Início/Rosangela Oliveira

Sobre Rosangela Oliveira

Esse autor ainda não preencheu quaisquer detalhes.
So far Rosangela Oliveira has created 1009 blog entries.

Unick – Setor de Vendas Diretas debate o futuro da atividade em Encontro Online

Evento promovido pela ABEVD reúne maiores empresas do setor – como Natura, Avon, Herbalife, Jequiti, entre outras – nesta quarta-feira (02/12) em formato totalmente online.

Representantes das maiores empresas do setor de Venda Direta do Brasil, como Amway, Natura, Avon, Herbalife e Jequiti, estarão reunidos nesta quarta-feira (02.12) para o Encontro On-line da Venda Direta, promovido pela Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD).

Durante o evento, que será realizado de forma totalmente online, executivos irão debater os aprendizados que 2020 trouxe para as empresas de Vendas Diretas, além das tendências e futuro do setor para 2021. Os debates terão mediação da jornalista Maria Cândida.

De acordo com a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca, o encontro é a chance de os representantes do setor debaterem e compartilharem experiências adquiridas neste ano atípico e as inovações adotados pelo segmento.

“A intenção é termos um panorama do mercado, debatermos onde estamos e para onde vamos. O evento será interessante tanto para empreendedores, quanto para executivos saberem a perspectiva dos grandes players do segmento sobre o momento que vive o setor”, afirmou Colloca.

Com o tema central “Novo Normal e Antigo Anormal — O despertar de um profissional para uma nova conexão”, o Encontro Online da Venda Direta trará a palestra, inédita no Brasil, de Amanda Gore, palestrante motivacional e autora nas áreas de alegria, resiliência e liderança.

Vendas Diretas na Economia

As vendas diretas, anteriormente conhecidas como “venda porta-a-porta”, movimentaram R$ 45 bilhões em 2019, com cerca de 4 milhões de empreendedores independentes — profissionais que trabalham na revenda de produtos — distribuídos por todo o País, segundo dados da ABEVD. De acordo com o órgão internacional do setor, o World Federation Direct Selling Associations (WFSDA), o Brasil é atualmente o 6º maior mercado de vendas diretas do mundo.

ABEVD

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas é uma entidade sem fins lucrativos criada em 1980, para promover e desenvolver as vendas diretas no Brasil, assim como representar e apoiar empresas que se utilizam desse canal de comercialização para distribuir seus produtos. O setor de vendas diretas no País envolve empreendedores independentes, que atuam como revendedores de produtos de saúde, beleza, utilidades domésticas, vestuário, alimentos, joalheria, entre muitos outros.

Serviço

Data: 02 de dezembro de 2020

Horário: 16h30 às 19h

Formato: Online

Link para inscrições: bit.ly/encontroVD

 

2020-12-02T11:49:38-03:00dezembro 2nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Portal Radar – Evento online debate o futuro do setor de vendas diretas

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realiza hoje (02/12) o Encontro On-line da Venda Direta.

O evento reunirá os representantes das maiores empresas do setor de Venda Direta do Brasil, como Amway, Natura, Avon, Herbalife e Jequiti.

Durante o encontro os executivos irão debater os aprendizados que 2020 trouxe para as empresas de Vendas Diretas, além das tendências e futuro do setor para 2021.

Os debates terão mediação da jornalista Maria Cândida.

De acordo com a presidente executiva da ABEVD, Adriana Colloca, o encontro é a chance de os representantes do setor debaterem e compartilharem experiências adquiridas neste ano atípico e as inovações adotados pelo segmento.

“A intenção é termos um panorama do mercado, debatermos onde estamos e para onde vamos. O evento será interessante tanto para empreendedores, quanto para executivos saberem a perspectiva dos grandes players do segmento sobre o momento que vive o setor”, afirmou Colloca.

Com o tema central “Novo Normal e Antigo Anormal — O despertar de um profissional para uma nova conexão”, o Encontro Online da Venda Direta trará a palestra, inédita no Brasil, de Amanda Gore, palestrante motivacional e autora nas áreas de alegria, resiliência e liderança.

Serviço

Data: 02 de dezembro de 2020

Horário: 16h30 às 19h

Formato: Online

Link para inscrições: bit.ly/encontroVD

2020-12-02T11:40:50-03:00dezembro 2nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Direct Selling News – Tupperware apoia a Fundação do Parque Nacional para #GivingTuesday

A Tupperware doará 50% do preço de varejo de suas vendas de Eco Water Bottle para a National Park Foundation em homenagem a #GivingTuesday, até $ 30.000. A doação é parte de um esforço para apoiar aventuras sem resíduos dentro dos parques.

