Sobre Rosangela Oliveira

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Uol – Mulheres Pós 2020: evento debate o que nos espera depois da pandemia

Em todo o mundo, já é possível afirmar que as vítimas mais afetadas pelos efeitos diretos e indiretos da pandemia de covid-19 são mulheres. Em maior ou menor escala, de acordo com condições de vulnerabilidade prévias à chegada da covid-19, são elas que mais perdem emprego, recursos, saúde e uma série de possibilidades.

De olho nas consequências dessa crise, as jornalistas Ana Paula Padrão e Lia Rizzo e o publicitário Cristiano Diniz idealizaram o Mulheres Pós 2020, evento produzido pela Cris Diniz Eventos e apresentado e transmitido por Universa nos próximos dias 27, 28 e 29 de abril.

De um estúdio em São Paulo, a apresentadora Ana Paula Padrão conduzirá a programação que contará com mais de 20 debatedoras, entre líderes, ativistas e especialistas em temas considerados mais urgentes como justiça racial, educação, sustentabilidade, saúde mental e mulheres invisibilizadas. “Temos a consciência de que estamos diante de enormes desafios, alguns inéditos, outros que voltam com o retrocesso na jornada por equidade de gênero. E é preciso atentar e chamar soluções de esforço conjunto para essas mulheres que estão ficando pelo caminho”, aponta Ana Paula.

Na programação estarão nomes como Silvia Federici, Ilona Szabó, Joice Berth e Luiza Helena Trajano.

Curadora do evento, Lia Rizzo, que também é pesquisadora de economia de gênero, conta que o ponto de partida para pensar a programação foi uma questão simples, mas cuja resposta pode ser bastante complexa: “Quantos futuros somos capazes de imaginar, vivendo uma crise sanitária e humanitária, que a cada semana traz elementos novos que impactam ainda mais um cenário já muito dramático para mulheres?”.

Até o terceiro trimestre de 2020, 8,5 milhões de mulheres já tinham deixado a força de trabalho, conforme dado mais recente divulgado pela PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua), do IBGE. Mulheres negras, trabalhadoras informais e mães solo são a maioria entre as desempregadas.

Justiça racial, a maior urgência
Idealizada em três blocos, a grade de Mulheres Pós 2020 começa dedicada a debater justiça racial. “Mesmo com os esforços crescentes, com um debate mais amplo em torno da diversidade, estávamos longe de ver os discursos refletidos em ações. Mulheres negras já estavam em condições de desvantagem e agora estão ficando ainda mais para trás”, diz Lia.

Entre as participações do primeiro dia estão Julia Rocha, médica do SUS (Sistema único de Saúde) e colunista do ECOA, a advogada e escritora Alessandra Devulsky, que acaba de publicar o livro “Colorismos” (Feminismos Plurais), Jandaraci Araújo, atualmente no Banco Santander, e Mafoane Odara, pioneira entre as executivas que romperam barreiras corporativas e capitanearam importantes projetos em defesa da mulher e dos direitos humanos. Cynthia Martins, apresentadora do “Band Notícias”, e Luciana Barreto, âncora da CNN Brasil, mediarão os painéis. A programação ainda terá a empresária Luiza Helena Trajano, contando pela primeira vez quais os aprendizados do Magalu ao lançar pioneiramente um programa de trainee somente para candidatos negros.

O colapso na educação, a pressão por sustentabilidade
Muitas mães cogitam abandonar definitivamente suas carreiras depois de poucos mais de um ano com escolas fechadas, sem contar com redes de apoio enquanto trabalham em homeoffice e diante do aumento da carga mental. No segundo dia de Mulheres Pós 2020, a escritora e ativista social Joice Berth abre a programação com uma entrevista exclusiva com Stefania Giannini, diretora-geral da Unesco para educação e maior autoridade da ONU (Organização das Nações Unidas) neste campo no mundo.

Na sequência, participam de uma discussão em torno do colapso na educação, Priscilla Cruz, do Todos Pela Educação, Luanda de Moraes, reitora da Uezo (Centro Universitário Estadual da Zona Oeste do Rio de Janeiro) e primeira negra a assumir uma instituição estadual no Brasil, com o desafio de apoiar os alunos na conclusão do ensino superior, mesmo em um cenário de muita estabilidade e tendo cerca de 31% de seus estudantes em situação de vulnerabilidade.

