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Money Times – Varejo cresce 0,6 % em setembro, segundo o ICVA

Segundo o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), as vendas no varejo cresceram 0,6% em setembro, descontada a inflação, ante o mesmo mês de 2020. O crescimento nominal, que espelha a receita de vendas observadas pelo varejista, foi de 13,8%.

O resultado registra o sexto mês seguido de alta no varejo, puxada pelos setores de serviços. No entanto, descontados os efeitos inflacionários, o setor se encontra em um patamar abaixo de 2019.

O desempenho do setor

Assim como observado nos meses anteriores, os efeitos do relaxamento das medidas isolamento e o aumento no índice de preços foram fatores que contribuíram para as vendas. Também colaborou para a alta a ocorrência de uma quinta-feira a mais, dia forte de comércio, e de uma terça-feira menos, dia em que a movimentação é menor. Em compensação, a mudança da celebração do 7 de setembro — terça-feira que provocou um feriado prolongado — prejudicou a base de comparação deste ano.

Ao ajustar os efeitos de calendário, o crescimento nominal foi 14,2% e, descontando a inflação, o faturamento do varejo cresceu 1,0% em setembro de 2021, ante setembro de 2020.

“Setembro foi o sexto mês seguido de crescimento nas vendas do varejo. Os destaques são os setores de serviços, como Turismo e Transporte e Alimentação – Bares e Restaurantes”, afirma Pedro Lippi, Head de Inteligência da Cielo. “No entanto, os efeitos inflacionários continuam a contribuir para o crescimento nominal do varejo. Descontados esses efeitos, ainda estamos em um patamar abaixo de 2019.”

O IPCA, apurado pelo IBGE, apontou alta de 10,25% no acumulado dos últimos 12 meses, com alta de 1,16% em setembro. Este é o maior patamar para o período desde 1994, ano do lançamento do Plano Real.

A energia elétrica e os combustíveis foram os itens que mais contribuíram para a elevação dos preços. Ao ponderar o IPCA pelos setores e pesos do ICVA, a inflação no varejo ampliado foi de 13,1%, desacelerando em relação ao índice registrado no mês anterior.

Descontada a inflação e com o ajuste de calendário, o macrossetor de bens não duráveis sofreu aceleração na passagem mensal, enquanto bens duráveis e semiduráveis e serviços experimentaram desaceleração.

Em bens não duráveis, o ramo de supermercados e hipermercados colaboraram para a aceleração. Já o destaque para a desaceleração foi o segmento do vestuário, em bens duráveis e semiduráveis, e turismo e transporte, em serviços.

2021-10-19T14:31:49-03:00outubro 19th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Jornal Jurid – LGPD e Black Friday: quais cuidados com os dados são necessários

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) já está em vigor e traz novos desafios para as empresas, principalmente quando falamos em e-commerce e datas sazonais, como, por exemplo, a Black Friday – de extrema importância para o varejo. É importante dizer que, nesse caso, eles possuem uma operação de contato direto com dados pessoais dos consumidores e quando tratamos da relação de compra e venda entre eles e essas empresas, estamos falando de diretos que existem e que devem ser cumpridos.

Em tempos de grande exposição das marcas, volumes de vendas que a Black Friday traz e a preocupação de garantir ofertas, as empresas deverão avaliar alguns pontos para cumprir a LGPD durante esse período. Para Fernando Bousso, sócio e head de privacidade e proteção de dados do escritório Baptista Luz Advogados, “um dos primeiros pontos é avaliar se a sua base de consumidores é legítima, isto é, se os dados foram coletados de fontes confiáveis, ou diretamente do titular”.

É importante somente a coleta de dados pessoais que sejam necessários para realizar a venda e entrega dos produtos, as empresas devem limitar ao mínimo a necessidade desses dados para cumprir as finalidades do tratamento. Se um consumidor acessa determinada loja e se cadastra com o objetivo de comprar produtos, somente esses dados necessários devem ser utilizados pelas empresas para que elas cumpram com a emissão de nota fiscal e entrega, por exemplo, evitando coleta de dados, como data de nascimento e gênero.

