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Estadão – Maior parte do público do auxílio emergencial vai receber parcela mínima de R$ 150

Dados do Ministério da Cidadania mostram que 19,9 milhões de famílias, 43,6% do total de beneficiados, terão direito apenas ao piso do benefício, que começou a ser pago na última terça-feira

BRASÍLIA – A maior parte do público do auxílio emergencial vai receber o menor valor do benefício, que é de R$ 150 mensais, informou o Ministério da Cidadania ao Estadão/Broadcast. Serão 19,994 milhões de famílias contempladas na categoria “unipessoal”, isto é, formadas por apenas uma pessoa. O número representa 43,6% do público total estimado para a nova rodada.

Outras 16,373 milhões de famílias com mais de um integrante vão receber R$ 250, enquanto 9,47 milhões de mulheres que são as únicas provedoras do lar receberão R$ 375. A nova rodada do auxílio emergencial terá quatro parcelas, e o pagamento começou ontem.

Os dados já haviam sido antecipados pela reportagem, mas nunca foram revelados oficialmente pelo governo, que preferiu centrar seu discurso no “valor médio” de R$ 250. A estratégia foi adotada depois da insatisfação de aliados e dos próprios beneficiários com a redução do valor da ajuda, que começou em abril de 2020 em R$ 600 e caiu a R$ 300 entre setembro e dezembro do ano passado.

Os valores atuais são considerados insuficientes para atender a demandas básicas de alimentação, higiene pessoal e limpeza de uma família. Como mostrou o Estadão, o custo da cesta básica na capital paulista para uma família de quatro pessoas ficou em R$ 1.014,63 em fevereiro, segundo levantamento da Fundação Procon feito em parceria com o Dieese. O “valor médio” do auxílio cobre menos de 25% do custo. Só o preço do gás de cozinha, por exemplo, já está próximo de R$ 100.

Para ter acesso aos dados oficiais e detalhados, o Estadão/Broadcast fez a solicitação com base na Lei de Acesso à Informação (LAI) em 19 de março, um dia após a edição da medida provisória que recriou o programa sob novas regras. No mesmo dia, a reportagem fez pedido igual por meio de assessoria de imprensa do Ministério da Cidadania, mas foi informada de que a pasta ainda estava “consolidando os números sobre a quantidade de pessoas beneficiadas por faixa de valor”. A nota técnica com todos os detalhes, porém, foi assinada pelas áreas responsáveis em 15 de março.

No documento, o governo detalha o processo de exclusão de beneficiários que permitiu “afunilar” o programa, chegando ao número de 45,8 milhões de brasileiros que receberão a ajuda. Essa foi uma diretriz adotada pela equipe para limitar o custo do auxílio, que no ano passado ficou em R$ 322 bilhões. Para este ano, estão reservados R$ 44 bilhões.

O critério que mais excluiu beneficiários foi a regra que prevê apenas uma cota do auxílio por família. Até o ano passado, era possível que duas pessoas recebessem a ajuda. Sob o novo critério, foram removidos 6,567 milhões de beneficiários.

A redução dos valores do auxílio também fez com que 2,875 milhões de beneficiários do Bolsa Família permanecessem no programa, que tem valor mais vantajoso para eles, em vez de serem transferidos ao auxílio emergencial. Segundo estimativa do governo, só essa mudança gerou economia de R$ 1,5 bilhão.

Há ainda exclusões de quem não movimentou os valores da primeira rodada do auxílio até outubro de 2020 (751,5 mil) e pela redefinição do limite de renda (188,3 mil). Antes, poderia receber o auxílio quem tivesse renda de até meio salário mínimo por pessoa, ou três salários mínimos por família. Agora, os dois critérios têm de ser preenchidos ao mesmo tempo – o que elimina, por exemplo, uma família de apenas duas pessoas com renda de dois salários mínimos.

