Sobre Rosangela Oliveira

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Meio e Mensagem – Cross Border D2C e o crescimento de longo prazo

Como o Cross Border D2C pode contribuir para maximizar a rentabilidade do comércio eletrônico para o crescimento de longo prazo
O clima no varejo global tem visto muitos altos e baixos recentemente. Os custos de aquisição de clientes aumentaram drasticamente, os desafios da cadeia de fornecimento criaram desalinhamentos de estoque e agora a inflação ameaça as margens dos varejistas. Muitas empresas questionam se os métodos tradicionais de investimento em tecnologia serão rentáveis a longo prazo.
Com base nas discussões que participei na NRF 2023, em New York, identificamos as decisões financeiras e estratégicas críticas que os varejistas podem tomar hoje para otimizar seu ROl e reduzir sua dívida técnica, abrindo-os para o crescimento futuro.
Estamos vivendo na “Era da rentabilidade”, onde a inflação define o crescimento, selecionar bem os investimentos se torna ainda mais fundamental e o E-Commerce é visto como uma necessidade.
Diante deste cenário, então como a adoção do Cross Border D2C (Direct to Consumer) pode contribuir para a “Era da rentabilidade”? De pelo menos duas maneiras:
1. Busque lealdade ao invés de aquisição: o Cross Border D2C permite que marcas e varejistas aumentem sua oferta de produtos através dos canais de vendas on-line sem a necessidade de aumento de inventário físico, localmente, em cada país. Índices mostram que as marcas globais dispõem em média de 15% do portfólio global à venda na América Latina. Com a adoção do Cross Border D2C, a marca irá ampliar sua oferta para seus clientes, elevando a fidelidade e, por consequência,o ticket médio e a recorrência de compra, sem impactar o aumento nos investimentos e riscos.
2. Inventário e Fulfillment como produto e fortaleza: apenas 5% dos varejistas (índice do mercado americano) possuem estratégias e modelos de negócios Omnichannel com alto nível de maturidade como, por exemplo, sortimento preditivo. O Cross Border D2C é uma solução que amplia o Omnichannel, pois permite que varejistas atuem no comércio eletrônico global, integrando e disponibilizando todas as opções de fulfillment ao redor do mundo, distintas estratégias de vendas entre E-commerce da marca e Marketplaces, promoções em diversas sazonalidades por região, bem como permite regras de vitrine infinite, reduzindo abandono de carrinho, aumentando a conversão de vendas e contribuindo para a melhor performance de custos de inventário.
Na América Latina, o modelo de negócios E-commerce Cross Border D2C está ganhando relevância e importância nos últimos dois anos, onde as projeções de crescimento médio para os próximos cinco anos são de 44% ao ano, enquanto o E-commerce local é de 21%.
Na perspectiva do consumidor latino americano, as principais razões que o levam a comprar produtos internacionais são disponibilidade, lançamento e acesso a novas marcas.
Por isso, no último ano nota-se um crescimento na oferta de soluções tecnológicas escaláveis que buscam endereçar e resolver dores, tirando fricção do processo de compra internacional e entregando como valor para o consumidor uma experiência de compra localizada, e para o varejista “One Stop Solution”, que permite aos mesmos aumentar suas vendas e expandir cobertura na região com baixo investimento e risco.
Então, o E-Commerce Cross Border D2C é uma realidade e relevante estratégia a ser incorporada, que contribui com a “Era da Rentabilidade”.
Fonte: Meio e Mensagem

2023-02-07T09:35:24-03:00fevereiro 7th, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Agência Brasil – Poupança tem retirada recorde de R$ 33,63 bi em janeiro