Ainda segundo Fernando, revisar políticas de privacidade e facilitar o acesso de consumidores a ela será um ponto relevante, pois a LGPD preza pela transparência no tratamento de dados com os titulares. Devemos pensar em todas as situações que o dado coletado será tratado, mesmo que em promoções sazonais como a Black Friday. Outro ponto importante é garantir a segurança nas transações que envolvam dados pessoais e estar sempre apoiado por uma forte política de segurança da informação. Além das preocupações já citadas para se evitar fraudes e sobrecargas planejadas para inviabilizar vendas na loja virtual (ataques de DDoS), temos um novo desafio em garantir que os dados dos consumidores inseridos nas plataformas não sofram vazamentos e que seja mantida a integridade e disponibilidade para o estrito cumprimento da finalidade inicial (venda e entrega dos produtos). Fernando destaca ainda que, “com a aplicação da LGPD, se houver um incidente de segurança da informação de perda de dados por uma falha, por exemplo, além dos possíveis impactos ao cliente, o incidente pode afetar significativamente a operação da companhia, reduzindo as vendas ou até inviabilizando a entrega de produtos”.

Ainda que as empresas não tenham todas as respostas sobre o tratamento de dados pessoais de consumidores, como onde armazenam e por quanto tempo mantém esses dados, é importante sempre reforçar a comunicação com o consumidor buscando responder e ajustar possíveis erros no tratamento de dados pessoais que realizam atualmente. Para tanto, é importante oferecer um canal de contato específico para demandas envolvendo privacidade e proteção de dados, até para facilitar a gestão desse tipo de pedido.

A Black Friday é um período com muitas promoções e com aumento expressivo no tratamento de dados pessoais, por isso o maior de todos os cuidados é o compromisso em respeitar os direitos do consumidor (titular de dados na LGPD). É importante zelar pelas informações ofertadas por esses clientes uma vez que a LGPD diz que os dados são de titularidade do consumidor e não da empresa, sendo ela somente uma dona temporária para cumprir a finalidade específica a qual essas informações foram entregues e ela.

2021-10-19T14:29:30-03:00outubro 19th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Intenção de compra cresce 0,68% no 4º trimestre, diz pesquisa

Pesquisa sobre intenção de compra no país, feita pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e Consumo (Ibevar), mostra que o varejo deverá ter alta de 0,68% no quarto trimestre (outubro, novembro e dezembro) de 2021, em comparação com igual período de 2020. Em relação ao trimestre anterior (julho, agosto e setembro), o aumento deverá ser de 0,52%.

Segundo o levantamento, o crescimento do último semestre deverá ser sustentado pelas categorias de veículos, combustíveis, produtos farmacológicos, artigos de uso pessoal e vestuário.

“Deve-se observar que esta recuperação está muito associada ao auxílio emergencial. Note-se que a expansão do quarto trimestre em relação ao terceiro do corrente ano é bastante discreta, ou seja, apenas 0,52%. O mesmo pode-se dizer ao comparar os quartos trimestres deste ano em relação a 2020”, explicou o economista e presidente do Ibevar, Claudio Felisoni de Angelo.

Alta do consumo

Segundo a pesquisa, a projeção para o acumulado de 2021, de janeiro a dezembro, é de aumento do consumo em 7,15% relativo a 2020.

“A aceleração da inflação, a queda da massa real de pagamentos, em que pese a recuperação limitada do emprego, e o movimento ascendente das taxas de juros não indicam um crescimento sustentável do consumo. Portanto, o crescimento de 2021 sobre 2020 deve ser observado com cuidado. As razões que o explicam não estarão presentes no futuro imediato”, acrescentou o presidente do instituto.

Edição: Kleber Sampaio

2021-10-19T14:23:40-03:00outubro 19th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

93 Notícias – Eixo microbiota-cérebro-intestino é fundamental para a saúde mental

Instituído em 1992 pela Federação Mundial de Saúde Mental, o Dia Mundial da Saúde Mental – celebrado em 10 de outubro – tem como objetivo estimular importantes reflexões sobre esses distúrbios, que incluem depressão, transtorno bipolar, esquizofrenia e outras psicoses, demência, deficiência intelectual e transtornos de desenvolvimento, inclusive o autismo. Segundo a Organização Pan-americana de Saúde (OPAS) , os determinantes de saúde mental e transtornos mentais incluem atributos individuais, como a capacidade de administrar pensamentos, emoções, comportamentos e interações, e fatores sociais, culturais, econômicos, políticos e ambientais. Estresse, genética, nutrição, infecções perinatais e exposição a perigos ambientais também podem contribuir para esses transtornos.