As Garrafas de Água Eco são ecologicamente corretas e são um dos produtos mais vendidos da Tupperware.

“Quando pensamos no futuro, imaginamos um mundo onde não existam resíduos”, disse Pieter Swanepoel, Presidente da Tupperware Estados Unidos e Canadá. “Por meio da parceria com a National Park Foundation para destacar nossas soluções reutilizáveis ​​para aventuras sem resíduos, estamos fazendo avanços impactantes em direção a esse objetivo. Parando o desperdício antes que comece, podemos criar um impacto nos parques e além. Na Tupperware, estamos tomando decisões para reduzir nossa própria pegada ambiental, explorando o uso de materiais novos e sustentáveis ​​e eliminando o uso de plástico descartável ao enviar nossos produtos. Não há tempo a perder quando se trata de proteger o planeta e esperamos que nossos esforços em torno de #GivingTuesday incentivem as pessoas a escolherem fazer o bem para manter nossos parques – e nosso planeta – prosperando para as gerações futuras. ”

Esta doação é uma extensão da parceria principal da Tupperware com a iniciativa Resiliência e Sustentabilidade da National Park Foundation. Juntas, por meio de produtos inovadores e recursos educacionais, as duas organizações esperam reduzir o desperdício e melhorar as infraestruturas de reciclagem dentro dos parques.

Fonte: Direct Selling News

2020-12-02T11:37:38-03:00dezembro 2nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

InfoMoney – Bitcoin dispara 170% no ano e renova máxima histórica encostando nos US$ 20 mil

Moeda se beneficiou de iniciativas como a da aceitação pelo PayPal e por investimentos de fundos que se protegem da impressão de dinheiro dos BCs

SÃO PAULO – O Bitcoin renovou máxima histórica nesta segunda-feira (30), chegando a subir mais de 9% a US$ 19.864. Em reais, um Bitcoin custa agora R$ 104.247, mas na máxima do dia a criptomoeda chegou a operar cotada em R$ 106,9 mil.

Em 2017, antes de sofrer uma forte queda iniciada em dezembro, a moeda digital atingiu o valor de US$ 19.783.

No ano, o Bitcoin salta perto de 170%, porém isso não significa que 2020 foi sem sobressaltos. No pior momento da pandemia, em meados de março, a criptomoeda caiu abaixo de US$ 4 mil e trouxe muita preocupação aos investidores.

De acordo com o jornal The New York Times, este novo rali do Bitcoin, ao contrário do registrado em 2017, não é impulsionado por especuladores asiáticos que acabavam de descobrir o ativo digital, mas por grandes investidores e fundos de investimento americanos que usam a criptomoeda como um ativo de proteção à carteira da mesma maneira como é feito com o ouro e o dólar.

“Em vez de fazer operações rápidas para ganhar dinheiro no curto prazo, cada vez mais investidores estão usando o Bitcoin para manter parte dos seus portfolios fora da influência de governos e do sistema financeiro tradicional”, ressalta uma reportagem do NYT.

Vale lembrar que este ano a Fidelity lançou um fundo de investimento em Bitcoin e o PayPal permitiu que seus usuários usassem a critpomoeda em sua plataforma de pagamentos.

Já a Bloomberg lembrou que a narrativa do excesso de impressão de dinheiro pelos bancos centrais este ano para conter os impactos econômicos do coronavírus fortaleceu a percepção de valor no Bitcoin, uma moeda descentralizada e sem influência da política.

“Eminentes investidores como Paul Tudor Jones disseram que compraram a criptomoeda como uma proteção contra atitudes dos governos e bancos centrais”, conta a agência de notícias.

Por outro lado, a Bloomberg chama a atenção para o fato de que 2% das contas anônimas de Bitcoins detenham 95% da moeda digital em circulação de acordo com a Flipside Crypto.

Fonte: InfoMoney

2020-12-02T11:32:24-03:00dezembro 2nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Investe – CVM propõe acesso do varejo a fundo 100% no exterior e FIDC

A autarquia vai ouvir o mercado sobre as propostas para modernização das normas de fundos de investimento

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) propôs em minuta colocada em audiência pública a possibilidade de investidores do varejo terem acesso aos fundos com carteira 100% alocada no exterior e aos fundos de investimento em direitos creditórios (FIDCs), ambos atualmente restritos a perfis classificados como, no mínimo, qualificados, ou seja, com patrimônio financeiro acima de R$ 1 milhão. Além disso, o regulador pretende criar uma nova categoria de FIDCs, a de socioambientais.