Para justificar os valores da nova rodada do benefício, o governo calculou o “hiato” entre a renda habitual dos trabalhadores e o que foi efetivamente recebido. Esse hiato seria a perda de renda durante a pandemia e uma medida do impacto do distanciamento social.

Fonte: Estadão

2021-04-07T12:25:15-03:00abril 7th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – IGP-DI tem inflação de 2,17% em março, diz FGV

A taxa é inferior à observada em fevereiro deste ano (2,71%)

O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI), indicador nacional calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 2,17% em março deste ano. A taxa é inferior à observada em fevereiro deste ano (2,71%), mas superior à apurada em março de 2020 (1,64%).

Com o resultado de março, o IGP-DI acumula taxas de inflação de 7,99% no ano e de 30,63% em 12 meses.

A queda da taxa de fevereiro para março foi puxada pelos preços no atacado e na construção. A inflação do Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado, passou de 3,40% em fevereiro para 2,59% em março. O Índice Nacional de Custo da Construção caiu de 1,89% para 1,30% em março.

Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, subiu de 0,59% em fevereiro, para 1% em março.

Fonte: Agência Brasil

 

2021-04-07T12:21:45-03:00abril 7th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Direct Selling News – Jeunesse nomeia Rod Larsen como diretor de operações da empresa

A Jeunesse anunciou que nomeou Rod Larsen como diretor de operações (COO) da empresa. Larsen tem mais de 25 anos de experiência na indústria de venda direta e gerou pessoalmente quase US$ 2 bilhões em receitas na sua carreira.

“Rod é um verdadeiro profissional com um histórico impressionante encabeçando as operações de organizações globais de rápido crescimento, e nós estamos muito satisfeitos em recebê-lo na família Jeunesse”, disse Scott Lewis, CVO da empresa. “Com sua profunda experiência na indústria, estamos confiantes que Rod vai exercer um papel fundamental no cumprimento da nossa missão de ajudar nossa família global de distribuidores a realizar seus sonhos, ao mesmo tempo em que acendem a visão que conduzirá nosso sucesso em 2021 e nos anos que seguirão.”

Anteriormente, Larsen passou quase 10 anos como presidente e CEO na indústria de venda direta, levando uma startup a alcançar US$ 200 milhões de receita anual e expandindo suas operações em 50 países.

Fonte: Direct Selling News (https://www.directsellingnews.com/jeunesse-names-rod-larsen-chief-operating-officer/)

2021-04-07T12:27:36-03:00abril 7th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Investe – FMI revisa previsão de crescimento para o PIB do Brasil em 2021

Para 2022, a previsão de expansão foi mantida em 2,6%

Em relatório divulgado nesta terça-feira, o Fundo Monetário Internacional (FMI) praticamente não alterou as previsões para o crescimento da economia brasileira em 2021 e 2022, apesar das medidas restritivas adotadas por diversos governadores e prefeitos para conter a disseminação da covid-19 em várias partes do país.

No mais recente relatório “Panorama Econômico Mundial”, publicado hoje durante a reunião anual da entidade, o FMI estima que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil crescerá 3,7% neste ano, uma alta de 0,1 ponto percentual em relação ao relatório divulgado em janeiro. Para 2022, a previsão de expansão foi mantida em 2,6%.

O crescimento previsto para o Brasil é menor do que o estimado para alguns países da região. O México, por exemplo, deve crescer 5% em 2021 — alta de 0,7 ponto percentual em relação a janeiro — e 3% em 2022, de acordo com os economistas do FMI. Mas a economia brasileira foi menos afetada pela pandemia no ano passado, com um recuo de 4,1% contra 8,2% dos mexicanos. Essa diferença reflete, em grande parte, a falta de medidas de apoio à renda das famílias e às empresas dadas pelo governo do México ao longo da pandemia.

As previsões do FMI são mais otimistas do que as estimativas feitas pelo mercado financeiro. No último Boletim Focus, divulgado ontem pelo Banco Central, a expectativa era de crescimento de 3,17% da economia brasileira em 2021 e de 2,33% em 2022.

