Sobre Rosangela Oliveira

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Agência Brasil – BNDES quer mais R$ 100 milhões para financiar combate à covid-19

A diretoria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) quer conseguir mais R$ 100 milhões para o matchfunding [tipo de financiamento coletivo] Salvando Vidas. A ação é coordenada pela instituição com o apoio da Sitawi Finanças do Bem, Confederação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos (CBM), Bionexo do Brasil e Ernst&Young (EY). A iniciativa capta recursos de entidades públicas e privadas para ações de combate à covid-19. Em cada real doado, mais um é acrescentado pelo BNDES. Para isso, o banco reservou R$ 50 milhões do Fundo Socioambiental. O Salvando Vidas já doou mais de R$ 110 milhões em recursos que apoiaram o combate à pandemia. O dinheiro será revertido para a compra de equipamentos e insumos necessários à atuação de hospitais públicos e filantrópicos que atendem, pelo menos, 50% de pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O BNDES estima que a nova etapa do Salvando Vidas dure 12 meses, com o encerramento em junho de 2022, e que nesta nova fase o financiamento coletivo possa favorecer a campanha de vacinação contra a covid-19, “especialmente por meio da destinação de câmaras de conservação de vacinas e outros equipamentos a instituições públicas”. Segundo o banco, já foram adquiridos dez refrigeradores para vacinas. Na apresentação da nova fase, em transmissão pelo YouTube ontem (19), o presidente do BNDES, Gustavo Montezano, disse que o sucesso do financiamento coletivo mostra que é possível juntar os setores público e privado e a sociedade civil. “Este é um exemplo muito claro do potencial do que a gente pode transformar e criar de valor para a sociedade quando trabalha em parceria: o setor público, o setor privado e a sociedade civil”, disse. O Salvando Vidas foi lançado em abril de 2020 e se tornou o maior financiamento coletivo do Brasil. No período, já recebeu mais de 1.700 doações de pessoas físicas e de 66 empresas. Somado aos recursos do BNDES, ajudou 779 instituições de saúde, tanto filantrópicas quanto públicas, em 698 municípios, o que representa mais de 12% do total de cidades existentes no país. Os recursos permitiram a compra de quase 60 milhões de Equipamentos de Proteção Individual, entre máscaras, luvas, toucas, aventais e álcool em gel, para profissionais de saúde e pacientes. Com a crise de oxigênio em diversas regiões do Brasil, desde janeiro o projeto direcionou esforços também para a aquisição de cilindros e usinas. “Até o momento, foram entregues 10 respiradores, 130 cilindros de oxigênio para hospitais públicos da Região Amazônica e uma usina de oxigênio para Roraima. Outras 14 usinas, destinadas a diferentes regiões do país, estão contratadas”, informou o BNDES. Doações O Salvando Vidas teve reforço de mais R$ 2,4 milhões, com novas doações de R$ 500 mil realizadas pelas empresas do grupo B3, R$ 710 mil da Vicunha e de R$ 1,22 milhão da Sinop Energia. Com o cumprimento das regras do matchfunding, o BNDES dobrará o valor recebido. O resultado é que as novas doações vão alcançar R$ 4,8 milhões em recursos para a compra de insumos e equipamentos. O BNDES informou, ainda, que parte do valor será utilizada na compra de uma usina de oxigênio com capacidade de 15 m³ para o Hospital Municipal Raimundo Célio Rodrigues, na cidade de Pacatuba, no Ceará. Quem quiser doar recursos deve manifestar o interesse diretamente à Sitawi Finanças do Bem, por meio deste endereço eletrônico. Agora, na nova etapa, o Salvando Vidas receberá doações a partir de R$ 100 mil.