A autarquia vai ouvir o mercado sobre as propostas para modernização das normas de fundos de investimento — atualmente contidas na Instrução CVM 555 — e de FIDCs, regulados pela Instrução CVM 356. As novas regras para os veículos farão parte de uma mesma resolução. A minuta busca regulamentar várias mudanças já previstas na Lei da Liberdade Econômica, além de introduzir inovações, como é o caso do acesso ao público em geral dos fundos internacionais e FIDCs.
Editada em 2019, a Lei da Liberdade Econômica abriu a possibilidade de limitar a responsabilidade de cada cotista ao valor de suas cotas e estabeleceu a previsão de que a responsabilidade dos prestadores de serviços seja restrita aos seus próprios atos ou omissões. A legislação passou a permitir ainda que os fundos sejam um grande guarda-chuva, abarcando várias classes de cotas, estratégias e políticas de investimentos, sem, contudo, misturar o patrimônio de cada uma.

Fonte: Valor Investe

2020-12-02T11:20:30-03:00dezembro 2nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – Superávit comercial supera US$ 51 bilhões no ano

Importações mostram recuperação, reagindo à demanda interna

A balança comercial registrou superávit de US$ 3,73 bilhões em novembro, um aumento de 4,7% em relação ao mesmo período do ano anterior pelo critério da média diária. Com isso, o saldo positivo acumulado de janeiro a novembro chegou a US$ 51,16 bilhões, uma alta de 23,2% sobre o mesmo período de 2019. Os números foram divulgados ontem pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

O economista Silvio Campos Neto, da Tendências Consultoria Integrada, chama a atenção para a mudança de dinâmica das importações. Ele observa que, em novembro, a média diária das compras externas recuou apenas 2,6% em relação ao mesmo mês do ano passado, uma queda bem menor que os 26% registrados nos cinco meses anteriores. “O desempenho está relacionado ao aumento da demanda interna nos últimos meses, o que tem estimulado a busca por bens e insumos no exterior”, diz Campos Neto. Em novembro, as importações totalizaram US$ 13,8 bilhões.

“Após vários meses com quedas anuais acima de 20%, a recuperação das importações é um importante sinal da retomada da demanda interna, em especial do consumo, o que é ilustrado pelo patamar das vendas no varejo acima do verificado no pré-crise”, afirma ele. “Em novembro, as importações de itens ligados à indústria de transformação cresceram 11% em volume e exibiram uma leve queda de 0,5% em valor, números que ilustram a vigorosa reação da demanda.”

Já as exportações ficaram em US$ 17,53 bilhões no mês passado. Pela média diária, houve queda de 1,2% sobre o desempenho do mesmo mês de 2019. No acumulado de 2020, as exportações somaram US$ 191,7 bilhões, queda de 6,1%, pela média diária, em relação ao mesmo período de 2019. Já as importações ficaram em US$ 140,5 bilhões, recuo de 13,6% na mesma base de comparação. Em sua projeção atual, a secretaria estima que a balança comercial registre em 2020 um superávit de US$ 55 bilhões, resultado de US$ 210,7 bilhões em exportações e US$ 155,7 bilhões em importações.

Segundo Campos Neto, as exportações mantiveram a dinâmica recente, com leve queda de 1,2% na comparação com novembro de 2019. “Além de terem recuado menos durante o auge da pandemia, em parte graças à rápida recuperação da China, desde outubro as exportações já apresentam números similares aos verificados em 2019. Como destaques, a alta das receitas com minério de ferro (42%), milho (27,2%), café (41,9%) e açúcares e melaço (59,8%)”, diz ele, em nota.

O subsecretário de Inteligência e Estatísticas de Comércio Exterior, Herlon Brandão, disse que o resultado da balança comercial em novembro mostra continuidade do que vem ocorrendo no segundo semestre, de trajetória de recuperação das importações e manutenção das exportações.

Ele destacou que as exportações vêm mantendo trajetória estável ao longo do ano, com algumas mudanças na composição da pauta. Assim, os volumes estão crescentes e os preços é que explicam a queda nas vendas no mês. Brandão destacou ainda que, mesmo com o recuo em novembro, o resultado das importações é “muito positivo”, ressaltando o aumento de 9,6% no volume de compras externas.