No relatório, o FMI afirma que “graças à recuperação da manufatura global no segundo semestre de 2020”, o crescimento econômico superou as expectativas em alguns grandes países exportadores da América Latina e do Caribe, entre eles o Brasil. Desta forma, o resultado brasileiro contribuiu para que a previsão do PIB da região fosse elevada em 2021 para 4,6% — alta de 1 ponto percentual em relação às estimativas de janeiro.

“No entanto, a visão de longo prazo continua a depender da trajetória da pandemia. Com algumas exceções (por exemplo Chile, Costa Rica e México), a maioria dos países não garantiu vacinas suficientes para atender suas populações”, ressalta o FMI.

No comunicado no qual comenta as conclusões do relatório, a economista-chefe do FMI, Gita Gopinath, não citou o Brasil, mas afirmou que os países, de uma maneira geral, devem manter as políticas econômicas de apoio para mitigar os efeitos da crise de covid-19 e se planejar para ter espaço fiscal para prorrogá-las por mais tempo, se necessário.

Ela também recomendou que os governos mantenham uma política monetária “acomodatícia”, desde que a inflação esteja bem controlada. No mês passado, porém, o Banco Central elevou a taxa básica de juros no Brasil para 2,75%, a primeira alta da Selic em quase seis anos, por preocupações com o cumprimento da meta da inflação neste ano.

Conteúdo originalmente publicado pelo Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor Econômico.

Fonte: Valor Investe

2021-04-06T16:06:20-03:00abril 6th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Investe – Inflação anual dos mais pobres deve seguir acelerando até junho, diz FGV

Em março, o IPC-C1, que mede a variação de preços de produtos e serviços para famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos, acelerou para 0,82%, vindo de 0,40% no mês anterior

A inflação da população de baixa renda deve seguir em processo de aceleração no acumulado em 12 meses até o fim do primeiro semestre. A afirmação é do economista André Braz, coordenador do IPC do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre), para quem esse acumulado em 12 meses pode chegar em junho ao redor de 8%, contra os atuais 6,63%.

Braz explica que no primeiro semestre do ano passado, apesar de uma forte pressão dos alimentos sobre os preços — o que tem especial influência na cesta de compra das famílias de renda mais baixa — o panorama geral da inflação foi de preços comportados, principalmente em serviços. Este ano, os alimentos não pressionam tanto, mas os demais grupos mostram patamares maiores de inflação.

Em março, o Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1) — que mede a variação de preços de produtos e serviços para famílias com renda entre um e 2,5 salários mínimos — acelerou para 0,82%, vindo de 0,40% no mês anterior. O indicador geral, IPC-Br, que abrange famílias com renda de um a 33 salários mínimos mensais, seguiu acima do dado segmentado e ficou em 1,00% no mês passado, vindo de 0,54%.

Ainda assim, o IPC-C1 acumula alta superior à do IPC-Br em 12 meses, 6,63% contra 6,10%, respectivamente.
“Até junho, inflação das famílias de baixa renda vai acelerar. Ano passado houve números muito baixos para inflação no primeiro semestre, mesmo com alimentação acelerando. Esse ano, ainda que exista um viés de desaceleração dos preços nos meses à frente, o esperado é de resultados acima dos registrados no ano passado ao longo do primemiro semestre”, diz Braz, frisando que o acumulado em 12 meses pode chegar a 8% em junho.

A partir de junho, explica o economista, como houve avanço de preços forte no segundo semestre do ano passado, a tendência é que o acumulado em 12 meses passe a desacelerar. Para o ano cheio, Braz estima um IPC-C1 na casa dos 6%, enquanto o IPC-Br deve ficar ao redor de 5,1%.