Completam a grade dois painéis sobre sustentabilidade. No primeiro, uma reflexão sobre o peso deste tema nos comportamentos de consumo e como as relações com os valores sociais das empresas pautam as decisões de seus clientes. Com mediação da jornalista Claudia Lima, do “Saia Justa” (GNT), terá a participação de Erica Migalles, diretora de marketing da Danone Waters, e Marcela Kanner, diretora de comunicação corporativa e marcas da Riachuelo.

Em seguida, a pauta é a saudável pressão por investimentos mais sustentáveis e ESG (Environmental, Social and Corporate Governance), com participações de Grazielle Parenti, VP Global de relações institucionais, reputação e sustentabilidade da BRF, Andrea Quintana, gerente de marketing e inovação da Irani Papel e Embalagem, e Martha Leonardis, head de responsabilidade social do BTG Pactual. A mediação será de Tatiana Schibuola, gerente-geral de marcas e conteúdo do UOL.

Perspectiva de gênero nas estruturas
Uma entrevista exclusiva com a cientista política Pamela Figueroa, que foi secretária de governo da ex-presidente chilena Michelle Bachelet, inicia a programação do terceiro dia. Na pauta, os detalhes do processo que levou o Chile a aprovar, ineditamente, a revisão de sua Constituinte sob a perspectiva de gênero. E como essa revisão que considera as particularidades de gênero se fará necessária em muitas outras estruturas para apoiar a retomada por igualdade.

Considerando as dificuldades e oscilações enfrentadas no Brasil, cuja situação hoje é considerada das mais críticas em relação à pandemia de covid-19, com quase 4 mil mortes diárias, o primeiro painel é focado em saúde mental. Participam da conversa, Camila Almeida, diretora de pessoas da Azul Linhas Aéreas, e Mariana Holanda, diretora de saúde mental da Ambev.

Com tantas mulheres trilhando o caminho empreendedor na falta de outras alternativas ou tentando levar seus negócios a sobreviverem diante de tantas adversidades e das dificuldades de crédito, Ana Fontes, presidente da Rede Mulher Empreendedora, conduz um debate sobre o assunto e o encontro do empreendedorismo feminino com o apoio da iniciativa privada. A conversa é precedida por um bate-papo entre Ana Paula Padrão e Marília Rocca, CEO do Grupo Hinode. Já o painel terá como debatedoras Crisciane Rodrigues, presidente do comitê de líderes e embaixadora do programa Pérolas do Grupo Hinode, e Flavia Schlesinger, VP de Finanças da PepsiCo.

Caminho para sair da crise
Para pensar os caminhos, políticas públicas e iniciativas necessárias para que mais mulheres possam emergir dessa crise, a cientista política e presidente do Instituto Igarapé, Ilona Szabó, se junta à advogada Paula Tavares, do Banco Mundial, e a Flavia Campos, da Associação de Mulheres de Paraisópolis, criadora do aplicativo Quero Trampo, desenvolvido para ajudar os moradores da comunidade a encontrar empregos na região. Após o debate, o Mulheres Pós 2020 será encerrado com uma entrevista exclusiva com a filósofa italiana Silvia Federici, autora de “Calibã e a Bruxa” (Ed. Elefante) e pioneira ao tratar a invisibilidade e o custo do trabalho doméstico, escancarado pela pandemia.

“Estamos todas olhando para os lados e realmente enxergando as imensas injustiças em nossa sociedade. Estamos vendo que somos todas diferentes, com necessidades distintas e que precisamos muito umas das outras. Estamos mudando e desejamos essa mudança. Esse evento busca proporcionar espaços para conversar sobre isso e, então, estimular um compromisso conjunto e imediato entre indivíduos, empresas e instituições”, diz Ana Paula Padrão.

Para Cristiano Diniz, diretor comercial do evento, o evento é para todos, apesar de debater temas voltados às mulheres; “é importantíssimo que os homens também adquiram mais conhecimento e tenho a certeza de que levaremos muita informação importante para as pessoas, abrindo a mente, proporcionando novas ideias e a vontade de fazer a diferença.”

Transmissão ao vivo

Mulheres Pós 2020 conta com a parceria de conteúdo e apresentação de Universa, plataforma feminina do UOL. Tem patrocínio master do Grupo Hinode e da BRF, patrocínio de Ambev, BTG Pactual, Riachuelo, Bonafont, Irani e Pepsico e apoio de Azul Linhas Aéreas, LivUp, On E-Stadium, Chili Beans, Codorniu, Evian, Vinhos Periquita.