Volume mensal equivale a quase o total retirado em 2021
Mesmo voltando a render mais que a inflação, a aplicação financeira mais tradicional dos brasileiros enfrentar fuga recorde de recursos. Em janeiro, os brasileiros sacaram R$ 33,63 bilhões a mais do que depositaram na caderneta de poupança, informou hoje (6) o Banco Central (BC).
A retirada líquida (saques menos depósitos) é a maior para todos os meses desde o início da série histórica, em 1995. O recorde anterior foi registrado em agosto do ano passado, quando os correntistas sacaram R$ 22,02 bilhões a mais do que depositaram.
Em 2022, a caderneta registrou fuga líquida (mais saques que depósitos) recorde de R$ 103,24 bilhões, em um cenário de inflação e endividamento altos. Os rendimentos voltaram a ganhar da inflação por causa dos aumentos da taxa Selic (juros básicos da economia), mas outras aplicações de renda fixa são mais atraentes que a poupança.
Em 2020, a poupança tinha registrado captação líquida (depósitos menos saques) recorde de R$ 166,31 bilhões. Contribuiu para o resultado a instabilidade no mercado de títulos públicos no início da pandemia de covid-19 e o pagamento do auxílio emergencial, que foi depositado em contas poupança digitais da Caixa Econômica Federal.
A fuga líquida em janeiro equivale a quase o total da diferença entre saques e depósitos em 2021. Naquele ano, a poupança tinha registrado retirada líquida de R$ 35,5 bilhões. A aplicação foi pressionada pelo fim do auxílio emergencial, pelos rendimentos baixos e pelo endividamento maior dos brasileiros.
Rendimento
Até recentemente, a poupança rendia 70% da Taxa Selic (juros básicos da economia). Desde dezembro do ano passado, a aplicação passou a render o equivalente à taxa referencial (TR) mais 6,17% ao ano, porque a Selic voltou a ficar acima de 8,5% ao ano. Atualmente, os juros básicos estão em 13,75% ao ano, o que fez a aplicação financeira deixar de perder para a inflação pela primeira vez desde meados de 2020.
Nos 12 meses terminados em janeiro, a aplicação rendeu 8,06%, segundo o Banco Central. No mesmo período, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor-15 (IPCA-15), que funciona como prévia da inflação oficial, atingiu 5,87%. O IPCA cheio de janeiro será divulgado na próxima quinta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Edição: Nádia Franco
Fonte: Agência Brasil

2023-02-07T09:34:32-03:00fevereiro 7th, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Agência Brasil – Governo não recuará de voto de qualidade no Carf, diz Padilha

Assunto foi discutido hoje em reunião no Ministério da Fazenda
Apesar de críticas de empresários e de grandes contribuintes, o governo manterá a proposta para retomar o voto de qualidade no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), disse hoje (6) o ministro Alexandre Padilha, da Secretaria de Relações Institucionais. Acompanhado de parlamentares da base aliada, o ministro reuniu-se nesta tarde com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para discutir a medida provisória que pretende alterar o funcionamento do conselho.
Sistema que vigorou até 2020, o voto de qualidade permitia que o presidente do Carf desempatasse julgamentos no órgão, que julga dívidas de contribuintes com a Receita Federal no âmbito administrativo (antes de os casos irem para a Justiça). No mês passado, o governo editou uma medida provisória para retomar a vantagem do governo nos desempates, como parte do pacote fiscal que pretende melhorar as contas públicas.
“Em nenhum momento, o debate tira o voto de qualidade do governo”, declarou Padilha ao sair da reunião. Ele disse que as empresas poderão recorrer à Justiça caso considerem injusto o desempate, e que o Congresso poderá melhorar a medida provisória. Segundo Padilha, apenas 2% dos processos no Carf chegam ao empate.
O ministro de Relações Institucionais disse que o governo dialogará de forma permanente com o Congresso e que, na reunião de hoje, Haddad mostrou aos líderes partidários a importância da medida provisória do Carf para diminuir o déficit primário (resultado negativo das contas do governo sem o pagamento dos juros da dívida pública), estimado em R$ 231,55 bilhões para este ano.
Sobre uma possível falta de votos para aprovar a MP, o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), disse que a dinâmica do Congresso vai se alterando e reiterou que o voto de qualidade é questão de justiça para o contribuinte.
STF
Por meio de uma emenda introduzida pelo Congresso em 2020, o contribuinte (geralmente grandes empresas ou pessoas físicas de alta faixa de renda) passou a ter vantagem em caso de empate nos julgamentos do Carf. O Tribunal de Contas da União (TCU) recomendou a retomada do voto de desempate da Fazenda.
No entanto, o Supremo Tribunal Federal (STF) está julgando a questão e, até agora, tem pelo menos cinco votos para considerar o voto de qualidade inconstitucional e manter a vantagem para o contribuinte. Hoje, dois partidos, PP e Republicanos, entraram com ações no Supremo para derrubarem a medida provisória.
Edição: Juliana Andrade
Fonte: Agência Brasil

2023-02-07T09:32:42-03:00fevereiro 7th, 2023|Categories: Economia|

Inteligência Financeira – “A Natura é o exemplo da empresa que faz tudo certo, então, ela não pode dar errado”, afirma Fábio Barbosa, CEO da companhia

Imagina só comandar a maior empresa de beleza do Brasil, com receita líquida de R$ 37 bilhões (dados de setembro de 2021 a setembro de 2022) e que possui cerca de 30 mil colaboradores? Esta é a responsabilidade dada a Fábio Barbosa, CEO da Natura & Co. (NTCO3).