A depressão é um dos mais comuns e uma das principais causas de incapacidade no mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que, globalmente, cerca de 300 milhões de pessoas são afetadas por essa condição, com as mulheres liderando as estatísticas. No Brasil, a depressão atinge aproximadamente 11 milhões de indivíduos – o maior índice da América Latina. Entre os idosos, as estimativas indicam que 9,2% dessa população conviva com a doença.

Inúmeros estudos desenvolvidos nos últimos 20 anos, publicados em plataformas científicas internacionais como a US National Library of Medicine National Institutes of Health , têm sugerido que a saúde mental também pode estar relacionada ao eixo microbiota-cérebro-intestino. Desde que o pesquisador norte-americano Michael D. Gershon lançou o livro The Second Brain (O Segundo Cérebro), em 1999, mostrando que as células nervosas do intestino agiam como um verdadeiro cérebro, a comunidade científica mundial se dedica a decifrar quais mecanismos estão envolvidos com essa conexão.

Essas pesquisas, disponíveis em plataformas como PubMed, ScienceDirect, Google Scholar e Scielo já conseguiram demonstrar que o intestino saudável impulsiona o bem-estar e pode ser um fator fundamental para evitar transtornos psicológicos, neurológicos e de desenvolvimento. Boa parte dos resultados desses estudos sugere que as bactérias intestinais podem ser o gatilho para o desenvolvimento dos transtornos mentais por influenciar o sistema nervoso central, o desenvolvimento de células nervosas e a formação dos circuitos de estresse. Além disso, os estudos indicam que a ingestão de probióticos pode melhorar a microbiota intestinal e, consequentemente, diminuir os sintomas ligados a esses transtornos.

Entre os exemplos estão os resultados do estudo ‘Effects of Daily Probiotics Supplementation on Anxiety Induced Physiological Parameters among Competitive Football Players’, publicado em 2020 por cientistas de Malásia, Sri Lanka e Reino Unido. O ensaio foi conduzido com 20 jogadores de futebol do sexo masculino que receberam o probiótico Lactobacillus casei Shirota ou placebo durante oito semanas. Os resultados sugerem que a suplementação diária de probióticos pode ter o potencial de modular as ondas cerebrais, como teta (relaxamento) e delta (atenção), para melhorar treinamento, função cerebral e aspectos psicológicos para os exercícios.

Publicado em 2021, o estudo ‘Effects of Probiotics on Anxiety, Stress, Mood and Fitness of Badminton Players’ determinou os efeitos do consumo diário do probiótico Lactobacillus casei Shirota na ansiedade competitiva, no estresse e no humor de 30 jogadores de badminton universitário, com idades de 19 a 22 anos. Após seis semanas de consumo, os níveis de ansiedade e estresse dos jogadores que consumiram o probiótico diminuíram significativamente. A suplementação também melhorou a capacidade aeróbia.

Em outro estudo deste ano, cientistas do National Centre of Neurology and Psychiatry e Teikyo University School of Medicine do Japão, em conjunto com o Instituto Central Yakult, investigaram a possível eficácia do probiótico Lactobacillus casei Shirota no alívio dos sintomas depressivos. Um estudo conduzido com 18 pacientes com transtorno depressivo ou transtorno bipolar avaliou mudanças nos sintomas psiquiátricos, na microbiota intestinal e nos marcadores biológicos de permeabilidade intestinal e inflamação, em um período de 12 semanas. Os resultados indicaram que o probiótico era benéfico para aliviar os sintomas depressivos.

Com base nesses e em outros resultados obtidos em inúmeros ensaios clínicos com probióticos relatando efeitos benéficos sobre os sintomas de depressão e marcadores biológicos relacionados, os cientistas acreditam que a ingestão do Lactobacillus casei Shirota é promissora para ajudar no tratamento desses transtornos, embora ainda exista um longo caminho para atingir esse objetivo.