Em março, a aceleração do IPC-C1 frente ao mês anterior foi explicada principalmente por gasolina, etanol e gás de botijão. Juntos, os três produtos têm peso de 6,34% no IPC-C1. A gasolina, com peso de 3,9%, subiu 10,9% no mês passado, enquanto o etanol, com peso de 0,34%, subiu 17,11%. Já o gás de botijão, que pesa 2,1%, avançou 4,07%.
Braz lembra que o gás de botijão é o principal insumo energético para as famílias de baixa renda e contribuiu para a aceleração do grupo Habitação, que passou de 0,17% em fevereiro para 0,80% em março. Segundo ele, a alta do botijão, somada ao avanço de 1,04% do aluguel — que pesa 5,1% no IPC-C1 — explicam esse avanço da Habitação em março.

Já a gasolina e o etanol contribuíram para a aceleração do grupo Transportes em março, que passou de 2,18% em fevereiro para 3,52% no mês passado. Enquanto a gasolina e o gás de botijão se explicam pela alta do petróleo no mercado internacional, o etanol cresceu também pela demanda internacional por açúcar, mas também como efeito da própria gasolina, cujo aumento de preços eleva a demanda, e os preços, do etanol.

No grupo de Alimentos, que teve deflação de 0,09% em março depois de já ter registrado queda de 0,04% em fevereiro, Braz destacou a desaceleração da carne bovina, que foi de 0,82% em fevereiro para 0,53% no mês passado; a queda de 2,5% do leite longa vida em março depois de um recuo de 4,3% em fevereiro; e da deflação de 1,4% do arroz, depois de queda de 1,9% em fevereiro; enquanto os açúcares desaceleraram de 1,7% para 1,15% no mesmo período.

“Vemos os itens da cesta básica caírem de preço ou subirem menos”, ressalta Braz.

(Esta reportagem foi publicada originalmente no Valor PRO, serviço de informações e notícias em tempo real do Valor Econômico)

Fonte: Valor Investe

2021-04-06T16:04:24-03:00abril 6th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Revista Marie Claire – 7 perfumes 5 estrelas: fragrâncias que conquistaram nota máxima

Ao longo de um ano, os colaboradores de Beauty Tudo testaram 35 fragrâncias entre perfumes, colônias e body splash. Desses produtos, sete receberam a pontuação máxima nas cinco categorias em que foram analisados: custo x benefício, fixação, apresentação, aroma e intensidade.

As beauty experts testaram os aromas na própria pele e as pontuações representam as percepções pessoais de cada uma delas sobre os produtos. E já é possíve perceber que por aqui há uma certa preferência por aromas doces e confortáveis. Conheça, a seguir, os perfumes mais bem avaliados e os comentários de nossas colaboradoras sobre cada um deles.

Desodorante Colônia Liz, O Boticário, R$ 109,90
“Na primeira borrifada senti a força e a potência do perfume, exótico e suave ao mesmo tempo, uma mistura de sensações agradáveis”
Debora Correathm, 45 anos, Terapeuta Holística

Eau de Parfum Nomade, Chloé, R$ 379
“Esse perfume da família ofaltiva Chipre Floral, é uma perfeita mistura de presença e suavidade. Bem equilibrado, não irrita o meu olfato, nem daqueles que estão perto”
Priscilla Geremias, 25 anos, Repórter

Deo Colônia At Play Friday Feels, Mary Kay, R$ 69,90

“Adoro perfumes frescos e florais e achei que esse é ideal para ser usado a qualquer hora do dia. O cheiro não é enjoativo, mas marca bem na pele. E, apesar de ser um body splash, tem ótima fixação”
Raphaela Cunha, 35 anos, Repórter

Eau de Parfum Idôle, Lancôme, R$ 279
“Gostei bastante da fragrância. Ela tem um frescor floral delicado e bem adocicado do jeito que eu gosto” – Debora Correathm
45 anos, Terapeuta Holística

Eau de Parfum Lily, O Boticário, R$ 219

“Do frasco à composição, Lily traduz elegância. Adoro a combinação de flores brancas que faz com ele seja um floral delicado e suave, mas não tão fresco como os outros dessa família olfativa”
Larissa Nara, 23 anos, Jornalista
Eau de Parfum Jimmy Choo Fever, Jimmy Choo, R$ 238