E vamos combinar, é um baita compromisso cuidar de uma empresa deste tamanho como a Natura. Então, diante disso, a pergunta que não quer calar é: por qual motivo Fábio Barbosa aceitou este cargo dentro da Natura? Qual a missão do CEO na empresa? E ele responde:

“(A razão para ter aceitado liderar a companhia) é a Natura. Ela é o exemplo de empresa. É uma referência de empresa que faz tudo certo e deu certo. Ela não pode dar errado. A marca Natura vai muito bem. As aquisições estão, talvez, dando mais trabalho do que imaginávamos, mas a marca Natura e toda a proposta da Natura está cada vez mais válida, cada vez mais sendo considerada como relevante por parte dos consumidores”, argumenta.

Fábio Barbosa em entrevista para IF

E o CEO da Natura falou muito mais sobre sua missão dentro da empresa, o respeito aos clientes e também, claro, aos investidores. Portanto, você confere o trecho desta entrevista para o Visão de Líder no vídeo a seguir.

Fonte: Inteligência Financeira

2023-02-06T09:56:13-03:00fevereiro 6th, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Ecommerce Brasil – Redes sociais: previsão de aumento das vendas em 2023

Quando se fala em vendas, uma excelente ferramenta para o empreendedor são as redes sociais. Mas o que esperar das vendas pelas redes sociais em 2023?

De acordo com uma pesquisa do All INN, em parceria com a Opinion Box:

– 87% dos consumidores já fazem suas compras online;

– 75% utilizam as redes sociais para busca de produtos;

– 74% dos consumidores costumam utilizar o Instagram, o Facebook e outras redes sociais para fazerem suas compras.

Um panorama sobre a importância das redes sociais para o varejo digital e como elas podem ser mais efetivas para o seu negócio.

Com dados sempre crescentes e positivos, as redes sociais são um forte veículo para as empresas e estima-se a ampliação do uso desses canais neste ano, já que elas não param de se atualizar para suprir as necessidades do mercado e dos empreendedores.

Redes sociais e marketing digital

Redes sociais e marketing digital são duas faces de uma mesma moeda. Após a pandemia, especialmente, não se pode falar em um sem o outro. Nesse período, as vendas pela internet e redes sociais aumentaram vertiginosamente, contagiando até os mais descrentes em compras online.

O faturamento do e-commerce no Brasil cresceu de forma exponencial em 2020 e manteve-se em alta em 2021 e 2022, oferecendo estimativas de que o crescimento das vendas digitais continue a subir nos próximos anos, podendo atingir R$187 bilhões em 2023.

Toda essa popularização das compras online deve-se em parte significativa às redes sociais. Isso porque algumas tendências do marketing digital e das redes sociais são muito atreladas, funcionando conjuntamente. E são essas tendências que auxiliarão o aumento das vendas para o ano.

Apps de mensagem cada vez mais utilizados

Para 2023, estima-se maior ampliação do uso de aplicativos de mensagem nas redes sociais como:

– WhatsApp;

– Facebook Messenger;

– Telegram;

– Instagram Direct.

Todos já são opções bem consolidadas que seguirão em ascensão, pois são ferramentas utilizadas diariamente por milhões de pessoas e que recebem aprimoramentos de forma constante.

Inteligência virtual, realidade aumentada e avatares

Em 2023, a inteligência virtual ficará cada vez mais presente no varejo, incluindo o uso de avatares. O avatar poderá ser um facilitador na hora das vendas – colocando-o para falar por você ou mesmo para participar de chamadas de vídeo – tudo para atender melhor o cliente.

A inteligência artificial ajudará as empresas a fornecerem recomendações melhores e personalizadas ao perfil de cada cliente, além de realizar análises de dados, de forma a tornar as operações mais eficientes, melorando a experiência do consumidor.

A RA (realidade aumentada) tem se tornado cada vez mais popular no varejo eletrônico, já que permite aos clientes visualizarem como os produtos ficariam em sua casa ou se a roupa desejada ficará bonita em seu corpo. Tudo isso sem precisar sair de casa.

A realidade aumentada é útil e melhora de maneira significativa a experiência de compra dos clientes. Nesse sentido, ela deveria estar presente tanto em e-commerces quanto em lojas físicas.

Entretenimento e vendas caminhando juntos

As “dancinhas” e os vídeos curtos se manterão como tendência em 2023, e continurão sendo um dos pontos altos das redes sociais, tal qual no ano passado. Seja pelo Tik Tok ou pelo Reels do Instagram, esses vídeos viraram criadores de tendências, tornando-se uma ferramenta aliada das empresas.

Essa tendência consolidou-se entre os empreendedores por unir três pilares:

– entretenimento;

– alcance de público;

– aumento de vendas.

Uso cada vez maior do Instagram

O Instagram conta com aproximadamente 122 milhões de brasileiros que publicam vídeos e fotos, realizam lives, comunicam-se através do direct e, inclusive, divulgam seus produtos, seus serviços e suas empresas.