2021-07-20T15:35:25-03:00julho 20th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

DSN – Mary Kay se junta às Coalizões de Ação Global do Generation Equality Forum para Defender a Igualdade de Gênero

Mary Kay lançou um documento de posicionamento que reflete a estratégia da União Europeia sobre igualdade de gênero e se juntou ao Generation Equality Forum Global Action Coalitions. A Estratégia da Comissão Europeia para a Igualdade de Género para 2020-2025 declara: “A Estratégia apresenta objetivos políticos e ações para fazer progressos significativos até 2025 no sentido de uma Europa com igualdade de género. O objetivo é uma União onde mulheres e homens, raparigas e rapazes, em toda a sua diversidade, sejam livres para seguir o caminho que escolheram na vida, tenham oportunidades iguais de prosperar e possam igualmente participar e liderar a nossa sociedade europeia. ” No documento, Mary Kay anunciou apoio à proposta da UE de aumentar a representação de mulheres nos conselhos de administração e incentivou programas de diversidade de fornecedores e programas de compras inclusivas. “Leis discriminatórias, preconceito de gênero e estereótipos, violência contra mulheres e meninas – todas essas são questões globais e devem ser abordadas em parceria com os setores público e privado e organizações da sociedade civil em todo o mundo”, disse Julia Simon, Diretora Jurídica e de Diversidade na Mary Kay. “Alcançar a igualdade de gênero é fundamental para a sobrevivência do planeta e a reconstrução de economias e sociedades mais sustentáveis ​​e prósperas”.

2021-07-20T15:30:42-03:00julho 20th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Revista e Encontro – Pandemia faz crescer venda de produtos e equipamentos gourmet

Um dos muitos hábitos que a quarentena para conter a disseminação do novo coronavírus transformou foi a relação dos belo-horizontinos com a cozinha. Com mais tempo dentro de suas próprias casas, muita gente que fugia do fogão acabou se rendendo às receitas – e aos infindáveis programas de culinária da TV. “Antes da pandemia eu só sabia cozinhar o básico”, confessa a designer de interiores Priscila Sathler. “Hoje, faço jantares elaborados duas vezes por semana.” Na casa da Priscila, o que começou como uma forma de tentar comer bem mesmo com os restaurantes da cidade fechados acabou se tornando um momento de confraternização em família. A designer se inscreveu em uma confraria on-line realizada às quintas e aos domingos. As receitas são produzidas a várias mãos. Dividem-se entre as caçarolas ela, o marido e as duas filhas, de 20 e 13 anos. “A gente conversa, toma um vinho (só os adultos, claro), experimentamos condimentos, sabores. Se tornou um momento de união”, diz. A paixão pela gastronomia foi tanta que a família decidiu se mudar para um novo apartamento e investir em um espaço gourmet. “Eu mesma estou projetando e vou comprar utensílios, torneira, jogo de panela. Quero tudo novo e muito bom”, planeja. A ideia é manter o hábito mesmo após a pandemia. “E queremos expandir assim que for possível, chamar os amigos.”

Pessoas como Priscila, que encontraram na cozinha uma forma de relaxar em meio às angústias do isolamento, foram responsáveis pelo aquecimento do mercado especializado em panelas e artigos culinários, que viu a procura disparar no último ano. Proprietário da Cozimento Saudável, distribuidora autorizada da Royal Prestige, Henrique Madureira conta que as vendas cresceram 118% nos primeiros cinco meses de 2021, em relação ao mesmo período do ano passado. Como os produtos feitos pela marca têm a proposta de promover uma cozinha saudável – as panelas são feitas com aço cirúrgico, que não libera resíduos nos alimentos e dispensam o uso de óleo nas receitas –, o empresário atribui a alta à busca crescente das pessoas por saúde, e também à redução de gastos com restaurantes e viagens. “Alguns clientes tinham potencial para comprar, mas não investiam nisso. Agora investem. Não perco mais venda para uma viagem à Europa”, diz.

O empresário Thiago Nunes, sócio-proprietário da Tool Box, também viu as vendas dispararem, especialmente pela internet. O Instagram da loja saltou de 70 mil seguidores para 203 mil apenas neste ano. Thiago lamenta que o crescimento tenha se dado em um momento de tanto sofrimento no mundo, mas compreende que a paixão pela cozinha ajudou a tornar a pandemia um pouco mais leve para muitos. “Não vejo como motivo de comemoração, em meio a tantas perdas e dificuldades”, afirma. “Mas a cozinha foi uma saída terapêutica para ajudar a passar por isso. Virou uma das alegrias durante esse período obscuro.” Ele conta que muitos clientes tinham funcionários para cozinhar em casa e, com a pandemia, precisaram colocar a mão na massa. “As pessoas se voltaram para a cozinha e viram que estavam com equipamentos obsoletos”, diz. “Tivemos aumento significativo na procura de itens básicos, como frigideiras, conjuntos de panela, utensílios.” O perfil da clientela também está mais diversificado. “Além do nosso cliente tradicional, da classe A, temos pessoas que agora fazem uma força a mais para comprar um produto de alto nível.” Sócio-diretor da Laville, rede de lojas de produtos para casa, Bernardo Mendonça acredita que as redes sociais têm sua influência no comportamento da clientela. “Muita gente passou a acompanhar lives ou perfis de chefs no Instagram e percebeu que ou não tinha todos os equipamentos necessários ou estava defasada em relação à tecnologia”, diz. “Sempre que aumenta o interesse por determinada atividade, crescem também as vendas de produtos relacionados a ela. Na cozinha não é diferente.”