Website: https://www.yakult.com.br/

2021-10-18T10:43:39-03:00outubro 18th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Jornal do Comércio – Ibovespa sobe 1,29%, a 114,6 mil pontos, e avança 1,61% na semana

Vindo de leves perdas nas duas semanas anteriores (-0,06% e -0,34%), o Ibovespa conseguiu sustentar ganho de 1,61% nas últimas quatro sessões, entremeadas por um feriado na terça-feira por aqui, obtendo assim seu primeiro ganho semanal desde o intervalo entre 20 e 24 de setembro. Nesta sexta-feira, 15, sem muitos catalisadores domésticos ou externos, o índice da B3, auxiliado pela baixa do dólar (-1,11%, a R$ 5,4547 no fechamento), conseguiu reduzir parte do atraso em relação a Nova York, onde os ganhos chegaram a 2,18% (Nasdaq) na semana – na Ásia, Tóquio avançou 3,64% no intervalo; na Europa, Londres teve alta de 1,95% e Frankfurt, de 2,51% no período.

Os sinais de recuperação da economia americana, reiterados na ata do Fed desta semana, que manteve a indicação sobre retirada de estímulos monetários a partir de novembro, deixam os emergentes na defensiva, situação que ganha uma textura a mais no Brasil, em meio à falta de avanço na agenda de reformas à medida que o ano se aproxima do fim e a temporada eleitoral começa a ganhar a boca de cena, com incerteza pendente sobre questões como valor e extensão de benefícios sociais e parcelamento de dívidas (precatórios).

Nesta sexta-feira, o desempenho das vendas do varejo nos Estados Unidos, em alta de 0,7% em setembro quando se esperava queda de 0,2% na margem, contribuiu para o apetite por risco, alimentando também a demanda por ações de empresas do setor na B3. Na ponta do Ibovespa, destaque para Pão de Açúcar (+11,85%), com a transação de R$ 5,2 bilhões com o Assaí para transferência e conversão de pontos comerciais do Extra Hiper – logo depois, Americanas ON (+9,18%), Lojas Americanas (+6,41%) e Cielo (+5,65%).

O dia foi negativo para Petrobras (ON -0,30%, PN -0,27%) – mesmo com o Brent em alta na sessão, e de 3% na semana, negociado agora perto de US$ 85 por barril -, o que impediu que o Ibovespa fosse um pouco além na sessão, em dia de alguma recuperação para Vale ON (+1,87%) e de ganhos sólidos no setor de bancos (Unit do Santander +3,99%, Bradesco PN +5,24%, BB ON +3,17%, Itaú PN +2,57%), embalados pela temporada positiva de balanços do segmento nos Estados Unidos. As siderúrgicas também operaram em boa parte da sessão no positivo, com destaque no fechamento para CSN ON (+1,88%) e Usiminas PNA (+1,78%).

Ao final, muito favorecido pela descompressão do câmbio nesta sexta-feira, o Ibovespa mostrava alta de 1,29%, aos 114.647,99 pontos, melhor nível de fechamento desde 15 de setembro, então a 115.062,54. “O dólar passou a operar em queda de mais de 1% após a sinalização do diretor de Política Monetária do Banco Central, Bruno Serra, de que a autarquia intervirá no mercado de câmbio quando necessário”, aponta em nota a Terra Investimentos.

Em dia de vencimento de opções sobre ações, a referência da B3 oscilou entre mínima de 113.048,53 pontos e máxima de 114.776,05 pontos, renovada no fim da tarde, saindo de abertura aos 113.189,27 pontos. O giro financeiro totalizou R$ 31,1 bilhões nesta sexta-feira. No mês, o Ibovespa avança agora 3,31%, restringindo as perdas do ano a 3,67%.

Após ter tocado a marca durante a sexta-feira anterior e também no intradia da última quarta-feira, o Ibovespa conseguiu encerrar a semana “testando justamente os 114 mil pontos, resistência que será decisiva no curtíssimo prazo”, diz Rafael Ribeiro, analista da Clear Corretora.

“Confirmado o rompimento do patamar, a tendência de baixa de curtíssimo prazo irá perder força e o mercado finalmente pode ter repique, com alvo inicial na faixa de 118 mil pontos”, acrescenta o analista. Tal nível não é observado desde o princípio de setembro: após iniciá-lo em alta moderada, aos 119,3 mil, o índice embicou para os 116,6 mil pontos ainda no dia 2, quando começou a acentuar correção que se estenderia por setembro (-6,57% no mês).