Esses dados colocam o Instagram como a rede social mais utilizada para pesquisa, compra e avaliação de produtos.

Seria possível uma ressurreição do Facebook?

Com toda a popularidade do Instagram crescendo, o Facebook teve uma queda na sua popularidade, especialmente entre o público mais jovem.

Esse fato colocou o Mark Zuckerberg (diretor executivo do Facebook) em movimento, de forma a criar mudanças na rede social, entre elas:

– Maior número de postagens recomendadas pela inteligência artificial de páginas e/ou pessoas que o usuário não segue;

– Fluxo intenso de novidades no feed;

– Uso de avatares digitais.

O objetivo das mudanças é manter os usuários dessa rede social, contribuindo, de forma concomitante, para que os anúncios no Facebook cresçam e ofereçam mais oportunidades para empresas e marcas, incentivando o usuário a se engajar com o Facebook. Assim, por meio dessa relação, os empreendedores saem ganhando e o aplicativo também.

Social commerce – o comércio movimentado pelas redes sociais

O social commerce é um tipo de comércio eletrônico baseado nas redes sociais que vem crescendo significativamente e promete ser uma das maiores tendências do varejo para 2023, seja para quem vende somente online ou para quem possui um negócio físico e busca a transformação digital.

Pelo social commerce, as empresas podem alcançar um público bastante amplo, atraindo novos clientes – devido ao intenso fluxo de usuários que as redes sociais possuem em todo o mundo.

O social commerce permite que os usuários realizem a compra de produtos ali mesmo nas redes sociais, de forma direta e sem precisar ir a outra página ou aplicativo. Essa é uma estratégia eficiente, uma vez que o consumidor não precisa sair da plataforma, concluindo a compra em menor tempo e aumentando a conversão das marcas.

Essa tendência pode ser seguida por qualquer empresa e de forma muito fácil: por anúncios patrocinados que redirecionam os usuários para a página de vendas na própria rede social.

Ao utilizar o social commerce, a empresa consegue interagir de forma direta com sua clientela, pelas redes sociais, criando uma relação de confiança com seu público, e consequentemente gera fidelidade de seus consumidores, aumentando o Lifetime Value do negócio.

Social commerce, live commerce, mobile commerce – são todos iguais?

Não! O live commerce e o mobile commerce nada mais são do que formas de compra derivadas do social commerce, apresentando algumas similaridades e, de certa forma, complementando-se. Porém, não são iguais.

O live commerce é o comércio eletrônico que é baseado em transmissões ao vivo por plataformas como o YouTube ou o Facebook.

Mesmo que o YouTube não seja considerado uma rede social propriamente dita, o live commerce pode ser considerado uma forma do social commerce pelo tipo de interação empresa-cliente que acontece na plataforma.

Isso porque, durante as transmissões ao vivo, os vendedores expõem os produtos que estão à venda, falam sobre eles, explicam o funcionamento e esclarecem dúvidas dos consumidores. Os espectadores podem fazer seus questionamentos e realizarem as compras diretamente pela plataforma.

O live commerce costuma funcionar muito bem dentro do social commerce pela sua metodologia de manter a atenção dos clientes e também por gerar um “senso de urgência” para a compra. As ofertas tendem a ser limitadas e disponíveis apenas enquanto durar a transmissão ao vivo.

O mobile commerce, por sua vez, é um outro termo relacionado ao social commerce que se refere às compras eletrônicas realizadas através de dispositivos móveis: smartphones e tablets.

Ele tem crescido rapidamente nos últimos anos, devido ao fato de os dispositivos móveis serem amplamente usados para acessar à internet, além de muitas pessoas utilizarem unicamente seus smartphones para navegar.

Portanto, social, live e mobile commerce são todas variações do comércio eletrônico que se baseiam em plataformas digitais específicas e vêm crescendo nos últimos anos, oferecendo grandes oportunidades para as empresas aumentarem seu alcance de público e atrair novos clientes.

Social commerce: redes sociais como vitrine

As redes sociais popularizaram-se no varejo virtual por funcionarem como uma vitrine que permite mostrar seu negócio e obter vantagens bastante interessantes. Entre elas, o aumento das vendas – independentemente da área de atuação – e a prospecção de novos clientes.

Além disso, as redes sociais melhoram a relação com o consumidor, que passa a ter mais confiança na empresa. Isso é possível pois ele passa a confiar nesse relacionamento em que é permitido comentar e compartilhar com outras pessoas várias informações sobre o produto ou sobre o serviço, como uma forma de marketing gratuito – apenas pela pessoa se identificar e gostar da marca.