Na Bel Lar, espaço especializado em reforma e construção, os itens mais procurados são aqueles para equipar a cozinha e a área gourmet, que conseguem fazer com que as pessoas tenham a experiência de um restaurante no conforto de casa. “Os clientes têm procurado cervejeiras, adegas, máquina de gelo, churrasqueiras”, conta a diretora Caroline Garcia. “O ‘cozinhar’ vem deixando, cada vez mais, de ser um simples ato do cotidiano para se tornar uma experiência gastronômica.”

O boom do mercado gastronômico extrapola o comércio. Percebendo a nova paixão dos belo-horizontinos, o chef Felipe Caputo criou em julho 2020 a Escola do Caputo, um curso on-line para pessoas que querem cozinhar em casa. Seu primeiro curso, de quatro meses de duração, com três aulas semanais gravadas, teve 1.500 inscritos. O segundo, um workshop de verão gratuito de 4 aulas, em novembro, atraiu 18 mil alunos. Nas aulas, o chef explora uma gama ampla de vegetais, temperos e especiarias, reduzindo a necessidade de ter a proteína animal como protagonista e a dependência dos produtos industrializados. “Foram até agora mais de 100 receitas, vários chefs convidados, dicas, truques e, claro, muita comida maravilhosa”, afirma. Para Caputo, o amor pela gastronomia que surgiu durante a pandemia deve se manter firme mesmo após o período de isolamento social. “A cozinha é muito apaixonante, reúne as pessoas e é uma forma de hobby e entretenimento. Uma vez que ela entra na sua vida, não tem como sair mais.”

2021-07-20T15:27:56-03:00julho 20th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Metrópoles – Lançamentos de beleza: 10 novidades para conhecer e se apaixonar

Julho sequer terminou, mas já trouxe cosméticos interessantíssimos para atualizar a rotina de autocuidado. Perfumes (nacionais e importados), batons com efeito de micropigmentação e produtos de skincare desenvolvidos na Polinésia Francesa estão entre as novidades mais “bacanudas” do mês.

Conheça 10 delas a seguir:

A chegada da marca Monoï Tiki Tahite ao país merece destaque. Tradicional da Polinésia Francesa, a empresa de óleos hidratantes acaba de aterrissar em território nacional com a aprovação da Anvisa. Seus produtos com ação rejuvenescedora são produzidos à base de flor de Tiare e óleo de coco, ou seja, são ricos em diversas vitaminas e minerais, trazendo benefícios para a pele e o cabelo. Atualmente, a fórmula original da marca, produzida desde 1942, pode ser encontrada em três aromas: Vanilla, Coco e Tiare.

Alinhada às principais tendências de beleza, a Eudora apresenta para o Dia do Batom, celebrado em 29 de julho, o Glam Duo Clinical, um batom com ácido hialurônico que promete hidratação por 48 horas e inova ao trazer tecnologias para obter efeito de micropigmentação sem a necessidade do uso de agulhas. Testes dermatológicos comprovaram que o uso diário e constante do produto, disponível em cinco tons, traz pigmentação natural e mais o volume aos lábios.

A nova linha da Natura convida os homens a se libertarem de suas armaduras e entrarem em contato com o sentir. Composta por perfume, desodorante, balm pós-barba e sabonete, ela tem preços a partir de R$ 27,90 e é produzida à base de matérias-primas nacionais.

O ácido glicólico é o protagonista de diversos procedimentos estéticos e a grande estrela do novo Glycolique Intense Peel, da Dermage. O sérum traz o ácido concentrado a 9% e promove intensa renovação celular, melhorando a luminosidade e a uniformização da pele enquanto retexturiza e reduz visivelmente os poros.