“Ele é doce, intenso e delicado, ao mesmo tempo. Começa a marcante, mas termina suave e confortável na pele”
Debora Correathm, 45 anos, Terapeuta Holística

Fonte: Marie Claire

 

 

 

 

 

 

 

 

2021-04-06T16:01:31-03:00abril 6th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Revista Glamour – Lançamentos de beleza: as novidades mais legais de abril

Você mal piscou e abril já deu às caras por aqui. E, com ele chegam também às prateleiras produtos para lá de interessantes que devem conquistar um lugar na sua wishlist. Da base que causou furor na rede social ao lado à hidratante que promete 100 horas (!) de hidratação, conheça as novidades mais quentes do mês:

Base Good Apple, da KVD Vegan Beauty, por R$ 249

Sucesso absoluto no TikTok, a base da KVD Vegan Beauty combina hidratação e acabamento mate, com cobertura super alta. A fórmula enriquecida com ácido hialurônico, garante que a pele respire melhor, não deixa um aspecto pesado e não craquela. Desembarca no Brasil em 36 tons diferentes!

Linha Hidra, de Quem Disse Berenice, a partir de R$ R$ 17
Com extrato de Lichia, Vitamina C, Complexo B e Colágeno Vegetal que promove efeito lifting na pele, a primeira linha de cuidados com o corpo de Quem Diss, Berenice? inclui creme para as mãos, sabonete líquido, esfoliante corporal, além de um hidratante em textura de sorbet e body splash.Todos os produtos possuem fórmulas veganas e cruelty free, desenvolvidas com 100% de ingredientes naturais e com processo de fabricação sustentável.

Base Born This Way Matte, da Too Faced, por R$ 219

A irmã mais nova da base Born This Way tem acabamento opaoo, controla a oleosidade da pele e garante cobertura de média a alta, sem deixar de lado o aspecto natural que já são marcas registradas dessa linha. A fórmula livre de óleo é enriquecida com água de coco, Ácido Hialurônico e Rosa Alpina, além de ser à prova d’água. Chega ao Brasil em 20 tons.

Açúcar Esfoliante Instance Amora Silvestre, da Eudora, por R$ 50
Com textura em óleo e lotado de micro partículas naturais que removem as células mortas do corpo, o novo esfoliante da Eudora promove renovar a textura da pele ao mesmo tempo em que hidrata.

Mist Facial em Gel de Vitamina E, da The Body Shop, por R$ 96

Enriquecido com muita vitamina E – ativo rico em propriedades hidratantes e antioxidantes que ajuda a manter a maciez e a elasticidade da pele – o novo mist refresca e traz uma luminosidade extra ao rosto. Pode ser usado antes da maquiagem, para potencializar a hidratação, ou depois para devolver viço.

Blossoms, da Jo Malone, preço sob consulta

A nova coleção, que conta com 4 colônias, um difusor e um spray corporal, foi inspirada no clima do verão e em praias exóticas. As fragrâncias trazem noats de flor de nectarina, hibiscus amarelo e vermelho, flor de plumeria e mel.

Deo Parfum Luna Valentia, de Natura, R$ 145

O novo perfume da Natura é um chipre brasileiro, que combina flor da metamorfose às notas frutais de cassis e amora, com o patchouli e pripioca, ingrediente da nossa biodiversidade.

Extra Dimension Blush Black Cherry, da MAC, por R$ 199

A nova coleção da MAC é inspirada na sakura, a delicada flor de cerejeira, que estampa as embalagens exclusivas, limitadas e apaixonantes. Entre as novidades, destaque para os blushes, disponíveis em 4 tons: rosa claro cintilante, coral-pêssego, pêssego claro e ameixa claro.