Fonte: Valor Econômico

2020-12-02T11:17:12-03:00dezembro 2nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Estadão – Economistas projetam crescimento recorde do PIB no 3º trimestre

Atividade econômica, no entanto, ainda fica distante do período pré-pandemia, segundo instituições ouvidas pelo Projeções Broadcast; IBGE divulga resultado nesta quinta-feira

O mercado financeiro espera crescimento de 8,80% do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre em relação ao segundo, de acordo com as estimativas de 47 instituições financeiras ouvidas pelo Projeções Broadcast. Se confirmada, será a maior expansão da série das Contas Nacionais Trimestrais, iniciada em 1996, logo após o tombo de 9,7% registrado no segundo trimestre do ano.

Se confirmado esse resultado, o PIB nacional ainda estará 4,16% abaixo do nível do quarto trimestre de 2019, antes da pandemia. As previsões são todas de crescimento, de 7,40% a 9,50%, com mediana de 8,80%, sustentadas pela recuperação mais forte do que o previsto da atividade econômica depois de abril e maio, quando os efeitos da covid-19 sobre a economia atingiram sua intensidade máxima. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o PIB do terceiro trimestre na quinta-feira, 3, às 9 horas.

Em relação ao terceiro trimestre do ano passado, a projeção do mercado é de recuo de 3,50%.

A queda no consumo com a redução de estímulos como o auxílio emergencial deve levar a uma moderação do PIB do quarto trimestre. O mercado prevê desde queda de 0,40% a crescimento de 3,50% de outubro a dezembro, com mediana de alta de 2,0%. Na comparação com o mesmo período de 2019, as projeções são todas de queda, de 4,60% a 0,60% e o valor intermediário é de contração de 2,10%.

Apesar do crescimento previsto para a segunda metade de 2020, o PIB do ano deve cair 4,50%, segundo a pesquisa. Essa é a mesma projeção do Ministério da Economia para a atividade econômica deste ano. Se confirmada, será a maior queda anual da série histórica iniciada em 1901 – a mais intensa até hoje foi registrada em 1990 (-4,35%). Em 2021, o PIB deve crescer de 2,20% a 5,30%, segundo as estimativas coletadas. A mediana é de 3,40%.

O ritmo da recuperação da atividade econômica surpreendeu o mercado ao longo do terceiro trimestre, sustentado pelas transferências de renda do governo para as famílias. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), conhecido como uma prévia do PIB do BC, cresceu 9,47% em relação ao segundo trimestre, puxado por expansão em todos os setores da atividade, com a demanda sustentada pelo auxílio emergencial.

O economista sênior do Banco ABC Brasil Daniel Xavier elevou a previsão de crescimento do PIB do terceiro trimestre de 8,50% para 8,90%. “Vemos que o movimento da economia é basicamente de recompor em parte o que foi perdido no segundo trimestre, com resultados positivos em todos os setores do PIB”, afirma.

O destaque da divulgação deve ficar com o PIB industrial, para o qual Xavier prevê crescimento de 17%, após retração de 12,30% no trimestre anterior. O economista reforça a natureza ainda desigual da recuperação, com projeções de crescimento de 6% do PIB de serviços, após queda de 9,70%, e de alta de 1,50% do PIB agropecuário, depois da expansão de 0,40% na leitura anterior.

Na ponta mais otimista do levantamento, a economista-chefe do Banco Inter, Rafaela Vitória, prevê crescimento de 9,50% do PIB do terceiro trimestre. “Realmente vimos um bom desempenho tanto da indústria quanto do varejo e alta do investimento em equipamentos da construção civil”, diz Rafaela, que fala em recuperação em ‘V’ no período.

A pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV) Luana Miranda prevê crescimento mais modesto, de 7,40%, do PIB do terceiro trimestre. Ela espera desempenho fraco do PIB de administração, saúde e educação públicas e seguridade social, que foi a surpresa negativa do segundo trimestre, com queda de 7,62%.

“Os dados que temos disponíveis mostram uma recuperação muito pequena nesse setor, que responde por mais de 24% do PIB de serviços”, afirma Miranda, que prevê crescimento de 6,0% dos serviços como um todo.