O eau de parfum traz uma fragrância floral contemporânea e revela um novo conceito, profundo e de espírito livre, sobre a feminilidade. Foi desenvolvido seguindo um compromisso com a sustentabilidade, favorecendo o uso de ingredientes naturais e exibido em um frasco reciclável que pode servir como refil. Suas notas de entrada são bergamota da Calábria e flor de laranjeira. Baunilha Bourbon de Madagascar e jasmim também marcam presença no perfume.

Primeira base de baixa a média cobertura da Fenty Beauty, a Eaze Drop chega ao Brasil com exclusividade na Sephora. Conhecida por suas bases de alta cobertura, a marca de Rihanna inova com o lançamento deste produto, uma base de longa duração e resistente à água e ao suor. Devido à sua fórmula leve e versátil, a linha apresenta 25 tons adaptáveis, capazes de cobrir toda a gama de 50 cores da Pro Filt´r, família de bases já conhecida da grife. A Eaze Drop ainda se destaca por ostentar um design compacto, ideal para levar na bolsa.

Carolina Herrera dá um toque ousado ao mito do eterno rebelde com Bad Boy Le Parfum, uma nova fragrância masculina baseada em notas surpreendentes que exploram uma personalidade forte e enérgica. O eau de parfum carrega notas amadeiradas e extremamente sensuais.

Complementando a recém-lançada linha Rosé, Quem Disse, Berenice? anuncia a chegada das novas paletas de sombra Rosé Light e Rosé Gold, co-criadas em parceria com a influencer e ex-BBB Rafa Kalimann. Em embalagens práticas, as paletas contam com seis cores bem pigmentadas, acompanhadas de partículas iluminadas e textura aveludada.

A Mahogany traz para 2021 uma novidade que vai movimentar o mercado de perfumes de luxo: a linha Experience.  Com seis opções, três femininas e três masculinas, o lançamento combina ingredientes únicos e sofisticados com aromas surpreendentes e intensos, como bourbon e fava tonka, folhas de figo e violeta, íris e flor de laranjeira. “As criações são marcadas pela criatividade e ousadia. Por conta da sua variedade, transitam muito bem entre gêneros e preferências e, com certeza, impressionarão os mais diferentes públicos”, afirma a gerente de marketing da marca, Brian Drummond.

A marca de cuidados com a pele brasileira acaba de lançar o Glico Renovador, um sérum antienvelhecimento que cuida da pele com tripla ação: renovação celular, ação antiacne e antioleosidade, sem irritá-la. O produto, ideal para uso diário em peles mistas, oleosas e acneicas, atua estimulando a renovação celular, reduzindo poros aparentes e controlando a oleosidade da derme.

2021-07-20T15:25:22-03:00julho 20th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

CNN – Avon investe em benefícios para revendedoras para retomar crescimento

Quando assumiu a presidência da Avon, às vésperas do fechamento da economia por causa da pandemia de Covid-19, o executivo Daniel Silveira, que tinha longa trajetória na Natura, sabia que havia um caminho ladeira acima a ser trilhado: afinal, a marca de cosméticos tinha passado por uma recuperação judicial e estava com a imagem envelhecida. Quase 18 meses depois, e após algumas ações para dar nova roupagem à marca, o executivo lançou nesta semana uma importante frente de revitalização do negócio, concedendo benefícios inéditos a um público vital para a Avon: as revendedoras.

O investimento, que inclui benefícios até então inéditos para as parcerias de negócio – que são uma base flutuante e que trabalham por comissão -, visa à recuperação da marca, que é um projeto do Grupo Natura & Co. (também dono de Natura, The Body Shop e Aesop) para disputar o segmento de preço de entrada. Hoje, a Avon é, de longe, a marca de resultados mais fracos dentro da gigante brasileira dos cosméticos.