Serviço:
Mulheres Pós 2020 – evento on-line e gratuito
Datas: 27, 28 e 29 de abril de 2021, a partir das 18h30
Mais informações: mulherespos2020.com e @mulherespos2020 (Instagram)

Fonte: Uol

2021-04-16T11:10:57-03:00abril 16th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Estado de Minas – Pandemia aumenta consumo de suplementos alimentares

Procura estaria relacionada à busca de reforço do sistema de defesa do organismo como suposta precaução ao novo coronavírus

Os suplementos alimentares estão em alta durante a pandemia. Pesquisa realizada pela BHB Foods e Suplementos, em parceria com a Decode, em outubro de 2020, com base na coleta de dados digitais, mostra que 91% das buscas por suplementos correspondem àqueles relacionados ao aumento da imunidade. Só na plataforma Mercado Livre, suplementos alimentares correspondem à categoria de produtos que mais cresceu durante a pandemia, perdendo apenas para máscaras e álcool em gel.

A relação da baixa imunidade com as formas mais agressivas da infecção pode ter influenciado nesse comportamento de maior procura de suplementos. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para fins Especiais (Abiad), houve um aumento de consumo de 48% no ano passado. Em maio de 2020, a entidade investigou o comportamento dos consumidores,revelando que em 59% dos lares brasileiros têm pelo menos uma pessoa consumindo suplementos.
Não há evidência de que suplementos reduzam o risco de infecção pelo novo coronavírus. A Sociedade Brasileira de Infectologia diz que não há comprovação de benefício do uso de vitaminas C ou D, nem de suplementos alimentares, como zinco, exceto em pacientes que apresentam hipovitaminose ou carência mineral.

A Associação Brasileira de Nutrição (Asbran), integrante da Aliança pela Alimentação Adequada e Saudável, lançou publicação para apoiar pessoas que estão em isolamento social devido à pandemia do novo coronavírus. O documento recomenda uma alimentação saudável, “primordial para manter a saúde e é especialmente importante para manter seu sistema imunológico em ótimas condições, sem esquecer das medidas de higiene necessárias para evitar as contaminações”. E recomenda aos brasileiros que sejam críticos “quanto a mensagens e dados sobre alimentação em propagandas”, além de limitar o consumo de alimentos processados e evitar alimentos ultraprocessados.

Os indicadores de aumento do consumo de suplementos foram registrados na segunda pesquisa “Hábitos de Consumo de Suplementos Alimentares no Brasil”, realizada pela Toledo & Associado para a ABIAD, com propósito de entender os impactos da COVID-19 no comportamento do consumidor.

A Akmos, holding com atuação nacional por meio de franquias e vendas multinível viu seu faturamento crescer 90% em plena pandemia. A companhia lançou quatro linhas de suplementos alimentares, aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Anvisa.

O própolis é a base do Pro Power, suplemento alimentar com vitaminas C, D, E, selênio e zinco. Ele reforça a imunidade e tem sido um dos produtos mais procurados nas prateleiras da empresa. “O crescimento da venda de todos os suplementos foi de 70% no primeiro trimestre de 2021 comparado com o mesmo período do ano passado,” revela William Miranda, CEO da Akmos.

Fabiana Benedetti, técnica responsável pela divisão de alimentos da holding, alerta que os benefícios variam de acordo com o organismo de cada um. “A função do suplemento é fornecer nutrientes, substâncias bioativas, enzimas ou probióticos em complemento à alimentação. Suplementos alimentares não são medicamentos. Portanto, não tratam, previnem ou curam doenças. Eles são destinados a pessoas saudáveis.”

“E a dica para ter eficácia no uso é atrelar as necessidades individuais ao suplemento certo, considerando sempre uma dieta balanceada, uma vez que quando os nutrientes se apresentam em quantidades ótimas, a saúde e o bem-estar do indivíduo são maximizados. Além disso, consumi-los conforme indicação e dose correta certifica sua performance. Vale muito a pena investir em suplementos, já que no dia a dia é muito difícil suprir na alimentação as vitaminas e minerais que o corpo precisa.”

Necessidade de suplementos devem ser indicados apenas por especialistas

A suplementação alimentar não é indicada para qualquer pessoa, em qualquer situação, adverte a nutricionista Giovanna Camatta. “Toda suplementação deve ser feita com orientação de um profissional habilitado. É importante uma avaliação, levando em conta hábitos de vida e alguns fatores de risco, como presença de doenças associadas ou crônicas.”