O Ibre espera contração de 1,50% do PIB agropecuário e crescimento de 14,20% do PIB da indústria, puxado por expansão de 23,50% da indústria de transformação, de 8,10% da construção civil e de 4,50% da indústria extrativa. Pelo lado da demanda, o Instituto prevê melhora no consumo das famílias (-12,50% para 7,30%), consumo do governo (-8,80% para 0,0%) e investimentos(-15,40% para 15,60%), desaceleração das exportações (1,80% para 0,30%) e queda das importações (-13,20% para -11,60%).

Fonte: Estadão

2020-12-02T11:13:09-03:00dezembro 2nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Valor Econômico – STJ começa a julgar revogação antecipada de benefício fiscal

Varejistas saíram na frente no julgamento da 1ª Turma do STJ

As varejistas saíram na frente no julgamento em que a 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) vai decidir se é válida a revogação antecipada da alíquota zero de PIS e Cofins sobre a receita bruta com a venda de produtos de informática e tecnologia, como smartphones e notebooks. Depois do voto do relator, ministro Napoleão Nunes Maia Filho, a favor dos contribuintes, a sessão foi suspensa por pedido de vista.

O benefício foi criado pela chamada Lei do Bem (nº 11.196, de 2005), para estimular a venda desses produtos. Renovado, deveria valer até 2018, mas foi revogado três anos antes. Representou, anualmente, renúncia de R$ 6,7 bilhões, segundo a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

No STJ, o tema é julgado por meio de três recursos (REsp 18498 19, REsp 1845082 e REsp 1725452). Dois deles de empresas e um da Fazenda Nacional contra decisões de segunda instância. Nos Tribunais Regionais Federais (TRFs), prevalecem decisões favoráveis à União, de acordo com a defesa oral da procuradora Amanda Geracy.

Para os advogados das partes que participaram do julgamento, o contribuinte foi surpreendido com a revogação do benefício. “Não há dúvida que houve violação ao princípio da segurança jurídica”, disse a advogada Jussandra Hickmann Andraschko, sócia do Hickmann Advogados, que representa a Sir Computadores. Ela destacou, em sustentação oral, os requisitos exigidos para a fabricação desses produtos e a desoneração do PIS e da Cofins.

“O contribuinte acordou no ano de 2015 com a vigência do benefício até 31 de dezembro de 2018. Ele se preparou e foi surpreendido em 2015 com a revogação”, afirmou Ariane Guimarães, sócia do escritório Mattos Filho, que defende a Carlos Saraiva Importação e Comércio. “Aqui, apesar de o termo empregado na lei ser alíquota zero, estamos diante de uma isenção em essência.”

No julgamento, porém, a Fazenda Nacional defendeu que a questão seria constitucional. Discute-se a possibilidade de uma lei revogar benefício de alíquota zero instituído por outra lei. “Há conflito de normas e o Supremo Tribunal Federal (STF) já decidiu que conflito de normas é matéria constitucional”, disse a procuradora Amanda Geracy.

Ela acrescentou que o grande mote da Lei do Bem foi fomentar pesquisa e desenvolvimento de produtos de informática no Brasil com uma série de benefícios fiscais para a indústria, que resvalavam no varejo. O benefício ao industrial não foi revogado e persiste até 2029.

Na renovação do benefício em 2014, segundo a procuradora, a equipe econômica trabalhava com expectativa de superávit. Em razão da crise econômica, porém, o cenário foi de déficit. “Antes de cortar despesas públicas se buscou revisar os benefícios fiscais”, disse ela, lembrando que o orçamento foi enviado pela primeira vez ao Congresso com déficit e assim foi aprovado.

No entendimento da representante do amicus curiae Instituto para Desenvolvimento do Varejo, Gláucia Lauletta, sócia do escritório Mattos Filho, “o rombo fiscal não justifica o uso pelo governo de meios ilegais”. De acordo com ela, o varejo investiu em estoque, empregos formais e treinamento por causa da isenção.

Relator do caso, o ministro Napoleão Nunes Maia Filho acatou a argumentação das empresas. “Isso pode ser feito? Prorroga uma coisa e sete meses depois cancela essa coisa?”, questionou. Para ele, a revogação causou enorme surpresa e prejuízo. ”Não se deve matar o boi para acabar com os carrapatos. Precisamos manter o sistema de incentivos.”