Coleção Friends, da Risqué, por R$ 7, cada

Em 6 novas cores, que remetem à momentos de Friends, como a tradicional porta roxa, a moldurinha amarela e até a cor do sofá do Central Perk, a linha de esmaltes da Risqué celebra a série mais amada de todos os tempos.

Linha CBA Amazônico, da Haskell, por R$ 176, o kit

Com óleo de mamona e CBA, um ativo que simula os efeitos do CBD (óleo extraído da maconha), a nova linha da Haskell é composta por shampoo, condicionador, máscara de tratamento, óleo multifuncional e tônico capilar para hidratar, fortalecer, e estimular o crescimento saudável dos fios, além de promover uma sensação imediata de limpeza e bem-estar na hora do banho.

Hidratante Moisture Surge, da Clinique, por R$ 115

Com textura em gel, o Moisture Surge, hidratante queridinho da marca, chega com fórmula repaginada que penetra em mais de 10 camadas da pele e promete 100 horas (!) de hidratação, mesmo depois de lavarmos o rosto. O segredo do sucesso está no mix de ácido hialurônico, cafeína, Bio-Fermento de Aloe Vera, feito de lactobacilos, água de aloe ativada e extrato de aloe em pó, que aumenta a elasticidade da pele e a ajuda reter a umidade.

Kit Cronograma capilar, da Lowell, por R$ 170

O kit foi feito para ser um programa completo na reconstrução dos fios. A linha conta com um shampoo que limpa suavemente e prepara o cabelo para receber as máscaras de tratamento: uma de mirtilo, que hidrata e repõe a água dos fios; outra que nutre e recupera os fios danificados; e uma terceira focada na reconstrução dos fios, repondo a massa capilar e diminuindo a quebra.

Fonte: Revista Glamour

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2021-04-06T15:56:12-03:00abril 6th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Agência Brasil – Pequenos negócios geram quase 70% dos empregos em fevereiro

Foram 275 mil vagas geradas pelas micro e pequenas empresas

O mês de fevereiro registrou um saldo positivo de empregos formais criados no Brasil. Foram 401.639 vagas registradas em carteira, sendo que as micro e pequenas empresas foram responsáveis por 68,5% dos empregos criados no Brasil. Isso corresponde a um pouco mais de 275 mil vagas geradas pelos pequenos negócios. Já as médias e grandes empresas tiveram saldo positivo de pouco mais de 101 mil vagas no mês.

Esse levantamento foi feito pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) com base nos dados do o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério da Economia. O presidente do Sebrae, Carlos Melles, destacou o desempenho das micro e pequenas empresas e sua importância para a recuperação econômica do país.

“Esse é o oitavo mês consecutivo que as micro e pequenas empresas puxam a geração de empregos com carteira assinada. São os pequenos negócios que sustentam a geração de empregos nos país e, por isso, é tão importante que sejam realizadas políticas públicas que amparem esse segmento”, disse.

Grandes e médias
Enquanto as micro e pequenas empresas tiveram saldo positivo em todos os setores da economia, as médias e grandes empresas demitiram mais do que contrataram no comércio e na agropecuária, em fevereiro. No primeiro, o saldo negativo foi de 2.107 empregos e no segundo, 1.571. O melhor desempenho das médias e grandes empresas foi no setor de serviços, com saldo positivo de 57.956 empregos gerados.

O setor de serviços também puxou o melhor saldo das micro e pequenas no mês, com 183.944 empregos. Se o desempenho do comércio entre as médias e grandes foi ruim em fevereiro e continua fechando postos de trabalho, o mesmo não se pode dizer das micro e pequenas, com saldo positivo de 92.909. Nos demais setores (construção, indústria de transformação, serviços, serviços industriais de utilidade pública e extrativa mineral) todas as categorias de empresas fecharam o mês com mais contratações do que demissões.

Primeiro bimestre
No acumulado do primeiro bimestre, os setores de serviços, comércio e indústria de transformação foram os maiores geradores de empregos entre as micro e pequenas empresas. No caso das médias e grandes, o setor de comércio apresenta um saldo negativo de 24.626.