Camatta explica que as vitaminas precisam de fatores externos, como por exemplo a B12 (produtos de origem animal). Há situações que os suplementos alimentares são indicados, quando identificadas carências potenciais ou constatados em exames bioquímicos. A indicação dos suplementos pode ser prescrita pelo nutricionista. “Quando uma dose medicamentosa, acima do considerado uma suplementação segura para ser prescrita pelo nutricionista, se torna necessária, deve ser feita pelo médico.”

Educador físico há mais de 20 anos, atleta, personal trainer e fisioculturista na categoria clássico (até 1,71m), Arthur Machado Portugal diz usar uma série de suplementos para melhorar performance nos treino e no físico.

“Os suplementos básicos responsáveis pelo crescimento e desenvolvimento de massa magra, sem muito carboidrato e sem muita gordura, e com vitaminas e minerais. Vitamina C, para fortalecer o sistema imunológico, vitaminas D e E. Um precurssor de serotonina, um ansiolítico natural. Outro a base de cafeína, taurina e betanina, um estimulante na hora do treino, que permite melhor oxigenação e melhora perfomance.” Arthur foi campeão estadual de fisioculturismo em 2019 em duas categorias, e campeão nacional na categoria master 1.

No caso dos atletas, o suplemento pode servir para a recuperação rápida ou o ganho de massa muscular, por exemplo. Já o complemento alimentar tem como foco uma refeição em que há carência específica de algum nutriente.

Usados sem indicação específica e individualizada, suplementos alimentares podem causar problemas de saúde graves, como hepatite tóxica.

Em 2020, pesquisadores do Instituto de Ciências Agrárias (ICA) da UFMG e da Universidade Estadual de Montes Claros (Unimontes) desenvolveram um suplemento alimentar lácteo que oferece os nutrientes necessários para a população idosa. A fórmula é baseada em frutos do cerrado.

A pesquisa teve o objetivo de oferecer uma alternativa barata e de fácil acesso para a população idosa.
Os testes foram realizados no Lar das Velhinhas, em Montes Claros. O produto registrou resultados superiores em relação a aumento das hemácias, de hemoglobinas e de albumina na comparação com uma marca comercial amplamente difundida no mercado.

O estudo compõe parte da pesquisa de doutorado de Audrey Handyara Bicalho, sob orientação do professor Sérgio Henrique Sousa Santos, da Unimontes.

Fonte: Estado de Minas

 

2021-04-16T11:05:54-03:00abril 16th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Econômico – Natura vê receita de até R$ 49 bi em 2023 e revisa projeção de sinergias com Avon

Empresa espera capturar, no período de 2020 a 2024, sinergias operacionais estimadas entre US$ 350 milhões e US$ 450 milhões em bases recorrentes anuais

A Natura &Co divulgou novas projeções de resultados e afirmou que pretende obter entre R$ 47 bilhões e R$ 49 bilhões de receita líquida consolidada no ano de 2023. A companhia também projetou uma margem Ebitda consolidada de 14% a 16% ao fim de 2023.

Para o mesmo ano, a companhia estabeleceu a meta de ter um índice de endividamento líquido de 1 vez, ou menos, o valor de seu Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações).

Segundo o comunicado, as projeções têm como premissa o orçamento da companhia, o plano estratégico e consideram o crescimento do mercado global de cosméticos e cuidados pessoais, o aumento da penetração das vendas online, plano de transformação da Avon International e rejuvenescimento da marca, com evolução do modelo de venda direta digitalizada.

Para projetar a margem Ebitda, a companhia utilizou a premissa do crescimento da receita dos canais de distribuição, como vendas diretas, comércio eletrônico, franquias e outros, além do ganho de alavancagem operacional decorrente do aumento da receita, expansão da margem Ebitda da Avon International, da Natura Latam e das sinergias decorrentes da combinação de negócios com a Avon.

“Em relação à projeção do índice de endividamento, a companhia considerou que seu endividamento líquido de até 1 vez o Ebitda é adequado ao seu perfil. É importante destacar que o cálculo da dívida líquida exclui impactos da alocação do Preço de Compra (PPA) e obrigações de contratos de arrendamento mercantil (leasing)”, diz o documento.

