Sobre Rubia Aoki

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Fotos #CongressoABEVD2022

A Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD) realizou, no dia 20 de outubro, o 3° Congresso Nacional de Vendas Diretas, em São Paulo. O evento aconteceu depois de dois anos de adiamento, por causa da pandemia de Covid-19 e contou com a presença de grandes executivos da área para debater sobre a digitalização do setor, que passou por grande aceleração nos últimos anos, ressaltando a importância da atividade para empresas e revendedores.

Simultaneamente com o congresso ocorreu também a EXPO ABEVD 2022, um encontro gratuito, aberto ao público que focou nos empreendedores independentes do setor. Durante o evento, debateu-se sobre o empreendedorismo aliado com a venda direta e contou com mentorias sobre como vender mais e lucrar no setor, o Prêmio ABEVD de Jornalismo em Vendas Diretas, premiação que destaca trabalhos jornalísticos sobre o tema, e também, o Prêmio ABEVD de Vendas Diretas, que tinha o objetivo de reconhecer as boas práticas das empresas do setor.

Fonte: Assessoria de imprensa da ABEVD

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2022-11-03T16:21:27-03:00novembro 1st, 2022|Categories: ABEVD Clipping, ABEVD News, Notícias do Setor|

Mercado&Consumo – Yakult investe R$ 20 milhões na segunda fase de modernização de seu complexo industrial

Ao todo, serão gastos R$ 60 milhões para otimizar as instalações e os equipamentos

A Yakult Brasil confirmou o início da segunda fase de modernização de complexo industrial em Lorena, no interior de São Paulo. Com um investimento total de R$ 60 milhões e previsão de término para o primeiro semestre de 2023, as obras visam modernizar e otimizar as instalações e os equipamentos.

O complexo industrial brasileiro tem uma das maiores fábricas da Yakult no mundo, considerando área construída, e é uma das únicas a produzir todo o portfólio de produtos em um mesmo local industrial.

Na fase atual, foram gastos cerca de R$ 20 milhões com melhorias na substituição de seis tanques de aço inox e na tubulação de esgotamento. Também estão previstas a ampliação do pé-direito da seção de mistura de matéria-prima, reforço do piso estaqueado, iluminação led e melhorias no sistema de ventilação e exaustão.

“Estamos fazendo um investimento considerável para mais uma importante modernização da nossa fábrica porque confiamos muito no Brasil. Este país nos recebeu de braços abertos, em 1968, e os consumidores brasileiros se mantém fiéis à nossa marca, o que aumenta nossa responsabilidade em fabricar produtos com a mais alta qualidade”, afirma Atsushi Nemoto, presidente da Yakult Brasil.

Único na América do Sul

O Complexo Industrial de Lorena foi inaugurado em 1999 e hoje tem aproximadamente 40 mil m² de área construída, ocupando um total de 440 mil m². Na época, a Yakult investiu R$ 40 milhões para transferir três linhas de produtos que eram fabricadas na planta de São Bernardo do Campo, no ABC paulista.

Com o passar dos anos, todas as linhas de produtos passaram a ser produzidas na unidade fabril de Lorena, que chegou a receber de aproximadamente R$ 150 milhões em 2013, quando foi realizada a primeira ampliação do local.

“O complexo industrial brasileiro é o único do Grupo Yakult na América do Sul e a mudança para Lorena de toda a nossa linha, em 2013, garantiu mais agilidade na produção e na logística de distribuição”, afirma Nemoto. Ele destaca que a maior parte da produção desse local é destinada para o mercado brasileiro e que uma pequena parte é exportada para o Uruguai.

2022-02-17T16:16:49-03:00fevereiro 17th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

Baguete – Jeunesse adota solução da Systax

Rede de cosméticos adotou solução para otimizar a definição do código NCM.

A Jeunesse, produtora de cosméticos, adotou a solução da Systax, empresa especializada em inteligência fiscal, para otimizar a gestão fiscal das mercadorias da empresa.

O serviço da Systax ofereceu maior assertividade na definição do código NCM, que é a Nomenclatura Comum do Mercosul, utilizada para a classificação dos produtos, além da segurança nas informações da empresa.

Antes da Systax, a Jeunesse utilizava boletins semanais e mensais de outras consultorias e acompanhavam mais de 5 mil regras transacionadas de forma manual.

“Passamos a ter uma consulta diária e uma atualização mais rápida das regras, e tudo é desenvolvido para que aconteça de forma ágil e automática. Temos mais segurança e confiabilidade de que o processo está adequado”, explica Lasaro do Carmo, presidente da Jeunesse.