Estados
Entre os estados, o que mais contratou proporcionalmente em fevereiro foi Mato Grosso, com um saldo de 23,26 por mil empregados. Amazonas tem o pior desempenho e foi o único estado com saldo negativo, tanto em números absolutos, com 868 demissões, quanto proporcionalmente, com saldo negativo de 5,65 por mil empregados. Em números absolutos, São Paulo foi o estado com melhor saldo de emprego, 73,7 mil empregos gerados.

Fonte: Agência Brasil

2021-04-05T15:24:48-03:00abril 5th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Valor Investe – Mercado aumenta expectativa para inflação e diminui projeção para PIB em 2022

A projeção está no Relatório Focus, que é divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central e traz as estimativas do mercado para os principais indicadores econômicos do país

A expectativa para a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2021 foi mantida em 4,81%, após 12 semanas consecutivas de alta. Para 2022, a projeção subiu de 3,51% para 3,52%, após manutenção na semana passada.

As estimativas estão no Relatório Focus, que é divulgado toda segunda-feira pelo Banco Central e traz as expectativas do mercado para os principais indicadores econômicos do país.

A meta de inflação a ser perseguida pelo Banco Central é de 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

PIB
A expectativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2021 caiu de 3,18% para 3,17%, no quinto corte semanal seguido. Para 2022, caiu de 2,34% para 2,33%, após queda na semana passada.

Selic
A expectativa para a taxa básica de juros do Brasil, a Selic, no fim de 2021 foi mantida em 5% pela segunda semana consecutiva. Para o fim de 2022, a projeção para os juros também permaneceu em 6% ao ano.

Desde 2015, quando subiu ao patamar de 14,25% ao ano, que a Selic não subia. Isso mudou em março. O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) subiu a meta para os juros básicos (Selic) em 0,75 ponto, aos 2,75% ao ano. Além disso, o Comitê anteviu a “continuação do processo de normalização parcial do estímulo monetário com outro ajuste da mesma magnitude” na próxima reunião.

Dólar
A expectativa do mercado para o dólar no fim de 2021 subiu de R$ 5,33 para R$ 5,35, pela segunda semana consecutiva. A projeção para a moeda em 2022 caiu, passando de R$ 5,26 para R$ 5,25, após cinco altas seguidas.

Fonte: Valor Investe

2021-04-05T15:24:46-03:00abril 5th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|

Fashion Network – Natura segue apostando em seu crescimento na Argentina

Apesar de 2020 ter sido muito difícil para o setor de cosméticos e beleza, a empresa brasileira de beleza, Natura, quer continuar investindo na Argentina e se firmar como a número um em vendas diretas no país.

A confirmação foi feita pela gerente geral da Natura Argentina, Verónica Marcelo, em entrevista ao jornal local El Cronista. Além disso, a executiva explicou que a empresa também vai continuar a apostar na produção local (hoje 50% do faturamento é proveniente de produtos feitos no país).

Sobre a perspectiva geral do negócio, Verónica Marcelo destacou que, embora o primeiro trimestre de 2020 tenha começado muito bem, o ritmo foi freado com a chegada da pandemia de Covid-19 e o estabelecimento do isolamento social na Argentina.

Apesar de ter inicialmente fechado a fábrica no país, os trabalhadores puderam retornar com os protocolos sanitários corretos e a empresa contribuiu a nível social com a comercialização de produtos essenciais. A Natura também aproveitou o momento para investir fortemente na digitalização de sua rede, para que os fornecedores pudessem continuar operando.

O resultado ficou claro nos resultados: antes da pandemia a Natura contava com 50 mil consultoras e consultoras digitais e no final do ano o número quase dobrou. Atualmente 90% da rede está digitalizada.

Fonte: Fashion Network

2021-04-05T15:24:42-03:00abril 5th, 2021|Categories: ABEVD na mídia|
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