Em relação à Avon International, todas as projeções consideram a taxa de câmbio de US$ 1 para cada R$ 5, e a companhia projeta uma margem Ebitda de dois dígitos baixos a médios ao fim de 2024.

A Natura também revisou as projeções de sinergias com a Avon, e espera capturar, no período de 2020 a 2024, sinergias operacionais estimadas entre US$ 350 milhões e US$ 450 milhões em bases recorrentes anuais, valor que exclui os custos não recorrentes para implementar essas iniciativas, calculados em US$ 230 milhões até 2024.

As sinergias esperadas partem da premissa que a companhia vai conseguir implementar com as iniciativas em suprimentos, otimizando as compras de matérias-primas, catálogos, frete, armazenagem, publicidade e funções administrativas. Estas deverão responder por sinergias entre US$ 85 e US$ 115 milhões.

Em manufatura e distribuição, a Natura pretende gerar ganhos de sinergia entre US$ 100 milhões e US$ 125 milhões, anteriormente estimadas entre US$ 50 e US$ 75 milhões, otimizando a rede de centros de distribuição com a redução da complexidade da estrutura de fábricas e consolidando as atividades de transporte.

Os ganhos com redução de custos gerais e administrativos são projetados entre US$ 75 milhões e US$ 90 milhões. E as receitas com a Natura America Latina variam entre US$ 90 e US$ 120 milhões.

Fonte: Valor Econômico

2021-04-16T11:02:15-03:00abril 16th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

O Globo – Governo propõe salário mínimo de R$ 1.147 para 2022

Reajuste do salário mínimo prevê uma inflação de 4,3% para o ano, sem ganho real. Valor serve como piso para uma série de benefícios pagos pelo governo

BRASÍLIA – O salário mínimo em 2022 deve ser de R$ 1.147, de acordo com projeção do governo que consta no projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), apresentado nesta quinta-feira.

Como o GLOBO já havia adiantado, esse valor foi calculado com base em uma inflação de 4,3% medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), e não prevê ganho real.

Este é o terceiro ano consecutivo sem aumento real. O reajuste de 2021 não foi suficiente para compensar a inflação no período, mais alta do que a projetada pelo govero inicialmente.

— O valor de R$ 1.147 (do salário mínimo) em 2022 ainda pode ser alterado caso haja, pelo governo federal, um intenção de alteração nesse número. O que nós estamos colocando aqui é efetivamente o que está previsto a partir do mandamento constitucional – declarou Waldery Rodrigues, secretário de Fazenda do Ministério da Economia.

Ele reforçou que a projeção deste valor prevê a manutenção do poder de compra pelo salário mínimo, mas que o governo tem até o dia 31 de dezembro para modificar o valor, se entender necessário.

Assim como ocorreu neste ano, esse número pode mudar, a depender do andamento da inflação para 2021. Neste ano, a primeira projeção do salário mínimo para este ano era de R$ 1.045, mas ele acabou reajustado para R$ 1.100 por causa do avanço da inflação, mas ainda R$ 2 abaixo do necessário para repor o poder de compra.

O secretário ainda disse que não recebeu nenhuma orientação para repor a defasagem de R$ 2 do salário mínimo deste ano.

Essa variação aprovada pela inflação é mais significativa para as contas públicas. O salário mínimo serve como piso para o reajuste de vários outros benefícios que são pagos pelo governo, como aposentadorias e pensões do INSS, o benefício de prestação continuada (BPC), seguro-desemprego e abono salarial.

Por isso, qualquer aumento concedido no salário mínimo, por menor que pareça, produz um efeito cascata nas contas públicas.

Impasse sobre o Orçamento de 2021

As bases do Orçamento de 2022 começarão a ser discutidas enquanto o Orçamento de 2021 ainda não foi solucionado, já que a peça foi aprovada pelo Congresso, mas não foi sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro.

A legislação determina que o projeto da LDO seja encaminhado pelo governo até o dia 15 de abril. Esse projeto estabelece as regras gerais da proposta orçamentária e inclui previsões de receitas, riscos fiscais e cálculos para a dívida pública.

O impasse em relação ao Orçamento de 2021 se arrasta desde a aprovação da proposta, no fim de março. A avaliação da equipe técnica é de que o Congresso aprovou um Orçamento “inexequível”.