No primeiro trimestre, apesar da forte exposição da marca no programa Big Brother Brasil, as receitas fecharam em queda de 2,8% no Brasil, segundo os resultados da Natura & Co. No mundo, o faturamento da Avon caiu 10,7% quando se descontam efeitos cambiais. A companhia está muito atrás de suas “irmãs”: de janeiro a março de 2021, a margem bruta da Avon foi de 4,1%, bem abaixo dos patamares de Natura (12,2%), The Body Shop (14,7%) e da luxuosa Aesop (acima de 26%). A priorização das revendedoras está relacionada ao fato de que a Avon vem sofrendo com uma “sangria” de parceiras ao longo de 2020 e também no começo de 2021: no primeiro trimestre, o total de consultoras caiu 4,7%, em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar disso, a marca segue sendo uma gigante em termos de força de vendas: hoje, mantém 1,3 milhão de revendedoras cadastradas no País. Nesta semana, o presidente da Avon Brasil apresentou um pacote de benefícios inédito para as revendedoras, que inclui remunerações maiores e também descontos em serviços como faculdades, escolas de idiomas, medicamentos, exames, consultas médicas e odontológicas. Além disso, explicou Silveira, a barreira de entrada de novas parceiras está sendo reduzida: o investimento mínimo em produtos para quem quer começar a revender vai cair de R$ 250 para R$ 150. Imagem da marca “Desde sua origem, em 1885, a Avon trazia as mulheres como protagonistas de seus destinos”, diz o presidente da Avon no Brasil. “Então, embora a questão da mulher siga sendo um tema importante nos dias de hoje, muitos temas de diversidade ganham igual importância – e percebemos uma janela enorme para discutir essas questões.” Outra questão a ser trabalhada, além da imagem que a marca passa para a consumidora, é o posicionamento dentro do portfólio da Natura & Co. A Avon, que tem preços mais baixos do que a da Natura, chega para ser uma “porta de entrada” para o consumo de cosméticos. Para equilibrar melhor o portfólio de produtos e garantir um bom custo-benefício para a clientela, a Avon também está em uma fase de redução de sua oferta, especialmente na linha de moda e casa. Para Jaime Troiano, presidente da Troiano Branding, que já fez trabalhos para a Avon no passado, o foco na revendedora é essencial. Isso porque, seja no formato tradicional do porta a porta ou pelo WhatsApp ou outras ferramentas digitais, essa profissional faz algo que nunca sai de moda: a venda consultiva. “Essa venda por relacionamento pode não ser mais tão importante nas áreas metropolitanas, mas certamente faz muita diferença em cidades menores”, diz o consultor. Já a extensão da Avon para causas além do empoderamento feminino ou de questões de saúde da mulher é algo que tem de ser avaliado com cuidado, na visão do especialista. “Será que esse é o melhor caminho para a Avon ou só uma oportunidade? Tem tanta gente falando hoje de diversidade que a marca corre o risco de perder sua individualidade (ao entrar em uma arena tão disputada)”, diz Troiano. “Na minha opinião, todas as marcas devem proteger aquilo que é só dela, o que faz parte de seu projeto original de criação.”

2021-07-20T15:22:28-03:00julho 20th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Estado de Minas – Venda de perfumes tem alta de 22% no Brasil

Os brasileiros consumiram 22% de perfumes no primeiro quadrimestre de 2021, em relação ao mesmo período do ano passado. As maiores procuras foram pelos femininos (26%). As fragâncias masculinas registraram aumento de 15% nas vendas. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos ABIHPEC. De acordo com o Painel de Dados de Mercado da ABIHPEC, o setor teve alta de 5,7% em vendas com preço de fábrica.  Segundo a associação é da cultura brasileira se perfumar como ato de promoção de bem-estar.

Um verdadeiro amor a perfumes fez Júnia Bandeira, 39 anos, mudar os rumos de sua vida. Ela deixou a biomedicina e passou a empreender com o marido Maurício Ribeiro, 43 anos, vendendo perfumes e outros artigos de beleza e bem-estar. “Eu tinha qualificação como biomédica e trabalhava há dez anos em laboratório de uma grande empresa. Estava infeliz, porque era um trabalho muito isolado e adoro o contato com as pessoas. Passei a vender perfumes. Foi difícil começar, mas os aromas sempre me ajudaram a superar as dificuldades e passei a viver deles. Agora na pandemia, as vendas explodiram porque todo mundo está precisando de produtos para sentir-se bem, sabe?” comenta animada. No armário dela, uma variedade de pelo menos dez tipos. Para ela, perfumes são experiências e nos remete a lembranças, nos conectam com pessoas. “Quem nunca sentiu uma fragrância e lembrou-se de uma pessoa querida?” comenta. E o mercado sentiu cheiro de negócios no ar durante a pandemia. O empreendedor Jorge Gonzaga e a esposa Silvânia Gonzaga, estão há mais de uma década no mercado da perfumaria. Ele  explica que “perfume é a expressão da marca pessoal de cada um e serve como um repertório de memórias. Trazer lembranças passadas, construir novas e prolongar a sensação de bem-estar pode ajudar a vencer os desafios do isolamento. E estamos vendendo muito mais na pandemia” esclarece.

