido de que tem um nível alto de endividamento. Nós estamos com dívida bruta de 91% do PIB, déficit primário alto. Talvez [o termo] não tenha sido bem colocado, mas o sentido foi esse. No sentido da atividade privada, não. As empresas não estão quebradas, estão sobrevivendo, produzindo, acredito que muitas fecharam, a Ford agora fechou, mas foi uma decisão empresarial. A maior parte das empresas está sobrevivendo, funcionando.

Ford – Acho que a decisão da Ford tem muito mais a ver com os problemas dela. Houve sérios problemas de várias decisões que estão tomando no mundo e, principalmente, no Brasil. Eles não foram bem. A decisão foi empresarial. Na verdade a indústria automobilística, a indústria mundial de transporte, não está indo bem de modo geral. Nós já estamos com perspectivas de mudanças tecnológicas muito radicais, nessa parte de carro elétrico. Há um processo de transformação que vai afetar a indústria como um todo.

Vantagens comparativas – A gente tem que se conscientizar que o Brasil precisa apostar em suas vantagens comparativas, suas vantagens competitivas. Não somos bons em produzir material de transporte, não somos bons. Cito sempre o exemplo da Austrália, que tem algumas semelhanças interessantes com o Brasil. Há mais ou menos 15 anos, a Austrália tomou uma decisão fundamental, eles tinham montadoras, várias indústrias voltadas para substituição de importação, como o Brasil, e resolveram assim: nós não somos bons nisso, vamos acabar com esse negócio. Fecharam tudo que é montadora, praticamente aniquilaram a indústria de transformação como a gente conhece aqui no Brasil e em vários países. E resolveram fazer aquilo em que tinham vantagens comparativas e competitivas. Tiraram o sistema de substituição de importações, deram uma guinada total e hoje são grande potência no agro, na mineração, nos serviços e tecnologia. Não produzem mais carro nenhum, não produzem equipamento pesado nenhum, exceto aqueles diretamente ligados às cadeias do agro e da mineração.

Nós temos nossas vantagens comparativas. Nosso agro é forte, é quem está sobrevivendo e sustentando minimamente nossa economia, até com pouca ajuda do governo. Está sobrevivendo, produzindo, importando, competindo, fazendo o seu trabalho e acrescentando um pouco de crescimento para minimizar nosso abismo produtivo. Nosso caminho não é indústria manufatureira, a não ser aquela ligada ao beneficiamento de produtos naturais, minérios. Hoje temos vantagens comparativas naturais de recursos em áreas cultivadas. Nós temos abundância de áreas a ser cultivadas, temos agro muito forte, temos mineração, energia, podemos ser grandes exportadores. Podemos também investir e melhorar nossa produtividade, sem dúvida; reduzir o custo Brasil, sem dúvida; temos dever de casa muito grande. Mas acho que temos que investir em nossas vantagens comparativas.

O mínimo que temos positivo está no agro, no setor mineral e em energia. São nossas vantagens comparativas. Não quer dizer que teremos que fechar tudo que é indústria, como fez a Austrália, mas de qualquer maneira o caminho a seguir é naquilo que tem realmente condições de competir porque a competição vai ser cada vez mais acirrada. Nós estamos vivendo uma época anormal pela pandemia, mas de alguma maneira as coisas vão voltar ao curso normal, e aí valem as regras tradicionais de competitividade, eficiência, produtividade, inovação tecnológica. Nós temos que procurar selecionar e aplicar onde a gente tem realmente mais possibilidades. Não pode ficar distribuindo munição, atirando para tudo quanto é lado. É algo que tenho opinião por ter visto ainda em outros países. Acho que não vale a pena insistir em subsidiar atividades que não dão retorno. Essa é a grande lição da história que a gente precisa assimilar, acho que aos trancos e barrancos a gente acaba chegando lá.

Meio ambiente e agronegócio – Esse negócio de queimadas em florestas, isso não tem nada a ver com a produção agropecuária que realmente funciona. É uma coisa meio marginal de quem está querendo tirar proveito de alguma maneira. Não é disso que estou falando. Estou falando da produção do agro que a gente vê nas grandes extensões, principalmente no Centro-Oeste, no Sul, no Sudeste também, é isso que dá o suporte do agro brasileiro. Aí que temos grandes vantagens comparativas.

Redução de subsídios – Hoje temos uma conta de mais de R$ 300 bilhões, que é uma grande mistura de assuntos. Acho que tem que recuperar essa agenda também, precisa usar bem nossos recursos, otimizar, principalmente onde a gente tem chance de fazer bem as coisas, de “deliver”, onde temos habilidade de alavancar investimentos. Estamos em um momento de escolhas bem inescapáveis e espero que nós consigamos ir para o rumo certo. Claro, precisa haver apoio político.

Fonte: Valor Econômico

2021-01-19T10:05:54-03:00janeiro 19th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – No 7º mês seguido de alta, ‘prévia’ do PIB tem elevação de 0,59% em novembro, aponta BC

Banco Central divulgou seu Índice de Atividade (IBC-Br), uma espécie de prévia do PIB, subiu 0,59% em novembro ante outubro; desde maio, o indicador apresenta uma sequência de altas, sempre na comparação com o mês anterior

BRASÍLIA – Após a forte retração nos meses de março e abril, em razão dos efeitos da pandemia do novo coronavírus, a atividade econômica brasileira apresentou o sétimo mês consecutivo de alta em novembro de 2020. Apesar do resultado positivo, o nível desacelerou na comparação com os meses anteriores e não atingiu patamar de antes da covid-19.

O Banco Central informou nesta segunda-feira, 18, que seu Índice de Atividade (IBC-Br), uma espécie de prévia do PIB, subiu 0,59% em novembro ante outubro, na série já livre de influências sazonais, uma espécie de “compensação” para comparar períodos diferentes. Em outubro, o avanço havia sido de 0,75% (dado revisado).

Os efeitos da pandemia do novo coronavírus sobre a economia, apesar de percebidos em fevereiro do ano passado, se intensificaram em todo o mundo a partir de março. Para conter o número de mortos, o Brasil adotou o isolamento social em boa parte do território, o que impactou a atividade econômica. Os efeitos negativos foram percebidos principalmente em março e abril.

A partir de maio, o indicador apresenta uma sequência de altas, sempre na comparação com o mês anterior, e o número de novembro é o menor entre eles.

De outubro para novembro, o índice de atividade calculado pelo BC passou de 136,61 pontos para 137,41 pontos na série dessazonalizada. Este é o maior patamar desde fevereiro do ano passado (140,02 pontos), ou seja, de antes da pandemia.

A alta do IBC-Br ficou dentro do intervalo projetado pelos analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam resultado entre +0,20% e +1,50% (mediana em +0,50%).

Na comparação entre os meses de novembro de 2020 e novembro de 2019, houve baixa de 0,83% na série sem ajustes sazonais. Esta série encerrou com o IBC-Br em 139,98 pontos em novembro, ante 139,14 pontos no mesmo mês de 2019.

Conhecido como uma espécie de “prévia do BC para o PIB”, o IBC-Br serve mais precisamente como parâmetro para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. A projeção atual do BC para a atividade doméstica em 2020 é de retração de 4,4%. Este cálculo foi atualizado no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) de dezembro.

Fonte: Estadão

2021-01-19T09:59:34-03:00janeiro 19th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|
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