O texto cortou despesas obrigatórias para aumentar as emendas parlamentares. O problema está nas chamadas emendas de relator, inseridas pelo senador Márcio Bittar (MDB-AC). As emendas do relator somam R$ 29 bilhões e abrigam acordos de parlamentares com o governo. Para isso, Bittar cortou R$ 26,4 bilhões em gastos obrigatórios, como Previdência e seguro-desemprego.

A equipe econômica defende o veto das emendas, enquanto o Congresso quer que o texto só seja ajustado no futuro.

Fonte: O Globo

 

2021-04-16T10:55:14-03:00abril 16th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

ABEVD realiza reunião com a Coordenadoria de Competitividade da Indústria, Comércio e Serviços da SEFAZ/SP

A ABEVD realizou reunião, no dia 13 de abril, com os Srs. Eduardo Aranibar, Subsecretário de Competitividade da Indústria, Comércio e Serviços e Pedro Henrique Oliveira Mattosinhos, ambos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo. Na ocasião, a Associação apresentou os dados de 2020 do setor e as justificativas para embasar a prorrogação da pesquisa nesse momento. Aranibar deixou a Secretaria à disposição para participar de forma a apoiar o pleito em defesa do setor, caso as negociações com o corpo técnico da SEFAZ/SP não apresentem resultados positivos. O subsecretário, ainda, aproveitou a reunião para frisar que vê na venda direta um exemplo para outros setores que tiveram queda no faturamento e no volume de negócios ampliarem seus canais de venda. Eduardo Aranibar propôs que a ABEVD monte uma proposta para um webinar/conversa com esses setores.

2021-04-15T12:28:59-03:00abril 15th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

ABEVD apresenta pleito de prorrogação do ICMS/ST em SP

Considerando os impactos e reflexos desencadeados pela pandemia nos negócios da venda direta e da obrigatoriedade do estudo de mercado para atualização das Portarias CAT nº 48 e 49 de 2017 em 2021, a ABEVD apresentou, no dia 9 de abril, pleito de prorrogação do ICMS/ST à Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo.

A Associação apresentou pedido de prorrogação por mais 24 meses e aguarda decisão do órgão.

2021-04-15T12:26:57-03:00abril 15th, 2021|Categories: ABEVD Clipping|

Agência Brasil – IGP-10 acumula inflação de 31,74% em 12 meses, diz FGV

Em abril, a taxa ficou em 1,58% e acumulou 9,16% no ano

O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) registrou inflação de 1,58% em abril deste ano. A taxa é inferior ao índice de 2,99% observado em março, mas superior ao de 1,13% de abril de 2020. Os dados foram divulgados hoje (15) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com o resultado, o IGP-10 acumula taxas de inflação de 9,16% no ano e de 31,74%, em 12 meses.

A queda do IGP-10 de março para abril foi puxada pelos preços no atacado e na construção. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, recuou de 3,69% em março para 1,79% em abril. O Índice Nacional de Custo da Construção passou de 1,96% para 1,24%, no período.

Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede o varejo, subiu de 0,71% em março para 0,87% em abril.

Fonte: Agência Brasil

 

2021-04-15T11:36:58-03:00abril 15th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Impacto da pandemia é maior para trabalhadores jovens, diz Ipea

Desemprego também afetou mais as pessoas com ensino médio incompleto

Os trabalhadores com idade entre 18 e 24 anos foram os mais prejudicados pela pandemia de covid-29. A taxa de desocupação subiu de 23,8% no quarto trimestre de 2019 para 29,8% no mesmo período de 2020, o que corresponde a quase 4,1 milhões de jovens à procura de emprego.

No recorte por escolaridade, o desemprego foi maior para os trabalhadores com ensino médio incompleto: alta de 18,5% para 23,7%, na mesma base de comparação. Em contrapartida, a ocupação dos que têm ensino superior continuou crescendo e houve alta de 4,7%, na comparação entre os números de trabalhadores nesta condição, nos respectivos trimestres de 2019 e 2020.

Os dados constam da Carta de Conjuntura divulgada hoje (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

De acordo com a Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), embora a ocupação tenha voltado a crescer após ter atingido, em julho do ano passado, o menor valor da série (80,3 milhões), em janeiro deste ano, havia 86,1 milhões de trabalhadores ocupados no país, bem abaixo do observado antes da pandemia (94 milhões em janeiro de 2020).