Além da questão do compliance, os dados disponibilizados pela Systax estão sendo assertivos para o core business da empresa.

A Jeunesse é uma produtora de cosméticos focados em vida saudável, possui sede nos Estados Unidos e atua no Brasil desde 2016, está presente em mais de 145 países.

A Systax tem 165 funcionários e atende 2 mil empresas ou grupos econômicos, alguns deles grandes nomes como Havan, Gerdau, Leroy Merlin ou Polishop.

A empresa vem atraindo atenção de outros grandes players além da SAP. No final de 2019, a Vertex, uma multinacional americana de software fiscal, pagou US$ 12,4 milhões por uma participação de 60% na Systax, com planos para comprar os 40% até 2024.

2022-02-17T16:16:06-03:00fevereiro 17th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Notícias do Setor|

InfoMoney – Guedes diz a empresários que governo lançará linha de crédito de R$ 100 bilhões para micro e pequenos

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, a informação foi repassada pelo ministro em almoço

O governo deve lançar um programa de crédito de R$ 100 bilhões na próxima semana destinado a pequenas e médias empresas.

De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), Paulo Solmucci, a informação foi repassada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em almoço nesta quarta-feira, 16, com representantes da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (UNECS).

A ideia é que sejam beneficiadas de microempreendedores individuais (MEIs) a empresas de médio porte. O limite para enquadramento no programa será um faturamento de R$ 300 milhões por ano.

“Gostamos muito da notícia, especialmente por ter data definida. Vai ampliar o crédito total e também tratar as questões da inadimplência”, afirmou.

Segundo Solmucci, o ministro pediu à equipe que busque uma solução para a questão da inadimplência do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), que aumentou com a alta de juros.

2022-02-17T16:14:47-03:00fevereiro 17th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Agência Brasil – Produção de veículos tem alta de 11,6% em 2021, diz Anfavea

No ano passado, 2,24 milhões de unidades foram fabricadas

A produção de veículos cresceu 11,6% em 2021, segundo o balanço divulgado hoje (7) pela Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Foram fabricadas no ano passado 2,24 milhões de unidades, enquanto em 2020 as montadoras produziram 2,01 milhões de veículos. Em dezembro a produção teve leve alta (0,8%) em relação ao mesmo mês de 2020, com a montagem de 210,9 mil unidades.

O presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes, destacou que no final do ano as montadoras fizeram um esforço para contornar os problemas enfrentados nos últimos meses com a falta de componentes em todo o mundo.

“A gente conseguiu puxar a produção em dezembro, trazendo peças, falando com fornecedores, ligando para as nossas matrizes para disponibilizarem semicondutores, de tal forma que a gente pudesse entregar o máximo possível para atender a fila de espera”, disse.

Vendas

As vendas tiveram alta de 3% ao longo do ano passado, com a comercialização de 2,12 milhões de unidades. Em dezembro, no entanto, foi registrada uma queda de 15,1% nas vendas em relação ao mesmo mês de 2020, com o licenciamento de 207,1 mil unidades.

Automóveis

A produção de automóveis e veículos comerciais leves teve alta de 8,7% em 2021, com a fabricação de 2,07 milhões de unidades. Em dezembro, a produção teve uma ligeira retração (0,4%) em relação ao mesmo mês de 2020, com a montagem de 197,1 mil unidades.

As vendas desses segmentos registram uma pequena queda (1%), com a comercialização de 1,72 milhão de automóveis e veículos comerciais leves. Em dezembro, a retração nas vendas chegou a 22,3% em comparação com o mesmo mês de 2020.

Caminhões

A produção de caminhões teve alta de 74,6% em 2021. Foram fabricadas ao longo do ano passado 158,8 mil unidades. Em dezembro, a produção de caminhões ficou em 12,4 mil unidades, 18,2% a mais do que o mesmo mês do ano anterior.

As vendas de caminhões cresceram 43,5% ao longo do ano passado, com a comercialização de 128,7 mil unidades do segmento. Em dezembro, os licenciamentos tiveram expansão de 20,8%, com a venda de 11,8 mil unidades.

Exportações

As exportações de veículos cresceram 16% em 2021 em comparação com o ano anterior, com a comercialização de 376,4 mil unidades para o exterior. Em dezembro, o crescimento ficou em 8,3% em relação ao mesmo mês de 2020, com a exportação de 41,6% unidades.