O julgamento foi suspenso por pedido de vista do ministro Gurgel de Faria. Ele lembrou que em 2019 chegou a levantar a possibilidade de o tema ser julgado como repetitivo, mas desistiu por considerá-lo constitucional. O relator o informou, porém, que para o STF a questão é infraconstitucional.

Fonte: Valor Econômico

2020-12-02T11:10:14-03:00dezembro 2nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Propmark – Natura e Africa lançam campanha de Natal

Filme faz homenagem àqueles que, diante das dificuldades deste ano, fizeram a diferença e contribuíram para um lugar melhor

A Natura lançou no último fim de semana sua campanha de natal.

Embalado pela releitura de “Clube da Esquina 2”, música de Milton Nascimento e Lo Borges e agora interpretada por Luê, artista da Casa Natura Musical, o filme “Um Presente Pro Mundo” traz, em dois minutos, uma retrospectiva dos principais momentos do ano.

Com criação da agência Africa, produção da MYMAMA e direção da dupla Kid Burro – Andre Saito e Cesar Nery-, a campanha mostra que, mesmo diante de tantas dificuldades em 2020, a humanidade se uniu de alguma forma.

“Apesar dos imensos desafios, vivemos um ano em que tivemos que sonhar: com nossos amores perto de nós, com abraços, encontros e afetos e com todos os futuros possíveis. Por isso, a Natura deseja homenagear aqueles que permaneceram com seu sonho de um mundo mais bonito e faz um convite para, mais do que presentes, compartilharmos esse desejo neste Natal”, diz Carlos Pitchu, vice-presidente de Mídia, Conteúdo e Comunicação de Natura &Co.

Além do filme de dois minutos veiculado na TV aberta, fechada e nos canais digitais da Natura, diversas vinhetas especiais e peças digitais feitas para as marcas Ekos, Kaiak, Tododia e Essencial transmitem o conceito de como em cada presente existe a inspiração de um sonho.

“A sensação de que o mundo parou só vale se virmos 2020 de longe. De perto, vimos pessoas se movimentando e seguindo na batalha pelo sonho de um mundo mais bonito. A sociedade reagiu, saiu da zona de conforto e da inércia. E isso merece ser aplaudido. Pois é o único caminho para as mudanças necessárias”, comenta Sophie Schonburg, Diretora Executiva de Criação da Africa.

Clique aqui e veja a campanha.

2020-12-01T11:37:47-03:00dezembro 1st, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Money Times – Top Green: Natura toma lugar de Lojas Renner na carteira de ações sustentáveis da Ágora

A Ágora Investimentos atualizou mais uma vez a carteira Top Green, lançada no fim de setembro com o intuito de recomendar ações de empresas que se destacam pelas boas práticas ambientais, sociais e de governança corporativa.

Para dezembro, a corretora retirou Lojas Renner (LREN3) após sua “excelente performance” desde que foi incluída na composição. Como forma de substituí-la, Natura&Co (NTCO3) passou a integrar o portfólio.

Na avaliação da Ágora, a Natura&Co está começando um forte ciclo de ganhos, sustentado pelo desempenho das marcas Natura, Aesop e The Body Shop. Além disso, a holding segue captando sinergias com a integração da Avon.

A companhia também tem grande potencial de crescimento fora da América Latina. A China, por exemplo, é um mercado que começou a ser explorado pela empresa com a recente entrada das marcas Aesop e The Body Shop.

“Um teste está em andamento na Malásia, e vemos outros mercados maduros para explorar – as Filipinas, por exemplo, são o mercado número um para a Avon e, curiosamente, um dos maiores mercados internacionais para a marca Havaianas”, acrescentou a Ágora.

Em relação à pauta ESG, a holding é reconhecida pelos esforços de combate às mudanças climáticas e, mais recentemente, pelo aumento do uso de materiais reciclados nas cadeias de produção.

A carteira Top Green é focada em ações que compõem o Índice de Sustentabilidade (ISE) da B3 (B3SA3). Ela considera, além da relação risco-retorno, os bons fundamentos e a evolução ESG das empresas.

A carteira não tem periodicidade pré-definida. A princípio, o portfólio tem entre cinco e 15 ações e está suscetível a alterações em sua composição e/ou participação de cada papel a qualquer momento.

Para fins de cálculo de rentabilidade, o primeiro dia considerado pela Ágora nessa atualização será 1º de dezembro de 2020.

Fonte: Money Times

2020-12-01T11:27:39-03:00dezembro 1st, 2020|Categories: ABEVD Clipping|
Ir ao Topo