Além do exposto acima, ainda existem outros benefícios de usar as redes sociais:

– Aumento de notoriedade da marca;

– Fidelização de clientes;

– Cria autoridade no mercado;

– Melhora taxas de conversão;

Torna a experiência do consumidor mais completa e enriquecedora.

Nesse sentido, sem dúvida, as redes sociais podem e devem ser usadas como vitrine. E, se usadas corretamente, elas oferecem todas as vantagens supracitadas.

Para usar as redes como vitrine de um negócio de forma a ampliar o alcance e a alavancar as vendas, algumas estratégias são necessárias:

Utilizar a rede social correta para cada tipo de negócio e público

Utilizar o canal correto é o primeiro passo, pois, ao contrário do que comumente se pensa, não é preciso ter um perfil em todas as redes sociais de uma só vez.

O ideal é fazer uma pesquisa sobre os canais que o público-alvo do negócio mais utiliza para selecionar com assertividade o canal e criar o perfil nele. Ou seja, a empresa precisa estar onde seus consumidores estão, para assim facilitar o processo de venda.

Criar um plano assertivo de mídias sociais

Da mesma forma que se planejam postagens em um blog, é preciso também ter um planejamento específico para as mídias sociais. Organizar uma agenda de postagens, criando um cronograma em que conste:

– Quantidade de publicações diárias;

– Horários das postagens;

– Conteúdos que serão oferecidos.

Utilizando essa técnica, sua página ganha valorização pelos algoritmos das redes sociais, os quais inferem que seu conteúdo e seu negócio são relevantes e oferecem qualidade para as pessoas. Em consequência, há o aumento de alcance, fazendo com que a página da empresa apareça na timeline ou no feed dos seguidores de forma mais frequente.

Imagens e identidade visual de qualidade

Em qualquer rede social, a qualidade da imagem é um fator decisivo, especialmente no caso de páginas de negócios.

Logo, fazer postagens com imagens ruins, fora de foco ou de baixa qualidade pode ser fatal. Então, antes de criar o conteúdo, recomenda-se buscar fotos de qualidade e adequadas que deem um ar de profissionalismo.

O mesmo ocorre com a identidade visual, que padroniza o conteúdo produzido.

Oferecer conteúdos relevantes para o público-alvo

A rede social torna-se uma vitrine do negócio apenas quando fornece conteúdos relevantes, por isso deve-se evitar fazer postagens apenas com intuito de vender. Lembrando que a rede social é uma mídia de relacionamento – assim, a venda ocorre como um efeito colateral da interação com a página.

Portanto, crie conteúdos educativos úteis e que ofereçam informações simples e rápidas, de forma que aumente o interesse pela marca até conseguir a fidelização do cliente.

Mostre as experiências positivas dos clientes

Ainda pensando em uma vitrine, usar as experiências e os depoimentos positivos dos clientes pode ser um excelente gatilho mental.

Ao mostrar para o público a experiência de outras pessoas com o produto ou serviço, são percebidas a aceitação e a credibilidade do que você comercializa. Assim, as pessoas passam a comprar com mais segurança e facilidade.

Faça ao menos uma postagem semanal, em vídeo ou depoimento escrito, de clientes que compraram e indicam seu produto ou serviço.

Utilize as hashtags

Usar as hashtags ajuda a direcionar o conteúdo para um “feed particular”, levando a página do seu negócio às pessoas que já estão interessadas naquilo que é oferecido. Dessa forma, a venda acontece de maneira natural, sem precisar elaborar outras estratégias.

Redes sociais são molas propulsoras

As redes sociais extrapolaram sua função original – entretenimento ou comunicação – e passaram a trabalhar para as empresas.

Isso acontece diante de um universo digital que está em constante e rápida mudança. Portanto, investir em estratégias que utilizem as redes sociais como molas propulsoras de vendas é algo imprescindível na configuração atual do varejo eletrônico.

São muitas as projeções sobre o uso das redes sociais para o aumento das vendas em 2023. A tendência é de que as vendas online continuem a crescer nos próximos anos e, cada vez mais, as pessoas sintam-se confortáveis ​​em efetuar compras online. Consequentemente, haverá um aumento da oferta de produtos e serviços no meio digital.

Portanto, usar essa estratégia a favor do crescimento de um negócio é uma decisão assertiva que gerará resultados positivos.

Fonte: Ecommerce Brasil

 

2023-02-06T09:55:27-03:00fevereiro 6th, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Agência Brasil – Programa oferece até R$ 21 mil de crédito para empreendedores negros

Empresários formais e informais de São Paulo serão beneficiados

Uma linha de crédito exclusiva de até R$ 21 mil está disponível para empreendedores negros da cidade de São Paulo. Os recursos podem ser solicitados tanto por empresários autodeclarados pretos ou pardos constituídos formalmente, com Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), quanto por informais.