Empresa mineira aposta em fragância exclusiva

De olho neste ramo, a holding mineira Akmos investiu no desenvolvimento da primeira fragrância exclusiva, com perfumes masculino e feminino, que deve impulsionar o mercado no segundo semestre. E a campanha de lançamento tem a cara da marca: “A Akmos entra no mercado da perfumaria exclusiva empoderando as pessoas porque sabemos que todos nós buscamos alívios para este estado de tensão. Nossa pesquisa de desenvolvimento do produto mostrou que todos, em alguma medida, estamos com excesso de preocupações e autocobrança durante a pandemia, o que têm sido motivadoras de mais estresse. Por isso, nossas novas fragrâncias tendem a provocar bem-estar, conexão emocional e sentimento positivo em suas notas olfativas, quase ocupando um lugar de aromaterapia, “comenta Eduardo Soares, Gerente de Marketing da empresa. Com origem no Egito, o perfume surgiu da necessidade de aromatizar o corpo humano e objetos por maior tempo. Ele era usado em múmias e mortos, e só se incorporaram aos costumes de faraós e alguns membros da corte após um longo tempo. A palavra perfume deriva do latim “per fumum”, que significa através do fumo. Além do Egito, a arte da perfumaria também era expressiva na Índia, aonde foi utilizada e aprimorada pelos persas e romanos.

A moda do perfume surgiu na época do Renascimento, na Itália, e a partir disso, a indústria da perfumaria só continuou a crescer. Sendo considerada uma das indústrias que mais cresce no mundo, atualmente. Para o historiador e aficionado em perfumes, Eugênio Miranda, 62 anos, “perfumar-se é rotina de autocuidado.”

2021-07-20T15:18:20-03:00julho 20th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Turismo registra crescimento em 2020, mas ainda abaixo de 2019

O setor de turismo brasileiro registrou em maio, último mês com dados consolidados, faturamento de R$ 9,6 bilhões, 47,5% superior ao de maio do ano passado. No entanto, em comparação ao mesmo mês de 2019, antes do início da pandemia de covid-19, houve redução de 31,2% no faturamento do setor. Os dados, divulgados hoje (16), são da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Em maio, o transporte aquaviário foi o único, entre os seis grupos de atividades analisados pela FecomercioSP, que conseguiu superar o patamar pré-pandemia, com alta de 20% no faturamento em relação ao mesmo mês de 2019. O transporte aéreo registra a maior queda em relação a 2019, de 50,5% – variação similar à da redução da demanda de passageiros, na mesma comparação, de 43%. Em maio de 2021, os restaurantes e alojamentos faturaram R$ 2,8 bilhões, 33,5% abaixo do obtido no mesmo mês em 2019, com variação muito próxima do grupo atividades culturais, recreativas e esportivas (-33,8%), também afetado pelo isolamento social. O conjunto de atividades de locação de veículos, agências e operadoras de turismo registrou queda de 13,2% em maio em relação a 2019, e o setor de transporte terrestre, redução de 6,6%. “A vacinação ainda é a principal variável para os turistas voltarem a viajar com segurança e para os empresários se planejarem de forma mais sólida”, diz, em nota, a FecomercioSP. “Iniciativas como a redução das restrições, a ampliação das ofertas dos serviços turísticos e a aceleração da vacinação em todo o país são fundamentais para uma melhora gradativa e mais consistente do setor”, acrescenta a entidade.