Agência Estado

2021-10-18T10:41:13-03:00outubro 18th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Empresas de beleza esperam receita de US$ 30 milhões no mercado árabe

As cerca de 30 empresas brasileiras que participaram da Beautyworld Middle East, a principal feira de produtos de beleza do Oriente Médio, realizada na semana passada, em Dubai, fecharam contratos de US$ 2,34 milhões nos três dias do evento.

A expectativa, no entanto, é de que, nos próximos 12 meses, novos contratos para venda de produtos, tanto em Dubai quanto no mercado árabe em geral, gerem receitas de até US$ 34,6 milhões, de acordo com projeção da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal (Abihpec) e da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

“Apesar do momento pandêmico, todos os expositores ficaram muito satisfeitos com o evento em formato presencial, inclusive comentando que os resultados superaram as expectativas. Notamos uma pequena redução no número de visitantes, mas todos os que estiveram com empresas brasileiras demonstraram que estavam ali para negócios, oportunidades, busca de novos parceiros e produtos, o que potencializou geração de negócios efetivos”, disse Gueisa Silvério, gerente de Negócios Internacionais da Abihpec.

Edição: Denise Griesinger

2021-10-18T10:39:08-03:00outubro 18th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

ABEVD recebe Marcel Szajubok, CEO da Embelleze, em live

Marcel Szajubok participa do Papo Direto da ABEVD, falando do início da Embelleze na Venda Direta e os desafios do setor

A empresa Embelleze, com quase 53 anos de mercado, ingressou há dois anos no setor de Venda Direta. Com vasta experiência no varejo e em formação de profissionais de beleza, realizaram a vontade antiga do Itamar Serpa, fundador da empresa. Para falar do assunto, a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) recebeu, nesta quinta-feira (14/10) no Papo Direto Marcel Szajubok, CEO da Embelleze.

“Quando o Itamar me disse que entrar na Venda Direta era uma maneira de devolver e dividir com as pessoas tudo aquilo que ganhou em vida, me encantou, pois é tudo que acredito”, explica o CEO Marcel Szajubok.

Para Marcel, trabalhar com ética e ter uma boa estruturação são os pontos principais para que ingressar na Venda Direta não seja apenas uma aventura passageira. “Os primeiros dois anos foram para a gente se estruturar, agora vamos acelerar. Não fizemos grande divulgação nesse tempo, mas agora eu falo: podem vir, a Embelleze está na Venda Direta”, diz.

Os produtos vendidos pelos empreendedores independentes da Embelleze são exclusivos, como energéticos e produtos nutricionais, e não podem ser encontrados no varejo, para que haja espaço para os dois segmentos da empresa.

“O relacionamento é a chave da Venda Direta, se você é apaixonado por pessoas, esse é o seu lugar. A educação e capacitação é o que faz ter proximidade com os empreendedores”, diz Marcel. “Eu acredito que em 2022 seja positivo para a Venda Direta, e com um aumento da força de venda, pois a pandemia pode estar enfraquecida, mas a crise econômica não, as pessoas precisam de renda extra”, observa.

Adriana Colloca, presidente executiva da ABEVD, relembra a importância de verificar antes de revender produtos e serviços de uma empresa, se ela é associada da ABEVD, pois essa é uma garantia de ética e honestidade, evitando golpes e esquemas de pirâmide financeira. “O processo para se tornar associada da ABEVD é rigoroso, e anualmente, verificamos se as empresas seguem dentro dos nossos critérios éticos”, conclui.

Assista na íntegra o Papo Direto com Marcel Szajubok.

2021-10-15T17:57:29-03:00outubro 15th, 2021|Categories: ABEVD News|

Época Negócios – “A inovação aberta é um dos nossos valores”

Para Roseli Mello, Líder Global de P&D da Natura, é preciso buscar novas soluções “onde quer que elas estejam”; a empresa é uma das campeãs do anuário Época NEGÓCIOS 360º

Parcerias com startups, instituições, universidades e pesquisadores fazem parte das estratégias da Natura para se manter como uma das mais inovadoras empresas na área de beleza no país. “A inovação aberta é um dos nossos valores, porque buscamos soluções onde quer que elas estejam”, diz Roseli Mello, líder global de Pesquisa e Desenvolvimento da companhia.