O dinheiro será disponibilizado pela Agência de Desenvolvimento de São Paulo, entidade ligada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho. O projeto é realizado através de um convênio com o Banco do Povo, programa de microcrédito do governo estadual.

A linha Empreenda Afro oferece crédito de R$ 200 a R$ 21 mil, com juros de 0,35% a 0,55% ao mês para empresários formais, com prazo de até 48 meses. Para os informais, estão disponíveis valores de até R$ 15 mil, com juros de 0,8% ao mês e prazo de até 36 meses.

Como pedir

Para pedir o dinheiro é preciso não ter restrições no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) e no Serasa quanto ao Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) e Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) de todos os sócios; fazer um dos cursos de capacitação indicados pelo programa; não ter outro empréstimo com o Banco do Povo em andamento e aceitar receber uma visita para constatar a capacidade do negócio.

A solicitação pode ser feita preenchendo um formulário de interesse nos recursos.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: Agência Brasil

2023-02-06T09:54:03-03:00fevereiro 6th, 2023|Categories: Economia|

Mirian Gasparin – Vendas Do Varejo Em 2022 Chegaram A Quase R$ 2 Bilhões

Pesquisa mostra que foram mais de 11 milhões de transações ao longo do ano, totalizando 53 milhões de produtos vendidos

Um levantamento da VarejOnline, empresa especializada em tecnologia para gestão de lojas, franquias e pontos de venda (PDV), aponta que as vendas no varejo totalizaram R$ 1,9 bilhões em 2022, um aumento de 51% em comparação com 2021. Tendo como base os clientes da VarejOnline, o estudo mostra outros dados interessantes, como o número de vendas realizadas, que supera 11 milhões de transações, além do número de peças vendidas, que somadas dão 53 milhões.

Em relação aos métodos de pagamento, o balanço da empresa indica que 45% das compras foram realizadas pelo cartão de crédito, 20% cartão de débito, enquanto o Pix e o dinheiro representaram 10%. A VarejOnline obteve um crescimento de 40% em sua carteira de clientes, e também um aumento em sua receita mensal recorrente de 112%.

“Obtivemos no ano passado um crescimento significativo, que comprova a tendência cada vez maior da busca das empresas por ERPs. A retomada em 100% do varejo físico também teve impacto em nossos resultados, e esperamos que em 2023 possamos continuar oferecendo mais tecnologia e agilidade aos nossos clientes através de nossa plataforma”, comenta Juliano Mortari, CEO e fundador da VarejOnline.

Fonte: Mirian Gasparin

 

2023-02-03T10:42:14-03:00fevereiro 3rd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Mercado e Consumo – Flexibilidade no formato e nas funções da loja: ingrediente-chave para o sucesso no varejo e no franchising

O varejo está sempre em busca de formas para melhorar suas operações e aumentar as vendas. Um aspecto muito importante nessa busca é a experimentação de novos formatos para as operações. E isso pode incluir tanto a redução quanto a ampliação do espaço – e, claro, agregar funções para a loja.

Nesse estudo constante da eficiência aliado à experiência nos espaços físicos, a estratégia tem que contar com um olhar claro sobre como o espaço afeta a jornada do consumidor, uma vez que hoje os pontos de contato são os mais diversos possíveis e adicionar “funções” à loja pode efetivamente melhorar a experiência do consumidor.

Algumas das perguntas que sempre ouvimos quando estamos discutindo estratégias de expansão e desenvolvimento de novos conceitos passam pelas seguintes questões: como aproveitar melhor os espaços, como melhorar a experiência e incrementar a lucratividade, qual formato melhor responde à estratégia de expansão e qual impacto pode ter no desenvolvimento do negócio no longo prazo, etc.

Na prática, a flexibilidade de formatos é um componente-chave para maximizar o sucesso e a expansão de uma empresa independentemente do segmento e a estratégias de atuação nos diferentes mercados e para diferentes públicos

Se pensarmos apenas em formatos, de forma resumida, essa flexibilização permite:

Para lojas menores: minimiza o impacto em determinado mercado, identificando os locais ideais para atingir o consumidor e melhorar o posicionamento de uma marca – tudo com custos reduzidos. Além disso, a redução dos espaços não pode significar redução também na oferta de produtos ou experiência de compra prejudicada. Na prática, abre-se a possibilidade de integrar canais, trazer novas abordagens para apresentação do portfólio completo da marca e repensar equipes e funções no ponto de venda, para dizer apenas alguns aspectos.