2021-07-19T15:26:39-03:00julho 19th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Dólar fecha em R$ 5,11 e tem primeira queda semanal em julho

Num dia de volatilidade no mercado financeiro, o dólar fechou praticamente estável, depois de passar a maior parte do dia em queda. Mesmo assim, a divisa teve o primeiro recuo semanal em julho. Influenciada pelo cenário externo, a bolsa de valores caiu pela segunda vez consecutiva e reverteu os ganhos dos últimos dias. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (16) vendido a R$ 5,115, com alta de apenas 0,01%. A cotação operou em queda na maior parte do dia, chegando a cair para R$ 5,07 na mínima da sessão, por volta das 14h. A moeda, no entanto, reagiu ao longo da tarde e fechou na estabilidade. A divisa encerrou a semana com queda de 2,66%, a primeira baixa após duas semanas seguidas de valorização. Em julho, o dólar acumula alta de 2,86%. O mercado de ações teve um dia mais pessimista. O índice Ibovespa, da B3, fechou esta sexta aos 125.960 pontos, com recuo de 1,18%. O indicador chegou a operar em alta até por volta das 12h30, mas reverteu o movimento, influenciado pelo cenário externo. Em relação ao dólar, tanto o cenário doméstico como fatores internacionais influenciaram o câmbio. A divulgação de que as vendas no varejo subiram 0,6%, em junho, nos Estados Unidos, fez a moeda norte-americana subir em relação às principais divisas do planeta. O bom desempenho da economia norte-americana pode fazer com que o Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos) antecipe o fim dos estímulos concedidos por causa da pandemia de covid-19. No entanto, a alta no preço das commodities (bens primários com cotação internacional), a recuperação da atividade econômica e a expectativa de que o Banco Central brasileiro continue a aumentar a taxa Selic seguraram a alta do dólar no Brasil. A bolsa de valores não teve o mesmo movimento. Influenciado pela queda das bolsas norte-americanas, o Ibovespa não sustentou os ganhos do início do dia e teve a segunda sessão seguida de queda.

2021-07-19T15:24:39-03:00julho 19th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Estado de Minas – Avon volta à origem para retomar crescimento

Quando assumiu a presidência da Avon, às vésperas do fechamento da economia por causa da pandemia de covid-19, o executivo Daniel Silveira, que tinha longa trajetória na Natura, sabia que havia um caminho ladeira acima a ser trilhado: afinal, a marca de cosméticos tinha passado por uma recuperação judicial e estava com a imagem envelhecida. Quase 18 meses depois, e após algumas ações para dar nova roupagem à marca, o executivo lançou nesta semana uma importante frente de revitalização do negócio, concedendo benefícios inéditos a um público vital para a Avon: as revendedoras.

O investimento, que inclui benefícios até então inéditos para as parcerias de negócio – que são uma base flutuante e que trabalham por comissão -, visa à recuperação da marca, que é um projeto do Grupo Natura & Co. (também dono de Natura, The Body Shop e Aesop) para disputar o segmento de preço de entrada. Hoje, a Avon é, de longe, a marca de resultados mais fracos dentro da gigante brasileira dos cosméticos. No primeiro trimestre, apesar da forte exposição da marca no programa Big Brother Brasil, as receitas fecharam em queda de 2,8% no Brasil, segundo os resultados da Natura & Co. No mundo, o faturamento da Avon caiu 10,7% quando se descontam efeitos cambiais. A companhia está muito atrás de suas “irmãs”: de janeiro a março de 2021, a margem bruta da Avon foi de 4,1%, bem abaixo dos patamares de Natura (12,2%), The Body Shop (14,7%) e da luxuosa Aesop (acima de 26%). A priorização das revendedoras está relacionada ao fato de que a Avon vem sofrendo com uma “sangria” de parceiras ao longo de 2020 e também no começo de 2021: no primeiro trimestre, o total de consultoras caiu 4,7%, em relação ao mesmo período do ano passado. Apesar disso, a marca segue sendo uma gigante em termos de força de vendas: hoje, mantém 1,3 milhão de revendedoras cadastradas no País. Nesta semana, o presidente da Avon Brasil apresentou um pacote de benefícios inédito para as revendedoras, que inclui remunerações maiores e também descontos em serviços como faculdades, escolas de idiomas, medicamentos, exames, consultas médicas e odontológicas. Além disso, explicou Silveira, a barreira de entrada de novas parceiras está sendo reduzida: o investimento mínimo em produtos para quem quer começar a revender vai cair de R$ 250 para R$ 150.