A Natura foi premiada como a empresa da década na dimensão Inovação, no anuário Época NEGÓCIOS 360º. Segundo a executiva, uma das razões do sucesso é que “os produtos são pensados para gerar valor a consultoras, consumidores e todos os envolvidos na fabricação. Queremos criar impacto positivo.”

No NegNews de hoje, Roseli Mello fala sobre as estratégias e projetos que ajudaram a Natura a estar em dia com todas as tendências e a importância da ciência para criar uma vantagem competitiva nos negócios.

2021-10-15T14:41:28-03:00outubro 15th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

DSN – Natura & Co patrocina exposição Amazônia

Por mais de duas décadas, a Natura & Co tem sido um líder ativo na proteção de florestas tropicais e na criação de cosméticos e produtos de beleza sustentáveis ​​e de origem ética. Em um novo patrocínio à exposição do Museu da Ciência da Amazônia , a empresa agora está conscientizando sobre a importância das florestas tropicais do mundo de uma nova forma e convocando as pessoas a participarem dos esforços de preservação e regeneração.

“A crise climática é realmente o desafio definitivo do nosso tempo – o setor privado e as instituições públicas, bem como os cidadãos em todo o mundo, precisam trabalhar juntos para intensificar e pressionar por mudanças”, disse Marcelo Behar, vice-presidente de Sustentabilidade e Assuntos do Grupo para Natura & Co. “Há uma chave simples e óbvia para deter a mudança climática: deter a destruição de florestas tropicais como a Amazônia.”

Esta mostra exibe o trabalho de Sebastião Salgado, fotógrafo brasileiro, que passou anos documentando a Floresta Amazônica e as imensas mudanças que a região passou. Em 200 imagens em preto e branco, algumas nunca vistas antes no Reino Unido, os espectadores são apresentados a 12 comunidades indígenas diferentes e têm um vislumbre de um mundo que está desaparecendo rapidamente.

“Como uma empresa brasileira, a Natura & Co tem a Amazônia muito perto de nossos corações e há muito temos o compromisso de proteger a floresta tropical com sua riqueza de biodiversidade e comunidades tradicionais”, disse Behar. “Temos o prazer de fazer parceria com o Museu da Ciência e apoiar a exposição Salgado ‘Amazônia’ para demonstrar a beleza da Amazônia e, ao mesmo tempo, ajudar a aumentar a conscientização sobre os efeitos das mudanças climáticas na região e a necessidade crucial de agir antes que o desmatamento atinja um ponto de inflexão. Será necessário um esforço global para salvar a Amazônia e nós, da Natura, estamos determinados a fazer a nossa parte”.

2021-10-15T14:40:22-03:00outubro 15th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Agência Brasil – Confiança do empresário industrial fica estável em outubro, diz CNI

Pelo 15º mês consecutivo, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) está positivo, mas em um cenário de estabilidade, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). O Icei variou de 58 pontos para 57,8 pontos entre setembro e outubro deste ano.

O otimismo, no entanto, está mais moderado que o observado entre junho e agosto de 2021, quando o Icei superou 60 pontos. O índice varia de uma escala de 0 a 100 e, por se situar acima da linha divisória dos 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança, indica que os empresários da indústria estão confiantes. A média histórica do Icei é de 54,1 pontos.

De acordo com a pesquisa, não houve variação significativa nos componentes do índice em outubro. O Índice de Condições Atuais variou 0,7 ponto para baixo e ficou em 51,5 pontos, enquanto o Índice de Expectativas não variou, permanecendo em 60,9 pontos. Para a CNI, como ambos os componentes do Icei estão acima dos 50 pontos, isso indica que a avaliação das condições atuais é positiva na comparação com os últimos seis meses e que as expectativas para os próximos seis meses são otimistas.

Para a pesquisa, a CNI entrevistou 1.488 empresários entre 1º e 7 de outubro, sendo 607 de pequenas empresas, 543 de médias e 338 grandes empresários.

Edição: Valéria Aguiar

2021-10-15T14:38:57-03:00outubro 15th, 2021|Categories: ABEVD Clipping, Economia|
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