Para lojas maiores: há mais espaço para desenvolver conceitos experimentais e até criar recursos avançados de distribuição. Além disso, há maior possibilidade de explorar experiências, seja com o produto, seja com o conceito do negócio, agregando serviços, tecnologia e maior possibilidade de explorar “o conceito” da marca e a conexão emocional com o consumidor.

Sempre digo que os varejistas têm várias formas de otimizar sua presença física, e engana-se quem pensa que se trata apenas de escolher um ponto para o seu negócio – isso parece conversa de outro tempo da história do varejo. A variação de formatos e tamanhos de lojas é um grande trunfo para que as marcas se concentrem em trazer os produtos certos para seu público-alvo e aumentar o impacto de cada local.

Atualmente, há diversos caminhos que o consumidor pode seguir para adquirir um produto ou serviço:

Pesquisar na internet e comprar na loja física (ou o contrário);

Comprar na internet e retirar na loja física;

Comprar por celular, computador, aplicativos e até por voz;

Comprar pelas redes sociais ou plataformas de live commerce;

Imergir no metaverso e viver experiências sensoriais diversificadas;

Comprar produtos de segunda mão na própria loja e muitos outros.

Isso tudo é viabilizado pela tecnologia, que oferece todo o suporte à interação de clientes com as marcas, em diferentes plataformas. Há quem diga que o universo digital vai ser uma ferramenta para lidar com o mundo físico, e isso não pode ser mais verdade. Cada vez mais a tecnologia se insere nas nossas vidas criando conveniência e nos ajuda a economizar tempo para as mais diversas atividades reais e cotidianas. Físico e digital se unem e acabam gerando um looping infinito.

E, por conta disso, não dá para dizer que a loja é apenas um canal de vendas. Ela hoje tem amplas funções e ganha ainda mais relevância na estratégia das marcas. Ela se tornou uma plataforma para engajamento e aquisição de clientes por meio de programas de relacionamento, atração de comunidades e prestação de serviços. Passou a ser local para educação do consumidor e até mesmo se tornou uma grande plataforma de mídia.

Esse repensar dos papéis, formatos e conceitos das lojas e outros pontos de vendas é pauta das empresas que desejam se manter relevantes e perenes no mercado. As possibilidades de como explorar esses diferentes cenários e extrair o melhor de cada um são muitas e podemos estar juntos nessa jornada.

Fonte: Mercado e Consumo

2023-02-03T10:41:33-03:00fevereiro 3rd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

CNDL – Por que os marketplaces asiáticos são tão atrativos?

Os sites estrangeiros Shein, Shoppee e Aliexpress caíram nas graças dos brasileiros ao longo dos últimos anos. Em novembro de 2022, milhares de pessoas se acotovelaram para acompanhar a inauguração da primeira unidade física da Shein na América do Sul. A pop-up store (loja temporária) fica no Shopping Vila Olímpia, localizado na zona sul de São Paulo. A pergunta que não quer calar é: por qual motivo o Brasil foi escolhido para abertura dessa loja no continente sul-americano?

“O Brasil é um grande mercado consumidor para a Shein. De acordo com o Fórum Econômico Mundial, em seu relatório “Global Competitiveness Report”, de 2019, o país ocupa a décima posição ao avaliar o tamanho de mercado, indicando assim uma oportunidade para investidores estrangeiros entrarem em um mercado consumidor tão grandioso”, explica em artigo Mariana Munis, professora de Marketing e Comportamento do Consumidor da Universidade Presbiteriana Mackenzie Campinas.

Entre os brasileiros que compram em sites internacionais – operação denominada pelo instituto de pesquisa Nielsen como Cross Border Trade –, 58% dos shoppers são do gênero masculino; 62% têm entre 25 e 49 anos; 64% possuem ensino superior; e 39% dos shoppers têm a renda familiar até R$4.800. Os dados são de pesquisa realizada, semestralmente, com o painel de consumidores online, pela NielsenIQ|Ebit e Bexs Pay e divulgada na 46ª Edição do relatório Webshoppers. Foram entrevistadas 2.837 pessoas de 02 a 08 de agosto de 2022.

Segundo a professora da Mackenzie Campinas, o fator preço mais baixo é um dos grandes atrativos para os consumidores brasileiros comprarem de sites estrangeiros. A redução do tempo de entrega e o empacotamento da mercadoria também são importantes. “Todas chegam embrulhadas em uma sacolinha, que dá para ser utilizada posteriormente de outras formas. Além disso, a mercadoria boa e barata chega mais facilmente e a ansiedade da espera diminui”, conta Mariana Munis.