Quem assistiu ao Big Brother Brasil deste ano percebeu que a Avon usou a visibilidade do programa, que bateu recordes de audiência na TV Globo, para associar a marca a novas causas, como a diversidade sexual e de raça. “Desde sua origem, em 1885, a Avon trazia as mulheres como protagonistas de seus destinos”, diz o presidente da Avon no Brasil. “Então, embora a questão da mulher siga sendo um tema importante nos dias de hoje, muitos temas de diversidade ganham igual importância – e percebemos uma janela enorme para discutir essas questões.” Outra questão a ser trabalhada, além da imagem que a marca passa para a consumidora, é o posicionamento dentro do portfólio da Natura & Co. A Avon, que tem preços mais baixos do que a da Natura, chega para ser uma “porta de entrada” para o consumo de cosméticos. Para equilibrar melhor o portfólio de produtos e garantir um bom custo-benefício para a clientela, a Avon também está em uma fase de redução de sua oferta, especialmente na linha de moda e casa. Para Jaime Troiano, presidente da Troiano Branding, que já fez trabalhos para a Avon no passado, o foco na revendedora é essencial. Isso porque, seja no formato tradicional do porta a porta ou pelo WhatsApp ou outras ferramentas digitais, essa profissional faz algo que nunca sai de moda: a venda consultiva. “Essa venda por relacionamento pode não ser mais tão importante nas áreas metropolitanas, mas certamente faz muita diferença em cidades menores”, diz o consultor.

Já a extensão da Avon para causas além do empoderamento feminino ou de questões de saúde da mulher é algo que tem de ser avaliado com cuidado, na visão do especialista. “Será que esse é o melhor caminho para a Avon ou só uma oportunidade? Tem tanta gente falando hoje de diversidade que a marca corre o risco de perder sua individualidade (ao entrar em uma arena tão disputada)”, diz Troiano. “Na minha opinião, todas as marcas devem proteger aquilo que é só dela, o que faz parte de seu projeto original de criação.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

2021-07-19T15:22:03-03:00julho 19th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

UOL – Com Juliette, Avon mostra seu novo posicionamento: “Olha de novo”

A advogada e maquiadora Juliette Freire foi um dos destaques da apresentação do novo posicionamento da Avon, “Olha de novo”. A vencedora do Big Brother Brasil 21, que é garota-propaganda da marca desde maio, esteve no evento online que mostrou o novo conceito da marca no Brasil, realizado ontem (15).

Segundo a empresa, o reposicionamento de marca da empresa “convida a sociedade a olhar de novo para a companhia sob uma perspectiva mais inovadora, digital e ativista”. Durante o evento, Daniel Silveira, presidente da Avon Brasil, destacou a jornada de transformação com base em três pilares: a renovação de um novo modelo comercial, que vem sendo implementado internamente; o rejuvenescimento da marca, com os conceitos “Avon tá On” e do “Olha de Novo” e a ampliação do olhar para questões sociais, que envolvem o suporte ao empoderamento e empreendedorismo feminino. Para Danielle Bibas, vice-presidente de marca e inovação da Avon Brasil, o novo conceito reflete a história da marca que sempre acompanhou as conquistas e desafios das mulheres na sociedade. “A Avon sempre teve um time de inovação dedicado à democratização da beleza. As mulheres se tornaram a essência da marca e nos incentivam a evoluir cada vez mais nas causas que abraçamos e no desenvolvimento dos nossos produtos “, disse a executiva.

A Avon ainda revelou dados de uma pesquisa recente, produzida em parceria com a consultoria Grimpa. Entre os números de destaque, o estudo mostra que os produtos cosméticos apresentam um papel emocional para 80% das entrevistadas -o que contribuiu muito para o bem-estar das consumidoras durante o isolamento social. Para 67% das respondentes, o e-commerce se tornou o principal canal de compras nesse período. “Os resultados do estudo dialogam com o reposicionamento da marca e serão traduzidos para as pessoas em novos produtos, ainda mais voltados para sua beleza genuína e bem-estar. A forma como nos comunicamos com elas ressaltará cada vez mais a autenticidade, a diversidade e liberdade de expressão”, afirma Viviane Pepe, diretora de Comunicação da Avon Brasil.

2021-07-19T15:18:18-03:00julho 19th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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