Emprego

A indústria automotiva chegou ao final do ano passado com 103,3 mil funcionários, uma retração de 1,5% em relação a novembro de 2020 e de 0,2% comparando com o nível emprego no final de 2020. Moraes atribuiu a redução a adoção de planos de demissão voluntária em algumas empresas e ao encerramento de contratos temporários de trabalho.

Previsões

A previsão da Anfavea é de que as vendas de veículos cresçam 8,5% em 2022 e a produção tenha uma alta de 9,4% neste ano. Para as exportações, a expectativa é de expansão de 3,6%.

O presidente da associação patronal lembrou que as incertezas causadas pela pandemia de covid-19 continuam a dificultar as estimativas sobre o futuro, mas que a indústria espera um crescimento “moderado” para este ano.

Edição: Denise Griesinger

2022-01-10T11:53:02-03:00janeiro 10th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Terra – Varejo deve crescer 3,8% em 2022 no Brasil, aponta estudo

Imunização em massa contra a Covid-19 deve estimular o consumo no país, aquecendo o setor varejista; especialista comenta tendências do omnichannel e do metaverso na experiência de comércio do consumidor brasileiro

Com o avanço da vacinação contra a Covid-19 no país, que já atinge 67,7% da população com a imunização completa, a expectativa do mercado é de aquecimento no comércio em 2022. De acordo com um relatório elaborado pela EMIS, plataforma digital pertencente ao Grupo ISI Emerging Markets, a perspectiva é de que o volume de vendas no varejo brasileiro cresça 3,8% neste ano.

A crescente digitalização de empresas do ramo varejista – que fez com que, segundo dados da Sondagem do Comércio, feita pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), as vendas realizadas por meio do e-commerce representassem 21,2% do faturamento total do varejo em 2021, ante a 9,2% no período anterior à pandemia de Covid-19 – é uma tendência que deve se consolidar de forma cada vez mais célere, segundo especialistas do setor.

Nesse sentido, desenvolvendo e aprimorando a cada vez maior presença do digital no comércio, ganha força para 2022 o chamado omnichannel, que consiste na integração dos canais off-line e on-line nas estratégias de vendas das empresas. Este modelo híbrido “phygital” (ou “figital”, em um termo aportuguesado), que une o “físico” com o “digital” aponta, ainda, para novas possibilidades, como a utilização do metaverso nas ações de vendas de companhias que já atingiram um maior grau de desenvolvimento tecnológico em suas estratégias comerciais.

Omnichannel

De acordo com o estudo “Carat Insights: Projeções para o Varejo 2022”, realizado pelo Instituto Locomotiva, a omnicanalidade é algo cada vez mais presente no cotidiano do consumidor brasileiro: 70% dos respondentes da pesquisa disseram que já compraram em lojas físicas para receber em casa e 88% acreditam que as lojas físicas e on-line devem ser ainda mais integradas.

Outra pesquisa recente sobre o assunto, realizada pela empresa especialista em tecnologia para o varejo Linx, indicou que as experiências de compra que integram os meios físico e digital aumentaram durante a última Black Friday. Segundo o estudo, levando-se em consideração apenas a sexta-feira de descontos, a modalidade pick-up in store (quando o cliente compra de forma on-line e retira o produto na loja física) cresceu 139% em relação ao mesmo período do ano passado, ao passo que o chamado ship from store (em que o consumidor realiza a compra on-line e o pedido é entregue a partir da loja física mais próxima do endereço) teve um crescimento de 44%.

Para Guilherme Mello, CEO da Loopa, empresa de tecnologia financeira, os clientes tendem a, cada vez mais, valorizar “experiências completas de consumo”. Assim, a integração entre os pontos de venda físicos e digitais configura-se como uma das principais tendências para o varejo em 2022. “Adotar este processo será pré-requisito para ter um negócio de sucesso”, afirma.

O executivo avalia que “para gerenciar tantos canais de vendas”, o empreendedor deverá contar com o apoio da tecnologia, “com ferramentas automatizadas, sobretudo de gestão financeira, capazes de o ajudarem no dia a dia, trazendo mais praticidade e agilidade para a tomada de decisão”.

Metaverso

Para o CEO da Loopa, além disso, o surgimento de tecnologias inovadoras, como metaverso, deverá impactar os negócios “como um todo”, moldando, de forma revolucionária, as novas configurações do varejo. “Essa tendência mostra que o empreendedor varejista deve ficar antenado na transformação digital para não ficar para trás”, diz

Um estudo da Bloomberg Intelligence indica que as possibilidades de negócio geradas com a utilização da tecnologia do metaverso poderá atingir a cifra de US$ 800 bilhões (cerca de R$ 4,5 trilhões) em 2024. Para especialistas, com experiências de RA (Realidade Aumentada) e RV (Realidade Virtual) os consumidores poderão, por exemplo, explorar marcas e produtos a partir de suas próprias casas, sem precisar se dirigir às lojas físicas para experimentar novos produtos antes de realizar as compras.