A facilidade de comprar no celular

Esses sites tornaram-se mais famosos, principalmente durante a pandemia. O fácil acesso aos produtos via o aplicativo mobile das lojas influenciou o fortalecimento dos marketplaces asiáticos em território nacional. Só para ter ideia, o mercado de mobile commerce (ou m-commerce) faturou, em 2021, R$ 95,5 milhões, representando 53% das vendas nacionais online, de acordo com dados do Relatório Apps Mobile de Compras de 2022, da Liftoff. Mariana Munis chama atenção para as estratégias de marketing digital usadas por essas plataformas.

“O cliente consegue efetuar suas compras de maneira intuitiva e fácil, além de encontrar precisamente as medidas da peça de roupa, por exemplo. Os usuários podem postar fotos com as mercadorias que compraram e efetuarem depoimentos sobre as peças, ganhando em contrapartida cupons de desconto nas próximas compras, o que faz com que muitas pessoas voltem a comprar”, relata a educadora.

As lojas asiáticas ainda têm várias iniciativas para incentivar as pessoas que nunca compraram da plataforma a efetuarem seus primeiros pedidos, como cupons de desconto.

“Ao abrir o aplicativo, o cliente pode resgatar cupons e, se deixou os depoimentos e a foto da mercadoria, acumula mais descontos. Logo, quanto mais um cliente compra, mais ele tem descontos e cupons”, diz a especialista.

Fonte: CNDL

2023-02-03T10:40:32-03:00fevereiro 3rd, 2023|Categories: Notícias do Setor|

Terra – Descubra como vender mais através das redes sociais

Especialista explica o conceito e dá dicas para implementação da estratégia para seu negócio

As redes sociais já viraram sinônimo de internet para muita gente. Elas estão tão presentes no dia a dia do brasileiro que estão sendo usadas pelas empresas como forma de se aproximar do cliente, personalizar a compra e criar conteúdo viral.

Segundo o relatório Social Trends 2022 da Hootsuite, 53,2% dos jovens preferem usar as mídias sociais para pesquisar marcas. Os consumidores estão cada vez mais atentos aos conteúdos produzidos pelas empresas para criar uma experiência de compra mais inovadora e diferenciada. De forma direta, isso acaba melhorando os resultados de um negócio.

O primeiro conceito que precisa ser considerado por empresas de qualquer tamanho ― mas especialmente as pequenas ―, é o do social commerce. Trata-se da estratégia de utilização das redes sociais como canal de venda para alcançar novos clientes. E essa é uma estratégia que ainda falta para muitos empreendedores pequenos.

“Essa tendência parece estar crescendo e cada vez mais vai ser uma aposta para as empresas. De acordo com o Statista, as previsões de mercado indicam que o volume global deste tipo de vendas rondará os US$ 2,9 trilhões até 2026”, explica Beatriz Millani, especialista em marketing da Eshopper, ferramenta comparativa de mercado, que analisa a jornada de compra online.

O que o social commerce traz de diferente?

É importante observar que o grande diferencial desse canal de compra é a possibilidade de personalização da experiência e a facilidade com que os usuários finalizam uma compra. A grande sacada é investir em plataformas como Instagram, Twitter, Facebook, Pinterest e TikTok.

De acordo com estudo feito pelo site We Are Social em parceria com a Hootsuite, o brasileiro passa, em média, 3 horas e 31 minutos por dia nas redes sociais. Isso é um tempo médio alto consumindo conteúdos e anúncios, por isso, muitas marcas já perceberam a importância de estarem disputando alguns segundos desses consumidores.

“Pela possibilidade de segmentar os anúncios de acordo com seu público alvo, as empresas conseguem encontrar seus clientes que estão dispostos a comprar e também personalizar seus conteúdos de acordo com seu consumidor, priorizando sempre vídeos curtos e imagens de alta qualidade”, comenta Beatriz.

Dicas para você usar em seu negócio

O social commerce ganhou muita força durante a pandemia do Covid-19, pois os consumidores passaram a comprar mais online e a buscar mais comodidade com a experiência de compra.

A especialista Beatriz Millani separou algumas dicas para implementar essa estratégia na sua marca:

  • Adapte o conteúdo para as redes sociais, tornando a navegação mais fácil e funcional;
  • Crie conteúdos fáceis de ser compartilhados;
  • Aproveite a exposição da marca para tornar o público fidelizado;
  • Crie condições especiais de acordo com a sazonalidade;
  • Divulgue eventos e descontos exclusivos para o público daquela rede;
  • Utilize sempre métricas para acompanhar os resultados e adaptar de acordo com a necessidade do consumidor;
  • Melhore a usabilidade de todos os canais para que o cliente tenha sempre uma experiência uniforme e positiva.

Fonte: Terra

2023-02-03T10:39:35-03:00fevereiro 3rd, 2023|Categories: Notícias do Setor|
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