Para a economista Maria Andréia Lameiras, autora do estudo, a crise sanitária potencializou as diferenças existentes no mercado de trabalho. “À medida que os dados das PNADs contínuas foram disponibilizados, o cenário de forte deterioração, que conjuga desemprego elevado e aumento da subocupação e do desalento, foi se tornando cada vez mais evidente, principalmente nos segmentos mais vulneráveis, os jovens e os menos escolarizados, cuja probabilidade de transitar da desocupação e da inatividade para a ocupação, que já era baixa, se tornou ainda menor”.

Recortes analisados
O documento da Carta de Conjuntura do Ipea mostra que, no quarto trimestre de 2020, a taxa de desemprego para o sexo feminino (16,4%) foi superior à do sexo masculino (11,9%). No recorte regional, ainda no último trimestre do ano, as regiões Nordeste e Sudeste tiverem maior incremento na taxa de desemprego: de 13,6% para 17,2% e 11,4% para 14,8%, respectivamente.

Na análise do emprego setorial, o segmento de serviços foi o maior prejudicado, com queda de 28% da ocupação no quarto trimestre de 2020, fortemente impactado pela paralisação do setor em razão do distanciamento social imposto pela pandemia.

A perspectiva para 2021 é de que, apesar da expectativa de aceleração da atividade econômica, as vagas geradas não devem ser suficientes para suprir o desemprego. Segundo o Ipea, a taxa de desocupação deve continuar elevada.

A análise tem como base o cruzamento de diversos dados da Pnad Contínua e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria do Trabalho do Ministério da Economia.

Fonte: Agência Brasil

 

2021-04-15T11:35:30-03:00abril 15th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Marie Claire – Máscaras faciais: tudo o que você precisa saber – e esperar – delas

Dermatologistas explicam até que ponto as máscaras, tão queridas, beneficiam a pele, quais ativos privilegiar e quando interromper o uso

Diga-me qual é o seu desejo e eu te indicarei uma máscara facial. É só pensar em qual benefício pretende alcançar? Controlar a oleosidade, reduzir o tamanho dos poros, hidratar a pele, clarear manchas, rejuvenescer, atenuar linhas de expressão, detox, ação anti-poluição, o cardápio de ofertas é amplo. O mercado de máscaras faciais se sofisticou e cresceu muito nos últimos anos. E a proposta é, realmente, tentadora. Você deixa agir por três minutos e, ao tirar, sua pele estará melhor. Será que é tudo isso mesmo?

Mágica ou concentração

A dermatologista Carla Albuquerque, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e da academia Americana de Dermatologia International Fellow, responde: “as máscaras faciais possuem maior concentração de ativos do que os outros produtos de skincare, portanto, realmente proporcionam aparência saudável à pele de forma mais rápida, porém, não trata-se de milagre”, afirma. A dermatologista Fabiana Seidl, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica, completa: “a máscara é mais um passo da rotina de skincare. Ela contribui, como coadjuvante, principalmente quando a pele já é bem tratada com as etapas básicas de cuidados com a pele, como limpeza, hidratação, tratamento e proteção solar”, conclui Fabiana. Segue, abaixo, mais dicas de como usar da melhor forma essas deliciosas aliadas.

Antes, durante e depois

Veja o que você precisa saber para extrair o melhor da experiência com esses produtos

Preparação da pele
Faça uma boa higienização na pele para aumentar a permeação dos ativos presentes na máscara e otimizar os resultados. O ideal é usar um gel de limpeza ou espuma de limpeza suave que mantém o ph da pele equilibrado. Para quem usa maquiagem ou protetor solar com cor, complementar a limpeza com uma solução micelar demaquilante. Outra ideia é esfoliar o rosto gentilmente ou utilizar escovas de limpeza facial elétricas antes da aplicação das máscaras.

Como escolher a máscara
O primeiro passo é identificar se sua pele é seca, oleosa, normal ou mistas. O segundo é entender qual a necessidade da sua pele no momento. Se a pele for normal, considerar apenas o segundo passo.

Os melhores ativos para peles secas
Para essas peles o ideal são máscaras com textura emoliente com ativos que nutram a epiderme e hidratem profundamente. Alguns ativos que agem nesse sentido são: ácido hialurônico, aquaporinas, glicerina, ceramidas, vitamina E, aloe vera, ectoína, alantoína e actiglucan.

As mais indicadas para pele oleosa
Aposte em ativos vegetais para diminuir o aspecto de oleosidade do rosto. A de argilo é uma ótima opção desde que o produto seja de qualidade e não se ultrapasse o uso de duas vezes por semana. A máscara com carvão ativado também é uma boa opção.