2022-01-10T11:53:18-03:00janeiro 10th, 2022|Categories: ABEVD Clipping, Economia|

Confira o ranking das 100 maiores empresas de vendas diretas do mundo em 2019

A Direct Selling News anunciou sua lista Global 2020 das 100 principais empresas de venda direta do mundo, com base na receita de 2019

A DSN Global 100 já havia listado 100 empresas, com receitas variando de US$ 60 milhões a mais de US$ 10 bilhões a cada ano. Este ano, a lista de assumiu um novo formato, reconhecendo 50 empresas que faturaram mais de US$ 100 milhões em 2019. O objetivo da lista Global 100 permanece o mesmo: mostrar o verdadeiro impacto desse canal na vida das pessoas, bem como o impacto econômico que as empresas de vendas diretas causam nas comunidades às quais estão inseridas.

A seguir, é apresentado o ranking 2020 da DSN Global 100, que será publicado na edição de junho da Direct Selling News.

Algumas informações da lista deste ano:

  • 48% das empresas cresceram ano a ano de 2018 a 2019
  • 2 das 10 principais empresas relataram aumento de receita
  • Seis empresas cresceram US$ 100 milhões de 2018 a 2019
  • Das empresas classificadas entre as posições 11-25, sete relataram aumento da receita
  • das empresas classificadas entre as posições 25-50, 15 relataram aumento de receita
2020 Rank Company 2019 Revenue
1 Amway $8.4B
2 Herbalife Nutrition $4.9B
3 Avon Products Inc. $4.76B
4 Vorwerk $4.23B
5 Natura $3.66B
6 Coway $2.59B
7 Nu Skin $2.40B
8 Tupperware $1.80B
9 Oriflame $1.47B
10 Ambit Energy $1.31B
11 Pola $1.24B
12 Belcorp $1.17B
13 PM International $1.11B
14 Jeunesse $1.1B
15 Telecom Plus $1.08B
16 USANA $1.06B
17 Yanbal $885M
18 Medifast/OPTAVIA $714M
19 Arbonne $672M
20 Team National $651M
21 Miki Corp. $505M
22 Scentsy $472M
23 Plexus Worldwide $467M
24 MONAT Global $388M
25 Faberlic $385M
26 Nature’s Sunshine  $362M
27 WorldVentures $335M
28 For Days $308M
29 Hy Cite Enterprises $306M
30 Vestige Marketing $302M
31 Noevir $286M
32 Farmasi $250M
33 New Image Group $243M
34 Naturally Plus $242M
35 ARIIX $230M
36 LifeVantage $226M
37 Pure Romance $225M
38 Color Street $220M
38 Menard $220M
40 Noni by NewAge Beverages $200M
41 Giffarine $198M
42 KK Assuran $193M
43 Immunotec $180M
44 ASEA Global $170M
44 MyDailyChoice / HempWorx $170M
46 Mannatech $158M
47 Southwestern Advantage $138M
48 Elepreneurs $135M
49 Usborne Books & More $119M
50 Xyngular $108M

Fonte: DSN

Download Pesquisa 2019
2021-04-20T14:12:58-03:00abril 2nd, 2020|Categories: ABEVD Clipping|

Anuário ABEVD 2019

É com prazer que compartilhamos as atividades da ABEVD em 2019.
Este ano, a ABEVD entrega a seus associados muitas realizações e conquistas. Aprimoramento da nossa governança, melhorias em nossos processos e novas ferramentas geraram maior engajamento com todos públicos que nos relacionamos.
Para reforçar nosso compromisso com a ética e o desenvolvimento do setor, realizamos eventos, cursos, encontros e reuniões. O grande destaque foi o 2º Congresso Nacional de Vendas Diretas, o maior evento da América Latina, onde todos do setor se encontram, se atualizam e trocam experiências.
Agradecemos o apoio, dedicação e contribuição de todos associados, conselheiros, membros dos comitês, e em especial, à equipe ABEVD que fez toda a diferença para entregarmos cada vez mais valor e melhorias.
Prontos para 2020! Novos desafios, novos negócios, novas oportunidades!
Vocês são parte deste resultado, sua opinião é muito importante para nós!
Nosso muito obrigado!

Download Anuário ABEVD 2019

Equipe ABEVD

2020-02-06T12:23:18-03:00dezembro 20th, 2019|Categories: ABEVD News|

Natura completa duas décadas de relação com a sociobiodiversidade amazônica

No Dia de Proteção às Florestas, empresa relembra iniciativas ao longo de 20 anos de atuação na região

A Natura foi pioneira na indústria cosmética a investir no desenvolvimento que valoriza a biodiversidade nacional e a sustentabilidade das comunidades da Amazônia. Em 1999, um ano antes de lançar a linha Natura Ekos, a empresa passou a adquirir ingredientes de comunidades, sobretudo na região amazônica, e estabeleceu os primeiros vínculos por meio de oportunidades de negócios socialmente justos, ambientalmente corretos e economicamente viáveis. Foram os primeiros passos para estruturar um modelo sustentável que fomenta uma economia baseada na floresta em pé.

Vinte anos depois, já são mais de 4,6 mil famílias beneficiadas de 31 comunidades, das quais são adquiridas 17 matérias-primas (como óleo de castanha e polpa de açaí) e 60 ingredientes com origem sustentável, como murumuru, andiroba e ucuuba. Neste ano, um novo levantamento apurou que esse modelo de negócio contribui para a conservação de 1,8 milhão de hectares na Amazônia, área equivalente a 12 vezes o tamanho da cidade de São Paulo.

Para coordenar a atuação na região, o Programa Natura Amazônia foi estruturado em 2011, a partir de três pilares: ciência, tecnologia e inovação, cadeias produtivas da sociobiodiversidade e valorização do conhecimento tradicional e cultural. O volume de negócios movimentado na região ultrapassa R$ 1,5 bilhão – acima da meta estabelecida para 2020, um valor acumulado de R$ 1 bilhão.

Confira algumas iniciativas que mostram o que uma marca de beleza pode fazer pela Amazônia:

Repartição de benefícios

A geração local de renda incentiva as populações a manterem seus modos de vida tradicionais e reconhecerem que a floresta tem mais valor em pé do que derrubada. Em 2018, foram pagos mais de R$ 18 milhões às comunidades fornecedoras – um aumento de mais de 50% em relação ao ano anterior. Do total repassado, o valor mais significativo foi destinado à estruturação do Fundo de Desenvolvimento Sustentável, junto à Cooperativa Mista dos Produtores e Extrativistas do Rio Iratapuru, a Comaru, com atuação na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Iratapuru, no Amapá.

Casas Familiares Rurais

Há mais de cinco anos a Natura apoia as Casas Familiares Rurais da Amazônia, que funcionam como núcleos educacionais com modelo de ensino focado nos conhecimentos dos agroextrativistas. A mais recente, situada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável de Uacari, no município de Carauari (AM), foi inaugurada em março deste ano e oferece os cursos de ensino médio e de educação profissional — técnico em agroecologia e desenvolvimento sustentável — para jovens e adultos, visando a melhoria na qualidade de vida dos ribeirinhos ao incentivar a permanência dos alunos na comunidade.

Insumos da região pan-amazônica

A meta estabelecida pela empresa prevê que 30% dos insumos utilizados sejam provenientes da região pan-amazônica. Em 2018, houve um aumento de 14% da compra de insumos da região, ampliando o impacto positivo gerado nas comunidades.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira de higiene e cosmética. Líder no setor de venda direta no Brasil, com mais de 1,7 milhão de consultoras, faz parte de Natura &Co, resultado da combinação entre as marcas Natura, The Body Shop e Aesop, com faturamento de R$ 13,4 bilhões em 2018. Foi a primeira companhia de capital aberto a receber a certificação B Corp no mundo, em dezembro de 2014, o que reforça sua atuação transparente e sustentável nos aspectos social, ambiental e econômico. É também a primeira empresa brasileira a conquistar o selo “The Leaping Bunny”, concedido pela organização de proteção animal Cruelty Free International, em 2018, que atesta o compromisso da empresa com a não realização de testes em animais de seus produtos ou ingredientes. Com operações na Argentina, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, México e Peru, os produtos da marca Natura podem ser adquiridos com as Consultoras, pelo Rede Natura, por meio do app, nas lojas próprias ou nas franquias “Aqui tem Natura”. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Natura

2019-12-20T12:12:38-03:00julho 22nd, 2019|Categories: ABEVD Clipping|
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