E a mista?
Já as peles mistas necessitam de um controle de oleosidade mas sem ressecar demais. Máscaras com chá verde, hamamélis, argila verde e carvão vegetal são bem interessantes. Outra opção é aplicar máscaras para controle de poros e oleosidade somente na zona T (testa, nariz e queixo) e no restante do rosto aplicar máscaras mais suaves.

Hora de interromper o uso
Adie o uso das máscaras se houver….
…. feridas ou pequenos machucados na pele
… em caso de infecção ou inflamação no rosto
… se tiver feito peeling químico, limpeza de pele ou aplicação de laser
….. se a pele estiver danificada pelo excesso de sol ou sensível pelo uso de cremes com ácido

Se a pele está bem, pode-se usar até duas vezes por semana, não ultrapassando essa marca. Confira, a seguir, as sugestões de Marie Claire para deliciar-se com as máscaras.

Para ficar mascarada e linda

Dior Life Glow Better, Dior, R$ 365
Promove iluminação e renovação à pele devido a sua dupla ação esfoliante. Uma realizada graças aos extratos de frutas cítricas e outra é uma esfoliação mecânica já que a máscara possui extrato de Abricot na formulação.

Máscara de Malaquita, Adcos, R$ 165
Ação detox, antirrugas e antifadiga, a máscara promete promover hidratação prolongada e combate aos radicais livres. Possui extrato de malaquita enriquecido em cobre, fundamental para a saúde e bom funcionamento da pele.

Máscara de Argila Purificante Chronos, Natura, R$149,90
Indicada para reduzir a produção de oleosidade, diminuir poros dilatados e amenizar o quadro de acne. Com tecnologia prebiótica, também fortalece a barreira cutânea.

Máscara Stone Diamond, Buona Vita, R$ 147,90
Com ácido hialurônico, água de coco integral e Vitamina B3 (niacinamida), a marca garante que a máscara confere luminosidade e ação rejuvenescedora, proporcionando viço, efeito lifting e uniformidade ao tom da pele.

Máscara Facial Prateada Renew Efeito Lift com Peel Off, Avon, R$ 46,90
A fórmula é infundida com platina para melhorar a firmeza, a hidratação e a aparência geral da pele, prometendo efeito lift. Pode ser aplicada no rosto e no pescoço.

Máscara facial antioxidante Resveratrol e Berry Mask, Dermage, R$ 14,90
Auxiliar no tratamento para rejuvenescer à pele, possui antioxidantes na fórmula para evitar o envelhecimento precoce e atenuar linhas de expressão.

Fonte: Marie Claire

 

 

 

 

 

 

 

2021-04-15T11:33:58-03:00abril 15th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Propmark – Juliette inspira parceria entre Avon e Oral-B

As duas empresas concordaram em criar um produto para maquiagem

Uma das principais participantes do BBB 21, Juliette inspirou — em um momento corriqueiro — a parceria entre dois grandes players do mercado: a Avon e a Oral-B. E tudo isso começou quando Juliette, segurando uma escova de dentes enquanto se maquiava, falou: “Amei esse pincel, Avon. Foi parceria com a Oral-B?”, brincou a sister, que é advogada e maquiadora. “Vocês poderiam fazer uma escova assim. Parceria da Avon com a Oral-B. Eu ia rir”, disse ainda Juliette.

De olho nisso, a Avon — via Twitter — convidou a Oral-B para uma parceria. “Eu, você, a @JulietteFreire e uma escova de sobrancelhas. E aí, @OralBbrasil. Cê Topa?”, escreveu a marca.

A Oral-B, então, respondeu: “A @JulietteFreire shippou, a @AvonBR curtiu e a @OralBBrasil topou” Vamos de novo look Avon + Oral-B. Aguardem novidades…”.

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (14) pela PRtech Knewin revelou que o nome da sister registrou mais de 460 mil menções, o que a colocou no posto de participante do BBB 21 mais citada no Twitter.

Para a pesquisa foram analisados mais de 1 milhão de tuítes entre 31 de março e 11 de abril. Além disso, o estudo mostrou que a hashtag #teamjuliette chegou a 46.066 tuítes e a conta da participante, @freirejuliette, somou 58.125 tuítes.

Fonte: Propmark

2021-04-15T11:25:32-03:00abril 15th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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